VELHA DA SERRA – Famílias de Minas Gerais portuguesas: Monteiro de Araújo, Rodrigues da Costa, Nunes, Souza, Silveira Fernandes, Alves Ferreira – Batatais-SP, Penápolis-SP, Uberaba-MG, Passos-MG, Franca-SP – filhos e netos na Família da Madrinha da Serra

12 de novembro de 2019
História de Portugueses no Brasil
História de Portugueses do Brasil
A Velha da Serra – Madrinha da Serra – Joaquina Custódia da Conceição – *1.782 Aiuruoca-MG +13/mar/1.885 Patrocínio Paulista-SP – Viveu 103 anos Fazendo o Bem
Oi primo?///nossa fiquei muito emocionada …nossa como eu queria te-la conhcido  ,,,,ficou ,muito legal site,,,,,que familia linda nao….rsrsrsr um gde bjoooooooooooo
ESTA HISTÓRIA COMEÇA E TERMINA COM A PATRÍCIA LEME – Sexta-neta da Madrinha da Serra.
Portanto PATRÍCIA LEME é da Sétima Geração dos descendentes da MADRINHA DA SERRA, e, os seus filhos são da OITAVA GERAÇÃO.
Patrícia é da sétima geração, e, ama a MADRINHA DA SERRA.
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apagar 16 jan 

** Patricia:

Oi primo?///nossa fiquei muito emocionada …nossa como eu queria te-la conhcido  ,,,,ficou ,muito legal site,,,,,que familia linda nao….rsrsrsr um gde bjoooooooooooo

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NÃO SE PARTE DA TERRA ONDE REVOA” – José Martiniano de Alencar.

Fundadores e Pioneiros e História de Conselheiro Lafaiete-MG, Barbacena-MG, a querida Freguesia de Itatiaia em Ouro Branco-MG, Lavras-MG, Piumhi-MG, Franca-SP, Batatais-SP, Uberaba-MG, Penápolis-SP, Campo Mourão-PR, etc, etc.

SEGUIREMOS ESTA LINHA RETA:

Resumo:

Madrinhada Serra é mãe de:

Lauriana que é mãe de:

Custódia que é mãe de:

Maria do Carmo que é mãe de:

Alcina que é mãe de:

Julieta que é  mãe de:

Luizinho que é  pai de:

Patrícia que é mãe de:

Emanuele, a Sarah e o Saulo.

  • Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e,
  • que nossos pais nos contaram, não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Mandas-me, ó Rei, que conte declarando
De minha gente a grão genealogia:


Não me mandas contar estranha história,
Mas mandas-me louvar dos meus a glória.

“Ainda existirá a velha Casa Senhorial do Monteiro?
Meu sonho era acabar morando e morrendo
Na velha Casa do Monteiro.”

Famílias que se uniram à Família Ribeiro Guimarães da Madrinha da Serra:

Pires de Morais, Nunes da Silva, Gouveia, Alves Ferreira, Guimarães, Faleiros, Gomes Moereia, Correia, Souza Teixeira, Beber, Leme Goulart, Strogen, Barbosa, Silveira Fernandes, Marques, Ros, Delgado, Vaz de Melo, Carrilho de Castro, Sampaio, Cruvinel Borges, Cintra, Rocha Miranda entre outras.

E ENTRE GENTE REMOTA, EDIFICARAM, NOVO REINO, QUE TANTO SUBLIMARAM.

Verso de nosso patrício Luís Vaz de Camões sobre o nosso povo português, o mais internacionalista dos povos.

A MADRINHA DA SERRA nasceu, em 1782, em Aiuruoca-MG; CASOU-SE EM 1809 em Franca-SP, e,

TEVE SEUS FILHOS, na década de 1810, em Franca-SP;

Ficou viúva em 1820, casou-se novamente em 1822, sem filhos do segundo casamento, do qual ficou viúva em 1832.

E, dirigiu a fazenda da Serra sozinha de 1832 até 13 de março de 1885 quando faleceu na Fazenda da Serra, Patrocínio Paulista onde esta enterrada no Cafezal do Maranha. Ver abaixo.

Seus escravos a carregavam em um andor  pela Fazenda da Serra, porque ela um toquinho de gente não andava mais;

Os escravos viam a Madrinha da Serra como uma Santa.

os filhos todos já falecidos e alguns netos também já falecidos, e, ela, com 103 anos, tida como santa pelos escravos e por todos das redondezas.

Quando faleceu, em 1885, com 103 anos de idade, todos os filhos já eram falecidos e também alguns dos netos já falecidos.

Hoje, nós somos milhares e milhares filhos,de netos, bisnetos, até a oitava geração, (que são os filhos da Patricia Leme e mais centenas de gente linda).

História dos Alves Ferreira, Nunes de Souza, Pires de Morais, Faleiros, Assunção, Monteiro de Araujo, Silveira Fernandes, Sampaio, Barbosa, Faleiros, Béber, Parente,  todos descendentes da Madrinha da Serra, pioneiros, desbravadores e heróis.

A FAZENDA DA SERRA onde fica:

Região da Terra Roxa na Mojiana

Quando a Madrinha da Serra foi para lá, na década de 1820, ainda pertencia à Franca-SP. Depois de 1870 passou a pertencer à freguesia de Patrocínio do Sapucahy, hoje Patrocínio Paulista, que passou de freguesia a município em 10 de março de 1885, exatamente quando a Madrinha da Serra faleceu.

Terra super boa para cultura – Atualmente Fazenda São Francisco no lugar onde era a Casa da Madrinha da Serra e onde se planta café.

 

 

DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO:

A linda História da Madrinha da Serra é passada de geração em geração, há 134 anos, desde 1885, de mãe para filha, e, sua memória perpetua-se.

Só começamos a morrer quando não somos mais lembrados por nossos netos.

O orgulho de ser sua filha, ser sua neta, bisneta, tri-neta, tetra-neta, penta-neta, sexta-neta, sétima-neta, e oitava-neta da MADRINHA DA SERRA.

  • Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,
  • não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Tradição da Família da Madrinha da Serra – Preservar sua Memória

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Roceiros, desbravadores, pioneiros.

A nossa árvore genealógica está bem no começo mas vamos ampliá-la:

http://www.myheritage.com.br/site-764542/madrinha-da-serra

FAMÍLIAS UNIDAS PORTUGUESAS DO BRASIL, RURALISTAS, FAZENDEIROS, sertanistas, pioneiros, desbravadores, produtores rurais sem crédito do Banco do Brasil, PECUARISTAS E LAVRADORES QUE SE UNIRAM Á FAMÍLIA DA MADRINHA DA SERRA PORTUGUESA COM CERTEZA

Três famílias importantes e muito unidas que se destacaram onde estiveram. Saíram da Região de Conselheiro Lafaiete-MG e fizeram a Marcha para o Oeste e a Fuga da Mineração:

Os ALVES DE GUIMARÃES, os RODRIGUES DA COSTA, e, os SOUZA TEIXEIRA, vindos de Conselheiro Lafaiete-MG e proximidades, (Itaverava-MG, Freguesia de Itatiaia Oro Branco-MG), que passaram por Piumhi-MG e a Região de Franca-SP. Em Piumhi-MG nasceram duas de nossas antepassadas.

Piumhi-MG é perto de Passos-MG e seguindo dá em Franca-SP e Batatais-SP, onde a Madrinha da Serra passou a juventude e se casou.

Unidas, marcharam junto de carro de boi, se tornaram fazendeiros e vizinhos em Franca-SP e casaram seus filhos entre eles: Casar com conhecido e com vizinhos portugueses do Brasil.


E estas três famílias se juntaram à família RIBEIRO GUIMARÃES da Madrinha da Serra. Ai já temos duas famílias conterrâneas da primeira capital portuguesa GUIMARÃES.
Eles  junto com os Monteiro de Araujo e Nunes Gouveia, essas todas são AS FAMÍLIAS DE NOSSA FAMÍLIA PORTUGUESA COM CERTEZA.

Todas estas famílias que se uniram no Brasil e formaram uma única família, a família da Madrinha da Serra, do Distrito de Braga, da Vila de Guimarães, hoje cidade, e, primeira capital da nacionalidade portuguesa, cada um de uma freguesia do Concelho de Guimarães:

  • Freguesia de São Martinho do Candoso: desta freguesia veio o Antônio Alves de Guimarães, sogro da Madrinha da Serra.
  • Freguesia de São Paio de Guimarães: era desta freguesia, a Mariana Monteira, nosso tronco em Portugal, avó do JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, que se casou no Brasil, e falecido em Candeias-MG em 1799).
  • E, da Freguesia de Golães do Concelho de Guimarães na época, (hoje no Concelho de Fafe), veio o pai da Madrinha da Serra, o Manoel Ribeiro Guimarães.
  • E de Marco de Canaveses vieram o Francisco de Souza Teixeira, trisavô dos 5 bisnetos da Madrinha da Serra que se casaram com 5 Monteiro de Araujo e que vamos ver com detalhes neste site.
  • E PENAFIEL, PEROZELO, DE MANOEL MOREIRA DE MEIRELES, ANTEPASSADO NOBRE DO MARIDO DA MADRINHA DA SERRA

  • carte

Guimarães e Santo Tirso são bem próximos, e perto da muito antiga e milenar  cidade romana Bracara Augusta, Braga, primeira Diocese de Portugal – que comandava a Igreja portuguesa

E os Monteiro de Araujo e Nunes Gouveia e os Souza também eram fazendeiros vizinhos da Madrinha da Serra na Região de Franca-SP, Cristais Paulista, Patrocínio Paulista e Itirapuã-SP.

Bem vizinhos eram Nunes e Souza que casaram seus filhos entre si,  SURGINDO OS NUNES DE SOUZA, bisnetos da MADRINHA DA SERRA, ver abaixo.

Tinha a Fazenda Cristal dos Nunes e a Cristal dos Souza, isto onde é Cristais Paulistas e região, próximo à Fazenda da Serra, e a Fazenda Canoas do Tenente Albino Nunes da Silva, genro da Madrinha da Serra e vizinho da Madrinha da Serra.

Os Silveira Fernandes, de Amarante em Portugal, também ruralistas, fazendeiros, produtores rurais (que veremos aqui também unidos à Família da Madrinha da Serra) e os Monteiro de Araujo também eram vizinhos unidos e rumavam para o Oeste em busca de novas terras, e, lá longe continuavam vizinhos e casavam seus filhos.

Na Fazenda da Maria Amélia, Fazenda Varadouro, antes Fazenda Capivari da Mata, Mata dos Monteiro, Fazenda Morro Redondo, eu vi documento com assinatura de Antônio da Silveira Fernandes e de Antonio Julio da Silveira em 1824 em Candeias-MG onde eram vizinhos no Ribeirão dos Monteiro.

Rumaram para Passos-MG e se espalharam até Franca-SP e lá se casaram seus filhos com os compadres conterrâneos Monteiro de Araujo.

E, suspeitamos mesmo que antes os Monteiro de Araujo pudessem também ser de Conselheiro Lafaiete-MG como os Silveira Fernandes.

Foco de tanta gente da família, essa região de Conselheiro Lafaiete-MG, Itaberaba-MG e Ouro Branco-MG (Freguesia de Itatiaia).

E agora vamos refletir sobre Itatiaia. A Freguesia de Itatiaia, Município de Ouro Branco-MG, mas próximo de Ouro Preto-MG e Conselheiro Lafaiete-MG, norte do município, área de fazendas.

E os Souza Teixeira também vieram de Portugal, na mesma região próxima de Guimarães, de Marco de Canaveses.  O bisavô do Joaquim José Rodrigues de Souza, (marido da Custódia Nunes que é neta da Madrinha da Serra e que teve 5 filhos casados com Monteiro de Araújo) é de Marco de Canaveses.

Genealogia é assim:

Se temos o mesmos pais, somos irmãos

Se temos o mesmos avôs, somos primos primeiro

Se temos o mesmos bisavôs, somos primos terceiro

Se temos o mesmos bisavôs, somos primos em quinto grau

 

PORTUGUESES NO BRASIL

PORTUGUESES DO BRASIL

A  pátria de onde viemos e a que estamos

Hoje aqui, amanhã em Guimarães

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Geralmente se dá português como sinônimo de Lusitano

Na verdade, a Lusitânia era mais ao sul –

Nós somos da Província Romana da Galécia que fazia parte dela o Norte de Portugal e a Galícia da Espanha.

Por 600 anos fomos romanos – A maior civilização.

No mapa abaixo da antiga Galécia

O retângulo em preto é Entre Minho e Douro – Nossa Terrinha  em Guimarães, primeira capital de Portugal

Assinalado em X é a nossa Terrinha GUIMARÃES – São Tirso e Amarante – Tudo muito pertinho onde veio os RIBEIRO GUIMARÃES – PAI DA MADRINHA DA SERRA – OS ALVES GUIMARÃES Sogro da Madrinha da Serra – e Os Silveira Fernandes da Inconfidência Mineira que na Região de Franca-SP e Passos-MG se casaram com Monteiro de Araujo, estes TAMBÉM DA MESMA REGIÃO DE GUIMARÃES:

FALA-SE MUITO QUE SOMOS LUSITANOS – MAS NOSSA REGIÃO DE GUIMARÃES FICA NA ANTIGA GALLECIA ROMANA

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Genealogia é assim:

Se nossos pais são irmãos, nós somos primo primeiro.

Se nossos avós são irmãos, somos primo terceiro.

Se nossos bisavós são irmãos, somos primo quinto.

Se nossos trisavós são irmãos, somos primo sétimo.

História de famílias portuguesas, com certeza:

Corajosas, que deixaram para sempre a suas aldeia, na terrinha, em Portugal, e, vieram, para o Brasil, com a cara e a coragem, e, sem financiamento do Banco do Brasil, sem seguro e sem crédito agrícola, internar-se no mato puro, correndo o risco da cobra, malária, solidão, índio e onça, para construir o Brasil.

Do mato virgem, fizeram nascer grandes fazendas como a EXUBERANTE FAZENDA DA PRATA;

Casaram seus filhos e suas filhas com filhos dos seus vizinhos, também fazendeiros, também portugueses;

Muitos destes compadres eram irmãos, pois casavam primos  com primos, e,  eram conhecidos das antigas;

Compadres vizinhos, conhecidos, conterrâneos, vindos juntos dos arraiais de mineração de Minas Gerais, e, alguns até vindos da mesma aldeia em Portugal, e, que seguiram em frente, da região do ouro, na MARCHA PARA O OESTE:

(Ex. O pai, e, o sogro da Madrinha da Serra são de Guimarães, primeira capital de Portugal).

Ex – Nossos Souza em Franca-SP são vizinhos dos nossos Nunes, ai surgiu os Nunes de Souza…..  Então tinha a FAZENDA CRISTAL DOS NUNES, e, a FAZENDA CRISTAL DOS SOUZA.

De Portugal, parte veio direto para o Brasil, outros passaram algumas gerações na Madeira e nos Açores, e, finalmente Brasil.

Saíram do litoral do Brasil para os arraiais de mineração em Minas Gerais, (Itaverava-MG, vizinhos de Conselheiro Lafaiete-MG), depois seguiram para Lavras-MG, e, depois Piumhi-MG, de carro de boi, em levas de migrantes, e, depois Franca-SP, que fica um pouco para frente de Piumhi-MG.

Dali para Uberaba-MG, depois Penápolis-SP.

De Penápolis-SP se espalharam pelo mundo; alguns seguiram em frente, na tradição de desbravar sertão, por exemplo, para construir o Norte do Paraná, já na década de 1930, nos velhos tempos da CIANORTE.

(Nós brincamos com isto dos penapolenses espalhados pelo mundo dizendo que é:

“O município do Brasil que mais tem filhos fora de casa”. 

Ver a página Penapolenses no Mundo, neste site:

 

 

NOSSO ROTEIRO DA FUGA DA MINERAÇÃO

Roteiro das Famílias que se juntaram à Família da Madrinha da Serra

PARA  O SERTÃO DO CAPIM MIMOSO – FRANCA-SP

Na antiga Estrada do Anhanguera

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CLIC DUAS VEZES QUE A FOTO FICA GRANDE – GOOGLE MAPAS

Aqueles que voltam para o Pai só morrem quando são esquecidos por aqueles que aqui eles geraram.

QUEM ESCREVE ESTA HISTÓRIA É:

PAULO CÉSAR DE CASTRO SILVEIRA, quinto-neto da MADRINHA DA SERRA, da sexta geração da Madrinha da Serra

Contato:

paulo.c.silveira@unesp.br

paulosilveira@ict.unesp.br

AS NETAS E BISNETAS QUE A CONHECERAM  SEMPRE CONTAVAM A HISTÓRIA DELA, a História da Madrinha da Sera,

OS FILHOS MORRERAM ANTES DELA MORRER.

As netas e Bisnetas FIZERAM QUE A HISTÓRIA CHEGASSE ATÉ NÓS.

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

 

Absorção óssea

Ela ficou encurvada, pequenina, de uns 70 centímetros, mas, com 100 anos de idade, comandava a Fazenda da Serra.

A Madrinha da Serra não andava mais. Os escravos carregavam pela fazenda com um andor..e a tinham como uma santa. Todos seus filhos e alguns netos já tinham morrido.

A história da velhinha que de tão velhinha  virou um toquinho de gente, e, aos 103 anos, não andava mais, ainda dirigia a Fazenda da Serra em Patrocínio Paulista -SP, no Brasil, com seus escravos carregando-a, como uma santa, literalmente em um andor, que eles fizeram para carregá-la pela Fazenda da Serra.

De 1832 quando ficou viúva pela segunda vez até morrer em 1885, foram 53 anos uma mulher forte comandando uma Fazenda no sertão. Quanto conhecimento de coisa de roça tinha. Quantas dificuldades. Que desafio para uma mulher”.

Liderou a Fazenda da Serra dos 50 anos de idade até os 103 anos.

Joaquina Custódia da Conceição, Madrinha da Serra, Velha da Serra, passou em Aiuruoca-MG sua infância e adolescência – de 1782 até 1800 mais ou menos, e ai na Fazenda da Prata até 1809 quando casou aos 24 anos.

Da Fazenda da Prata até a Fazenda da Serra são uns 40 km no máximo e feito este trecho com uma carreata de carros de boi…..

Ficou viúva em 1820 e do seu segundo casamento viúva em 1832.

Seu primeiro marido, António Alves Ferreira, que morreu jovem, deixando 5 filhos pequenos, é filho de António Alves de Guimarães.

António Alves Ferreira faleceu, em Franca-SP,  em 1819 ou 1820, estamos procurando este óbito na Matriz de Franca-SP. Ele morreu muito jovem.

 

A Madrinha da Serra, em 1822, casou pela segunda vez, não teve filho do segundo casamento, e de 1832 até falecer em 1885, vestiu preto.

Para os novatos que não sabem, até a década de 1960 era comum no Brasil as viúvas usarem vestido preto, no caso da época da Madrinha da Serra, o vestido preto ia até os pés.

Aqueles que voltam para o Pai só morrem quando são esquecidos por aqueles que aqui eles geraram.

SEGUIREMOS ESTA LINHA RETA:

Resumo:

Madrinha da Serra é mãe de:

Lauriana, filha, primeira geração, que é mãe de:

Custódia, neta, segunda geração, que é mãe de:

Maria do Carmo que é mãe de:

Alcina que é mãe de:

Julieta que é  mãe de:

Luizinho que é  pai de:

Patrícia que é mãe de:

Emanuele, a Sarah e o Saulo.

A Madrinha da Serra nasceu em 1782, ou seja, agora, em 2019, fazem 237 anos que nasceu.

Falecida em 1885, há 134 anos.

Somos muito ligados à Cidade de Guimarães, (naquele tempo Vila), primeira capital de Portugal, de onde veio o Pai da Madrinha da Serra, o sogro, e os Monteiro ligados à família da Madrinha da Serra, pois 5 irmãos Monteiro de Araújo se casaram com 4 bisnetas e um bisneto da Madrinha da Serra e são estes que seguimos neste site em detalhes com milhares de netos e bisnetos.

Ali nasceu Portugal  – Quem é de Guimarães é português há mais tempo.

O norte de Portugal, o mais povoado, deu mais filhos para o Brasil – Uma faixa de 150 por 100 Km povoou o Brasil.

Mais precisamente somos da faixa mais perto do litoral Entre Douro e Minho.

Tudo perto – Santo Tirso – Guimarães – Fafe – Amarante.

De onde vieram os Silveira os pai da Madrinha da Serra – o sogro –

400 anos fomos parte da mair civilização que existiu –  O Império Romano.

Nunca invadidos por mouros – árabes  – que nunca cruzaram o Rio Douro.

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Santo Tirso dos Monteiro de Araujo –

Guimarães do pai, e, Fafe do sogro da Madrinha da Serra,

e, Amarante dos Silveira Fernandes

Tudo pertinho – Muitos e muitos avôs e avós vivendo no Norte de Portugal por séculos, entre Minho e Douro,

Entre Braga e o Porto – poucos quilômetros de distância estes 6 lugares assinalados em círculo.

GUIMARÃES, FAFE, SANTO TIRSO, PENAFIEL, AMARANTE E MARCO DE CANAVESES:

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Marco de Canaveses (Souza Teixeira), Santo Tirso (Monteiro de Araujo), Amarante (Silveira Fernandes), Guimarães (Alves de Guimarães), Fafe (Ribeiro de Guimarães)

E PENAFIEL, Santa Maria de PEROZELO, DE MANOEL MOREIRA DE MEIRELES, ANTEPASSADO NOBRE DO MARIDO DA MADRINHA DA SERRA

pertinho, uma da outra, as aldeias de nossos avôs 

PORTUGAL DO NOSSO TEMPO

Mapa antigo mostrando que Guimarães fica na Província de “Entre Douro e Minho

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PORTUGAL DO NOSSO TEMPO

E aqui neste outro Mapa antigo das Províncias portuguesas

A Nossa província, neste tempo, é o Douro e parte de Beira alta

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Nossos avós portugueses:

Que da ocidental praya lusitana,

Por mares nunca de antes navegados,

Passaram ainda além da Taprobana,

Em perigos e guerras esforçados,

Mais do que prometia a força humana,

E entre gente remota edificaram

Novo Reino, que tanto sublimaram;

A sogra da Madrinha da Serra JOSEFA GOMES MOREIRA, esposa de Antônio Alves de Guimarães, e mãe do Antônio Alves Ferreira, é portanto nós todos somos nobre descendentes do Senhor da Casa de Pegas dos Lopes, e até hoje na Família.

Os Senhores da Casa de Pegas são antepassados do Manoel Moreira de Mereilles que veio para o Brasil, foi importante político, VEREADOR, na capital de Minas Gerais Ouro Preto, Vila Rica, no ano de 1732, e é o tronco dos nossos Moreira, da sogra da MADRINHA DA SERRA.

Vereador era importante, havia só 6 vilas em toda a Minas Gerais em 1732, e 3 vereadores em cada uma, que governavam, com grande poder, as vilas.

Leia sobre a nossa Casa de Pegas e os Meireles e Lopes aqui:

INVENTÁRIO DE BENS – PEÇA CHAVE DA GENEALOGIA, as antigas Folhas de Partilha

Curiosidades dos Bens da Madrinha da Serra no seu inventário de bens que ficaram.

Parece até engraçado tamanha pobreza, dificuldade e coragem.

Que emoção saber até o nome dos bois e vacas da Madrinha da Serra.

Da literalmente nomes aos bois de Carro.

QUE SIMPLICIDADE DE VIDA… um burro cego..

DÁ UMA BOA IDEIA DA POBREZA E SIMPLICIDADE DA VIDA:

A Vaca Faísca

9 garrotes de dois anos

2 bois de carro – o Prateado e o Cadete

Um novilho vermelho

Mais 4 novilhos

Vaca de cria – Cabana

Outra vaca chamada,, Função,

Uma Égua parida

Um Burro cego de um olho

Um Cavalo velho

Carroças estragadas

Um Carro por acabar

3 bois de carro: Dobrado, Baleia e o Laboredo

2 bois de carro, o  Monjolo e o Castanho

Boi de nome Mineiro,,, com frieira muito ordinário

Porque Custódia!!!!

Na Terrinha, portuguesa com certeza, de seu pai Manuel Ribeiro de Guimarães, Golães, Concelho de Guimarães na época, hoje Concelho de Fafe, Distrito de Braga, Portugal, nas décadas de 1740 e 1750, tem dezenas de batizados de custódias..

Foi nesta época que nasceu o pai da Madrinha da Serra cujo batistério ainda não encontramos.

Por algum motivo quase todas as mulheres lá se chamavam custódia. Isso em lugar pequenino com livro de batismos muito pequeno na Igreja.

E há muitas netas, bisnetas e tri-netas da Madrinha da Serra que se chamam CUSTÓDIA em homenagem à ela.

Assentos de baptismo de Golães – 4 custódias seguidas:

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Porque Madrinha e porque Padrinho?

Porque os avós não gostavam de serem chamados de avós – era bença padrinho – bença madrinha.

Porque  DA CONCEIÇÃO?

A Madrinha da Serra, Velha da Serra, JOAQUINA CUSTODIA DA CONCEIÇÃO, foi batizada, ver abaixo na Capela de N.S. da Conceição do Varadouro, as margens do Rio Aiuruoca. Disseram-me lá que aqui fica a Fazenda Varadouro com uma ruína de capela, isto há 20 anos atrás.

A Igreja  Matriz de Aiuruoca também tem como orago Nossa  Senhora da Conceição, a padroeira de Portugal.

Foto da entrada da Estrada para a Fazenda Varadouro.

E foto Google-Mapas da região onde seria a capela do Varadouro às margens do Rio Aiuruoca, na Rodovia Vital Brasil.

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Entrada da Fazenda Varadouro, depois da Curva, ponte do Rio Aiuruoca, indo para a cidade São Vicente de Minas-MG.

Aiuruoca-MG, cidade das cachoeiras quer dizer morada dos papagaios.

Aiuruoca é, em em tupi, morada dos papagaios.

A cidade fica atrás, à esquerda da foto, saindo da fazenda e entrando a direita da estrada. Na cidade também passa o Rio Aiuruoca.

Foto Google Mapas

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Assinalado com X mais ou menos onde seria a Capela de N.S. da Conceição do Varadouro onde a Madrinha da Serra foi batizada em 1782.

Foto Google Mapas

Reabsorção óssea em PALAVRAS SIMPLES DO POVO.

OS OSSOS ENCOLHEM E VIRAM UM TOQUINHO DE GENTE AOS 103 ANOS MAS COM BONDADE INFINITA CARREGADA PELA FAZENDA DA SERRA EM UM ANDOR, ELA NÃO ANDAVA MAIS  TODOS OS FILHOS JÁ FALECIDOS.

ERA VENERADA POR SEUS ESCRAVOS E POR TODOS DAS REDONDEZAS. QUE ORGULHO DE SER UM DOS MILHARES DE DESCENDENTES DA SANTA MADRINHA DA SERRA.

ANDOR é uma caixa de madeira, onde se coloca uma imagem de uma santa, e, quatro homens pegam-na nos braços, e, carregam-na, em procissão. Pois, era esse o caso de nossa santíssima avó.

De bondade e carisma infinitos.

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HOJE SERÁ DUPLICADA UMA RODOVIA  EM FRENTE À PRÓSPERA FAZENDA DE CAFÉ DE UM JUIZ, A SÃO FRANCISCO, ALI ONDE ERA A SEDE DA FAZENDA DA SERRA.

QUE DIFERENÇA DE 200 ANOS ATRÁS PURO MATO E COMITIVA DE CARROS DE BOI PARA SE INSTALAR E FORMAR A FAZENDA DA SERRA A QUAL DESDE 1832 foi comandado por ela.

O que tinha era estradinha boiadeira dos heróis mineiros que vieram construir o Sertão do Rio Pardo, Capim Mimoso, na então imensa Vila de Mogi Mirim, Capitania de São Paulo, e depois, na também imensa Vila de Franca-SP separada de Mogi Mirim em 1824.

VIÚVA,  A MADRINHA DA SERRA, ATÉ MORRER EM 1885, COMANDOU a fazenda da serra.

UMA MULHER COMANDANDO AQUILO TUDO. NO FINAL DA VIDA NÃO ANDAVA MAIS E OS ESCRAVOS A CARREGAVAM COM ELA JÁ AOS 100 ANOS DE IDADE PELA FAZENDA.

ESTES ESCRAVOS E TODOS DA REGIÃO TINHAM A MADRINHA DA SERRA,  A VELHA DA SERRA,  COMO UMA LENDA VIVA E UMA SANTA.

PORTUGUESES HEROICOS QUE CONSTRUÍRAM O  BRASIL:

O pai e o sogro da Madrinha da Serra deixaram aldeias natais tranquilas e pacíficas perto da Vila de Guimarães, hoje cidade, a linda e história vila, primeira capital lusitana e berço da nossa nacionalidade para se aventurarem nas selvas de Minas Gerais correndo o risco de serem mortos pelos ferozes índios botocudos, por quilombolas, por onça, cascavel, escorpião e por maleita.

A mesma maleita, impaludismo que pegaria os penapolenses, trinetos da Madrinha da Serra.

Leia abaixo, nesta página, reportagem sobre Onça em Penápolis-SP no Século XIX. Até hoje tem onça. Leia abaixo. Imagina então o perigo que passamos para construir Penápolis-SP há 150 anos quando o primeiro Monteiro de Araújo lá chegou.

Colocaram, em homenagem à terrinha, GUIMARÃES nos seus nomes:

MANOEL RIBEIRO DE GUIMARÃES

e

ANTÓNIO ALVES DE GUIMARÃES, sogro da Madrinha da Serra, pai de Antônio Alves Ferreira, marido da madrinha da Serra.

Antônio Alves de Guimarães teve 10 filhos.

VEJA A FAMÍLIA PORTUGUESA COM CERTEZA DESTE DESBRAVADOR ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES:

ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES, nascido em Freguesia de S. Martinho do Candoso, em 1737, filho de Manoel Alves de Faria e de Ana de Abreu, (que se casaram em 03 jan 1735 em Freguesia de S. Martinho do Candoso, Concelho e Vila de Guimarães, Arcebispado de Braga, Portugal.)

E o Manoel Alves de Faria casou, em 03 jan 1735, na Freguesia de S. Martinho do Candoso com Ana de Abreu.

Manoel Alves de Faria é filho de Domingos Alves e de Senhorinha de Faria (casados em Freg. S. Salvador de Pinheiro, Guimarães, Braga, Portugal).

E Ana de Abreu é filha de Bento Gomes e Jerônima de Abreu, casados na Freg. de S. Cristóvão de Cima de Selho, Termo de Guimarães, Portugal, em 15 jan 1692.

Bento Gomes é filho de Domingos Gaspar e Maria Gomes (casados na Freg. de S. Faustino de Vizela, Concelho de Guimarães, Distrito de Braga, Portugal, em 1 jun 1663).

E Jerônima de Abreu é filha de Pedro de Abreu e Ana Lopes (casados, em 8 ago 1668, na  Freguesia de S. Cristóvão de Cima de Selho, Vila de Guimarães, Portugal).

OS MONTEIRO DE ARAÚJO QUE SE JUNTARAM À FAMÍLIA DA MADRINHA DA SERRA E QUE SÃO MOSTRADOS E MEMORADOS EM DETALHES NESTE SITE TAMBÉM TÊM SUA ORIGEM EM GUIMARÃES NA FREGUESIA DE SÃO PAIO DE GUIMARÃES.

TESTAMENTO DE ANTÔNIO ALVES DE GUIMARÃES,  este sobrenome Guimarães é homenagem à vila que ele nasceu em Portugal, a primeira capital de Portugal que no tempo dele não era cidade ainda.

Assina em cruz por ser analfabeto.

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A Madrinha da Serra, os 5 filhos já falecidos, em 1885, com 103 anos ainda cuidava da Fazenda da Serra, era um toquinho, não andava mais e seus escravos a carregam pela fazenda em um andor, e a veneravam.
Ficou viúva em 1820, 11 anos depois de casada. Casous-e de novo em 1824, sem filhos do segundo casamento.
Tomou conta da Fazenda da Serra, por 53 anos, em Patrocínio Paulista até falecer aos 103 anos e era viúva pela segunda vez desde 1832.
O Coronel João Monteiro de Araujo (1820-1900) morreu trabalhando, cuidando de porcos no mangueiro da Fazenda Badajós em Uberaba-MG
Ele dizia quando morava na Franca-SP:
– Se o D. Pedro II vier à minha fazenda, não poderei recebê-lo pois meus escravos comem comigo à mesa.

O cartógrafo do governo de Minas Gerais, pai da MADRINHA DA SERRA – Um homem de enorme cultura, motivo de tese universitária

Vovó Helena Maria Martins dá notícia, no inventário de 1815, do marido MANUEL RIBEIRO GUIMARÃES, o pai da MADRINHA DA SERRA, que ele havia falecido há anos em Minas Gerais, e o inventário só foi feito muito depois.

Foi grande desenhista de mapas para o Governo da Capitania de Minas Gerais.

Este português vindo da antiga capital de Portugal foi um grande fazedor de mapas em Minas Gerais. Desenhou toda a expedição ao Quilombo do Campo Grande.

Nós tempos estes mapas, enviados por pesquisador que fez tese sobre ele e seu trabalho.

O pesquisador nos contactou:

“Caro Sr. Paulo Cesar, bom dia.
Meu nome é Márcio e sou aluno do curso de doutorado em História da Universidade Federal de Minas Gerais.
Creio que o site “madrinhadaserra” seja de sua autoria. Caso contrário, peço o favor de desconsiderar essa mensagem. 
Encontrei em seu site algumas informações do meu interesse – não genealógicas, mas acadêmicas. Estou trabalhando enquanto parte de minha Tese com o perfil de Manoel Ribeiro Guimarães, engenheiro militar e cartógrafo português e pai da Sra. Joaquina, a Madrinha da Serra.
Interesso-me, em particular, pela cartografia que Manoel produziu, a saber, alguns mapas sobre os sertões da então Capitania de Minas Gerais.”
Alguns de seus desenhos:
1.1 – mapas digitalizados domingos ribeiro

Sobre o quilombo do Campo Grande – que ele foi para fotografar (viagem em que passou em terras de muitos parentes meus e passou no antepassado Pinto Caldeira daquele pioneiro de Penápolis-SP, massacrado pelos índios no Córrego dos Pintos – nome em homenagem a els, ver abaixo) na Estrada de Goiás, este livro sobre Oliveira-MG conta do perigo que eram os quilombos:

Esta Picada de Goiás foi por onde fizemos a Marcha para o Oeste com o fim do  ouro – Passamos por Lavras-MG (os Souza Teixeira),  Piumhi-MG, o sogro da Madrinha da Serra e os Rodrigues da Costa.

E o grande perigo em Minas Gerais eram os ataques dos quilombos:

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O escritor patrício Eça de Queirós fala sobre a vinda de nós portugueses ao Brasil:

“EM PORTUGAL, A EMIGRAÇÃO NÃO É, COMO EM TODA A PARTE,

A TRANSBORDAÇÃO DE UMA POPULAÇÃO QUE SOBRA;

MAS, A FUGA DE UMA POPULAÇÃO QUE SOFRE”.

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Sua mãe pioneira HELENA MARIA MARTINS em Batatais-SP, puro sertão, e, ela menina, e depois ela desbravando, construindo e comandando a Fazenda da Serra por 50 anos.

A FAZENDA DA SERRA TINHA MAIS OU MENOS 1.700 ALQUEIRES PAULISTAS, ver abaixo.

Nas 3 viagens, aquela epopeia de carros de boi.

De Aiuruoca para Batatais-SP, dali para a Fazenda da Serra, e depois de Uberaba-SP para Penápolis-SP como veremos aqui.

Levando os trens tudo em carretas de carros de boi no meio do mato por mais de mês.

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Aqueles que voltam para o Pai só morrem quando são esquecidos por aqueles que aqui eles geraram.

 

As melhores e mais tradicionais e respeitadas famílias francanas, os troncos francanos,  casando-se entre elas. Casamento era coisa séria.

TODOS NÓS SOUZA ALVES FERREIRA MONTEIRO DE ARAUJO DE PENÁPOLIS-SP NUNES DE SOUZA…SILVEIRA..

E TANTAS FAMÍLIAS QUE FAZEM PARTE DA NOSSA FAMÍLIA DA MADRINHA DA SERRA SOMOS DESCENDENTES DESTA MENINA BATIZADA HÁ MAIS DE DUZENTOS ANOS:

Há exatos 237 anos atrás em 1782: Não dá o dia do nascimento. Muitos assentos de batismo tem data de nascimento. Alguns nos anos 1.700 dão nome dos avós, lugar certo onde morava.

Aqui a transcrição do assento de batismo no Processo de Casamento na Matriz de Franca-SP:

“Aos trinta do mês de setembro de mil setecentos e oitenta e dois na Capela da Senhora da Conceição do Varadouro, filial desta Matriz de Aiuruoca o Padre João Gonçalves Vieira batizou e pôs os santos óleos a inocente Joaquina, filha LEGÍTIMA de Manoel Ribeiro de Guimarães e Helena Maria Martins: foram padrinhos José da Costa Rios, solteiro, e Maria Tereza, também solteira. E para constar mandei fazer este assento, que assinei era ut supra. O vigário João de Resende Costa.”

Ver mais abaixo, a foto do assento de batismo no livro de batismo da Matriz da Conceição de Aiuruoca e de suas capelas filiais.

Aqui tudo começou:

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Quando a Madrinha da Serra nascia, Dona Maria I começava a governar Portugal e o Brasil; quando ela se casou, Dom João chegava ao Brasil; quando ela morreu, a República se aproximava no Brasil e em Portugal.

Todos os fiéis súditos da Rainha juravam fidelidade à Rainha.

 

nome de lugares

Redescubra a Terra de onde viemos – Portugal – Aqui tem seus monumentos, Gastronomia, Religiosidade, Tradições, Gente:

http://ruralea.com/tematicos.php?ativ=9

Porque Madrinha?

Porque Madrinha e Padrinho?

Porque os antigos não gostavam de serem chamados de avôs pelos netos.

Os netos tinham que chamar os avôs e avós de PADRINHO e de MADRINHA.

GENEALOGIA VEM DE GENE

O gene que só nós portugueses temos:

CLIC para a foto ampliar, e, veja o estudo sobre o gene que só nós portugueses temos.

Genealogia vem de Gene – Há um gene que só nós portugueses temos.

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JOB 8,8 Interroga enim generationem pristinam,
et diligenter investiga patrum memoriam
8,9 (hesterni quippe sumus, et ignoramus,
quoniam sicut umbra dies nostri sunt super terram),
8,10 et ipsi docebunt te, loquentur tibi,
et de corde suo proferent eloquia.

Pergunta pois às gerações passadas, e examina com cuidado as memórias de nossos pais:

Porque nós somos de ontem, e o ignoramos por quanto os nossos dias passam como sombra sobre a Terra.

E eles te instruirão: te falarão, e de seu coração tirarão palavras.

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ASSIM ERA e é NOSSA TERRINHA

Numa casa portuguesa, fica bem
Pão e vinho sobre a mesa
E se à porta humildemente
Bate alguém
Senta-se à mesa com a gente
Fica bem esta franqueza, fica bem
Que o povo nunca desmente.
A alegria da pobreza
Está nesta grande riqueza
De dar e ficar contente

Quatro paredes caiadas
Um cheirinho a alecrim
Um cacho de uvas doiradas
Duas rosas num jardim
Um S.José de azulejos
Mais o sol da primavera
Uma promessa de beijos
Dois braços à minha espera…


É uma casa portuguesa com certeza!
É com certeza,uma casa portuguesa!

No conforto pobrezinho, do meu lar
Há fartura de carinho
E a cortina da janela, é o luar
Mais o sol que bate nela…


Falta pouco, poucochinho p’ra alegrar
Uma existência singela…
É só amor, pão e vinho e
Caldo verde, verdinho
A fumegar na tigela

Quatro paredes caiadas
Um cheirinho a alecrim
Um cacho de uvas doiradas
Duas rosas num jardim
Um S.José de azulejos
Mais o sol da primavera
Uma promessa de beijos
Dois braços à minha espera…


É uma casa portuguesa com certeza!
É com certeza,uma casa portuguesa!

É uma casa portuguesa com certeza!
É com certeza,uma casa portuguesa!

MILHARES de DESCENDENTES deste CASAMENTO:

Milhares  não é exagero.  A MADRINHA DA SERRA tem mesmo milhares de descendentes.

em FRANCA-SP, em 1809:

ANTONIO ALVES FERREIRA COM JOAQUINA CUSTÓDIA DA CONCEIÇÃO

Aos nove dias do mês de janeiro de mil e oitocentos e nove annos conforme o Concilio Tridentino e Constituição se receberão em matrimônio em minha presença com palavras de mutuo consenso Antônio Alves Ferreira natural da Freguesia de Itaverava e Joaquina Custódia da Conceição da Freguesia de Airuoca, ambos do Bispado de Mariana, …. (receberão) as benções nupciais conforme o Ritual Romano, e sendo (testemunhas) Cláudio José da Cunha e José Locoronho de Paiva que comigo se assignarão. E para constar fiz este assento.

O Vigário Joaquim Martins Rodrigues. (que acredito é parente nosso).

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Batismo da Madrinha da Serra, em Aiuruoca-MG, em 1782, pouco depois da Independência dos EUA, e, pouco antes da Revolução Francesa:

“Aos trinta do mês de setembro de mil setecentos e oitenta e dois na Capela da Senhora da Conceição do Varadouro, filial desta Matriz de Aiuruoca o Padre João Gonçalves Vieira batizou e pôs os santos óleos a inocente Joaquina, filha LEGÍTIMA de Manoel Ribeiro de Guimarães e Helena Maria Martins

foram padrinhos José da Costa Rios, solteiro, e Maria Tereza, também solteira. E para constar mandei fazer este assento, que assinei era ut supra. O vigário João de Resende Costa.”

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E HOJE?

COMO SÃO AS MÃES E AVÓS PORTUGUESAS?

Se perdemos nossas tradições, vamos resgatá-las.

Nove sinais que teve mãe ou avó portuguesa com certeza.

O queijo a família fazia em Portugal, fazia em Minas Gerais, e, pelo livro Entrantes do Sertão do Rio Pardo sabemos que fazia em Batatais-SP, na Fazenda da Prata.

Muito disso sobreviveu no Brasil. Feijão, angu e couve das Minas Gerais estão aqui, bicho papão, canja de galinha ficaram; o bacalhau se foi da tradição, não tinha no Brasil.

1- Você tinha medo de receber a visita do bicho papão caso demorasse a dormir.

2- Você sabe que um mal estar pode ser curado com uma reza e um prato de água e gota de azeite.

3- Você nunca deita pão fora.

4- Você conhece 1.001 maneiras de cozinhar bacalhau.

5- Você sabe que as coisas vão ficar sérias quando alguém te chama pelo nome e segundo nome, ou nome e sobrenome.

6- Você sabe que quando veem a saudade de casa come sopa de feijão com couve.

7- Você sabe que não há remédio melhor do que canja de galinha para qualquer mal.

8- Você treme quando sua mãe tira da bolsa um retrato para mostrar para as amigas.

9- Você gosta de queijo. Ninguém faz queijo igual mamãe.

Como  estão e com o são AS NOSSAS PRIMAS QUE NÃO VIERAM PARA O BRASIL,

E, AINDA ESTÃO NA TERRINHA portuguesa com certeza?

avos portuguesas

PARECEM  portuguesas do Brasil?

Sim, parecem; são nossas primas que ficaram em Portugal:

Amor pela terrinha, vestidas com a Bandeira Lusitana:

mocas portuguesas

E, quando se pensa em loira no Brasil, sempre vem à mente a Colônia Alemã e a Colônia Italiana, mas nós portugueses também somos loiros e loiras:

A MADRINHA DA SERRA, a Velha da Serra, da Fazenda da Serra, que ficava no Município de Franca-SP, e, depois de 1872, no município de Patrocínio Paulista-SP, desmembrado de Franca-SP.

Cidade de Patrocínio Paulista que fica só 10 km de Franca-SP por rodovia duplicada e sem pedágio. Que facilidade hoje, 2019.

E mais uns 4 quilômetros, pela mesma rodovia, seguindo para Itirapuã-SP, ficava a FAZENDA DA SERRA.

E agora, ver abaixo, também foi duplicado até Itirapuã-SP, passando, a rodovia duplicada, bem em frente à atual Fazenda S. Francisco, da qual, à esquerda da porteira que fica na beira da rodovia, uns 100 metros da porteira ficava a casa da Madrinha da Serra.

Que conforto e que diferença do tempo da Madrinha da Serra!

Passou mil dificuldades, vindo criança em caravana de carro de boi para o Sertão do Rio Pardo, com a sua mãe, e, com seus irmãos e irmãs; já órfã de seu pai, o português, natural da Vila de Guimarães, o português de Golães, na época, do Termo da Vila de Guimarães, primeira Capital do nosso querido Portugal, o Manuel Ribeiro de Guimarães.

Tanto sua mãe, (Helena Maria Martins), quanto ela, Joaquina Custódia da Conceição, a MADRINHA DA SERRA, a VELHA DA SERRA, venceram sozinhas na vida, sem ajuda de políticos, de partidos políticos, e, de governo algum.

Criaram na Santa Madre Igreja Católica, e, casaram, superbem, as suas filhas.

Gente heroica que construiu o Brasil, assim como seus bisnetos e trinetos que construíram, entre outras, Batatais-SP, Franca-SP, Patrocínio Paulista-SP, e, PENÁPOLIS-SP.

Patrícia Leme é da SÉTIMA GERAÇÃO (sexta-neta da Madrinha da Serra,  a Velha da Serra),  e, ama a MADRINHA DA SERRA.

São milhares de descendentes, seguimos, como modelo, e, exemplo, esta linha que vai da:

Madrinha da Serra até os filhos da Patrícia Leme:

É assim:

filho é PRIMEIRA GERAÇÃO –  A Madrinha da Serra teve 5 filhos

neto é SEGUNDA GERAÇÃO – A Madrinha da Serra teve 43 netos

bisneto é TERCEIRA GERAÇÃO

trineto é QUARTA GERAÇÃO

tetraneto é QUINTA GERAÇÃO

penta-neto é SEXTA GERAÇÃO

sexto-neto é SÉTIMA GERAÇÃO

sétimo-neto é OITAVA GERAÇÃO

SEGUIREMOS ESTA LINHA RETA:

Resumo:

Madrinha da Serra é mãe de:

PRIMEIRA GERAÇÃO Lauriana que é mãe de:

Custódia que é mãe de:

Maria do Carmo que é mãe de:

Alcina que é mãe de:

Julieta que é  mãe de:

Luizinho que é  pai de:

Patrícia que é mãe de:

Emanuele, a Sarah e o Saulo.

E é para estas crianças que esta página foi escrita, porque:

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Nós os contaremos, de geração em geração.

— –

O mais puro e íntimo de seu interesse, deu-se sempre aos homens e coisas de Portugal.

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SOU FILHA DE PORTUGAL

A MADRINHA DA SERRA é a mãe de:

Lauriana Esméria Ferreira que é mãe de:

Custódia Nunes que é mãe de:

Maria do Carmo de Souza que é mãe de:

Alcina Monteiro que é mãe de:

Alceu Júlio da Silveira que é o pai de:

PAULO CÉSAR DE CASTRO SILVEIRA que escreveu este site

UMA PESSOA SÓ MORRE QUANDO COMEÇA A SER ESQUECIDA PELOS SEUS NETOS E BISNETOS.

Aqui, a família de Manuel Ribeiro Guimarães, falecido em São João del Rei-MG, em +-1795, e de Helena Maria Martins, que veio para Batatais-SP, com filhos crianças, logo após a morte do marido. em 1795 a Madrinha da Serra tinha 13 anos de idade.

Manuel Ribeiro Guimarães, homem importante em Minas Gerais. Culto. Fazia mapas das expedições do Governo. Mapas de Minas Gerais no serão.

Filhos de Manuel e Helena, quase todos já casados em 1815, quando do inventário feito com atraso do Manuel:

Reparem que dois filhos se casaram com 2 filhos do Antônio Alves de Guimarães.

Tanto MANUEL RIBEIRO  QUANTO ANTONIO USAM O APELIDO GUIMARÃES POR TEREM VINDO DA PRIMEIRO CAPITAL DE PORTUGAL, vila na época e hoje Cidade de  GUIMARÃES.


A FAMÍLIA DE MANUEL RIBEIRO GUIMARÃES E DE HELENA MARIA MARTINS, sogros da MADRINHA DA SERRA

Os pais e os irmãos da Madrinha da Serra, que, como a MADRINHA DAS SERRA, se casaram bem casados nas melhores famílias francanas.

Dois com filhos do pioneiro fundador Antônio Alves de Guimarães conterrâneo, na família também do juiz e vereador Januário José de Souza. Tronco dos Souza Francanos e pai de pioneiros do Sertão de Santana do Paranaíba no Mato Grosso do Sul.

Dois irmãos casados com dois irmãos: Joaquim e Joaquina com Antônia e Antônio.

-1 Joaquim Ribeiro Guimarães c/c Antônia Maria de Assunção, filha de Antônio Alves de Guimarães e Josefa Gomes  (Moreira) de Assunção.

-2 Ana Esméria Ribeira, c/c ?

-3 Maria Justina Ribeiro c/c José Lourenço de Paiva.

-4 Joaquina Custódia da Conceição, Madrinha da Serra, c/c Antônio Alves Ferreira, filho de Antônio Alves de Guimarães e Josefa Gomes Moreira ( de Assunção).

-5 Margarida Joaquina da Conceição c/c Domingos José Fernandes.

-6 O falecido Manoel Ribeiro Guimarães (FILHO c/c Custódia Maria do Sacramento (filha de Januário José de Souza TRONCO DOS NOSSOS SOUZA que veremos abaixo,,, e de Ana Luíza do Espírito Santo). Deixa os filhos Ana de 6 anos, e Thereza de 3 anos. Ver abaixo casamento da Tereza, está órfã do Manoel Filho:

“”””””2-3 Carlos Fernandes de Figueiredo, natural de Lavras. Em Franca aos 26-10-1826 casou com Teresa Joaquina Ribeira, natural de Franca, filha de Manoel Ribeiro Guimarães (FILHO)  natural de Aiuruoca-MG e Custódia Maria do Sacramento natural de Congonhas do Campo-MG casados em Franca em 25-04-1808.
Casamentos da matriz de N. S. da Conceição de Franca-SP aos 26-10-1826 Carlos Fernandes de Figueiredo n. da freg. das Lavras Bispado de Mariana, f.l. Joaquim Fernandes Martins e Maria Inocencia de Figueiredo = cc Teresa Joaquina Ribeira n. desta freg., f.l. do finado Manoel Ribeiro Guimarães e Custodia Maria do Sacramento, test.: Januário José de Souza, casado e Manoel Fernandes de Figueiredo, solteiro. Este e o contraente da freguesia de Cana Verde e os “””””

 

Um genealogista nos passou estas informações e escreveu:

“A madrinha da Serra teve os irmãos Manoel Ribeiro Guimarães, Maria Justina Ribeira, Anna Esméria Ribeira, Joaquim Ribeiro Guimarães e Margarida Joaquina da Conceição.
Contudo encontrei mais três irmãos que faleceram solteiros em Franca devido a “febre podre”, todos faleceram em 1813. A febre podre foi uma epidemia que atingiu muitas famílias da época. Eles eram:
José Ignácio Ribeiro, falecido em 20/04/1813 com 33 anos;
Antônio, falecido em 30/03/1813 com 15 anos;
Lauriana, falecida em 24/10/1813, com 18 anos.”

NESTE SITE VOCÊ VAI CONHECER as  8 GERAÇÕES DA MADRINHA DA SERRA:

Também conhecida com a VELHA DA SERRA.

A história da velhinha que virou um toquinho de gente, as pessoas vão encolhendo com o avanço da idade, os ossos são absorvidos pelo corpo, os dentes não ficam cabendo mais na arcada dentária…….e,

Aos 103 anos, ainda dirigia a Fazenda da Serra em Patrocínio Paulista-SP, com seus escravos a carregando como uma santa, literalmente em um andor, que eles fizeram para carregá-la pela Fazenda da Serra.

Ela não deixou nunca que ninguém maltratasse os seus escravos. Achou rim que um feitor uma vez puniu um escravo.

Certa vez, a Madrinha da Serra puniu, e, despediu um feitor que maltratou um escravo.

E, no andor, carregada por escravos, percorria toda a imensa Fazenda da Serra.

Eles, os escravos,  amavam-na. Ela tomou conta da Fazenda da Serra até morrer, já um toquinho de gente sem mais poder andar.

DESBRAVADORES DO SERTÃO DO TIETÊ E DA E.F. NOROESTE DO BRASIL -NOB

“E em perigos e guerras esforçados mais que prometia a força humana novo reino construíram que tanto sublimaram.”
E quais perigos os 5 bisnetos da Madrinha da Serra casados com 5 Monteiro de Araujo enfrentaram para construírem Penápolis-SP?
Escorpião, gafanhoto, cobra, onça, malária (paludismo – maleita) gripe espanhola  e índios.
Logo que chegaram os frades italianos em 1906 já tiveram notícias de heróis pioneiros trucidados por índios.
Não desistimos e construíram Penápolis-SP.

LOGO QUE CHEGOU, FREI BOAVENTURA DE ALDENO, dos capuchinhos de Trento na Itália, em 1906, teve notícia de mais um massacre dos índios contra pioneiros brancos:

“O lugar era perigosíssimo pelas “correrias” dos selvagens. Basta dizer que poucos dias antes, haviam assassinado barbaramente três pobres lavradores das vizinhanças”.

LEIA  o texto enxuto, rico, e dramático do Frei italiano Boaventura de Aldeno:
frei boaventura

“Uma vida sem memória não seria uma vida, assim como uma inteligência sem possibilidade de exprimir-se não seria uma inteligência.

Nossa memória é nossa coerência, nossa razão, nossa ação, nosso sentimento.”

vida memoria

 

Este mapa de 1910 mostra o Café, as matas no Oeste Paulista, assim era o Estado de São Paulo quando Monteiro de Araujo- Nunes de Souza lá chegaram, na leva de 1904, vinda de Franca-SP, na leva de 1911 e a de 1912, esta vinda da Fazenda Badajós em Uberaba-MG, 45 dias em carro de boi-

Assinalado no Mapa, o Badajós, o Salto do Avanhandava, o local em que cruzava o rio, mais acima do salto, e, o Bairro do Lageado e o Degredo.

Esta foi nossa rota de Uberaba-MG para Penápolis-SP em 1912, logo depois de meu avô se casar com sua prima e seguir como o carpinteiro da comitiva e que consertava os carro de boi no caminho.

Outros Monteiros vieram antes por volta de 1904 e antes como veremos abaixo.

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OS PIONEIROS E A HISTÓRIA DE FRANCA-SP

A História de Franca-SP que englobava Batatais-SP, Franca, Patrocínio Paulista-SP e Itirapuã-SP, terras da mãe da Madrinha, da Madrinha da Serra e dos Monteiro de Araújo:

história da região denominada Sertão do Capim Mimoso próxima aos Rio Pardo e rio Sapucaí tem início com os bandeirantes: a partir da bandeira do Anhanguera (o filho), em 1722, que construiu o “Caminho de Goiás”, ou “Estrada dos Goiases” que ligava a cidade de São Paulo até as minas de ouro de Goiás, que naquela época pertencia à Capitania de São Paulo.[8]

Começam a surgir, a partir de então, os famosos “pousos” de tropeiros, locais onde os paulistas paravam para descansar – eles e os animais de carga -, durante as viagens que faziam em sua busca pelo ouro no interior do Brasil. O pouso que deu origem à cidade de Franca era conhecida, na época, pelos bandeirantes, por “Pouso dos Bagres”.[9]

No final do século XVIII, havia dispersos na região vários desses pousos. Em 1779, moravam cerca de uma centena de pessoas, no sertão do Rio Pardo pertencente à Vila de Mogi Mirim. Para uma melhor organização do local, foi criada uma Companhia de Ordenanças e nomeado, como seu Capitão, o português Manoel de Almeida. Posteriormente comandou o distrito, a partir de 1804, o Capitão Hipólito Pinheiro.

No início do século XIX, os filhos de Manoel de Almeida (Antônio Antunes de Almeida e Vicente Ferreira de Almeida) doam suas terras para a construção de uma capela, benzida pelo padre Joaquim Martins Rodrigues.

Juntam-se, depois, a essa população mineiros e goianos, que devido à decadência da mineração em suas regiões, começam a se instalar no “Belo Sertão do Rio Pardo”, por incentivo do governador-geral da Capitania de São Paulo, António José da Franca e Horta, ao qual se deve o nome da cidade. Esses pioneiros reivindicaram junto ao governo geral do Brasil a criação de uma freguesia porque a freguesia mais próxima era a de Mogi Mirim, a centenas de quilômetros de distância.

A Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Franca foi criada em 3 de dezembro de 1805, pertencendo ao termo da Vila de Mogi Mirim.

território original da Freguesia da Franca, que fora desmembrado da Vila de Mogi Mirim, abrangia a região de Batatais e estendia-se até Igarapava e Guaíra e era muito extenso.

Foi, porém, bastante reduzido com a criação de novos municípios: Batatais em 1839Igarapava em 1873Ituverava e Patrocínio Paulista em 1875São José da Bela Vista em 1948Cristais Paulista em 1959RestingaJeriquara e Ribeirão Corrente em 1964.[10]

Em 1821, é criada por Dom João VI a “Vila Franca Del Rey”, que só foi instalada em 28 de novembro de 1824, sendo o primeiro presidente da Câmara Municipal o Capitão José Justino Faleiros, empossado, junto com os demais vereadores, no dia 30 de novembro de 1824. Com a independência do Brasil, passa a se chamar Vila Franca do Imperador, uma homenagem a D. Pedro I do Brasil.

Em 1821, Minas Gerais tenta anexar a região, mas devido à resistência dos francanos, a tentativa falha. Esse episódio está registrado no brasão da cidade, com a cidade fortificada e o lema “GENTI MEAE PAULISTAE FIDELIS” (Fiel à Minha Grei Paulista).

Em 1838 houve em Franca uma rebelião que ficou conhecida como Anselmada. Em 1839 é criada a comarca da Franca. Neste ano, Franca perde grande parte de seu território para a criação da Vila de Batatais.

Pela lei provincial nº 21, de 24 de abril de 1856, Franca é elevada à categoria de município e cidade.

Na década de 1830, francanos, especialmente das famílias Garcia Leal, Correia Neves e da família Souza, iniciaram a povoação da região de Santana do Paranaíba no atual Mato Grosso do Sul.

O município recebeu muitos imigrantes. Com a expansão do café para o Oeste Paulista vêm os imigrantes, sobretudo italianos. A partir destes imigrantes, monta-se a primeira indústria da cidade, calçadista, que desenvolve-se principalmente a partir da década de 1920.

Franca participou da Guerra do Paraguai com os Voluntários da Franca e com o famoso Guia Lopes.

Na década de 1890, Franca passa a ser servida pela Estrada de Ferro Mogiana, mas, no início do século XX, o ramal de Franca foi abandonado e os trilhos retirados porque a Estrada de Ferro Mogiana construiu outro ramal, uma variante, ligando Ribeirão Preto a Uberaba sem passar por Franca.

A cidade empenha-se durante a Revolução Constitucionalista de 1932, na qual morreram por São Paulo seis cidadãos francanos.

Atualmente, destaca-se no setor da indústria de calçados masculinos, mas as indústrias calçadistas de Franca já estão dando atenção e produzindo também calçados femininos, ainda que, até hoje, o café tenha ativa participação na economia do município.

A MADRINHA DA SERRA Comandou sozinha a Fazenda da Serra, e, por mais de 50 anos, ficou viúva.

50 anos vestida de preto, de luto, UM VESTIDO PRETO ATÉ O PÉ.

Uma heroica mulher, amada e conhecida em toda a região de Franca-SP.

Você vai ler:

Desde a sua a filha Lauriana até as filhas da Patrícia.

E vai ler também sobre a Mãe da Madrinha da Serra:

A Dona Helena Maria Martins, que, viúva, cuidou das terras, e, dos filhos, em Batatais-SP.

E ler sobre OS MONTEIRO DE ARAÚJO e os NUNES DE SOUZA porque cinco irmãos (as) da Família MONTEIRO DE ARAÚJO  casaram-se com 5 irmãos (as) NUNES DE SOUZA, bisnetos (as) da Madrinha da Serra.

“Ainda existirá a velha casa senhorial do Monteiro?
Meu sonho era acabar morando e morrendo
Na velha casa do Monteiro.”

Mandas-me, Ó Rei, que conte declarando,

De minha gente, a grão GENEALOGIA;

Não me mandas contar estranha história,

Mas mandas-me louvar dos MEUS A GLÓRIA.

É com emoção que conto a vocês estas estórias, e, a História que meus bisavôs e bisavós paternos contavam:

A História da MADRINHA DA SERRA, que viveu 103 anos bem vividos.

Casada, em 1809, em Franca-SP, com Antônio Alves Ferreira, filho de Antônio Alves de Guimarães, um dos fundadores de Franca-SP, onde obteve sesmaria, em 1803, dada pelo governo de São Paulo.

Em 1806. Antônio Alves de Guimarães aparece na lista das pessoas que contribuíram para elevar o arraial de Franca à condição de Freguesia do Termo da Vila de Mogi Mirim. Seu sobrenome (apelido) era Guimarães porque veio da Freguesia de São Martinho do Candozo, Candoso, do Termo da Vila de Guimarães, primeira capital de Portugal.

O seu marido, Antonio Alves Ferreira, também pediu sesmaria de terras no Ribeirão da Prata em Batatais-SP, onde a Madrinha da Serra com  sua mãe e irmãos. Ver abaixo os documentos destas sesmarias.

O marido da Madrinha da Serra morreu jovem, em 1821, e ela se casou novamente, sem filhos no segundo casamento, e, ficou viúva novamente em 1832.

Ficou, então, usando vestido preto, por 54 anos, até falecer em 13 de março de 1885.

Aqui a grande e nobre e portuguesa com certeza do Antônio Alves Ferreira, nosso avô até Manoel Moreira de Meireles, nobre e vereador de Vila Rica, e morador de Itatiaia, zona rural na atual Ouro Branco-MG, pertinho de Ouro Preto-MG. Sua nobreza até a casa de Pegas.

A prima Ilka de Castro Moreira Vilela foi até à Casa de Pegas, em Perozelo, Concelho de Penafiel, Casa nossa até hoje e fez o lindo livro LAÇOS DE FAMÍLIA.

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Esperamos sua contribuição primos:

Contando-nos a suas lembranças e passando mais informações para enriquecer esta linda história.

São milhares de descendentes, seguimos, como modelo, e, como exemplo, esta linha que vai da Madrinha da Serra até os filhos da Patrícia Leme:

Resumo:

Madrinha da Serra é mãe de:

Lauriana que é mãe de:

Custódia que é mãe de:

Maria do Carmo que é mãe de:

Alcina que é mãe de:

Julieta que é  mãe de:

Luizinho que é  pai de:

Patrícia que é mãe de:

Emanuele, a Sarah e o Saulo.

AS HISTÓRIAS E LEMBRANÇAS DE NOSSAS FAMÍLIAS NÃO PODEM MORRER CONOSCO:

TEMOS QUE PASSÁ-LAS DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO!

DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO

Nossas bisavós que viveram no tempo da Madrinha da Serra, viviam na Fazenda da Serra, contavam sempre com admiração e orgulho a sua história, preservando a sua memória, a história toda passava de mãe para filha, de pai para filho, e sempre diziam que morreu com mais de 100 anos,, pois eu conferi tudo e morreu mesmo com 103 anos…

A história da velhinha que virou um toquinho de gente, as pessoas vão encolhendo com o avanço da idade, os ossos são absorvidos pelo corpo, (popularmente os ossos encolhem), os dentes não ficam cabendo mais na arcada dentária, (as dentaduras não param mais),…… …….

E, aos 103 anos, ainda dirigia a Fazenda da Serra em Patrocínio Paulista -SP, com seus escravos a carregando como uma santa, literalmente em um andor, que eles fizeram para carregá-la pela Fazenda da Serra.

Os escravos que carregavam a Madrinha da Serra no andor eram:

Manuel, 30, preto

João, 31, preto

Simão, 25, pardo

Fortunato, 23, preto

Camilo, 22, pardo

Timóteo, 15, preto

==

E tinha ainda Domingos, 61, Preto,

Madalena, 51, preta

e Miguel, 17, pardo, paralítico.

A gratidão dos escravos da Madrinha da Serra lembra muito a gratidão dos escravos de Uberaba-MG com o seu benfeitor amado, o Visconde do Rio Branco.

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O INVENTÁRIO DE BENS QUE FICARAM DA MADRINHA DA SERRA

– Fórum de Patrocínio Paulista-SP

Só que, vários netos, já haviam morrido em 1885; A MADRINHA DA SERRA morreu com 103 anos.

Então, parte das terras, foi dividida mais ainda no inventário ficando para os bisnetos…

E quanto valia: TERRA NÃO VALIA QUASE NADA.

ISSO era MUITO POUCO  para uma FAZENDA de:

Terra excelente para café. Terra roxa.

E, naquele tempo, 1885, a produtividade era baixa.

O transporte difícil.

Nada de máquinas e nada de implementos agrícolas, e, nada de correção do solo, como atualmente…

TUDO ISTO SERÁ DETALHADO, DE ONDE A ONDE ERA A FAZENDA, NOME DOS RIACHOS, COM QUEM FICOU CADA PARTE, NOS DOIS GRANDES PROCESSOS NO ARQUIVO MUNICIPAL DE FRANCA-SP

UM COM A MADRINHA DA SERRA DOANDO AS TERRAS PARA NETOS E BISNETOS E O OUTRO O PROCESSO DE DIVISÃO DAS TERRAS.

1° Ofício de Franca-SP – Divisão da Fazenda da Serra – Processo que hoje está no Arquivo Municipal de Franca-SP; feito em 1881, Caixa 0357 . divisas folha 28 verso e 31.

TUDO POR 31 CONTOS DE REIS para ser divido em 43 netos herdeiros

CONHEÇA OS NETOS HERDEIROS, ALGUNS FALECIDOS E TERRINHA FICOU PARA BISNETO:

Descrição da Fazenda da Serra:

Folha 30 – 28 quilômetros de circunferência.

primeiro terreno – 17km e 540m de circunferencia.

segundo terreno 2.840 m de circunferencia.

terceiro terreno 4.840m de circunferencia.

quarto terreno 3.300m de circunferencia.

 

Quanto dá isto em km2 e em alqueires para dividir por 43 netos?

Depende de como se constrói o retângulo:

O Maior retângulo ou quadrado de 28km de circunferência seria  7km x 7km x 7km x 7km = 49 km de circunferência.

QUANTO É ISSO EM alqueire paulista?

24.800m2 =  1 alqueire

1km2 = 1.000.000m2

1km2 = 40,32 alqueires paulistas

49km2=  alqueires paulistas

A FAZENDA DA SERRA TINHA MAIS OU MENOS 1.975 alqueires paulistas, isto se fosse quadrado de 7km x 7km

dividido por 43 herdeiros netos (alguns já falecidos então re-divididos para bisnetos)

CADA NETO HERDEIRO FICOU COM 45,95 alqueires paulistas.

Quanto vale um alqueire hoje em Patrocínio Paulista-SP?

E, por exemplo, a neta CUSTÓDIA NUNES que vamos estudar seus descendentes em Penápolis-SP, estava viva quando a MADRINHA DA SERRA MORREU em 1885, só que Custódia Nunes, minha trisavó.

Custódia Nunes viveu mais doze anos, faleceu em 1889, então, os seus 45,94 alqueires foram divididos entre seus 7 filhos, dos quais, 5 filhos vieram para Penápolis-SP.

45,94: 7 = = 6,56 alqueire paulista para cada bisneto da Madrinha da Serra, filhos da Custódia, os quais foram para Penápolis-SP,  onde tinha mais terra e mais barata.

Ou seja, um dos 7, minha bisavó MARIA DO CARMO DE SOUZA herdou SÓ E SOMENTE SÓ 6,56 alqueire paulista, 3 anos depois da MADRINHA DA SERRA falecer.

Então para minha bisavó MARIA DO CARMO DE SOUZA, filha da Custódia Nunes coube 6,56 alqueire paulista que depois divididos entre seus 10 filhos, caberia à minha avó Alcina Monteiro, filha da Maria do Carmo, 0,66 alqueire paulista.

0,281 x 24.800m2 = 16.278m2 para minha avó Alcina Monteiro da Silveira.

Alcina teve 7 filhos cabendo a cada um = 2.325m2 de terra.

Meu pai Alceu Júlio da Silveira ficaria então com 2.325 metros quadrados de terra. 9 terrenos de 250m2.

Ninguém foi explorado. Termina pobre porque avô nobre, neto pobre, como diz o ditado.

EU TENHO ORGULHO DE SER ALVES FERREIRA

EU TENHO ORGULHO DE SER SOUZA TEIXEIRA

EU TENHO ORGULHO DE SER SILVEIRA FERNANDES

EU TENHO ORGULHO DE SER RIBEIRO GUIMARÃES

EU TENHO ORGULHO DE SER MONTEIRO DE ARAÚJO

EU TENHO ORGULHO DE SER Nunes de Souza,

EU TENHO ORGULHO DE SER Nunes da Silva

Silveira, Leme, Sampaio e tantos outros…

DESCENDENTES DA MADRINHA DA SERRA

=

Mandas-me, Ó Rei, que conte declarando,

De minha gente, a grão GENEALOGIA;

Não me mandas contar estranha história,

Mas mandas-me louvar dos MEUS A GLÓRIA.

MARITINICO PRADO LEMBRA A REGIÃO DO SERTÃO DO CAPIM MIMOSO – ESTRADA DO ANHANGUERA – MOGIANA – FRANCA-SP E BATATAIS-SP sendo reigão de mineiros (Nós entre eles – primeiros vindos de MG para SP.

E também Penápolis-SP recebeu nos seus primeiros disas desde os Pinto Caldeira vindos de Candeias-MG levas de pioneiros mineiros e francanos.

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Esta é uma Aldeia típica portuguesa com certeza.

Foi de lugares tranquilos assim, seguros assim que nos portugueses deixamos para vir construir o Brasil.

“Valeu a pena?

Tudo vale a pena se a alma não é pequena.”

PARECE SER DE CONTO DE FADAS

Qual é o riacho que corre por minha aldeia?

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D´ALLINCOURT VISITA ANTÔNIO ALVES DE GUIMARÃES  sogro da MADRINHA DA SERRA  em 1817 e descreve nossa região.

Aqui, o viajante francês D´Allincourt fala do vovô Antônio Alves de Guimarães, sogro da Madrinha da Serra e vizinha de sua família, de Batatais-SP e de Franca-SP

A Fazenda da Prata ficava um pouco ao sul do Sítio do Jardim das Macaúbas do Antônio Alves de Guimarães.

O vovô Antônio Alves de Guimarães é o pai do marido da MADRINHA DA SERRA, (ANTONIO ALVES FERREIRA).

Descrição da região:

“”Depois de uma descida fácil chega-se ao morador dos Batatais. Este lugar é muito alegre, seu dono, Manuel Bernardo do Nascimento, ajudado de seus filhos, desenvolve a maior atividade na lavoura; faz muito bom negócio em gado vacum, e em queijos. Afastados do caminho há, nestes lugares, muitos vizinhos, mais ou menos distantes uns dos outros, que possuem grande quantidade de gado. Deste sítio segue a estrada ao noroeste, e deixado à esquerda o caminho para a freguesia do Senhor Bom Jesus da Cana Verde, vai-se passar, ao mesmo lado da estrada, por uma ponte de pau, o ribeirão da Paciência, para chegar ao pouso do mesmo nome.

O morador da Paciência vive a duas léguas dos Batatais, e quatro do Cervo; a estrada segue, neste lugar, ao nordeste, inclinava depois ao nor-nordeste, e, passado um ribeiro, volta ao noroeste. Largas campinas, batizadas de pequenos bosques, se avistam, até que na proximidade do rio Sapucaí, o terreno torna-se irregular, e o caminho, com algumas ladeiras, vai fechar nas margens daquele rio, que são cobertas de arvoredo; o rio atravessa-se por uma ponte de madeira, e no tempo da seca dá excelente vau; dista da Paciência légua e meia, nasce na serra de Muguaçu e vai confluir no Pardo: deixa-se depois o ribeiro do Patrocínio, que vem correndo de leste por cima de Lajes; o caminho vai ao nor-noroeste, e a quatro léguas, e um quarto distante da Paciência está o morador de Santa Bárbara, à direita;

passa-se logo, por uma ponte estreita de madeira, o grande ribeirão do mesmo nome, que corre ao noroeste, por um leito formado de grossas pedras; e aqui há uma cachoeira. Deste sítio a Franca contam-se três léguas, e três quartos; larga-se adiante, à esquerda, a estrada geral, para  tomar-se, à direita, para a Fazenda das Macaúbas, junto à qual se passa o ribeiro Sapucaí.”””

AQUI, o viajante francês FALA DO ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES sogro e vizinho da Madrinha da Serra, Seu Sítio do Jardim das Macaúbas fica um pouco ao Norte da Fazenda da Prata onde morava a Madrinha seus irmãos e sua mãe antes dela se casar e mudar para a Fazenda da Serra:

Continua o viajante:

“””O dono desta fazenda, natural de Guimarães, conta oitenta e quatro anos, em muito bom estado de saúde, e robustez, faz o seu maior negócio em gado. Além deste sítio, entra-se um pouco adiante, na estrada geral, que vai ao nor-noroeste; o terreno continua a ser agradável, ornado de capões, e capoeiras; passam-se três ribeiros até chegar-se ao arraial da Franca.

O arraial da Franca está na latitude austral de 20º 28’, e longitude 47º 26’ de Greenwich, foi fundado há treze para quatorze anos, por Hipólito Antônio Pinheiro, capitão do Distrito, e natural da Comarca de S. João d’el-Rei, Província de Minas Gerais; é ele o mais opulento do lugar, e sete léguas arredado, possui uma grande fazenda: antes desta fundação eram estes terrenos demasiadamente infestados pelos selvagens.

Deu-se a este arraial o nome de Franca, por virem a ele estabelecer-se toda a qualidade de pessoas de diversos lugares; todavia a maior parte delas veio de Minas Gerais: a fama deste lugar é muito má, por causa dos facinorosos, que, em grande número, o habitam; e decerto a conservará enquanto ali se não estabelecerem as autoridades, que mantenham as leis do soberano, e a Justiça.

Este povo existe como os da primitiva: o mais astuto, e valente, ou para dizer melhor, o de pior coração dá a lei, os outros tremem e cegamente obedecem; e, como a Justiça está muito longe, nada receiam. Houve ali um malvado, que fez quatorze mortes, e se recreava com a narração delas; porém, graças às diligências do Exmoº D. Manuel de Portugal e Castro, capitão-general de Minas, que fizeram acabar com tal monstro, que se tinha refugiado neste arraial, onde ainda existe um delinqüente de sete mortes, e vários outros de menor número (confissão dos mesmos povos).

Não trato da qualidade de mortes, das traições, e de muitos pais roubados a seus filhos; pois são tão diferentes os casos, que seria necessário descrevê- los muito por miúdo; finalmente pela mais leve causa não há escrúpulo em tirar a vida.

Os habitantes deste lugar são industriosos, e trabalhadores; fazem diversos tecidos de algodão; boas toalhas, colchas e cobertores; fabricam pano azul de lã muito sofrível; chapéus, alguma pólvora; e até já Memória sobre a viagem do porto de Santos à cidade de Cuiabá têm feito espingardas; a sua principal exportação consta de gado vacum, porcos, e algodão, que levam a Minas: plantam milho, feijão, e outros legumes para consumo do país.

O arraial está bem arruado, porém a maior parte das ruas é ainda mui pouca povoada, só o largo da matriz está mais guarnecido de casas, que são construídas de pau a prumo, com travessões, e ripas, cheios os vãos de barro, e as paredes rebocadas com areia fina, misturada com bosta, geralmente são pequenas, e a maior parte delas cobertas de palha.

Tem a Franca duas igrejas: a de N. Senhora do Rosário, pequena, e baixa, foi a primeira, que se fundou; e a matriz de N. Senhora da Conceição está quase acabada, e é um lindo templo. Esta freguesia chega a três mil almas de confissão; e a meu ver deveria entrar o arraial no número das vilas, para melhor governo, ordem e polícia de seu povo, que tendo em meio de si as autoridades de Justiça, não haverá ali tantos crimes.

É dos mais lindos, e desafogados locais, que tenho encontrado; um comprido campo se estende de norte ao sul, e suavemente vai declinando até aos ribeiros, que o limitam a leste, e oeste, os quais reunindo-se ao sul, formam um só ribeirão; assim fica representando uma península este terreno: que é mais elevado; mais ventilado, e inteiramente plano ao norte da matriz: para oeste, contíguo ao arraial, vai ele abrindo-se em duas ribanceiras, formadas pelas chuvas, que destruirão bem depressa esta parte, se lhe não derem remédio pronto.

O ribeiro d’oeste, que tem o nome de Itambé, forma um salto de seis, ou sete braças de alto, logo abaixo da boca da ribanceira; o de leste denominasse do Vigário, porque este habita na sua vizinhança em uma excelente casa. Além dos ribeiros eleva-se o terreno em doce ladeira, e, a poucas léguas de distância há um olho-d’água, que se conserva quente em todo o tempo.

Hoje são raras as que existem cobertas de palha, e há boas propriedades; desde o ano de 1818, em que estive nesse arraial, até o princípio deste de 1823, que por ali tornei a passar, tem-se aumentado o número de fogos consideravelmente, não só dentro do lugar, como fora junto dos ribeirões, por onde há sítios mui aprazíveis; igualmente há crescido o comércio, e agricultura, e ali concorrem da Farinha Podre, e outras partes a buscar sal, e mais alguns gêneros.

Partindo da Franca dirige-se a estrada a oés-noroeste; depois a oeste; o terreno vai oferecendo a mesma perspectiva agradável que o antecedente, passam-se quatro ribeiros, o primeiro dos quais tem uma cachoeira à vista do caminho, e vai correndo por cima de lajes; finalmente principia-se a descer, até que se chega ao pouso, e fazenda do Machado,35 duas léguas e meia da Franca; o morador fica à direita, e cercado de montes e vales; as águas são boas e abundantes, e junto à casa corre um claro ribeiro.””

 

Madrinha da Serra não teve muitos filhos para os padrões de seu tempo, (5 apenas), mas os seus filhos, netos e bisnetos tiveram muitos filhos…

ENTÃO, SÃO MILHARES DE DESCENDENTES da Madrinha da Serra.

Milhares não é maneira de dizer, nem exagero.

Exemplo da Família linda da Madrinha da Serra:

Penápolis-SP Natal de 1968,

Uma tri-neta da Madrinha da Serra e sua Família

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SE, ATÉ EM 2015, AINDA TEM ONÇA NA REGIÃO DO LAGEADO….

IMAGINA, ENTÃO, HÁ 100 ANOS ATRÁS, QUANDO FOMOS PIONEIROS EM PENÁPOLIS-SP!!

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Outro lindo exemplo lindo de Família linda da Madrinha da Serra:

Penápolis-SP 1951 – Alguns de seus milhares de descendentes

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João Monteiro de Araújo Filho, com tetra-netos e com penta-netos da MADRINHA DA SERRA.

Tio Joãozinho era filho do Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900) e último a falecer dos 8 filhos do Coronel João Monteiro de Araújo que foram para Penápolis-SP. Morreu em 1963.

Foto na roça, em Penápolis-SP, no Brasil, na década de 1950.

Essa era a roça de antigamente, sem TV, cheia de gente, de parentes e de festas. Todo fim de semana tinha uma festa no Degredo e Lageado, restava saber onde seria a festa.

DAMOS DESTAQUE AOS BISNETOS da MADRINHA DA SERRA:

Os  NUNES DE SOUZA, os quais 5 se CASARAM com os 5 MONTEIRO DE ARAÚJO,  e, contamos a saga de seus descendentes, em Penápolis-SP,  povoação construída, por eles, (e, por outras famílias vindas de Franca-SP  e região, como nós).

A Penápolis-SP quando lá, nós BISNETOS e Trinetos da MADRINHA DA SERRA, chegamos:

É a perfeita descrição da nossa realidade e do nosso heroísmo, escrito pela Carmita Vaz de Melo, filha da Bia, neta do Carlos Monteiro, para os 50 anos de Penápolis-SP, em 1958.

Na noite alta, o silêncio é profundo,

Só se ouve das feras, o uivar,

E ao longe, o grito feroz e iracundo

Do índio selvagem disposto a atacar.

– No meio da selva, enfrentando o jaguar,

Um punhado de bravos,

Pretendem uma cidade formar.

E na manhã seguinte,

Cintilante de luz,

Na clareira, erguem

Um altar e uma cruz.

E a cidade desponta,

Sob o olhar de Jesus,

E o trabalho fecundo

De Manoel Bento da Cruz!

=

Um agradecimento todo especial à nossa conterrânea Sabrina Sato Rahal, que sempre divulga nossa Penápolis-SP, onde, nós os MONTEIRO DE ARAÚJO, e, nós, os Nunes de SOUZA, fomos PIONEIROS.

Neta do velho RAHAL.

Homem tão bom e generoso; vendia fiado.. ajudava tanta gente…

E porque de geração em geração sempre foi uma grande e bela família:

Porque eram os pais experientes que escolhiam os casamentos dos filhos:

Sempre casando os filhos nas melhores famílias de:

Aiuruoca-MG, Piumhi-MG, Franca-SP, Uberaba-MG, e, Penápolis-SP.  

E casando também primos com primos, portanto com gente conhecida e boa. 

TEMOS O INVENTÁRIO da MADRINHA DA SERRA, que vi no FÓRUM DE PATROCÍNIO PAULISTA-SP, (Atualmente guardados no Arquivo do Judiciário Paulista, em Jundiaí-SP), que data de 1886.

E temos seu batismo abaixo, em 1782.

Pelo inventário aberto em 1886, dos bens que ficaram da Madrinha da Serra,  ficamos sabendo que já haviam falecidos antes dela, todos os 5 filhos e também alguns dos 43 netos também já tinham falecidos em 1885.

Portanto a FAZENDA DA SERRA foi dividida entre mais de 43 herdeiros, pois como havia já netos falecidos, receberam a pequeníssima herança, alguns dos bisnetos da Madrinha da Serra.

QUER DIZER:

Uma fazenda dividida entre mais de 43 herdeiros.

Sobra muito pouco para cada herdeiro.

Sim,  mais que 43 HERDEIROS, porque alguns dos netos já eram falecidos quando a Madrinha da Serra morreu.

 

É com emoção que conto a vocês estas estórias e História que meus bisavôs e bisavós paternos contavam:

A História da MADRINHA DA SERRA, que viveu 103 anos bem vividos.

Casada, em 1809, em Franca-SP, com o Antônio Alves Ferreira, filho de Antônio Alves de Guimarães, um dos fundadores de Franca-SP, onde obteve sesmaria, em 1803, dada pelo governo de São Paulo.

O seu marido conseguiu sesmaria ali, em 1815, no Ribeirão da Prata, em Batatais-SP, onde a Madrinha da Serra com sua mãe e irmãos.

O marido da Madrinha da Serra morreu jovem, em 1821, e ela se casou novamente, sem filhos no segundo casamento, e ficou viúva novamente em 1832.

Em 1824, plantava só para o gasto como mostra o mapa de população aqui neste página transcrito, significando que eram muito pobres.

E desde então, depois da heroica marcha em carro de boi da Fazenda da Prata até a Fazenda da Serra, e, instalando-se ali e pondo a Fazenda da Serra para produzir, dirigiu-a de 1832 até 1885 quando faleceu.

Ficou, então, usando vestido preto, por 54 anos, até falecer em 1885.

Aqui a localização da sesmaria do Antônio Alves de Guimarães, entre Batatais-SP e Patrocínio Paulista, um pouco ao norte da sesmaria da mãe da Madrinha da Serra:

Fica próxima ao Rio Sapucaí-Mirim e ao Ribeirão das Macaúbas, e, ao Ribeirão Santa Bárbara. Esta Sesmaria desde fundador de Franca-SP, que já estava em Franca-SP, em 1806, e estava em 1802, em Piumhi-MG, esta registrada no;

Livro de Sesmarias n° 34, folha 105-verso. 23 de julho de 1810:

PARAGEM DAS MACAÚBAS, hoje, parte no Município de Patrocínio Paulista, e, parte no Município de Batatais-SP e parte de Brodósqui-SP.

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O X, mais embaixo, marca onde era as terras da mãe da Madrinha da Serra  – A Fazenda da Prata

O segundo X, subindo, era onde ficava a sesmaria do sogro da Madrinha da Serra, que depois ficou para seu genro, o Patriarca dos Faleiros de Franca e região, o Sargento Mor José Justino Faleiros, que tem netos aqui neste site casados com nós Nunes de Souza.

Muitos dos Faleiros casaram-se com netos e bisnetos da Madrinha da Serra

No Mapa, entre Patrocínio Paulista e Itirapuã-SP, ficava a terra da Marinha da Serra

Muito amada por todos, a VELHA DA SERRA, a Madrinha da Serra, dedicada à família, aos escravos, à Fazenda da Serra, no atual Município de Patrocínio do Sapucaí-SP, e, dedicada também à inesquecível Capelinha de Santa Cruz que havia na Fazenda da Serra.

Quis comandar a Fazenda da Serra até o fim aos 103 anos, com os escravos a carregando em um andor pela fazenda. Era um toquinho de gente.

(Ficamos sabendo, hoje, 24 de outubro de 2011, que alguns escravos ficaram com o nome da família ALVES FERREIRA e seus descendentes ainda assinam ALVES FERREIRA até hoje, 2014.)

UM ALVES FERREIRA FOI ASSESSOR DO PAPA.

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Nós, os portugueses do Brasil, temos este soneto maravilhoso de nosso patrício Fernando Pessoa que descreve bem a dor de deixar nossa terrinha e virem para construir o Brasil:

MAR PORTUGUEZ:

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quere passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abysmo deu,
Mas nelle é que espelhou o céu.

=

caraveladasaudade

O mais puro e íntimo de seu interesse, deu-se sempre aos homens e coisas de Portugal

velhos dahgtrs

as armas e os

“”O que posso dizer de nossa terrinha Portugal?

Tudo.

Gastaria todo um site para descrever o povo mais internacionalista de todos. O povo mais heroico, intrépido e desbravador. O Povo que construiu o Brasil. O primeiro grande Império Mundial onde o sol nunca se punha. Aquele Portugal aconchegante das Aldeias. Qual é o nome do riacho que corre por minha Aldeia?

Portugal está entre os 10 países mais bonitos do mundo.

Quem o afirma é o portal internacional UCity Guides, que disponibiliza aos turistas tudo o que precisam de saber antes de viajar para determinada cidade e que escolheu o “top 10” das nações “abençoadas com um raro conjunto de belezas naturais e maravilhas edificadas pelo homem”.

A lista, dominada por países europeus, é liderada por Itália. Espanha e França ocupam o segundo e terceiro lugares do pódio, respectivamente, e Portugal surge na 6ª posição, antes de países como o Brasil (8º) ou a Alemanha (10º).

De acordo com o portal, “as maravilhas naturais e puras do vulcânico arquipélago dos Açores” seriam suficientes para colocar o nosso país na lista.

Porém, há muito mais: a Madeira, um autêntico “jardim flutuante”, a linha da costa “impressionante” e os cabos “místicos” do continente, aos quais se juntam os planaltos alentejanos, as vilas medievais como Marvão ou Monsaraz e o Parque Nacional da Peneda-Gerês.

O UCity Guides destaca ainda a “perfeita colaboração entre o Homem e a Natureza” que é possível testemunhar em Sintra ou no verdejante Vale do Douro e deixa apenas uma crítica, considerando “inexplicável” a “negligência” a que estão votados os velhos centros das maiores cidades portuguesas, Lisboa e Porto.

“Tudo é em pequena escala mas, quando todos os elementos se combinam, é impressionante como tanta e tão diversa beleza consegue caber num país de dimensões tão reduzidas, que parece ser um dos favoritos do Sol”, conclui a apreciação feita pelo portal.

No “top 10″, que conta com seis países da Europa, há ainda espaço para a Austrália (4º), os EUA (7º), o Brasil (8º) e a África do Sul (9º).””

Visitando a Fazenda da Serra 

Construída pela Madrinha da Serra e por ela administrada por 54 anos, de 1832 a 1885 quando faleceu aos 103 anos de idade.

As pedras de onde era a casa foram retiradas em 2.000 mais ou menos pelo novo proprietário que modernizou, ficava 100 metros à esquerda da atual porteira da Fazenda São Francisco, e uns 100 metros da Rodovia que vai de Patrocínio Paulista para Itirapuã.  Perto de uma baixada onde já foi olaria.

A casa ficou abandonada por anos até cair e sobrar só as pedras do alicerce; uns 500 metros mais para dentro da  rodovia, onde alcança a Estrada que vai pro bairro Palmital ficava o cemitério onde ela foi enterrada e onde restou uma gueiroba e uma cruz, no cafezal do Maranha abaixo:

No final da vida, um toquinho de gente, no andor, carregada por amados escravos. Andava por toda a Fazenda, todos os filhos já falecidos e ela firme comandando a rica, terra roxa, da Fazenda da Serra, na hoje, Patrocínio Paulista-SP.
Cafezal do Maranha, Patrocínio Paulista-SP, onde se localizava a Capela e o Cemitério da Fazenda da Serra
ONDE A MADRINHA DA SERRA ESTÁ ENTERRADA
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Panorâmica da Fazenda da Serra – Patrocínio Paulista-SP – Brasil
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Uma nascente na Fazenda da Serra –
Historiador e Genealogista têm que beber na fonte
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Gueiroba que fica ao lado do lugar onde foi a Capela e Cemitério da Fazenda da Serra
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Ao fundo da foto, na Fazenda São Francisco, à margem da rodovia que vai de Patrocínio Paulista para Itirapuã-SP,
Eu estou a frente da ENTRADA Fazenda São Francisco, as margens do asfalto, a RODOVIA RONAN ROCHA, entre PATROCÍNIO PAULISTA E ITIRAPUÃ-SP
o local onde ficava a casa da Madrinha da Serra, tinha pedra do alicerce da casa até 2005 mais ou menos, quando a fazenda foi reformada
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Aqui a Capela e Cemitério da Fazenda da Serra em 1910 e eu no mesmo lugar 100 anos depois em 2010
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Cruzeiro preservado onde foi a Capela e Cemitério da Fazenda da Serra, hoje no Cafezal do Maranha, em Patrocínio Paulista-SP
Panorâmica da Fazenda da Serra – Patrocínio Paulista-SP
panoramo estreito

Madrinha da Serra em 1824 – O que plantava, o que colhia

Colheu 50 carros de milho.

7 alqueires (medida de capacidade) de feijão, 16 capados, tudo gasto na casa.

Era para SUBSISTÊNCIA, portanto

Eram muito pobres.

Família da Madrinha da Serra em 1824, plantando para o consumo da casa, com porcos, já com segundo marido do qual não teve filhos, com vovó Lauriana com 12 anos (nascida em outubro de 1811) e vizinhos da tia Maria Gomes Moreira, irmã do finado Marido da Madrinha da Serra, o Antônio Alves Ferreira

É a Lista de moradores da Vila de Franca em 1824.

SERIA JÁ NA FAZENDA DA SERRA EM 1824?

O original desta imagem pertence ao Arquivo Público do Estado de São Paulo.

São vizinhos da Maria Gomes Moreira, parente nossa.

Apresenta a Madrinha da Serra, branca e casada, com 36 anos. É mais. É 41 no inicio de 1824. O censo deve ter sido feito no final de 1823 e inicio de 1824 e geralmente não acertam a data de nascimento.

Certo a idade da Lauriana – 12 anos – Nasceu em 1811. SEGUIREMOS NESTE SITE A FAMÍLIA DA LAURIANA.

José 13 anos – Nasceu em 1810.

Francisco, 6, Nasceu em 1817.

Antônio, 8 anos, não consta no inventário em 1886.

Joaquina, 11, 1812?

Carlota, 7 – provável filha do segundo marido.

Maria 11, 1812? Igual idade de Joaquina.

É preciso procurar estes batismos nos livros de Franca-SP

Colheu 50 carros de milho. 7 alqueires (medida de capacidade) de feijão, 16 capados, tudo gasto na casa. SUBSISTÊNCIA – Eram muito pobres.

 

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O original desta imagem pertence ao Arquivo Público do Estado de São Paulo no Brasil.

CLIC, ABRA, e LEIA:

A História da velhinha que virou um toquinho de gente, as pessoas vão encolhendo com o avanço da idade, os ossos são absorvidos pelo corpo, os dentes não ficam cabendo mais na arcada dentária…… .

e, aos 103 anos, ainda dirigia a Fazenda da Serra em Patrocínio Paulista-SP, com seus escravos a carregando como uma santa, literalmente em um andor, que eles fizeram para carregá-la pela Fazenda da Serra.

E, no andor, carregada por escravos, percorria toda a Fazenda da Serra.

Eles, os escravos,  amavam-na. Ela tomou conta da Fazenda da Serra até morrer.

(Uma prima acrescentou que se contava também que eles continuaram tomando conta da Fazenda após sua morte, pois os filhos já tinham morrido).

Ela não deixou nunca que ninguém maltratasse os seus escravos.

Certa vez, puniu, e, despediu um feitor que maltratou um escravo.

Ela também nunca quis se aposentar, nem deixar que os netos tomassem conta da Fazenda da Serra para ela. Sim – netos – porque os 5 filhos já haviam morrido.

E, já haviam morrido, alguns dos netos também, em 1885, quando faleceu.

Ela ficou um toquinho de gente; de tão velinha.

Depois que a Velha da Serra morreu, como os filhos já tinham ido para o céu, há muito tempo, os escravos tomaram conta da Fazenda da Serra até ser dividida entre os netos herdeiros.

Uma santa. Viúva, por 54 anos, do segundo casamento, em Franca-SP, e, Patrocínio do Sapucaí-SP.

Eu tenho a honra de ser um bisneto de uma bisneta da Velha da Serra – A MADRINHA DA SERRA.

Os antigos chamavam os avós de PADRINHO e de MADRINHA.

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O BATISMO DA MADRINHA DA SERRA:

AOS TRINTA DE SETEMBRO DE MIL SETESENTOS E OITENTA E DOIS NA CAPELA DA SENHORA DA CONCEIÇÃO DO VARADOR FILIAL DESTA MATRIZ DE AYRUOCA O PADRE JOAO GONÇALVES VIEIRA BATIZOU E POS OS SANTOS OLEOS A

INOCENTE JOAQUINA FILHA LEGITIMA DE MANOEL RIBEIRO GUIMARÃES E HELENA MARIA MARTINS. FORAM PADRINHOS JOSE DA COSTA RIOS, SOLTEIRO, E MARIA TEREZA TAMBEM SOLTEIRA. E PARA CONSTAR MANDEI FAZER ESTE ASSENTO QUE ASSINEI ERA UT SUPRA O VIGARIO JOAO DE RESENDE COSTA.”

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O assento de batismo da Madrinha da Serra

CASAMENTO DOS PAIS DA MADRINHA DA SERRA no Curato do Turvo, atual Andrelândia-MG, no ano de 1.775

Andrelândia -MG, fica ao lado de Aiuruoca-MG, pertinho da Capela do Varadouro onde a Madrinha da Serra foi batizada é nossa terrinha.

Acento de Casamento dos pais da Madrinha  da Serra:

AOS VINTE DIAS DO MÊS DE FEVEREIRO DE MIL SETECENTOS E SETENTA E CINCO NA CAPELA DA SENHORA DO PORTO DO TURVO FILIAL DESTA MATRIZ DA SENHORA DA CONCEIÇÃO DA AYRUOCA ASENTEI DE LICENÇA MINHA COM PROVISÃO DO REVERENDO DOUTOR VIGÁRIO DE VARA PELA HUMA HORA DA TARDE O PADRE MATHEUS PINTO DE ANDRADE CAPELÃO DA DITA CAPELA O SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO QUE EM SUA PRESENÇA CELEBRARÃO MANOEL RIBEIRO GUIMARÃES FILHO LEGÍTIMO DE ANTÔNIO RIBEIRO E ANA GONÇALVES NATURAL E BATIZADO NA FREGUEZIA DE SÃO LOURENÇO DE GULAENS, TERMO DA VILA DE GUIMARÃES, ARCEBISPADO DE BRAGA E HELENA MARIA MARTINS BATIZADA NESTA FREGUEZIA DA AIRUOCA FILHA LEGÍTIMA DE FRANCISCO VAZ E JOANA MARTINS, LOGO LHE LANÇOU AS BENÇÕES NA FORMA DO RITUAL ROMANO E “CONSTITUIÇÕES DESTE BISPADO”. SENDO A TUDO PRESENTES AS TESTEMUNHAS DOMINGOS DE MACEDO E MATIAS DA SILVEIRA E PARA CONSTAR FIZ ESTE ASSENTO. AYRUOCA ERA UT SUPRA. O VIGÁRIO  JOSÉ JUSTINO DE OLIVEIRA GONDIM”.

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Assista a esse vídeo da FAZENDA DA SERRA:

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ANTIGAMENTE, OS VELHOS NÃO GOSTAVAM DE SEREM CHAMADOS DE AVÔ E AVÓS,  ENTÃO SURGIAM OS APELIDOS como MADRINHA DA SERRA, PADRINHO VALIM, Padrinho Totonho, etc.

Estes dois últimos são meus bisavôs.

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Neste livro histórico de Patrocínio Paulista, está a foto da Capela da Santa Cruz e do Cemitério anexo, na Fazenda da Serra. Eu estive lá.

Hoje resta uma Gueirova e uma Cruz, no cafezal do Maranha.

Ali a Madrinha da Serra foi enterrada. Infelizmente não sei onde estão os herdeiros desta foto que foi usada no livro.

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No tempo desta foto, por volta de 1905, a Fazenda pertencia ao Capitão Vicente Nunes Ferreira, irmão da Custódia Nunes, que já era falecida, e, portanto, tio da nossa bisavó MARIA DO CARMO DE SOUZA, mãe da Chinica, (a Alcina Monteiro).

A Custódia e o Vicente são netos da Madrinha da Serra e filhos da Lauriana.

Diz que logo que a Madrinha da Serra morreu, com todos os filhos já falecidos, quem tomou conta da fazenda até sair o inventário e partir as terras, foram os escravos.

A  FOTO FALA DA CAPELA E NA OUTRA PAGINA DO LIVRO ALMANAQUE DE PATROCÍNIO PAULISTA-SP FALA DO CEMITÉRIO A FRENTE DA CAPELA

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A página seguinte fala do cemitério que fica na frente da capela na foto

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Página do Livro sobre Patrocínio Paulista que fala Fazenda da Serra e sua Capelinha

Hoje é o cafezal do Maranha com uma gueiroba e uma cruz, ver acima, onde eu tirei foto

NESTE LOCAL HISTÓRICO,  FOI ENTERRADA A MADRINHA DA SERRA,

Neste local sagrado, ela assistia missas, e, rezava terços

NO CEMITÉRIO DA FAZENDA DA SERRA, JUNTO À CAPELA DE SANTA CRUZ:

Hoje, resta esta árvore que aparece junto ao Cruzeiro e junto a uma GUEIROVA muito alta, que dá para ser vista da estrada, no MEIO DO CAFEZAL DO MARANHA, em PATROCÍNIO PAULISTA, PERTINHO DO ASFALTO, NA ANTIGA ESTRADA PARA IBIRACI-MG, bem antes do Bairro PALMITAL, e, bem em frente à FAZENDA SÃO FRANCISCO, que pertence a um juiz de Direito.

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Local onde era a Capela e Cemitério da Fazenda da Serra, no Cafezal do Maranha, à margem do Asfalto, que vai para Ibiraci-MG, nas terras que eram da Madrinha da Serra

Veja mais fotos que eu tirei na Fazenda da Serra:

https://madrinhadaserra.wordpress.com/fotografias-da-fazenda-da-serra/

O ASSENTO DE BATISMO DA MADRINHA DA SERRA:

AOS TRINTA DE SETEMBRO DE MIL SETESENTOS E OITENTA E DOIS NA CAPELA DA SENHORA DA CONCEIÇÃO DO VARADOR FILIAL DESTA MATRIZ DE AYRUOCA O PADRE JOAO GONÇALVES VIEIRA BATIZOU E POS OS SANTOS OLEOS A

INOCENTE JOAQUINA FILHA LEGITIMA DE MANOEL RIBEIRO GUIMARÃES E HELENA MARIA MARTINS. FORAM PADRINHOS JOSE DA COSTA RIOS, SOLTEIRO, E MARIA TEREZA TAMBEM SOLTEIRA. E PARA CONSTAR MANDEI FAZER ESTE ASSENTO QUE ASSINEI ERA UT SUPRA O VIGARIO JOAO DE RESENDE COSTA.”

O padre João de Rezende Costa é parente do José de Rezende Costa que participou da Inconfidência Mineira.

 

 

Cópia do acento de batismo da Madrinha da Serra

Cópia que está em seu Processo de Casamento, em Franca-SP

Processe de Casamento feito no ano 1809

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O assento original de BATISMO AMPLIADO da MADRINHA DA SERRA que realmente está na folha 32 verso, com diz a transcrição acima:

batismomadrinhadois ampliado

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É com emoção que conto a vocês estas estórias que os meus bisavôs e bisavós paternos contavam:

A História da MADRINHA DA SERRA, que viveu 103 anos bem vividos.

A MADRINHA DA SERRA NA TV

Até hoje, a TV Ribeirão, de Ribeirão Preto-SP

http://www.tvnetribeirao.com/,

A afiliada da Rede Globo, vai, à Patrocínio Paulista, entrevistar os irmãos Ferreira para contarem a história da Madrinha da Serra.

Uma parte da Fazenda da Serra ainda está com a família.

Isso depois de 200 anos de ter sido formada a Fazenda da Serra por Joaquina Custódia da Conceição, a MADRINHA DA SERRA.

Sobre o amor dos mineiros (na época, chamados de GERALISTAS) pelos seus escravos, o MARTINICO PRADO, Martinho Prado Júnior, que conheceu a Fazenda da Prata, e a chamou de EXUBERANTE FAZENDA DA PRATA, da  mãe da MADRINHA  DA SERRA, escreveu:

“”””””‘O cafeicultor e deputado estadual paulista Martinho da Silva Prado Júnior, (Martinico Prado), na sessão da Assembleia Provincial de São Paulo,  de 16 de março de 1882.

Condenando a proibição do comércio de escravos entre as províncias brasileiras, Martinico Prado relata, aos deputados paulistas, que muitos proprietários de escravos de Minas Gerais não queriam se separar de seus escravos, quando imigrassem para São Paulo:

Cquote1.svg Ato esse (proibir a venda de escravo para outra província) que, para os pequenos proprietários de escravos da Província de Minas, é o mais atroz possível, pois v. excelência não ignora que o sertanejo mineiro estima e se torna afeiçoado ao seu escravo que se torna parte integrante de sua família, tributando-lhe pronunciada afeição. Relata então o que ouviu de mineiros que queriam vir para São Paulo e desejavam poderem trazer seus escravos: Tenho recebido pedidos instantes, súplicas pungentes, acompanhadas até de lágrimas, para que eles (os escravos) possam vir para esta província (São Paulo) dizendo: “Faça com que a Assembleia paulista nos abra as portas das províncias para não sermos obrigados à miséria ou a vendar aqueles que criamos desde a infância”.! Cquote2.svg
— Martinico Prado

[6]

FAZENDA DA PRATA BATATAIS-SP E BRODÓSQUI-SP ONDE A MADRINHA DA SERRA PASSOU A SEGUNDA INFÂNCIA E A SUA JUVENTUDE

FOTO DA NASCENTE DO RIBEIRÃO DA PRATA COM MUITA ÁGUA, E, MUITO PRESERVADA, na EXUBERANTE FAZENDA DA PRATA:

Hoje, a nascente está na Fazenda MORADA DA PRATA, cuja entrada é na Rodovia Dr. Altino Arantes, entre Batatais-SP e Altinópolis-SP.

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EU PEGUEI ÁGUA LIMPINHA NA NASCENTE DO RIBEIRÃO DA PRATA: ENCHI UMA GARRAFA

A FAZENDA DA PRATA ( em 2000 +- dividida em chácaras), Morada da Prata onde fica:

Região da Terra Roxa na Mogiana

Quando a Madrinha da Serra chegou lá com sua mãe, em 1805, ainda pertencia à Vila de Mogi Mirim.

Em 1806, as terras passaram a pertencer à nova Freguesia de Franca-SP. Em 1816, passou a pertencer à nova freguesia de Batatais-SP, onde o primo Germano Alves Moreira construiu a Igreja Matriz.

Terra super boa para cultura – Atualmente planta-se cana-de-açúcar, e, parte é a Zona Urbana de Brodósqui-SP e de Batatais-SP

Nascente de Rio é a coisa mais pura e  linda da Natureza:

As casas eram sempre perto das nascentes, provavelmente, a casa onde a Madrinha da Serra passou a infância é aqui pertinho.

Aqui conhecemos as duas velhinhas do Norte que moraram desde crianças da Fazenda Morada da Prata. Isto lá por 2.007.

Encontro inesquecível; com mais de 80 anos, capinavam a nascente. Depois que faleceu uma delas, a nascente começou a ficar cheia de mato.

Pena que não tiramos foto, nem gravamos.  Uma era cega. Diziam que o pai delas, muito bravo, não as deixaram namorar nem casar.

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A CARTA DE SESMARIA da FAZENDA DA PRATA, em BATATAIS-SP, onde HELENA MARIA MARTINS, e, sua filha MADRINHA DA SERRA foram dos primeiros moradores, puro sertão ainda:

A descrição é fácil de entender:

Subindo o Ribeirão Batatais, ficava a testada (a frente da sesmaria), os fundos, descendo o Ribeirão da Prata até perto do Rio Mogi Guaçu, ia, portanto de Batatais-SP, passava por Brodósqui-SP, cidade que surgiu em terras dos netos da Madrinha da Serra….”

LEIA A CERTIDÃO DA SESMARIA DE HELENA MARIA MARTINS, mãe da MADRINHA DA SERRA:

E a Sesmaria do marido da MADRINHA DA SERRA, o Antônio Alves Ferreira.

Tudo indica que ele conseguiu esta sesmaria em nome da Madrinha da Serra, pois sua irmã e sua mãe e irmãos conseguiram sesmarias por ali serem pioneiros também.

Esses heróis pioneiros que chegaram a Batatais-SP, por volta de 1800, conseguiram as sesmarias de terras em 1815.

Provaram que cultivaram a terra e conseguiram a documentação das terras, só depois de provarem que a cultivaram e ali residiam.

A irmã da Madrinha da Serra, a Custódia Maria do Sacramento também ganhou uma sesmaria da Fazenda da  Prata.

E DIZ a Carta de Sesmaria:

ONDE SE ACHAM ARRANCHADOS HÁ DEZ ANOS:

O original destas cartas de sesmaria estão no Arquivo Público do Estado de São Paulo.

CLIQUE; VAI ABRIR, FICAR MAIOR:

então CLICA DE NOVO, E, FICARÁ, BEM GRANDE, a foto:

O Arquivo do Estado de São Paulo certifica…..”que revendo o livro……..

SESMARIA DO MARIDO DA MADRINHA DA SERRA, Fazenda da Prata

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INFÂNCIA E JUVENTUDE DA MADRINHA DA SERRA

A extensa e exuberante Fazenda da Prata foi desmembrada várias vezes pelos  herdeiros, mas existiu ainda uma parte com este nome, a parte que teve um pedaço desapropriado para criar a povoação que hoje é Brodósqui-SP,, ainda tinha este nome e sede até o ano 2.000, mais ou menos, quando o último dono a loteou em chácaras.

Brodósqui-SP foi construída em terras desapropriadas da Fazenda da Prata por volta de 1890.

Eu visitei e fotografei onde era mais provável de ter sido a sede primitiva, na nascente do Ribeirão da Prata, onde hoje se chama  FAZENDA MORADA DA PRATA, em Batatais-SP.

SESMARIA DA MÃE, DE UM IRMÃO, E, DE UMA IRMÃ DA MADRINHA DA SERRA

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Vou estudar com profundidade os processos de doação, e, de divisão de terras da Fazenda da Serra, que estão no Arquivo Histórico Municipal de Franca-SP, onde nos ajuda, a maravilhosa Viviane e nos foi fundamental o finado genealogista Wanderlei dos Santos.

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MAPA DA NOSSA AMADA REGIÃO do Sertão do Rio Pardo, interior do Estado de São Paulo – Brasil

Franca-SP e região

No nosso tempo:

A Vila de Mogi Mirim-SP, que era enorme, contendo a Freguesia de Casa Branca, Freguesia do Bom Jesus da Cana Verde dos Batatais, (hoje, Batatais-SP), e, Freguesia da Franca:

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À Direita da foto, em pontilhado, a Velha Estrada que vinha de São Paulo para Goiás, a Velha Estrada do Anhanguera, e que passava por Casa Branca-SP, Batatais-SP, (F. do Sr. Bom Jesus da Cana Verde),  Franca-SP e Uberaba-MG

No mapa, abaixo, estão assinalados, a Fazenda da Prata, da Serra, Canoa,s e Macaúbas, respectivamente de HELENA MARIA MARTINS (mãe da Madrinha da Serra),  da Madrinha da Serra, do genro da madrinha TENENTE ALBINO NUNES DA SILVA, e a fazenda de ANTÔNIO ALVES DE GUIMARÃES, sogro da Madrinha da Serra (o Sítio das Macaúbas, perto do ribeirão do mesmo nome, e, perto do Rio Sapucaí-Mirim).

A região da sede do Sítio das Macaúbas ficou para o patriarca dos Faleiros de Franca-SP, Sargento-Mor José Justino Faleiros, e em 1990 estava com o Vicente Faleiros.

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Fomos Pioneiros na Estrada do Anhanguera

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COMO CHEGAMOS AQUI:

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O Português de Guimarães, pai da Madrinha da Serra

O PAI DA MADRINHA DA DA SERRA MORREU QUANDO A MADRINHA ERA MENINA DE 12 ANOS MAIS OU MENOS

No inventário aberto em 1817, diz-se que morreu em Minas Gerais por volta de 1795.

Logo depois, a mãe da Madrinha da Serra seguiu viúva para o sertão.

O pai da MADRINHA DA SERRA, o vimaranense Manuel Ribeiro de Guimarães, era de uma cultura tremenda.

Ele era um grande cartógrafo. Ele desenhou importantes mapas de caminhos das “Minas Geraes” manuscritos. Participou das expedições aos quilombos famosos de Minas Gerais que atacavam os viajantes na Picada de Goiás.

Nos dois PDF abaixo, tem desenhos feitos por ele, feitos pelo pai da Madrinha da Serra:

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Assento de Casamento dos pais da Madrinha  da Serra:

Nota: Hoje, Golães pertence ao Concelho de Fafe, Distrito de Braga

AOS VINTE DIAS DO MÊS DE FEVEREIRO DE MIL SETECENTOS E SETENTA E CINCO NA CAPELA DA SENHORA DO PORTO DO TURVO FILIAL DESTA MATRIZ DA SENHORA DA CONCEIÇÃO DA AYRUOCA ASENTEI DE LICENÇA MINHA COM PROVISÃO DO REVERENDO DOUTOR VIGÁRIO DE VARA PELA HUMA HORA DA TARDE O PADRE MATHEUS PINTO DE ANDRADE CAPELÃO DA DITA CAPELA O SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO QUE EM SUA PRESENÇA CELEBRARÃO MANOEL RIBEIRO GUIMARÃES FILHO LEGÍTIMO DE ANTÔNIO RIBEIRO E ANA GONÇALVES NATURAL E BATIZADO NA FREGUEZIA DE SÃO LOURENÇO DE GULAENS, TERMO DA VILA DE GUIMARÃES, ARCEBISPADO DE BRAGA E HELENA MARIA MARTINS BATIZADA NESTA FREGUEZIA DA AIRUOCA FILHA LEGÍTIMA DE FRANCISCO VAZ E JOANA MARTINS, LOGO LHE LANÇOU AS BENÇÕES NA FORMA DO RITUAL ROMANO E “CONSTITUIÇÕES DESTE BISPADO”. SENDO A TUDO PRESENTES AS TESTEMUNHAS DOMINGOS DE MACEDO E MATIAS DA SILVEIRA E PARA CONSTAR FIZ ESTE ASSENTO. AYRUOCA ERA UT SUPRA. O VIGÁRIO  JOSÉ JUSTINO DE OLIVEIRA GONDIM”.

Nota: A Freguesia de São Lourenço de Gualaens hoje se chama Freguesia de Golães, e, fica, atualmente, no Concelho de Fafe, próximo à Guimarães, primeira capital de Portugal, de onde também veio para o Brasil, o sogro da MADRINHA DA SERRA.

Golães de onde nasceu o pai da Madrinha da Serra em Portugal

A Paróquia de São Lourenço de Golães, ou Gulães, era vigararia da apresentação do Convento de Santo Tirso, no termo de Guimarães.

Segundo a “Estatística Parochial” (1862) foi abadia por algum tempo e passou, mais tarde, a reitoria.

Pertenceu ao concelho de Guimarães, passando para o Concelho de Fafe por decreto de 31 de Dezembro de 1853. É paróquia da Diocese de Braga.

Genealogia vem de Gene

Há um gene que só nós portugueses temos.

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para velho

 

Concelho de FAFE, TERRA DO PAI DA MADRINHA DA SERRA,

TEM UMA DAS CASAS MAIS ORIGINAIS DO MUNDO:

CASA DO PENEDO EM FAFE

casa do penedo fafe

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Freguesia de GOLÃES

Aqui sobre a Paróquia, (na Freguesia de Golães), em que o pai da MADRINHA DA SERRA FOI BATIZADO:

Infelizmente, não consegui encontrar o assento de Casamento, nem o assento de Batismo deles, em Golães.

Em Portugal se diz paróquia no religioso – Na divisão política é freguesia.

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https://pt.wikipedia.org/wiki/Gol%C3%A3es

Golães é uma freguesia portuguesa do concelho de Fafe, com 4,7 km² de área[1] e 2 135 habitantes (2011)[2]. Densidade: 454,3 hab/km². Está situada na margem direita do rio Vizela, afluente do Ave, que a separa da freguesia sede, Fafe. Faz fronteira com as freguesias de Fornelos, a Nascente; Passos, a Norte; Arões (S. Romão), a Poente; e numa pequena parte com Cepães, a Sul.

O povoamento do território de Golães deverá ser bastante remoto, apesar de no levantamento arqueológico de 1983, efetuado por Henrique Regalo, não constarem no local vestígios de remotas ocupações, limitando-se o referido autor a registar duas pontes e alegadas vias medievais: a Ponte de Bouça ou de S. Gidos e a de Barroco.

O topónimo “Golães” é um derivado do baixo latim “(campus) Goulanus”, ou seja “o campo de Goula”, fazendo referência a um possível povoador ou senhor destas terras.

A primeira referência documental a esta freguesia, data de 1014 e trata da doação efetuada por Ramiro II de Leão ao Mosteiro de Guimarães, onde se inclui o “Mandamento de Arones cum Varzanella et Golanes et Quintianes”, não sendo possível através deste documento, comprovar se já existiria a paróquia. Esta surge nas Inquirições de 1220, com um orago diferente do actual: ”ecclesie Sancte Ovaye de Golaes”. A alteração do orago ter-se-á dado entre 1320 e 1528, surgindo nesta data, como “São Lourenço de Gulães”.

No campo eclesiástico, a paróquia pertenceu inicialmente a D. Sancha Paes, por doação de D. Afonso Henriques, em 1175; posteriormente, esteve na posse do Mosteiro de Santo Tirso, alegadamente a partir de 1253.

No que se refere ao património cultural e edificado, destacam-se nesta freguesia: as Pontes medievais de S.Gidos e de Barrôco, a Fonte de Degojo, a Igreja Paroquial, a Capela de Nossa Sra de Fátima – Varziela e a Capela de Santo André, o sarcófago e o Museu Hidroeléctrico de Santa Rita, som equipamentos e materiais de 1914, considerada uma relíquia da arqueologia industrial.

O artesanato é ainda uma das atividades de destaque, o que revela o interesse da população pelos seus costumes, sendo a pirotecnia e a manufactura dos chapéus, os ofícios mais enraizados na sua cultura.

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Como é, hoje, a nossa terrinha em Portugal, de onde veio o pai da MADRINHA DA SERRA:

FREGUESIA DE GOLÃES – CONCELHO DE FAFE hoje:

no nosso tempo era do Concelho de Guimarães, Distrito de Braga, Portugal

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Veja mais sobre o Concelho de Fafe, Distrito de Braga, Portugal, aqui:

http://www.cm-fafe.pt/noticias-geral

15 razões para quem não é português como nós amarem a terrinha.

Nós amamos porque somos da terrinha, aquilo tudo é nossa vida… fomos nós que construímos Portugal e depois construímos o Brasil…….. O Terra Amada…

Nós amamos Portugal pois ali vivemos felizes por séculos nas nossas aldeias, no país mais pacífico e puro do mundo. Que coisa melhor no mundo que é ser Português do Brasil?

1. A praia da Ponta da Piedade foi considerada pelo jornal Huggington Post como a mais bela do mundo.

2. O canhão da Nazaré é o melhor local do mundo para fazer surf.

3. Segundo a revista Wine Spectator, o melhor vinho do Mundo em 2014 é Português.

4. O Alentejo foi eleito a melhor região vinícola do mundo em 2014.

5. O jornal americano USA Today elegeu este ano Portugal como o melhor país da Europa, destacando a riqueza da história, música, paisagens, fado e aldeias e vilas pitorescas.

6. É considerado o melhor destino do mundo para praticar golf.

7. O fado, música típica lisboeta, é património mundial da UNESCO.

8. Lisboa foi ditinguida como uma das cidades com melhor arte urbana do mundo.

9. Portugal está recheado de aldeias e vilas encantadoras e charmosas. Uma dessas aldeias, Sortelha, foi considerada uma das mais belas do mundo.

10. Um estudo do TripAdvisor com mais de 50.000 entrevistas a turistas destaca os portugueses como os mais acolhedores do mundo.

11. A culinária é cada vez mais distinguida e reconhecida e em 2014 foram vários os restaurantes a ganhar estrelas Michelin.

12. Os doces são muitos e variados. Cada cidade ou vila possui um doce típico e todos eles são saborosos.

13. O clima é ameno e o Sol é garantido em quase 300 dias por ano.

14. Portugal possui grandes referências na arquitectura e acumula prémios no design de hotéis e edifícios culturais.

15. Centenas de castelos, palácios e museus que testemunham a grandiosa história do País.

Nota: Aiuruoca-MG, onde nasceu a MADRINHA DA SERRA, é a cidade das CACHOEIRAS:

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A Madrinha da Serra, Joaquina Custódia da Conceição, nasceu em 1782, na Paragem da Capela do Varadouro, às margens do Rio Aiuruoca, pertencente a uma pequena Freguesia chamada Aiuruoca na Capitania das Minas Gerais dos Cataguases. Era uma Geralista, portanto, como se dizia na época.

A Fazenda Varadouro ainda existe e fica a esquerda próximo ao Rio Baependi, na divisa entre Aiuruoca-MG e São Vicente de Minas-MG.

A Freguesia de Aiuruoca-MG é vizinha do Curato do Turvo, hoje Andrelândia-MG, onde nasceu sua mãe – A nossa querida avó HELENA MARIA MARTINS.

AIURUOCA é um lugar cheio de cachoeiras, mas de vida muito dura, naquele tempo, quando se dizia, dos pioneiros, que MORRIAM DE FOME COM UMA ESPIGA NA MÃO.

Naquele ano de 1782, o ouro já era pouco, e VOVÓ HELENA MARIA MARTINS E A MADRINHA DA SERRA viveram a chamada:

“A DECADÊNCIA DAS MINAS E A FUGA DA MINERAÇÃO”.

Leiam o livro: “A DECADÊNCIA DAS MINAS E A FUGA DA MINERAÇÃO“, de Waldemar de Almeida Barbosa.

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Conheci o Velho Barbosa; ele ensinou-me muito muito

Sobre a mineração leia “Cultura e opulência do Brasil por suas Drogas e Minas” do Antonil – Mostra nossos avôs heróis no sertão de Minas Gerais passando fome porque tinha muito pouco alimento nos morros difíceis de plantar – “”morriam de fome com uma espiga na mão”.

Leia também de Miran de Barros  Latif – “”As Minas Gerais””‘ – que conta detalhado como faiscar ouro em um córrego.

Ficou da Minas Colonial o luxo de Ouro Preto mas isso acontecia no final perto de 1800 em 3 ou quatro lugares – O resto era roça pobreza – Essa nossa vida. Quando em 1732, nosso avõ Manoel Moreira de Meireles era importante vereador governando Vila do Ouro Preto, não tinha aquele luxo das novelas.

O que você vai ler abaixo é exatamente o contrário do que você assiste nas novelas de época das 18:00 horas da Rede Globo.  Você assiste mas jamais deveria assistir:

O que você lerá abaixo, foi escrito pelo francês Saint-Hilaire que visitou muitas fazendas antigas, especialmente o pobre casebre em que morava o CAPITÃO JOÃO QUINTINO DE OLIVEIRA, nosso tio e irmão do CAPITÃO DOMINGOS:

A propriedade de CACHOEIRINHA, situada um pouco antes de TAMANDUÁ, tem três léguas de comprimento por duas de largura.

Vi aí uma quantidade considerável de gado vacum, de porcos e carneiros.

Seu proprietário, o Capitão-Mór JOÃO QUINTINO DE OLIVEIRA, vendera nesse ano, no Rio de Janeiro, porcos no valor de dois contos de réis.

Era um homem educado e cuja mesa atestava de sobra a sua riqueza.

Não obstante a casa que ocupava era quase tão mal cuidada e modesta quanto as que eu vira em todas as outras fazendas.

Ficava situada, como as senzalas, ao fundo de um vasto terreiro e rodeada por mourões que tinham a grossura de uma coxa e a altura de um homem, tipo de cercado muito em uso na região.

Da varanda, bastante ampla, em cuja extremidade fora erguido um pequeno oratório passava-se para uma grande peça coberta de telhas-vã e de paredes sem caiação, cuja mobília constituía-se em alguns bancos de madeira, tamboretes forrados de couro e uma enorme talha com um caneco de ferro esmaltado para retirar a água.

Os poucos quartos que davam para esta sala eram pequenos e não apresentavam mobiliário mais variado.”

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A fazenda e as senzalas, em Minas Gerais, também são descritas de maneira bem diferente de “Casa Grande e Senzala”, pelo viajante francês Auguste de Saint-Hilaire, em seu livro “Viagens às Nascentes do Rio São Francisco”:

Depois de Tamanduá Itapecerica (Minas Gerais), já nos limites do Sertão, as casas da sede das fazendas se compõe de várias edificações isoladas, mal construídas, no meio dos quais dificilmente se distingue a residência do proprietário. Citarei a de Dona Tomásia: a propriedade era de extensão considerável e vi, aí, vários escravos, gado vacum e nomerosos porcos. Entretanto, em meio a várias casinhas que serviam de celeiros e senzalas, a dona da fazenda ocupava uma miserável cabana construída sem os mínimos requisitos de estética e conforto, cujo mobiliário consistia apenas numa mesa e alguns bancos rústicos.”

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A dureza na época, além dos índios, onças, cobras, malária, era os quilombos:

A violência dos quilombolas, em Minas Gerai,s foi assim descrita por Luíz Gonzaga da Fonseca, no seu livro “História de Oliveira”, na página 37.

Veja o caos provocado no Caminho de Goiás, a Picada de Goiás, pelo quilombolas do Quilombo do Ambrósio, o principal quilombo de Minas Gerais:

Não há dúvida que esta invasão negra fora provocada por aquele escandalosa transitar pela picada, e que pegou a dar na vista demais. Goiás era uma Canaã. Voltavam ricos os que tinham ido pobres. Iam e viam mares de aventureiros. Passavam boiadas e tropas. Seguiam comboios de escravos. Cargueiros intérminos, carregados de mercadorias, bugigangas, miçangas, tapeçarias e sal. Diante disso, negros foragidos de senzalas e de comboios em marcha, unidos a prófugos da justiça e mesmo a remanescentes dos extintos cataguás, foram se homiziando em certos pontos da estrada (“Caminho de Goiás” ou “Picada de Goiás”). Essas quadrilhas perigosas, sucursais dos quilombolas do rio das mortes, assaltavam transeuntes e os deixavam mortos no fundo dos boqueirões e perambeiras, depois de pilhar o que conduziam. Roubavam tudo. Boidadas. Tropas. Dinheiro. Cargueiros de mercadorias vindos da Corte (Rio de Janeiro). E até os próprios comboios de escravos, mantando os comboeiros e libertando os negros trelados. E com isto, era mais uma súcia de bandidos a engrossar a quadrilha. Em terras oliveirenses açoitava-se grande parte dessa nação de “caiambolas organizados” nas matas do Rio Grande e Rio das Mortes, de que já falamos. E do combate a essa praga é que vai surgir a colonização do território (de Oliveira e região). Entre os mais perigosos bandos do Campo Grande, figuravam o quilombo do negro Ambrósio e o negro Canalho.”

A LINDA HISTÓRIA DA MADRINHA DA SERRA É CONTADA DE MÃE PARA FILHA HÁ 8 GERAÇÕES

DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO

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A MARCHA PARA O OESTE nas Minas Gerais

Os geralistas buscaram no Oeste, Brasil Central, regiões menos povoadas e com terras boas, com menos serras, mais próprias para agricultura.

Essa “MARCHA PARA O OESTE”, foi feita, em caravanas, com dezenas de carros de bois.

Diversas famílias  marcharam de MINAS GERAIS (especialmente de Conselheiro Lafaiete-MG e região,  para o Sertão do Rio Pardo, e, formaram a FREGUESIA da FRANCA, em 1806, da qual, depois, desmembrou-se, em 1815, a FREGUESIA DO BOM JESUS DA CANA VERDE DOS BATATAIS-SP.

Sim, somente Vovó Helena, a Madrinha e seus irmãos, porque o pai da MADRINHA DA SERRA, o português de Guimarães, Manoel Ribeiro Guimarães, já havia falecido.

Que Coragem!!!

Sertão do Rio Pardo –

Sertão do Capim Mimoso –

Sertão da Vila de Mogi Mirim – Sertão Puro!

Vovó ganhou uma Sesmaria do Governo de São Paulo, em 1.815, depois de ter formado e desbravado junto com outros pioneiros, durante 10 anos, a Fazenda da Prata – perto de onde é, hoje, a zona urbana de Batatais-SP, a cidade dos presidentes da república, e, onde os ALVES FERREIRA foram gente importante na política, e, na Igreja.

A Fazenda da Prata ia até próxima do Rio Mogi Guaçu, próximo a Ribeirão Preto-SP.

Foi chamada por MARTINICO PRADO, o Martinho Prado Júnior, de:

A “Maginífica Fazenda da Prata“.

Abaixo, o texto do amigo Martinico Prado, o heroico empreendedor Martinho da Silva Prado Jr.

Mapa da Fazenda Morada da Prata, e à sua esquerda, onde ficava a última sede da Fazenda da Prata e a nascente do Ribeirão da Prata e este descendo para o Rio Mogi-Guaçu:

Bem encima da foto está a Nascente de Ribeirão da Prata, a sede da Fazenda Morada da Prata e a estrada de terra que em um km chega na Rodovia Altino Arantes SP 351 que liga Batatais-SP a Altinópolis-SP.

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ONDE ERA A Magnífica FAZENDA DA PRATA DESCRITA POR MARTINICO PRADO E QUE PARTE DELA DEU ORIGEM A Brodósqui-SP foi loteada em sítios por volta do ano 2000.

Aqui outro mapa, onde aparecem Brodósqui-SP, Batatais-SP, a Fazenda da Prata e a Fazenda Morada da Prata onde está a nascente do Ribeirão da Prata, local muito bonito de água pura.

Os locais são aproximados.

A nascente do Ribeirão da Prata é ao lado da moderna séde da Fazenda Morada da Prata em Batatais-SP, há um KM do asfalto para Altinópolis-SP (Rodovia Altino Arantes).

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A FAZENDA DA PRATA DANDO ORIGEM A BRODOWSKI-SP

De Brodowski-SP, no canto esquerdo, em baixo da foto, até à Fazenda Morada da Prata, no canto direito da foto, onde tem a nascente do Ribeirão da Prata é 7km, até a Fazenda da Prata 5,5km

“A POVOAÇÃO de Brodowski-SP nasceu ao redor de estação da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro na linha do Rio Grande que ia de Ribeirão Preto-SP a Franca-SP e Rifaina-SP.

A estação, inaugurada em 5/9/1894, foi chamada de Engenheiro Brodowski em homenagem ao inspetor geral da ferrovia, na época, e depois o nome foi simplificado. Foi construída com plataforma e armazém em terras da fazenda Belo Monte doadas para a Mogiana pelo fazendeiro Lúcio Enéas de Mello Fagundes.

Fazendeiros vizinhos apoiaram a iniciativa, que facilitou o embarque do café cultivado na região para o comércio.

Logo depois, em 1897, os fazendeiros contrataram o engenheiro Manoel Honório de Oliveira Pinho para organizar as primeiras ruas do povoado e os loteamentos na fazenda Belo Monte e na vizinha Fazenda da Prata de Américo José Ferreira.  Primo nosso dos Alves Ferreira.

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A aplicação de urbanismo na reforma e criação de cidades, com ruas e lotes alinhados, calçadas e praças, foi uma modernidade que acompanhou a chegada da riqueza do café, das máquinas a vapor e das ferrovias no Estado de São Paulo.

Os fazendeiros paulistas, que também tinham o poder político, se preocuparam com normas nas cidades, de construções, higiene, regulamentação de atividades e de costumes.

O povoado cresceu e, em 1902, era distrito de Batatais. Em 22/8/1913, Brodowski tornou-se município do Estado de São Paulo. ”

https://www.museucasadeportinari.org.br/exposicao-estacao-brodowski/brodowski.html

A imensa Vila de Mogi Mirim-SP, criada no tempo ainda da Capitania de São Paulo, lá por 1760, compreendia toda a Região da terra roxa até o Rio Grande, divisa com Minas Gerais.

Em 1800, no Caminho de Goiás surgem pousos, e vem posseiros povoar e produzir.

Sesmaria é um lote de terra que é só mato ainda; E neste lote, quem a ganha tem que construir tudo a partir do nada, sem ajuda nenhuma do Governo e sem Crédito Agrícola para formar sua Roça.

Fazendo parte, portanto, elas, das primeiras levas de Geralistas pioneiros na Estrada do Anhanguera. Isso, na virada de 1.800 anos do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Sim, eram, estes geralistas, que fizeram a “FUGA DA MINERAÇÃO”, conhecidos como os “Entrantes no Sertão do Rio Pardo”, na “Estrada do Anhanguera”.

Leiam os livros: “OS ENTRANTES DO SERTÃO DO RIO PARDO”, e,  “NA ESTRADA DO ANHANGUERA”.

Na Fazenda da Prata, faziam queijo, (tradição da família que chegou até a Vovó Chinica), e, criavam gado.

Ali, a Madrinha da Serra ficou até 1809, quando a Madrinha da Serra casou-se com seu vizinho ANTÔNIO ALVES FERREIRA, natural de Itaberaba-MG.

Não entendo porque a Madrinha da Serra casou, tão tarde, com 24 anos. O comum era a menina casar-se aos 14 anos de idade.

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Assento de casamento da Madrinha da Serra  

MILHARES DE DESCENDENTES DESTE CASAMENTO EM FRANCA-SP em 1809:

Aos nove dias do mês de janeiro de mil e oitocentos e nove annos conforme o Concilio Tridentino e Constituição se receberão em matrimônio em minha presença com palavras de mutuo consenso Antônio Alves Ferreira natural da Freguesia de Itaverava e Joaquina Custódia da Conceição da Freguesia de Airuoca, ambos do Bispado de Mariana, …. (receberão) as benções nupciais conforme o Ritual Romano, e sendo (testemunhas) Cláudio José da Cunha e José Locoronho de Paiva que comigo se assignarão. E para constar fiz este assento.

O Vigário Joaquim Martins Rodrigues.

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Assento de casamento da Madrinha da Serra, na Matriz de Franca-SP, em 9 de janeiro de 1809

Vovô Antônio Alves Ferreira era filho de outro sesmeiro, gente que trabalhou duro por anos e ai conseguiu do governo título de terra, em Franca-SP, ANTÔNIO ALVES DE GUIMARÃES, também natural de Guimarães, berço de Portugal.

Antônio Alves de Guimarães foi um dos fundadores, em 1806, da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Franca del Rey, atual Franca-SP.

Leia sobre Antônio Alves de Guimarães, sua mulher, e, sobre seus antepassados, em:

https://madrinhadaserra.com/os-alves-ferreira-em-franca-sp-e-batatais-sp-familia-do-esposo-da-madrinha-da-serra/

Da mesma cidade, na época Vila, do pai da Madrinha da Serra, e, é da mesma época dele, e, é provável que vieram juntos para o Brasil.

Sim, o pai da MADRINHA DA SERRA, (Manoel Ribeiro Guimarães), e o seu sogro, (Antônio Alves de Guimarães), eram conterrâneos; ambos da primeira capital de Portugal.

Ficou viúva em 1821. Casou-se uma segunda vez, e, ficou viúva de novo, em 1832.

Sem filhos do segundo casamento.

Formou a Fazenda da Serra, nessa época, e, a dirigiu até morrer, em 1885, com 103 anos de idade.

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LOCALIZAÇÃO da FAZENDA DA SERRA, no GOOGLE MAPAS:

Abaixo, a antiga Estrada para Ibiraci-MG, hoje estrada para o palmital, no X era o Cemitério onde tem até hoje uma Cruz no cafezal do Maranha.

No outro x perto da rodovia estadual Ronan Rocha ficava a casa da Madrinha da Serra

no espigão, divisor de águas, várias nascentes correndo para o norte, e, várias nascentes  correndo para o sul.

A Fazenda da Serra tem muita água, Excelente, portanto.

O cemitério fica em linha reta 1,5 km da casa da Madrinha da Serra.

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Assinalado em cruz, no mapa, o local onde era o cemitério, onde está até hoje a Madrinha da Serra e onde restou uma cruz e uma gueirova no meio do cafezal do Maranha do qual eu tirei foto

Origens de PATROCÍNIO DO SAPUCAÍ-SP, hoje PATROCÍNIO PAULISTA-SP, terra da Madrinha da Serra, dos Faleiros, e, que foi fundada por um MONTEIRO, irmão do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, e, chamado Joaquim Carlos Monteiro.

http://familianfaleiros.blogspot.com/2011/02/dados-historicos-sobre-patrocinio.html

e, leia a História de Patrocínio Paulista-SP aqui:

Foi um tio nosso João Carlos Monteiro, filho de José Monteiro de Araújo, (PATRIARCA DOS MONTEIRO DE FRANCA-SP, que teve 14 filhos – As filhas casadas nas melhores famílias de Franca-SP) que doou o terreno para a Igreja em volta da qual nasceu a cidade.

https://madrinhadaserra.com/historia-de-patrocinio-paulista-fundada-por-monteiros-onde-viveu-a-madrinha-da-serra/

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Eu conheci o Juiz Carlos Aberto que organizou este livro

Todo município deveria ter um livro deste

COMO ERA PATROCÍNIO PAULISTA QUANDO OS MONTEIRO DE ARAÚJO SAÍRAM DE LÁ PARA CONSTRUÍREM PENÁPOLIS-SP, POR VOLTA DE 1904, e depois chamaram os  irmãos que estavam em Uberaba-MG, os quais chegaram a Penápolis-SP, em 1912.

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Onde era a casa da Madrinha da Serra,  indo para Itirapuã-SP, uns 100 metros a esquerda do asfalto, na atual fazenda São Francisco, onde há alguns anos é que foram tiradas as pedras de sua fundação, fica num alto plano pouco acima de uma valo grande uma baixada, as casas tinham que ficarem perto de veio d´água, ali perto, ao lado teve uma olaria, quer dizer que tinha barro.

Em linha reta 500 metros,  na outra estrada de asfalto, antiga estrada para o Aterrado (hoje chamada Ibiraci-MG, no cafezal do Maranha, ficava o cemitério da Fazenda onde a Madrinha da Serra foi enterrada. Ver fotos acima de lá.

COMO É A REGIÃO DA FAZENDA DA SERRA EM 2016 – VAI SER DUPLICADA A RODOVIA, Rodovia Engenheiro Ronan Rocha (SP-345), QUE PASSA PERTINHO DE ONDE ERA  A CASA DA  MADRINHA DA SERRA na beira do Rio Sapucaizinho, lá por volta de 1820.

Bem mais fácil agora, bem diferente da comitiva de carros de boi pelas trilhas para ocuparem a Serra e a transformarem sem ajuda de governo em uma fazenda produtiva.

AGORA NO CONFORTO DE RODOVIA DUPLICADA

Hoje, QUE CONFORTO E que DIFERENÇA DO TEMPO EM QUE A MADRINHA DA SERRA CHEGOU, por volta de 1820, DE CARRO DE BOI, seguindo trilhas NO MATO.

 

O Governador de São Paulo,iniciou as obras de duplicação da Rodovia Engenheiro Ronan Rocha, a SP-345 entre os municípios de Itirapuã e Patrocínio Paulista. Também descerrou a placa da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ” Professora Selma Hilário dos Santos Brito” em Itirapuã. 06/04/2016 – Itirapuã – Foto: Eduardo Saraiva/A2IMG

Foto da Rodovia passando pela Fazenda da Serra

Início das obras de duplicação SP 345 e Inauguração de EMEB

 

 

Início das obras de duplicação SP 345 e Inauguração de EMEB

O Governador Geraldo Alckimin

Início das obras de duplicação SP 345 e Inauguração de EMEB

 

 

Início das obras de duplicação SP 345 e Inauguração de EMEB

 

 

A Fazenda da Serra hoje

Início das obras de duplicação SP 345 e Inauguração de EMEB

 

Quarta-feira, 06/04/16 – 13h02 Portal do Governo do Estado de São Paulo

Começam as obras de duplicação da SP-345, Rodovia Ronan Rocha, entre Itirapuã-SP e Patrocínio Paulista-SP,

passando em frente à FAZENDA DA SERRA, hoje, a frente chamada FAZENDA SÃO FRANCISCO.

Serão beneficiados mais de 22 mil habitantes; intervenção aumentará capacidade de tráfego e ampliará conforto do usuário…

Obras trarão como principal benefício para a região aumento na capacidade de tráfego, ampliando o conforto do usuário e o fluxo de veículos

Rodovia Engenheiro Ronan Rocha (SP-345) será duplicada – JÁ ERA DUPLICADA DE FRANCA-SP ATÉ PATROCÍNIO PAULISTA

Começaram as obras de duplicação da Rodovia Engenheiro Ronan Rocha (SP-345) entre os municípios de Itirapuã e Patrocínio Paulista.

Serão duplicados 9,5 quilômetros da SP-345, do km 10,5, em Itirapuã, ao km 20, em Patrocínio Paulista, com investimento de R$ 71,1 milhões, beneficiando uma população de mais de 22 mil habitantes. O governador Geraldo Alckmin acompanhou nesta quarta-feira (6) o início dos serviços.

“No viaduto de entrada, no trevo de Itirapuã acaba com aquela passagem em nível e nós passamos a ter uma grande obra de arte. Isso traz empresas e emprego para a região, que é o que o Brasil e São Paulo precisam. De outro lado é uma vacina para evitar acidente frontal porque ela duplicada não tem choque frontal, que é o tipo de acidente de maior gravidade”, disse o governador Geraldo Alckmin.

Além das obras de duplicação especificamente, a intervenção irá englobar as implantações de um dispositivo de acesso em desnível para o município de Itirapuã na altura do km 11,1; de dois dispositivos de retorno nos kms 13,95 e 16,1, ambos na altura de Patrocínio Paulista, e de nova ponte sobre o Rio Sapucaizinho, no km 18,8, também em Patrocínio Paulista.

Entre os benefícios para a região estão o aumento na capacidade de tráfego, ampliando o conforto do usuário e o fluxo de veículos. Também aumentará a segurança viária, um dos objetivos do Governo do Estado, como destaca o governador: “Nas rodovias concessionárias do estado nós tivemos uma redução de 23% de mortes no ano passado. Isso é muito importante porque houve uma redução de mortes de quase 1/4 nas rodovias concessionadas”. A duplicação da estrada é uma das principais ferramentas para a redução de colisões frontais e laterais, que ocorrem durante a realização de ultrapassagens indevidas, e traseiras, ocasionadas pela distração dos motoristas em casos de freadas bruscas, por exemplo.

A intervenção será realizada pela concessionária Autovias, com verba proveniente do pedágio, e  terá fiscalização e gerenciamento da Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo).

Do Portal do Governo do Estado

Leia, no link abaixo, os  nomes dos filhos e netos, e, de alguns bisnetos da Madrinha da Serra.

Por enquanto, neste  link, está só até os netos, e, alguns bisnetos:

5 palavras que definem o povo português, o mais internacionalista dos povos:

Será sempre difícil encontrar palavras que definam um povo onde cabem e existem sensibilidades e formas de estar muito diferentes, mas aqui fica a nossa lista.

Saudade: Diz a lenda que o termo foi cunhado na época dos Descobrimentos portugueses e do Brasil colónia, quando esteve muito presente para definir a solidão dos portugueses numa terra estranha, longe de entes queridos. Define, pois, a melancolia causada pela lembrança; a mágoa que se sente pela ausência ou desaparecimento de pessoas, coisas, estados ou acções.

Melancolia: Sigmund Freud, nos seus estudos sobre o superego, deparou-se com algo conhecido na época como melancolia. Segundo Freud, a melancolia assemelhava-se ao processo do luto, mas sem haver necessariamente uma perda (senão uma perda narcisista).

Fado: A palavra fado vem do latim fatum, ou seja, destino, é a mesma palavra que deu origem às palavras fada, fadario, e “correr o fado”. Uma explicação popular para a origem do fado de Lisboa remete para os cânticos dos Mouros, que permaneceram no bairro da Mouraria, na cidade de Lisboa após a reconquista Cristã. A dolência e a melancolia, tão comuns no Fado, teriam sido herdadas daqueles cantos.

Universalidade: O povo português espalhou-se cedo pelo mundo. Primeiro durante as descobertas, depois devido à emigração, sempre em busca de melhores condições de vida.

Hospitalidade: Durante séculos, os portugueses mantiveram contactos frequentes com as mais variadas culturas. Hoje, isso reflecte-se na nossa forma de acolher quem nos visita. Gostamos que os turistas se sintam como em sua casa.

A MADRINHA DA SERRA é a mãe de:

FILHA Lauriana Esméria Ferreira que é mãe de:

NETA Custódia Nunes que é mãe de:

BISNETA Maria do Carmo de Souza que é mãe de:

TRI-NETA Alcina Monteiro que é mãe de:

TRETA-NETA Alceu Júlio da Silveira que é o pai de:

QUINTO-NETO PAULO CÉSAR DE CASTRO SILVEIRA que escreveu este site

Aqueles que voltam para o Pai só morrem quando são esquecidos por aqueles que aqui eles geraram.

Genealogia de famílias portuguesas vindas para a Capitania de Minas Gerais, no Brasil.

E, que,  posteriormente, de Minas Gerais, no Brasil, seguiram para desbravar a Região de Batatais-SP, Franca-SP, o Sertão do Rio Pardo, e, depois, Oeste do Estado de São Paulo, também no Brasil.

Sem esquecer nosso amado Portugal de onde viemos.

O segundo marido da MADRINHA DA SERRA chamava-se Joaquim Ferreira dos Santos, também viúvo.

O seu segundo casamento ocorreu, em Batatais-SP, no dia 26/nov/1822.

Sem filhos deste segundo casamento. Ele faleceu em 1832. Foi casamento de dois viúvos.

Ela moradora em Franca-SP, provavelmente na Fazenda da Serra. O inventário do primeiro marido Antônio Alves Ferreira esclareceria se tinham a Fazenda da Serra quando ele morreu. O inventário de bens que ficaram de Antônio Alves Ferreira deve estar no Arquivo Municipal da Franca-SP

No mapa de população de 1824 já são moradores na Franca-SP, que já poderia ser na Fazenda da Serra.

Aqui o assento do segundo casamento dos viúvos:

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DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO

A linda História da Madrinha da Serra é passada de geração em geração há 134 anos, desde 1885, de mãe para filha e sua memória perpetua-se.

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O orgulho de ser sua filha, sua neta, bisneta, tri-neta, tetra-neta, penta-neta, sexta-neta e sétima-neta da MADRINHA DA SERRA

São 8 gerações de descendentes da Madrinha da Serra até 2019

AQUI COMEÇA OS MILHARES DE DESCENDENTES DA MADRINHA DA SERRA:

A Primeira Geração:

Filhos da Madrinha  da Serra

Filhos nascidos, entre 1810 e 1820,

estariam, hoje, 2019, com a idade entre 199 e 209 anos de idade

OS CINCO FILHOS DA MADRINHA DA SERRA

Idade deles no inventário da Madrinha da Serra, feito em 1.886, em Patrocínio Paulista-SP.

1- JOSÉ ALVES FERREIRA (José teve 12 filhos, que são netos da MADRINHA DA SERRA)

José Alves Ferreira, teve 12 filhos: José NASCIDO EM 1810.

– Joaquina Cassiana de Araújo, solteira, 54 anos em 1886, portanto nascida em 1832

– Maria Joaquina de Assunção, falecida, 10 filhos (Herdeiros da Madrinha da Serra então ai foram os 10 bisnetos.)

– Cândida Cassiana de Assunção. c/c José Antônio Pinto

– Helena Cassiana de Assunção, viúva

– Carolina Cassiana de Assunção, c/c José Rodrigues Moreira

– Francisco Alves Ferreira, casado

– Josefa Cassiana de Assunção, viúva

– José Alves da Silva, casado

– Mariana Cassiana de Assunção, solteira, 36 anos, nascida em 1850

– Joaquim Alves Ferreira, casado. (SERÁ ESSE QUE FOI DOUTOR EM BAURU-SP?).

– Maria Laudelina de Jesus, solteira, 32 anos, nascida em 1854

– Cândido Alves Ferreira, casado

 

2- LAURIANA ESMÉRIA FERREIRA (8 filhos que são netos da MADRINHA DA SERRA), NOSSA AVÓ: que seguiremos seus filhos e netos abaixo nesta página.

NASCIDA EM outubro de 1811 em Franca-SP.

Lauriana casou-se, FALTANDO 24 DIAS PARA COMPLETAR 16 ANOS DE IDADE,

Lauriana casou-se, em 01 de outubro de 1827, em Franca-SP, com o Tenente Albino Nunes da Silva, nascido em 1800 em Pará de Minas-MG, na época pertencente à Freguesia do Curral Del Rey (a a atual Belo Horizonte-MG).

O tenente Albino é filho legítimo do Manoel Nunes da Silva e Rosa Vitória de Gouveia, já falecida em 1827.  Temos uma página sobre esta família neste site.

Conheça nossos antepassados nestes gráficos e relatórios

GENEALOGIA DE LAURIANA ESMÉRIA FERREIRA

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GENEALOGIA DO VEREADOR DE FRANCA-SP TENENTE ALBINO NUNES DA SILVA

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Esta família é dos proprietários da Fazenda Cristal dos Nunes.

A filha do Tenente Albino e de Lauriana, a Custódia, casou-se na Família Souza, vizinhos e proprietários da Fazenda Cristal dos Souza.

Tenente Albino Nunes da Silva com +- 29 anos na lista de moradores de Franca-SP de 1829.

O Tenente Albino Nunes da Silva que foi vereador em Franca-SP nasceu no Morro do Mateus Leme Pará de Minas-MG.

Ver sobre a família do Tenente Albino Nunes da Silva, Nunes Gouveia, neste site.

Nome LAURIANA em homenagem à tia falecida de peste, aos 18 anos em 1813:

(((A Madrinha da Serra teve os irmãos Manoel Ribeiro Guimarães, Maria Justina Ribeira, Anna Esméria Ribeira, Joaquim Ribeiro Guimarães e Margarida Joaquina da Conceição.
Contudo encontrei mais três irmãos que faleceram solteiros em Franca devido a “febre podre”, todos faleceram em 1813. A febre podre foi uma epidemia que atingiu muitas famílias da época.
Eles eram:
José Ignácio Ribeiro, falecido em 20/04/1813 com 33 anos;
Antônio, falecido em 30/03/1813 com 15 anos;
Lauriana, falecida em 24/10/1813, com 18 anos.)))

Clic no link abaixo para ver a família do Tenente Albino, casado com Lauriana:

Mandas-me, Ó Rei, que conte declarando

De minha gente, a grão GENEALOGIA;

Não me mandas contar estranha história,

Mas mandas-me louvar dos MEUS A GLÓRIA.

BATISMO DA LAURIANNA QUE É FILHA da Madrinha da Serra

DA PRIMEIRA GERAÇÃO E QUE SEGUIREMOS SUAS FILHAS E NETAS, bis, tris, até 2019.

“”Aos vinte e cinco dias do mês de outubro de mil oitocentos e onze nesta freguesia de franca solenemente baptizei e puz os sanctos óleos a Laurianna filha legítima de Antônio Alves Ferreira e Joaquina Custódia da Conceição. Foram Padrinhos Manoel Ribeiro Guimarães (avô ou o tio homônimo) casado e Josefa Gomes Moreira (avó) mulher de Antônio Alves de Guimarães do que para constar fiz este assento O vigário Joaquim..””

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Batismo de Lauriana, filha da Madrinha da Serra, e, mãe de Custódia Nunes, que também é chamada Custódia Maria de Jesus,

E uma filha da Lauriana, a Custódia Nunes, foi a mãe dos 5 Nunes de Souza, que vieram para Penápolis-SP, casados com os 5 irmãos Monteiro de Araújo.

5 Nunes de Souza, filhos da Custódia Nunes, e, netos da Lauriana, bisnetos da Madrinha da Serra, casados com 5 Monteiro de Araújo

 

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Casamento de Lauriana, filha da Madrinha da Serra em 01 de outubro de 1827, em Franca-SP

Lauriana bem casada com um grande fazendeiro e importante político de Franca-SP da Família Nunes Gouveia, tradicional e  pioneira na Região.

O Tenente Albino Nunes de Souza é proprietário da Fazenda Canoas, vizinha da Fazenda da Serra da Madrinha da Serra, e já na Divisa com Minas Gerais. Sua família tinha a Fazenda Cristal dos Nunes.

CUSTÓDIA NUNES, filha de Lauriana e Albino, é que seguiremos nesta página, Ver abaixo. Custódia se casou com o Joaquim José Rodrigues de Souza, um vizinho da Fazenda Cristal dos Souza.

3° filho da madrinha da serra: MARIA ALVES FERREIRA (12 filhos que são netos da MADRINHA DA SERRA)

Maria Alves Ferreira, 12 filhos: NASCIDA EM 1812 ou 1813 (Aqui houve dificuldade de leitura do inventário, li pereira e outros ferreira, o marido de Maria Alves deve ser Pereira).

– Joaquina Custódia da Conceição, MESMO NOME DA MADRINHA da serra, c/c Joaquim Antônio dos Reis.

– José Alves Pereira, solteiro, 50 anos

– Maria Joaquina de Jesus, falecida,  viúva de Luvino José Francisco Pereira, 2 filhos.

– Antônio Alves Pereira, falecido, 3 filhos.

– Lauriana Alves Pereira, c/c José Diogo Pereira.

– Maria Cândida Ferreira, c/c Baldino Alves Ferreira.

– Francisco Alves Pereira, casado.

– Joaquim Alves Pereira, casado

– Silvestre Alves Pereira, falecido, 4 filhos.

– João Alves Pereira, viúvo.

– Umbelina Honória Ferreira, solteira, 38 anos.

– Custódia de Tal, c/c Herculano José de (Frurerca?)

 

 

4- filha da Madrinha da Serra: JOAQUINA CUSTÓDIA DA CONCEIÇÃO (5 filhos que são netos da MADRINHA DA SERRA)  ESTA TEM O MESMO NOME DA MADRINHA DA SERRA.

Tem o mesmo nome da sua mãe, a Madrinha da Serra

 Joaquina Custódia da Conceição, 5 filhos, NASCIDA EM 1812 OU 1813

– Antônio Custódio da Conceição, falecido, 7 filhos.

– Honório Alves da Silva, falecido, 1 filho.

– Maria Antônia da Conceição, falecida, c/c Belarmindo de Freitas, 3 filhos.

– Eufrasina Custódia da Conceição, c/c Antônio de Paula Coelho.

– Delfino Alves da Silva Capanema, casado.

5°- filho da madrinha da Serra – FRANCISCO ALVES DE ASSIS

Francisco teve 6 filhos que são netos da MADRINHA DA SERRA.

Casado com uma filha do Sargento Mor José Justino Faleiros o principal, o maioral de Franca-SP, tronco de todos os Faleiros da região.

O caçula, – Francisco Alves de Assis, teve 6 filhos. NASCIDO EM 1817, ficou órfão de pai muito criança ainda, (casado, em 15 de janeiro de 1841,  com Maria Justina de Jesus, filha de José Justino Faleiros). Seus descendentes estão no livro dos Faleiros, do Osório Faleiros da Rocha, da página 171 até a página 222, uma descendência numerosa.

– Custódio Alves Faleiros, casado

– Antônio Alves Faleiros, casado

– Maria Claudina c/c Francisco Antônio da Luz (ou de Souza)

– José Alves Ribeiro, casado

– João Faleiros de Assis, casado.

– Maria Carolina de Jesus, casada com Venâncio José do Nascimento.

Todos os filhos faleceram antes da MADRINHA DA SERRA falecer. Até netos já haviam falecido em 1885.

Seus herdeiros foram, então 43 NETOS e mais vários bisnetos, pois vários netos já eram falecidos quando a Madrinha da Serra morreu, em 1885, em Patrocínio Paulista-SP.

Madrinha da Serra seu pai de Guimarães na Terrinha Portuguesa com certeza, seu marido também tinha o pai nascido em Guimarães –

Lindo passeio pela terrinha nossa abençoada Portugal

A MADRINHA DA SERRA teve só 5 filhos, na década de 1810, pouco filho para os padrões do tempo dela, mas seus  filhos e netos tiveram eles mais de 10 filhos cada um, de maneira que, hoje, somos milhares de descendentes da MADRINHA DA SERRA.

PRIMEIRA GERAÇÃO: A Filha da Madrinha da Serra – A Lauriana

SEGUIREMOS, agora A FILHA LAURIANA ESMÉRIA FERREIRA, filha da MADRINHA DA SERRA. 

Nome em homenagem à tia Lauriana, irmã da Madrinha da serra, falecida com 18 anos em 1813.

A madrinha da Serra teve os irmãos Manoel Ribeiro Guimarães, Maria Justina Ribeira, Anna Esméria Ribeira, Joaquim Ribeiro Guimarães e Margarida Joaquina da Conceição.
Contudo encontrei mais três irmãos que faleceram solteiros em Franca devido a “febre podre”, todos faleceram em 1813. A febre podre foi uma epidemia que atingiu muitas famílias da época. Eles eram:
José Ignácio Ribeiro, falecido em 20/04/1813, com 33 anos;
Antônio, falecido em 30/03/1813 com 15 anos;
Lauriana, falecida em 24/10/1813, com 18 anos.

Lauriana Esméria Ferreira, (FILHA da MADRINHA DA SERRA), é da Primeira Geração.

Casou-se com o Tenente, e, Vereador de Franca-SP, ALBINO NUNES DA SILVA, em 1827. 

A lista de População de Franca-SP de 1829 dá o Albino Nunes da Silva como Branco (recém) casado de idade de 29 anos, e, dá sua esposa Lauriana Esméria Ferreira como branca casada da idade de 19 anos.

As datas são coerentes. A Vovó Lauriana nasceu em 1811. O vovô Tenente Albino teria nascido então em 1799 ou 1800 no Morro do Mateus Leme, Pará de Minas.

O tenente Albino da Fazenda Cristais dos Nunes e da Fazenda Canoas vizinha da Madrinha da Serra e na Fronteira de Minas Gerais com a atual Itirapuã-SP foi pessoa importante e vereador em Franca-SP. Sua Família dos Nunes e Gouveia também foi muito importante, dos velhos troncos francanos.

O original desta imagem está sob a guarda do Arquivo Público do Estado de São Paulo.

albino censo

morador 135 – Albino Nunes da Silva,  Masculino, 29 anos, Casado, Branco, vive da Lavoura,

Laurianna Esméria 19 anos casada branca. Ele 10 anos mais velho que ela.

O Tenente Albino Nunes da Silva é da importante família NUNES DA SILVA, Nunes Gouveia.

Leia sobre os NUNES DA SILVA, Nunes Gouveia:

 

Era proprietário da Fazenda Canoas, que é vizinha da Fazenda da Serra, e, perto do Garimpo das Canoas, hoje Claraval-MG e de Ibiraci-MG – A Fazenda da Serra.

Ele é dos Nunes, da Fazenda Cristais dos Nunes, também, próxima da Fazenda da Serra, onde hoje é Cristais-Paulista, parte de Franca-SP e de Ribeirão Corrente-SP.

A Fazenda do Cristal era imensa. Tinha a Fazenda Cristal dos Souzas, da família do genro do Tenente Albino Nunes da Silva, o Joaquim José Rodrigues de Souza que se casou com Custódia Nunes que seguimos aqui neste site.

O nome Laurina Esméria é uma homenagem à sua tia Ana Esméria, irmã da Madrinha da Serra.

 

SEGUNDA GERAÇÃO da Madrinha da Serra

 Netos da Madrinha da Serra – e, Filhos da Lauriana Esméria Ferreira

8, oito, Netos da Madrinha da Serra, que são filhos da Lauriana:

Nascidos, na Fazenda Cristal dos Nunes, e/ou Fazenda Canoas, Franca-SP, entre 1829 e 1845, estariam, hoje, 2019, com a idade entre 174 e 190 anos de idade.

Agora  os 8 (oito) FILHOS da LAURIANA ESMÉRIA FERREIRA (que é da Primeira Geração), os quais são NETOS DA MADRINHA DA SERRA.

SEGUIREMOS em detalhe APENAS A FILHA CUSTÓDIA, a número 5, que casou 5 dos seus filhos com MONTEIRO DE ARAUJO.

Lauriana e Albino, (primeira geração), tiveram de filhos: (segunda geração da Madrinha da Serra):

1-Major José Nunes Ferreira, casado,

2- Maria do Carmo Ferreira, falecida, 4 filhos,

3-  Antônio Nunes Ferreira, falecido, 4 filhos,

4- Helena Maria de Jesus, viúva, nome dado em homenagem à sua bisavó. Esta filha de Lauriana casou-se na Família Diniz Junqueira. Portanto, muitos dos Junqueiras são também descendentes da Madrinha da Serra.

5- Custódia Maria de Jesus, também Custódia Nunes de Souza, (c/c Joaquim José de Rodrigues de Souza), nossa amada avó. Nascida em 1843, em Franca-SP, provavelmente na Fazenda das Canoas, vizinha da Fazenda da Serra.

(((BEM!

Leia aqui a saga dos SOUZA TEIXEIRA e os RODRIGUES DA COSTA – A Família do marido da Custódia Nunes de Souza:

 

Aqui tem os 5 Monteiro de Araújo CASADOS com 5 Nunes de Souza, com 5 filhos da Custódia Nunes.

  ESTES SÃO ESTUDADOS EM DETALHES COM TODOS SEUS NETOS AQUI NESTA PÁGINA DA FAMÍLIA DA MADRINHA DA SERRA

Monteiro de Araújo c/c Bisneto(a) da Madrinha da Serra

5 filhos do Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900) com 5 filhos da Custódia Nunes de Souza – Custódia Maria de Jesus

1- Antônio c/c Mariana

2- João c/c Lauriana

3- Pedro c/c Ana Augusta

4- Carlos c/c Maria do Carmo

5- Ester c/c Joaquim

5 filhos da Custódia Nunes, Custódia Maria de Jesus, (neta da Madrinha da Serra) casados com 5 irmãos Monteiro de Araujo.

Aqui entram os  MONTEIRO DE ARAÚJO  na história da Família da Madrinha da Serra.

Veja mais sobre a família da Custódia, logo abaixo, é essa linha da família que seguiremos neste site daqui para frente,))

E o Tenente Albino e Lauriana ainda tiveram de filhos:

6- Francisco Nunes Ferreira, falecido, 4 filhos, que são netos da  Madrinha da Serra:

7- Claudina Custódia da Conceição, c/c José Antônio de Souza Costa, (Seria irmão de Joaquim José Rodrigues de Souza, marido da Custódia Nunes?, muito provável). Rodrigues porque neto dos Rodrigues da Costa, Pioneiros e heróis,

8- Vicente Nunes Ferreira, 38 anos, solteiro; esse ficou sendo o dono da Fazenda da Serra, por volta de 1910. Era Capitão.

PORTUGAL, o país que deu mundos novos ao mundo.

Visto do espaço e pela NASA, que continua nas estrelas a aventura do Infante, de Pedro Álvares Cabral e de Vasco da Gama.

mapa port

 

Continuação da SEGUNDA GERAÇÃO:  

Agora SEGUIREMOS somente a Custódia Nunes, Custódia Maria de Jesus

Nascida em, mais ou menos 1840 a 1843, na Fazenda do Cristal dos Nunes, em Franca-SP.

Casada em 1856 (ver abaixo) com mais ou menos 15 anos de idade.

(Custódia Nunes, NETA da MADRINHA DA SERRA, e, FILHA DE LAURIANA a qual é da Primeira Geração)

Custódia Nunes casou-se com JOAQUIM JOSÉ RODRIGUES de SOUZA.

Veja páginas sobre os Souza Teixeira, neste site:

Os SOUZA são também são uma família de pioneiros, em FRANCA-SP, descendentes do vereador, e, juiz de paz JANUÁRIO JOSÉ DE SOUZA, da Família Souza Teixeira.

Um homem muito rico, e, muito importante em Franca-SP.

Januário José de Souza é da época em que Franca-SP foi elevada à condição de Vila, em 1824. Foi juiz, vereador, era uma das cabeças pensantes de Franca-SP, nos bons tempos em que os vereadores governavam as vilas como ainda o fazem na terrinha, lá em Portugal.

Januário José de Souza, falecido em 1827, culto e juiz de Franca-SP, era proprietário da Fazenda dos Cristais, também dita Fazenda do Cristal.

A Família do Januário José de Souza, mais os Garcia Leal, é a família dos desbravadores e dos fundadores da região da primeira vila do Mato Grosso próxima à Província de São Paulo: SANTANA DO PARANAÍBA-MS.

Hoje, Paranaíba fica no Mato Grosso do Sul.

Amamos vovô Januário.

SABEMOS, COM CERTEZA, que os cinco filhos de Custódia Nunes, casados com 5 Monteiro de Araújo,  foram para Penápolis-SP.

Há outros Souza, em Penápolis-SP, que também que devem ser, também, parentes.

 

Ver sobre os Souza Teixeira, aqui:

OS NOSSOS SOUZA TEIXEIRA

Nosso tronco em Franca-SP, dos Souza é o Januário José de Souza, Vereador e Juiz, homem dos mais ricos e importantes entre os pioneiros da Franca-SP.

SEU PAI VEIO DE MARCO DE CANEVEZES, NORTE DE PORTUGAL.

A FAMÍLIA SOUZA TEIXEIRA que se uniu à família da MADRINHA DA SERRA – Origem dos NUNES DE SOUZA de Penápolis-SP:

Francisco de Souza Teixeira natural de Marco de Canaveses-Portugal, (c/c Rosa Maria de Jesus natural de Ouro Branco-MG), é o pai de:

JANUÁRIO JOSÉ DE SOUZA, (c/c Ana Luísa do Espírito Santo), é pai de:

João José de Souza Costa, (CASADO COM SUA PRIMA, a Mariana Cândida da Trindade), é pai de:

Joaquim José Rodrigues de Souza, (c/c Custódia Nunes, também chamada Custódia Maria de Jesus, neta da Madrinha da Serra),  é pai de:

7 BISNETOS DA MADRINHA DA SERRA de sobrenome NUNES DE SOUZA, 5 deles casados com 5 irmãos da família Monteiro de Araujo.

Nós seguimos, com detalhes, um filha do Joaquim José e Custódia, a MARIA DO CARMO DE SOUZA, bisneta da Madrinha da Serra, e, filha do Joaquim José Rodrigues de Souza.

Estes  5 irmãos NUNES DE SOUZA foram para Penápolis-SP, onde foram pioneiros e desbravadores, e, estão na página inicial deste site:

O GRANDE PROPRIETÁRIO DA FAZENDA DO CRISTAL dos Souza

Neste despacho dele como juiz, está sua letra. Quem sabe interpretar caligrafia pode conhecer seus traços de personalidade.

No inventário da primeira mulher do Januário Garcia leal Sobrinho, (sobrinho do 7 orelhas), que foi para o Mato Grosso do Sul, sendo um dos fundadores de Santana do Paranaíba-MS, (junto com alguns filhos do Januário José de Souza), tem um despacho do juiz, nosso amado avô JANUÁRIO JOSÉ DE SOUZA.

(eu li em Campo-Grande-MS, inventário em Paranaíba-MS do Januário filho, onde há preocupação dos herdeiros, na repartição dos escravos, em não se separar as famílias.)

Que orgulho deste nosso avô!

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Tanto Custódia Nunes, (também chamada Custódia Maria de Jesus), quanto seu marido Joaquim José Rodrigues de Souza, faleceram, na Fazenda dos Cristais, (hoje, em Cristais Paulista, e, em cidades vizinhas, já que era fazenda imensa).

Mas não a parte deles, que de tanto dividirem as terras do velho Januário José de Souza, falecido em 1827, sobrara uma merreca de terra para a Custódia e para o Joaquim José Rodrigues de Souza.

Isso mesmo: Eram vizinhos: Ele da Fazenda Cristais dos Souza, e, ela, da Fazenda Cristais dos Nunes. Dai o casamento de vizinhos. Tinha também os Cristais dos Garcia Lopes e os Cristais dos Valim.

Fica em Cristais Paulistas-SP e parte também quase vizinha da Fazenda da Serra me Patrocínio Paulista-SP.

SEUS FILHOS FICARAM  SENDO NUNES DE SOUZA.

5 NUNES DE SOUZA CASARAM-SE COM 5 MONTEIRO DE ARAUJO – É  o que esta página conta.

Existia a Fazenda Cristais dos Souza, Cristais dos Nunes, Cristais dos Garcia Lopes, e, Cristais dos Valim. Todas elas com processo de divisão de terras, no Arquivo Histórico Municipal de Franca-SP.

Casamento, em Franca-SP, 1856, de Custódia Nunes, (o padre registrou errado, o ano do casamento dela ou do seguinte).

 

Casamento, em Franca-SP, outubro de 1856, de Custódia Nunes de Souza, 

Algo a conferir aí – O casamento seguinte é de outubro de 1857.

Aos vinte e oito de outubro de mil oitocentos e cincoenta e seis annos nesta matriz da Franca depois de proclamados e sem impedimento as nove horas do dia em minha presença e com licença receberão em Matrimonio Joaquim José Rodrigues de Sousa filho legitimo do Capitão João José de Sousa Costa e de Donna Mariana Candida da Trindade E Custodia Maria de Jesus filha legitima do Tenente Albino Nunes da Silva e de Donna Laurianna Esmeria Ferreira naturais desta freguesia e lhes conferi as benções nupciais conforme o Ritual Rommano Testemunhas Pedro Bueno da Silva e Francisco de Paula Silva todos desta

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Tanto Custódia Nunes, (também  chamada Custódia Maria de Jesus), quanto seu marido Joaquim José Rodrigues de Souza, faleceram na Fazenda do Cristal. Os dois são filhos legítimos e naturais da Freguesia de Franca-SP.

Genealogia do João José de Souza Costa e de Mariana Cândida da Trindade

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mariana candida horizontal

mariana candida vertical

5 dos 7 filhos de José Joaquim de Rodrigues de Souza e da Custódia Nunes (também chamada Custódia Maria de Jesus) casaram-se com 5 filhos de JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO.  FORAM PIONEIROS EM PENÁPOLIS-SP:

MARIANA – LAURIANA – ANA AUGUSTA – MARIA DO CARMO – JOAQUIM – Bisnetos da Madrinha da Serra: TODOS CASADOS COM MONTEIRO DE ARAUJO.

4 Bisnetas e 1 bisneto da Madrinha da Serra, (filhas e filho de Joaquim José Rodrigues de Souza e de  Custódia Nunes (esta é neta da Madrinha da Serra).
5 FILHO(A)S DO CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO COM 5 FILHO(A)S DA CUSTÓDIA NUNES DE SOUZA

1-Antônio c/c Mariana

2-João c/c Lauriana

3-Pedro c/c Ana Augusta

4-Carlos c/c Maria do Carmo ESTA BISNETA DA MADRINHA DA SERRA SEGUIREMOS EM DETALHE ATÉ OS FILHOS DA PATRÍCIA LEME

5-Ester c/c Joaquim

 

Lembra muito o filme “7 NOIVAS PARA 7 IRMÃOS“.

O tronco dos Souza de Franca-SP da Fazenda do Cristal é o Januário José de Souza, dos Souza Teixeira, vindo de Conselheiro Lafaiete-MG, vizinho de Itatiaia-MG donde veio a mulher do Capitão José Monteiro de Araujo

E AQUI ENTRAM OS MONTEIRO DE ARAÚJO na FAMÍLIA DA MADRINHA DA SERRA.

NOSSA GENEALOGIA portuguesa com certeza:
“Ainda existirá a velha casa senhorial do Monteiro?
Meu sonho era acabar morando e morrendo
Na velha casa do Monteiro.”

 

O CAPÍTULO SOBRE OS MONTEIROS DE ARAUJO, NESTE SITE, É DEDICADO à Patrícia Leme, à todos que nos ajudaram: Wadinho, Mirtes, Maria Amélia, Marcília, Mandica, Nenê, Filó; e, à priminha da minha infância, a:
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Mônica Aparecida Sampaio Garcia Maschietto, filha da Laurinha, neta da Anita, bisneta da Laura, tri-neta do Antônio Monteiro de Araujo, tetra-neta do Coronel João Monteiro de Araújo(1820-1900),
penta-neta do Capitão José Monteiro de Araújo, sexta-neta do João Monteiro de Araújo(1723-1799), sétima-neta do Manoel Monteiro, oitava-neta da Mariana Monteira.
JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO (1723-1799)
O TRONCO DOS MONTEIRO DE ARAUJO NO BRASIL, ver abaixo, nasceu no Lugar da Monteira, da Freguesia de Santiago de Carreira e Refolhos

A portuguesa Mariana Monteiro, nasc. +- 1670 em São Paio de Guimarães?, é a mãe de:

O Português MANOEL MONTEIRO, nasc. em São Paio de Guimarães +- 1695, (c/c Izabel Antônia) é pai de:
O Português JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO,  nasc. 1723 em Carreira, Santo Tirso . fal. 1799, o avô, (c/c Ana Maria de Jesus) é pai de:
O português do Brasil (geralista -Mineiro) Capitão JOSÉ MONTEIRO DE ARAUJO (1785-1861) (c/c Maria Joaquina de Jesus (Pires de Morais) é pai de:
O português do Brasil (geralista -Mineiro) CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO, o neto, (1820-1900), (c/c Laura Cândida de Assunção) é o pai de:
16 filhos, nascidos entre 1843 e 1878,  dos quais 5 se casaram com bisnetas da MADRINHA DA SERRA, e, são estudadas, em detalhe, nesta página aqui da Família da Madrinha da Serra.
DE ONDE são OS MONTEIRO DE ARAÚJO EM Portugal:

 

Da Freguesia de São Paio de Guimarães, Mariana Monteiro passou para a Freguesia de Carreira, bem perto de São Paio, ver mapa abaixo, no Concelho de Santo Tirso, Distrito do Porto

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SÃO PAIO DE GUIMARÃES

São Paio é uma povoação portuguesa do concelho de Guimarães, Distrito de Braga, Portugal; com 0,46 km² de área[1] e 2.896 habitantes (2011)[2]. Densidade: 6.295,7 hab/km².

São Paio de Guimarães foi sede de uma freguesia extinta em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional, para, em conjunto com Oliveira do Castelo e São Sebastião, formar uma nova freguesia denominada União das Freguesias de Oliveira, São Paio e São Sebastião com a sede na Alameda de São Dâmaso em Guimarães.

São Paio, freguesia do concelho e comarca de Guimarães, distrito e arquidiocese de Braga. É a freguesia onde se situa o Largo do Toural, é a primeira expansão da vila de Guimarães, primeira capital da nacionalidade portuguesa, depois da Idade Média;

Freguesia comercial da vila de Guimarães por excelência. As suas ruas mais típicas são duas: A rua D. João I e a rua Francisco Agra (antiga rua de Santa Luzia). As suas origens são anteriores ao séc. XV. O seu orago é São Paio.

Freguesia de São Tiago da Carreira, Santo Tirso, Distrito do Porto

Carreira foi uma freguesia portuguesa do concelho de Santo Tirso, com 3,45 km² de área e 1110 habitantes (2011)[1]Densidade: 371,2 h/km².

Foi sede de uma freguesia extinta (agregada) em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional, para, em conjunto com Refojos de Riba de Ave, formar uma nova freguesia denominada União das Freguesias de Carreira e Refojos de Riba de Ave.[2]

A Freguesia de São Tiago da Carreira era curato anexo à abadia de São Cristóvão de Refojos e da apresentação do abade, no antigo concelho de Refojos de Riba Ave e antiga comarca do Porto.
Foi, depois, vigararia e, mais tarde, passou a reitoria independente. Antigamente, foi sede de um concelho, há muito extinto.
Em 1839 aparece no concelho de Refojos de Riba Ave e, em 1852, aparece já no concelho e comarca de Santo Tirso. Comarca eclesiástica da Maia – 3º distrito (1856; 1907). Segunda vigararia de Santo Tirso (1916; 1970).
MONTEIRO DE ARAÚJO – A NOSSA GENEALOGIA portuguesa com certeza:
João da Costa casado, por volta do ano de 1.690, na Freguesia de São Paio de Guimarães??, com Mariana Monteira.
João da Costa e Mariana Monteira viveram na Freguesia de São Paio de Guimarães, onde nasceu seu filho Manuel Monteiro;
Estando, João da Costa, em 1719, quando do casamento de Manoel Monteiro com Isabel Antônia em Carreira, o João da Costa já falecido, não sabemos se falecido em Carreira ou em Sampaio.
Assento do Casamento de MANOEL MONTEIRO com Izabel Antônia, na Freguesia de Santiago de CARREIRA, Concelho de Santo Tirso, Distrito do Porto, Portugal.
No assento, não é claro quem nasceu em Sampaio, se Manoel ou sua mãe, mas no assento de batismo de Maria neta de Manoel em Barbacena-MG fica claro que Manoel Monteiro é de Freguesia de São Paio, embora se declare que é a Sampaio do Bispado do Porto que deve ser erro do padre que escreveu o assento.
Casamento em 27 de maio de 1719.
A mãe declarada é Mariana Monteira.
 300 ANOS DESTE CASAMENTO em 2019
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MANOEL MONTEIRO e Isabel Antônia são os pais de:
JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO (1723-1799), o avô, (teve neto do mesmo nome que é nosso avô) filho LEGÍTIMO de Manoel Monteiro e de Izabel, nascido em 02/jan/1723 e batizado em 06/jan/1723.
JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO (1723-1799) nasceu no Lugar da Monteira, da Freguesia de Santiago de Carreira e Refolhos, (ver mapa abaixo), Antônia, Concelho de Santo Tirso, Comarca de Maia, Distrito do Porto. Portugal.
O Concelho de Santo Tirso É PERTO DE GUIMARÃES, DE ONDE SUA avó VEIO, mas fica no Distrito do Porto.
João Monteiro de Araújo, (1723-1900) natural da Freguesia de Santiago de Carreira, Concelho de Santo Tirso, como declara em seu casamento no Brasil, o que confere com este assento de batismo aqui:
Joam filho legitimo de manoel monteiro e de sua molher izabel antonio do lugar da monteira naceo aos dezoito dias do mes de janeiro e foi baptizado aos vinte e quatro dias do dito mes de janeiro do anno de mil setesentos e vinte e tres annos nesta…
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Aqueles que voltam para o Pai só morrem quando são esquecidos por aqueles que aqui eles geraram.

 

JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO, (1723-1799), casado, em Barbacena-MG, com Ana Maria de Jesus, falecido em Candeias-MG, é pai de:
Capitão JOSÉ MONTEIRO DE ARAUJO, (1785-1861), nascido em Conselheiro Lafaiete-MG, Barbacena-MG, ou Candeias-MG, em 1785, (c/c sua prima em primeiro grau, a Maria Joaquina de Jesus, esta é também da família Pires de Morais), e, é pai de:
CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO, o neto, nascido em Candeias-MG, (1820-1900),  (c/c Laura Cândida de Assunção), provável prima sua, (porque o pai de Laura é Pires de Morais também), é o pai de:
16 filhos. Tiveram o Coronel João Monteiro de Araujo e a vovó Laura Cândida de Assunção, (Pires de Morais) 16 filhos, dos quais 5 se casaram com 5 irmãos Nunes de Souza, (4 bisnetas da MADRINHA DA SERRA e um bisneto), e, são estudados, em detalhe, nesta página aqui da Família da Madrinha da Serra.
4 Bisnetas e 1 bisneto da Madrinha da Serra, (filhas e filho de Joaquim José Rodrigues de Souza e de  Custódia Nunes (esta é neta da Madrinha da Serra).
5 FILHO(A)S DO CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO COM 5 FILHO(A)S DA CUSTÓDIA NUNES DE SOUZA, neta da Madrinha da Serra.

Antônio c/c Mariana

João c/c Lauriana

Pedro c/c Ana Augusta

Carlos c/c Maria do Carmo

Ester c/c Joaquim

VER ABAIXO SOBRE O CORONEL  JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO (1820-1900) que dizia:

SE O DOM PEDRO II VIER À MINHA FAZENDA NÃO POSSO RECEBÊ-LO PORQUE MEUS ESCRAVOS COMEM À MESA COMIGO.

LAURA CANDIDA DE ASSUNÇÃO (Pires de Morais,) casada com o CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO nascido em Candeias-MG em 1820, este falecido na Fazenda Badajós, em Uberaba-MG em 1.900, no mangueiro, tratando porco.

A matriarca dos Monteiro de Araújo de Uberaba-MG e Penápolis-SP, a vó LAURA CANDIDA DE ASSUNÇÃO nasceu em 1829, casou-se com 13 anos somente de idade em 1842, e, teve o primeiro filho em 1843, quando tinha apenas 14 anos de idade. (Normal estas idades naquele tempo). Vó Laura Faleceu em Uberaba-MG em 1907, com inventário curto.

Vó Laura teve 16 filhos com o mesmo marido, naquele tempo não tinha separação, desquite, divórcio.

Vó Laura teve filho até 49 anos de idade em 1878, o Tio Néca, caçula, que foi para Trindade Goiás. Netos do Tio Néca ainda têm terras na Região da Fazenda Badajós em Uberaba-MG.  filhos do Tio Neca voltaram de Goiás depois de Passagem pelo estado do Tocantins. Tio Neca é nome da rua principal de Trindade-GO.

O filho mais velho o José Cândido de Araújo, viajante, boiadeiro, dos tempos da Colônia Militar do Degredo que foi o primeiro dos 8 filhos da vovó Laura a ir para Penápolis-SP. Uma destes irmãos ficou só 2 anos em Penápolis-SP e voltou para Uberaba-MG.

Queremos saber e reunir todos eles. Os que ficaram em Franca-SP, os que ficaram em Uberaba-MG com estes 7 que foram para Penápolis-SP – Todos juntos esta irmandade. Se você é descendente deles, destes 16, nos escrevam.

Aqui livro do José Gomide Borges sobre Candeias-MG donde veio os Monteiro de Araújo, do Ribeirão dos Monteiro, onde eram vizinhos dos Silveira Fernandes abaixo, para Franca-SP, no Morro Redondo, Mata, hoje no município de Itirapuã-SP.

E antes de Candeias-MG, os Monteiro de Araujo vieram de Barbacena-MG:

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Os 8 irmãos Monteiro de Araújo que vieram para Penápolis-SP são:

José Cândido, Antônio, Carlos, João, Pedro, a Ester, a Maria das Dores (Sadóca), e a Maria Cândida. 8 é METADE DOS FILHOS DA VÓ LAURA E DO VÔ JOÃO.

Muitos achavam que o mais antigo era o Antônio, vindo, entre 1904 e 1907, e que trouxe os outros irmãos e vendeu barato as terras para os irmãos no Lageado e Degredo.

Antônio veio de Franca-SP para Penápolis-SP em 1904, mas voltou, teve filhos em Franca-SP por volta de 1908; voltou para Penápolis-SP por volta de 1910 e depois foi para São Paulo-SP onde faleceu.

Mas foi o primogênito José Cândido, nascido em 1843, que veio primeiro, faleceu em Penápolis-SP em 1916.

E, A MAIS ANTIGA BISNETA DA MADRINHA DA SERRA, que sabemos, A VIR PARA PENÁPOLIS-SP foi a esposa do ANTÔNIO MONTEIRO DE ARAÚJO, que foi o segundo dos Monteiro de Franca-SP a vir para Penápolis-SP, a MARIANA NUNES DE SOUZA.

5 filhos do Coronel JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO, (1820-1900), CASARAM-SE COM FILHOS DA CUSTÓDIA NUNES, NETA DA MADRINHA DA SERRA.

O Coronel João Monteiro de Araújo (#Candeias-MG 1820 – +Uberaba-MG 1900) era casado com Laura Cândida de Assunção, também natural de Candeias-MG; ali nascida em 1829.

Os Monteiro de Araújo de Franca-SP, Uberaba-MG e Penápolis-SP se casaram com os NUNES DE SOUZA DA MADRINHA DA SERRA, tiveram netos que se casaram nas famílias Correia, Nunes, Gouveia, Souza, Béber, Leme, Goulart, Strogen, Barbosa Silveira, Marques, Delgado, Morais, Parente, Pires de Morais, Faleiros, e tanta gente de Franca-SP e Penápolis-SP, Uberaba-MG,

OS MONTEIRO DE ARAUJO QUE FORAM DE FRANCA-SP PARA UBERABA-MG ficaram de 1892 até 1912, 20 anos, tiveram filhos em Uberaba-MG e seguiram para Penápolis-SP.

Nota: Temos toda a Genealogia dos Pires de Morais na Página dos Monteiro de Araújo:

LER SOBRE OS MONTEIRO DE ARAÚJO neste site, nas páginas abaixo:

Assento  de BATISMO de LAURA CÂNDIDA DE ASSUNÇÃO, (Pires de Morais), mulher do Coronel JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO: mãe dos 8 Monteiro de Araújo que foram para Penápolis-SP, dos quais, 5 casaram-se com NUNES DE SOUZA.

Aqui neste PDF, use o CTR-F para achar o João Monteiro de Araújo fal. em 1799; casado com Ana Maria de Jesus (da Família Pires de Morais) – seu filho José Monteiro de Araújo também se casou com uma provável prima sua, uma Pires de Morais, filha do Joaquim que aparece neste PDF, a Maria Joaquina de Jesus (Pires de Morais) .

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Laura é filha de Antônio Pires de Morais e de Mathildes Cândida de Assunção:

O  apelido Cândida de Assunção, portanto, veio da mãe da Laura, e, passou para a filha Persília Cândida de Assunção, minha bisavó.

Até, é provável, que a mãe de Mathildes também fosse uma Cândida de Assunção.

(E como a mãe do João Monteiro de Araújo é Pires de Morais também é provável que João e Laura são primos.)

Já descobrimos que os pais do Coronel João Monteiro de Araújo são primos em primeiro grau.

A data de 1829 do batismo bate com a idade declarada no óbito em 1908, (78 anos), em Uberaba-MG, onde tem inventário.

“”Aos doze de julho de 1829, na capela de Candeias, filial desta matriz de Campo Belo, o Reverendo Luis Carlos da Silva Rodarte batizou solenemente a LAURA, filha legitima de Antônio Pires de Moraes e Mathildes Cândida de Assumpção, foram padrinhos Manoel Pires de Moraes e Joaquina Maria de Jesus, de que para constar fiz este assento. O vigário encomendado Joaquim…””

É provável que João e Laura sejam primos em primeiro grau pois a mãe do  João Monteiro de Araújo é Pires de Morais também.

Assento  de BATISMO de LAURA CÂNDIDA DE ASSUNÇÃO, provável prima do Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900), seu marido.

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Muito provavelmente  João Monteiro e Laura são primos em primeiro grau, pois Laura é filha de Antônio Pires de Moraes, e Mathildes Cândida de Assumpção.

Ao que tudo indica, este Antônio Pires de Morais é filho de Joaquim Pires de Morais, portanto, irmão da mãe do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, a MARIA JOAQUINA DE JESUS.

Nota: Sabe-se que esta família Assunção esteve em Piumhi-MG, como tantas outras que foram para Franca-SP.

O apelido Assunção tem desde 1770 em Candeias-MG.

Ali, mudaram o sobrenome Assunção. Muitos deles foram para o Triângulo Mineiro, onde eu procuro a pista deles.

Como há muitos Assunção, temos dúvidas. É um nome religioso como Jesus, de Jesus, e que passou de mãe para filha por gerações.

Vamos procurar, o batismo e o casamento de MATHILDES CÂNDIDA DE ASSUNÇÃO na Freguesia de Itatiaia, do Termo da Vila de Ouro Branco, atual Ouro-Branco-MG, onde nasceu, em 1793, a Maria Joaquina de Jesus, que era filha de Joaquim Pires de Morais.

Itatiaia fica perto de Conselheiro Lafaiete-MG de onde veio grande parte dos francanos casados na nossa família. Essa gente toda se conhecia e se casavam nas mesmas famílias com vizinhos e conhecidos por séculos. Não casavam com gente baixa nem com estranhos.

Fazenda do Morro Redondo, depois Fazenda da Mata, depois Capivari da Mata, atualmente Varadouro – Itirapuã-SP.

MAPA DA DIVISÃO das terras da Fazenda MORRO REDONDO DO PONTAL comprada, em 1843, pelo Capitão José Monteiro de Araújo (1785-1860), por seu cunhado Francisco Pires de Morais e por seu genro, o Joaquim do Couto Rosa, e, nesta divisão de terras na década de 1920, chamada de Capivari da Mata, PERTO DE FRANCA-SP, na atual Itirapuã-SP.

Mata do Monteiro.

Este mapa abaixo é de uma divisão de terras, na década de 1920. (Existe no Arquivo Municipal de Franca-SP, uma divisão de terras mais antiga da Mata dos Monteiro, Morro Redondo).

Na parte da Amélia Augusto Monteiro, o pequeno desenho é da sede da Fazenda, cuja senzala está de pé até hoje.

Terra dividida entre 14 herdeiros, em 1861, pela primeira vez, com a morte do Capitão José Monteiro de Araújo (1785-1860)

Uma divisão de terras da Fazenda da Mata dos Monteiro na década de 1920:

Clic uma vez na foto. Depois de abrir, clic de novo. Aí a foto vai ficar bem grande.

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A VELHA CASA SENHORIAL DO MONTEIRO

O velho José Monteiro de Araújo viveu aqui de 1843 a 1860. Sua esposa Maria Joaquina de Jesus (Pires de Morais) viveu até 1871 no Morro Redondo.

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Casa Grande e senzala dos Monteiro de Araújo, na Fazenda Morro Redondo do Pontal, em Itirapuã-SP, adquirida em 1843, depois chamada Mata dos Monteiro

A casa da sede da FAZENDA MORRO REDONDO DO PONTAL, DEPOIS CHAMADA da Mata, Mata dos Monteiro, e depois, CAPIVARI DA MATA, da qual restam algumas partes e é um depósito e um paiol fica à direita.

MORRO REDONDO É PORQUE TEM ESTE MORRO NA FAZENDA NA DIVIDA COM MG – MATTA É NOME DO CÓRREGO QUE NASCE LÁ NA FAZENDA AO LADO DA SEDE – na FOTO acima fica à esquerda em baixo em frente à casa

LEI N. 2.694, DE 3 DE NOVEMBRO DE 1936

A ASSEMBLÉA LEGISLATIVA DO ESTADO DE S. PAULO decreta e eu promulgo a seguinte lei:

Art. 1.º – Fica approvado o convenio concluido e assignado aos vinte e oito de setembro proximo passado em Bello Horizonte, pela Commissão Mista de Limites de São Paulo e Minas, sobre a demarcação da linha divisoria dos dous Estados.
Art. 2.º – Na conformidade das conclusões e teôr desse convenio, fica estabelecida, como linha limitrophe definitiva dos Estados de São Paulo e Minas Geraes, a seguinte:
“Começa na confluencia do Rio Parnahyba e Rio Grande e sobe por este até a fóz do Rio Canôas. (ONDE ERA FAZENDA DO MARIDO LAURIANA ESMÉRIA FERREIRA, ver abaixo.)

Neste longo trecho, possue o Rio Grande numerosas ilhas, umas do dominio particular, outras do dominio publico, não havendo nem podendo haver duvidas sobre a jurisdicção a que estão submettidas, orque jurisdiccionalmente pertencem ao Estado de cuja margem são adjacentes ou mais proximas.

Da fóz do Rio Canôas, no Rio Grande, sobe por aquelle até a bifurcação de suas cabeceiras principaes em frente ao Morro da Divisa e dahi, pelo espigão, entre as duas cabeceiras até o mesmo Morro da Divisa, donde continua pelo espigão a procurar a cabeceira principal do Corrego do Boi, pelo qual desce até o Ribeirão São Thomé e por este a alcançar a barra do Corrego Fundo.

Sóbe pelo Corrego Fundo e pela sua cabeceira mais meridional até alcançar o divisor que deixa, á direita, as aguas do Ribeirão Aguas do Morro Redondo ou Capanema e Ribeirão da Matta, e á esquerda as do Ribeirão Capetinga e Ribeirão das Pedras e por este divisor até a cabeceira do Corrego do Fructal ou Estiva, pelo qual desce até o Corrego das Pedras……..

à direita e centro da foto, fica a Senzala. Assistimos missa lá na antiga senzala. Um domingo por mês tinha missa para o pessoal da roça. Isto lá pelo ano de  2.007.

Era daquelas casas que um quarto dava no outro.

Tinha um quarto só para o oratório onde tinha uma imagem de uma santa que acabamos não sabemos qual. Maria Amélia que contava tudo morreu e acabei não marcando o nome da santa.

As moças tinham alcova naquela época, quarto sem janela que dava para o quarto dos pais. Era para não poderem sair de mansinho à noite.

A  Velha Casa Senhorial do Monteiro foi quase toda demolida, na década de 1920, restando algumas partes.

Há uma nascente ao lado passando perto da casa.

“Ainda existirá a velha casa senhorial do Monteiro?
Meu sonho era acabar morando e morrendo
Na velha casa do Monteiro.”

Era assim que se construíam as moradas casas, perto de veio d´água.

Atrás dela o córrego. A senzala ao lado, à direita da foto, ainda existe. Ver fotos nesta página.

Até hoje, se pega água na bica pouco depois da nascente, olhos d´água,  ao lado da Casa Velha, de onde a água desce formando um ribeirão.

Chamada, em 1873, no Almanack da Província de São Paulo, de Fazenda da Mata, onde o Coronel João Monteiro de Araújo, pais dos 7 irmãos que vieram para Penápolis-SP, tinha terras.

Mudou-se, o Coronel João Monteiro de Araújo,  para Uberaba-MG, em 1891, mais ou menos, quando já tinha netos. Lá, em Uberaba-MG, na Fazenda Badajós, faleceu cuidando dos porcos aos 80 anos no mangueiro, de repente, do coração.

Depois a Fazenda Morro Redondo e de Mata,  foi chamada de Capivari da Mata, Varadouro, atual, e, também, Fazenda da Maria Amélia, onde este quadro está:

Aquelas casas que um quarto dava em outro para as filhas não saírem sem serem vistas e tinha uma sala de oratório com uma imagem de uma santa.

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Na época, essa Fazenda  fazia parte do Termo da Vila de Franca-SP

Passou a ser de Patrocínio do Sapucaí-SP e depois e até agora a Itirapuã Paulista, já na divisa com Minas Gerais.

Á direita da foto, a Senzala, que ainda existe, e, ainda existe restos do casarão, próximo a uma nascente.

Veja, nas fotos abaixo, como é  hoje:

  • A Fazenda do Morro Redondo do Pontal, hoje:

Varadouro, Fazenda da Maria Amélia

A Senzala ainda está de pé; Assisti missa aqui na senzala. Em 2.010 mais ou menos.

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Abaixo, Museu dos MONTEIRO DE ARAÚJO, com documentos e fotos dos Monteiro de Araújo, na Fazenda Morro Redondo do Pontal, desde 1843, com os Monteiro de Araújo.

Aqui, neste jornal,  nos 31 anos da criação do município de Itirapuã Paulista (1949-1980), Itirapuã quer dizer morro redondo. (nome da fazenda), orgulhosos do museu, da fazenda que, desde 1843, está conosco os Monteiro de Araújo, e, de donde saiu esta gente toda que foi para Penápolis-SP direto, e alguns, depois de passar um tempo no Badajós uns 20 anos, em Uberaba-MG.

A Fazenda Morro Redondo do Pontal foi comprada, em 1843, do Guarda Mor Antônio Francisco Lopes, parente do famoso Guia Lopes da Laguna, nascido em Piumhi-MG.

Além da parte da sede, aquela da senzala e restos da casa da fazenda, outros sítios da região também são de membros de nossa família Monteiro de Araújo. Assim grande parte da grande fazenda comprada, em 1843, ainda está conosco.

Abaixo, a Fazenda agora dita Varadouro, região de sua casa sede original da Fazenda Morro Redondo, no tempo da Júlia, 93 anos, mãe da Maria Amélia, sentada com os filhos em 1980, e, na foto de baixo, Maria Amélia no museu:

A PALAVRA CERTA É ISTO MESMO: ORGULHO:

O “Jornal Comércio da Franca”-SP acertou em cheio.

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Compra da Fazenda Morro Redondo do Pontal:

E o Museu dos Monteiro de Araújo hoje:

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 Atestado de ÓBITO de uma filha de ex-ESCRAVA TRATADA COMO FILHA pela família Monteiro de Araújo na Fazenda da Mata dos Monteiro.

Falecida de parto, aos 22 anos, em 1903

Guardamos com carinho desde 1903 este documento para preservar sua memória

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Viveu na Fazenda Morro Redondo do Pontal, pertencente, até hoje 2019, aos Monteiro de Araújo, em Itirapuã-SP, bem na divisa com Minas Gerais

FOI DAQUI DE PATROCÍNIO PAULISTA que fica a 10 km de Franca-SP QUE FOMOS PARA UBERABA-MG e para PENÁPOLIS-SP –

Na época, 1891,  Itirapuã-SP não existia, e, em 1904, 1911, e 1912, quando fomos para o Lageado, pouco antes da fundação de Penápolis-SP,  Itirapuã estava começando e pertencia a Patrocínio Paulista.

Hoje, o local da Fazenda Morro Redondo do Pontal é em Itirapuã-SP.

E a fazenda da Serra fica há 6km de Patrocínio Paulista na antiga estrada para IBIRACI-MG – Hoje, estrada para o Bairro Palmital.

NO TEMPO QUE A MADRINHA DA SERRA ERA VELHINHA JÁ TINHA SIDO CRIADO A FREGUESIA (1870),  E, O MUNICÍPIO de Patrocínio do Sapucahy EM 1885.

QUANDO ELA MORREU EM 1885 JÁ EXISTIA O MUNICÍPIO DESMEMBRADO DE FRANCA-SP, POR ISTO SEU INVENTARIO FICAVA NO FÓRUM DE PATROCÍNIO PAULISTA. HOJE ESTA NO ARQUIVO EM JUNDIAÍ-SP.

Na marcação das divisas aparece descrição do Morro Redondo e nomes dos vizinhos (parentes) em 1900:

LEI N. 751, DE 14 DE NOVEMBRO DE 1900

Cria o districto de paz de Ityrapuam, no municipio e comarca de Patrocinio de Sapucahy.

O doutor Francisco de Paula Rodrigues Alves, presidente do Estado de São Paulo,
Faço saber que o Congresso Legislativo decretou e eu promulgo a lei seguinte :
Artigo 1.° – Fica creado o districto de paz de Ityrapuam, municipio e comarca de Patrocinio de Sapucahy.
Artigo 2.° – As divisas do districto são as seguintes: começam no espigão das divisas da fazenda de São Thomé com as do Morro Redondo do Pontal, na divisa do Estado de Minas com o de São Paulo, deste ponto, seguindo pelo mesmo espigão até o Alto da Serra, nas divisas da fazenda de Antonio Joaquim de Alvarenga, João Carlos de Vilhena e Morro Redondo do Pontal, dahi seguem pelas aguas vertentes até encontrar a Serra do Campestre, seguem pelo espigão desta até o pontel da mesma serra, deste, em rumo á cabeceira do corrego da Varginha, descendo por este á morada de Francisco Alves de Freitas, ponto em que toma o nome de «Corrego das Pedras», descendo por este até a barra do corrego denominado «Corrego da Joanna», ponto de divisas com a fazenda de João Villela dos Reis, subindo por este até sua cabeceira, desta, voltando em rumo até a barra dos corregos do «Capanema» e «Santa Barbara», subindo por este até a barra do corrego dos «Mellos», seguindo por este até a barra do corrego da «Barra Grande», subindo por este até a barra de um corrego junto á morada de José Justino de Figueiredo, seguindo pelo corrego da direita até a morada dos herdeiros de Messias Joaquim do Nascimento, nas divisas do Estado de Minas, seguindo por estas até o ponto de partida das presentes divisas.
Artigo 3.° – Revogam-se as disposições em contrario.
O secretario de Estado dos Negocios do Interior assim a faça executar.
Palacio do Governo do Estado de São Paulo, aos quatorze de Novembro de mil e novecentos.
FRANCISCO DE PAULA RODRIGUES ALVES
BENTO BUENO
Publicada na Secretaria de Estado dos Negocios do Interior, aos 14 de Novembro de 1900.-Servindo de director, T. Mondin Pestana.

Foto de PATROCÍNIO PAULISTA, EM 1910, quando estava voltando o Antônio Monteiro de Araújo para Penápolis-SP. Ele foi em 1904, depois voltou para Franca-SP, teve os últimos filhos em Franca-SP, e por volta de 1910, veio para Penápolis-SP de novo. Morreu em São Paulo-SP.

Chamou os irmãos para ir com ele para Penápolis-SP.

Patrocínio Paulista, cidade dos Faleiros e dos Monteiros, da qual saíram tantas famílias, por volta de 1905 a 1915, para povoar para Penápolis-SP.

Neves, Cintra, Monteiro, Vieira, Barbosa, Silveira, Nunes da Silva, e, tantos outros francanos, patrocinenses, e de toda a região de Franca-SP que povoaram Penápolis-SP e região.

Os primos Monteiro, da Farmácia Monteiro, vieram até um pouco depois, em 1919 para Penápolis-SP.

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BEM A ESQUERDA DA FOTO abaixo É O FÓRUM

ABAIXO EU EM FRENTE AO FÓRUM QUE AINDA ESTAVA ORIGINAL UM SÉCULO DEPOIS, EM 2010

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Assim era Patrocínio do Sapucahy-SP, por volta de 1904 a 1910, quando o Antônio Monteiro de Araújo casado com uma bisneta da Madrinha da Serra rumou para a Região do Salto do Avanhandava, ainda mato, e chamou depois os irmãos para irem também, para construírem Penápolis-SP.

Os irmãos foram em duas levas – uma em 1911 e outra em 1912, esta saindo de Uberaba-MG.

Aqui foto da Casa de Câmara e Cadeia de Patrocínio do Sapucahy, do inicio do Século XX depois fórum (preso em baixo, juiz em cima.)  Estava preservada em 2010, com 100 anos ou mais, quando estive lá.

Quando o pessoal, Antonio Monteiro e outros tantos saíram daqui para Penápolis-SP esta Casa de Câmara e cadeia já existia. É a que aparece no canto esquerdo da foto bem lá em cima..

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A NOSSA GENEALOGIA – DO PATRIARCA ATÉ OS ATUAIS PROPRIETÁRIOS DA FAZENDA – A MARIA AMÉLIA E IRMÃOS – De 1843 até 2019 com Monteiro de Araujo

Neste gráfico feito pela Maria Amélia, faltam os filhos João (nosso avô) e o filho do José, na lista de filhos do Capitão José Monteiro de Araújo (1785-1860) e foi feito com base no inventário da Maria Joaquina de Jesus de 1872.

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Vários nomes da Fazenda, a sede desde 1843

A Fazenda Morro Redondo do Pontal, 1843

Fazenda da Mata, 1880 – 1910 – Mata dos Monteiro

Capivari da Mata, 1920

Varadouro, Maria Amélia E IRMÃOS, atual

Herança e sucessão da Fazenda do Morro Redondo do Pontal de 1843 até 2019, na sua parte da sede, onde fica a Casa Grande do Capitão José Monteiro de Araújo (1785-1860)

Maria Amélia e Irmãos herdaram do

Emílio Augusto que herdou do José Augusto Monteiro

que herdou do Manuel Antônio Monteiro que herdou do

Capitão José Monteiro de Araújo (1785-1860) que a comprou em 1843

 

Nestas fotos do Google-Mapas, assinalado o Morro Redondo, a Senzala, a casa Grande e a Casa da Maria Amélia, e vê-se como tudo é perto da divisa de estado com Minas Gerais tanto pela rodovia que segue para São Tomas Aquino-MG quanto a estrada para Cássia-MG.

Aqui, com X à esquerda, a sede casa da Maria Amélia –

No centro, em círculo, a Casa Grande antiga, hoje depósito, e a senzala.

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A região da Fazenda e o  Morro Redondo à direita na divisa com MG, este morro é que deu nome à fazenda – Divisa com Minas Gerais com o Estado de São Paulo.

Ao centro, a Rodovia para São Tomás de Aquino-MG.

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NESTE MAPA ABAIXO:

À esquerda,, Itirapuã-SP,

No alto, a Rodovia Ronan Rocha que passa pela Fazenda da Serra e segue para Cassia-MG

E ao centro da foto, e a Fazenda Sede, o Morro Redondo e a rodovia para MG, para São Tomás de Aquino-MG.

Á direita, a divisa SP-MG.

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Coronel JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, (1820-1900) na Fazenda Badajós, antiga Fazendinha, em Uberaba-MG

Um dos Monteiro de Araújo, filho do JOSÉ MONTEIRO DE ARAÚJO, (1785-1860), do Morro Redondo do Pontal, Itirapuã-SP, passou para UBERABA-MG e lá ficou de 1891 a 1900 quando faleceu; a viúva VOVÓ LAURA faleceu em 1908 em Uberaba-MG, e, logo DEPOIS os herdeiros seguiram para Penápolis-SP.

16 herdeiros da Fazenda Badajós em Uberaba-MG sobra pouca terra para cada um:

Foram em frente, sempre para o Oeste para construir a civilização. Foram para Penápolis-SP, ONDE A TERRA AINDA ERA MAIS BARATA, E AONDE TINHA MATA PARA SE USAR NA FAZENDA.

JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, (1820-1900),  casou 5 filhos, com 5 bisneto(a)s da MADRINHA DA SERRA (4 bisnetas, e, um bisneto)

Monteiro de Araújo c/c Bisneto(a) da Madrinha da Serra

Casados com filhos da Custódia Nunes, NETA DA MADRINHA DA SERRA

1- Antônio c/c Mariana

2- João c/c Lauriana

3- Pedro c/c Ana Augusta

4- Carlos c/c Maria do Carmo

5- Ester c/c Joaquim

Estes 5 casais MONTEIRO DE ARAÚJO – NUNES DE SOUZA foram para Penápolis-SP

Seus filhos na maioria casaram primo com primo.

“Ainda existirá a velha casa senhorial do Monteiro?
Meu sonho era acabar morando e morrendo
Na velha casa do Monteiro.”

A vinda de um bisneto e 4 bisnetas da MADRINHA da SERRA para PENÁPOLIS-SP

JOSÉ CÂNDIDO MONTEIRO e o seu irmão ANTÔNIO MONTEIRO DE ARAÚJO, e, o primo Militão Monteiro de Araújo, foram os primeiros Monteiro de Araújo a virem para Penápolis-SP.

Também havia um Cassiano Monteiro,  e, um Álvaro Augusto Monteiro, que foi padrinho de casamento em Penápolis-SP, mas acredito que não foi pioneiro em Penápolis-SP. Este Álvaro aparece no mapa da divisão de terras da Fazenda Capivari da Mata nos anos 1920 como vizinho. Veja no mapa nesta página acima.

Estamos ampliando nosso conhecimento sobre esta nossa nobre e bela família. Sempre há algo a descobrir e a aprender.

ANTÔNIO MONTEIRO DE ARAÚJO, (casado com uma filha da Custódia Nunes, a Mariana Nunes de Souza, uma bisneta da Madrinha da Serra), instalou-se, em Penápolis-SP, em 1904. PORTANTO, o segundo Monteiro a chegar, e

então, MARIANA NUNES DE SOUZA é a primeira bisneta da MADRINHA DA SERRA A CHEGAR A PENÁPOLIS-SP,

pois  sabemos que a esposa do JOSÉ CÂNDIDO MONTEIRO, que chegou primeiro, é da família Silveira de Passos-MG e Candeias-MG – GENTE TAMBÉM PRÓXIMA e conhecida de décadas.

Ele voltou para buscar os irmãos que estavam em Uberaba-MG. Estes irmãos eram casados com 5 irmãos Nunes de Souza, filhos da Custódia Nunes.

Eu não sei se a esposa do JOSÉ CÂNDIDO MONTEIRO é, também, neta ou bisneta da MADRINHA DA SERRA. Tudo indica que não.

Em 1911, chegou a Penápolis-SP, o João Monteiro de Araújo Filho, casado com Lauriana Nunes de Souza, filha de Custódia Nunes. Nome dado em homenagem à sua avó Lauriana Esméria Ferreira. PRIMEIRA CARAVANA DE MONTEIRO DE ARAUJO DE UBERABA-MG PARA PENÁPOLIS-SP.

Em 1912, pouco depois do casamento do Juquinha e da Chinica, em Uberaba-MG, vieram os filhos da Custódia Nunes para Penápolis-SP: Maria do Carmo de Souza, casada com Carlos Justino Monteiro; Joaquim Nunes de Souza, casado com Ester Monteiro; Ana Augusta de Souza, casada com Pedro Monteiro de Araújo.  SEGUNDA CARAVANA DE MONTEIRO DE ARAUJO DE UBERABA-MG PARA PENÁPOLIS-SP.

E muitos netos da Custódia Nunes, também dita Custódia Maria de Jesus, como os 10 filhos da Maria do Carmo de Souza e do Carlos Justino Monteiro.

E até bisnetos da Custódia, como os filhos da tia Bia, o Frei José e a Carmita Amhad que morou na primeira casa de Penápolis-SP.

Em 25 de setembro de 1912, depois de 40 dias de viagem, em carro de boi construídos pelo meu avô Juquinha.

Crianças e jovens, netos e bisnetos do Coronel João Monteiro de Araújo, (1820-1900), que morreu, com 80 anos de idade, trabalhando, vieram de Uberaba-MG para construírem Penápolis-SP.

ESTE PESSOAL todo PASSOU A INFÂNCIA NO BADAJÓS, NO CHUÁ,  PERTO DO PATRIMÔNIO PONCIANOS. O bar do Chuá foi demolido em 2015.  A Casa da fazenda tinha uma escadaria muito grande. Existe uma casa antiga naquela região que não sabemos que seja ela.  A Carmita disse que não chegou a conhecer a Casa do Coronel João Monteiro de Araujo seu bisavô duas vezes.

O Coronel João Monteiro de Araújo morreu no Mangueiro da Fazenda Badajós, em Uberaba-MG, aos 80 anos de idade, trabalhando, no meio dos porcos. Um Coronel trabalhando com 80 anos de idade em um mangueiro….

E 8 Filhos do Coronel, 8 irmãos Monteiro de Araújo que vieram, do Badajós e de Franca-SP, para o Lageado, em Penápolis-SP.

O que me faz concluir que saíram da Fazenda Badajós, em Uberaba-MG, em 15 de agosto de 1912, dia de Nossa Senhora da Assunção e Nossa Senhora da Abadia, é que Assunção é o sobrenome de Laura Cândida de Assunção, esposa do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO.

E, especialmente, porque sabemos que a viagem de 40 dias terminou em 25 de setembro de 1912, histórico dia da chegada dos MONTEIRO DE ARAÚJO-NUNES DE SOUZA vindos do Badajós ao Bairro Rural do Lageado, em Penápolis-SP25 de setembro menos 40 dias dá 15 de agosto.

Leia sobre isto em:

Nós, os MONTEIRO DE ARAÚJO-NUNES DE SOUZA, portugueses do Brasil, verdadeiros pioneiros em Penápolis-SP, lamentamos, sempre, que, na História de Penápolis-SP, não se registra o nosso pioneirismo.

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A MARCHA PARA O OESTE DE FRANCANOS E UBERABENSES PORTUGUESES

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O Coronel João Monteiro de Araujo (1820-1900) morreu trabalhando, cuidando de porcos no mangueiro da Fazenda Badajós em Uberaba-MG:
Ele dizia, quando morava na Franca-SP:
– Se o D. Pedro II vier à minha fazenda, não poderei recebê-lo pois meus escravos comem comigo à mesa.

Uma boa parte dos 16 filhos do Coronel João Monteiro de Araujo (1820-1900) VIERAM DE Franca-SP EM 1892 E FICARAM ATÉ 1912, SEUS FILHOS QUE FORAM PARA PENÁPOLIS-SP

20 anos portanto no Badajós: 1891-1912.

Quem não foi para Penápolis-SP como o tio Néca viveu mais no Badajós até 1937, quando foi para Trindade-GO. Apenas uma filha dele não foi. Já era casada em Uberaba-MG.

 

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A Fazenda  Badajós, nos anos 1930 e 1940, em Uberaba-MG,
Dessa fazenda, saíram cinco bisnetos da Madrinha da Serra, vindos de Franca-SP, ficaram uns 15 até 20 anos no Badajós, e, seguiram para o Oeste Bravio.
4 filhos de CUSTÓDIA NUNES, para Penápolis-SP
Um deles o Antônio Monteiro de Araújo foi direto de Franca-SP para Penápolis-SP.
Todos essas irmãs casados com 5 irmãos MONTEIRO DE ARAÚJO

E mais 3 irmãos Monteiro também foram para Penápolis-SP mas casados em outras famílias.

No total 8 dos 16 filhos do Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900) foram para Penápolis-SP

Maravilha, olha a fartura de águas no Badajós:
A rodovia para Campo Florido-MG construída no espigão, dos dois lados nascentes de córregos
badajos1 google
Fazenda Badajós, e, o Chuá,
próximo à Zona Urbana de Uberaba-MG –
A cidade chegou lá

O Bilico diz se lembrar de uma escadaria muito grande em frente à casa:

“Ainda existirá a velha casa senhorial do Monteiro?
Meu sonho era acabar morando e morrendo
Na velha casa do Monteiro.”

Grande Fazenda do Badajós, mas depois de dividida entre 16 herdeiros, sobrou muito pouco para cada um dos filhos. VOVÓ LAURA TEVE FILHOS dos 13 aos 50 anos de idade.

PORTANTO, o José Cândido Monteiro nasceu em 1843, e o Tio Néca nasceu em 1878, com diferença de 36 anos entre o mais velho e o caçula.

O último dos 16 filhos a falecer foi o João Monteiro de Araújo filho na década de 1960 em Penápolis-SP, mais ou menos na mesma época que morreu o caçula em Trindade-GO, o tio Néca.

A Família se espalha, era muito difícil viajar naquele tempo, e, aconteciam de nunca mais se verem.

Em 1843, vovó Laura tinha 13 anos, e, em 1878, tinha 48 anos de idade.

O Antônio Júlio da Silveira, meu bisavô, até vendeu uma parte para pagar dívidas, em 1904. Isso é o que dá dividir fazenda grande para 16 herdeiros.

O Antônio Júlio da Silveira, faleceu, em 1907, com 51 anos de idade, vítima da tuberculose. Bebia muito. Na verdade  49 anos, pois, encontramos seu batismo que é de 1858.

Sabemos que é dos Silveira pioneiros em Passos-MG e vindos de Candeias-MG onde eram  vizinhos dos Monteiros de Araújo, mas não temos certeza de quem são os pais de ANTONIO JÚLIO DA SILVEIRA, há muitos homônimos.

O mais provável pai dele é João Severiano da Silveira, sogro do José Cândido Monteiro, irmão mais velho da Persília e do Carlos.

Vovó Persília Cândida de Assunção, ficou quase 40 anos viúva. Faleceu na casa da tia Mariana, em Uberaba-MG.

Carmita fala, no vídeo, dos escravos comendo, à mesa, com o Coronel João Monteiro de Araújo.

Carmita conta sobre a fazenda, sobre os últimos a saírem, tio Néca para Goiás, e, a família se espalhando e perdendo o contacto uns com os outros. Só uma filha do Tio Néca, já casada em 1937, ficou em Uberaba-MG.

Tio Néca é nome da rua principal de Trindade-GO, que ao lado de Goiânia-GO.

Eu já vi uma nota de compra e venda da Fazenda Badajós no primeiro cartório de Uberaba-MG, na década de 1830, mas o Hildebrando de Araújo Pontes diz que se chamava “Fazendinha,” e, depois passou a chamar Badajós, nome dado pelo proprietário Anterior, o pioneiro em Uberaba-MG, Capitão Tomás de Miranda Porto.

Fotografei os processos de divisão de terras da Fazenda Badajós, no Arquivo Público de Uberaba-MG.

Há alguns anos, uma TV de Uberaba-MG passou reportagem sobre o Badajós, e, não falou nada dos Monteiro de Araújo.

FAZENDA BADAJÓS – 100 anos
100 ANOS DEPOIS da partida da terceira e última leva de Monteiro para Penápolis-SP
Uberaba-MG, 15 de agosto de 2012
A partida foi em 15 de agosto de 1012 e a chegada ao Degredo em 25 de setembro de 1912.
Meu avô Juquinha, carpinteiro da caravana e minha avó Chinica eram recém casados.
Dos 10 filhos do CARLOS AUGUSTO MONTEIRO, (Vovô Carro), que seguiram de Uberaba-MG para Penápolis-SP, 5 casaram com primos.
O VÔ Carro é um dos 16 filhos do Coronel JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO (1820-1900).
5 de agosto de 2012: 100 anos da saída dos Monteiro de Araújo de Uberaba-MG, em 15 de agosto de 1912, dia de Nossa Senhora da Abadia e de Nossa Senhora da Assunção, sobrenome da Família da Matriarca dos Monteiro de Araújo.
=
100 anos que rumaram para Penápolis-SP, levando bisnetos, tri-netas e tetranetos da Madrinha da Serra para começarem vida nova em Penápolis-SP.
=
E também:
Estivemos lá na Fazenda Badajós comemorando, 100 anos.
Encontramos Monteiro de Araújo, até hoje, ali, na Região do Badajós, lá na Capelinha.
Veja, aqui, fotos do Badajós, 100 anos depois que metade dos Monteiro de Araújo rumaram para Penápolis-SP:
Veja aqui um vídeo de como estava a Fazenda Badajós,  antiga Fazendinha, próximo já à área urbana de Uberaba-MG, 100 anos depois, em 2012:

Assistam o vídeo da Carmita, filha do tio Antenor, e, neta da Persília Cândida de Assunção e da ELEOLINA, bisneta duas vezes do Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900):

Carmita conta da FAZENDA BADAJÓS, antiga Fazendinha, em Uberaba-MG:

Carmita, com 93 anos, em 2011, em Uberaba-MG, conta de seu bisavô, (duas vezes), o Coronel João Monteiro de Araújo.

Coronel João Monteiro de Araújo é o pai das duas avós da Carmita.

A Carmita nascida, em 1918, no Badajós, diz que nunca conheceu onde era a casa do  Capitão João Monteiro de Araujo, seu bisavô.

A avó Persília, filha do Coronel João Monteiro de Araújo, casada como Antônio Júlio da Silveira, é mãe do Antenor Júlio da Silveira que é o pai da Carmita.

A outra avó da Carmita, a Eleolina, também é filha do Coronel João Monteiro de Araújo, e, é mãe da mãe da Carmita, a Maria.

Ou seja, os pais da Carmita, Antenor e Maria, são primos em primeiro grau.

Ela fala também do pai dela procurando boi sumido. Fala de primos, dos escravos do Coronel João Monteiro de Araújo que comiam, à mesa, com ele, e de netos dos escravos.

CARMITA CONTA DE UM NETO DE ESCRAVO QUE FICOU COM A FAMÍLIA E QUE LEVAVA AS CRIANÇAS PARA O BADAJÓS EM UM  BALAIO NA BICICLETA,  e, as crianças reinavam com ele.

 

CONFIRMANDO O DEPOIMENTO DA CARMITA, filha do Antenor, sobre os Escravos comerem à mesa com o Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900):

O primo JOÃO ÁLVARO escreveu-nos:

“””””Parentes: seguem as informações que colhi com minha tia Terezinha em Penápolis-SP, espero poder ajudar na construção deste lindo “livro de histórias”:

Já foi citado que os escravos viviam quase como parentes dentro da família Monteiro, segundo as histórias dos antepassados, em Uberaba muitos escravos da fazendas vizinhas fugiam para a fazenda do Capitão João Monteiro de Araújo, tendo este inclusive escondido alguns afim de protegê-los, esta situação criou graves desavenças com os fazendeiros da região, inclusive houveram ameaças de morte contra os Monteiro.

Esta situação também pesou na decisão de saírem de Uberaba-SP.

A comitiva foram de quase quarenta carros de bois, tinha carro de boi cheio de crianças, tinha um carro de boi carregado só de rapaduras.“”””

UM DOS filhos DE ESCRAVOS QUE PERMANECERAM NA FAMÍLIA

ZEZÉ, filho da Maria Eufrásia

Ficou com o Tio Néca, o caçula do Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900)

z zeze madrinha da serra

O Coronel João Monteiro de Araujo (1820-1900) morreu trabalhando, cuidando de porcos no mangueiro da Fazenda Badajós, em Uberaba-MG
Ele dizia quando morava na Franca-SP:
– Se o D. Pedro II vier à minha fazenda, não poderei recebê-lo pois meus escravos comem comigo à mesa.

Leia, aqui, sobre nossa chegada a Penápolis-SP:

CLIC, PARA LER:

=

Assistam a esse vídeo:

Um engenho do tipo daqueles que, nós, os Monteiro de Araújo, tínhamos em Penápolis-SP, e, onde o Tio Totonho morreu em um deles.

Estava muito frio, o Tio Totonho estava com um capote muito grosso que enroscou, e, ele foi puxado pelas engrenagens.

Leia, mais abaixo, nesta página, com detalhes, o que aconteceu como tio Totonho.

Os MONTEIRO DE ARAÚJO foram criados em engenho, passando o dedo no melado; gostam muito de doces. Faziam rapadura, farinha de mandioca, lavavam roupa numa mina d´água.

Gostam, também, de queijos, tradição de fazer queijo que vem da mãe da MADRINHA DA SERRA, dos tempos de Batatais-SP. No livro sobre Batatais:

Entrantes Mineiros no Sertão Rio Pardo, contam que eles faziam  queijos, desde 1800.

Meu pai, Alceu, filho da Chinica, sempre reclamava:

– Esse queijo não é como os que a mamãe fazia.

LER SOBRE OS MONTEIRO DE ARAÚJO neste site, nas páginas abaixo:

“Ainda existirá a velha Casa Senhorial do Monteiro?
Meu sonho era acabar morando e morrendo
Na velha casa do Monteiro.”
DEPOIMENTO DE PRIMO:

Recebi estas informações de primos sobre a

 VIAGEM dos MONTEIRO DE ARAÚJO para PENÁPOLIS-SP: 

Fala da ex-escrava Umbelina e sua Família que se integrou à nossa e deu sobrenome Monteiro ao filho.

Uma comitiva saiu em 1911 e a outra com a Família do Carlos (Carro) Justino Monteiro, filho do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO (1820-1900) saiu em 15 de agosto de 1912.

DOS FILHOS DO CARRO MONTEIRO, A METADE 5 ERA CASADOS COM PRIMOS.

Há alguns pequenos erros de nomes, mas a contribuição foi da maior importância:

Militão é primo; tiramos batismo de nascimento dele em Passos-MG; não é irmão; e, não é pai do Juvêncio dos Monteiro da Farmácia.

O marido da Ester é Joaquim Nunes de Souza.

Estamos conferindo tudo. Obrigado. Não faço ideia quem seja Cassiano.

 

“””””Parentes: seguem as informações que colhi com minha tia Terezinha em Penápolis-SP, espero poder ajudar na construção deste lindo “livro de histórias”:

Já foi citado que os escravos viviam quase como parentes dentro da família Monteiro, segundo as histórias dos antepassados, em Uberaba muitos escravos da fazendas vizinhas fugiam para a fazenda do Cap. João Monteiro de Araújo, tendo este inclusive escondido alguns afim de protegê-los, esta situação criou graves desavenças com os fazendeiros da região, inclusive houveram ameaças de morte contra os Monteiro.

Esta situação também pesou na decisão de saírem de Uberaba.

A comitiva foram de quase quarenta carros de bois, tinha carro de boi cheio de crianças, tinha um carro de boi carregado só de rapaduras.

O irmão MILITÃO (pai do Juvêncio, Wilson, Dalila, Dirce, Diva, Dulce, Gualter, Jairo, Jaime…. ) ficou em Tanabi SP.

Vieram o CASSIANO ( Fernando, Jojó, Nana, Minota, Alvi) CARLOS ( que acredito ser o seu tronco da família ) – ( Urias, CArlos, Belico, Antonieta, Totonho, Alcina, Adélia, Custória)

JOAQUIM Nunes Monteiro, casado com Ester ( Artur, Adolfo, Alberto, Antonio, Albertina, Marieta, Antonieta, Pedro, Maria) JOÃO, casado com Lauriana ( meus bisavôs) –

observação a bisavô casou com 12 anos e morreu aos 39 ( Alzira, Joaquim -Quinca Monteiro, Antonio – Tonico Monteiro, Maria de Lourdes, Yolanda -minha avó, Custódio, Iracy, Francisco e João)ANTONIO, casado com Mariana ( meus bisavós ) –

segundo minha tia Terezinha, o bisavô Antonio deve ter falecido na década de 20, porque meus avós casaram em 32 e o bisavô Antonio já tinha morrido ( Joaquim – foi para SP advogar, levou a bisavó Mariana, já viúva e os irmãos mais novos e os ex-excravos que sempre acompanharam a família),

Maria – Lica, esposa do Guimarães, Antonio, Alvaro Monteiro de Araujo ( meu avô ) voltou para Penápolis e montou engenho, trouxe de volta a Umbelina -ex-escrava – e toda sua família, seus filhos se integravam na família, inclusive seu caçula o José foi batizado como José Monteiro, seu filho Sergio aprendeu a dirigir e o Robertinho tocava na Banda que o meu avô Álvaro teve e que tocava em Penápolis no tempo do cinema mudo, meu avô tocava instrumentos de sopro, tinha outro negro na banda chamado Camundá),

Mariana, Nilson, José – morreu na revolução de 32, Laura ( familia Sampaio /Oceu )

PEDRO (Maria, Armando, Adauto, Benedito, Odorico, Assis, Arlindo, Arlinda, Armanda) Bom estas são as informações que minha tia lembrou-se abraços João Álvaro””””””””””

Em 1910, quando os irmãos Antônio e o José Cândido Monteiro já estavam em Penápolis-SP e o outros irmãos estavam por chegar do Badajós em breve, Penápolis-SP pediu para ser Município – Ter Câmara Municipal e Prefeito Municipal

Penápolis-SP tinha, então, 14.000 almas, ia até o Rio Paraná, até Itapura-SP, divisa com o atual Mato Grosso do Sul, e,

a nossa Povoação do Lageado tinha 1.400 almas (300 no povoado e 1.100 na zona rural do Lageado – 10% da Villa Pennapolis

popula 1910 pena

A SAGA dos MONTEIRO DE ARAÚJO – NUNES DE SOUZA,

vindos de FRANCA-SP e região, Passos-MG e região, e, de UBERABA-MG e região, para PENÁPOLIS-SP

Eu procuro saber quantos dos 16 filhos do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO (1820-1900) vieram para PENÁPOLIS-SP, no total. Sabemos que 8 filhos vieram.

Sabemos que o JOSÉ CÂNDIDO MONTEIRO, o mais velho dos irmãos (1843-1916) foi o primeiro a vir.

ASSISTA O MARAVILHOSO DEPOIMENTO DO WADINHO, que confirma tudo que a Carmita falou sobre o Coronel João Monteiro de Araújo, seu bisavô.

Wadinho Apparecido Monteiro de Araújo, filho do Álvaro Monteiro de Araújo, neto do João e do Antônio, portanto duas vezes bisneto do Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900), em dois vídeos, conta nossa história, e conta sobre o Coronel João Monteiro de Araújo, seu bisavô, cujos escravos comiam à mesa com ele:

Os escravos do Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900) comiam, à mesa, com ele, e ficaram com ele depois da abolição da escravidão no Brasil. Ele dizia:

– Se D. Pedro II vier à minha casa, não tenho como dar um jantar para ele, pois meus escravos comem à mesa comigo!

(A frase acima foi pronunciada pelo Coronel João Monteiro de Araújo, na Fazenda Morro Redondo do Pontal, atualmente situada no Município de Itirapuã-SP).

O Militão Monteiro de Araújo, citado pelo Wadinho, na entrevista, e pelo primo na carta acima, é sobrinho do Capitão João Monteiro de Araújo, e, primo do Carlos, do José Cândido, Pedro, Ester,  e, do Antônio Monteiro de Araújo e João, estes dois últimos são avôs do Wadinho.

Militão Monteiro de Araújo é filho de Manuel Antônio Monteiro, que é irmão do Coronel João Monteiro de Araujo (1820-1900), este pai dos 8 irmãos que vieram para Penápolis-SP. Portanto, Militão é primo primeiro dos Monteiro de Araújo que vieram para Penápolis-SP.

E tem um Manuel Antônio Monteiro, pioneiro em Penápolis-SP, ver abaixo, que não sei sé o o mesmo pai do Militão ou irmão.

Militão nasceu em Passos-MG, em 1857. José Cândido Monteiro, o primeiro dos 8 filhos do Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900) casou-se em Passos-MG. Eram vizinhos e podem terem vindo juntos para Penápolis-SP.

Militão é nome de Rua em Tanabi-SP, a “Vila Monteiro”.  Passou por Penápolis-SP e seguiu para Tanabi-SP.

militaomonteirobatismo

Batismo de Militão Monteiro de Araújo, herói de Tanabi-SP, onde é nome de avenida

Os 8 irmãos Monteiro de Araújo, filhos do Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900) que vieram para Penápolis-SP são:

José Cândido, Antônio, Carlos, João, Pedro,

  Ester, Maria das Dores (Sadóca), e, a Maria Cândida.

Todos estes 8 irmãos são filhos do Coronel João Monteiro de Araújo, (1820-1900), e, de Laura Cândida de Assunção, (1830-1908).

5 deste filhos do casaram com 5 Nunes de Souza, bisnetos da Madrinha da Serra.

Militão é filho de Manuel Antônio Monteiro, e, neto do Capitão José Monteiro de Araújo, o qual faleceu em Franca-SP, em 1861.

O QUE SE CONTA, E TEM MUITO DE VERDADE NISSO, É QUE OS MONTEIRO DE ARAUJO DE FRANCA-SP ERAM VIAJANTES, NEGOCIANTES e BOIADEIROS.

O mais velho, o mais antigo, dos filhos do Capitão JOSÉ MONTEIRO DE ARAÚJO, e, irmão do Coronel JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, (este falecido, em 1900, em UBERABA-MG) , é o JOSÉ CÂNDIDO MONTEIRO.

José Cândido Monteiro nasceu em Candeias-MG, em 1843. A sua mãe, Laura Cândida Pires de Morais (de Assunção) tinha 14 anos, e, Vó Laura teve filho dos 14 até 49 anos (Tio Néca – o caçula).

Este irmão mais velho já conhecia a região do Degredo, desde a Guerra do Paraguai, e, levava cargas, também, para o outro forte, o Forte de Itapura-SP, na beira do Rio Paraná. Forte, este, que ainda existe, e, está, hoje, caindo aos pedaços.

Portanto, muito antes de existir Penápolis-SP, e, já no tempo da Colônia do Avanhandava, nós Monteiro de Araújo já conhecíamos a região do Lageado, e, do Salto do Avanhandava-SP.

O Mais velho dos irmãos, e o mais antigo Monteiro de Araújo, em Penápolis-SP, é:

José Cândido Monteiro: branco, falecido aos 72 anos de idade, em 10/jan/1916, de febre álgida. Enterrado, em 11 de janeiro de 1916, em Penápolis-SP. O seu registro de óbito é n° 5, do ano de 1.916, folha 10.

Natural de Minas Gerais, (quase certo que em Candeias-MG).

Nascido em 1843, filho mais velho dos 16 filhos de João Monteiro de Araújo, e, de Laura Cândida de Assunção (também dita Laura Pires Monteiro).

Teve 10 filhos. 8 já eram maiores de 21 anos, em 1916.

A VOVÓ Laura casou-se, com 13 para 14 anos, portanto, casou-se com o CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, em 1842 ou 1843.

José Cândido Monteiro deixou 10 filhos, 8 maiores, que talvez, alguns, vivessem em Franca-SP.

João Cândido Monteiro era um dos filhos dele que  morava em Penápolis-SP, e, foi o declarante do óbito. Os dois menores certamente, também, estavam em Penápolis-SP, em 1916.

Os Monteiro de Araújo, mais novos, sempre, contavam que o primeiro dos irmãos a chegar a Penápolis-SP foi o Antônio Monteiro de Araujo, em 1904.

Mas com muitas entrevistas, ouvimos daqueles que escutaram, dos antigos, que o primeiro Monteiro de Araújo, em Penápolis-SP,  foi o José Cândido Monteiro, viajante que passava pela Colônia do Degredo.

NOTA: Maior de idade,  naquele tempo, era maior de 21 anos. É difícil entender hoje que um homem de 72 anos ainda tivesse filhos menores.

E lutou lutou na vida e deixou apenas “”alguns bens a inventariar””.

A vovó recebe o nome de Laura Pires Monteiro; só que usava mais Laura Cândida de Assunção. Mas está certo, ela é mesmo uma Pires de Moraes por parte de pai.

E quanto filhas mulher! Onde estão os netos dele hoje?

A testemunha Domingos Vieira da Silva é o famoso lendário em Penápolis-SP.

Ver mais sobre ele na História de Penápolis, neste site:

José Cândido Monteiro, então, nasceu em 1843; Casou-se em Passos-MG em, na mesma cerimônia, seu sogro já viúvo, o João Severiano da Silveira, casou com a irmã de José Cândido, a…

NOTA: João Severiano da Silveira, sogro de José Cândido Monteiro, viúvo de Hipólita Carolina de Abreu, casou-se com Ana Cândida de Assunção, a qual é irmã de José Cândido Monteiro.

O pai de José Cândido, o Coronel João Monteiro de Araújo, (1820-1900), teve os filhos mais velhos em Candeias-MG ou Campo Belo-MG, e, os mais novos nasceram em Franca-SP.

E, o avô do José Cândido Monteiro, o Capitão José Monteiro de Araújo (1785-1860), mudou-se de Candeias-MG para Franca-SP, em 1843, ano em que José Cândido nasceu. Ou melhor, neste ano de 1843, comprou a Fazenda Morro Redondo do Pontal, na atual Itirapuã-SP.

Queremos encontrar em Penápolis-SP, e, em Franca-SP, e em Passos-MG, os netos e bisnetos do José Cândido (1843-1916), filho mais velho do Coronel João Monteiro de Araújo, (1820-1900).

É possível que os filhas mais velhos do José Cândido tenham se casado em Franca-SP e região, ou em Passos-MG, e, não tenham vindo para Penápolis-SP.

Aos dez dias do mez de janeiro do anno de mil novecentos e dezesseis, nesta cidade de Pennapolis, Districto de Paz e municipio de Pennapolis, Comarca de Bauru, do Estado de São Paulo, em meu cartorio compareceu João Candido Monteiro, com vinte e quatro annos de edade, solteiro, funcionario publico, natural do Estado de Minas Geraes, residente nesta cidade de Pennapolis, e em presença das testemunhas abaixo nomeados e no fim assignados, exhibindo attestado de duas pessoas moradores nesta cidade os senhores Antonio Pereira dos Santos e Fabianno Nogueira Porto, declarou que no dia dez do dito mez e anno as sete e meia horas da manhã, em sua casa de moradia á rua Bento da Cruz, o seu pae José Cândido Monteiro, digo, horas da manhã, falleceu de morte natural, febre algida conforme o referido attestado, em sua casa de moradia o seu pae JOSÉ CÂNDIDO MONTEIRO,

á rua Bento da Cruz, desta cidade, com setenta e dois annos, casado, lavrador, natural do Estado de Minas Geraes, brasileiro, residente neste districto, do sexo masculino, de côr branca, filho legítimo de João Monteiro de Araújo e Dona Laura Pires Monteiro, estes são fallecidos.

Casado que foi com Dona Silveria Maria da Conceição residente nesta cidade e de seu consorcio com esta deixa nove filhos, digo, deixa dez filhos que são: Hippolita, Alvina, Maria, Ilydia, Maria José, Adelina, Maria Augusta, João, estes todos maiores estas duas Izoldina e Antonia menores e não deixou, digo e deixou alguns bens a inventariar. O seu cadaver será inhumado no cemiterio desta cidade de Pennapolis.

Serviram de testemunhas: Domingos Vieira da Silva e Lourenço Antonio; Do que para constar lavrei este termo, que lido e achado conforme vai devidamente assignado. Eu Andrelino Vaz de A.., Official e Registro Civil, que o escrevi e assignei.

Nota: A testemunha Domingos Vieira da Silva era uma lenda em Penápolis-SP.

A Colônia do Degredo tinha fama de que quem ia para lá, não voltava.

José Cândido Monteiro teria, portanto, 26 anos no final da Guerra do Paraguai, em 1870.

História escutada dos Monteiro de Araújo, mais velhos, de Penápolis-SP, e, transmitida até nós de GERAÇÃO EM GERAÇÃO.

É história preservada.

O José Benvindo Monteiro, primo nosso, e, neto do João Monteiro de Araújo Filho, (ver abaixo), conta ter visto foto dele José Cândido, com duas pistolas no peito.

NOTA: O Militão primo e seu pai, ou irmão, Manoel Antônio Monteiro, que casou um filho com a filha do fundador de Penápolis-SP, o Manuel Bento da Cruz, podem ter sido destes viajantes também que forneciam gêneros para os moradores da Fazendas do antigo Patrimônio do Lageado.

 

 –

O Lageado e os Pinto Caldeira pioneiros massacrados por índios:

Os Pinto Caldeira vieram de Candeias-MG vizinhos dos Monteiro de Araújo lá. Estão lá em Candeias-MG desde 1800.

Como o José Cândido era negociante boiadeiro, e passava pelo Lageado e Degredo, pode ter sido mesmo dos pioneiros mesmo, casado e vindo junto com os Pinto Caldeira.

O João Cândido casou com um Silveira de Passos-MG o que faz nós Silveira também pioneiros do Lageado dos primeiros tempos, de 1873 mais ou menos.

Pode ter fugido dos índios e voltado depois.  Estas são pistas que serão investigadas em cartórios.

O que se sabe que a família contava, os antigos, é que  este João Cândido Monteiro passava pelo Lageado no tempo dos Pinto Caldeira e da Colônia. Poderia ser fornecedor da Colônia.

É fato que os Monteiro de Araújo de Candeias-MG, tronco da nossa família, nossa raiz, nossa terrinha, conheciam os Pinto Caldeira desde o ano de 1.800.

Na paróquia de São José do Rio Preto-SP poderiam ser achado batismo de filhos de José Cândido Monteiro precisando a data de quando se instalou em definitivo em Penápolis-SP.

O filho de 24 anos no óbito do pai José Cândido declara ser natural de MG. 1916 menos 24 = ano de 1892. O que pode indicar que José Cândido veio para Penápolis-SP em definitivo, depois de muitos anos como viajante, depois de 1892, e perto do ano de 1900.

Investigo também se os Pinto Caldeira passaram por Franca-SP ou Passos-MG antes.

O Fato de ser Nosso Senhor dos Passos o Patrimônio do Lajeado deixa desconfiado que vieram de Passos-MG, terra dos Silveira e para onde muitos de Candeias-MG foram se estabelecer e foi em Passos-MG que José Cândido se Casou com uma Silveira, família tradicional em Passos-MG e também vinda de Candeias-MG como os Pinto Caldeira.

A esposa do José Cândido Monteiro é Silveira. Vamos apurar tudo isto e ver se realmente se além de passar José Cândido Monteiro chegou a morar no Lageado e fugiu por causa do ataque dos índios e depois retornou por volta de 1900.

Esta esposa do Pinto Caldeira com nome religioso, a Maria Feliciana de Jesus pode ser da  família Silveira Fernandes ou da família Monteiro de Araújo. Isto tem que ser estudado.

LINDA HISTÓRIA DO LAJEADO CONTADA PELO FREI JOSÉ (GARIBALDI CELSO) TETRA-NETO DA MADRINHA DA SERRA, filho da Bia, neto da Maria do Carmo de Souza

Ele não sabia que na Colônia do Degredo o Padroeiro foi N.S das Dores; isto foi eu que descobri – Esta sim foi nossa primeira santa protetora, como eu postei sobre a Colônia – Uma reportagem que postei aqui do Correio Paulistano de 1861. VER ABAIXO.

OU SEJA,

Antes de existir Penápolis-SP, existiu ali naquela região, a a Colônia do Avanhandava, em 1859, o Patrimônio do Lajeado em 1883.

Penápolis-SP surgiu em 25 de outubro de 1908 com uma Santa Missa e com o nome de Povoado e Estação de Santa Cruz do Avanhandava.

lageado um

lageado dois

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lageado quatro

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A Colônia Militar do Degredo próximo ao Salto do Avanhandava no Rio Tietê, no Correio Paulistano em 1862. A Colônia estava começando a existir.

10 dias de barco de Piracicaba-SP ao Salto do Avanhandava

O Degredo, o Lageado é mais antigo, do Tempo da Colônia Militar da Guerra do Paraguai, ia-se de barco desde Piracicaba-SP até a Cachoeira do Avanhandava. 10 dias de barco..

Depois do ataque dos índios, pouco sobrou,,, Os Pinto Caldeira que escaparam passaram pra outra banda do Tietê.. Resistimos continuamos e construímos Penápolis-SP. O José Cândido Monteiro, o primeiro dos 7 irmãos e irmãos a vir é desse tempo.

Hoje pouca gente sabe que o primeiro padroeiro foi Nossa Senhora do Carmo, depois é que veio o Nosso Senhor dos Passos, no Lageado… e muito depois São Francisco de Assis.

Isto foi em 1861. Ver na página da História de Penápolis-SP neste site:

Notícia sensacional e primeira notícia de jornal conhecida sobre Penápolis-SP:

Do Correio Paulistano: Quem sabia que o primeiro padroeiro foi Nossa Senhora do Carmo?

barca itapura

z colonia um seis

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Um agradecimento todo especial à nossa conterrânea a Sabrina Sato Rahal que sempre divulga nossa Penápolis-SP, onde nós, os MONTEIRO DE ARAÚJO, e, nós, os Nunes de SOUZA, fomos PIONEIROS.

Grande Sabrininha que tem rancho lá na Represa, no Córrego dos Pintos, ou, no Rio Bonito, disseram-me.

Neta do velho RAHAL, homem tão bom e generoso, vendia fiado.. ajudava tanta gente…

Esta página vai e volta no tempo, nos séculos e nos lugares; alterna locais mais recentes com os mais antigos nos quais moramos; coloca fotos alternadas de crianças de hoje com foto de crianças que, hoje, teriam 100 anos de idade.

A intenção é fazer o leitor da família sentir-se parte de todas as épocas e lugares em que a família da Madrinha vive e vive.

Para o bom historiador e para o bom genealogista não há passado, tudo é presente.

LER SOBRE OS MONTEIRO DE ARAÚJO neste site, nas páginas abaixo:

Os 8 irmãos MONTEIRO DE ARAÚJO e 5 bisneto(a)s da Madrinha da Serra que vieram para Penápolis-SP.

8 filhos do Coronel João Monteiro de Araújo, e, de Laura Cândida de Assunção.

5 destes MONTEIRO DE ARAUJO se casaram com bisnetos da Madrinha da  Serra, filhos e filhas de Custódia Nunes de Souza e netos da Lauriana Esméria Ferreira.

5 FILHO(A)S DO CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO COM 5 FILHO(A)S DA CUSTÓDIA NUNES DE SOUZA

Dos 8 irmãos, vieram 6 de Uberaba-MG para Penápolis-SP, e, Antônio e José Cândido vieram de Franca-SP para Penápolis-SP

1- José Cândido Monteiro. VIAJANTE, PIONEIRO NA COLÔNIA MILITAR DO DEGREDO EM PENÁPOLIS-SP. Natural de Candeias-MG branco, enterrado aos 72 anos de idade, em 11 de janeiro de 1916, em Penápolis-SP,  sepultura número 5., portanto, nascido em 1843 ou 1844, filho mais velho dos 16 filhos do Coronel João Monteiro de Araujo. FOI PARA PENÁPOLIS-SP.

José Cândido Monteiro: branco, falecido aos 72 anos de idade, em 10/jan/1916, de febre álgida. Enterrado, em 11 de janeiro de 1916, em Penápolis-SP. O seu registro de óbito é n° 5, folha 10. Faleceu já viúvo de Silvéria.

Filho mais velho dos 16 filhos de João Monteiro de Araújo, e, de Laura Cândida de Assunção (também dita Laura Pires Monteiro). Ela é Pires de Morais por parte de mãe. Há muitos deles em Uberaba-MG, inclusive no Badajós, casado com Silveira.

Casou-se, em 21/outubro/1871, em França-SP, com  Silvéria Maria da Conceição, natural de Passos-MG, filha de João Severiano da Silveira e Hypolita Carolina de Abreu. ESTE CASAL PODE SER OS PAIS DO ANTONIO JULIO DA SILVEIRA que se casou com a Persília, irmão de José Cândido Monteiro.

Teve 10 filhos. 8 já eram maiores de 21 anos, em 1916: PROCURAMOS 10 ESTES PRIMOS e seus netos.

O nome Hipólita da filha mais velha é homenagem à avó dela, ver acima, a Hipólita Carolina de Abreu.

Hipólita, Alvina, Maria, Ilydia, Maria José, Adelina, Maria Augusta, João (declarante do óbito, estes todos maiores. E, estas duas Izoldina e Antônia menores.

2- Antônio Monteiro de Araújo, casado com Mariana Nunes de Souza, bisneta da Madrinha da Serra. Se é o segundo filho, nascido por volta de 1850, deve ter ido para Penápolis-SP com, mais ou menos, 58 anos de idade. Faleceu em São Paulo-SP. Os únicos que preservaram a assinatura MONTEIRO DE ARAÚJO. ESSE ANTÔNIO MONTEIRO DE ARAÚJO É QUE TROUXE OS OUTROS IRMÃOS PARA PENÁPOLIS-SP.  Sempre se conta isto. Tudo indica que seu irmão  mais velho que o trouxe para Penápolis-SP, o número 1, acima, José Cândido, que conhecia Penápolis-SP, desde o tempo da Colônia do Degredo. FOI PARA PENÁPOLIS-SP.

3- CARLOS JUSTINO MONTEIROnosso amado avô, casado com MARIA DO CARMO DE SOUZA, bisneta da Madrinha da Serra. Nascido, em 1863 mais ou menos, em Franca-SP,;mesma idade do tio Pedro abaixo. Faleceu em PENÁPOLIS-SP, em 1936, CHEGOU LÁ EM CARRO DE BOI EM 25 DE SETEMBRO DE 1912. FOI PARA PENÁPOLIS-SP.

6 (ou 7) de seus filhos casaram-se com primos:  1- Chinica casou-se com Juquinha, 2- Adélia com Chico Barbosa, 3- Nenê c/ Alberto, 4- Urias c/ Mandica, 5- Totonho com Aparecida (primos em 2° grau); 6- Carrinho com Lica. E, acho que Tóda é prima do José Garcia Vieira, seu marido, o qual pode ser filho da 9-Carlota Cândida de Assunção, ver abaixo, casada com João Garcia Duarte Vieira.

4- Pedro Monteiro de Araújo, casado com Ana Augusta de Souza, bisneta da Madrinha da Serra. ESSE FOI PARA PENÁPOLIS-SP, MORREU EM 1944 EM PENÁPOLIS-SP; (pai da DONA MANDICA que se casou com o URIAS, seu primo). FOI PARA PENÁPOLIS-SP. A Mandica, em 1912, era menina de 6 anos em Uberaba-MG, e, veio para Penápolis-SP, na garupa do Urias, seu primo, com quem depois se casaria.

5- João Monteiro de Araújo (filho), Joãozinho, casado com Lauriana Nunes de Souza, bisneta da Madrinha da Serra: Estes são os pais do QUINCA MONTEIRO, o Francisco Nunes Monteiro. CUIDADO COM HOMÔNIMOS AQUI: o tio João também teve um filho de nome João, irmão do Quinca Monteiro. FOI PARA PENÁPOLIS-SP.

6- Maria Cândida de Assunção, (Maria Candida Monteiro), casada com Ananias Ferreira Barbosa. (Seu filho, o Francisco Ferreira Barbosa, (Chico Barbosa), casou-se com a Adélia, filha do Carlos Monteiro de Araújo, portanto, seu primo). Faleceu em Penápolis-SP, em 1934. FOI PARA PENÁPOLIS-SP.

7- Maria das Dores Monteiro,  Faleceu, em Penápolis-SP, em 1948. FOI PARA PENÁPOLIS-SP.

8- Ester Cândida de Assunção, casada com Joaquim Nunes de Souza, bisneto da Madrinha da Serra, foram para Penápolis-SP, ele foi vereador da primeira turma em 1914, e, Presidente da Câmara Municipal; avôs do Paulo Nunes de Souza. FOI PARA PENÁPOLIS-SP.

(Nota: A Carmita, neta da Persília,( que é irmã dos 8 irmãos Monteiro de Araújo e que ficou em Uberaba-MG,)  diz que uma das filhas do Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900) ficou dois anos só em Penápolis-SP e voltou para Uberaba-MG, mas eu não sei qual. – – – Pode ser a Carlota Cândida de Assunção; casada com João Garcia Duarte Vieira. Da  Família Garcia Duarte do Barão da Franca-SP. (Jooão Garcia Duarte Vieira pode ser filho do Coronel Francisco Garcia Duarte, irmão do Barão da Franca) e de Dona Luzia Vieira das Neves). O Alceu Júlio da Silveira, filho da Chinica, neto do Carlos Justino Monteiro, no seu nascimento, em 1924, teve um declarante de nome José Garcia Duarte Vieira, funcionário municipal. – – –E, o José Garcia Vieira casado com a Tóda, ver acima, filha do 4- Carlos Justino Monteiro pode ser filho de Carlota e João Garcia. Neste caso, Tóda seria casado com primo também. – – Seriam, então, 9 os irmãos Monteiro de Araújo, filhos do Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900) em Penápolis-SP.)

(Nota: A Carmita sabia o apelido de uma delas, Carlota ou Maria da Dores era a “SADOCA”.)

 

A leva de nós, os MONTEIRO DE ARAÚJO, netos e bisnetos do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, saídos de UBERABA-MG, chegou a Penápolis-SP, em 25 de setembro de 1912.

O segundo filho do Coronel JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, que veio para Penápolis-SP, por volta de 1904, foi o Antônio Monteiro de Araújo, vindo de Franca-SP, que trouxe os outros irmãos, mas não todos eles; alguns permaneceram em Uberaba-MG e outros em Franca-SP.

E, foram nossos primos Militão Antônio Monteiro e MANOEL MONTEIRO DE ARAÚJO que trouxeram para Penápolis-SP, o fundador e plantador de cidades: MANOEL BENTO DA CRUZ.

Manuel Antônio Monteiro (provável irmão ou pai de Militão Monteiro) casou-se com uma filha do fundador de Penápolis-SP, e, faleceu em Araçatuba-SP. Ele também vem de Franca-SP.

O Capitão Militão Antônio Monteiro foi para Tanabi-SP, onde existe a Vila Monteiro; chamou primos e filhos dos primos para irem com ele, mas, estes não quiseram ir para Tanabi-SP.

O Lageado, (hoje se escreve com J Lajeado),  já tinha muitas casas, capela, e, um cemitério, mas, com a chegada da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, NOB, em 1908, no local onde hoje é a Cidade de Penápolis-SP, decaiu o Lageado, local onde era para ter sido a Cidade de Penápolis-SP.

25 de setembro de 2012:

100 anos que os Monteiro de Araújo saíram do Badajós em Uberaba-MG com 5 bisnetos(a)s da Madrinha da Serra, rumo ao Lageado e ao Degredo em Penápolis-SP

Estivemos em Penápolis-SP, no Degredo, no Lageado, para comemorar os 100 anos da nossa chegada a Penápolis-SP.
NÓS MONTEIRO DE ARAÚJO, casados com bisnetos da MADRINHA DA SERRA.
Chegamos, a 25 de setembro de 1912, vindos da Fazenda Badajós, de Uberaba-MG.
FOI esta a Quarta LEVA DE MONTEIROS de Araújo, filhos do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO (1820-1900), a chegar a PENÁPOLIS-SP…..
A primeira leva com José Cândido Monteiro.  E mais Militão (primo) e Manuel Antônio Monteiro que é pai ou irmão de Militão. Este Manuel Antônio Monteiro casou um filho com a filha do fundador de Penápolis-SP, o Manuel Bento da Cruz.
A segunda, em 1904, com Antônio Monteiro de Araújo. Militão foi para Tanabi-SP, nome de avenida lá. Por ali há a Vila Monteiro, hoje chamada Tanabi-SP….
A terceira leva com João Monteiro de Araújo Júnior, Joãozinho, último a falecer (1963) dos 8 irmãos que foram para Uberaba-MG, veio 1911, um ano antes dos outros irmãos de Uberaba-MG.
A terceira leva em 1912, Carlos Justino Monteiro com os outros irmãos e irmãs –  e o Juquinha Silveira; estes que estudamos com detalhes abaixo.
DATA CERTA de sua chegada ao Lageado: 25 SETEMBRO DE 1912
HISTÓRIA CONTADA PELO FREI JOSÉ neste site:
ESTES, em 1912, TRAZENDO, de Uberaba-MG, BISNETOS, TRINETOS, e tetra-netos DA MADRINHA DA SERRA.
Por ex. Maria do Carmo bisneta, sua filha Bia tri-neta, e, os filhos da Bia, Carmita e Frei José tetra-netos.
E, a quarta e última leva, os Monteiro da Farmácia, vindos de Franca-SP, que chegaram em 1919 a Penápolis-SP.
NOTA: Teve outro Odorico Monteiro (DOC) natural de Franca-SP, primo nosso, não sei exatamente de qual Monteiro de Franca-SP, que casou-se, em Penápolis-SP, com Maria, natural de São José do Rio Preto-SP, e, filha de Izar Pereira Dias e Cândida de Jesus. Este Doc teve o filho Márcio, em 01/set/1921, que c/c Maria Aparecida de Medeiros, em Penápolis-SP, em 08/jul/1945.)
(NOTA: Aparece um Coronel ÁLVARO AUGUSTO MONTEIRO nos livros de casamento de Penápolis-SP, como testemunha, o qual é da família nossa também, do pessoal que tem a Fazenda Morro Redondo do Pontal, em Itirapuã-SP, até hoje. Este Álvaro Augusto Monteiro permaneceu no na Fazenda Morro Redondo, em Itirapuã-SP, até o que sei, e só veio para ser padrinho, ao que parece. Aparece no mapa de divisão de terras da Fazenda da Mata, na década de 1920, e, que postamos na primeira parte da História da Madrinha da Serra.)
LAGEADO 100 ANOS DEPOIS:
Aqui os filmes do Lageado, onde chegamos, há exatos 100 anos:
Lageado 100 anos depois:
Este filme foi feito em 25 de setembro de 2012, 100 anos exatos de nossa chegada a Penápolis-SP:

 

CONTINUAÇÃO DOS NUNES DE SOUZA casados com Monteiro de Araújo –

Continuação da Família da Custódia Nunes de Souza, neta da Madrinha da Serra (JOAQUINA CUSTÓDIA DA CONCEIÇÃO 1782-1885), e, filha da LAURIANA ESMÉRIA FERREIRA:

5 filhos da Custódia Nunes de Souza, (também Custódia Maria de Jesus), bisnetos da Madrinha da Serra, foram casados com 5 irmãos Monteiro de Araújo, filhos do Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900)

– Estes 5 filhos da Custódia foram para Penápolis-SP

História de Portugueses no Brasil
História de Portugueses do Brasil
A Velha da Serra – Madrinha da Serra – Joaquina Custódia da Conceição – *1.782 Aiuruoca-MG +13/mar/1.885 Patrocínio Paulista-SP – Viveu 103 anos Fazendo o Bem

 

  • Expandindo a Terceira Geração da Madrinha da Serra, 
  • Bisetos da Madrinha da Serra, filhos da Custódia Nunes de Souza

Agora só a Custódia Nunes de Souza, neta da Madrinha da Serra e seus filhos, netos, bisnetos…

  • Joaquina Custódia da Conceição, a Madrinha da Serra, é a mãe de:

    Lauriana Esméria Ferreira que é a mãe de:

    Custódia Maria de Jesus (Nunes de Souza) que é a mãe de:

1- Cândida, 2- José, 3- Joaquim, 4- Maria do Carmo, 5- Ana Augusta, 6- Lauriana e 7- Mariana

7 BISNETOS DA MADRINHA DA SERRA – NETOS DA LAURIANA – Filhos da Custódia Maria de Jesus (Nunes de Souza) e de Joaquim José de Souza Costa

SEGUIMOS ESTA LINHA RETA:

8 gerações:

Resumo:

Madrinha da Serra é mãe de:

1° Lauriana que é mãe de:

2° Custódia que é mãe de:

3° Maria do Carmo que é mãe de:

4° Alcina que é mãe de:

5° Julieta que é  mãe de:

6° Luizinho que é  pai de:

7° Patrícia que é mãe de:

8° Emanuele, a Sarah, e, o Saulo.

Aqueles que voltam para o Pai só morrem quando são esquecidos por aqueles que aqui eles geraram.

A FAMÍLIA DA CUSTÓDIA NUNES DE SOUZA, NETA DA MADRINHA DA SERRA – e sua FAMÍLIA PATERNA

Francisco de Souza Teixeira, natural do Concelho de Marco de Canaveses-Portugal, (casado com Rosa Maria de Jesus, natural de Ouro Branco-MG), é o pai de:

JANUÁRIO JOSÉ DE SOUZA, (c/c Ana Luísa do Espírito Santo), é pai de:

João José de Souza Costa, (CASADO COM SUA PRIMA em primeiro grau, a Mariana Cândida da Trindade), é pai de:

Joaquim José Rodrigues de Souza, (c/c Custódia Nunes, também chamada Custódia Maria de Jesus, neta da Madrinha da Serra),  é pai de:

7 BISNETOS DA MADRINHA DA SERRA de sobrenome NUNES DE SOUZA, dois quais 5 deles casados com 5 irmãos da Família Monteiro de Araujo.

Nós seguimos, com detalhes, aqui nesta página, uma filha do Joaquim José Rodrigues de Souza e da Custódia Nunes de Souza, a MARIA DO CARMO DE SOUZA, bisneta da Madrinha da Serra, e, filha do Joaquim José Rodrigues de Souza e da Custódia Nunes de Souza.

Estes 5 irmãos NUNES DE SOUZA, filhos da Custódia Nunes de Souza, foram para Penápolis-SP, onde foram pioneiros e desbravadores, e, estão na página inicial deste site:

Estes Souza  passaram por Conselheiro Lafaiete-MG, Piumhi-MG e seguiram para Franca-SP.

Os 7 filhos da Custódia Nunes, (que é da segunda geração), são da TERCEIRA GERAÇÃO

Os 7 irmãos, filhos da Custódia Nunes de Souza e Joaquim José de Souza Costa são bisnetos da MADRINHA DA SERRA, e, são netos Lauriana (que é da primeira geração).

Os 7 irmãos nascidos, entre 1860 e 1875, estariam, hoje, 2019, com a idade entre 143 e 159 anos de idade

5 dos filhos de Custódia Nunes casada com Joaquim José Rodrigues de Souza foram para Penápolis-SP

5 irmão(a)s Monteiro de Araujo se casaram com 5 irmão(a)s  Nunes de Souza, filhos da Custódia Maria de Jesus (Nunes de Souza)

Antônio c/c Mariana

João c/c Lauriana

Pedro c/c Ana Augusta

Carlos c/c Maria do Carmo

Ester c/c Joaquim

A Fazenda do Cristal (Cristal dos Souza, e Cristal dos Nunes) família da Madrinha da Serra fica na maravilhosa Terra Roxa da Alta Mogiana, uma das melhores terras do Mundo.

O primeiro dos 8 irmãos Monteiro de Araújo que veio para Penápolis-SP, o João Cândido Monteiro, não é casado com NUNES DE SOUZA.

Depois, em 1904, veio de Franca-SP, o Antônio Monteiro de Araújo (casado com Mariana) que trouxe, mais tarde, os outros irmãos, que também, como ele, eram casados com os irmãos Nunes de Souza.

O João Monteiro de Araújo Filho (casado com Lauriana) veio em 1911, e, o Carlos Justino Monteiro (casado com Maria do Carmo, a Ester (casado com Joaquim) e o Pedro (casado com Ana Augusta) vieram para Penápolis-SP, em 1912, vindos do Uberaba-MG.

Custódia Nunes, que também assinava Custódia Maria de Jesus, teve, com José Joaquim de Souza Costa,  7 filhos:

7 FILHOS da Custódia, que são netos da Lauriana, e, BISNETOS da MADRINHA DA SERRA:

Cândida, José, Joaquim, Maria do Carmo, Ana Augusta, Lauriana e Mariana

Cândida e José Nunes não vieram para Penápolis-SP, e, casaram-se na Família Faleiros.

O José Justino Faleiros, tronco dos Faleiros, genro do Antônio Alves de Guimarães, herdou as terras do seu sogro, que é, também, sogro da Madrinha da Serra

Os demais 5 filhos da Custódia Nunes casaram-se com 5 irmãos MONTEIRO DE ARAÚJO, filhos do Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900)

Leia sobre a família do marido da Custódia Nunes de Souza, o Joaquim José de Souza Costa:

Os 7 filhos da Custódia Nunes DE SOUZA estão, abaixo, numerados de 1 a 7.

As cinco irmãs filhas da Custódia Nunes são muito altas e magras. Seus maridos baixos e gordos.

5 dos 7 filhos da Custódia Nunes e do Joaquim José Rodrigues de Souza vieram para Penápolis-SP casados com 5 irmãos Monteiro de Araújo.

Dos 5 Souza que vieram para Penápolis-SP, um é homem, Joaquim (Casado com Ester Monteiro) e quatro mulheres: MARIA do CARMO, MARIANA, LAURIANA E ANA AUGUSTA,

Aqui os 7 filhos da Custódia Nunes de Souza, todos de larga descendência:

-1 Cândida Tereza de Souza, filha da Custódia, NÃO FOI PARA PENÁPOLIS-SP; casou-se com Joaquim Alves Faleiros, o “Quinca do Turvo”, filho de outro JOAQUIM ALVES FALEIROS e de Hipólita Vitalina Nogueira, e neto do JOSÉ JUSTINO FALEIROS (1793-1863), o Patriarca dos Faleiros de Franca-SP, sendo seus avôs paternos e maternos, açorianos da Ilha Terceira, da Freguesia de Fontinhas, e, da Vila da Praia da Vitória.

CONHEÇA OS MILHARES DE FILHOS, NETOS, BISNETOS, TRINETOS, TETRA, PENTA…Sexto, sept, octo, nono, décimo-neto do JOSÉ JUSTINO FALEIROS.
CONHEÇA NOSSA HISTÓRIA – Conheça JOSÉ JUSTINO FALEIROS:
Na página do LÚCIO DE OLIVEIRA FALEIROS – Clic neste PDF tem MILHARES DE NOMES; quase todos os 20.000 Faleiros de Franca-SP. Alguns deles como a Dona Sônia Castilho vivendo em Penápolis-SP.
livro dos faleiros osorio rocha e lucio faleiros

 

quinca

FOTO DE JOAQUIM ALVES FALEIROS e HIPÓLITA VITALINA NOGUEIRA, e, o filho JOAQUIM ALVES FALEIROS FILHO (Quinca do Turvo)

Foto do Século XIX – Família nobre de Franca-SP – A pioneira Família Faleiros açoriana da Ilha Terceira

Ver sobre a Família Nogueira em:

A Família NOGUEIRA de BAEPENDI-MG, cujo tronco é o TOMÉ RODRIGUES NOGUEIRA DO Ó (1673-1742), é a família do historiador Pedro Calmon, Oswald de Andrade, dos Simonsen, Suplicy, Raul Pompeia, Heitor Penteado, Candido Mota, Marquês de Baependi, e, tantos outros importantes personagens da História do Brasil.

Cândida Tereza de Souza foi sepultada a 20-out-1950, 1ª quadra, no túmulo do esposo, Quinca do Turvo, na idade de 84 anos, branca, deste distrito, doméstica. “Causa da Morte: Hipertensão, Insuficiência Cardíaca. Declarante: Artur Faleiros”, o  “Barão” (seu filho, que eu conheci).

Cândida teve 14 filhos, segundo disse-me o Seo Dario (só 12 anotados no livro dos Faleiros, na página 230, e, seguintes).

Os filhos de Cândida e do José abaixo, estão no livro dos FALEIROS. Pode ser que 2 faleceram na infância e não estão no livro dos Faleiros.

Ver neste PDF toda a Família Faleiros: livro dos faleiros osorio rocha e lucio faleiros

Seo Dario e o Barão têm sobrinhos em Penápolis-SP, entre eles, dona Sônia Monteiro Faleiros de Castilho, sobrinha do Barão, e, casada com o Doutor Ricardo Castilho, vice-prefeito, prefeito de Penápolis-SP, e, deputado estadual paulista.

O último dos 12 irmãos a falecer, com 97 anos, na década de 1990, foi o Seo Dario Faleiros, que também conheci, e o último a falecer dos irmãos. O Barão e o Seo Dario viveram mais de 90 anos. Muito queridos em Patrocínio Paulista-SP, eles me ajudaram muito na minha pesquisa sobre os Faleiros, minha família materna.

Hipólita Vitalina Nogueira e seu filho Joaquim

Foto do lendário QUINCA DO TURVO, marido da Cândida Tereza Nunes de Souza, quando criança, com sua mãe; Senhora da velha Família Nogueira:

Foto do Século XIX – Famílias Nobres e Pioneira de Franca-SP – Nogueira e a Souza Teixeira

Agradeço muito à prima Palmira Faleiros pelas fotos cedidas.

Filhos da 1- Cândida Tereza de Souza c/c Joaquim Alves Faleiros, o “Quinca do Turvo“.

Aqui, só 12 que aparecem nos livro dos Faleiros, acima, em PDF:

a- João Alves Faleiros,

b- José Alves de Souza Faleiros,

c- Antônio Alves Faleiros,

d- Celso Alves Faleiros,

e- Joaquim Alves Faleiros Júnior,

f- Alberto Faleiros,

g- Afonso Alves Faleiros,

h- Maria Custódia Faleiros,

i- Alípio Faleiros,

j- Artur Alves Faleiros ( o “Barão”),

k- Dario Faleiros; último a faleceer, e

l- Almerinda Faleiros.

Leia e veja mais sobre os Faleiros aqui:

0 2 Maximina Augusta de Melo, a neta de José Justino Faleiros, tronco dos FALEIRO de AGUIAR, FALEIROS de Franca-SP

E AQUI: http://luciofalleiros.com.br/index.php

Agora, o segundo filho de Custódia Nunes de Souza e do Joaquim José de Souza Costa:

2-  José Nunes de Souza, Zeca, filho da Custódia, O FOI PARA PENÁPOLIS-SP; casado, na primeira vez, com Ana Cândida Faleiros, sem filhos.

Viúvo, José Nunes de Souza casou-se com sua cunhada, Amélia Cândida Faleiros, (filha de Maria Cândida Faleiros,  a Licândia, e de João Marcelino de Souza).

Dessa segunda união (José e Amélia), vieram 2 filhos:

a- Maria Amélia Faleiros de Souza, nascida em  7 de fevereiro de 1900, em Patrocínio  Paulista-SP; casada a 21 de abril de 1917, com Antônio Augusto Nogueira, (e teve 8 filhos), e:

b- João, que mora em São Tomas de Aquino-MG?, casado, com 2 filhos. (Eles estão no livro dos Faleiros, na página 242 e 243).

Os dois primeiros filhos ACIMA da Custódia Nunes não fizeram  a viagem Uberaba-MG – Penápolis-SP  ou a Viagem Franca-SP – Penápolis-SP – os 5 filhos abaixo fizeram:

uberaba pena

 

-3- Joaquim Nunes de Souza, filho da Custódia Nunes de Souza; FOI PARA PENÁPOLIS-SP. Vereador importantes; casou-se com Ester Cândida de Assunção (Monteiro), filha do Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900).

JOAQUIM NUNES DE SOUZA, (Nat. 22/dez/1868 – Fal. 27/jul/1941); foi um dos primeiros vereadores de PENÁPOLIS-SP, em 1914, e, foi Presidente da Câmara Municipal.

Alguns anos atrás, foi homenageado, na Câmara Municipal de Penápolis-SP, sendo seus netos chamados para a homenagem. Há em Penápolis-SP, uma rua com seu nome.

Túmulo, em Penápolis-SP, do Coronel Joaquim Nunes de Souza e de sua esposa Ester de Assunção Monteiro

Abaixo, os filhos do Joaquim Nunes de Souza e da Ester Cândida de Assunção (Ester Monteiro):

a- Alberto, c/c a  sua prima Nenê, (ver abaixo, nos filhos da 4- Maria do Carmo de Souza); sem filhos.

Alberto e Nenê são primos por parte de pai e de mãe; assim como muitos outros na Família.

b– Albertina, c/c Ninil Vieira, da Família Garcia Duarte de Franca-SP? Irmão da Rita Vieira esposa do h-Arthur abaixo? Albertina e Ninil são os pais de: I- Abadia (Piracicaba-SP), II- Firmina (Neguinha, de São Carlos-SP), III- Ubirajara que morreu novo, IV- Sônia, caçula, que morreu cedo, e V- Ester que está em Piracicaba-SP;

c- Tonico, Antônio Nunes de Souza, casado com…., é  pai do I- Paulo Nunes de Souza, da II- Geralda de Souza, (a Janir), c/c Oswaldo da Silva, (Geralda e Oswaldo são os pais do Osvaldinho Nunes da Silva, que foi Prefeito de Campos de Jordão-SP), III- Flora solteira, e, IV- Paulo Renato Nunes de Souza.

(Grande Paulo Nunes de Souza, trampista, batalhador. O Paulo Nunes de Souza, filho do Tonico, andou pelo mundo; conheceu o Rei do Gado, lá em Andradina-SP; lembrava muito dos carros de boi puxando madeira lá em Penápolis-SP. Teve posto de gasolina, em sociedade com sua irmã Geralda, em São José dos Campos-SP, onde  tinha um macaquinho e uma araponga. O Tonico, tocava gaita no posto de gasolina do Paulo, o Posto de gasolina Caminho das Praias, saída para o Litoral Norte do Estado de São Paulo. E o Paulo Renato falava: – Meu relógio é batata, tirava do bolso.)Paulo Nunes de Souza, neto da Ester Cândida de Assunção (Monteiro), e, do Coronel Joaquim Nunes de Souza

d- Sador ?, – solteira

e- Maria, – solteira; vivia trancada, na Fazenda, num quarto com grade, na cabeceira, na região do Lageado; era doente dos nervos. Um dos casos mais graves de nós Monteiro de Araújo. Há quase dois séculos na Família acontece problemas mentais e de nervos na Família.  Em 1861, no inventário do Patriarca Capitão José Monteiro de Araújo, seu filho José era dado como mentecapto vivendo lá na Fazenda Morro Redondo do Pontal, na atual Itirapuã-SP.

f- Custódio, – c/c…

g- Pedro Nunes de Souza, faleceu solteiro.

h- Arthur Nunes de Souza – Natural de Uberaba-MG, casado, em Penápolis-SP, com Rita Nunes Vieira, natural de Franca-SP, e, filha do Capitão Luciano Vieira Santiago e Dona Firmina Garcia Duarte. Da Família Garcia Duarte, do Barão da Franca. Rita Nunes pode ser irmã do Ninil acima. Arthur teve a filha Consolação Aparecida (Consolita?) nascida em Penápolis-SP, em 28/set/1922. Tem mais Garcia Duarte unido à família Monteiro de Araújo.

– 4 – Maria do Carmo de Souza, nossa amada avó, filha da Custódia Nunes de Souza; casada com Carlos Justino Monteiro.

10 filhos: Adélia, Bia, Tóda, Chinica, Nenê, Melinha, Urias, Carrinho, Bilico, e, Totonho.

Destes 10 filhos, 6 ou 7 casaram-se com primos: Adélia e Chico Barbosa, Tóda e José Vieira?), Urias e Mandica, Carrinho e Lica, Nenê e Alberto, Chinica e Juquinha, Totonho e Aparecida (estes dois últimos são primos em segundo grau; ver abaixo).

Seguiremos a Família da 4- Maria do Carmo de Souza, até o fim desta página. Ver mais em detalhes, abaixo, sobre seus filhos, netos, bisnetos e trinetos.

A avó Maria do Carmo, cabelo branquinho, viúva de 1936 em diante até falecer em 1944, fazia a neta Mírtes catar piolho.. chega vó,,, já catei muito..

Maria do Carmo cantava sobre os netos Mírtes e Mílton: – A Missa mais o Misso fizeram uma combinação – A Missa de sapato alto e o Misso de pé no chão.

Ficava na casa do filho caçula que tinha engenho de cana-de-açúcar, o Totonho. Engenho de vapor de água, parecia um trem Maria Fumaça.

Agora, o Álvaro Monteiro, ver abaixo, tinha engenho mais antigo de boi de rodar.

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A Vovó 4 – Maria do Carmo de Souza é a da esquerda; está com uma das suas irmãs que parece ser a 5- Ana Augusta de Souza, abaixo

  As irmãs  Nunes de Souza eram muito altas

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-5 – Ana Augusta de Souza, que morreu muito nova, aos 52 anos de idade, em 1928, em Penápolis-SP, deixando 5 filhos menores, de um total de 11 filhos; foi casada com Pedro Monteiro de Araújo, filho do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO (1820-1900).

ÓBITO, em 1928, da ANA AUGUSTA NUNES DE SOUZA, no óbito, com o seu nome de casada.

Aos oito de maio de mil novecentos e vinte e oito nesta cidade de Pennapolis, Estado de São Paulo, em meu cartorio compareceu Urias Monteiro, digo, Urias Justino Monteiro, lavrador, residente neste districto, e exhibindo attestado do Doutor Antonio de Paiva de Faria, declarou que hontem, as vinte e duas horas, em domicilio, nesta cidade, á Avenida Eduardo de Castilho, falleceu de hemorrhagia interna Dona Anna Augusta Monteiro, do sexo feminino, côr branca, com cincoenta e dois annos de edade, de ocupação domestica, natural de Franca, deste Estado, residente neste districto, filha de Joaquim de Souza e de Dona Custódia Nunes de Souza, ambos fallecidos; casada que foi com Pedro Monteiro de Araujo, de cujo consorcio deixou onze filhos, a saber:

Odorico Monteiro, casado, com trinta e quatro annos de edade; Dona Custodia Monteiro de Moraes; de trinta e dois anos, casada com Alcides Alceu de Moraes; Pedro Monteiro Júnior, solteiro, com vinte e nove annos de edade; Dona Arlinda Monteiro Cintra, de vinte e quatro annos, casada com Guilhermino Cintra; Avenil Monteiro de Araújo, casado, com vinte e tres annos; Dona Maria Monteiro de Souza, de vinte e um annos de edade, casada com João Monteiro Junior; Dona Armanda Monteiro de Souza, de dezenove annos, casada com o declarante; Adauto, com dezesete annos; Arlindo, com quinze annos; Armando, com treze annos; e Assis, com nove annos de edade.

A fallecida não deixou bens a inventariar e será sepultada no cemiterio desta cidade. E para constar, lavrei este termo que, lido e conforme, assigna o declarante.  Eu Antônio Loterio Soares de Castilho, Official do Registro Civil, o escrevi e assigno.

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Na foto, PEDRO MONTEIRO DE ARAÚJO e Ana Augusta de Souza? Uns 95% de certeza

Foto da década de 1910 em Aparecida-SP

Ana Augusta de Souza e Pedro Monteiro de Araújo são os pais de:

a- Adauto, Lavrador, com 17 anos em 1928; nasc. +- 1911, Uberaba-MG?; fal. em São Paulo-SP, com 79 anos, de parada cardio-respiratória. Sepultado em Penápolis-SP, em 27-jan-1990. c/c Maria Aparecida Bueno; ficou 14 anos numa cama em São Paulo-SP, e, teve o filho João Batista Monteiro solteiro, e, a filha Valdeci, de São Paulo-SP, que c/c …. tem a filha Sônia.

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Em pé: Marina, Cidinha, Mandica (mulher do Urias e irmã de Adauto), e a Honorina

Sentados: Adauto Monteiro de Araujo, sua esposa Aparecida; 

em pé, ao lado de Adauto está sua filha Valdecir, e, no colo, seu filho João Batista

Adauto e Mandica são irmãos, filhos da 5- Ana Augusta de Souza e do Pedro Monteiro de Araujo

Foto de +- 1932

b- Odorico (Doc), 34 anos em 1928, que foi para São Paulo-SP, c/c Ernestina. Teve os filhos I- Mário c/c Izoleta Goulart (teve Shirley e a…), II- Marcelin, (foi para o MT ou MS), e, a III- Neusa, voz grossa; foi para o MS ou MT.

c- Assis, com 9 anos em 1928; c/c a sua prima Iraci, filha da 6- Lauriana Nunes de Souza e de João Monteiro de Araujo Filho. Assis e a Iraci tiveram os filhos: I- Roberto Batista Monteiro, II- a Odete com filho em Promissão-SP, e, a III- Maria Antônia que tem filho Emerso. (Assis e Roberto tocaram ringue de patinação),

d- Maria Monteiro de Souza, com 23 anos, em 1928 (c/c o primo  6-d João Monteiro de Araújo Júnior – Joãozinho). Ver a Maria e o Joãozinho na Família da 6- Lauriana Nunes de Souza, abaixo.  ESSA MARIA É QUE ARRUMAVA OS CASAMENTOS – VOCÊ VAI CASAR COM ESTE,,, VOCÊ COM AQUELE…

e- Armando, com 13 anos em 1928; c/c  Josefina; tiveram: 1- Ana Augusta, NOME EM HOMENAGEM À AVÓ – LINDA TRADIÇÃO DA FAMÍLIA, c/c Juiz de Direito Joaquim (que foram para São Paulo-SP, e, São Caetano do Sul-SP); Tiveram os filhos Ulisses? e o Franklin?, 2- Eunice c/c Assis Morais; moram em São José dos Campos-SP, e tiveram os filhos Marcos e Assis Filho?; 3- Laurinha c/c Francisco Salla (que teve olaria), e teve as filhas as filhas Suzana e Silmara, e, a 4- Ivone c/c Osvaldo Gaviolli, sitiante, com os filhos Celso, César, Silvana e Soraia,

f- Arlindo, c/c Adélia, (parente nossa), com 15 anos em 1928; e teve os filhos….., foram para Goiás,

g- Armanda Monteiro de Souza, com 19 anos em 1928, (Mandica), casada com seu primo Urias. Mãe da Cidinha, Honorina e Marina. Ver sobre Urias e a Mandica, abaixo, na Família da 4- Maria do Carmo de Souza c/c Carlos Justino Monteiro, QUE SEGUIREMOS EM DETALHE NESTA PÁGINA,

h- Custódia Monteiro de Moraes; com 32 anos em 1928; casada com Alcides Alceu de Morais,

i- Pedro Monteiro Júnior, solteiro em 1928; com 29 anos em 1928; c/c

j- Avenil Monteiro de Araújo, casado, com 23 anos em 1928,

k- Arlinda Monteiro Cintra, de 24 anos em 1928, ano em que faleceu; faleceu no mesmo ano que sua mãe Ana Augusta. Arlinda foi casada com o Guilhermino Cintra; morreu jovem. Arlinda é mãe do I- Acácio que tinha 8 anos em 1928, e que foi casado com Anísia, e teve a Dalva e o Dantes; II- Aparecida Monteiro Cintra que tinha 6 anos em 1928, e, que se casou com o Totonho, (seu primo em segundo grau, filho da 4- Maria do Carmo de Souza), Ver sobre eles abaixo.

Mãe e filha, (Ana Augusta e Arlinda), morreram no mesmo ano de 1928.

Assento de Nascimento da Aparecida Monteiro Cintra:

Aos vinte e cinco dias do mez de março de mil novecentos e vinte, nesta cidade de Pennapolis, em meu cartório compareceu Guilhermino Cintra, perante as testemunhas no fim assignadas declarou: que no dia vinte e treis do corrente mez e anno, ás dezenove horas, em domicilio, neste Districto, nasceu uma criança do sexo feminino, de côr branca, a qual chamará Maria, filha legitima delle declarante e de sua mulher dona Arlinda Cintra, estes são naturaes deste Estado, residentes neste Districto. São avós paternos: Belmiro Cintra e Laura Cintra; são avós maternos: Pedro Monteiro de Araujo e Anna Augusta Monteiro. Serviram de testemunhas Casimiro do Amaral Simionetti e José Rossi. Do que para constar lavrei este termo o, que lido e achado conforme vae devidamente assignado. Eu, Julio Coelho Vilhena, escrivão do registro civil int. que o escrevi e assignei.

Ver abaixo, a Tia Aparecida Monteiro Cintra, nos filhos do Carlos Justino Monteiro e de Maria do Carmo de Souza.

ÓBITO, em 1928, DA JOVEM ARLINDA MONTEIRO CINTRA, filha da Ana Augusta Nunes de Souza, e, que deixou o Acácio e a Aparecida órfãos.

“”Aos seis de Outubro de mil novecentos e vinte e oito, nesta cidade de Pennapolis, Estado de São Paulo, em cartório compareceu Virgilio Raphael Cassiano, lavrador, residente nesta cidade, e, exhibindo attestado do Doutor Juscelino Monteiro Junior declarou que hontem, as oito horas, em domicilio, nesta cidade, falleceu de emphysema pulmonar Dona Arlinda Monteiro Cintra, do sexo feminino, cor branca, com vinte e oito annos de edade, natural de Franca, deste Estado, de ocupação domestica, residente nesta cidade, filha legitima de Pedro Monteiro de Araujo e de Dona Ana Augusta Monteiro, esta (já) fallecida, casada que foi com Guilhermino Cintra de cujo consorcio deixou dois filhos a saber:- Accacio, com oito annos de edade e Apparecida com seis annos de edade. Não deixou bens a inventariar e será sepultada no cemiterio desta cidade. E para constar lavrei este termo que, lido e conforme, assigna o declarante. Eu Agostinho Mendonça do Valle, Official do Registro Civil interino que o escrevi e assigno.“””

Paulo César, filho do Alceu, neto do Juquinha, bisneto da 4- Maria do Carmo de Souza, e, Laurinha filha do Armando – Foto de 2014+-

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Josefina, esposa do Armando, ao centro, e, suas filhas:

Da esquerda para a direita:

Ana Augusta, Eunice, JOSEFINA, Laurinha e Ivone, que é a última a direita

Ana Augusta, à esquerda, tem esse nome em homenagem à sua avó, COMO TANTOS outros DESCENDENTES DA MADRINHA DA SERRA, HOMENAGEIAM AS AVÓS em seus nomes:

 Existem muitas anas, esteres, joaquinas, custódias, conceição, e, laurianas, na Família da Madrinha da Serra

5-a ADAUTO e 5-e ARMANDO, filhos da 5- Ana Augusta de Souza

Continuação dos filhos da Custódia Nunes e de Joaquim José de Souza Costa. Sexta filha da Custódia Nunes:

-6  – Lauriana Nunes de Souza, c/c João Monteiro de Araújo Filho (filho do Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900). Lauriana faleceu cedo; Talvez em 1927; João Monteiro de Araújo Filho ficou viúvo muitos anos, até 1963.

A Lauriana tinha esse nome em homenagem à sua avó, que era filha da Madrinha da Serra, e, que morreu cedo.

O João Monteiro de Araújo Filho morreu velhinho, com 93 anos; triste de não morar mais na fazenda. Tiveram a Fazenda Velha, também chamada Fazenda Santa Lauriana (nome dado em homenagem à sua esposa).

João Monteiro de Araújo Filho e Lauriana Nunes de Souza tiveram os filhos, que vão da letra “”a”” até a letra  “”i””.

a- JOAQUIM  NUNES MONTEIRO, o “QUINCA MONTEIRO”, (nasceu, em 1898, em Uberaba-MG – faleceu em 6 de julho de 1977, em Penápolis-SP), casado, em 1920, em Penápolis-SP, com Custódia de Faria, (Franca-SP – 14/agosto/1900 – Falecida em 16 de novembro de 1967), filha de Francisco Antônio de Faria e de Placedina Maria de Jesus.

Muito rico, o Quinca Monteiro, filho da Lauriana, era jogador, tinha muitas fazendas. Comprava na bacia das almas, diziam. Era uma figura maravilhosa e folclórica – Orgulho dos Monteiro de Araújo e dos Nunes de Souza, e de Penápolis-SP.

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Quinca Monteiro e Custódia de Faria em +- 1950

Quinca  é pai de I- Laurita, II- Semíramis, III- Lourdes, IV-Ataliba, (26/09/1934 – 16/09/1993), V- Aníbal e a VI- Jerseí. VII- Iracema (Cema):

A Jerseí é a mais velha, nasceu em 29/jun/1921, um ano depois do casamento do Quinca Monteiro. Jérsei casou-se com Otávio Odorico Strogen, em 16/jul/1942, e faleceu em 24/jun/1983. Teve o filho Luís;

A Laurita foi casada com Comendador Oswaldo Pedro, (*25 de julho de 1924 +1 de março de 1986), e, é mãe da Sheila e Vanessa;

A Semíramis é c/c Danilo Tomaini. Com os filhos Wanderlei, Walderez, Wanda, e, Walquíria;

Lourdes c/c Elcides Cioc. Filhos: Edna e Edson.

Ataliba c/c  Zilá (Capa Preta) Filhos:

Aníbal c/c Isabel Cristina. Filhos:

A Iracema, (Cema), c/c Orlando Parente, (1921-1983), fotógrafo. Tem rua em Penápolis-SP com o nome do Orlando Parente, e, também, há mais algumas ruas com nomes de alguns de nossos primos e tios. Iracema é mãe da Maria Sílvia, que foi Miss Penápolis-SP. Cema, faleceu em Penápolis-SP, em 2015, com 90 anos. Maria Sílvia tem os filhos Marcel e…. A Iracema, (Cema), é mãe, também, do Aníbal Joaquim, c/c Carmem; e teve o filho….

A MISS PENÁPOLIS-SP

MARIA SÍLVIA:

Que orgulho da nossa prima:

AMAMOS MARIA SÍLVIA

Uma das mais lindas descendentes da Madrinha da Serra 

Maria Sílvia, penta-neta da Madrinha da Serra

Amamos Maria Sílvia

Foto de +- 1970

O Inesquecível, e, lendário QUINCA MONTEIRO, pai da Cema, avô da Maria Sílvia

Imponente Túmulo do Quinca Monteiro  no Cemitério de Penápolis-SP

Tem rua com seu nome, na cidade de Penápolis-SP

Continuação dos filhos da -6  – Lauriana Nunes de Souza, c/c João Monteiro de Araujo Filho:

– b- Maria de Lourdes, “Lica”, casada com o seu primo “Carrinho“, (Carlos Monteiro Filho – pai dele era de apelido CARRO, o Carlos Justino Monteiro), filho da 4- Maria do Carmo de Souza e de Carlos Justino Monteiro. Ver sobre o Carrinho, abaixo, nos capítulo sobre os filhos da 4- Maria do Carmo de Souza. Lica morreu de câncer. Carrinho e Lica tiveram o filho Walter, (Varti, Vartão), que se casou com….., e teve a filha Maria de Lourdes, que mora em Campinas-SP.  A filha do Walter, (a Maria de Lourdes Monteiro), tem 3 filhas: Maiara, Francielle e Paula. Viúvo, o Varti casou-se novamente.

c- Iolanda , a LANDA, morreu, como a MADRINHA DA SERRA com mais de 100 anos,  em 2005, mais ou menos;; foi casada com seu primo Álvaro Monteiro de Araújo, filho da 7- Mariana Nunes de Souza, abaixo, e, teve os filhos:

Terezinha Penha Monteiro c/c João Vitalli e teve os filhos., E..

Cleusa, c/c ….. filha: Adriana?

Jaçanã, c/c .. morreu nova de câncer

Antônio, c/c ….

e, Vadinho, que foi fundamental para que eu pudesse escrever este site da Família da Madrinha da Serra – e, Monteiro de Araújo.

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Landa, filha da Lauriana e do João Monteiro de Araújo Filho, foi homenageada, em 1998, aos 90 anos, como uma das pioneiras que nasceu, junto com Penápolis-SP, em 1908

 

Paulo César, filho do Alceu, (neto da Chinica, e, bisneto da 4- Maria do Carmo de Souza), Osvaldo Apparecido Monteiro de Araújo, (Vadinho), e, Mirtes, filha da Chinica

Quanta informação o Vadinho e Mirtes me passaram; tantos nomes e histórias de família para esta página da Madrinha da Serra; eternamente grato a eles

Foto de 2014+-

Continuação dos filhos da 6- Lauriana Nunes de Souza c/c João Monteiro de Araújo Filho:

d- João Monteiro Júnior, Joãozinho, casou-se com sua prima Maria, filha da 5- Ana Augusta Nunes de Souza, e, do Pedro Monteiro de Araújo; Ver acima, no número 5-d,

e- Francisco(“Chico”, Chicão), casado com Inês Schudeler. Os filhos do Chicão estão no Mato Grosso, ou MS; o João Guilherme, Maria Inês, e o….

f- Alzira, casada com Manuel Soares de Queirós, (NÉCA SOARES), e, teve os filhos:

I-Nelson Monteiro Soares foi para o MS, foi tenente da aeronáutica em São Paulo-SP,

II-Circe Monteiro Soares, (casada com João Gomes) teve o João Filho, Alzira Carmem e..;

III- João c/c Zulmira; Antônio Preto c/c.. com o filho….;

IV- Maria Tereza Monteiro Soares, (casada com Michel Caroy) e teve o filho Jorge; 

V-Ciro Monteiro Soares que tem fazenda em MS; morreu em tempestade, teve uma filha Cirana; e,

VI- Maria José Monteiro Soares, (casada com professor Naor, em Campinas-SP?),

g- Antônio Augusto Monteiro, (Tonico), casado com Aparecida de Lima Monteiro, e, teve 9 filhos:

1- Ana Aparecida Monteiro, (falecida), que era casada com seu primo Euclides Aparecido Monteiro, (falecido) – (Ver abaixo no h- Euclides Antônio Monteiro) Ana teve três filhos: – I- Antônio Euclides Monteiro, dono do Supermercado Monteiro em Penápolis-SP, e, que tem um filho, o Diego Henrique Monteiro, -II- Eliza Carolina Monteiro, que tem uma filha, a Camila Monteiro, III- Júlio Cesar Monteiro que tem dois filhos, Júlio Cesar Júnior e Vitória Carolina Monteiro;

2-Mário Donizete  (falecido);

3- Antônio João Monteiro que teve dois filhos: Antônio Olcides Monteiro e Gláucia Lucineia Monteiro;

4- Lauriana Monteiro que faleceu com sete anos de idade;

5- José Benvindo Monteiro que tem dois filhos: Alexandra Monteiro e ……;JOSÉ NOS RECEBEU SUPER BEM NA SUA CASA DENTRO DE UM CANAVIAL ALTO. TRADIÇÃO DOS MONTEIRO A CANA DE AÇÚCAR – CONTOU MUITO SOBRE A FAMÍLIA O QUE AJUDOU DEMAIS ESTE SITE.  José contou que lembra da foto do primeiro Monteiro de Araújo em Penápolis-SP, o José Cândido Monteiro, primogênito do Coronel João Monteiro de Araujo (1820-1900), ver acima, do tempo da Colônia Militar – com duas pistolas laçadas no peito.

6- Euclides Augusto Monteiro, (o Kidinho),  que teve quatro filhos: Eduardo Augusto Monteiro, Liege Colichio Monteiro, Pedro Paulo Colichio Monteiro e Guilherme Colichio Monteiro;

7- Celso Francisco Monteiro teve uma filha, (linda), a Priscila Marques Monteiro;

8- Edson Assis Monteiro que tem dois filhos: Guilherme Henrique Monteiro e o Rômulo Marcelo Monteiro;

9- Eliza de Fátima Monteiro Tozatti, c/c Paulo Tozatti; tem três filhos: Bruno Paulo Monteiro Tozatti, Eros Rafael Monteiro Tozatti, e, o Antônio Augusto Monteiro Tozatti.

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O g- Antônio Augusto Monteiro, (Tonico), e 5 de seus filhos

 

h-  Euclides Monteiro de Araújo, o “Kida,” que era casado com Carolina Strongren, e, que teve um filho: Euclides Aparecido Monteiro, (Nenen ou Nenê), que casou-se com sua prima Ana Aparecida Monteiro, filha do g- Tonico Monteiro, acima; já falecida.

i- Iraci, casada com o seu primo Assis, filho da 5- Ana Augusta de Sousa e do Pedro Monteiro de Araújo; veja, acima, no número 5.

Continuação dos filhos da Custódia Nunes de Souza, neta da Madrinha da Serra. Custódia Nunes é casada com o Joaquim José Rodrigues de Souza:

– 7- Mariana Nunes de Souza, casada com Antônio Monteiro de Araújo.

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Foto da 7- Mariana Nunes de Souza – com 2 netos; os filhos da Mariana (filha), o Leopoldo e..

As irmãs Nunes de Souza são muito altas – Foto da década de 1940+-

Antônio Monteiro de Araújo, marido da 7- Mariana Nunes de Souza, foi o segundo dos 8 irmãos Monteiro de Araújo a vir para Penápolis-SP. Saiu de Franca-SP, e, foi ele que chamou os irmãos que estavam na Fazenda Badajós, em Uberaba-MG, casados com as filhas da Custódia Nunes, para virem para Penápolis-SP.

Ele que chamou os outros Monteiro de Araújo que foram para Penápolis-SP, em 1911 e em 1912. Faleceu em São Paulo-SP.

O primeiro irmão que veio para Penápolis-SP, como vimos acima, foi o José Cândido Monteiro, primogênito do Coronel João Monteiro de Araujo (1820-1900).

Mariana Nunes de Souza e Antônio Monteiro de Araújo são os pais da:

a- Laura Nunes Monteiro, que se casou com o Enoch de Paula Ribeiro, este filho de Antônio de Paula Ribeiro e Emília Deodolina de Laura (?). Enoch ficou viúvo, e, casou, pela segunda vez, com Tia Melinha acima, filha de CARLOS JUSTINO MONTEIRO, e, da Maria do Carmo de Souza, a número 4 acima. Morreu o Enoch na casa da neta Anita, aos 104 anos de idade. Ver sobre a Melinha mais abaixo, nos filhos do Carlos Justino Monteiro abaixo. Ver mais sobre Enoch, abaixo, no seu segundo casamento, com Melinha, filha do Carlos Justino Monteiro e Maria do Carmo de Souza.

Enoch viveu até 104 anos, lúcido na casa da sua filha Anita, a III abaixo.

Foi, na casa do Enoch, que faleceu minha bisavó, em 1946, a Maria do Carmo de Souza. Estava ruim, foi para a cidade. Deu tempo de vir os netos de Uberaba-MG para vê-la pela última vez.  O Urias Monteiro veio de Uberaba-MG para o enterro.

Enoch teve três filhos do primeiro casamento:

I – Fiíca, c/c ….Pires,  teve filho ….

II – Lutácio.

III – Anita, nascida em 15/jul/1920, e, falecida em 2010, aos 90 anos, casada com João Teixeira Sampaio (que foi prefeito municipal de Penápolis-SP, e, que faleceu em 2013, com 103 anos), e:

Anita e João Teixeira Sampaio, que se casaram em 30/maio/1940, são os pais da Laurinha, (nome em homenagem à avó); Laurinha c/c é mãe do Marcelo e da Mônica, que brincavam comigo e com os filhos da Julieta na nossa infância), e, do Firmino Ribeiro Sampaio, que foi Prefeito Municipal de Penápolis-SP, casado com Jussara, com filhos Simone e….

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Mônica Aparecida Sampaio Garcia Maschietto, filha da Laurinha, neta da Anita, bisneta da Laura, tri-neta da 7- Mariana Nunes de Souza, tetra-neta da Custódia Nunes de Souza, penta-neta da Laurina Esméria Ferreira, e, sexta-neta da Madrinha da Serra

Quanta saudade de nós brincando na infância, nos anos 60

Tanto Enoch, a filha Anita, e o genro João Sampaio, faleceram perto dos 100 anos de idade.

continuação dos filhos de 7- Mariana Nunes de Souza e Antônio Monteiro de Araújo:

b- Maria,

c- Lica do Guimarães, Maria de Lourdes, c/c …. com os filhos: Juarez morava em São Paulo-SP, e o Dr. Wilson, oftalmo no HC em São Paulo-SP.

d- Antônio, de São Paulo-SP.

e- Álvaro Monteiro de Araújo; casou-se com sua prima c -Yolanda, filha da 6- Lauriana Nunes de Souza, acima. Álvaro era plantador de cana-de-açúcar, tem foto dele em reunião dos cultivadores de cana-de-açúcar. Antigamente, antes do Instituto do açúcar e do Álcool, nos anos 1940, todo mundo podia ter engenho. Depois era o fazendeiro a vender cotas para as usinas de açúcar e álcool. O Wadinho, herdeiro, arrenda terra para a usina. Assim é em Penápolis-SP. Muitos vivendo do que a usina paga mensalmente pelo arrendamento das terras.

Álvaro Monteiro de Araújo, falecido em 1982, e, sua esposa e prima Yolanda, a Landa, sua prima, filha do João Monteiro Filho; foto tirada no casamento do seu filho Tonico, grande Tonico.

f- Mariana; marido trabalhado na Dureya Maizena; teve os filhos Leopoldo, Antônio e….

g- Nilson, c/c,

h- José, que morreu na Revolução Constitucionalista de 1932.

Leia mais sobre eles, filhos, e, netos da Mariana, aqui:

https://madrinhadaserra.com/2-2-mais-fotos-da-familia-monteiro-de-araujo-nunes-de-souza/

Leia a página sobre os Monteiro de Araújo, neste site, com mapa da Fazenda Morro Redondo do Pontal:

Sobre os Filhos de 7- Mariana Nunes de Souza e de ANTÔNIO MONTEIRO DE ARAÚJO,  RECEBEMOS ESTE DEPOIMENTO IMPORTANTE DO PRIMO JOÃO ÁLVARO MONTEIRO.

Fala especialmente dos ex-escravos do CORONEL JOSÉ MONTEIRO DE ARAÚJO que sempre acompanharam a Família:

“””””””ANTONIO, casado com Mariana ( meus bisavós ) – segundo minha tia Terezinha, o bisavô Antonio deve ter falecido na década de 20, porque meus avós casaram em 32 e o bisavô Antonio já tinha morrido ( Joaquim – foi para SP advogar, levou a bisavó Mariana, já viúva e os irmãos mais novos e os ex-excravos que sempre acompanharam a família), Maria – Lica, esposa do Guimarães, Antonio, Alvaro Monteiro de Araujo ( meu avô ) voltou para Penápolis e montou engenho, trouxe de volta a Umbelina -ex-escrava – e toda sua família, seus filhos se integravam na família, inclusive seu caçula o José foi batizado como José Monteiro, seu filho Sergio aprendeu a dirigir e o Robertinho tocava na Banda que o meu avô Álvaro teve e que tocava em Penápolis no tempo do cinema mudo, meu avô tocava instrumentos de sopro, tinha outro negro na banda chamado Camundá), Mariana, Nilson, José – morreu na revolução de 32, Laura ( familia Sampaio /Oceu )”””””””””.

Ampliando a TERCEIRA GERAÇÃO da Madrinha da Serra: Só a Maria do Carmo de Souza e seus descendentes

Joaquina Custódia da Conceição, a Madrinha da Serra, é a mãe de:

Lauriana Esméria Ferreira que é a mãe de:

Custódia Maria de Jesus (Nunes de Souza) que é a mãe de:

4 – Maria do Carmo de Souza, c/c Carlos Justino Monteiro, (Carro Monteiro)

 

Agora só a número 4 – Maria do Carmo de Souza, que se casou com um Monteiro de Araujo – o CARLOS JUSTINO MONTEIRO:

O Carlos Monteiro, o Carro Monteiro, que tem aquelas histórias de ter vendido 200 alqueires de terras no Badajós, em Uberaba-MG, e, comprado no Brejo Alegre no Lageado, em Penápolis-SP, 2.000 alqueires.  Chegaram de carro de Boi em 1912.

O irmão dele João tinha vindo um ano antes em 1911.  O Antônio tinha vindo em 1904, e o José Cândido, muito antes.

A terra era barata, subiu de preço depois da pacificação dos índios pelo Coronel Rondon em 1912. Chegaram no ano da pacificação. Na década de 1920 a terra valia muito mais.  Faleceu em 1936. Nasceu por volta de 1862 na Franca-SP.

A pacificação dos índios realizada pelo Coronel Cândido Mariano Rondon foi decisiva para o povoamento da região, tanto que o preço do alqueire de terra subiu 1.000% de 1910 a 1914, passando de 13$000 réis a 100$000 réis, indicando um grande aumento da procura por terras após a pacificação.

Em 1925, o alqueire de terra, próximo à área urbana de Penápolis-SP, já estava cotado a 1:000$000, ou seja, uma nova valorização de 1.000% em relação a 1914.

MARIA DO CARMO DE SOUZA, tri-neta da Madrinha da Serra

De Agora em diante, nesta página, da terceira geração, seguiremos somente a Maria do Carmo de Souza, filha da Custódia Nunes, (segunda geração),

Maria do Carmo de Souza é neta da Lauriana(primeira geração), e, BISNETA da MADRINHA DA SERRA.

Portanto, a MARIA DO CARMO DE SOUZA é da TERCEIRA GERAÇÃO, e, os seus filhos são da QUARTA GERAÇÃO.

Sobre os Souza Teixeira, ler:

A família “”Rodrigues da Costa”” e a família de Januário José de Souza

Existe um livro sobre a Saga de Nós, os Rodrigues da Costa, pioneiros no Mato Grosso do Sul.

Nós que estivemos na Inconfidência Mineira como os Silveira Fernandes, do Juquinha, como mostraremos abaixo.

A imensa e nobre genealogia, portuguesa com certeza, da Maria do Carmo de Souza

Clic duas vezes para a Árvore Genealógica ficar grande:

z antepassados-de-maria-do-carmo-de-monteiro-souza

Maria do Carmo de Souza casou-se com CARLOS JUSTINO MONTEIRO, filho do Coronel João Monteiro de Araújo, e, de LAURA CÂNDIDA DE ASSUNÇÃO, falecidos em Uberaba-MG.

Ele, o Coronel João Monteiro de Araújo, faleceu em 1900, e, ela, Laura, em 1908. Carlos Justino Monteiro e Maria do Carmo de Souza faleceram em Penápolis-SP.

O Carlos Monteiro de Araújo, Carro Monteiro, esposo da 4- Maria do Carmo de Souza, vendeu sua herança em Uberaba-MG, uma parte das terras da Fazenda Badajós, em Uberaba-MG, de porteira fechada, ou seja, com tudo que tinha dentro, sem tirar gado etc, 200 alqueires, e..

Carlos Justino Monteiro comprou, com o dinheiro da herança em Uberaba-MG, 2.000 alqueires de mato para desbravar e formar em uma parte da Fazenda Brejo Alegre em Penápolis-SP,

uns 2.000 alqueires paulistas, isto tudo sem ajuda de governo, de Banco do Brasil, sem nunca sonhar em invadir terra já formada como faz o MST.

Comprou as terras por volta de 1910 e seguiu em 1912 para Penápolis-SP.   Não achamos o documento de compra no Cartório de Notas de Penápolis-SP. Talvez esteja no Cartório de Notas de São José do Rio Preto-SP.

ESSA FAZENDA BREJO ALEGRE MUITO GRANDE COMO TODAS DE ANTIGAMENTE JÁ EXISTIA DESDE O TEMPO DO Patrimônio de Nosso Senhor dos Passos em 1880, do tempo dos Pinto Caldeira.

Eu mandei reformar o túmulo do meu bisavô, Carlos Justino Monteiro, sem mudar as suas características, e, espero, aí, ter meu repouso final, e, espero morar eternamente junto aos meus bisavôs paternos, porque:

O BOM FILHO À CASA PATERNA TORNA:

É aqui, neste túmulo, onde estão hoje, Carlos, Maria do Carmo, Nenê, Carrinho e, outros filhos 

 

UMA PESSOA SÓ MORRE QUANDO COMEÇA A SER ESQUECIDA PELOS SEUS NETOS E BISNETOS.

TETRA-NETOS E PENTA-NETOS DA MADRINHA DA SERRA nesta foto abaixo:

FAMÍLIA GRANDE E UNIDA da Madrinha da Serra

Fotografia de Família Unida da Madrinha da Serra

No Centro da foto, o JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO FILHO, (filho do Coronel João Monteiro de Araújo falecido em Uberaba-MG, em 1900, no chiqueiro da Fazenda Badajós aos 80 anos e trabalhando, e, que comia à mesa com seus escravos).

Foi o último dos irmãos Monteiro de Araújo, de Penápolis-SP, a falecer. Ficou muito tempo viúvo da Lauriana Nunes de Souza.

Na foto, JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO FILHO, está com filhas, netas, bisnetas, sobrinhos, e sobrinhos-netos, em uma festa na Fazenda Santa Maria. Ou é na Fazenda Santa Lauriana?

JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO FILHO faleceu em 1963, Em Penápolis-SP, com 96 anos de idade. Quase 50 anos depois de falecer seu irmão mais velho, o JOÃO CÂNDIDO MONTEIRO, em 1916. João Filho foi o último (dos 8 irmãos Monteiro de Araújo que foram para Penápolis-SP) a falecer.

Imagine ficar 50 anos com saudade de pais e irmão. E foram 25 anos de saudade da viúva, a Lauriana Nunes de Souza.

Penápolis-SP – Início da Década de 1950 

Família Monteiro de Araújo-Nunes de Souza 

Pioneiros de Penápolis-SP 

Fazenda Santa Maria, Fazenda Velha, ou, também chamada Fazenda Santa Lauriana?

Que maravilha é a família tradicional de origem portuguesa!

O patriarca, último a falecer dos irmãos, com toda  a prole, sobrinhos, genros, noras,, agregados, vizinhos de roça

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João Monteiro de Araújo Filho, QUE VEIO PARA PENÁPOLIS-SP na leva de 1911, já viúvo da 6- Lauriana Nunes de Souza, em 1952, em Penápolis-SP, na roça 

QUE LINDO! MINHA PRIMA Detinha, filha do Cidoca, neta da Chinica, Bisneta do Carlos Monteiro e da Persília – Detinha AO LADO esquerdo DO TIO BISAVÔ DELA, o João Monteiro Filho

 Aparecem na foto entre outros, Julieta, filha da Chinica, seu marido Luís Leme, a Cema, filha do Quinca Monteiro, e, mãe da nossa Miss Penápolis-SP, o Cidoca, a Irene, e, as suas filhas mais velhas, Irene está, em 2019, com 93 anos, 

A saudosa Detinha, (filha da Irene e do Cidóca), está ao lado do João Monteiro de Araújo Filho (à sua esquerda)

Que emoção para o tio Joãozinho, cercado de tanto sobrinhos pequeninos

As netas mais velhas do Juquinha e da Chinica chegaram a conhecer um tio-bisavô, o tio João;  irmão da bisavô e da bisavó (tio joão é irmão da Persília, mãe do Juquinha, e é irmão do Carro Monteiro, pai da chinica) – Chinica e Juquinha são primos em primeiro grau;

Velha tradição da família, tradição esta hoje abandonada, de casar primo com primo; são os novos tempos!

A Lauriana, esposa do João Monteiro de Araujo Filho, que é filha da Custódia Nunes já era falecida;

Esta, no centro da foto, o João Monteiro de Araújo Filho com seus sobrinhos, netos, e com tetranetos e penta-netos da MADRINHA DA SERRA (as crianças, quase todas, algumas são vizinhas, não são da família).

As crianças estão hoje com mais de 60 anos e são avós e bisavós… he he he.

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QUARTA GERAÇÃO da MADRINHA DA SERRA:

AGORA, seguiremos somente os 10 filhos da MARIA DO CARMO DE SOUZA,

A MARIA DO CARMO TEVE FILHOS DE 1887 (Adélia) ATÉ 1910 (Totonho).

Estariam, hoje, 2019, portanto, entre 109 anos (Totonho), e, 132 anos de idade (Adélia)

Portanto a mais velha, a Adélia é 23 anos, (nascida em 1887), mais velha que o caçula Totonho, nascido em 1910, quando já estava vindo ao Mundo, os seus sobrinhos, filhos de suas irmãs mais velhas.

E, em 1911 e 1912, quando os Monteiro de Araújo, foram de Uberaba-MG para Penápolis-SP, já levaram netos da Maria do Carmo, filhos da filhas mais velhas.

Filhos da Maria do Carmo, NETOS da Custódia Nunes, bisnetos da Lauriana, e, tri-netos da Madrinha da Serra.

Os filhos da Maria do Carmo de Souza, e, do Carlos Justino Monteiro, (O Carro Monteiro), são da QUARTA GERAÇÃO.

Foram 11 filhos nascidos, e, 10, que sobreviveram.

Segundo Tia Aparecida Monteiro Cintra, casada com o caçula Totonho, filho do Carlos Justino Monteiro, tiveram eles, CARLOS e MARIA DO CARMO, uma menina, falecida, na infância, quando uma vela caiu, e, queimou a cortina.

10 FILHOS portanto CHEGARAM À VIDA ADULTA e estão na foto da FAMÍLIA.

OS FILHOS MAIS VELHOS DA MARIA DO CARMO SÃO NASCIDOS em PATROCÍNIO PAULISTA-SP, e, os mais novos, na FAZENDA BADAJÓS, em UBERABA-MG.

Eu já achei  os batismos da Adélia e da Bia, as mais velhas, em Patrocínio Paulista-SP, que fica ao lado de Franca-SP.

Abaixo, foto de Maria do Carmo de Souza e Carlos Justino Monteiro com os seus 10 filhos adultos em 1927:

É raridade fotos só com adultos, sem aparecer os netos.

Reparem que a saia da Vovó ia até o pé, e, a saia das filhas ia só até o joelho.

Esta foto foi tirada, em 1927, em Penápolis-SP, segundo Tia Nenê, a última a morrer.

=

A Tia Nenê dizia, nos anos 1990, sobre a foto:

“Só eu fiquei, eles estão no céu esperando por mim”.

Foi a melhor lição de vida que já tive: Os onze, O casal e 9 filhos, estavam lá juntos no céu esperando por ela, esperando pela Tia Nenê. Os incrédulos acham o contrário:

“Eu sobrevivi, todos morreram e eu fiquei…..”

===

Reparem que a saia da Vovó ia até o pé, e,

as saias das filhas vai só até um pouco abaixo do joelho.

As filhas eram bem mais avançadas e mais modernas que a mãe.

As filhas da Maria do Carmo de Souza eram modernas.

A Maria do Carmo tinha a saia até os pés, e, as filhas encurtaram a saia até um palmo e meio abaixo do joelho.

RARÍSSIMA FOTO DE adultos CASADOS SEM os (as) esposos (as) e sem SEUS FILHOS E COM OS PAIS bem idosos.

Sem crianças na foto. Sem o marido ou a mulher na foto.

A única foto que conheço assim:

Um casal com 10 filhos adultos e só. Mais nada na foto.

NOTA SOBRE TODAS AS FOTOS DESTE SITE: – ANTIGAMENTE NÃO SE SORRIA NAS FOTOS. Foto com sorriso só depois dos anos 1940, surgidas nos EUA, com campanhas de publicidades que tinham que mostrar americanos felizes.

Foto, até os anos 1940 e um pouco mais, era coisa séria tirada em estúdio de fotógrafos, com todos bem vestidos.

Na foto abaixo:

Carlos Justino Monteiro, Maria do Carmo de Souza, (bisneta da Madrinha da Serra), e, seus 10 filhos, Penápolis-SP,  1927

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De pé, da esquerda para a direita, estão:

Chinica, Urias, Carrinho, Bilico,  Nenê e Totonho.

Sentados, da esquerda para a direita, estão:

Bia, Adélia, Maria do Carmo, Carlos Monteiro (Carro), Tóda e Melinha.

 

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Os 10 filhos de Maria do Carmo de Souza são da QUARTA GERAÇÃO DA MADRINHA DA SERRA

Os filhos mais velhos nasceram em Patrocínio Paulista-SP, na época Patrocínio do Sapucahy-SP e os mais novos na Fazenda Badajós, em Uberaba-MG

-1- CHINICA, Alcina Monteiro; ler sobre ela, abaixo. Seguiremos sua descendência mais abaixo nesta página até seus trinetos. Chinica é minha avó paterna.  Nasceu no Badajós, em Uberaba-MG, em 1896, e faleceu em Penápolis-SP em 03/ago/1977. Teve 7 filhos.

-2- URIAS Justino Monteiro, natural de Uberaba-MG, 12/set/1898; casou, em 1920, em Penápolis-SP, com sua prima 2 vezes, a Mandica, (Armanda Monteiro de Souza), filha da Ana Augusta de Souza, e, do Pedro Monteiro de Araújo; ver sobre eles acima. Urias e Mandica são primos, por parte de pai, e, por parte de mãe.  Faleceu em Uberaba-MG, em 13/out/1977.

Urias foi rapaz do Badajós para Penápolis-SP, levando na garupa, sua prima Mandica, com a qual se casou, naquela Epopeia de 45 dias de carro-de-boi da Fazenda Badajós até o Lageado e Degredo em Penápolis-SP em 1912.

Urias e Mandica voltaram para Uberaba-MG, onde Urias foi fazendeiro, lá falecendo em 1975.

Urias é pai da Cidinha, Maria Aparecida Monteiro; casada com José Antônio Carrilho de Castro, meu tio materno.

Urias e Mandica tiveram também a Marina, que foi casada com Filogômino Cruvinel, (o Filó).  Filó e Marina tiveram: Clair, Clóvis, Clayton, Clenira, Cairo e Cauby. Os Cruvinel Borges são das mais antigas famílias de Uberaba-MG.

Cidinha foi professora na roça. Deu muita informação sobre a nossa História de Família Linda, e, gostava de mais de visitar os parentes. Coisa que todos devemos fazer.

Urias é, também, pai da Honorina, casada com Antônio Carrilho de Castro Neto, (o Tonéco), irmão do José da Cidinha.

José  Carrilho de Castro e TONÉCO são irmãos.

Ver página dos CARRILHO DE CASTRO AQUI:

0 0 0 0 0 Antônio Carrilho de Castro Filho – Boiadeiro casado com Maria Teodora de Castro, bisneta do Capitão Domingos

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Urias e sua prima e esposa, a Mandica, (casaram-se, em 1920, em Penápolis-SP), e, as filhas:

da esquerda para a direita: Cidinha, Marina e Honorina

Foto de +- 1930

Aqui, na década de 1960, em Uberaba-MG, Urias e Mandica ( casal que também são primos) com as meninas já com seus maridos:

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De pé da esquerda para a direita: Filó, Marina, Toneco, Honorina, Cidinha e José

Duas irmãs casadas com dois irmãos (Toneco e José)

O Urias já mais idoso morava no Bairro São Benedito em Uberaba-MG, um casarão antigo de 1924 que visitei muito e escutei da Mandica, da Honorina e da Nenê, as histórias dos Monteiro de Araujo e da Madrinha da Serra. Casarão gostoso, quintal grande, com pé de café. Os genros cuidavam das terras do Urias. A casa dele era perto da casa do Bilico.

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Urias e Mandica, em pé em +-1970,

sentada a Nair do Bilico – Ver sobre o 4- Bilico, irmão do Urias, abaixo

Vinha ciganos na Fazenda vender cavalo velho, passavam em volta do Urias e do cavalo e faziam uma reza e o Urias acabava comprando o cavalo velho.

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Urias e os irmãos e irmãs mais novos nasceram em Uberaba-MG

Na roça, no Urias, em Uberaba-MG, eu conheci, lavar em água corrente:

– – CARLOSCarrinhocasado com sua prima Maria de Lourdes Monteiro, (Lica), filha do João Monteiro de Araújo Filho e da Lauriana Nunes de Souza. Ver acima.  O Carrinho e a Lica são primos 2 vezes; por parte de pai e por parte de mãe.

Carrinho e seu irmão Totonho eram sócios de um engenho de cana de açúcar no Degredo em Penápolis-SP.

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o 3- Carrinho e sua esposa e prima, a Lica – Foto de 1930+-

Carrinho foi sócio do seu irmão Totonho (ver abaixo) de um engenho de cana-de-açúcar, no Degredo, em Penápolis-SP, movido à vapor. Por último, o Carrinho morou no Bairro Vila Fátima, em Penápolis-SP. Carrinho ficou viúvo muitos anos;

Carrinho é pai do pai do Walter Monteiro, VartãoVarti, que tem a filha Maria de Lourdes Monteiro, (nome dado em homenagem à sua avó Lica).

Varti casou-se com uma senhora já viúva, que fora empregada do tempo de tia Lica Doente, a Senhora ….

A filha do Walter, (a Maria de Lourdes Monteiro), tem 3 filhas: Maiara, Francielle e Paula.

Varti faleceu em  04/02/2019, Walter Monteiro, 83 anos – Penápolis-SP.

E agora, a Mirtes, filha da 1- Chinica acima, é a única neta da Maria do Carmo de Souza ainda morando em Penápolis-SP.

(Relações de Parentesco quando se casam primos com primos. Por exemplo: Por parte de mãe, Varti é primo primeiro do Wadinho – Os dois têm o mesmo avô – João Monteiro Filho.

Já por parte de pai, seus avós Warti é primo terceiro do Wadinho. Os dois têm o mesmo bisavô – o Coronel João Monteiro de Araújo, 1820 -1900, ).

A HISTÓRIA DA MADRINHA DA SERRA E DA SUA FAMÍLIA É CONTADA DE

GERAÇÃO EM GERAÇÃO

  • Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e,
  • que nossos pais nos contaram, 
  • não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

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ALGUÉM SÓ COMEÇA A MORRER QUANDO COMEÇA A SER ESQUECIDO POR SEUS NETOS

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Da esquerda para a direita:

 Ninil, (c/c Albertina, filha do Joaquim Nunes de Souza, ver acima), com 4 filhos da Maria do Carmo de Souza, (irmão do Joaquim), portanto tri-netos da Madrinha da Serra:

TRINETOS DA MADRINHA DA SERRA:  Carrinho, Urias, Bilico e a Tóda (ver abaixo a Tóda)

 Fazenda do Urias, em Uberaba-MG

Foto de +- 1965

– 4- ABÍLIO, Bilico, casado com Nair Correia, que é da Família Silva e Oliveira, fundadora de Uberaba-MG, que é também da Família Correia da Costa, família tradicionalíssima em Uberaba-MG, e importantíssima no Brasil Central.

Ver essa Família Fundadora de Uberaba-MG no site:

Ver a Família da Nair Correia aqui:

http://capitaodomingos.wordpress.com/0-0-0-a-familia-do-capitao-domingos-hildebrando-pontes/

www.capitaodomingos.com

A Adair também conta de filho de escravo que era apegado à família e seguiu conosco do Badajós para Penápolis-SP. Ela sabia o nome dele e tinha foto dele com a família.

Bilico e Nair são os pais de:

  • Adair, que é casada com o vereador de Uberaba-MG, o Arly Coelho.
  • Arly e Adair têm os filhos: Jean Carlos, e, o Erlon Carlos, (que tem a filha Manuela).
  • Wanderley, que mora em Uberaba-MG, e, que  tem o filhos: Joyce, André, e, Marcos.

(Sou André Gustavo Dutra Monteiro, neto mais velho de Abílio Monteiro e Nair Corrêa Monteiro, sou filho de Wanderlei Monteiro. Gostaria que incluísse na árvore genealógica a minha irmã Joyce Cristine Dutra Monteiro ( já falecida), consta somente meu nome e do meu irmão mais novo Marcus Evandro Dutra Monteiro. Marcus tem dois filhos, Marcus Evandro Dutra Monteiro Júnior e Maria Eduarda Cunha Dutra. — Mensagem recebida em 17/set/2017)

  • Elton Siles c/c Lila, e, que tem os filhos: Guilherme, Leandro e Ivan.
  • Nilza Maria Monteiro Rodrigues, mãe do Pedro Augusto e do Bernardo.

O Bilico contava que a casa do  Coronel João Monteiro de Araújo (1820-1900), seu avô, na Fazenda Badajós em Uberaba-MG, tinha uma escadaria muito grande na frente.

O Bilico sempre lembrava da grande casa no Badajós, com uma escadaria muito grande; Bilico queria voltar lá mas nunca encontrou a casa de sua infância. Esta casa com escada pode ter sido do Coronel João Monteiro de Araújo.

– 5– ANTONIETA, Nenê, que foi casado com seu primo Alberto Nunes de Souza, (sem filhos). Alberto é filho do Joaquim Nunes de Souza e da Ester Cândida Monteiro. Ver acima. São primos 2 vezes, portanto, Nenê e Seo Alberto.

– 6-ANTÔNIO, Totonho, que foi casado, em Penápolis-SP, com sua prima em segundo grau, Maria Aparecida Cintra Monteiro, filha do primeiro casamento de Guilhermino Cintra, natural do Garimpo das Canoas-MG, atual Claraval-MG, com a Arlinda de Souza Monteiro, que é filha do Pedro Monteiro de Araújo. Ver acima.

TOTONHO TINHA UM ENGENHO NO DEGREDO EM SOCIEDADE COM SEU IRMÃO CARRINHO.

Tia Aparecida faleceu em São José dos Campos-SP, em 01/jan/2006.

Claraval-MG é perto da Fazenda da Serra, perto da Ibiraci-MG dos Silveira; enfim, tudo vizinho que vieram para Penápolis. Os Neves de Penápolis-SP também saíram dali pertinho Cássia-MG.

Assento de nascimento da Maria Aparecida Cintra Monteiro:

Aos vinte e cinco dias do mez de março de mil novecentos e vinte, nesta cidade de Pennapolis, em meu cartório compareceu Guilhermino Cintra, perante as testemunhas no fim assignadas declarou: que no dia vinte e treis do corrente mez e anno, ás dezenove horas, em domicilio, neste Districto, nasceu uma criança do sexo feminino, de côr branca, a qual chamará Maria, filha legitima delle declarante e de sua mulher dona Arlinda Cintra, estes são naturaes deste Estado, residentes neste Districto.

São avós paternos: Belmiro Cintra e Laura Cintra; são avós maternos: Pedro Monteiro de Araujo e Anna Augusta Monteiro. Serviram de testemunhas Casimiro do Amaral Simionetti e José Rossi. Do que para constar lavrei este termo o, que lido e achado conforme vae devidamente assignado. Eu, Julio Coelho Vilhena, escrivão do registro civil int. que o escrevi e assignei.

A Tia Aparecida foi a primeira a me contar da Madrinha da Serra e contou muita história desta Família Linda quando eu ainda era menino.

A segunda esposa do Guilhermino era a Cândida. Guilhermino teve também, do primeiro casamento, o filho Acácio. O Guilhermino Cintra é filho de Belmiro Cintra e Laura Cintra. Os Cintra são pioneiros e tradicionais em Franca-SP.

O Garimpo das Canoas, hoje, se chama Claraval-MG, e, é pertinho da Fazenda das Canoas, do genro da Madrinha da Serra, o Tenente Albino Nunes da Silva, e, é perto da Fazenda da Serra também. Quer dizer que esse pessoal todo (Monteiro, Silveira,  Barbosa, Nunes, Neves, Alves, Ferreira, Vieira, Rodrigues da Costa, Faleiros, Souza e os Cintra) são vizinhos, e, se conhecem a séculos.

A tia Aparecida Monteiro Cintra que foi casada com Antônio Monteiro, (o Totonho), contava que quando ela era criança, ela e primas foram mascar fumo das velhas, e, caiu de costa desmaiada.

Totonho, filho do Carlos Justino Monteiro e da Maria do Carmo de Souza, nascido em 1910, em Uberaba-MG, era o caçula, e, o primeiro dos 10 irmãos a falecer, em 1947, tragicamente. Com 2 anos de idade, junto com sobrinhos também de colo, como o Frei José, veio de Carro de Boi em 1912 de Uberaba-MG para Penápolis-SP.

COMO MORREU O TIO TOTONHO:  Um santo Homem.

Era frio, inverno, e era época da safra da cana-de-açúcar (maio a setembro), ele esteve no sítio ao lado, na casa do Cidóca, no sítio que fora do Juquinha… Falou que a menina Mariinha (Maria Adelcina) do Cidóca e Irene sofria muito. A menina tinha a cabeça grande. Cuidem bem dela.. Tratem bem dela, isso ao cair da tarde, e, a cavalo, no alto da estrada, virou-se para dar o último tchau..

E logo depois, pelas 5 da manhã foi engraxar as rodas da engrenagem no Engenho dele,… Estava muito frio e de madrugada, estava de casaca,,,,, as rodas por algum motivo, estariam ligadas, giraram…e a casaca ficou presa.

Cidóca acordou, chamaram ele,, vestiu-se e foi.. Que cena…. de joelhas a viúva tia aparecida e Tia Bia (viúva do Professor Altino e filha do Carlos Justino Monteiro e Maria do Carmo de Souza) de joelhos, Meu Deus, Nossa Senhora…… olhando de lado preso nas rodas dava para ver o coração do outro lado….abriu inteiro o peito.. saiu o cortejo levando o corpo, o gado sentiu, as vacas correram e urravam até a porteira, ele, Totonho, tratava delas.,,, que cena….

Em 2014, Irene do Cidóca lembrava-se perfeitamente da cena ocorrida 67 anos depois.

O  6° Totonho (Caçula da Maria do Carmo de Souza) nascido em 1910, é o pai de José, Inês, e, do Toninho:

Inês c/c José Floriano Delgado, engenheiro da Prefeitura Municipal de São José dos Campos-SP.

De Penápolis-SP para o mundo:

Zé Delgado, marido da Inês, filha do Totonho Monteiro, que chamou, em 1973, meus pais para virem para São José dos Campos-SP.

É a tradição da família de um Monteiro ir em frente, e, depois votar para chamar os outros.

Inês é mãe do Marcelo, e, da Mônica.

O Marcelo tem os filhos: Lucas e Rafaela.

A Mônica tem o filho Bruno, (que é pai do Felipe), e, as gêmeas Beatriz e Gabriela.

O Toninho tem o Gustavo e a Juliana (que é mãe da Isadora).

A Mônica me adora.

Duas primas me adoram: A Mônica, filha da Inês, e, a Celinha, filha da Julieta, e, neta da 1-Chinica, ver acima.

Mônica Monteiro Delgado, 5° neta, e, 6° neta da MADRINHA DA SERRA

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A lindamaravilhosa, e, adorada super prima surfista professora Mônica Monteiro Delgado, filha da Inês, neta do Totonho, bisneta da Maria do Carmo, tri-neta da Custódia Nunes, tetra-neta da Lauriana, Penta-neta da MADRINHA DA SERRA

E por parte da Avó Aparecida, esposa do Totonho, Mônica também é neta da Madrinha da Serra; neste caso, sexta-neta

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Mônica com o Bruno (e seu filho Felipe), e, com as gêmeas Beatriz e Gabriela 

Os filhos da Mônica são DA SÉTIMA GERAÇÃO, sextos-netos da Madrinha da Serra

O neto da Mônica, Felipe, (filho do Bruno), é sétimo-neto da Madrinha da Serra, e,

Felipe é da OITAVA GERAÇÃO da MADRINHA DA SERRA

Em Minas Gerais de antigamente de onde vivemos era faiscar ouro nos ribeirões

EM FRANCA-SP, A ECONOMIA É CAFÉ, e antes nos tempos dos pioneiros, antes do  café chegar era gado, E TEM DIAMANTES.

EM UBERABA-MG, GADO ZEBU.

E OS MONTEIRO DE ARAUJO-NUNES DE SOUZA, em Penápolis-SP, foram para a Cana de Açúcar.

Criado no engenho, gosta de doce, passando o dedo no melado.

 

CENAS PENAPOLENSES DA NOSSA FAMÍLIA COM CANAVIAL E ENGENHO

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CONTINUAÇÃO da fotografia do CARLOS JUSTINO MONTEIRO, da MARIA DO CARMO DE SOUZA, e, os seus 10 FILHOS, que são da

QUARTA GERAÇÃO DA MADRINHA DA SERRA, tri-netos da Madrinha da Serra

Maria do Carmo de Souza é bisneta da Madrinha da Serra – Seus 10 filhos são tri-netos.

Joaquina Custódia da Conceição MADRINHA DA SERRA é mãe da:

Lauriana Esméria Ferreira, que é mãe da:

Custódia Nunes de Souza (Custódia Maria de Jesus), que é mãe da:

MARIA DO CARMO DE SOUZA

Carlos Justino Monteiro, Vô Carro, construiu a Igreja que existe até hoje no Córrego dos Pintos em Penápolis-SP.

Vovô era nervoso e tinha uma ferida na perda, dizia a Tia Aparecida do tio Totonho.

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Na foto acima, em pé, da esquerda para a direita:

1- Chinica, 2- Urias, 3- Carrinho, 4- Bilico, 5- Nenê e 6- Totonho

SENTADOS: da esquerda para a direita: – 1- Bia, 2- Adélia, 3- Maria do Carmo, 4- Carlos Justino, 5- Tóda, 6- Melinha

Carlos Justino Monteiro, Maria do Carmo de Souza e seus 10 filhos em Penápolis-SP em 1927 

– Emília, Bia, nascida em 1889, em Patrocínio Paulista-SP, e, que foi casada, em 1904, em Uberaba-MG, com 15 anos de idade, com o Professor Altino de Araújo Vaz de Melo. Isto mesmo, as moças casavam-se com 15 anos de idade.

Bia faleceu em 1970. Ficou viúva 42 anos. Seus filhos mais velhos, quando ainda eram bem novos e Frei José ainda um bebê, fizeram a viagem de 45 dias de carro de boi, do Badajós, em Uberaba-MG, para Penápolis-SP.

O Professor Altino Vaz de Mello nasceu em 1881, em Uberaba-MG, e, faleceu, em 1928, em Penápolis-SP. Morreu jovem. Foi também funcionário municipal. A rua em que viveu, (e, cuja casa foi depois da filha Carmita), recebeu o seu nome, no centro de Penápolis-SP.

Leia aqui sobre a Escola Mixta Municipal  do Lageado do Professor e jornalista Altino, como também era seu pai Vaz de Melo em Uberaba-MG – jornalista, e, dono escola. Com ele estudaram os filhos mais velhos da Chinica – Mingote e Cidoca.

Criou e dirigiu o jornal O PENNAPOLENSE, o qual está, seu acervo, no Museu Histórico de Penápolis-SP? – Jornal em que, Cora Coralina escreveu.

Pioneiro na educação e do jornalismo em Uberaba-MG, foram os Vaz de Melo. O Professor Altino Vaz de Mello seguindo a tradição da sua família, foi pioneiro em Penápolis-SP.

Deu oportunidades; ensinou os sobrinhos e tanta gente da única escola do Lajeado.

Ensinou Mingote e Cidoca, filhos da 1- Chinica, acima, na Escola Mixta Municipal do Lageado.

Em 1924, na Chorographia do Brasil, está um uberabense Vaz de Mello como sendo um dos maiores vultos nascidos em Uberaba-MG – O Médico Dr. Cornélio Vaz de Mello em 1856.

Onde estaria este Arquivo da Família, que Frei José fala abaixo?

Arquivo ao qual o Frei José se refere, quando escreve sobre seu pai, o Professor Altino e sua Escola Mixta?

Chegou em 25 de outubro de 1912, e logo instalou a escola:z altino frei sam_6985

Batismo de Bia – Nasceu poucos dias antes da Proclamação da República, em Patrocínio Paulista, e, foi batizada 2 dias depois, em 17/nov/1889, quando D. Pedro II embarcava para a Europa.

A Fazenda em que nasceu hoje fica em Itirapuã-SP, desmembrada de Patrocínio Paulista.  Veio criança para o Badajós, em Uberaba-MG.

Seus padrinhos foram seus tios José Nunes de Souza e Amélia Cândida Falleiros. Ver eles acima.

Entenda isto:

Bia, Emília, tri-neta da Madrinha da Serra, Bisneta da Lauriana, Neta da Custódia, e, Filha da Maria do Carmo, nasceu 3 anos após a MADRINHA DA SERRA ter falecido em 1886.

Batizada com 14 dias de idade, dois dias depois da Proclamação da República. Os padrinhos foram os tios José e Amélia Cândida.

“17 de novembro de 1889 Emília 136 – 14 dias de idade, filha LEGÍTIMA de Carlos Justino Monteiro e Maria do Carmo de Souza, pp José Nunes de Souza e Amélia Cândida Falleiros. O Vigário J Araújo Moreira.”

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Bia, (Emília), e Altino Vaz de Melo são os pais de 7 filhos:

– 1- Frei José, (batizado como Garibaldi Celso, nascido em 1911, e, que veio bebê, no carro de boi, em 1912,  para Penápolis-SP, onde faleceu em 1982), ESCREVEU MUITO SOBRE PENÁPOLIS-SP. Parte de seus escritos estão aqui nesta página.

Ver sobre Frei José aqui:

https://madrinhadaserra.com/4-a-chegada-dos-monteiro-em-penapolis-sp-e-o-frei-jose-vaz-de-melo/

– 2 – Iraci Béber c/c Guilherme Béber (1908-1979),

– 3 – A poetiza Maria do Carmo (Carmita) de Melo Ahmad, (nascida, em Uberaba-MG, em 1908),

– 4 – Carlos Vaz de Mello (Carlito),

–  5 –  Tarcísio, c/c Eulália, e, que teve os filhos Dalton, Elizabeth, e, o Ricardo (c/c Irany e que teve os filhos Raphael e Thais Queiroz da Costa Mello).

– 6 e 7 – do Osvaldo, e, da Sílvia, falecidos em pequeno.

Tia Bia ficou décadas viúva. De 1928, quando faleceu o Professor Altino, até 1970, quando faleceu em Penápolis-SP. 42 anos viúva. Lembro dela na casa da Iraci, nos seus últimos anos.

Tarcísio teve os filhos Dalton, Elizabeth e Ricardo, já falecidos.

Recebemos, em 25/06/14, está mensagem:

Meu nome é Irany, fui casada com o falecido Ricardo Nunes de Mello, filho de Tarcísio Vaz De Mello, irmão de Frei José.

Tenho a infelicidade de informá-los que todos faleceram, seu Tarcísio, seus filhos Dalton, Elizabeth e Ricardo. Sua esposa Eulália, inclusive, todos de morte natural.

Temos como descendentes diretos vivos de seu Tarcísio os meus filhos Rafael e Thais Queiroz da Costa Mello.

Mando este recado com a intenção de resgatar o contato com os parentes de meus filhos por parte do pai, Ricardo ,meu telefone para contato é cel 0xx11 9-9295-9107 e meu Email

iranyq@gmail.com

O Rafael e a Thais são filhos de Ricardo Nunes de Mello.

grata

O professor Altino Vaz de Melo, de cultura impressionante como todos os Vaz de Melo, foi um dos primeiros professores de Penápolis-SP; criou a Escola Mixta Municipal do Lageado, e, foi jornalista, tanto em Veríssimo-MG, quanto em Penápolis-SP. Foi também funcionário municipal.

Ensino e jornalismo é uma tradição que vem de longe na Família Vaz de Melo.

A filha do Prof. Altino, a Carmita, (1908-1995), poetiza de Penápolis-SP, (casada, em 1932, com Ali Ahmad), escreveu o Hino da Fundação de Penápolis-SP; Carmita teve o filho Faiçal.

Tem uma rua, em Penápolis-SP, com o nome do Professor Altino, uma rua com o nome da Carmita, e, tem uma praça com o nome do Guilherme Béber, marido da Iraci. Proprietário da Fazenda Araponga, e, do Depósito Araponga, ver abaixo.

Carmita escreveu sobre a primeira casa de Penápolis-SP, a Casinha que ainda existe:

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A Casinha Velha da poetiza pioneira que morou lá. Esta poesia acima fala desta casa:

A primeira casa de Penápolis-SP, perto da antiga Estação da N.O.B., ainda existe:

Seria a menina Carmita na porta?

Construção de 1908.

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Mandas-me, ó Rei, que conte declarando
De minha gente a grão genealogia:


Não me mandas contar estranha história,
Mas mandas-me louvar dos meus a glória.

“Ainda existirá a velha casa senhorial do Monteiro?
Meu sonho era acabar morando e morrendo
Na velha casa do Monteiro.”

ASSENTO DE ÓBITO DO JOVEM JORNALISTA, PROFESSOR E SERVIDOR PÚBLICO Municipal penapolense que morreu sem deixar bens a inventariar e deixou 5 filhos menores. Isso mesmo, menores: naquele tempo a maioridade era aos 21 anos. Idade dos filhos em março é de 1928.

Lembrando que dois de seus filhos já haviam falecidos em pequeno. Isto era comum naquele tempo, como era comum ter 7 filhos.

Uma geração antes, a Geração da mãe da Bia era comum ter 10 filhos.

Bia teve 10 irmãos. Uma falecida em pequena. Já a geração anterior, tinha 16 filhos. É o caso da avó da Bia, a Laura Cândida de Assunção, mãe do Carlos Justino Monteiro que é o pai da Bia.

Altino Vaz de Mello

Aos dezenove de março de mil e novecentos e vinte e oito, nesta cidade de Pennapolis, Estado de São Paulo, em meu cartório compareceu  Enoch de Paula Ribeiro, lavrador, residente nesta cidade, e, exhibindo attestado do Doutor Antonio Paiva de Faria, declarou que hontem, ás quatorze horas, em domicilio, nesta cidade á Avenida Luiz Osorio, falleceu de diabete anaphilitica Altino Vaz de Mello, do sexo masculino, côr branca, com quarenta e sete annos de edade, empregado municipal, natural de Uberaba, Estado de Minas Geraes, residente nesta cidade, filho legítimo de Joaquim de Araujo Vaz de Mello e de Dona Maria do Carmo Vaz de Mello, já fallecidos, casado que foi com Dona Emilia Monteiro Vaz de Mello, de cujo consorcio deixou cinco filhos menores, a saber:- Maria do Carmo, solteira, com dezenove annos de edade; Carlos Vaz de Mello, solteiro, com dezoito annos de edade; Garibaldi com dezesseis annos; Iracy, com quatorze annos; e Tarcisio, com nove annos de edade. Não deixou bens a inventariar e será sepultado no cemiterio desta cidade. E para constar lavrei este termo que, lido e conforme, assigna o declarante. Eu Antonio Loterio Soares de Castilho, Official do Registro Civil, o escrevi e assigno.

Estes Vaz de Melo são muito cultos e importantes em Minas Gerais. O Presidente da República Dr. Arthur da Silva Bernardes, casou-se com uma Vaz de Melo, filha de um coronel importante, para se arranjar na política. Sempre faziam isto, naquele tempo, casar os filhos nas melhores famílias do lugar.

O professor Altino, pioneiro do ensino rural em Penápolis-SP com sua Escola Mixta do Lageado  tinha jornal da minúscula Veríssimo-MG e sua família jornal e escola em Uberaba-MG.

Olha a cultura dos Vaz de Mello: fundaram um colégio em Uberaba-MG, quando escola era raridade no Brasil.

O COLÉGIO UBERABENSE

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A Família de Guilherme Beber e da Iraci, filha do Prof. Altino Vaz de Melo e da Bia Monteiro:

O Guilherme Béber e a Iraci, (que é filha da BIA), tiveram o José Eduardo, a Maria Emília  Beber (Bila), já falecida em 2004, a Ivone, filha adotiva, e, o Antônio Carlos, (Carlota), que é o pai da Cristiane Delgado Béber, que é casada com o Johnny Carrapoz. Carlota também é pai da Carla e do Marcelo.

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Marcelo, Cristiane, e, Carla linda linda linda, filhos do Carlota, netos da Iraci, Bisnetos da Bia Monteiro, trinetos do Carlos Justino Monteiro e da Maria do Carmo de Souza

Cristiane e Johnny Carrapoz têm uma Locadora de Vídeo, pertinho da casa da Cema, filha do Quinca Monteiro, e, mãe da Miss Penápolis-SP, Maria Sílvia.

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Cristiane Delgado Béber

Eu brincava com a Cristiane no depósito de madeira do velho Guilherme Beber.

A Cristiane mandou, uma vez, a Tia Bia me trancar no escritório do depósito de madeira. re re.

Na Tia Iraci, uma vez sentaram-me encima do barril de água, a tampa virou e e cai dentro da água. Foi meu pai, o Alceu, que acudiu e tirou-me da água. Eu não queria trocar a roupa molhada e chorava:

“”Não quero usar a roupa da Cristiane não….. “””

A Carmita, (filha da BIA), morou na Rua Altino (de Araújo) Vaz de Melo, rua que homenageia seu pai.

Carmita fez uma poesia sobre São Francisco de Assis, e, o:

Hino dos 50 anos, (cinquentenário em 1958), de Penápolis-SP:

Na noite alta, o silêncio é profundo,

Só se ouve das feras, o uivar,

E ao longe, o grito feroz e iracundo

Do índio selvagem disposto a atacar. –

No meio da selva, enfrentando o jaguar,

Um punhado de bravos, Pretendem uma cidade formar. –

E na manhã seguinte, Cintilante de luz,

Na clareira erguem

Um altar e uma cruz.

E a cidade desponta, Sob o olhar de Jesus,

E o trabalho fecundo De Manoel Bento da Cruz!

– E os fiéis Capuchinhos

Com denodo e oração

Vão abrindo os caminhos

Da Civilização.

Aqueles que voltam para o Pai só morrem quando são esquecidos por aqueles que aqui eles geraram.

A Bandeira de Penápolis-SP, onde fomos pioneiros, tem a Cruz do Avanhandava, do qual Carmita conta na poesia:

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Também o Frei José, irmão da Carmita, tem uma História de Penápolis-SP, que vamos postamos acima.

Essa praça da fotografia abaixo não existe mais. Ficava onde depois foi o mercado municipal, e, hoje tem várias lojas.

O coreto desta praça foi transferido para a praça em frente à capela de Nossa Senhora da Aparecida, perto do Cemitério de Penápolis-SP.

GRANDE CARMITA: seu nome é uma homenagem à sua avó Maria do Carmo Vaz de Mello, que honrou a tradição de cultura que sempre tiveram os VAZ DE MELO, de Uberaba-MG, educadores e jornalistas.

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Família do Tarcísio, filho da Bia e do Altino Vaz de Mello:

Tarcísio foi casado com  Eulália Nunes de Mello: Falecida, viveu sempre em Lins .

Os filhos de Tarcísio foram:

Elizabeth Nunes  de Mello: Falecida

Dalton Nunes de Mello     : Falecido

Ricardo Nunes de Mello   : Falecido

Descendentes vivos em 2014:

Thais Queiroz da Costa Mello ( Engª Agrônoma , mora em Piracicaba)

Rafael Queiroz da Costa Mello ( Eng º Agrônomo, mora em São Paulo)

Agora a continuação das filhas e filhos do Carlos Justino Monteiro e da Maria do Carmo de Souza, que é bisneta da Madrinha da Serra:

– 8Adélia, (continuação das filhas e filhos do Carlos Justino Monteiro e Maria do Carmo de Souza) que foi casada com o seu primo Francisco Ferreira Barbosa, (o Chico Barbosa), filho de Maria Cândida de Assunção Monteiro, irmã de Carlos Justino Monteiro, e, casada com Ananias Ferreira Barbosa.

Meu pai, O Alceu, sempre a chamava de Madrinha Adélia e ia visitá-la em Promissão-SP.

A Adélia nasceu em Patrocínio Paulista-SP no DIA DA ABOLIÇÃO DOS ESCRAVOS.

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Adélia e Chico Barbosa, portanto são primos em primeiro grau, e, viveram em Promissão-SP. A Maria Cândida morou 2 anos em Penápolis-SP, e, depois, voltou para Uberaba-MG. Portanto, é outra dos irmãos Monteiro de Araujo que moraram em Penápolis-SP.

A Madrinha Adélia era a mais velha dos 10 irmãos, filhos do Carlos Monteiro de Araujo e nasceu em Patrocínio Paulista em 1887. Bia, a segunda nasceu também em Patrocínio Paulista em 1889.

Adélia é mãe do Geraldo Barbosa (que foi casada com Catarina), da Edite, (nascida em 10/mar/1920, em Penápolis-SP, e, c/c Luís Ferreira em 1949 em Promissão-SP), da Filhinha c/c Fernando, (mãe da Marili, Magali e Fernando), e, da Nair, que foi casada com o Nenê Lang, que teve a filha Míriam e o Antônio).

Tem filhos da Filhinha em 2014 em Promissão-SP, e, e do Nenê Lang em Araçatuba-SP.

O Geraldo Barbosa foi pioneiro em Campo Mourão-PR, gostava de visitar parente. Eta homem bom. Contou-nos muitas histórias antigas. Mascateou, dizia que pipoca dava muito dinheiro, que servir café novo toda hora atraia freguesia, vendia caneta na rua. Contava de empacar o cavalo na subida no barro quando pioneiro no Norte do Paraná. Morava em casa de tábua, tão típica de lá.

Visitamos Campo Mourão-PR, na Páscoa de 1987, na casa do filho dele, o Francisquinho. Lembro que teve, naqueles dias, a Rebelião do Coronel Aldo Rico, na Argentina, para onde seguíamos viagem.  Mostraram um monumento sobre o combate à erosão.

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O Francisquinho na década de 1960 +- pioneiro no Norte do Paraná –

bons tempos de casa de madeira – Este Hotel de madeira parece saído do Velho Oeste – Lindo

Geraldo Barbosa tem também o Geraldinho, instrutor de paraquedismo, em Guaratinguetá-SP.

Geraldo Barbosa montou uma fábrica de doces, em Araçatuba-SP, nos anos 1947, mais ou menos, e, fez a família do Juquinha e Chinica mudarem para lá, onde ficaram só um ano.

Levou os filhos do Juquinha para trabalharem na fábrica.

O Alceu tinha uma carteira de trabalho fichada lá.

Tem netos da Adélia ainda em Promissão-SP e também em Mogi Guaçu-SP tem neto da Tóda ou da Adélia, não me lembro ao certo.

Foto da Filhinha, filha da Adélia, e Família:

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Filhinha, com o marido Fernando, e os filhos Marili, Magali, e, o Fernando

 

– 9– Custódia Monteiro, (Tóda), que foi casado com José Garcia Vieira, dos “Garcia Duarte” do Barão da Franca-SP. Estamos estudando se o José Garcia Vieira é Monteiro por parte de mãe.

TÓDA, (Custódia), é mãe de Jandira, que é casada com irmão do Ninil.

Jandira tem os filhos: 1-José Mauro, 2-Juraci e 3-Maria do Carmo (Cotinha) c/c filho do Odilon Viana.

TÓDA, (Custódia), também é mãe do José, (Zeca), e, da Eunice.

DEDICATÓRIA E FOTO:

A dedicatória é para a Persília, irmã do Pai da Tóda – Ver abaixo a Persília, cujo filho João Júlio da Silveira se casou com a Chinica, irmã da Tóda.

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Tóda e os filhos José, Eunice e a Jandira  em 1932

 

– 10- Amélia, (Melinha), a caçula, que foi casado com Enoch de Paula Ribeiro, (que era viúvo de uma prima nossa, a Laura Nunes Monteiro, que é filha da Antônio Monteiro de Araújo e da Mariana Nunes de Souza). Morava na rua debaixo da Rua Expedicionário onde morava a Chinica e onde mora até hoje, 2014, a Irene do Cidoca.

Enoch faleceu com 104 anos na casa da Anita.

Melinha é mãe do Hélio, que faleceu em 2011, e, que foi casado com Odete. Hélio teve vários filhos.

Melinha também é mãe do Laércio que morreu de acidente, com 20 anos de idade.

Enoch de Paula Ribeiro teve três filhos no primeiro casamento com Laura Monteiro filha de Antônio Monteiro de Araujo: Fiica, Lutácio e a Anita, esta nascida em 15/jul/1920, e, falecida em 2010, com 90 anos.

Anita casada com João Teixeira Sampaio (que foi Prefeito Municipal de Penápolis-SP, e, que faleceu em 2013). Seu filho, Firmino Ribeiro Sampaio, também foi prefeito municipal de Penápolis-SP.

Ver mais sobre Enoch e Laura, acima, na parte do ANTÔNIO MONTEIRO DE ARAÚJO e MARIANA NUNES DE SOUZA, (filha da Custódia Nunes).

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 Melinha, Bilico, Chinica, Nenê e Alberto Nunes de Souza nos anos 1970

 

Resumo:

Madrinha da Serra é mãe de:

Lauriana que é mãe de:

Custódia que é mãe de:

Maria do Carmo que é mãe de:

Alcina que é mãe de:

Julieta que é  mãe de:

Luizinho que é  pai de:

Patrícia que é mãe de:

Emanuele, a Sarah e o Saulo.

Estes casamentos de primo com prima eram duplos:

Eram primos, por parte de pai, e, por parte de mãe.

E quando casa primo com prima, os pais são primo segundo dos próprios filhos.

Exemplo: Urias e Mandica:

Urias é filho do Carlos Justino Monteiro, e, a Mandica é filho do Pedro Monteiro de Araújo.

Urias é filho da Maria do Carmo de Souza, e, a Mandica é filha da Ana Augusta de Souza.

Ora,  o vovô Carlos e o tio Pedro são irmãos.

a vovó Maria do Carmo e a tia Ana Augusta de Souza são irmãs.

=

=

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EXPANDIDO A QUARTA GERAÇÃO:

Agora só a CHINICA, da quarta geração:

A Chinica é tri-neta da MADRINHA DA SERRA, bisneta da Lauriana Esméria Ferreira, (PRIMEIRA GERAÇÃO), neta da Custódia Nunes, (SEGUNDA GERAÇÃO), e, filha da MARIA DO CARMO DE SOUZA, (TERCEIRA GERAÇÃO).

Alcina Monteiro – Uberaba-MG 1896 – Penápolis-SP 1977

Antônio Júlio da Silveira – Franca-SP 1885 – Penápolis-SP 1969

JUQUINHA CARPINTEIRO E CARREIRO:

ELE QUE CONSERTAVA OS CARRO DE BOI QUE FORAM EM 1912 NA LEVA DE MONTEIROS DO BADAJÓS EM UBERABA-MG PARA PENÁPOLIS-SP

O ALCEU FILHO DELE HERDOU AS FERRAMENTAS E A CAIXA DE FERRAMENTAS QUE PARECIA MALA DE VIAGEM E ERA TODA DE MADEIRA.

Alcina Monteiro (a Chinica)  casou-se com seu primo em primeiro grau JOÃO JÚLIO DA SILVEIRA, (o JUQUINHA), e tiveram 8 filhos nascidos vivos, que são da QUINTA GERAÇÃO.

Era querida demais, todo mundo falava da Chinica, vou na Chinica. Sossegada. O Alceu falava: – este queijo não está igual aos que a mamãe fazia. Rezava terço e mais terço.

Ou seja: A Chinica e o Juquinha são netos do Coronel João Monteiro de Araújo. Tiveram também um menino que nasceu morto, em 1931 e outro nascido morto em 1920. Casamento combinado em família.

Casa-se com colega, primo e amigo de infância, moradores do Badajós em Uberaba-MG. A Família é a mesma. Não se casa com estranhos em aventura, tão comuns nas histórias de divórcio atuais.

A Chinica ficou 10 vezes grávida. Isto era comum: Ter muitos filhos nascidos em casa na roça com parto natural feito por parteira. Naquele tempo tinha muito natimorto e mortalidade infantil. Chinica perdeu uma menina com 10 meses de vida.

Esse pioneiro em Penápolis-SP, que tem diploma de cidadão honorário de Penápolis-SP, tinha café, e nas baixadas arroz, tinha gado leiteiro e tinha engenho de cana. Lá por volta de 1945, depois de 33 anos de roça, em Penápolis-SP, vendeu o sítio de porteira fechada.

Ficou pouco tempo, morando, em Araçatuba-SP, porque o Geraldo Barbosa, sobrinho dele, queria todos de sócio de sua fábrica de doces.

Juquinha teve casa na Rua 15 de Novembro, em Penápolis-SP, e, pelo fim da vida, aquela casa em que brincávamos, nós os netos,  na Rua Expedicionário Diogo, pertinho da antiga prefeitura municipal, e, hoje, museu.

Esta casa foi vendida pelos herdeiros, em 1977, quando Chinica morreu, mas ainda existe e bem parecida está ainda como no nosso tempo.

Juquinha, já velhinho, descia ao Bairro da Fátima, em Penápolis-SP, cansado, para ver-me. Tinha um luxo muito grande por mim,  quando era criança.

Silveira e uma  família tradicional e pioneira de Passos-MG, descendente dos Silveira Fernandes, da Inconfidência Mineira.

Leia aqui a imensa Genealogia do nobre trisavô do Juquinha, o Antônio da Silveira Fernandes:

Antepassados de antonio da silveira fernandes

O lugar que vieram de Portugal também é Passos. Acho que foram os Silveira que dedicaram a matriz a Nosso Senhor dos Passos.

 

JUQUINHA E CHINICA

A TRADIÇÃO DA FAMÍLIA É CASAR PRIMO COM PRIMO

JUQUINHA E CHINICA são netos do Coronel João Monteiro de Araujo (1820-1900),

Os escravos do Coronel João Monteiro de Araujo comiam à mesa com ele.

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 Juquinha e Chinica em 1912. Juquinha e Chinica, 1912-2012

100 anos que se casaram

Está chegando o Centenário de Casamento de ALCINA MONTEIRO (A Chinica) com JOÃO JULIO DA SILVEIRA (O Juquinha) em 22 de junho de 2012

Eles casaram-se, em Uberaba-MG, em 22 de junho de 1912

NESTA FOTO acima, O JUQUINHA TÁ NUMA NOBREZA IMPRESSIONANTE,

PASSA A IMPRESSÃO QUE FOI MUITO BEM EDUCADO, NA FAZENDA BADAJÓS, em Uberaba-MG, PELO CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, seu avô, e, mostra também que os SILVEIRA, de Passos-MG, eram de alta classe.

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Nós os contaremos, de geração em geração.

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Chinica e Juquinha oferecendo a foto do casamento para os pais de Chinica (Carlos Justino Monteiro e Maria do Carmo de Souza – esta bisneta da Madrinha da Serra)

BATISMO DA CHINICA, (Tri-neta da Madrinha da Serra), em 1896, na atual Catedral de Uberaba-MG:

O Padrinho Tio João é irmão do Pai da Chinica.

A Madrinha Lauriana é irmã da mãe da Chinica.

Tio João e Lauriana são primos – primo casado com prima.

Os padrinhos de batismo da Chinica foram o seu tio João Monteiro de Araújo Filho, e, a tia Lauriana Nunes de Souza, pais do QUINCA MONTEIRO. Tio João é primo de tia Lauriana. Não confundir com o Joãozinho, filho do João Monteiro Filho.

Sim: João Monteiro Filho que morreu, em 1963, com 96 anos, em Penápolis-SP, é primo de sua esposa Lauriana, a qual morreu muito jovem.

Alcina: número 582

Aos 16 do corrente de licença do Vigário baptizei solenemente baptizei a innocente Alcina, filha legítima de Carlos Justino Monteiro, Maria do Carmo de Souza, nascida a 3 de julho do corrente anno, foram padrinhos João Monteiro de Araújo Lima, Laurianna Nunes de Souza.

Padre Theophilo José de Paiva.

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Acento de batismo de Alcina Monteiro, a Chinica, em Uberaba-MG

A Chinica era uma santa, da ordem terceira. Temos foto dela com roupa da Ordem Terceira junto da Tia Aparecida Cintra. Rezava o terço todo dia, duma bondade só.

Sossegada. Tinha aquelas estórias dela  ficar conversando no caminho e perder o trem…

Meu pai, Alceu, adorava os queijos que ela fazia: – Esse queijo não é igual aos que mamãe fazia!

Fazia queijo, tradição que veio lá da mãe da Madrinha da Serra e mais para trás ainda… desde a terrinha Portugal.

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Fotografia do JUQUINHA, JOÃO JÚLIO DA SILVEIRA, com sua mãe, a PERSÍLIA CÂNDIDA DE ASSUNÇÃO

Persília é filha do Coronel João Monteiro de Araújo, portanto, Juquinha é neto do Coronel João Monteiro de Araújo

A Carmita, sobrinha do Juquinha, disse-me que a mulher à esquerda é a tia Dolores.

A VÓ PERSÍLIA, prendada, gostava de fiar… com os netos ao lado reinando ficava brava deles embaralharem os fios.

O original desta foto deve estar com os herdeiros da Mariquinha, em Uberaba-MG.

Existe outra foto grande, da Vovó Persília, que era do Milton, a qual estamos procurando para tirar cópia e colocar neste site.

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Da esquerda para a Direita:

1-Tia Dolores segundo a Carmita da Silveira, (Seria a Maria das Dores, filha do Coronel João Monteiro de Araujo?, ou tia por parte de mãe da Carmita, e também neta do Coronel João Monteiro de Araujo?, 

2-Adauto, filho do Pedro Monteiro de Araújo

3-Vó Persília Cândida de Assunção, e,

4- Juquinha, primo e marido da Chinica, e, filho da Persília

Juquinha primo primeiro e marido da Chinica

Juquinha (João Júlio da Silveira – Existem muitos na família com este nome – e Todo mineiro e paulista que seja Júlio da Silveira é parente –  Os Silveira sempre colocam um segundo nome igual para diferenciar de outros Silveira –  Existem os José da Silveira, os Inácio da Silveira) – tem esta História de Família então:

  •  Antônio da Silveira Fernandes – tronco dos Júlio da Silveira – veio de Portugal em 1754 quando sua mãe morreu –  Viveu em Conselheiro Lafaiete-MG – Tentaram envolvê-lo na Inconfidência Mineira – Seus filhos foram para Candeias-MG onde conheceram os Monteiro de Araújo.
  • a filha de Antônio da Silveira Fernandes – a Juliana Antônia da Silveira foi como muitos primos e irmãos para Passos-MG – O filho de Juliana, o João Severiano da Silveira, que teve segundo casamento com uma Monteiro de Araújo
  • O filho de João Severiano – o Antônio Júlio da Silveira, nascido em Passos-MG, viveu em Ibiraci-MG ali perto, e região, casou com uma irmã da segundo esposa de seu pai – Antônio casou com Persília –  e foram com os Monteiro de Araújo para o Badajós em Uberaba-MG
  • Antônio Júlio da Silveira e Persília Cândida de Assunção são os pais do Juquinha – que veio menino para o Badajós. E, com 27 anos de idade se casou e foi para Penápolis-SP, falecendo ali em 1969.

Alcina Monteiro (CHINICA) e João Júlio da Silveira tiveram 8 filhos nascidos vivos, e, dois nati-mortos, dois meninos brancos, um em 1920, e, outro em 1931; 

Estes 10 filhos vieram ao Mundo entre 1914, (Mingote), e, 1935, a Mirtes.

Isso era muito comum naquele tempo em Penápolis-SP.

Chinica engravidou 10 vezes portanto e tudo parto natural na roça, como era comum naquele tempo.

O natimorto branco, do sexo masculino, nasceu em 17 de agosto de 1920, em Penápolis-SP; foi registrado como FETO no dia seguinte.

NÓS VAMOS VER MAIS SOBRE ELES ABAIXO, NESTA PÁGINA:

DOMINGOS (Mingote), 11/ fev/ 1914

ALCIDES (Cidóca), 1918

Feto masculino branco em 17/ago/1920

Maria Aparecida da Conceição, falecida com 10 meses de idade em 1922

ALCEU, 15/fev/1924

ANTÔNIO CARLOS (Nêno),

JULIETA,

Feto masculino branco, 1931

MÍLTON, (Mírto), e, 1934

MIRTES, 1935

Logo que que a CHINICA e JUQUINHA casaram-se, a Família saiu de Carro de boi, da Fazenda Badajós, em UBERABA-MG, para o Degredo e o Lageado,  em PENÁPOLIS-SP: 

Quarenta dias de viagem.

De 15 de agosto até 25 de setembro de 1912, PASSANDO,  A VAU, O RIO TIETÊ, PERTO DO SALTO DE AVANHANDAVA.

O CORONEL  JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO faleceu, com 80 anos de idade, em 1900, no CHIQUEIRO da FAZENDA BADAJÓS, de DERRAME. Esse TRABALHOU até MORRER….

Muitas outras famílias ligadas à nossa família Nunes de Souza-Monteiro de Araújo como os Rodrigues da Costa, Nunes da Silva, Guimarães, Garcia Lopes, Silveira, Cintra, Valim, Faleiros, e, os Monteiro da Farmácia, amigos, e conhecidos, vieram direto de Franca-SP e região, para Penápolis-SP. E algumas outras famílias conhecidas vindas de Uberaba-MG para Penápolis-SP também junto conosco. E, entre estes, ex-escravos do Coronel João Monteiro de Araújo, trazendo filhos e netos.

Vieram também outros de Franca-SP e região, vizinhos nossos como os Gabriel das Neves, (como os pais do Tarcísio Gabriel das Neves da Livraria Católica), vieram direto, de Franca-SP e região, para Penápolis-SP.

O Tarcísio era de perto de Franca, de Ibiraci-MG, divisa com São Paulo, e, perto da Fazenda da Serra, da Madrinha da Serra.

Os Cintra estavam em Franca desde a fundação da freguesia e também estavam em Passos-MG.

Os Nunes da Silva são primos da Maria do Carmo de Souza e de seus irmãos, que vieram para Penápolis-SP casados com os Monteiro de Araújo, cuja mãe era Custódia Nunes, da Família Nunes da Silva da Fazenda Cristal dos Nunes na atual Cristais Paulista.

Eu pesquiso se outros irmãos do Carlos Justino Monteiro, além dos que casaram com Souza, vieram para Penápolis-SP, para isso, vou percorrer todos os livros de óbito de Penápolis-SP. Sabemos que a Maria Cândida de Assunção, casada com o Ananias Barbosa, ficou dois anos em Penápolis-SP e voltou para Uberaba-MG. É a sogra da Adélia Monteiro, e, mãe do Chico Barbosa.

Procuro saber quantos dos 16 filhos do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO vieram para PENÁPOLIS-SP, no total.

Sabemos que o José Cândido Monteiro, o mais velho dos irmãos, (1843-1916), veio para Penápolis-SP, e, foi o primeiro a vir.

O Juquinha antes tentou namorar a Tia Bia, sua prima, filha do Carlos Justino Monteiro, depois não deu certo e se casou com a Chinica.

Casamento arranjado de família. A última geração de brasileiros com casamento arranjado, e que davam certo, muito diferente dos milhões de divórcios de hoje.

A nossa bisavó MARIA DO CARMO DE SOUZA chorou QUANDO VIU QUE HAVIA SÓ UMA ESTAÇÃO DE TREM DA VELHA NOROESTE DO BRASIL, E A VENDA DO PORTUGUÊS, o Seo MANUEL DOMINGUES VENTURA,, COMO VOU EDUCAR MEUS FILHOS…

O TIO TOTONHO; NASCIDO EM 1910, AINDA ESTAVA NO COLO, da Maria do Carmo de Souza, quando chegaram à Penápolis-SP.

Isso contam. Como foi em 1912, Penápolis-SP com 4 anos de idade, esta história deve ser anterior, de uma visita anterior para conhecer antes de mudar.

Sabemos, com certeza, que o Antônio Monteiro de Araújo, veio antes, em 1904, de Franca-SP, para Penápolis-SP, e, chamou os outros, que podem ter vindo, antes de 1912, para conhecer o local. Gostaram, e, em 1911 e 1912, vieram de caravana de carro de boi.

História que me foi contada pela filha do Urias, a Honorina, pela Mandica, Nenê, Adair, e pela filha do Quinca Monteiro, pela tia Aparecida, pelos irmãos Ferreira, e, tantos outros, que nos contaram a História da Madrinha da Serra.

Estas escutaram das avós que conheceram a Madrinha da Serra.

GOSTARIA DE ENCONTRAR OS DESCENDENTES DESSE PIONEIRO, O SEO MANUEL DOMINGUES VENTURA, ou simplesmente, SEO VENTURA.

Apareceram alguns leitores, neste site, dando conta que o “Seo Ventura” foi para Birigui-SP, onde tem rua, lá, com o nome dele.

A Chinica sempre de olho fechado muito sossegada, ia para a estação pegar o trem, ficava conversando na rua com conhecidos e parentes e acabava perdendo o Trem.

Era da Ordem Terceira de São Francisco, rezava muito.

MAPA DO ESTADO DE SÃO PAULO, quando nós chegamos a Penápolis-SP:

Alta definição – Mapa do Povoamento do Oeste Paulista em 1910

Mapa do Estado de São Paulo, do ano em que foi fundada Penápolis-SP, Boca do Sertão, naquele momento

De Penápolis-SP, até às barrancas do Rio Paraná era floresta, a qual era repleta de Paludismo, Empaludismo, Maleita, a Malária, onde milhares morreram construindo a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil – NOB, mais exatamente construindo o ramal antigo de Araçatuba-Lussanvira (Pereira Barreto-SP) mais perto do Rio Tietê, portanto com mais Malária. Este ramal Araçatuba-SP – Lussanvira – Pereira Barreto-SP não mais existe

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Coberto de mato na nossa  velha Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, NOB, e coberto de café, na Região de Ribeirão Preto-SP, e, de Franca-SP, (de onde viemos). Nosso São Paulo, 100 anos atrás, quando nós chegamos a Penápolis-SP, então “Boca do Sertão“.

Dali para frente era uma floresta só até o rio Paraná, a divisa com o estado do Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul.

O Prefeito Municipal de Penápolis-SP, João Luís dos Santos, disse:

– Que foto linda!

JUQUINHA E CHINICA FORAM PLANTADORES DE CAFÉ EM PENÁPOLIS-SP

Carpia as ruas de café – Plantava feijão

Sentavam em baixo do pé de café, a família para almoçar

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Monumento em homenagem ao Café 

A Grande Riqueza dos Paulistas

O Ouro Negro que povoou o Oeste Paulista

“Da banda do Baurú,

Lá, na linha noroesta,

Cafanhoto era tanto,

Que parou um trem exprésso;

Pra pudê segui a viage

Precisô fazê promessa.”

O Prefeito Municipal de Penápolis-SP, João Luís dos Santos, que é poeta também, em 2011, gostou muito dessa modinha sobre a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, a velha NOB.

NA FOTO ABAIXO:

Julieta, (filha da Chinica e do Juquinha), à esquerda, depois o Adauto, (filho do Pedro Monteiro de Araújo), e no canto direito, a Cema, filha do Quinca Monteiro,

  Eles foram a cavalo, do Degredo até Vila Barbosa, que hoje é Barbosa-SP, perto do Degredo

  O cavalo que a Julieta montou era do Cidoca, chamado Damasco. Era cavalo de corrida, que Cidoca trouxe do tempo do Exército em Três Lagoas-MT, canela fina portanto bom de corrida, as patas em baixo eram brancas.

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O Degredo é roça de antigamente, de muito parente morando perto do outro, tudo casado primo com primo, baile na tuia, festa do final de semana, tinha só que saber onde era a festa desta semana.

A Chinica do reza, benzia para tudo, espinhela caída, vento virado, quebranto,,, uma delas tinha a costura com um agulha virgem.

Mandava a pessoa passar debaixo dessa ponte, dessa.

Emplastros, receita caseira quando o Neno foi mordido de cobra.

Virar a criança de lado, medir de um lado é maior que outro.

Ir lavar roupa lá em baixo na nascente.  Engenho a Vapor do tio Totonho e o Carrinho, sócios.

Lá nos anos 1940, com o Instituto do Açúcar e do Álcool – IAA – os plantadores de cana de açúcar foram obrigados a não ter mais engenho e vender as cotas para as usinas. Lembrando que em 1947, o Totonho ainda tinha engenho e morreu nele.

Chinica pegou tétano, e, também isto de monte de receitas antigas, passa um monte de coisa, igual na mordida de cobra do Neno.

Mas há também benzimento de mordida de corda, que pelo jeito os Monteiro não sabiam, mas que em UBERABA-MG  tinha quem sabia, o sogro do Alceu.

O Álvaro Monteiro de Araújo, na cabeceira, tinha um engenho dos mais antigos de cavalo girar a moenda.

Mudou tudo isto quando veio o Instituto do Açúcar e Álcool do doutor Getúlio e se tinha que entregar a cana para as Usinas.

Juquinha e Chinica carpindo o cafezal e a menina na sombra.

Duas bacias – Uma para lavar, outra para enxaguar,

Pegar água na mina lá em baixo – vários poços cavados tinham água saloba.

Cidoca trouxe um cavalo de raça do quartel em Três Lagoas-MS, na época MT.

Vários emplastados quando tinha ferida. Mírton machucou e tinha problema no olho.

Milho, Café, Vaquinhas. Mírtes traumatizada com leite puro de vaca – de tanto obrigarem a beber.

Estas coisas de roça simples.  Ir estudar primeiro os mais velhos com o Tio, ver acima, e os mais novos, no primeiro grupo escolar de Penápolis-SP – Mírtes desfilou para o Adhemar de Barros Governador em 1947.

Dê um CLIC na foto do documento. Quando abrir, você dá outro CLIC, e, o documento ficará em tamanho grande, fácil de ler.

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João Júlio da Silveira, o vovô Juquinha, em 1958, quando recebeu o título de Cidadão Honorário, nos 50 anos de Penápolis-SP, dado aos pioneiros de Penápolis-SP.                       Que orgulho para nós, os Silveira!

Teve título de eleitor em 1958 com assinatura – Sabia ler e escrever – coisa rara para quem nasceu em 1885.

A mãe do JUQUINHA, a Persília fiava. Ver a Carmita, no vídeo acima, falando dela e do Badajós.

Aqui tem roça antiga e velha a fiar,,,, com a netas em volta tentando ajudar mas enrolava os fios

A geração da Chinica, suas irmãs e primas, foi uma das últimas gerações de brasileiras que casaram-se no tipo de CASAMENTO ARRANJADO.

Eu soube de casamento arranjado bem depois de 1912, lá por volta de 1951 no interior de MG.

Os pais combinavam o casamento que dava sempre certo. Casavam-se em boas famílias e não havia separação, desquite ou divórcio.

Dai para frente, na geração seguinte vai se tornando comum os divórcios.

A Tia Maria do tio Joãozinho, que arranjou muito casamento, falava:

– Você vai casar com este primo seu, …. e você com este…. aquela com aquele…….

Bem, um livro sobre Penápolis-SP, super raro, escrito por uma neta do Fundador, a Gláucia Castilho, O PASSADO PASSADO A LIMPO –  conta algo de Nós Monteiro de Araújo em Penápolis-SP – Lembra que a capela do Córrego dos Pintos foi  construída pelo CARLOS JUSTINO MONTEIRO – VÔ Carro.

O Livro mais completo, raro também, já tem 50 anos é o livro do Orentino Martins sobre o Fundador Coronel Manuel Bento da Cruz.

ALGUMAS DAS HISTÓRIAS DE PENÁPOLIS-SP QUE FAZEM QUESTÃO DE IGNORAREM NÓS, OS MONTEIRO DE ARAÚJO

Uma história pioneira de Penápolis-SP, nos seus 40 anos em 1948, lembrando desde a descoberta do Salto do Avanhandava em 1767, o massacre do Padre Claro Monteiro, a criação da Colônia do Avanhandava, do Patrimônio dos Passos, o massacre dos Pinto Caldeira pelos índios.

DIZ QUE O PATRIMÔNIO DO LAGEADO FOI FUNDADO EM 1904, 4 ANOS ANTES DE PENÁPOLIS-SP, mas ali passava a linha do trem e Penápolis-SP ficou e o Lageado acabou.

Diz que desde 1883, já existia a Fazenda Brejo Alegre onde o Carlos Justino Monteiro, irmãos e filhos tiveram terras a partir de 1904.

“Achêgas para a História de Penápolis-SP (de 1767 a 1948)”

Livro raro de Fausto Ribeiro de Barros

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Nenhum Monteiro de Araújo-Nunes de Souza quis esta vida para ele, de não ser reconhecido nas “Histórias de Penápolis-SP”, fora o Monteiro genro do Fundador Manoel Bento Da Cruz

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Outro livro raro do Fausto Ribeiro de Barros sobre o crime bárbaro do índios contra o Padre Claro Monteiro do Amaral que queria levar Jesus Cristo a eles

Naquele tempo, uma região imensa era município de Penápolis-SP e foi dado o nome dele a um córrego de lá de Penápolis-SP

PADRE CLARO MONTEIRO DO AMARAL TRUCIDADO PELOS ÍNDIOS CAINGANGUES NO RIO FEIO –

E, O AGRIMENSOR CRISTIANO OLSEN, PERTO DE ARAÇATUBA-SP QUANDO ESTA AINDA PERTENCIA à Penápolis-SP também foi barbaramente morto e queimado pelos índios.

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E ESTAS HISTÓRIAS DE PENÁPOLIS-SP  eu escrevi para este site da MADRINHA DA SERRA:

A nossa amada E.F.N.O.B. – Estrada de Ferro Noroeste do Brasil – do nosso tempo

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Uma história moderna politicamente correta de Penápolis-SP escrita por ocasião do Centenário em 2008

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Pelo menos esta História de Penápolis-SP, na internet, por nós escrita, e que está há 12 anos no ar, (2007-2019), mostra muito de nós, da nossa maneira de ser e viver, e até tem foto nossa. Fala do queijo…… Do sofrimento nosso com índios e maleita (a terrível malária ou paludismo, impaludismo):

“””””A Região dos “Campos do Avanhandava” e do “Salto do Avanhandava”, no baixo Rio Tietê, quando da chegada dos primeiros pioneiros (brancos colonizadores), era habitada pelos índios Coroados (ou Kaingang ou ainda Caingangue) vindos do sul do Brasil.

topônimo Ava – Nhandava, – Ñandeva –  significa: “O índio que fala o dialeto Nhandeva“, por isso não se diz: “salto de, e, sim, se diz: “Salto do Avanhandava” ou “Cachoeira do Avanhandava”, e, por isso, se acredita que os nhandevas predominavam na região quando da chegada dos índios Coroados.

A primeira presença do Estado brasileiro na região foi, na década de 1860, pouco antes da Guerra do Paraguai, uma Colônia Militar (quartelfortaleza), próxima ao Salto do Avanhandava, que recebeu o nome de Colônia do Avanhandava e o apelido de Degredo.

Naquela época se criaram várias colônias militares, em todo o Brasil, para proteção das fronteiras, e para “proteger a população do interior contra índios selvagens, para facilitar as comunicações e o comércio e para ajudar os núcleos civis que se fundarem nas suas vizinhanças”.

Colônia do Avanhandava, localizada próximo ao porto de desembarque, o Porto do Cruz, no rio Tietê, pouco antes da “Cachoeira do Avanhandava”, junto à estrada que ligava Piracicaba a Paranaíba, foi criada pelo decreto imperial de 18 de março de 1858.

A Colônia Militar do Avanhandava tinha como objetivo, proteger o povoamento da região, onde cinco fazendeiros compraram terras devolutas do governo, e pretendiam formar um “patrimônio”, como se chamava, na época, as pequenas povoações, recém criadas, construídas ao redor de uma capela, à qual se doa um “patrimônio“: uma área para praça, capela e abertura de ruas ao seu redor.

A Colônia do Avanhandava deveria servir também de retaguarda à Colônia de Itapura, na foz do rio Tietê, junto ao Rio Paraná. A Colônia do Avanhandava, porém, não prosperou.

Hoje, o “Salto do Avanhandava”, a colônia militar e a velha Usina Hidrelétrica do Avanhandava, jazem no fundo da represa da Usina Hidrelétrica de Nova Avanhandava.

Posteriormente, próximo ao velho quartel já abandonado e ao Ribeirão do Lageado, se tentou formar, em 1883, pelos primeiros pioneiros, um Patrimônio, tendo como orago, o “Nosso Senhor dos Passos”.

Este primeiro patrimônio não prosperou porque uma das famílias pioneiras, a família Pinto Caldeira, foi massacrada pelos índios em 1886.

Esta família, “Pinto Caldeira”, é atualmente homenageada, dando seu nome ao Córrego dos Pintos, na região do Ribeirão do Lageado, a qual ainda pertence ao município de Penápolis, e foram enterrados no cemitério do Lageado, o qual é o monumento histórico mais antigo de Penápolis-SP e única construção que restou do antigo “Patrimônio de Nosso Senhor dos Passos”.

Em 1895, o presidente do estado de São Paulo, Dr. Bernardino de Campos, autoriza, em lei, a construção de uma estrada de Bauru-SP ao Salto do Avanhandava, estrada esta que facilitaria o acesso à região dos Campos do Avanhandava.

Patrimônio de Santa Cruz do Avanhandava surgiu, tempos depois, em 1908, em terras compradas dos herdeiros da pioneira Maria Chica pelo empreendedor Coronel Manuel Bento da Cruz, e, em terras doadas, em 1906, pelo fazendeiro Eduardo José de Castilho.

Eduardo Castilho doou, em 1906, para a formação do novo patrimônio, um lote de terras aos frades capuchinhos, e, ele e Manuel Bento da Cruz venderam as terras vizinhas ao novo patrimônio, para os pioneiros, fracionando-as em pequenos lotes de terras, os sítios.

Manuel Bento da Cruz adquiriu terras públicas, em leilão, e as registrou, em 1907, no cartório de notas de São José do Rio Preto, e rapidamente, as vendeu, em pequenos lotes aos pioneiros.

colonização de Penápolis, portanto, foi feita, como em todo o oeste paulista, de acordo com a Lei de Terras estadual nº 323, de 1895, que só permitia a aquisição de terras devolutas, pertencentes ao governo do estado, em leilão (haste) público.

Lei de Terras paulista, inspirada na lei de terras do Império do Brasil nº 601 de 1850, exigia também que, em breve, o seu comprador as revendesse em lotes que não podiam passar de 500 hectares em terras de cultura, 4.000 hectares em “campos de criar”, e 40 hectares nos lotes suburbanos.

Eram considerados suburbanos os lotes a menos de 12 quilômetros do centro da povoação, garantindo, assim, o acesso à terra aos pequenos proprietários.

Assim, para estimular a colonização da região, Manuel Bento da Cruz, Eduardo de Castilho e os capuchinhos fundaram o Patrimônio de Santa Cruz do Avanhandava, em 25 de outubro de 1908, esperando a próxima chegada dos trilhos da ferrovia da NOB. Esta data é oficialmente a data de fundação de Penápolis-SP.

Como marco deste acontecimento, os frades capuchinhos rezaram uma primeira missa naquele dia e ergueram eles um cruzeiro em frente ao local onde, depois, se instalou, em 1923, o 1º Grupo Escolar de Penápolis-SP.

No lugar onde ficava o cruzeiro, há atualmente uma estátua de São Francisco.

Nos patrimônios e cidades daquela época se concentravam os estabelecimentos comerciais, porém a grande maioria da população vivia na zona rural.

Logo em seguida, em 2 de dezembro de 1908, chegou ao novo povoado, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, na época chamada “Estrada de Ferro Bauru – Itapura”, que impulsionou o povoamento da região.

As estradas de ferro, naquela época, eram fundamentais para o transporte de grãos de café, a maior produção agrícola da época, para o porto de Santos.

A construção dos trilhos da Noroeste do Brasil prosseguiu, em terras pertencentes, na época, à Penápolis, rumo ao rio Paraná, onde os trilhos chegaram em 1910, com um número de mortos, por malária e por índios, de 10.000 pessoas.

O primitivo traçado da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, NOB, era o ramal Araçatuba– Lussanvira, (na atual Pereira Barreto), ramal este que margeava o Rio Tietê, sujeitando os trabalhadores da linha à malária, chamada, naquela região, de paludismo.

Em 17 de novembro de 1909, o patrimônio se torna um distrito de paz de São José do Rio Preto, com seu território se estendendo até próximo da foz do Rio Tietê, no Rio Paraná, divisando ali com o distrito de paz de Itapura.

Em 22 de dezembro de 1913, Penápolis-SP torna-se um município.

Os pioneiros encontraram seus maiores obstáculos nos ataques dos índios e na malária, na época chamada de maleita e impaludismo.

Os índios só foram finalmente pacificados, em 1912, com a ação do Coronel Cândido Rondon, que, por isto, é homenageado dando seu nome à SP-300 que é a principal rodovia que corta a região da Estrada de Ferro NOB, (Bauru até a divisa com o Mato Grosso do Sul), atual Novoeste.

Um dos últimos grandes ataques bárbaros de índios contra brancos, deu-se em julho de 1910, quando o agrimensor Christiano Olsen foi morto e queimado, pelos índios caingangue, na fazenda Baguassu, próxima a atual, Araçatuba, região que, na época, pertencia a Penápolis-SP.

A pacificação dos índios realizada pelo Coronel Cândido Mariano Rondon foi decisiva para o povoamento da região, tanto que o preço do alqueire de terra subiu 1.000% de 1910 a 1914, passando de 13$000 réis a 100$000 réis, indicando um grande aumento da procura por terras após a pacificação.

Em 1925, o alqueire de terra, próximo à área urbana de Penápolis-SP, já estava cotado a 1:000$000, ou seja, uma nova valorização de 1.000% em relação a 1914.

Em abril de 1929, a região da NOB recebeu a visita do presidente de São Paulo, o Dr. Júlio Prestes, o Seu Julinho, que comparou os pioneiros desbravadores da Noroeste do Brasil aos bandeirantes, desbravando terras e enfrentando perigos de todo tipo.

A situação da velha Noroeste do Brasil, que pertencia ao governo federal, melhorou muito, quando, em 1935, o Dr. Getúlio Vargas, iniciou o empedramento da linha férrea, eliminando-se as nuvens de poeira que penetrava nos vagões.

O Dr. Getúlio concluiu, em 1940, a construção de uma “variante”, entre Araçatuba e Jupiá, afastando a estrada de ferro das margens do rio Tietê, e, portanto da malária, também conhecido como (impaludismo).

Em 1917 é inaugurada a iluminação pública por energia elétrica em Penápolis-SP.

Em 21 de janeiro de 1920 é criado, por decreto estadual, uma Caixa Econômica em Penápolis-SP, (o atual Banco Nossa Caixa).

O primeiro Grupo Escolar foi instalado em 1919, e, o primeiro Ginásio Estadual instalado em 1935.

Estabeleceram-se, em Penápolis-SP, imigrantes de vários países para trabalharem nas lavouras de café.

Vieram, também, para Penápolis-SP, muitos migrantes das Minas Gerais, com a sua  tradição em engenhos de cana-de-açúcar, doces, queijos e o carro de boi.””””

Lá no Degredo, o Juquinha ficava atrás da Chinica, feito um galinzé-zinho, para ela fazer o café.

O Degredo em maio de 2014 

A Fama da Colônia Militar do Degredo é que quem ia para lá, não voltava

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os primos Celso e Paulo César no Degredo em 2014

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Lageado preservado, recuperado, abastecendo Penápolis-SP e região

 

O JUQUINHA ganhou DIPLOMA de CIDADÃO HONORÁRIO, em 1958, como PIONEIRO de PENÁPOLIS-SP, nos 50 anos de Penápolis-SP.

O diploma está comigo.

TEMOS UM PROFUNDO ORGULHO DO JUQUINHA E SEUS PRIMOS QUE GANHARAM DIPLOMA DE CIDADÃO HONORÁRIO POR TEREM SIDO PIONEIROS DESBRAVADORES E CRIADORES E CONSTRUTORES DE PENÁPOLIS-SP

O Vô Carlos e os mais velhos já haviam falecido em 1956 por isto não ganharam o diploma de Cidadão Honorário de Penápolis-SP.

1958 foi o ano do Cinquentenário de Penápolis-SP – E eu estive em 2008 no Centenário.

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Eu os chamava JUQUINHA E CHINICA de VOVÔ SEO JOÃO e VOVÓ DONHA SÍNHA.

NÓS FOMOS PIONEIROS e FAZENDEIROS em PENÁPOLIS-SP:

A viagem de Carro-de-boi durou quarenta dias, chegando ao Lageado, em 25 de setembro de 1912.

O Juquinha era carpinteiro, consertava, na estrada mesmo, as cangas.

Pegou a parte das terras do Degredo, em Penápolis-SP, que eram terras de campo que precisava cortar menos, desmatar menos, ficava mais fácil. Menos machado e suor para desbravar.

Viveu lá, de 1912 até 1945, mais ou menos quando foi para cidade, plantava arroz, café, tinha engenho de cana movido à água,  tinha cana mais grossa, a cana caiana.

Esse Degredo tinha festa todo fim de semana. Era só preciso saber em que fazenda seria a festa.

NÓS FOMOS PIONEIROS E FAZENDEIROS NO ESTADO DE SÃO PAULO, no Brasil

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Livro clássico, antológico, do grande geografo francês, e, o mais completo livro sobre nós Pioneiros e Fazendeiros no Estado de São Paulo

Degredo, onde moravam Chinica, Juquinha e filhos:

O local exato da Casa deles, hoje, segundo a Tia Irene está debaixo da Represa da Usina Hidrelétrica de Nova Avanhandava-SP, no Rio Tietê.

O Cidóca levou uma vez o Alceu lá e falou: – Não tá conhecendo não, olha o bambuzal!

Tudo muda e tudo acaba no Estado de São Paulo, com o Pró-Álcool, e, as usinas hidrelétricas.

O sítio do degredo foi vendido, pelo Juquinha, de porteira fechada, na década de 1940.

E foram morar menos de um ano em Araçatuba-SP, Alceu tinha carteira de trabalho assinada em Araçatuba-SP, em 1947, logo depois de voltar do Exército em Campo Grande-MS. Trabalharam em fábrica de doce, em Araçatuba-SP.

Juquinha nascido, em 1885, desistiu das roças, já com 62 anos de idade, portanto. E, viveu, então, mais de 20 anos aposentado.

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O velho Juquinha, carreiro, carpinteiro habilidoso, roceiro trabalhador, homem honrado,

nosso amado avô da nobre Família Monteiro de Araújo, e, da nobre Família Silveira Fernandes

Leia aqui sobre nós, os Silveira Fernandes, e sobre a terrinha nossa em Portugal:

A Vovó Luísa da Silveira era do Lugar dos Vidais, Freguesia de São João Batista de Louredo, no Concelho de Amarante, na terrinha, Portugal:

João da Silveira Fernandes declara na Inconfidência Mineira em 1789 que veio há 35 anos, portanto em 1754, 3 anos antes de sua mãe falecer.

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(NOTA: Freguesia equivale a um distrito no Brasil, e, Concelho equivale a um Município no Brasil).

Foi uma as mães que choraram para que fosse nosso o mar. 

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

Luísa da Silveira morreu 3 anos depois do nosso tronco, o JOÃO DA SILVEIRA FERNANDES, ter partido para construir o Brasil, sabendo que jamais voltaria a ver sua mãe, já viúva há 12 anos.

João da Silveira Fernandes nasceu e cresceu no Lugar dos Vidais, Freguesia de Louredo, Conselho de  Amarante, Portugal.

Temos orgulho que nossa tronco, patriarca, se saiu muito bens das acusações na Inconfidência Mineira, respondendo firme – O nosso avô não tinha culpa.

Respondeu com lisura e prontidão às perguntas do inquisitor e foi inocentado.

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https://madrinhadaserra.com/historia-dos-silveira-fernandes-julio-da-silveira-no-brasil-comeca-na-inconfidencia-mineira/

O DEGREDO

Era chamado Degredo porque a Colônia Militar que ali existiu na época da Guerra do Paraguai tinha o apelido de Degredo, pois os soldados que iam para lá estavam longe de tudo e todos.

Quem ia pra lá pro Degredo não voltava.

Degredo também é o nome de um Córrego ali. Que hoje ninguém sabe mais qual e onde é. O nome córrego do Degredo aparece em uma lei sobre divisas de Penápolis-SP com Barbosa-SP.

Nesta foto de 1933: A TIA MIRTES NÃO TINHA NASCIDO AINDA, da mesma forma que, na foto de 1968, do JUQUINHA, CHINICA com filhos e netos, o JORGE LUÍS, filho da tia MIRTES, não tinha nascido ainda.

COINCIDÊNCIA. re re re.

E a Chinica sempre de olhos fechados.

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De pé, da esquerda para a direita: Mingote, Cidóca e Alceu

A menina é a Julieta, depois, sentado no colo da Chinica está o Mílton

E o Nêno, na frente, está entre o Juquinha e o Alceu

A Chinica sempre de olhos fechados, os filhos também tinham essa mania

 Com a filha Julieta com câncer, ela ficou muito preocupada e isso afetou o seu bom coração, faleceu em 1977

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As ferramentas de carpinteiro do Juquinha, pua, aquela de lixar madeira, tudo ficou com o filho Alceu que herdou, tinha também uma caixa de ferramenta de madeira que parecia mala antiga de viagem. Muito bonita.

Ficaram estas ferramentas muito tempo aqui em casa sem eu saber que era do Juquinha, meu avô. Temos sempre que perguntar de quem são as coisas antigas. Neste caso não dei tanto valor quando era criança por não saber que tinham sido do Juquinha.

Os filhos do Juquinha, são Monteiro duas vezes, tanto por parte de mãe quanto de pai. Juquinha e Chinica são netos do Coronel José Monteiro de Araújo.

ASSINATURA DO JUQUINHA, DA CHINICA E DE TODOS OS FILHOS:

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Religiosos ao extremo, guardaram este documento de Igreja, de 1950

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Foto do Juquinha com a vaca da Julieta, a Amostra

Juquinha também tinha o cavalo Piriquita.

Ficava brabo o Juquinha quando o chamavam de Juquinha Piriquita.

Eram chamados de Bravos.. de Uberaba-MG – Pimentas.

Depois de ter vendido o Degredo, já velhinho, o Juquinha teve um pequeno sítio, perto de Penápolis-SP, por pouco tempo; depois não aguentou mais, e, aposentou de vez.

Lembro dele bem velhinho de cabeça branca.

Este sítio era perto da Escola Agrícola João Geraissate. Ali, uns dizem, que em frente, é da Giulia Gam atualmente.

Ia ver-me no Bairro da Fátima, mas cansava muito, chegava em  casa muito cansado para ver o netinho.

OS SILVEIRA FERNANDES DA FREGUESIA DE LOREDO – CONCELHO DE AMARANTE – PORTUGAL

Todo Silveira antigo tem um segundo nome, que se repete:

Fulano Júlio da Silveira, Beltrano Júlio da Silveira.

Por exemplo, na família existem muitos de nome ANTONIO JÚLIO DA SILVEIRA, o que faz ficar difícil saber quem foi o pai de nosso bisavô e ligá-lo ao nosso patriarca JOÃO DA SILVEIRA FERNANDES da Inconfidência Mineira.

E, essa tradição é tanto dos Silveira dos Açores quanto dos nossos de Portugal.

O caso é que todo Silveira conta que os parentes foram para a cidade de Pires do Rio-GO.

Havia documentos destas terras em Goiás, griladas, que ficavam o  Tio Mílton Júlio da Silveira, Timirto, filho do Juquinha, mas se perderam esses documentos, e, ninguém da família foi encontrar estes parentes de Pires do Rio-Goiás.

Nestes documentos tinha “Correia” nos nomes. Não sabemos quem é.

 

Leia aqui a Genealogia do Juquinha, UM SILVEIRA, e um Monteiro de Araújo por parte de mãe, e, por parte de pai, paulista quatrocentão:

Por parte de pai, um Silveira Fernandes:

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Por parte de mãe, um Monteiro de Araújo:

Antepassados de persilia candida de assuncao

 

E, essa tradição é tanto dos Silveira dos Açores, quanto dos nossos de Portugal.

VEJA PÁGINA DOS SILVEIRA FERNANDES, neste site abaixo:

9 – História dos Silveira Fernandes (Júlio da Silveira), no Brasil, começa na Inconfidência Mineira

Antônio Júlio da Silveira faleceu, no Badajós, em Uberaba-MG, de tuberculose, em 1907, aos 51 anos de idade, antes, portanto, do Juquinha vir para Penápolis-SP.

Sua sogra, a Laura Cândida de Assunção, viúva do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO faleceu no ano seguinte, 1908.

Ele, Antônio Júlio da Silveira, bebia muito. Traumatizado com isto, o Tio Antenor, filho mais velho dele irmão do Juquinha, fazia pinga mas não bebia. A causa mortis em 1907, aos 51 anos foi tuberculose.

Nasceu em 1858 em Passos-MG da Família Silveira Fernandes que veio de Amarante Portugal, fixou em Conselheiro Lafaiete-MG, depois em Candeias-MG onde foram vizinhos dos Monteiro de Araujo e depois seguiram para Passos-MG.

A viúva do Antônio Júlio da Silveira, que é nossa avó e Tia, a Persília, ficou morando em Uberaba-MG. Por volta de 1942, Vovó Persília saiu do Badajós, e, faleceu na casa da tia Mariana, em Uberaba-MG. Não foi para Penápolis-SP.

Em Candeias-MG, conheceram os Monteiro de Araújo, ou talvez já os conhece mesmo em Conselheiro Lafaiete-MG, e, depois, passaram para Passos-MG, onde foram pioneiros, foram importantes e tiveram grande descendência.

A Carmita, filha do Antenor Júlio da Silveira, irmão do Juquinha, conta que seu pai era de Cássia-MG vizinha de Passos-MG, e, vizinha dos Monteiro de Araújo, em Itirapuã-SP.  E filha Maria também veio da mesma região, Veio já casada de Ibiraci-MG. Nada achei nos livros de Cássia-MG. Documentos procuro em Ibiraci-MG.

E também tive a informação que os irmãos do Juquinha podem ter nascido em Ibiraci-MG, ao lado de Itirapuã-SP, e, de Cássia-MG, Capetinha-MG, ou São Tomás de Aquino-MG, onde Urias Monteiro declarou que Juquinha teria nascido, declaração que fez no registro de nascimento da filha do Juquinha Maria Aparecida que morreu com 10 meses de idade.

A procura da documentação dos Silveira Fernandes continua e se deve especialmente as pesquisadores Antônio Grillo de Passos-MG e aos genealogistas Décio Medeiros e o Gomide Borges.

REGIÃO do DEGREDO: do CÓRREGO DOS PINTOS, do LAGEADO, do SALTO DO AVANHANDAVA:

A Região do Degredo, hoje, em 2014, está debaixo d´água em boa parte dele. Do Degredo avista-se as águas imensas do Ribeirão do Lageado, que fazem parte da Represa da Usina Hidrelétrica de Nova Avanhandava.

A Leste, fica Barbosa-SP, onde o Córrego do Degredo servia de divisa com Penápolis-SP.

Um pouco ao sul do Degredo ficava a Povoação do Lageado hoje desaparecida.

A Oeste um pouco em Baixo o Bairro do Córrego dos Pintos que meu pai falava tanto. São Bairros rurais, O Córrego dos Pintos e o Bairro Bahia.  No Córrego dos Pintos tem uma capela construída por nós.

Era muito alegre, com festas, procissões, igreja, o extinto Povoado do Lageado. O Bairro do Lageado. Onde Penápolis-SP realmente nasceu e onde no seu cemitério (restos dele) estão os ossos dos 17 heróis pioneiros trucidados pelos índios.

O Brejo Alegre era uma enorme fazenda do Córrego dos Pintos. até o Degredo e Lageado. O Juquinha, meu avô tinha um sítio na Fazenda Brejo Alegre. Hoje não se usa mais dizer assim “um sítio, uma parte de terras na Fazenda Tal”.. Mas era assim que se dizia antigamente.

Ainda tem parte de  terra, em 2019, com primos nossos, que é ainda chamada de Brejo Alegre.

Carlos Justino Monteiro foi proprietário lá. E Juquinha tinha terras, sítio, na Fazenda Brejo Alegre, que depois ficou para o Cidóca.

E filhos e genros do Carlos Justino Monteiro tinham terras ali. Perto das terras dos primos, os quais muitos ainda os herdeiros têm terra naquela região do Degredo e do Córrego dos Pintos, como a Cema, o Zé, o Wadinho.

É tradição secular de empreendedor rural.

Aqui uma descrição de suas terras:

É bom lembrar que fazenda grande, como a Fazenda Badajós, em Uberaba-MG, tinha várias partes com vários donos. Cada dono com “partes de terras que faz divisa com terras de fulano”.

Dizia-se assim, nos livros de cartório: “Vende um parte de terras na Fazenda Badajós”.

 

 

A lei estadual paulista de organização dos municípios ainda dá o Córrego do Degredo na divisa Penápolis-Barbosa-SP

LEI Nº 8.550, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1993

Dispõe sobre alterações no quadro territorial administrativo do Estado.

ANEXO LXXXVI
MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS
(Criado em 1913)

a) Divisas Municipais

2. Com o Município de Barbosa
Começa no reservatório de Nova Avanhandava, no ponto em que o seu eixo principal cruza com o eixo do braço correspondente ao córrego da Divisa; segue por este eixo, subindo pelo córrego do mesmo nome, até sua cabeceira sudocidental, no divisor Tietê-Lajeado; transpõe este divisor, seguindo pelo contraforte que finda no reservatório de Nova Avanhandava, no ponto fronteiro ao ponto de cruzamento dos eixos dos braços correspondentes ao ribeirão Lajeado e ao córrego do Degredo; alcança o citado ponto de cruzamento; segue pelo eixo do braço correspondente ao ribeirão Lajeado até o ponto de cruzamento com o eixo do braço correspondente ao córrego do Banhado; segue por este eixo, subindo pelo córrego do mesmo nome, até sua cabeceira mais meridional no divisor Lajeado-Farelo.

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Eu marquei com X, o Degredo,

 com X também o Bairro Córrego dos Pintos;

O Córrego dos Pintos fica um pouco abaixo do x. Ali no Córrego dos Pintos, o Carlos Justino Monteiro construiu uma capela que é frequentada até hoje

Marquei com X também onde era o antigo Bairro do Lageado, que era a antiga povoação, que os Monteiro de Araújo mais velho conheceram; tudo acabou;

A Estrada de Ferro N.O.B. fez, em 1908, que todos se mudassem, aos poucos, para a nova povoação à margem da estrada de ferro,

para a atual Penápolis-SP, na época, batizada como SANTA CRUZ DO AVANHANDAVA

Onde era o Bairro do Lageado hoje 2014 tem algumas árvores e pastos e o antigo cemitério. Que dó. Tanta festa e procissão tinha lá. Temos muitas fotos de lá.

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ASSENTO de batismo em PASSOS-MG EM 1858 DO PAI DO JUQUINHA

ANTÔNIO JÚLIO DA SILVEIRA (*1858-+1907)

BRANCO, FILHO LEGÍTIMO DE JOÃO SEVERIANO DA SILVEIRA E DE HIPÓLITA CAROLINA DE ABREU

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DE AMARANTE PORTUGAL A PENÁPOLIS-SP

Lusia da Silveira

João da Silveira Fernandes

Juliana Antônia da Silveira

João Severiano da Silveira

Antônio Júlio da Silveira

João Júlio da Silveira

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Foto da Casa do Juquinha e da Chinica do Degredo com esteios que parecem feitos de tora de madeira

Na foto Mingote de terno e fumando, Avelino e a Alzira

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Título de eleitor brasileiro do Juquinha

Este modelo de Título Eleitoral existiu da década de 1940 até 1982. Nas eleições de 1986, surgiu o atual modelo de Título Eleitoral do Brasil.

Pouca gente votava neste ano de 1958, portanto, significa que Juquinha era importante. Em 1960 só 12 milhões de Brasileiros votaram, sendo que a população do Brasil em 1960 era de 72.000.000 de almas.

Guardar recordações dos avós e bisavós e tetravós etc é muito importante:  Aqui um excelente serrote das muitas ferramentas de carpinteiro que o Juquinha tinha. Lembro de martelo, serrote pequeno, além deste grande, aquelas ferramentas de lascar madeira, uma mala de madeira própria para guardar ferramentas que ficou de herança para nós e duraram muitos anos.

Este serrote tem bem mais de 60 anos.

Foi o Alceu que ficou com as ferramentas do Juquinha Carpinteiro.

Tinha metro, desempenadeira, nível, serrote e serrotinho e a mala de madeira de guardar pregos e as coisas miúdas.

Eu amava o serrotinho que hoje está sumido. Ideal para criança.

As ferramentas de carpinteiro do Juquinha, pua, aquela de lixar madeira, tudo ficou com o filho Alceu que herdou, tinha também uma caixa de ferramenta de madeira que parecia mala antiga de viagem. Muito bonita.

Ficaram estas ferramentas muito tempo aqui em casa sem eu saber que era do Juquinha, meu avô. Temos sempre que perguntar de quem são as coisas antigas. Neste caso não dei tanto valor quando era criança por não saber que tinham sido do Juquinha.

Os filhos do Juquinha, são Monteiro duas vezes, tanto por parte de mãe quanto de pai. Juquinha e Chinica são netos do Coronel José Monteiro de Araújo.

SERROTE DE AÇO FORTE DO JUQUINHA –  eu herdei em 2005 do Alceu

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O Metro de Madeira do Juquinha, hoje comigo

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SEGUIMOS ESTA LINHA RETA:

8 Gerações da Madrinha da Serra – Joaquina Custódia da Conceição (1782-1885):

Resumo:

Madrinha da Serra é mãe de:

1° Lauriana que é mãe de:

2° Custódia que é mãe de:

3° Maria do Carmo que é mãe de:

4° Alcina que é mãe de:

5° Julieta que é  mãe de:

6° Luizinho que é  pai de:

7° Patrícia que é mãe de:

8° Emanuele, a Sarah e o Saulo.

QUINTA  GERAÇÃO – Tetra-netos da MADRINHA DA SERRA – JOAQUINA CUSTÓDIA DA CONCEIÇÃO (1782-1885)

Todos os filhos da Chinica nasceram em Penápolis-SP:

Os Filhos da Chinica nasceram entre 1914 e 1935. Mingote é 21 anos mais velho que a Mírtes.

Os Filhos da Chinica são TETRA-NETOS da MADRINHA DA SERRA, TRINETOS da LAURIANA, BISNETOS da CUSTÓDIA NUNES, e, NETOS da MARIA DO CARMO DE SOUZA.

Alcina Monteiro (CHINICA) e João Júlio da Silveira tiveram 10  filhos:

 8 filhos nascidos vivos, e, dois nati-morto, um natimorto em 1920 e outro em 1931; 

DOMINGOS (Mingote),

ALCIDES (Cidóca),

Maria Aparecida da Conceição, que morreu com 10 meses de idade

ALCEU,

ANTÔNIO CARLOS (Nêno),

JULIETA,

MÍLTON, (Mírto), e,

MIRTES.

Tiveram o JUQUINHA E A CHINICA, também um nati-morto, masculino, nascido em 1930, e outro nascido em 26 de fevereiro de 1931.

Copiei o assento de óbito deste natimorto, no cartório, onde se declara: que Juquinha nasceu em Franca, Chinica em Uberaba-MG, e declara os avós paternos, (Antônio Júlio da Silveira e Persília Cândida de Assunção),  e, os maternos, Carlos Justino Monteiro e Maria do Carmo). Tem assinatura do Juquinha. E, declara ainda que moravam no Bairro do Degredo.

Assim que se faz genealogia: todo novo documento confirma e/ou acrescenta informações.

Em 2014: Mílton (o Ti-Mirto), ainda está vivo. Já faleceu. A Mirtes ainda está viva em 2019.

1-FILHO MAIS VELHO: Domingos Júlio da Silveira (1914-1999), o Mingote, o filho  mais velho do JUQUINHA. Militar da Arma da Cavalaria, (foi cavaleiro dos bons), e, do Serviço Secreto do Exército. Estaria fazendo 100 anos, agora, em 2014.

Mingote geralmente estava sem farda por ser do Serviço Secreto. Foi para Limeira-SP, depois para uma cidade perto do Rio de Janeiro, e, finalmente em Porto Nacional, no atual Estado do Tocantins.

Mingote se alistou, já tinha mais de 20 anos no tempo da Guerra, mas não foi para a FEB. Não foi para a Europa.

O Mingote ficava de terno arrumadinho, quando garoto, para carregar malas, na estação de Trem de Penápolis-SP.

Em 1974, ele, Mingote, esteve em minha casa com a Bernadete; eu tinha 10 anos, ele gostou muito dos jornais-zinhos que eu fazia em uma máquina de escrever da década de 1940, e levou um.

Mingote foi um incentivo e estímulo muito grande para eu continuar gostando de escrever e de pesquisar. Falecido, em 1999, em Porto Nacional, no  Estado do Tocantins no Brasil. Tem a Filha Cheila e o filho Júlio Tiago.

“”Aos quatorze dias do mez de Fevereiro do anno de mil novecentos e dezesseis, nesta cidade de Pennapolis, Districto de Paz e município de Pennapolis, comarca de Bauru do Estado de São Paulo, em meu cartório compareceu João Júlio da Silveira, com trinta e um annos de edade, casado, lavrador natural da comarca de Franca, Estado de São Paulo, residente neste districto de Pennapolis, e perante as testemunhas abaixo nomeados e no fim assignados, declarou que no dia dez  do dito mez e anno as quatro horas em sua casa de moradia neste districto, nasceu uma creança do sexo masculino de côr branca o qual chamará Domingos, filho legitimo delle declarante e de Dona Alcina Monteiro Silveira, natural de Uberaba, Estado de Minas Geraes, residente neste districto. São avós paternos Jo Julio da Silveira e Dona, digo avós paternos Antonio Julio da Silveira e Dona Persilia Candia de Assumpção e avós maternos Carlos Justino Monteiro e Maria do Carmo Monteiro. Serviram de testemunhas Enoch de Paula Ribeiro e Sergio de Faria. Do que para constar lavrei este termo que lido e achado conforme vai devidamente assignado, Eu  Audelino Vaz de Almeida. Official do registro civil, que escrevi e assigno.””

 

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Mingote bebê (1916-1999) a Foto deve ser de 1917

 

A velha estação onde o Mingote arrumadinho de terno na hora que o trem chegava se oferecia para levar as bagagens para ele ganhar vintém.

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Estação antiga de Penápolis-SP, da E.F.N.O.B.

-2-  Alcides Abadia (Monteiro) Júlio da Silveira, o Cidóca, nascido em 1918, e, falecido em 2002, no ano dos 5 G (greve, gripe espanhola, guerra, gafanhoto e a geada), casado com Irene, ainda viva com 87 anos.

Muito humilde, eu fui à casa dele, quando eu tinha 8 anos, não quis ficar porque assistiam a Globo e eu queria a novela da TV Tupi, ele foi atrás de mim e falou que ia mudar de  canal e colocar na TV TUPI. Na época tinha que girar a antena no fundo do quintal. Não aceitei.  Muita bondade.

Serviu o Exército, em Três Lagoas-MG, e, comprou o Degredo do Juquinha, de porteira fechada, lá por volta de 1945.

Cidoca casou-se com a Irene Goulart,  a Tirene é dos Goulart, dos antigos em Penápolis-SP,  dos velhos tempos do bairro do Lageado, no Degredo, desde o século XIX, antes de existir a cidade, do tempo do povoado do Lageado,, das antigas, super pioneiros, talvez sejam até dos velhos tempos da Colônia Militar do Degredo.

O Paulo, irmão da Irene, se afogou, e o Governador Adhemar de Barros, lá por 1949, mandou mergulhadores para resgatá-lo.

Pedreiro dos bons, fez sua própria casa, de pé até hoje, quase em frente a casa da Chinica, e de frente para a casa do João Sampaio, na Rua Expedicionário Diogo Garcia Martins, no centro de Penápolis-SP.

Serviu no Quartel de Três Lagoas-MS e trouxe um cavalo de raça de lá.

Cidoca teve as filhas Odete, Bernadete, Elizabeth e o Cidinho (ver eles abaixo).

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CIDÓCA, bebê, em 1919 ou 1920

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CIDÓCA NO EXÉRCITO, serviu em Três Lagoas-MS

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MINGOTE e CIDÓCA em frente à casa do CIDÓCA, na Rua Expedicionário Diogo Garcia Martins em Penápolis-SP

Aqueles que voltam para o Pai só morrem quando são esquecidos por aqueles que aqui eles geraram.

3– Maria Aparecida da Conceição, nascida em 1921, e, falecida, com 10 meses de idade, de gastro-enterite, em 13 de julho de 1922.

É a dureza de nossa vida de pioneiros, onde a mortalidade infantil era imensa em Penápolis-SP, além de inúmeros os mortes pela malária, chamada lá de PALUDISMO, e também de Impaludismo.

ÓBITO da TIA MARIA APARECIDA: Há erro: Juquinha é natural de Franca-SP.

Aos treze de julho de mil novecentos e vinte e dois, nesta cidade de Pennapolis, Estado de são Pualo, em meu cartorio compareceu Francisco Ferreira Barbosa, proprietario, residente nesta cidade, e, exhibindo attestado do Doutor Alberto de Moraes, declarou que hoje, ás quatorze e meia horas, em seu domicilio, á Avenida Luis Osorio, falleceu de gastro-enterite a menor Maria Aparecida da Conceição, do sexo feminino, côr branca, com dez meses de edade, natural deste districto, filha legítima de João Júlio da Silveira e de Dona Alcina Monteiro, lavradores, naturaes do Estado de Minas Geraes, e residentes neste districto. Será sepultada no cemiterio desta cidade. E para constar lavrei este termo que, lido e conforme, assigna o declarante. Eu, Antônio Loterio Soares de Castilho, official de Registro Civil, o escrevi e assigno.

QUARTO FILHO DO JUQUINHA E CHINICA

– 4- Alceu Júlio da Silveira, nascido, em 15/fev/1924, meu pai; casado com Luciana de Castro, em 18/mai/1956, irmã de dois genros do Urias Monteiro, seu tio.

Alceu faleceu, em 03 de agosto de 2005, no mesmo dia 3 de agosto, em que faleceu sua mãe Chinica.

Morreu no mesmo dia, (3 de agosto), morreu sua mãe CHINICA, em 1977, e, morreu com a mesma idade que a mãe dele a Chinica morreu: 81 anos.

Alceu teve um depósito de madeira e conhecia qualquer madeira só de olhar. Foi vicentino.

Serviu o Exército, em Campo Grande-MS, entre dezembro de 1945 e dezembro de 1946.

De volta de Campo Grande-MS, trabalhou na fábrica de doce do Geraldo Barbosa, em 1947, em Araçatuba-SP.

Trabalhou 15 anos no Depósito de Madeira Araponga, do velho Guilherme Béber, em Penápolis-SP, e, depois foi seu proprietário, de 1967 até 1969.

Nós viemos para São José dos Campos-SP em 1974, trazidos pelo Zé Delgado marido da Inês filha do Totonho, ver acima.

Alceu faleceu em 03/ago/2005 em São José dos Campos-SP com 81 anos. Mesmo dia e mesma idade com a qual Chinica faleceu.

Sempre reclamou que a História de Penápolis-SP nunca lembrava nós Monteiro de Araújo como Pioneiros.

De Monteiro em Penápolis-SP, suas histórias falam que a filha do fundador, a filha do Coronel Manoel Bento da Cruz, a Iracema Cruz Monteiro casou-se com o Manuel Antônio Monteiro, este talvez irmão do primo Militão Monteiro já citado. Viveram em Araçatuba-SP.

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Lembrança no Túmulo do Alceu

 

O Alceu e a sua mãe Chinica são falecidos no mesmo dia 3 DE AGOSTO, muita coincidência – os dois faleceram com 81 anos.

Claro que todo filho é suspeito pra falar, mas ele era santo. Totalmente incapaz de ter raiva, bom demais a ponto de aproveitarem da bondade, não saber reagir, qualquer coisa corria para confessar para o padre. trabalhador, humano, muito admirado nos vicentinos. Totalmente descente e moral. Um santo mesmo. Não tinha boca pra nada.

 

Abaixo, envelope do Depósito Araponga – que foi do Guilherme Béber (marido da Iraci – filho da Bia, e, prima do Alceu), e, depois Alceu comprou o Depósito Araponga.

Alceu trabalhou em 1947, na fábrica do doce, em Araçatuba-SP, do primo Geraldo Barbosa, ver acima, e lá teve oportunidade de ver o Diamante Negro, Leônidas da Silva, jogar pela São Paulo Futebol Clube: O Negão falou: Tá muito fácil (o jogo).

O Alceu casou-se com uma prima em nono grau, a Luciana de Castro, neta da Joana Gomes Moreira, irmã do Antônio Alves Ferreira, que é o marido da MADRINHA DA SERRA.

Nos anos 1980, fomos visitar o primo Geraldo Barbosa, em Campo Mourão-PR.

O Alceu dava mangas do quintal do depósito para as sobrinhas filhas do Cidoca que estudavam no Educandário das Freiras que fica em frente ao Depósito.

No lugar do depósito, ao lado de onde era a casa do Guilherme Beber e da Tia Bia, e, onde eu brincava com a Cristiane, hoje é um edifício. Fica pertinho da Santa Casa de Penápolis-SP.

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O nome Araponga homenageia a Fazenda do Guilherme Béber, que tem este nome até hoje, e fica na Rodovia para Alto Alegre-SP, perto da Usina Campestre

O Destino da Humanidade – O Bisavô, o Trisavô, Monteiro de Araújo, grandes fazendeiros, dividiram, com muitos filhos, as heranças – Foi sobrando pouco para os Bisnetos como o Alceu. Quando fechou o depósito, em 1969, foi cortar cana.

Alceu não estava acostumado – Chegou com os braços inchados, teve que colocar emplasto,  e trouxe só algumas moedas de tarde –

Eu criancinha reparadora falei – O pai só ganhou moedas – Mais ou menos isto.

Eu guardo o podão de cortar cana, por recordação daqueles tempos difíceis de infância.

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Assento de Nascimento do Alceu Júlio da Silveira

Aos dezoito de fevereiro de mil novecentos e vinte e quatro, nesta cidade de Pennapolis, Estado de São Paulo, em meu cartório compareceu José Garcia Duarte Vieira, funcionario municipal, residente nesta cidade, e, em presença das testemunhas no fim assignadas, declarou que no dia quinze do corrente, as seis horas, em domicílio, na Fazenda Brejo Alegre, neste districto, nasceu uma creança do sexo masculino, côr branca, que chamar-se-ha Alceu, é filho legítimo de João Julio da Silveira, e de Dona Alcina Monteiro Silveira, casados em Uberaba, Estado de Minas Geraes, de onde ella é natural e elle de Franca, deste Estado. 

São avós paternos Antonio Julio da Silveira e Dona Percilia Candida Assumpção e maternos Carlos Justino Monteiro e Dona Maria do Carmo Souza. E para constar lavrei este termo que, lido e conforme, assigna o declarante com as testemunhas presentes. Eu, Antonio Loterio Soares de Castilho, Official de Registro Civil, o escrevi e assigno.

José Garcia Duarte Vieira

Ludgero Ferreira Mendes

Agostinho Mendonça do Valle

Antonio Loterio Soares de Castilho

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Alceu com o Toneco, (marido da Honorina, filha do Urias), e, com o Zé do Dóro (marido da Cidinha, filha do Urias) – Ver acima o Urias tio do Alceu

No tempo que não tinha MST, invasor de terra, gente amaldiçoando fazendeiros, o Alceu ficou desempregado em 1969 do Depósito Araponga e foi cortar cana. Voltou com os braços inchados e com duas moedinhas. Exemplo de trabalhador honesto.

– 5- Antônio Carlos da Silveira, (o Neno). Tio Neno morou na Chacrinha com sua esposa Isabel, nós sobrinhos íamos lá. Fazia e vendia doces; andava sempre de bicicleta. Neno morreu de infarto fulminante. Neno, quando criança, descendo para o córrego, onde se lavava roupa e pegava água, lá no Degredo, foi picado por uma cobra, e, fizeram de tudo, mil e uma receitas caseiras, e, depois quem o curou foi um farmacêutico, bons tempos dos grandes farmacêuticos.

O Nêno foi casado com a Isabel, cujo pai também era Monteiro, e, parente nosso.

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Antônio Carlos da Silveira, o Neno, seu nome homenageia seus dois avôs:

Antônio Júlio da Silveira, e, Carlos Justino Monteiro

– 6- Julieta Monteiro da Silveira Leme, (a Tia Vueta), foi a primeira das filhas da Chinica e do Juquinha a falecer. Faleceu de câncer, em 1979. Nasceu em 23/maio/1927. Casou-se em 12/fev/1947 com Luís Soares Leme. Vendia Avon. Ria muito. Gostava de contar histórias do irmão Cidoca. Passar férias na Tia Vueta era bom demais. Faleceu de câncer, em 22/ago/1979.

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– 7- Milton Monteiro da Silveira, o TiMirto, nascido em 1933. Mirto teve um problema nos olhos na infância. Não pode ser tratado, devido o atraso do mundo, naquela época. Pedreiro trabalhador – Solteiro. Seus últimos anos foi no Lar Vicentino em Penápolis-SP.  Falecido em 2018.

Lar Vicentinho do Milton

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VÍDEO DO LAR VICENTINO, Penápolis-SP, onde Milton morou:

Se um petista socialista ver o Mírto no asilo, ou passar na casinha dele, vai dizer que ele é um explorado pela elite branca que não dá oportunidades.

Eu diria ao petista socialista: – Nunca fomos explorados seu imbecil. O bisavô do Mirto tinha a Fazenda Badajós em Uberaba-MG que se podia andar nela o dia todo à cavalo que não vinha o fim. Só que o bisavô do Mirto CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO teve 16 filhos e filhas herdeiros.

Badajós dividido por 16.

Herança do avô do Mirto, o CARLOS JUSTINO MONTEIRO, foi dividida por 10 filhas e filhos herdeiros.

Badajós dividido por 16×10.

Herança da mãe do Mirto, Alcina, foi dividida por 7 filhos e filhas, um deles o Mirto.

Badajós dividido por 16x10x7=1.120 foi a MÍNIMA herança do Mirto.

Ninguém foi explorado seo petista.

O que coube ao Mirto foi 1/1.120 avos da Fazenda Badajós.

8- A FILHA CAÇULA do Juquinha e da Chinica, Mirtes Monteiro da Silveira; ainda viva em 2019, nascida em 11/ago/1934. Mora em Penápolis-SP.

Única neta da Persília, e, única neta do Carlos Justino Monteiro, a ainda morar em Penápolis-SP em 2019. Varti faleceu no começo de 2019.

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Chinica e Mírtes – década de 1960 ou 1970

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Da esquerda para a direita, no Lar Vicentino, Penápolis-SP +- 2014

 

Na foto abaixo – Natal de 1968

 Juquinha Chinica com filhos e netos:

Em pé, da esquerda para a direita: Mingote, Alceu, Luciana, (esposa do Alceu), Mirtes, Cidóca, Milton, Julieta (com João Carlos, no colo), Luís Soares Leme, (com Celinha no colo), e o Neno.

Sentados: Juquinha, Chinica e Bernadete ao lado da Chinica.

Agachados: Elizabeth, Helô, Luizinho, EU, (Paulo), e o Cidinho.

Desta foto: Já falecidos: Mílton, Domingos Júlio da Silveira (Mingote), Alceu Júlio da Silveira, Alcides Monteiro da Silveira, (Cidóca), Julieta da Silveira Leme, e, o seu marido Luís Leme, Antônio Carlos da  Silveira, (o Neno), Juquinha e a Chinica.

Foi uma pena mesmo que a Odete, Detinha, filha do Cidóca, e sua mãe, Irene, não estavam para sair na foto.

A Tia Irene ainda é viva em 2019. Também não estava a esposa do tio Neno, a Isabel. O JORGE LUÍS, FILHO DA TIA MIRTES NÃO TINHA NASCIDO AINDA, da mesma forma que, na FOTO DE 1933, a tia MIRTES não tinha nascido ainda. re re re, coincidência.

CLIC NA FOTO,

DEPOIS DE ABRIR,

CLIC DE NOVO, QUE VAI FICAR BEM GRANDE e VOCÊ VAI VER DIREITINHO:

Nesta foto falta a Irene e a Detinha e a Isabel.

A Carmita de Uberaba-SP, neta da Vó Persília, e, que tanto contribuiu para este site, guardava com carinho, uma cópia desta foto, já toda quebrada; guardava com carinho e saudade desse pessoal dos quais alguns ela só viu uma vez, outros nunca, outros poucas vezes – Pelo menos eu e o Alceu a visitamos.

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25 de dezembro de 1968 – Rua Expedicionário Diogo Garcia Martins, Penápolis-SP – Casa do Juquinha e da Chinica 

João Júlio da Silveira, Alcina Monteiro, filhos e netos, Penápolis-SP, Brasil, 25 de dezembro de 1968, Natal do Senhor, e, também aniversário da Helô.  Juquinha estava muito velhinho, e, faleceu 6 meses depois em junho de 1969

A Celinha está chorando porque a Julieta pegou o TiCarlos no colo, e, ela, a Celinha, quis colo também

Era aniversário da Helô

Foto de 1968 – 19 pessoas + 2 que não estavam – 21 pessoas na Família

A Família cresceu – aqui em 1934 – 34 anos antes do Natal de 1968, da foto acima, 8 pessoas na Família:  A Mírtes estava na barriga da Chinica

A Chinica e os filhos sempre falava de olhos fechados, muito marcante

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Da esquerda para a direita:

Julieta, Chinica com Mílton no Colo, Juquinha, Neno e Alceu, 

atrás: Mingote e Cidoca

O Luís Soares Leme, marido da Julieta, tinha um orgulho enorme de ser um LEME, um Silva Leme.

Orgulho da Espada. De ter ido a Itanhaém-SP quando esta cidade era palco do Mulheres de Areia com a Vivinha (Ewa Vilma) e só falavam disto na época. 1973. Gostava e ria demais, também em 1973, pela TV Tupi, do Jerônimo Herói do Sertão.

Sentiu muito a derrota do Dr. Edson João Gerassate, em 15/nov1972, para prefeito municipal de Penápolis-SP, para o Nagib Sabino.

Tempo da TV preto e branco e de ir lá fora virar a antena para mudar de canal.

E sempre mostrava a espada que tinha uma inscrição D. PEDRO II. Veja sobre os LEME aqui:

Não localizei os nomes dos avós dele ainda na Genealogia Paulistana do Silva Leme

“‘Aos vinte e sete de fevereiro de mil novecentos e vinte e dois, nesta cidade de Pennapolis, Estado de São Paulo, em meu cartório, compareceu Pedro Ezequiel de Carvalho, funcionário publico, residente nesta cidade, e, em presença das testemunhas no fim assignadas, declarou que no dia oito  do corrente mez, á uma e meia hora, em domicilio, neste districto, nasceu uma criança do sexo masculino, côr branca, que chamar-se-a Luiz; é filho legitimo de Arthur da Silva Leme e de Minervina Soares Leme, lavradores, casados em Presidente Alves, deste Estado, residentes neste districto e naturaes deste Estado, elle de Areias e Ella de Jahu. São avós paternos Horacio Rebouças da Silva Leme e Dona Josephina Carolina de Moraes Leme e maternos Manoel Soares Bueno e Dona Joana Soares Campanhã. E para constar lavrei este termo que, lido e conforme, assigna o declarante com as testemunhas presentes. Eu, Antonio Loterio Soares de Castilho, Official de Registro Civil, escrevi e assigno.””

Homenagem a nós Portugueses, em Ituverava-SP, que já foi freguesia da nossa Vila de Franca-SP, de onde viemos para Uberaba-MG e Penápolis-SP

z caravela

Agradecemos a Ituverava-SP essa grande homenagem a nós portugueses do Brasil:

SEXTA GERAÇÃO da Madrinha da Serra

Penta-netos da Madrinha da Serra

Netos da Chinica, Bisnetos da Maria do Carmo de Souza, Trinetos da Custódia Nunes de Souza (Custódia Maria de Jesus), Tetra-netos da Lauriana Esméria Ferreira, Penta-netos da Madrinha da Serra (Joaquina Custódia da Conceição 1782-1885)

13 netos da Chinica, nascidos entre os anos de 1945 e 1971.

(PENTA-NETOS da MADRINHA DA SERRA),  13 netos da CHINICA, bisnetos da MARIA DO CARMO DE SOUZA:

Os  netos da Chinica e de JUQUINHA, (João Júlio da Silveira), são bisnetos da Maria do Carmo de Souza, Tri-netos da Custódia Nunes, Tetra-netos da Lauriana Esméria Ferreira, e, são Penta-netos da MADRINHA DA SERRA.

Já falecidos: a mais velha, nascida em 1945, a Adelcina e a Odete, ambas filhas do Cidoca.

Destes 11 netos, ainda vivos em 2014, da Chinica e do Juquinha, somente o Luizinho, filho da Julieta, mora em Penápolis-SP.

A neta mais velha da Chinica, nascida em 1945, mais ou menos, foi uma filha do Cidóca e da Tia Irene que morreu criança ainda, e se chamava Maria Adelcina, a MARIINHA, nome em homenagem as suas avós (Adélia e Alcina).

Maria Adelcina é e neta mais velha da Chinica.

A história dela está na internet, na Wikipedia, na biografia do velho Doutor Adhemar  Pereira de Barros:

“”””” (Adhemar) agia, também, diretamente no plano social, como quando recebeu, no Palácio do Governo, segundo depoimento da senhora Irene Silveira, de Penápolis, ela e seu marido, que eram pais de uma menina que sofria de hidrocefalia, e ordenou, pessoalmente, exames e tratamentos médicos nos hospitais públicos. Também enviava, junto com a primeira-dama paulista Dona Leonor Mendes de Barros, cartas, agasalhos e presentes para os pacientes dos sanatórios que construiu.”””””””””

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ademar_Pereira_de_Barros#1945-1951:_o_PSP_e_o_primeiro_mandato_como_governador –

Exemplo da Família linda da Madrinha da Serra:

Da quarta à sexta geração da Madrinha da Serra:

Chinica (4°= geração da Madrinha da Serra),

seus filhos (5°= geração),

seus netos (6°= geração).

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João Júlio da Silveira e Alcina Monteiro, filhos e netos, Penápolis-SP, Brasil, 25 de dezembro de 1968 

Alcina, (Chinica), é tri-neta da Madrinha da Serra (Joaquina Custódia da Conceição – 1782-1885)

Era aniversário da Helô – Natal

 

A Sexta Geração, pentanetos da Madrinha da Serra – continuação:

SEGUIMOS ESTA LINHA RETA:

Resumo:

Madrinha da Serra é mãe de:

 1° Lauriana que é mãe de:

2° Custódia que é mãe de:

3° Maria do Carmo que é mãe de:

4° Alcina que é mãe de:

5° Julieta que é  mãe de:

6° Luizinho que é  pai de:

7° Patrícia que é mãe de:

8° Emanuele, a Sarah, e, o Saulo.

– Filhos do Mingote, netos de Juquinha e da Chinica: Cheila Regina Rodrigues Silveira, e, Júlio Tiago da Silveira.

Cheilinha se emocionou a ver a foto do Mingote aqui. Cheila tem uma filha, a Maria Eduarda.

Tiago e Cidinho foram os netos do Juquinha que mantiveram a tradição Júlio da Silveira no nome.

MINGOTE e FAMÍLIA:

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Mingote, família e vizinhos em Porto Nacional-TO  

Foto dos anos 1990, quando a Família foi visitar o Mingote

– Filhos do Cidóca, netos do Juquinha e da Chinica:

– Adelcina, falecida em criança. Nascida em 1945.

1- ODETE DA SILVEIRA (a Dete, Detinha), nascida em 1947, e, falecida em 1990; foi casada com Alcides Aparecido de Moraes, o CID.

Sobre a Dete, Detinha: Professora do Estado de São Paulo; faleceu jovem ainda, de câncer.

Eu passava o dia na casa dela porque meus pais iam trabalhar. eu visitava sempre a Detinha, quando mudei-me de Penápolis-SP, nas férias, sentávamos com a filhinha dela Adriana na praça da Igreja da Vila Fátima, de frente a casa que era do Cidóca, que a Detinha morou e que foi também a primeira casa que meus pais moraram quando se casaram.

2- BERNADETE SILVEIRA da Ros (a Berna), nascida em 1949,

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BERNADETE SILVEIRA da Ros, penta-neta da Madrinha da Serra

 

3-Elizabeth Da Silveira Marques  (a Betinha), nascida em 1952, casada com Darci Marques,

4- ALCIDES Júlio da SILVEIRA Filho, (o Cidinho), nascido em 1958. Tradição de Júlio da Silveira no nome.

Filhos da Julieta, netos do Juquinha e Chinica:

– a- MARIA HELOÍSA DA SILVEIRA LEME, (a Helô), nasceu em 25 de dezembro de 1959, portanto no Natal.

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Foto da Helô, em 1960, com os pais Luis Soares Leme e a Julieta, quando moravam no primeiro edifício de Penápolis-SP, o Edifício Adilha, orgulho da cidade

Em 2008, no Centenário de Penápolis-SP, o Edifício Adilha, primeiro Arranha-Céu de Penápolis-SP, estava bem detonado; e, em 2014, está restaurado

Fica em frente à Praça Carlos Sampaio Filho, ao lado do Instituto de Educação Carlos Sampaio Filho

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Helô, penta-neta da Madrinha da Serra, com a Doutora Zilda Arns Neumann, em +- 2008, em Encontro da Pastoral da Criança

https://www.pastoraldacrianca.org.br/dra-zilda-arns-neumann

b- LUÍS ARTUR DA SILVEIRA LEME, (o Luizinho), trabalha em farmácia há mais de 30 anos. Também reclama que as histórias de Penápolis-SP não falam de nós, os Monteiro de Araújo/Nunes de Souza. Herdou a espada do velho Luís Leme.

c- CÉLIA REGINA DA SILVEIRA LEME, (a Celinha), mora em Osasco-SP há 30 anos, foi para trabalhar na Cidade de Deus do Banco Bradesco. E assim, se vão, cada vez menos Monteiro de Araújo, em Penápolis-SP.

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Célia Regina da Silveira Leme, prima linda – foto dos anos 1980, penta-neta da Madrinha da Serra

-d- JOÃO CARLOS DA SILVEIRA LEME, filho caçula da Julieta (o Ti-Carlos). Tem duas filhas (ver abaixo na Sétima-Geração).

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  Ticarlos, filho da Julieta, penta-neto da Madrinha da Serra – nas férias de julho/75, quando fui com o Ti Carlos para ele tirar esta foto, vivemos a Grande Geada de 1975

 

Férias na Casa da Chinica quando Julieta e Família moravam lá:

O inesquecível balanço no quintal que que capotei – Vou contar para minha mãe!

TV P&B assistindo Jerônimo e o Luís Leme dando risada.

A vez que Celinha e Ti Carlos foram passear:

Os dois, casalzinho de irmãos miudinhos, Celinha moreninha linda, e, o TiCarlos, italianinho, saíram pelas ruas de Penápolis-SP, subiram lá pros lados do campo de futebol, e, não sabiam voltar para casa.

A Julieta chegou em casa, não achou eles e saiu desesperada, e colocou a polícia atrás deles, e me perguntou deles, e eu respondi:

– Não mandei ninguém sair por aí

A outra história da Celinha também é muito engraçada.  O primeiro dia dela na escolinha. Caiu no vazo do banheiro, e, voltou chorando para casa.

A segunda casa, depois de sair do Degredo, foi na rua XV de novembro, no centro de Penápolis-SP.

A Julieta gostava muito de contar histórias engraçadas do Cidóca, em frente ao fogão, na grande cozinha da casa da Chinica, onde morava, na rua Expedicionário Diogo, em frente a casa da Cema e  a do Cidóca, que foi a última casa do Juquinha e da Chinica, em Penápolis-SP, onde nos reuníamos, e, brincávamos, nós, os netos da Juquinha e da Chinica.

A Miss Penápolis-SP, Maria Sílvia, morava em frente da Chinica.

Ali junto da Chinica moravam muitos Monteiro de Araujo-Nunes de Souza – Na Chinica mesmo, moravam o Milton e a Julieta e Família, em frente Cema e a Miss Penápolis-SP, e, ao lado, na esquina Nonô que é Monteiro, Cidoca também na esquina, e no outro canto na esquina, João Sampaio e Anita, numa casa linda moderna que nunca mudou e ao lado, Laurinha, que tem a Mônica e Marcelo. E estes primos todos brincavam juntos. Tinha ao lado da Cema, também primos da Mônica.

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A casa da Rua Expedicionário Diogo

Juquinha faleceu, aqui, em 1969

 

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Casa da Chinica – Mirtes com os filhos da Julieta: Celinha, Ticarlos, e Luisinho atrás da Mirtes.

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NETOS DA CHINICA, Luizinho, Helô, e o pai deles, o Luís Leme ao fundo,

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Netos da Chinica com amigos, o carrinho de corrida do Luizinho era brinquedo que a Tia Mirtes dava, eu os guardei até pouco tempo, o mesmo modelo de carrinho e trenzinho para eu, Ti-Carlos e o Luizinho

Só mudava a cor, para não ter briga, e, ninguém reclamar

Continuação da Sexta-Geração da Madrinha da Serra – Penta-netos da Joaquina Custódia da Conceição (1782-1885):

Continuação dos netos do Juquinha e da Chinica:

– Filho do Alceu, neto da Juquinha e da Chinica: PAULO CÉSAR DE CASTRO SILVEIRA, autor deste site, que vai passar o site para quem se interessar, pois quando eu morrer, o site precisa continuar.

Eu, Paulo César, nasci na Santa Casa de Penápolis-SP, na Maternidade que ficava à direita da entrada, na segunda janela:

E para que eu chegasse ali, quantas mães choraram em Portugal, para que fosse nosso ó mar!

Quem foram aqueles que de Geração em Geração trouxeram a minha semente até aqui?

De onde eu vim para nascer aqui???!

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Aqui vim ao mundo

 E o Estudo da Genealogia, quer dizer:

Como eu cheguei ali a Penápolis-SP,  na sala de parto, assinalada em X, na foto, em 25/05/1964 

De onde vim?

De onde vim?

DESCOBRI QUE VIM DA MADRINHA DA SERRA E SUA MARAVILHOSA FAMÍLIA

Aqui, eu, Paulo César, em 25/out/2008, PAULO CÉSAR DE CASTRO SILVEIRA, no CENTENÁRIO DE PENÁPOLIS-SP, onde nós Monteiro de Araújo-Nunes de Souza somos Pioneiros:

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Da esquerda para a direita, na foto, em frente ao Primeiro Grupo Escolar de Penápolis-SP, o qual, em 2019, fez 100 anos:

1- a esposa do então prefeito municipal João Luís dos Santos,  2- a esposa do atual (2014) vice-prefeito municipal, Sônia Faleiros, no Centenário de Penápolis-SP, em 25 de outubro de 2008,

3- Paulo César, filho do ALCEU, e neto da CHINICA e do JUQUINHA), e

4-o vice-prefeito municipal de Penápolis-SP, (que é dos Monteiro da Farmácia, e, filho do Gualter Monteiro)

Ver sobre os Monteiro da Farmácia, neste site.

O vice-prefeito municipal de Penápolis-SP, da época, o Zé, é dos Monteiro da Farmácia, filho do Gualter Monteiro.

A Dona Sônia Faleiros, esposa do vice prefeito atual, o Dr. Ricardo Castilho, (que na época, 2008, era deputado estadual do Estado de São Paulo), também é descendente da Madrinha da Serra, sobrinha do “seo Dario Faleiros”:

Continuação dos netos do Juquinha e da Chinica:

– Filho da Mirtes, neto do Juquinha e da Chinica: JORGE LUÍS DA SILVEIRA COELHO. Esse é o caçula dos netos da Chinica e do Juquinha. Nasceu em 1971.

SÉTIMA GERAÇÃO da Madrinha da Serra:

(SEXTO-NETOS da MADRINHA DA SERRA), bisnetos da Chinica, tri-netos da Maria do Carmo de Souza, tetra-netos da Custódia Nunes, penta-netos da Lauriana Esméria Ferreira.

Netos do Mingote:

Filha da Cheilinha: Maria Eduarda Rodrigues da Silveira

NETOS DO CIDÓCA, bisnetos da Chinica e do Juquinha:

– Filhos da Dete, Detinha, já falecida, que foi casada com o Cid Morais, 3 filhos: Adriana, Camila, e, o Flávio.

– Filhos da Elizabeth, (Betinha),: 3 filhos: a- Cristiane, (CRIS, que é casada com Guilherme Viana, e, tem 1 filho), b- Gustavo, (que é casado com Alessandra Mota), e, a c- Fabiana.

– Filhos da Bernadete, (Berna),: 4 filhos: Rafael, Bruno, Lara Roberta, e, Patrícia.

NA FOTO ABAIXO, Berna, com a filha Patrícia:

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Bernadete, filha do Cidoca, e a filha Patrícia

– Filhos do Cidinho, e, netos do Cidoca: 3 filhos: Rodrigo, Ricardo, e, Renan.
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Filhas e netos do Cidóca:

Nesta foto estão a Odete, (Detinha), a Elisabete (Betinha), e, os filhos delas

Detinha é a da direita, em pé

 

NETAS DA MIRTES, bisnetas da Chinica: Filhas do Jorge Luís -2 filhas: Larissa, e, Luana.

E a Larissa tem a filha Valentina, que é sétima neta da Madrinha da Serra

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Jorge Luís e a Luana e e Larissa

 

NETOS DA JULIETA:

Bisnetos da Chinica, trinetos da Maria do Carmo de Souza, tetranetos da Custódia Nunes, penta-netos da Lauriana, sexto-netos da MADRINHA DA SERRA.

– Filhos da Helô: 3 filhos: Estelita Leme Pacheco, Luís Henrique Leme Pacheco, e, o Álvaro (falecido).

 Filhos do João Carlos, netas da Julieta- 2 meninas: Carla e Renata. Carla Leme mora em Careaçu-MG, a beira da Rodovia Fernão Dias.

-Filhos da Celinha: 4 filhos: Indara, (Darinha), Rodrigo, Bárbara (Bah Leme) e , Artur. A Darinha gostou de eu ensinar-lhe sobre o Governador do Estado de São Paulo, Dr. Adhemar Pereira de Barros.

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Darinha priminha Linda Leme, filha da Celinha Linda

 

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BAH LEME, filha da Celinha, neta da Julieta, bisneta da Chinica, tri-neta da Maria do Carmo de Souza

– Filhos do Luizinho, netos da Julieta: 6 filhos: Patrícia Leme, Luís Fernando (tem dois filhos), Marcelo, Mariana, Luís Felipe, e, Beatriz.

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Bia, é a caçula do Luizinho

A Patrícia Leme, filha do Luizinho, e, sexta-neta da Madrinha da Serra, é esteticista e maquiadora.  Patrícia foi a grande incentivadora e inspiração desta página da Madrinha da Serra.

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PATRÍCIA, filha do Luizinho, ESTÁ MARAVILHOSA nesta foto

 

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Patrícia Leme, filha do Luizinho, neta da Julieta, bisneta da Chinica, ESTÁ MARAVILHOSA nesta foto

OITAVA GERAÇÃO da Madrinha da Serra

(SÉTIMO-NETOS da MADRINHA DA SERRA)

BISNETOS do CIDÓCA e da IRENE:

Trinetos da Chinica, Bisnetos do Cidóca, netos da Detinha, filhos da Adriana, que é casada com Fernando: Fernandinho, 11 anos, e, Mariana, 9, em 2019.

Trinetos da Chinica, Bisnetos do Cidóca, neto da Dete, filho da Camila, casada com Reinaldo: o Lucas e a Luísa

Trineto da Chinica, Bisneto do Cidóca, neto da Betinha, filho da Cristiane: o João Pedro

A turminha que vai preservar e contar a História da Madrinha da Serra:

Na sequencia:

João Pedro da Cristiane

Luisa  da Camila

Mariana da Dri

Lucas da Camila

Lucas, Luísa, Mariana, e, Fernando

Mari, Dri, Fernando, Fernando pai, Camila, Luisa, Lucas, júnior, e, Flávio

Aqueles que voltam para o Pai só morrem quando são esquecidos por aqueles que aqui eles geraram.

Mais da Oitava Geração da Madrinha da Serra:

 

Madrinha da Serra (Joaquina Custódia da Conceição  (1782-1885) é mãe de:

1°- Lauriana que é mãe de:

2°- Custódia que é mãe de:

3°- Maria do Carmo que é mãe de:

4°- Alcina que é mãe de:

5°- Julieta que é  mãe de:

6°- Luizinho que é  pai de:

7°- Patrícia que é mãe de:

8°- Emanuele, a Sarah e o Saulo.

BISNETOS DA JULIETA,

(SÉTIMO-NETOS da MADRINHA DA SERRA),

Descendentes da Madrinha da Serra,

Oitava Geração da Madrinha da Serra:

Trinetos da CHINICABisnetos da Julieta, Netos do Luizinho, e, Filhos da Patrícia Leme – 3 FILHOS:

– A Emanuelle, a Sarah, e, o Saulo.

Esses 3 são da OITAVA GERAÇÃO, sétimo-netos da Madrinha da Serra.

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Patrícia Leme, filha do Luizinho, neta da Julieta, e, os seus 3 filhos:

Emanuelle, a Sarah, e, o Saulo

A Família linda que vai preservar a História da Madrinha da Serra

Patrícia Leme, e, filhas em 2018

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E, é para estas crianças netas da MADRINHA DA SERRA que esta página foi escrita

E SÃO ELAS QUE VÃO HERDAR ESTE SITE DA MADRINHA DA SERRA, E, CONTINUAR A ESCREVER, atualizando este site, PARA AS NOVAS GERAÇÕES, porque:

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Eu, Paulo César de Castro Silveira, escrevi, no início desta página, que esta História linda da Família da Madrinha da Serra começava e acabava na Patrícia Leme e seus filhos.

História de Portugueses no Brasil
História de Portugueses do Brasil
Oi primo?///nossa fiquei muito emocionada …nossa como eu queria te-la conhcido  ,,,,ficou ,muito legal site,,,,,que familia linda nao….rsrsrsr um gde bjoooooooooooo
 ESTA HISTÓRIA COMEÇA E TERMINA COM A PATRÍCIA LEME– Sexta-neta da Madrinha da Serra e da Sétima Geração:
Patrícia é da sétima geração de descendentes e ama a MADRINHA DA SERRA.

Aqueles que voltam para o Pai só morrem quando são esquecidos por aqueles que aqui eles geraram.

Famílias de Minas Gerais e de São Paulo portuguesas: Monteiro de Araújo, Rodrigues da Costa, Nunes de Souza, Silveira Fernandes, Alves Ferreira – Penápolis-SP, Uberaba-MG, Passos-MG, Franca-SP – todos na Família da Velha da Serra, Madrinha da Serra

24 de abril de 2010
História de Portugueses no Brasil
História de Portugueses do Brasil
A Velha da Serra – Madrinha da Serra – Joaquina Custódia da Conceição – *1.782 Aiuruoca-MG +1.885 Patrocínio Paulista-SP – Viveu 103 anos Fazendo o Bem
** Patricia:
Oi primo?///nossa fiquei muito emocionada …nossa como eu queria te-la conhcido  ,,,,ficou ,muito legal site,,,,,que familia linda nao….rsrsrsr um gde bjoooooooooooo
ESTA HISTÓRIA COMEÇA E TERMINA COM A PATRÍCIA LEME – Sexta-neta da Madrinha da Serra, portanto é da Sétima Geração dos descendentes da MADRINHA DA SERRA. E  seus filhos são da OITAVA GERAÇÃO.
Patrícia é da sétima geração, e, ama a MADRINHA DA SERRA.
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 Responder

apagar 16 jan

** Patricia:

Oi primo?///nossa fiquei muito emocionada …nossa como eu queria te-la conhcido  ,,,,ficou ,muito legal site,,,,,que familia linda nao….rsrsrsr um gde bjoooooooooooo

 Responder

Fundadores e Pioneiros e História de Conselheiro Lafaiete-MG, Barbacena-MG, a querida Freguesia de Itatiaia em Ouro Branco -MG, Lavras-MG, Piumhi-MG, Franca-SP, Batatais-SP, Uberaba-MG, Penápolis-SP, Campo Mourão-PR, etc, etc.

SEGUIREMOS ESTA LINHA RETA:

Resumo:

Madrinha da Serra é mãe de:

Lauriana que é mãe de:

Custódia que é mãe de:

Maria do Carmo que é mãe de:

Alcina que é mãe de:

Julieta que é  mãe de:

Luizinho que é  pai de:

Patrícia que é mãe de:

Emanuele, a Sarah e o Saulo.

Mandas-me, ó Rei, que conte declarando
De minha gente a grão genealogia:
Não me mandas contar estranha história,
Mas mandas-me louvar dos meus a glória.

“Ainda existirá a velha casa senhorial do Monteiro?
Meu sonho era acabar morando e morrendo
Na velha casa do Monteiro.”

A MADRINHA DA SERRA NASCEU EM 1782,

CASOU-SE EM 1809, E, TEVE SEUS FILHOS NA DÉCADA DE 1810.

Ficou viúva em 1820, casou-se novamente em 1822, sem filhos do segundo casamento do  qual ficou viúva em 1832.

E, dirigiu a fazenda da Serra sozinha de 1832 até 1885 quando faleceu. Seus escravos a carregavam em um andor  pela Fazenda da Serra, os filhos todos já falecidos e ela com 102 anos tida como santa pelos escravos e por todos das redondezas.

Hoje somos milhares e milhares de netos bisnetos até a oitava geração.

História dos Alves Ferreira, Nunes de Souza, Pires de Morais, Assunção, Monteiro de Araujo, Silveira, Sampaio, Barbosa, Faleiros, todos descendentes da Madrinha da Serra, pioneiros, desbravadores e heróis.

 

DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO

A linda História da Madrinha da Serra é passada de geração em geração há 134 anos, desde 1885, de mãe para filha e sua memória perpetua-se.

Só começamos a morrer quando não somos mais lembrados por nossos netos.

O orgulho de ser sua neta, bisneta, tri-neta, tetra-neta, penta-neta, sexta-neta e sétima-neta da MADRINHA DA SERRA

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FAMÍLIAS UNIDAS PORTUGUESAS DO BRASIL, RURALISTAS, FAZENDEIROS, produtores rurais sem crédito do Banco do Brasil, PECUARISTAS E LAVRADORES QUE SE UNIRAM Á FAMÍLIA DA MADRINHA DA SERRA PORTUGUESA COM CERTEZA

Três famílias importantes e muito unidas que se destacaram onde estiveram. Saíram da Região de Conselheiro Lafaiete-MG e fizeram a Marcha para o Oeste e a Fuga da Mineração:

Os ALVES DE GUIMARÃES, os RODRIGUES DA COSTA, e, os SOUZA TEIXEIRA, vindos de Conselheiro Lafaiete-MG e proximidades, (Itaverava-MG, Freguesia de Itatiaia Oro Branco-MG), que passaram por Piumhi-MG e a Região de Franca-SP. Em Piumhi-MG nasceram duas de nossas antepassadas.

Piumhi-MG é perto de Passos-MG e seguindo dá em Franca-SP e Batatais-SP, onde a Madrinha da Serra passou a juventude e se casou.

Unidas, marcharam junto de carro de boi, se tornaram fazendeiros e vizinhos em Franca-SP e casaram seus filhos entre eles: Casar com conhecido e com vizinhos portugueses do Brasil.


E estas três famílias se juntaram à família RIBEIRO GUIMARÃES da Madrinha da Serra. Ai já temos duas famílias conterrâneas da primeira capital portuguesa GUIMARÃES.
Eles  junto com os Monteiro de Araujo e Nunes Gouveia, essas todas são AS FAMÍLIAS DE NOSSA FAMÍLIA PORTUGUESA COM CERTEZA.

Todas estas famílias que se uniram no Brasil e formaram uma única família, a família da Madrinha da Serra,  da Vila de Guimarães, hoje cidade, e,  primeira capital da nacionalidade portuguesa, cada um de uma freguesia do Concelho de Guimarães:

  • Freguesia de São Martinho do Candoso: desta freguesia veio o Antônio Alves de Guimarães, sogro da Madrinha da Serra.
  • Freguesia de Santiago de Guimarães: veio a Maria Monteira (para São Tirso onde nasceu o tronco dos nossos Monteiro, o JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO avô, falecido em Candeias-MG em 1799).
  • E, da Freguesia de Golães, (hoje no Concelho de Fafe), veio o pai da Madrinha da Serra, o Manoel Ribeiro Guimarães.

E os Monteiro de Araujo e Nunes Gouveia e os Souza também eram fazendeiros vizinhos da Madrinha da Serra na Região de Franca-SP, Cristais Paulista, Patrocínio Paulista e Itirapuã-SP.

Bem vizinhos eram Nunes e Souza que casaram seus filhos entre si,  SURGINDO OS NUNES DE SOUZA, bisnetos da MADRINHA DA SERRA, ver abaixo.

Tinha a Fazenda Cristal dos Nunes e a Cristal dos Souza, isto onde é Cristais Paulistas e região, próximo à Fazenda da Serra, e a Fazenda Canoas do Tenente Albino Nunes da Silva, genro da Madrinha da Serra e vizinho da Madrinha da Serra.

Os Silveira Fernandes, de Amarante em Portugal, também ruralistas, fazendeiros, produtores rurais (que veremos aqui também unidos à Família da Madrinha da Serra) e os Monteiro de Araujo também eram vizinhos unidos e rumavam para o Oeste em busca de novas terras, e, lá longe continuavam vizinhos e casavam seus filhos.

Na Fazenda da Maria Amélia Capivari da Mata dos Monteiro, eu vi documento com assinatura de Antônio da Silveira Fernandes e de Antonio Julio da Silveira em 1824 em Candeias-MG onde eram vizinhos no Ribeirão dos Monteiro.

Rumaram para Passos-MG e se espalharam até Franca-SP e lá se casaram seus filhos com os compadres conterrâneos Monteiro de Araujo. E suspeitamos mesmo que antes os Monteiro de Araujo pudessem também ser de Conselheiro Lafaiete-MG como os Silveira Fernandes.

Foco de tanta gente da família, essa região de Conselheiro Lafaiete-MG, Itaberaba-MG e Ouro Branco-MG (Freguesia de Itatiaia).

E agora vamos refletir sobre Itatiaia. A Freguesia de Itatiaia, Município de Ouro Branco-MG, mas próximo de Ouro Preto-MG e Conselheiro Lafaiete-MG, norte do município, área de fazendas.

Genealogia é assim:

Se temos o mesmos pais somos irmãos

Se temos o mesmos avôs somos primos primeiro

Se temos o mesmos bisavôs somos primos terceiro

Se temos o mesmos bisavôs somos primos em quinto grau

 

 

PORTUGUESES NO BRASIL

PORTUGUESES DO BRASIL

foto pra genealogia port bra

Genealogia é assim:

Se nossos pais são irmãos, nós somos primo primeiro.

Se nossos avós são irmãos, somos primo terceiro.

Se nossos bisavós são irmãos, somos primo quinto.

Se nossos trisavós são irmãos, somos primo sétimo.

História de famílias portuguesas, com certeza; corajosas, que deixaram para sempre a suas aldeia, na terrinha, em Portugal, e, vieram, para o Brasil, com a cara e a coragem, e, sem financiamento do Banco do Brasil, sem seguro e sem crédito agrícola, internar-se no mato puro, correndo o risco da cobra, malária, solidão, índio e onça, para construir o Brasil.

Do mato virgem, fizeram nascer grandes fazendas como a EXUBERANTE FAZENDA DA PRATA;

Casaram seus filhos e suas filhas com filhos dos seus vizinhos, também fazendeiros, também portugueses;

Muitos destes compadres eram irmãos, pois casavam primos  com primos, e,  eram conhecidos das antigas;

Compadres vizinhos, conhecidos, conterrâneos, vindos juntos dos arraiais de mineração de Minas Gerais, e, alguns até vindos da mesma aldeia em Portugal, e, que seguiram em frente, da região do ouro, na MARCHA PARA O OESTE:

(Ex. O pai, e, o sogro da Madrinha da Serra são de Guimarães, primeira capital de Portugal).

Ex – Nossos Souza em Franca-SP são vizinhos dos nossos Nunes, ai surgiu os Nunes de Souza…..  Então tinha a FAZENDA CRISTAL DOS NUNES, e, a FAZENDA CRISTAL DOS SOUZA.

De Portugal, parte veio direto para o Brasil, outros passaram algumas gerações na Madeira e nos Açores, e, finalmente Brasil.

Saíram do litoral do Brasil para os arraiais de mineração em Minas Gerais, (Itaverava-MG, vizinhos de Conselheiro Lafaiete-MG), depois seguiram para Lavras-MG, e, depois Piumhi-MG, de carro de boi, em levas de migrantes, e, depois Franca-SP, que fica um pouco para frente de Piumhi-MG.

Dali para Uberaba-MG, depois Penápolis-SP.

De Penápolis-SP se espalharam pelo mundo; alguns seguiram em frente, na tradição de desbravar sertão, por exemplo, para construir o Norte do Paraná, já na década de 1930, nos velhos tempos da CIANORTE.

(Nós brincamos com isto dos penapolenses espalhados pelo mundo dizendo que é:

“O município do Brasil que mais tem filhos fora de casa”. 

Ver a página  penapolenses no mundo, neste site:

 

NOSSO ROTEIRO DA FUGA DA MINERAÇÃO – PARA  O SERTÃO DO CAPIM MIMOSO – FRANCA-SP

CLIC DUAS VEZES QUE A FOTO FICA GRANDE – GOOGLE MAPAS

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QUEM ESCREVE ESTA HISTÓRIA É:

PAULO CÉSAR DE CASTRO SILVEIRA, quinto-neto da Madrinha da Serra

contato:

 paulo.c.silveira@unesp.br

paulosilveira@ict.unesp.br

AS NETAS E BISNETAS QUE A CONHECERAM  SEMPRE CONTAVAM A HISTÓRIA DELA, a História da Madrinha da Sera,

OS FILHOS MORRERAM ANTES DELA MORRER.

As netas e Bisnetas FIZERAM QUE A HISTÓRIA CHEGASSE ATÉ NÓS.

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

 

Absorção óssea

Ela ficou encurvada, pequenina, de uns 70 centímetros mas com 100 anos comandava a Fazenda da Serra, não andava mais, os escravos carregavam pela fazenda com um andor..

A história da velhinha que de tão velhinha  virou um toquinho de gente, e, aos 104 anos, não andava mais, ainda dirigia a Fazenda da Serra em Patrocínio Paulista -SP, no Brasil, com seus escravos carregando-a, como uma santa, literalmente em um andor, que eles fizeram para carregá-la pela Fazenda da Serra

Seu marido António Alves Ferreira, filho de António Alves de Guimarães, faleceu em 1819 ou 1820, estamos procurando este óbito na Matriz de Franca-SP. Ele morreu muito jovem.

A Madrinha da Serra, em 1822, casou pela segunda vez, não teve filho do segundo casamento, e de 1832 até 1886 vestiu preto.

Para os novatos que não sabem, até a década de 1960 era comum no Brasil as viúvas usarem vestido preto, no caso da época da Madrinha da Serra, o vestido preto ia até os pés.

Aqueles que voltam para o Pai só morrem quando são esquecidos por aqueles que aqui eles geraram.

SEGUIREMOS ESTA LINHA RETA:

Resumo:

Madrinha da Serra é mãe de:

Lauriana que é mãe de:

Custódia que é mãe de:

Maria do Carmo que é mãe de:

Alcina que é mãe de:

Julieta que é  mãe de:

Luizinho que é  pai de:

Patrícia que é mãe de:

Emanuele, a Sarah e o Saulo.

Nasceu em 1782, ou seja, agora, em 2019, fazem 237 anos.

Somos muito ligados à Cidade de Guimarães, (naquele tempo Vila), primeira capital de Portugal, de onde veio o Pai da Madrinha da Serra, o sogro, e os Monteiro ligados à família da Madrinha da Serra, pois 5 irmãos Monteiro de Araújo se casaram com 5 bisnetas da Madrinha da Serra e são estes que seguimos neste site em detalhes com milhares de netos e bisnetos.

Curiosidades dos Bens da Madrinha da Serra no seu inventário de bens que ficaram.

Que emoção saber até o nome dos bois e vacas da Madrinha da Serra.  QUE SIMPLICIDADE DE VIDA… um burro cego..

A Vaca Faísca

9 garrotes de dois anos

2 bois de carro – o Prateado e o Cadete

Um novilho vermelho

Mais 4 novilhos

Vaca de cria – Cabana

Outra vaca chamada,, Função,

Uma Égua parida

Um Burro cego de um olho

Um Cavalo velho

Carroças estragadas

Um Carro por acabar

3 bois de carro  Dobrado, Baleia e o Laboredo

2 bois de carro,o  Monjolo e Castanho

Boi de nome Mineiro,,, com frieira muito ordinário

Porque Custódia!!!!

Na Terrinha de seu pai Manuel Ribeiro de Guimarães, Golães, Concelho de Guimarães na época, hoje Concelho de Fafe, Distrito de Braga, Portugal, nas décadas de 1740 e 1750, tem dezenas de batizados de custódias..

Foi nesta época que nasceu o pai da Madrinha da Serra cujo batistério ainda não encontramos.

Por algum motivo quase todas as mulheres lá se chamavam custódia. Isso em lugar pequenino com livro de batismos muito pequeno na Igreja.

E há muitas netas, bisnetas e tri-netas da Madrinha da Serra que se chamam CUSTÓDIA em homenagem à ela.

Assentos de baptismo de Golães – 4 custódias seguidas:

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Porque Madrinha e Padrinho?

Porque os avós não gostavam de serem chamados de avós – era bença padrinho – bença madrinha.

Porque  DA CONCEIÇÃO.

A Madrinha da Serra, Velha da Serra, JOAQUINA CUSTODIA DA CONCEIÇÃO, foi batizada, ver abaixo na Capela de N.S. da Conceição do Varadouro, as margens do Rio Aiuruoca. Disseram-me lá que aqui fica a Fazenda Varadouro com uma ruína de capela, isto há 20 anos atrás.

A Igreja  Matriz de Aiuruoca também tem como orago Nossa  Senhora da Conceição, a padroeira de Portugal.

Foto da entrada da Estrada para a Fazenda Varadouro. E foto Google-Mapas da região onde seria a capela do Varadouro às margens do Rio Aiuruoca, na Rodovia Vital Brasil.

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Entrada da Fazenda Varadouro, depois da Curva, ponte do Rio Aiuruoca, indo para São Vicente de Minas

Aiuruoca, cidade das cachoeiras quer dizer morada dos papagaios.

Aiuruoca é morada dos papagaios. A cidade fica atrás, saindo da fazenda e entrando a direita da estrada. Na cidade também passa o rio.

Foto Google Mapas

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Assinalado com X mais ou menos onde seria a Capela de N.S. da Conceição do Varadouro onde a Madrinha da Serra foi batizada em 1782

Foto Google Mapas

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PALAVRAS SIMPLES DO POVO.

OS OSSOS ENCOLHEM E VIRAM UM TOQUINHO DE GENTE AOS 104 ANOS MAS COM BONDADE INFINITA CARREGADA PELA FAZENDA DA SERRA EM UM ANDOR, ELA NÃO ANDAVA MAIS  TODOS OS FILHOS JÁ FALECIDOS. ERA VENERADA POR SEUS ESCRAVOS E POR TODOS DAS REDONDEZAS. QUE ORGULHO DE SER UM DOS MILHARES DE DESCENDENTES DA SANTA MADRINHA DA SERRA.

ANDOR é uma caixa de madeira, onde se coloca uma imagem de uma santa, e, quatro homens pegam-na nos braços, e, carregam-na, em procissão. Pois, era esse o caso de nossa santíssima avó.

De bondade e carisma infinitos.

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HOJE SERÁ DUPLICADA UMA RODOVIA  EM FRENTE À PRÓSPERA FAZENDA DE CAFÉ DE UM JUIZ, A SÃO FRANCISCO, ALI ONDE ERA A SEDE DA FAZENDA DA SERRA.

QUE DIFERENÇA DE 200 ANOS ATRÁS PURO MATO E COMITIVA DE CARROS DE BOI PARA SE INSTALAR E FORMAR A FAZENDA DA SERRA A QUAL DESDE 1832

O que tinha era estradinha boiadeira dos heróis mineiros que vieram construir o Sertão do Rio Pardo, Capim Mimoso, na então imensa Vila de Mogi Mirim, e depois, na também imensa Vila de Franca-SP separada de Mogi Mirim em 1824.

VIÚVA,  A MADRINHA, ATÉ MORRER EM 1885, COMANDOU a fazenda da serra

UMA MULHER COMANDANDO AQUILO TUDO. NO FINAL DA VIDA NÃO ANDAVA MAIS E OS ESCRAVOS A CARREGAVAM COM ELA JÁ AOS 100 ANOS DE IDADE PELA FAZENDA.

ESTES ESCRAVOS E TODOS DA REGIÃO TINHAM A MADRINHA DA SERRA,  A VELHA DA SERRA,  COMO UMA LENDA VIVA E UMA SANTA.

PORTUGUESES HEROICOS QUE CONSTRUÍRAM O  BRASIL:

O pai e o sogro da Madrinha da Serra deixaram aldeias natais tranquilas e pacíficas perto de Guimarães, a linda e história vila, primeira capital lusitana e berço da nossa nacionalidade para se aventurarem nas selvas de Minas Gerais correndo o risco de serem mortos pelos ferozes índios botocudos, por quilombolas, por onça, cascavel, escorpião e por maleita. A mesma maleita, impaludismo que pegaria os penapolenses, trinetos da Madrinha da Serra.

Leia abaixo, nesta página, reportagem sobre Onça em Penápolis-SP no Século XIX. Até hoje tem onça. Leia abaixo.  Imagina então o perigo que passamos para construir Penápolis-SP há 150 anos quando o primeiro Monteiro de Araújo lá chegou.

Colocaram, em homenagem à terrinha, GUIMARÃES nos seus nomes:

MANOEL RIBEIRO DE GUIMARÃES

e

ANTÓNIO ALVES DE GUIMARÃES, sogro da Madrinha da Serra, pai de Antônio Alves Ferreira, marido da madrinha da Serra.

Antônio Alves de Guimarães teve 10 filhos.

VEJA A FAMÍLIA PORTUGUESA COM CERTEZA DESTE DESBRAVADOR ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES:

ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES, nascido em Freguesia de S. Martinho do Candoso, em 1737, filho de Manoel Alves de Faria e Ana de Abreu (que se casaram em 03 jan 1735 em Freguesia de S. Martinho do Candoso, Vila de Guimarães, Arcebispado de Braga, Portugal.)

E o Manoel Alves de Faria casou em 03 jan 1735 em S. Martinho do Candoso com Ana de Abreu. e é filho de Domingos Alves e de Senhorinha de Faria (casados em Freg. S. Salvador de Pinheiro, Guimarães, Braga, Portugal).

e Ana de Abreu é filha de Bento Gomes e Jerônima de Abreu, casados em S. Cristóvão de Cima de Selho, Guimarães, Portugal, em 15 jan 1692.

Bento Gomes é filho de Domingos Gaspar e Maria Gomes (casados na freg. de s. Faustino de Vizela, Guimarães, Portugal, em 1 jun 1663).

e Jerônima de Abreu é filha de Pedro de Abreu e Ana Lopes (casados em 8 ago 1668 em Freguesia de S. Cristóvão de Cima de Selho, Guimarães, Portugal).

OS MONTEIRO DE ARAÚJO QUE SE JUNTARAM À FAMÍLIA DA MADRINHA DA SERRA E QUE SÃO MOSTRADOS E MEMORADOS EM DETALHES NESTE SITE TAMBÉM TÊM SUA ORIGEM EM GUIMARÃES NA FREGUESIA DE SAMPAIO DE GUIMARÃES.

TESTAMENTO DE ANTÔNIO ALVES DE GUIMARÃES,  este sobrenome Guimarães é homenagem à vila que ele nasceu em Portugal, a primeira capital de Portugal que no tempo dele não era cidade ainda.

Assina em cruz por ser analfabeto.

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z testamento dois

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Vovó Helena Maria Martins dá notícia no inventário de 1815 do marido MANUEL RIBEIRO GUIMARÃES, o pai da MADRINHA DA SERRA, que ele havia falecido há anos em Minas Gerais.

Este português vindo da antiga capital de Portugal foi um grande fazedor de mapas em Minas Gerais. Desenhou toda a expedição ao Quilombo do Campo Grande.

Nós tempos estes mapas, enviados por pesquisador.

Eça de Queirós fala sobre a vinda de nós portugueses ao Brasil:

“EM PORTUGAL, A EMIGRAÇÃO NÃO É, COMO EM TODA A PARTE, A TRANSBORDAÇÃO DE UMA POPULAÇÃO QUE SOBRA; MAS A FUGA DE UMA POPULAÇÃO QUE SOFRE”.

Sua mãe pioneira HELENA MARIA MARTINS em Batatais-SP puro sertão e ela menina, e depois ela desbravando, construindo e comandando a Fazenda da Serra por 50 anos.

A FAZENDA DA SERRA TINHA MAIS OU MENOS 847 ALQUEIRES PAULISTAS, ver abaixo.

Nas 3 viagens, aquela epopeia de carros de boi. De Aiuruoca para Batatais-SP, dali para a Fazenda da Serra, e depois de Uberaba-SP para Penápolis-SP como veremos aqui. Levando os trens tudo em carretas de carros de boi no meio do mato por mais de mês.

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Aqueles que voltam para o Pai só morrem quando são esquecidos por aqueles que aqui eles geraram.

 

As melhores e mais tradicionais e respeitadas famílias francanas, os troncos francanos,  casando-se entre elas. Casamento era coisa séria.

TODOS NÓS SOUZA ALVES FERREIRA MONTEIRO DE ARAUJO DE PENÁPOLIS-SP NUNES DE SOUZA…SILVEIRA..

E TANTAS FAMÍLIAS QUE FAZEM PARTE DA NOSSA FAMÍLIA DA MADRINHA DA SERRA SOMOS DESCENDENTES DESTA MENINA BATIZADA HÁ MAIS DE DUZENTOS ANOS:

Há exatos 237 anos atrás em 1782: Não dá o dia do nascimento. Muitos assentos de batismo  o dão.

Aqui a transcrição do assento de batismo no Processo de Casamento na Matriz de Franca-SP:

“Aos trinta do mês de setembro de mil setecentos e oitenta e dois na Capela da Senhora da Conceição do Varadouro, filial desta Matriz de Aiuruoca o Padre João Gonçalves Vieira batizou e pôs os santos óleos a inocente Joaquina, filha LEGÍTIMA de Manoel Ribeiro de Guimarães e Helena Maria Martins: foram padrinhos José da Costa Rios, solteiro, e Maria Tereza, também solteira. E para constar mandei fazer este assento, que assinei era ut supra. O vigário João de Resende Costa.”

Ver mais abaixo, a foto do assento de batismo no livro de batismo da Matriz da Conceição de Aiuruoca e de suas capelas filiais.

Aqui tudo começou:

R:  163 G:  255 B:  143 X:  377 Y:  375 S:    0 Z:  226 F:  232

Quando a Madrinha da Serra nascia, Dona Maria I começava a governar Portugal e o Brasil; quando ela se casou, Dom João chegava ao Brasil; quando ela morreu, a República se aproximava no Brasil e em Portugal.

Todos os fiéis súditos da Rainha juravam fidelidade a ela.

 

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Redescubra a Terra de onde viemos – Portugal – Aqui tem seus monumentos, Gastronomia, Religiosidade, Tradições, Gente:

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Porque Madrinha?

Porque Madrinha?

Porque os antigos não gostavam de serem chamados de avôs pelos netos.

Os netos tinham que chamar os avôs e avós de PADRINHO e de MADRINHA.

Clic para a foto ampliar e veja o estudo sobre o gene que só nós portugueses temos.

Genealogia vem de Gene- Há um gene que só nós portugueses temos.

gene lusitano

JOB 8,8 Interroga enim generationem pristinam,
et diligenter investiga patrum memoriam
8,9 (hesterni quippe sumus, et ignoramus,
quoniam sicut umbra dies nostri sunt super terram),
8,10 et ipsi docebunt te, loquentur tibi,
et de corde suo proferent eloquia.

Pergunta pois às gerações passadas, e examina com cuidado as memórias de nossos pais:

Porque nós somos de ontem, e o ignoramos por quanto os nossos dias passam como sombra sobre a Terra.

E eles te instruirão: te falarão, e de seu coração tirarão palavras.

job para madrinha

ASSIM ERA NOSSA TERRINHA

Numa casa portuguesa, fica bem
Pão e vinho sobre a mesa
E se à porta humildemente
Bate alguém
Senta-se à mesa com a gente
Fica bem esta franqueza, fica bem
Que o povo nunca desmente.
A alegria da pobreza
Está nesta grande riqueza
De dar e ficar contente

Quatro paredes caiadas
Um cheirinho a alecrim
Um cacho de uvas doiradas
Duas rosas num jardim
Um S.José de azulejos
Mais o sol da primavera
Uma promessa de beijos
Dois braços à minha espera…
É uma casa portuguesa com certeza!
É com certeza,uma casa portuguesa!

No conforto pobrezinho, do meu lar
Há fartura de carinho
E a cortina da janela, é o luar
Mais o sol que bate nela…
Falta pouco, poucochinho p’ra alegrar
Uma existência singela…
É só amor, pão e vinho e
Caldo verde, verdinho
A fumegar na tigela

Quatro paredes caiadas
Um cheirinho a alecrim
Um cacho de uvas doiradas
Duas rosas num jardim
Um S.José de azulejos
Mais o sol da primavera
Uma promessa de beijos
Dois braços à minha espera…
É uma casa portuguesa com certeza!
É com certeza,uma casa portuguesa!

É uma casa portuguesa com certeza!
É com certeza,uma casa portuguesa!

MILHARES de DESCENDENTES deste CASAMENTO

Milhares  não é exagero. Tem mesmo milhares de descendentes.

em FRANCA-SP, em 1809:

ANTONIO ALVES FERREIRA COM JOAQUINA CUSTÓDIA DA CONCEIÇÃO

Aos nove dias do mês de janeiro de mil e oitocentos e nove annos conforme o Concilio Tridentino e Constituição se receberão em matrimônio em minha presença com palavras de mutuo consenso Antônio Alves Ferreira natural da Freguesia de Itaverava e Joaquina Custódia da Conceição da Freguesia de Airuoca, ambos do Bispado de Mariana, …. (receberão) as benções nupciais conforme o Ritual Romano, e sendo (testemunhas) Cláudio José da Cunha e José Locoronho de Paiva que comigo se assignarão. E para constar fiz este assento.

O Vigário Joaquim Martins Rodrigues. (que acredito é parente nosso).

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Casamento da Madrinha da Serra na Matriz de Franca em 9 de janeiro de 1809

 

 

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Batismo da Madrinha da Serra.

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E HOJE?

COMO SÃO AS MÃES E AVÓS PORTUGUESAS?

Nove sinais que teve mãe ou avó portuguesa com certeza.

O queijo a família fazia em Portugal, fazia em Minas Gerais, e, pelo livro Entrantes do Sertão do Rio Pardo sabemos que fazia em Batatais-SP, na Fazenda da Prata.

Muito disso sobreviveu no Brasil. Feijão, angu e couve das Minas Gerais estão aqui, bicho papão, canja de galinha ficaram; o bacalhau se foi da tradição, não tinha no Brasil.

1- Você tinha medo de receber a visita do bicho papão caso demorasse a dormir.

2- Você sabe que um mal estar pode ser curado com uma reza e um prato de água e gota de azeite.

3- Você nunca deita pão fora.

4- Você conhece 1.001 maneiras de cozinhar bacalhau.

5- Você sabe que as coisas vão ficar sérias quando alguém te chama pelo nome e segundo nome, ou nome e sobrenome.

6- Você sabe que quando veem a saudade de casa come sopa de feijão com couve.

7- Você sabe que não há remédio melhor do que canja de galinha para qualquer mal.

8- Você treme quando sua mãe tira da bolsa um retrato para mostrar para as amigas.

9- Você gosta de queijo. Ninguém faz queijo igual mamãe.

Como  estão e com o são AS NOSSAS PRIMAS QUE NÃO VIERAM PARA O BRASIL E  AINDA ESTÃO NA TERRINHA?

avos portuguesas

PARECEM  portuguesas do Brasil?

  Sim, parecem; são nossas primas que ficaram em Portugal:

Amor pela terrinha, vestidas com a Bandeira Lusitana:

z velhos meu povo portugues

E, quando se pensa em loira no Brasil, sempre vem à mente a Colônia Alemã e a Colônia Italiana, mas nós portugueses também somos loiros e loiras:

A MADRINHA DA SERRA, a Velha da Serra, da Fazenda da Serra, hoje no município de Patrocínio  Paulista-SP, a 10 km de Franca-SP por rodovia duplicada. Que conforto e que diferença do tempo dela.

Passou mil dificuldades, vindo criança em caravana de carro de boi para o Sertão do Rio Pardo, com a sua mãe, e, com seus irmãos e irmãs; já órfã de seu pai, o português, natural da Vila de Guimarães, o português de Golães, na época, do Termo da Vila de Guimarães, primeira Capital do nosso querido Portugal, o Manuel Ribeiro de Guimarães.

Tanto sua mãe, (Helena Maria Martins), quanto ela, Joaquina Custódia da Conceição, a MADRINHA DA SERRA, a VELHA DA SERRA, venceram sozinhas na vida, sem ajuda de políticos, de partidos políticos, e, de governo algum.

Criaram na Santa Madre Igreja Católica, e, casaram, superbem, as suas filhas.

Gente heroica que construiu o Brasil, assim como seus bisnetos e trinetos que construíram, entre outras, Batatais-SP, Franca-SP, Patrocínio Paulista-SP, e, PENÁPOLIS-SP.

A Patrícia Leme é da SÉTIMA GERAÇÃO (sexta-neta da Madrinha da Serra,  a Velha da Serra),  e, ama a MADRINHA DA SERRA.

São milhares de descendentes, seguimos, como modelo, e, exemplo, esta linha que vai da:

Madrinha da Serra até os filhos da Patrícia Leme:

É assim:

filho é PRIMEIRA GERAÇÃO –  A Madrinha da Serra teve 5 filhos

neto é SEGUNDA GERAÇÃO – A Madrinha da Serra teve 43 netos

bisneto é TERCEIRA GERAÇÃO

trineto é QUARTA GERAÇÃO

tetraneto é QUINTA GERAÇÃO

penta-neto é SEXTA GERAÇÃO

sexto-neto é SÉTIMA GERAÇÃO

sétimo-neto é OITAVA GERAÇÃO

SEGUIREMOS ESTA LINHA RETA:

Resumo:

Madrinha da Serra é mãe de:

PRIMEIRA GERAÇÃO Lauriana que é mãe de:

Custódia que é mãe de:

Maria do Carmo que é mãe de:

Alcina que é mãe de:

Julieta que é  mãe de:

Luizinho que é  pai de:

Patrícia que é mãe de:

Emanuele, a Sarah e o Saulo.

E é para estas crianças que esta página foi escrita, porque:

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Nós os contaremos, de geração em geração.

— –

O mais puro e íntimo de seu interesse, deu-se sempre aos homens e coisas de Portugal.

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A MADRINHA DA SERRA é a mãe de:

Lauriana Esméria Ferreira que é mãe de:

Custódia Nunes que é mãe de:

Maria do Carmo de Souza que é mãe de:

Alcina Monteiro que é mãe de:

Alceu Júlio da Silveira que é o pai de:

PAULO CÉSAR DE CASTRO SILVEIRA que escreveu este site

UMA PESSOA SÓ MORRE QUANDO COMEÇA A SER ESQUECIDA PELOS SEUS NETOS E BISNETOS.

Aqui, a família de Manuel Ribeiro Guimarães, falecido em São João del Rei-MG, em +-1795, e de Helena Maria Martins, que veio para Batatais-SP, com filhos crianças, logo após a morte do marido. em 1795 a Madrinha da Serra tinha 13 anos de idade.

Filhos de Manuel e Helena, quase todos já casados em 1815, quando do inventário feito com atraso do Manuel:

Reparem que dois filhos se casaram com 2 filhos do Antônio Alves de Guimarães.

Tanto MANUEL RIBEIRO  QUANTO ANTONIO USAM O APELIDO GUIMARÃES POR TEREM VINDO DA PRIMEIRO CAPITAL DE PORTUGAL, vila na época e hoje Cidade de  GUIMARÃES.


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A FAMÍLIA DE MANUEL RIBEIRO GUIMARÃES E DE HELENA MARIA MARTINS – pais e irmãos da Madrinha da Serra, que se casaram bem casados nas melhores famílias francanas. Dois com filhos do pioneiro fundador Antônio Alves de Guimarães conterrâneo, na família também do juiz Januário José de Souza..

Dois irmãos casados com dois irmãos: Joaquim e Joaquina com Antônia e Antônio.

-1 Joaquim Ribeiro Guimarães c/c Antônia Maria de Assunção, filha de Antônio Alves de Guimarães e Josefa Gomes  (Moreira) de Assunção.

-2 Ana Esméria Ribeira, c/c ?

-3 Maria Justina Ribeiro c/c José Lourenço de Paiva.

-4 Joaquina Custódia da Conceição, Madrinha da Serra, c/c Antônio Alves Ferreira, filho de Antônio Alves de Guimarães e Josefa Gomes Moreira ( de Assunção).

-5 Margarida Joaquina da Conceição c/c Domingos José Fernandes.

-6 O falecido Manoel Ribeiro Guimarães (FILHO c/c Custódia Maria do Sacramento (filha de Januário José de Souza TRONCO DOS NOSSOS SOUZA que veremos abaixo,,, e de Ana Luíza do Espírito Santo). Deixa os filhos Ana de 6 anos, e Thereza de 3 anos. Ver abaixo casamento da Tereza, está órfã do Manoel Filho:

“”””””2-3 Carlos Fernandes de Figueiredo, natural de Lavras. Em Franca aos 26-10-1826 casou com Teresa Joaquina Ribeira, natural de Franca, filha de Manoel Ribeiro Guimarães (FILHO)  natural de Aiuruoca-MG e Custódia Maria do Sacramento natural de Congonhas do Campo-MG casados em Franca em 25-04-1808.
Casamentos da matriz de N. S. da Conceição de Franca-SP aos 26-10-1826 Carlos Fernandes de Figueiredo n. da freg. das Lavras Bispado de Mariana, f.l. Joaquim Fernandes Martins e Maria Inocencia de Figueiredo = cc Teresa Joaquina Ribeira n. desta freg., f.l. do finado Manoel Ribeiro Guimarães e Custodia Maria do Sacramento, test.: Januário José de Souza, casado e Manoel Fernandes de Figueiredo, solteiro. Este e o contraente da freguesia de Cana Verde e os “””””

 

Um genealogista nos passou estas informações e escreveu:

“A madrinha da Serra teve os irmãos Manoel Ribeiro Guimarães, Maria Justina Ribeira, Anna Esméria Ribeira, Joaquim Ribeiro Guimarães e Margarida Joaquina da Conceição.
Contudo encontrei mais três irmãos que faleceram solteiros em Franca devido a “febre podre”, todos faleceram em 1813. A febre podre foi uma epidemia que atingiu muitas famílias da época. Eles eram:
José Ignácio Ribeiro, falecido em 20/04/1813 com 33 anos;
Antônio, falecido em 30/03/1813 com 15 anos;
Lauriana, falecida em 24/10/1813, com 18 anos.”

NESTE SITE VOCÊ VAI CONHECER as  8 GERAÇÕES DA MADRINHA DA SERRA:

Também conhecida com a VELHA DA SERRA.

A história da velhinha que virou um toquinho de gente, as pessoas vão encolhendo com o avanço da idade, os ossos são absorvidos pelo corpo, os dentes não ficam cabendo mais na arcada dentária…….e,

aos 104 anos, ainda dirigia a Fazenda da Serra em Patrocínio Paulista-SP, com seus escravos a carregando como uma santa, literalmente em um andor, que eles fizeram para carregá-la pela Fazenda da Serra.

Ela não deixou nunca que ninguém maltratasse os seus escravos.

Certa vez, a Madrinha da Serra puniu, e, despediu um feitor que maltratou um escravo.

E, no andor, carregada por escravos, percorria toda a imensa Fazenda da Serra.

Eles, os escravos,  amavam-na. Ela tomou conta da Fazenda da Serra até morrer.

DESBRAVADORES DO SERTÃO DO TIETÊ E DA E.F. NOROESTE DO BRASIL -NOB

E em perigos e guerras esforçados mais que prometia a força humana novo reino construíram que tanto sublimaram.
E quais perigos os 5 bisnetos da Madrinha da Serra casados com 5 Monteiro de Araujo enfrentaram para construírem Penápolis-SP?
Escorpião, gafanhoto, cobra, onça, malária (paludismo – maleita) gripe espanhola  e índios.
Logo que chegaram os frades italianos em 1906 já tiveram notícias de heróis pioneiros trucidados por índios.
Não desistimos e construíram Penápolis-SP.

LOGO QUE CHEGOU, FREI BOAVENTURA DE ALDENO, dos capuchinhos de Trento na Itália, em 1906, teve notícia de mais um massacre dos índios contra pioneiros brancos:

“O lugar era perigosíssimo pelas “correrias” dos selvagens. Basta dizer que poucos dias antes, haviam assassinado barbaramente três pobres lavradores das vizinhanças”.

LEIA  o texto enxuto, rico, e dramático do Frei Boaventura de Aldeno:
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Uma vida sem memória não seria uma vida, assim como uma inteligência sem possibilidade de exprimir-se não seria uma inteligência. Nossa memória é nossa coerência, nossa razão, nossa ação, nosso sentimento.

Sem ela, não somos nada.

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Este mapa de 1910 mostra o Café, as matas no Oeste Paulista, assim era o Estado de São Paulo quando Monteiro de Araujo- Nunes de Souza lá chegaram, na leva de 1904, vinda de Franca-SP, na leva de 1911 e a de 1912, esta vinda da Fazenda Badajós em Uberaba-MG, 45 dias em carro de boi-

Assinalado no Mapa, o Badajós, o Salto do Avanhandava, o local em que cruzava o rio, mais acima do salto, e, o Bairro do Lageado e o Degredo. Esta foi nossa rota de Uberaba-MG para Penápolis-SP em 1912, logo depois de meu avô se casar com sua prima e seguir como o carpinteiro da comitiva e que consertava os carro de boi no caminho. Outros Monteiros vieram antes por volta de 1904 e antes como veremos abaixo.

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OS PIONEIROS E A HISTÓRIA DE FRANCA-SP

A História de Franca-SP que englobava Batatais-SP, Franca, Patrocínio Paulista-SP e Itirapuã-SP, terras da mãe da Madrinha, da Madrinha e dos Monteiro de Araújo:

A história da região denominada Sertão do Capim Mimoso próxima aos Rio Pardo e rio Sapucaí tem início com osbandeirantes: a partir da bandeira do Anhanguera (o filho), em 1722, que construiu o “Caminho de Goiás”, ou “Estrada dos Goiases” que ligava a cidade de São Paulo até as minas de ouro de Goiás, que naquela época pertencia à Capitania de São Paulo.[8]

Começam a surgir, a partir de então, os famosos “pousos” de tropeiros, locais onde os paulistas paravam para descansar – eles e os animais de carga -, durante as viagens que faziam em sua busca pelo ouro no interior do Brasil. O pouso que deu origem à cidade de Franca era conhecida, na época, pelos bandeirantes, por “Pouso dos Bagres”.[9]

No final do século XVIII, havia dispersos na região vários desses pousos. Em 1779, moravam cerca de uma centena de pessoas, no sertão do Rio Pardo pertencente à Vila de Mogi Mirim. Para uma melhor organização do local, foi criada uma Companhia de Ordenanças e nomeado, como seu Capitão, o português Manoel de Almeida. Posteriormente comandou odistrito, a partir de 1804, o Capitão Hipólito Pinheiro.

No início do século XIX, os filhos de Manoel de Almeida (Antônio Antunes de Almeida e Vicente Ferreira de Almeida) doam suas terras para a construção de uma capela, benzida pelo padre Joaquim Martins Rodrigues.

Juntam-se, depois, a essa população mineiros e goianos, que devido à decadência da mineração em suas regiões, começam a se instalar no “Belo Sertão do Rio Pardo”, por incentivo do governador-geral da Capitania de São Paulo, António José da Franca e Horta, ao qual se deve o nome da cidade. Esses pioneiros reivindicaram junto ao governo geral do Brasil a criação de uma freguesia porque a freguesia mais próxima era a de Mogi Mirim, a centenas de quilômetros de distância.

A Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Franca foi criada em 3 de dezembro de 1805, pertencendo ao termo da Vila de Mogi Mirim.

O território original da Freguesia da Franca, que fora desmembrado da Vila de Mogi Mirim, abrangia a região de Batatais e estendia-se até Igarapava e Guaíra e era muito extenso. Foi, porém, bastante reduzido com a criação de novos municípios:Batatais em 1839, Igarapava em 1873, Ituverava e Patrocínio Paulista em 1875, São José da Bela Vista em 1948, Cristais Paulista em 1959, Restinga, Jeriquara e Ribeirão Corrente em 1964.[10]

Em 1821, é criada por Dom João VI a “Vila Franca Del Rey”, que só foi instalada em 28 de novembro de 1824, sendo o primeiro presidente da Câmara Municipal o Capitão José Justino Faleiros, empossado, junto com os demais vereadores, no dia 30 de novembro de 1824. Com a independência do Brasil, passa a se chamar Vila Franca do Imperador, uma homenagem a D. Pedro I do Brasil.

Em 1821, Minas Gerais tenta anexar a região, mas devido à resistência dos francanos, a tentativa falha. Esse episódio está registrado no brasão da cidade, com a cidade fortificada e o lema “GENTI MEAE PAULISTAE FIDELIS” (Fiel à Minha Grei Paulista).

Em 1838 houve em Franca uma rebelião que ficou conhecida como Anselmada. Em 1839 é criada a comarca da Franca. Neste ano, Franca perde grande parte de seu território para a criação da Vila de Batatais.

Pela lei provincial nº 21, de 24 de abril de 1856, Franca é elevada à categoria de município e cidade.

Na década de 1830, francanos, especialmente das famílias Garcia Leal, Correia Neves e da família Souza, iniciaram a povoação da região de Santana do Paranaíba no atual Mato Grosso do Sul.

O município recebeu muitos imigrantes. Com a expansão do café para o Oeste Paulista vêm os imigrantes, sobretudoitalianos. A partir destes imigrantes, monta-se a primeira indústria da cidade, calçadista, que desenvolve-se principalmente a partir da década de 1920.

Franca participou da Guerra do Paraguai com os Voluntários da Franca e com o famoso Guia Lopes.

Na década de 1890, Franca passa a ser servida pela Estrada de Ferro Mogiana, mas, no início do século XX, o ramal de Franca foi abandonado e os trilhos retirados porque a Estrada de Ferro Mogiana construiu outro ramal, uma variante, ligando Ribeirão Preto a Uberaba sem passar por Franca.

A cidade empenha-se durante a Revolução Constitucionalista de 1932, na qual morreram por São Paulo seis cidadãos francanos.

Atualmente, destaca-se no setor da indústria de calçados masculinos, mas as indústrias calçadistas de Franca já estão dando atenção e produzindo também calçados femininos, ainda que, até hoje, o café tenha ativa participação na economia do município.

Comandou sozinha a Fazenda da Serra, e, por mais de 50 anos ficou viúva.

50 anos vestida de preto, de luto, UM VESTIDO PRETO ATÉ O PÉ.

Uma heroica mulher, amada e conhecida em toda a região de Franca-SP.

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Você vai ler:

Desde a sua a filha Lauriana até as filhas da Patrícia.

E vai ler também sobre a Mãe da Madrinha da Serra:

A Dona Helena Maria Martins, que, viúva, cuidou das terras, e, dos filhos, em Batatais-SP.

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E ler sobre OS MONTEIRO DE ARAÚJO e os NUNES DE SOUZA

– porque cinco irmãos (as) da Família MONTEIRO DE ARAÚJO  casaram-se com 5 irmãos (as) NUNES DE SOUZA, bisnetos (as) da Madrinha da Serra.

“Ainda existirá a velha casa senhorial do Monteiro?
Meu sonho era acabar morando e morrendo
Na velha casa do Monteiro.”

Mandas-me, Ó Rei, que conte declarando,

De minha gente, a grão GENEALOGIA;

Não me mandas contar estranha história,

Mas mandas-me louvar dos MEUS A GLÓRIA.

É com emoção que conto a vocês estas estórias, e, a História que meus bisavôs e bisavós paternos contavam:

A História da MADRINHA DA SERRA, que viveu 103 anos bem vividos.

Casada, em 1809, em Franca-SP, com Antônio Alves Ferreira, filho de Antônio Alves de Guimarães, um dos fundadores de Franca-SP, onde obteve sesmaria, em 1803, dada pelo governo de São Paulo. Em 1806. Antônio Alves de Guimarães aparece na lista das pessoas que contribuíram para elevar o arraial de Franca à condição de Freguesia do Termo da Vila de Mogi Mirim. Seu sobrenome (apelido) era Guimarães porque veio da Freguesia de São Martinho do Candozo, Candoso, do Termo da Vila de Guimarães, primeira capital de Portugal.

O seu marido, Antonio Alves Ferreira, também pediu sesmaria de terras no Ribeirão da Prata em Batatais-SP, onde a Madrinha da Serra com  sua mãe e irmãos. Ver abaixo os documentos destas sesmarias.

O marido da Madrinha da Serra morreu jovem, em 1821, e ela se casou novamente, sem filhos no segundo casamento, e, ficou viúva novamente em 1832.

Ficou, então, usando vestido preto, por 54 anos, até falecer em 1885.

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 –

Esperamos sua contribuição primos:

Contando-nos a suas lembranças e passando mais informações para enriquecer esta linda história.

São milhares de descendentes, seguimos, como modelo, e, como exemplo, esta linha que vai da Madrinha da Serra até os filhos da Patrícia Leme:

Resumo:

Madrinha da Serra é mãe de:

Lauriana que é mãe de:

Custódia que é mãe de:

Maria do Carmo que é mãe de:

Alcina que é mãe de:

Julieta que é  mãe de:

Luizinho que é  pai de:

Patrícia que é mãe de:

Emanuele, a Sarah e o Saulo.

=

AS HISTÓRIAS E LEMBRANÇAS DE NOSSAS FAMÍLIAS NÃO PODEM MORRER CONOSCO:

TEMOS QUE PASSÁ-LAS DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO!

DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO

Nossas bisavós que viveram no tempo da Madrinha da Serra, viviam na Fazenda da Serra, contavam sempre com admiração e orgulho a sua história, preservando a sua memória, a história toda passava de mãe para filha, de pai para filho, e sempre diziam que morreu com mais de 100 anos,, pois eu conferi tudo e morreu mesmo com 104 anos…

 A história da velhinha que virou um toquinho de gente, as pessoas vão encolhendo com o avanço da idade, os ossos são absorvidos pelo corpo, (popularmente os ossos encolhem), os dentes não ficam cabendo mais na arcada dentária, (as dentaduras não param mais),…… …….

E, aos 104 anos, ainda dirigia a Fazenda da Serra em Patrocínio Paulista -SP, com seus escravos a carregando como uma santa, literalmente em um andor, que eles fizeram para carregá-la pela Fazenda da Serra.

Os escravos que carregavam a Madrinha da Serra no andor eram:

Manuel, 30, preto

João, 31, preto

Simão, 25, pardo

Fortunato, 23, preto

Camilo, 22, pardo

Timóteo, 15, preto

==

E tinha ainda Domingos, 61, Preto,

Madalena, 51, preta

e Miguel, 17, pardo, paralítico.

A gratidão dos escravos da Madrinha da Serra lembra muito a gratidão dos escravos de Uberaba-MG com o seu benfeitor amado, o Visconde do Rio Branco.

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ISSO era MUITO POUCO  para uma FAZENDA de:

Terra excelente para café. Terra roxa.

E, naquele tempo, 1885, a produtividade era baixa.

O transporte difícil.

Nada de máquinas e nada de implementos agrícolas, e, nada de correção do solo, como atualmente…

 

Só que, vários netos, já haviam morrido em 1885; A MADRINHA DA SERRA morreu com 103 anos.

Então, parte das terras, foi dividida mais ainda no inventário ficando para os bisnetos…

E quanto valia: TERRA NÃO VALIA QUASE NADA.

TUDO ISTO SERÁ DETALHADO, DE ONDE A ONDE ERA A FAZENDA, NOME DOS RIACHOS, COM QUEM FICOU CADA PARTE, NOS DOIS GRANDES PROCESSOS NO ARQUIVO MUNICIPAL DE FRANCA-SP

UM COM A MADRINHA DA SERRA DOANDO AS TERRAS PARA NETOS E BISNETOS E O OUTRO O PROCESSO DE DIVISÃO DAS TERRAS.

1° Ofício de Franca-SP – Divisão da Fazenda da Serra – Processo que hoje está no Arquivo Municipal de Franca-SP; feito em 1881, Caixa 0357 . divisas folha 28 verso e 31.

TUDO POR 31 CONTOS DE REIS para ser divido em 43 netos herdeiros

CONHEÇA OS NETOS HERDEIROS, ALGUNS FALECIDOS E TERRINHA FICOU PARA BISNETO:

https://madrinhadaserra.com/descendentes-da-madrinha-da-serra/

Folha 30 – 28 quilômetros de circunferência.

primeiro terreno – 17km e 540m de circunferencia.

segundo terreno 2.840 m de circunferencia.

terceiro terreno 4.840m de circunferencia.

quarto terreno 3.300m de circunferencia.

 

Quanto dá isto em km2 e em alqueires para dividir por 43 netos?

Depende de como se constrói o retângulo:

O Maior retângulo ou quadrado de 28km de circunferência seria  7km x 7km x 7km x 7km = 49 km de circunferência.

QUANTO É ISSO EM alqueire paulista?

24.800m2 =  1 alqueire

 1km2 = 1.000.000m2

1km2 = 40,32 alqueires paulistas

49km2=  alqueires paulistas

A FAZENDA DA SERRA TINHA MAIS OU MENOS 1.975 alqueires paulistas, isto se fosse quadrado de 7km x 7km

dividido por 43 herdeiros netos (alguns já falecidos então re-divididos para bisnetos)

CADA NETO HERDEIRO FICOU COM 45,95 alqueires paulistas.

Quanto vale um alqueire hoje em Patrocínio Paulista-SP?

E, por exemplo, a neta CUSTÓDIA NUNES que vamos estudar seus descendentes em Penápolis-SP, estava viva quando a MADRINHA DA SERRA MORREU em 1885, só que Custódia Nunes, minha trisavó.

Custódia Nunes viveu mais doze anos, faleceu em 1889, então, os seus 45,94 alqueires foram divididos entre seus 7 filhos, dos quais, 5 filhos vieram para Penápolis-SP.

45,94: 7 = = 6,56 alqueire paulista para cada bisneto da Madrinha da Serra, filhos da Custódia, os quais foram para Penápolis-SP,  onde tinha mais terra e mais barata.

Ou seja, um dos 7, minha bisavó MARIA DO CARMO DE SOUZA herdou SÓ E SOMENTE SÓ 6,56 alqueire paulista, 3 anos depois da MADRINHA DA SERRA falecer.

Então para minha bisavó MARIA DO CARMO DE SOUZA, filha da Custódia Nunes coube 6,56 alqueire paulista que depois divididos entre seus 10 filhos, caberia à minha avó Alcina Monteiro, filha da Maria do Carmo, 0,66 alqueire paulista.

0,281 x 24.800m2 = 16.278m2 para minha avó Alcina Monteiro da Silveira.

Alcina teve 7 filhos cabendo a cada um = 2.325m2 de terra.

Meu pai Alceu Júlio da Silveira ficaria então com 2.325 metros quadrados de terra. 9 terrenos de 250m2.

Ninguém foi explorado. Termina pobre porque avô nobre, neto pobre, como diz o ditado.

EU TENHO ORGULHO DE SER ALVES FERREIRA

EU TENHO ORGULHO DE SER RIBEIRO GUIMARÃES

EU TENHO ORGULHO DE SER MONTEIRO DE ARAÚJO

EU TENHO ORGULHO DE SER Nunes de Souza,

EU TENHO ORGULHO DE SER Nunes da Silva

Silveira, Leme, e tantos outros…

DESCENDENTES DA MADRINHA DA SERRA

=

Mandas-me, Ó Rei, que conte declarando,

De minha gente, a grão GENEALOGIA;

Não me mandas contar estranha história,

Mas mandas-me louvar dos MEUS A GLÓRIA.

Esta é uma Aldeia típica portuguesa com certeza.

Foi de lugares tranquilos assim, seguros assim que nos portugueses deixamos para vir construir o Brasil.

“Valeu a pena?

Tudo vale a pena se a alma não é pequena.”

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Aqui, o viajante francês D´Allincourt fala do vovô Antônio Alves de Guimarães, sogro da Madrinha da Serra e vizinha de sua família, de Batatais-SP e de Franca-SP

A Fazenda da Prata ficava um pouco ao sul do Sítio do Jardim das Macaúbas do Antônio Alves de Guimarães.

O vovô Antônio Alves de Guimarães é o pai do marido da MADRINHA DA SERRA, (ANTONIO ALVES FERREIRA).

Descrição da região:

“”Depois de uma descida fácil chega-se ao morador dos Batatais. Este lugar é muito alegre, seu dono, Manuel Bernardo do Nascimento, ajudado de seus filhos, desenvolve a maior atividade na lavoura; faz muito bom negócio em gado vacum, e em queijos. Afastados do caminho há, nestes lugares, muitos vizinhos, mais ou menos distantes uns dos outros, que possuem grande quantidade de gado. Deste sítio segue a estrada ao noroeste, e deixado à esquerda o caminho para a freguesia do Senhor Bom Jesus da Cana Verde, vai-se passar, ao mesmo lado da estrada, por uma ponte de pau, o ribeirão da Paciência, para chegar ao pouso do mesmo nome.

O morador da Paciência vive a duas léguas dos Batatais, e quatro do Cervo; a estrada segue, neste lugar, ao nordeste, inclinava depois ao nor-nordeste, e, passado um ribeiro, volta ao noroeste. Largas campinas, batizadas de pequenos bosques, se avistam, até que na proximidade do rio Sapucaí, o terreno torna-se irregular, e o caminho, com algumas ladeiras, vai fechar nas margens daquele rio, que são cobertas de arvoredo; o rio atravessa-se por uma ponte de madeira, e no tempo da seca dá excelente vau; dista da Paciência légua e meia, nasce na serra de Muguaçu e vai confluir no Pardo: deixa-se depois o ribeiro do Patrocínio, que vem correndo de leste por cima de Lajes; o caminho vai ao nor-noroeste, e a quatro léguas, e um quarto distante da Paciência está o morador de Santa Bárbara, à direita;

passa-se logo, por uma ponte estreita de madeira, o grande ribeirão do mesmo nome, que corre ao noroeste, por um leito formado de grossas pedras; e aqui há uma cachoeira. Deste sítio a Franca contam-se três léguas, e três quartos; larga-se adiante, à esquerda, a estrada geral, para  tomar-se, à direita, para a Fazenda das Macaúbas, junto à qual se passa o ribeiro Sapucaí.”””

AQUI, o viajante francês FALA DO ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES sogro e vizinho da Madrinha da Serra, Seu Sítio do Jardim das Macaúbas fica um pouco ao Norte da Fazenda da Prata onde morava a Madrinha seus irmãos e sua mãe antes dela se casar e mudar para a Fazenda da Serra:

Continua o viajante:

“””O dono desta fazenda, natural de Guimarães, conta oitenta e quatro anos, em muito bom estado de saúde, e robustez, faz o seu maior negócio em gado. Além deste sítio, entra-se um pouco adiante, na estrada geral, que vai ao nor-noroeste; o terreno continua a ser agradável, ornado de capões, e capoeiras; passam-se três ribeiros até chegar-se ao arraial da Franca.

O arraial da Franca está na latitude austral de 20º 28’, e longitude 47º 26’ de Greenwich, foi fundado há treze para quatorze anos, por Hipólito Antônio Pinheiro, capitão do Distrito, e natural da Comarca de S. João d’el-Rei, Província de Minas Gerais; é ele o mais opulento do lugar, e sete léguas arredado, possui uma grande fazenda: antes desta fundação eram estes terrenos demasiadamente infestados pelos selvagens.

Deu-se a este arraial o nome de Franca, por virem a ele estabelecer-se toda a qualidade de pessoas de diversos lugares; todavia a maior parte delas veio de Minas Gerais: a fama deste lugar é muito má, por causa dos facinorosos, que, em grande número, o habitam; e decerto a conservará enquanto ali se não estabelecerem as autoridades, que mantenham as leis do soberano, e a Justiça.

Este povo existe como os da primitiva: o mais astuto, e valente, ou para dizer melhor, o de pior coração dá a lei, os outros tremem e cegamente obedecem; e, como a Justiça está muito longe, nada receiam. Houve ali um malvado, que fez quatorze mortes, e se recreava com a narração delas; porém, graças às diligências do Exmoº D. Manuel de Portugal e Castro, capitão-general de Minas, que fizeram acabar com tal monstro, que se tinha refugiado neste arraial, onde ainda existe um delinqüente de sete mortes, e vários outros de menor número (confissão dos mesmos povos).

Não trato da qualidade de mortes, das traições, e de muitos pais roubados a seus filhos; pois são tão diferentes os casos, que seria necessário descrevê- los muito por miúdo; finalmente pela mais leve causa não há escrúpulo em tirar a vida.

Os habitantes deste lugar são industriosos, e trabalhadores; fazem diversos tecidos de algodão; boas toalhas, colchas e cobertores; fabricam pano azul de lã muito sofrível; chapéus, alguma pólvora; e até já Memória sobre a viagem do porto de Santos à cidade de Cuiabá têm feito espingardas; a sua principal exportação consta de gado vacum, porcos, e algodão, que levam a Minas: plantam milho, feijão, e outros legumes para consumo do país.

O arraial está bem arruado, porém a maior parte das ruas é ainda mui pouca povoada, só o largo da matriz está mais guarnecido de casas, que são construídas de pau a prumo, com travessões, e ripas, cheios os vãos de barro, e as paredes rebocadas com areia fina, misturada com bosta, geralmente são pequenas, e a maior parte delas cobertas de palha.

Tem a Franca duas igrejas: a de N. Senhora do Rosário, pequena, e baixa, foi a primeira, que se fundou; e a matriz de N. Senhora da Conceição está quase acabada, e é um lindo templo. Esta freguesia chega a três mil almas de confissão; e a meu ver deveria entrar o arraial no número das vilas, para melhor governo, ordem e polícia de seu povo, que tendo em meio de si as autoridades de Justiça, não haverá ali tantos crimes.

É dos mais lindos, e desafogados locais, que tenho encontrado; um comprido campo se estende de norte ao sul, e suavemente vai declinando até aos ribeiros, que o limitam a leste, e oeste, os quais reunindo-se ao sul, formam um só ribeirão; assim fica representando uma península este terreno: que é mais elevado; mais ventilado, e inteiramente plano ao norte da matriz: para oeste, contíguo ao arraial, vai ele abrindo-se em duas ribanceiras, formadas pelas chuvas, que destruirão bem depressa esta parte, se lhe não derem remédio pronto.

O ribeiro d’oeste, que tem o nome de Itambé, forma um salto de seis, ou sete braças de alto, logo abaixo da boca da ribanceira; o de leste denominasse do Vigário, porque este habita na sua vizinhança em uma excelente casa. Além dos ribeiros eleva-se o terreno em doce ladeira, e, a poucas léguas de distância há um olho-d’água, que se conserva quente em todo o tempo.

Hoje são raras as que existem cobertas de palha, e há boas propriedades; desde o ano de 1818, em que estive nesse arraial, até o princípio deste de 1823, que por ali tornei a passar, tem-se aumentado o número de fogos consideravelmente, não só dentro do lugar, como fora junto dos ribeirões, por onde há sítios mui aprazíveis; igualmente há crescido o comércio, e agricultura, e ali concorrem da Farinha Podre, e outras partes a buscar sal, e mais alguns gêneros.

Partindo da Franca dirige-se a estrada a oés-noroeste; depois a oeste; o terreno vai oferecendo a mesma perspectiva agradável que o antecedente, passam-se quatro ribeiros, o primeiro dos quais tem uma cachoeira à vista do caminho, e vai correndo por cima de lajes; finalmente principia-se a descer, até que se chega ao pouso, e fazenda do Machado,35 duas léguas e meia da Franca; o morador fica à direita, e cercado de montes e vales; as águas são boas e abundantes, e junto à casa corre um claro ribeiro.””

 

 A Madrinha da Serra não teve muitos filhos para os padrões de seu tempo, (5 apenas), mas os seus filhos, netos e bisnetos tiveram muitos filhos…

ENTÃO, SÃO MILHARES DE DESCENDENTES da Madrinha da Serra.

Milhares não é maneira de dizer, nem exagero.

Exemplo da Família linda da Madrinha da Serra:

João Júlio da Silveira, Alcina Monteiro, filhos e netos, Penápolis-SP, Brazil, 25 de dezembro de1968

João Júlio da Silveira e Alcina Monteiro, filhos e netos, Penápolis-SP, Brasil, 25 de dezembro de 1968 – Alcina, (Chinica), é tri-neta da Madrinha da Serra

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SE, ATÉ EM 2015, AINDA TEM ONÇA NA REGIÃO DO LAGEADO….

IMAGINA, ENTÃO, HÁ 100 ANOS ATRÁS, QUANDO FOMOS PIONEIROS EM PENÁPOLIS-SP!!

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Outro lindo exemplo lindo de Família linda da Madrinha da Serra:

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João Monteiro de Araújo Filho, com tetra-netos e com penta-netos da MADRINHA DA SERRA,

Em Penápolis-SP, no Brasil, na década de 1950

Essa era a roça de antigamente, sem TV, cheia de gente, de parentes e de festas.

DAMOS DESTAQUE AOS BISNETOS da MADRINHA DA SERRA, os  NUNES DE SOUZA, os quais se  CASARAM com os MONTEIRO DE ARAÚJO,  e, contamos a saga de seus descendentes, em Penápolis-SP,  povoação, por eles, (e, por outras famílias de Franca-SP  e região), construída:

A Penápolis-SP quando lá, nós BISNETOS e Trinetos da MADRINHA DA SERRA, chegamos:

É a perfeita descrição da nossa realidade e do nosso heroísmo:

Na noite alta, o silêncio é profundo,

Só se ouve das feras, o uivar,

E ao longe, o grito feroz e iracundo

Do índio selvagem disposto a atacar.

– No meio da selva, enfrentando o jaguar,

Um punhado de bravos,

Pretendem uma cidade formar.

E na manhã seguinte,

Cintilante de luz,

Na clareira, erguem

Um altar e uma cruz.

E a cidade desponta,

Sob o olhar de Jesus,

E o trabalho fecundo

De Manoel Bento da Cruz!

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Um agradecimento todo especial à nossa conterrânea Sabrina Sato Rahal, que sempre divulga nossa Penápolis-SP, onde, nós os MONTEIRO DE ARAÚJO, e, nós, os Nunes de SOUZA, fomos PIONEIROS.

Neta do velho RAHAL;

homem tão bom e generoso; vendia fiado.. ajudava tanta gente…

E porque de geração em geração sempre foi uma grande e bela família:

Porque eram os pais experientes que escolhiam os casamentos dos filhos:

Sempre casando os filhos nas melhores famílias de:

Aiuruoca-MG, Piumhi-MG, Franca-SP, Uberaba-MG, e, Penápolis-SP.  

E casando também primos com primos, portanto com gente conhecida e boa. 

TEMOS O INVENTÁRIO da MADRINHA DA SERRA, que vi no FÓRUM DE PATROCÍNIO PAULISTA-SP, (Atualmente guardados no Arquivo do Judiciário Paulista, em Jundiaí-SP), que data de 1886.

E temos seu batismo abaixo, em 1782.

Pelo inventário aberto em 1886, dos bens que ficaram da Madrinha da Serra,  ficamos sabendo que já haviam falecidos antes dela, todos os 5 filhos e também alguns dos 43 netos também já tinham falecidos em 1885.

Portanto a FAZENDA DA SERRA foi dividida entre mais de 43 herdeiros, pois como havia já netos falecidos, receberam a pequeníssima herança, alguns dos bisnetos da Madrinha da Serra.

QUER DIZER:

Uma fazenda dividida entre mais de 43 herdeiros.

 Sobra muito pouco para cada herdeiro.

Sim,  mais que 43, porque alguns dos netos já eram falecidos quando a Madrinha da Serra morreu.

Em breve, vou postar os bens que possuía a Madrinha da Serra.

É com emoção que conto a vocês estas estórias e História que meus bisavôs e bisavós paternos contavam:

A História da MADRINHA DA SERRA, que viveu 104 anos bem vividos.

Casada, em 1809, em Franca-SP, com o Antônio Alves Ferreira, filho de Antônio Alves de Guimarães, um dos fundadores de Franca-SP, onde obteve sesmaria, em 1803, dada pelo governo de São Paulo.

O seu marido conseguiu sesmaria ali, em 1815, no Ribeirão da Prata, em Batatais-SP, onde a Madrinha da Serra com sua mãe e irmãos.

O marido da Madrinha da Serra morreu jovem, em 1821, e ela se casou novamente, sem filhos no segundo casamento, e ficou viúva novamente em 1832.

Em 1824, plantava só para o gasto como mostra o mapa de população aqui neste página transcrito, significando que eram muito pobres.

E desde então, depois da heroica marcha em carro de boi da Fazenda da Prata até a Fazenda da Serra, e, instalando-se ali e pondo a Fazenda da Serra para produzir, dirigiu-a de 1832 até 1885 quando faleceu.

Ficou, então, usando vestido preto, por 54 anos, até falecer em 1885.

Aqui a localização da sesmaria do Antônio Alves de Guimarães, entre Batatais-SP e Patrocínio Paulista, um pouco ao norte da sesmaria da mãe da Madrinha da Serra:

Fica próxima ao Rio Sapucaí-Mirim e ao Ribeirão das Macaúbas, e, ao Ribeirão Santa Bárbara. Esta Sesmaria desde fundador de Franca-SP, que já estava em Franca-SP, em 1806, e estava em 1802, em Piumhi-MG, esta registrada no;

Livro de Sesmarias n° 34, folha 105-verso. 23 de julho de 1810:

PARAGEM DAS MACAÚBAS, hoje, parte no Município de Patrocínio Paulista, e, parte no Município de Batatais-SP e parte de Brodósqui-SP.

O X, mais embaixo, marca onde era as terras da mãe da Madrinha da Serra  – A Fazenda da Prata

O segundo X, subindo, era onde ficava a sesmaria do sogro da Madrinha da Serra, que depois  ficou para seu genro, o Patriarca dos Faleiros de Franca e região,  o Sargento Mor José Justino Faleiros

Muitos dos Faleiros casaram-se com netos e bisnetos da Madrinha da Serra

No Mapa, entre Patrocínio Paulista e Itirapuã-SP, ficava a terra da Marinha da Serra

 Muito amada por todos, a VELHA DA SERRA, a Madrinha da Serra, dedicada à família, aos escravos, à Fazenda da Serra, no atual Município de Patrocínio do Sapucaí-SP, e, dedicada também à inesquecível Capelinha de Santa Cruz que havia na Fazenda da Serra.

Quis comandar a Fazenda da Serra até o fim aos 103 anos, com os escravos a carregando em um andor pela fazenda. Era um toquinho de gente.

(Ficamos sabendo, hoje, 24 de outubro de 2011, que alguns escravos ficaram com o nome da família ALVES FERREIRA e seus descendentes ainda assinam ALVES FERREIRA até hoje, 2014.)

UM ALVES FERREIRA FOI ASSESSOR DO PAPA.

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Nós, os portugueses do Brasil, temos este soneto maravilhoso de nosso patrício Fernando Pessoa que descreve bem a dor de deixar nossa terrinha e virem para construir o Brasil:

MAR PORTUGUEZ:

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quere passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abysmo deu,
Mas nelle é que espelhou o céu.

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caraveladasaudade

 O mais puro e íntimo de seu interesse, deu-se sempre aos homens e coisas de Portugal

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“”O que posso dizer de nossa terrinha Portugal?

Tudo.

Gastaria todo um site para descrever o povo mais internacionalista de todos. O povo mais heroico, intrépido e desbravador. O Povo que construiu o Brasil. O primeiro grande Império Mundial onde o sol nunca se punha. Aquele Portugal aconchegante das Aldeias. Qual é o nome do riacho que corre por minha Aldeia?

Portugal está entre os 10 países mais bonitos do mundo.

Quem o afirma é o portal internacional UCity Guides, que disponibiliza aos turistas tudo o que precisam de saber antes de viajar para determinada cidade e que escolheu o “top 10” das nações “abençoadas com um raro conjunto de belezas naturais e maravilhas edificadas pelo homem”.

A lista, dominada por países europeus, é liderada por Itália. Espanha e França ocupam o segundo e terceiro lugares do pódio, respectivamente, e Portugal surge na 6ª posição, antes de países como o Brasil (8º) ou a Alemanha (10º).

De acordo com o portal, “as maravilhas naturais e puras do vulcânico arquipélago dos Açores” seriam suficientes para colocar o nosso país na lista.

Porém, há muito mais: a Madeira, um autêntico “jardim flutuante”, a linha da costa “impressionante” e os cabos “místicos” do continente, aos quais se juntam os planaltos alentejanos, as vilas medievais como Marvão ou Monsaraz e o Parque Nacional da Peneda-Gerês.

O UCity Guides destaca ainda a “perfeita colaboração entre o Homem e a Natureza” que é possível testemunhar em Sintra ou no verdejante Vale do Douro e deixa apenas uma crítica, considerando “inexplicável” a “negligência” a que estão votados os velhos centros das maiores cidades portuguesas, Lisboa e Porto.

“Tudo é em pequena escala mas, quando todos os elementos se combinam, é impressionante como tanta e tão diversa beleza consegue caber num país de dimensões tão reduzidas, que parece ser um dos favoritos do Sol”, conclui a apreciação feita pelo portal.

No “top 10″, que conta com seis países da Europa, há ainda espaço para a Austrália (4º), os EUA (7º), o Brasil (8º) e a África do Sul (9º).””

Visitando a Fazenda da Serra –

Construída pela Madrinha da Serra e por ela administrada por 54 anos, de 1832 a 1885 quando faleceu aos 103 anos de idade.

As pedras de onde era a casa foram retiradas em 2.000 mais ou menos pelo novo proprietário que modernizou, ficava 100 metros à esquerda da atual porteira da Fazenda São Francisco, e uns 100 metros da Rodovia que vai de Patrocínio Paulista para Itirapuã.  Perto de uma baixada onde já foi olaria. A casa ficou abandonada por anos até cair e sobrar só as pedras do alicerce; uns 500 metros mais para dentro da  rodovia, onde alcança a Estrada que vai pro bairro Palmital ficava o cemitério onde ela foi enterrada e onde restou uma gueirova e uma cruz, no cafezal do Maranha abaixo:

No final da vida, um toquinho de gente, no andor, carregada por amados escravos. Andava por toda a Fazenda, todos os filhos já falecidos e ela firme comandando a rica, terra roxa, da Fazenda da Serra, na hoje, Patrocínio Paulista.

Cafezal do Maranha, onde se localizava a Capela da Fazenda da Serra

Cafezal do Maranha, onde se localizava a Capela e Cemitério da Fazenda da Serra

Panorâmica da Fazenda da Serra

Panorâmica da Fazenda da Serra

Uma nascente na Fazenda da Serra

Uma nascente na Fazenda da Serra – Historiador e Genealogia têm que beber na fonte

Geirova que ficava ao lado da capela da Fazenda da Serra

Gueirova que ficava ao lado da Capela e Cemitério da Fazenda da Serra

Ao fundo da foto, na Fazenda São Francisco, à margem da rodovia que vai de Patrocínio Paulista para Itirapuã-SP ficava a casa da Madrinha da Serra

Ao fundo da foto, na Fazenda São Francisco, à margem da rodovia que vai de Patrocínio Paulista para Itirapuã-SP, ficava a casa da Madrinha da Serra

Cruzeiro preservado onde foi a capela da Fazenda da Serra, hoje no Cafezal do Maranha, em Patrocínio Paulista-SP

Cruzeiro preservado onde foi a Capela e Cemitério da Fazenda da Serra, hoje no Cafezal do Maranha, em Patrocínio Paulista-SP

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Panorâmica da Fazenda da Serra

Família da Madrinha da Serra em 1824, plantando para o consumo da casa, com porcos, já com segundo marido do qual não teve filhos, com vovó Lauriana com 12 anos (nascida em outubro de 1811) e vizinhos da tia Maria Gomes Moreira.

Lista de moradores da Vila de Franca em 1824.

SERIA JÁ NA FAZENDA DA SERRA EM 1824?

O original desta imagem pertence ao Arquivo Público do Estado de São Paulo.

São vizinhos da Maria Gomes Moreira, parente nossa.

Apresenta a Madrinha da Serra, branca e casada, com 36 anos. É mais. É 41 no inicio de 1824. O censo deve ter sido feito no final de 1823 e inicio de 1824 e geralmente não acertam a data de nascimento.

Certo a idade da Lauriana – 12 anos – Nasceu em 1811.

José 13 anos – Nasceu em 1810.

Francisco, 6, Nasceu em 1817.

Antônio, 8 anos, não consta no inventário em 1886.

Joaquina, 11, 1812?

Carlota, 7 – provável filha do segundo marido.

Maria 11, 1812? Igual idade de Joaquina.

É preciso procurar estes batismos nos livros de Franca-SP

Colheu 50 carros de milho. 7 alqueires (medida de capacidade) de feijão, 16 capados, tudo gasto na casa. SUBSISTÊNCIA – Eram muito pobres.

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O original desta imagem pertence ao Arquivo Público do Estado de São Paulo.

CLIC, ABRA, e LEIA:

A História da velhinha que virou um toquinho de gente, as pessoas vão encolhendo com o avanço da idade, os ossos são absorvidos pelo corpo, os dentes não ficam cabendo mais na arcada dentária…… .

e, aos 103 anos, ainda dirigia a Fazenda da Serra em Patrocínio Paulista-SP, com seus escravos a carregando como uma santa, literalmente em um andor, que eles fizeram para carregá-la pela Fazenda da Serra.

E, no andor, carregada por escravos, percorria toda a Fazenda da Serra.

Eles, os escravos,  amavam-na. Ela tomou conta da Fazenda da Serra até morrer.

(Uma prima acrescentou que se contava também que eles continuaram tomando conta da Fazenda após sua morte, pois os filhos já tinham morrido).

Ela não deixou nunca que ninguém maltratasse os seus escravos.

Certa vez, puniu, e, despediu um feitor que maltratou um escravo.

Ela também nunca quis se aposentar, nem deixar que os netos tomassem conta da Fazenda da Serra para ela. Sim – netos – porque os 5 filhos já haviam morrido.

E, já haviam morrido, alguns dos netos também, em 1886.

Ela ficou um toquinho de gente; de tão velinha.

Depois que a Velha da Serra morreu, como os filhos já tinham ido para o céu, há muito tempo, os escravos tomaram conta da Fazenda da Serra até ser dividida entre os netos herdeiros.

Uma santa. Viúva, por 54 anos, do segundo casamento, em Franca-SP, e, Patrocínio do Sapucaí-SP.

Eu tenho a honra de ser um bisneto de uma bisneta da Velha da Serra – A MADRINHA DA SERRA.

Os antigos chamavam os avós de PADRINHO e de MADRINHA.

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O BATISMO DA MADRINHA DA SERRA:

https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-159393-283654-93?cc=1719212&wc=11598492

O assento de batismo da Madrinha da Serra

CASAMENTO DOS PAIS DA MADRINHA DA SERRA no Curato do Turvo, atual Andrelândia-MG, no ano de 1.775

Andrelândia -MG, fica ao lado de Aiuruoca-MG, pertinho da Capela  do Varadouro onde a Madrinha da Serra foi batizada é nossa terrinha.

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Assista a esse vídeo da FAZENDA DA SERRA:

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ANTIGAMENTE, OS VELHOS NÃO GOSTAVAM DE SEREM CHAMADOS DE AVÔ E AVÓS,  ENTÃO SURGIAM OS APELIDOS como MADRINHA DA SERRA, PADRINHO VALIM, Padrinho Totonho, etc.

Estes dois últimos são meus bisavôs.

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Neste livro histórico de Patrocínio Paulista, está a foto da Capela da Santa Cruz e do Cemitério anexo, na Fazenda da Serra. Eu estive lá.

Hoje resta uma Gueirova e uma Cruz, no cafezal do Maranha.

Ali a Madrinha da Serra foi enterrada. Infelizmente não sei onde estão os herdeiros desta foto que foi usada no livro.

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No tempo desta foto, por volta de 1905, a Fazenda pertencia ao Capitão Vicente Nunes Ferreira, irmão da  Custódia Nunes, que já era falecida, e, portanto, tio da nossa bisavó MARIA DO CARMO DE SOUZA, mãe da Chinica, (a Alcina Monteiro).

Página do Livro sobre Patrocínio Paulista que fala Fazenda da Serra e sua Capelinha

Hoje é o cafezal do Maranha com uma gueirova e uma cruz, ver acima

NESTE LOCAL HISTÓRICO,  FOI ENTERRADA A MADRINHA DA SERRA,

Neste local sagrado, ela assistia missas, e, rezava terços

NO CEMITÉRIO DA FAZENDA DA SERRA, JUNTO À CAPELA DE SANTA CRUZ:

Hoje, resta esta árvore que aparece junto ao Cruzeiro e junto a uma GUEIROVA muito alta, que dá para ser vista da estrada, no MEIO DO CAFEZAL DO MARANHA, em PATROCÍNIO PAULISTA, PERTINHO DO ASFALTO, NA ANTIGA ESTRADA PARA IBIRACI-MG, bem antes do Bairro PALMITAL, e, bem em frente à FAZENDA SÃO FRANCISCO, que pertence a um juiz.

Onde era a capela da Fazenda da Serra e Cemitério onde a Madrinha da Serra foi enterrada, foi preservado a Cruz e a geirova

Local onde era a Capela e Cemitério da Fazenda da Serra, no Cafezal do Maranha, à margem do Asfalto, que vai para Ibiraci-MG, nas terras que eram da Madrinha da Serra

Veja mais fotos que eu tirei na Fazenda da Serra: CLIC PARA VER:

https://madrinhadaserra.wordpress.com/fotografias-da-fazenda-da-serra/

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O ASSENTO DE BATISMO DA MADRINHA DA SERRA:

AOS TRINTA DE SETEMBRO DE MIL SETESENTOS E OITENTA E DOIS NA CAPELA DA SENHORA DA CONCEIÇÃO DO VARADOR FILIAL DESTA MATRIZ DE AYRUOCA O PADRE JOAO GONÇALVES VIEIRA BATIZOU E POS OS SANTOS OLEOS A INOCENTE JOAQUINA FILHA LEGITIMA DE MANOEL RIBEIRO GUIMARÃES E HELENA MARIA MARTINS. FORAM PADRINHOS JOSE DA COSTA RIOS, SOLTEIRO, E MARIA TEREZA TAMBEM SOLTEIRA. E PARA CONSTAR MANDEI FAZER ESTE ASSENTO QUE ASSINEI ERA UT SUPRA O VIGARIO JOAO DE RESENDE COSTA.”

O padre João de Rezende Costa é parente do José de Rezende Costa que participou da Inconfidência Mineira.

Cópia do acento de batismo da Madrinha da Serra que está em seu processo de casamento, em Franca-SP, em 1809. Os processos de Casamento estão no Museu Chiachiri, em Franca-SP.

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O BATISMO AMPLIADO da MADRINHA DA SERRA, realmente está na folha 32 verso, com diz a transcrição:

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É com emoção que conto a vocês estas estórias que os meus bisavôs e bisavós paternos contavam:

A História da MADRINHA DA SERRA, que viveu 104 anos bem vividos.

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Até hoje, a TV Ribeirão,

http://www.tvnetribeirao.com/,

afiliada da Rede Globo, vai, à Patrocínio Paulista, entrevistar os irmãos Ferreira para contarem a história da Madrinha da Serra.

Uma parte da Fazenda da Serra ainda está com a família.

Isso depois de 200 anos de ter sido formada a Fazenda da Serra por Joaquina Custódia da Conceição, a MADRINHA DA SERRA.

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Sobre o amor dos mineiros (na época, chamados de GERALISTAS) pelos seus escravos, o MARTINICO PRADO, que conheceu a Fazenda da Prata, e a chamou de EXUBERANTE FAZENDA DA PRATA, da  mãe da MADRINHA  DA SERRA, escreveu:

“”””””‘O cafeicultor e deputado estadual paulista Martinho da Silva Prado Júnior, (Martinico Prado), na sessão da Assembleia Provincial de São Paulo,  de 16 de março de 1882.

Condenando a proibição do comércio de escravos entre as províncias brasileiras, Martinico Prado relata, aos deputados paulistas, que muitos proprietários de escravos de Minas Gerais não queriam se separar de seus escravos, quando imigrassem para São Paulo:

Cquote1.svg Ato esse (proibir a venda de escravo para outra província) que, para os pequenos proprietários de escravos da Província de Minas, é o mais atroz possível, pois v. excelência não ignora que o sertanejo mineiro estima e se torna afeiçoado ao seu escravo que se torna parte integrante de sua família, tributando-lhe pronunciada afeição. Relata então o que ouviu de mineiros que queriam vir para São Paulo e desejavam poderem trazer seus escravos: Tenho recebido pedidos instantes, súplicas pungentes, acompanhadas até de lágrimas, para que eles (os escravos) possam vir para esta província (São Paulo) dizendo: “Faça com que a Assembleia paulista nos abra as portas das províncias para não sermos obrigados à miséria ou a vendar aqueles que criamos desde a infância”.! Cquote2.svg
Martinico Prado

[6]

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FOTO DA NASCENTE DO RIBEIRÃO DA PRATA COM MUITA ÁGUA, E, MUITO PRESERVADA, na EXUBERANTE FAZENDA DA PRATA:

Hoje, a nascente está na Fazenda MORADA DA PRATA, cuja entrada é na Rodovia Dr. Altino Arantes, entre Batatais-SP e Altinópolis-SP.

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EU PEGUEI ÁGUA LIMPINHA NA NASCENTE DO RIBEIRÃO DA PRATA:

ENCHI UMA GARRAFA:

Nascente de Rio é a coisa mais pura e  linda da Natureza:

As casas eram sempre perto das nascentes, provavelmente, a casa onde a Madrinha da Serra passou a infância é aqui pertinho.

Aqui conhecemos as duas velhinhas do Norte que moraram desde crianças da Fazenda da Prata.

Encontro inesquecível; com mais de 80 anos, capinavam a nascente. Depois que faleceu uma delas, a nascente começou a ficar cheia de mato.

Pena que não tiramos foto, nem gravamos.  Uma era cega. Diziam que o pai delas, muito bravo, não as deixaram namorar nem casar.

Eu, na nascente do Ribeirão da Prata

A CARTA DE SESMARIA da FAZENDA DA PRATA, em BATATAIS-SP, onde HELENA MARIA MARTINS, e, sua filha MADRINHA DA SERRA foram dos primeiros moradores, puro sertão ainda:

A descrição é fácil de entender:

Subindo o Ribeirão Batatais, ficava a testada (a frente da sesmaria), os fundos, descendo o Ribeirão da Prata até perto do Rio Mogi Guaçu, ia, portanto de Batatais-SP, passava por Brodósqui-SP, cidade que surgiu em terras dos netos da Madrinha da Serra….”

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LEIA A CERTIDÃO DA SESMARIA DE HELENA MARIA MARTINS, mãe da MADRINHA DA SERRA:

e a Sesmaria do marido da MADRINHA DA SERRA, o Antônio Alves Ferreira.

Tudo indica que ele conseguiu esta sesmaria em nome da Madrinha da Serra, pois sua irmã e sua mãe e irmãos conseguiram sesmarias por ali serem pioneiros também.

Esses heróis pioneiros que chegaram a Batatais-SP, por volta de 1800, conseguiram as sesmarias de terras em 1815.

Provaram que cultivaram a terra e conseguiram a documentação das terras, só depois de provarem que a cultivaram e ali residiam.

A irmã da Madrinha da Serra, a Custódia Maria do Sacramento também ganhou uma sesmaria da Fazenda da  Prata.

E DIZ A Carta de Sesmaria:

ONDE SE ACHAM ARRANCHADOS HÁ DEZ ANOS:

O original destas cartas de sesmaria estão no Arquivo Público do Estado de São Paulo.

CLIQUE; VAI ABRIR, FICAR MAIOR:

então CLICA DE NOVO, E, FICARÁ, BEM GRANDE, a foto:

O Arquivo do Estado de São Paulo certifica…..”que revendo o livro……..

SESMARIA DO MARIDO DA MADRINHA DA SERRA

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A extensa e exuberante fazenda da Prata foi desmembrada várias vezes pelos  herdeiros, mas existiu ainda uma parte com este nome, a parte que teve um pedaço desapropriado para criar a povoação que hoje é Brodósqui-SP,, ainda tinha este nome e sede até o ano 2.000, mais ou menos, quando o último dono a loteou em chácaras.

Brodósqui-SP foi construída em terras desapropriadas da Fazenda da Prata.

Eu visitei e fotografei onde era mais provável de ter sido a sede primitiva, na nascente do Ribeirão da Prata, onde hoje se chama  FAZENDA MORADA DA PRATA, em Batatais-SP.

SESMARIA DA MÃE, DE UM IRMÃO E DE UMA IRMÃ DA MADRINHA DA SERRA

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Vou estudar com profundidade os processos de doação, e, de divisão de terras da Fazenda da Serra, que estão no Arquivo Histórico Municipal de Franca-SP, onde nos ajuda, a maravilhosa Viviane.

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MAPA DA NOSSA AMADA REGIÃO do Sertão do Rio Pardo

No nosso tempo:

A Vila de Mogi Mirim-SP, que era enorme, contendo a Freguesia de Casa Branca, Freguesia do Bom Jesus da Cana Verde dos Batatais, (hoje, Batatais-SP), e, Freguesia da Franca:

À Direita da foto, em pontilhado, a Velha Estrada que vinha de São Paulo para Goiás, a Velha Estrada do Anhanguera, e que passava por Batatais-SP, (Cana Verde),  Franca-SP e Uberaba-MG

No mapa, abaixo, estão assinalados, a Fazenda da Prata, da Serra, Canoas e Macaúbas, respectivamente de HELENA MARIA MARTINS (mãe da Madrinha da Serra),  da Madrinha da Serra, do genro da madrinha TENENTE ALBINO NUNES DA SILVA, e a fazenda de ANTÔNIO ALVES DE GUIMARÃES, sogro da Madrinha da Serra (o Sítio das Macaúbas, perto do ribeirão do mesmo nome, e, perto do Rio Sapucaí-Mirim).

CLIC uma vez, DEPOIS, clic outra vez, e, veja a foto em tamanho grande:

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Fomos Pioneiros na Estrada do Anhanguera

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O pai da MADRINHA DA SERRA, o vimaranense Manuel Ribeiro de Guimarães, era de uma cultura tremenda. Ele era um grande cartógrafo. Ele desenhou importantes mapas de caminhos das “Minas Geraes” manuscritos. Participou das expedições aos quilombos famosos de Minas Gerais que atacavam os viajantes na Picada de Goiás.

Nos dois PDF abaixo, tem desenhos feitos por ele, feitos pelo pai da Madrinha da Serra:

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Acento de Casamento dos pais da Madrinha  da Serra:

AOS VINTE DIAS DO MÊS DE FEVEREIRO DE MIL SETECENTOS E SETENTA E CINCO NA CAPELA DA SENHORA DO PORTO DO TURVO FILIAL DESTA MATRIZ DA SENHORA DA CONCEIÇÃO DA AYRUOCA ASENTEI DE LICENÇA MINHA COM PROVISÃO DO REVERENDO DOUTOR VIGÁRIO DE VARA PELA HUMA HORA DA TARDE O PADRE MATHEUS PINTO DE ANDRADE CAPELÃO DA DITA CAPELA O SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO QUE EM SUA PRESENÇA CELEBRARÃO MANOEL RIBEIRO GUIMARÃES FILHO LEGÍTIMO DE ANTÔNIO RIBEIRO E ANA GONÇALVES NATURAL E BATIZADO NA FREGUEZIA DE SÃO LOURENÇO DE GULAENS, TERMO DA VILA DE GUIMARÃES, ARCEBISPADO DE BRAGA E HELENA MARIA MARTINS BATIZADA NESTA FREGUEZIA DA AIRUOCA FILHA LEGÍTIMA DE FRANCISCO VAZ E JOANA MARTINS, LOGO LHE LANÇOU AS BENÇÕES NA FORMA DO RITUAL ROMANO E “CONSTITUIÇÕES DESTE BISPADO”. SENDO A TUDO PRESENTES AS TESTEMUNHAS DOMINGOS DE MACEDO E MATIAS DA SILVEIRA E PARA CONSTAR FIZ ESTE ASSENTO. AYRUOCA ERA UT SUPRA. O VIGÁRIO  JOSÉ JUSTINO DE OLIVEIRA GONDIM”.

A paróquia de São Lourenço de Golães, ou Gulães, era vigararia da apresentação do Convento de Santo Tirso, no termo de Guimarães. Segundo a “Estatística Parochial” (1862) foi abadia por algum tempo e passou, mais tarde, a reitoria. Pertenceu ao concelho de Guimarães, passando para o de Fafe por decreto de 31 de Dezembro de 1853. É paróquia da diocese de Braga.

Genealogia vem de Gene- Há um gene que só nós portugueses temos.

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Nota: A Capela do Porto do Turvo, onde a mãe da MADRINHA DA SERRA foi batizada, é, hoje, ANDRELÂNDIA-MG, município vizinho a Aiuruoca-MG.

Nota: A Freguesia de São Lourenço de Gualaens hoje se chama Freguesia de Golães, e, fica, atualmente, no Concelho de Fafe, próximo à Guimarães, primeira capital de Portugal, de onde também veio para o Brasil, o sogro da MADRINHA DA SERRA.

FAFE TEM UMA DAS CASAS MAIS ORIGINAIS DO MUNDO:

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Aqui sobre a Paróquia, (Na Freguesia de Golães), em que o pai da MADRINHA DA SERRA FOI BATIZADO:

Infelizmente, não consegui encontrar o assento de Casamento, nem o assento de Batismo deles, em Golães.

Em Portugal se diz paróquia no religioso – Na divisão política é freguesia.

Correio do Minho (2013-09-18) 2

https://pt.wikipedia.org/wiki/Gol%C3%A3es

Golães é uma freguesia portuguesa do concelho de Fafe, com 4,7 km² de área[1] e 2 135 habitantes (2011)[2]. Densidade: 454,3 hab/km². Está situada na margem direita do rio Vizela, afluente do Ave, que a separa da freguesia sede, Fafe. Faz fronteira com as freguesias de Fornelos, a Nascente; Passos, a Norte; Arões (S. Romão), a Poente; e numa pequena parte com Cepães, a Sul.

O povoamento do território de Golães deverá ser bastante remoto, apesar de no levantamento arqueológico de 1983, efetuado por Henrique Regalo, não constarem no local vestígios de remotas ocupações, limitando-se o referido autor a registar duas pontes e alegadas vias medievais: a Ponte de Bouça ou de S. Gidos e a de Barroco.

O topónimo “Golães” é um derivado do baixo latim “(campus) Goulanus”, ou seja “o campo de Goula”, fazendo referência a um possível povoador ou senhor destas terras.

A primeira referência documental a esta freguesia, data de 1014 e trata da doação efetuada por Ramiro II de Leão ao Mosteiro de Guimarães, onde se inclui o “Mandamento de Arones cum Varzanella et Golanes et Quintianes”, não sendo possível através deste documento, comprovar se já existiria a paróquia. Esta surge nasInquirições de 1220, com um orago diferente do actual:”ecclesie Sancte Ovaye de Golaes”. A alteração do orago ter-se-á dado entre 1320 e 1528, surgindo nesta data, como “São Lourenço de Gulães”.

No campo eclesiástico, a paróquia pertenceu inicialmente a D. Sancha Paes, por doação de D. Afonso Henriques, em 1175; posteriormente, esteve na posse do Mosteiro de Santo Tirso, alegadamente a partir de 1253.

No que se refere ao património cultural e edificado, destacam-se nesta freguesia: as Pontes medievais de S.Gidos e de Barrôco, a Fonte de Degojo, a Igreja Paroquial, a Capela de Nossa Sra de Fátima – Varziela e a Capela de Santo André, o sarcófago e o Museu Hidroeléctrico de Santa Rita, som equipamentos e materiais de 1914, considerada uma relíquia da arqueologia industrial.

O artesanato é ainda uma das atividades de destaque, o que revela o interesse da população pelos seus costumes, sendo a pirotecnia e a manufactura dos chapéus, os ofícios mais enraizados na sua cultura.

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Como é, hoje, a nossa terrinha em Portugal, de onde veio o pai da MADRINHA DA SERRA:

FREGUESIA DE GOLÃES – CONCELHO DE FAFE, Distrito de Braga, Portugal

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Veja mais sobre Fafe aqui:

http://www.cm-fafe.pt/noticias-geral

15 razões para quem não é português como nós amarem a terrinha. Nós amamos porque somos da terrinha, aquilo tudo é nossa vida… fomos nós que construímos Portugal e depois construímos o Brasil…….. O Terra Amada… Nós amamos Portugal pois ali vivemos felizes por séculos nas nossas aldeias, no país mais pacífico e puro do mundo. Que coisa melhor no mundo que é ser Português do Brasil?

1. A praia da Ponta da Piedade foi considerada pelo jornal Huggington Post como a mais bela do mundo.

2. O canhão da Nazaré é o melhor local do mundo para fazer surf.

3. Segundo a revista Wine Spectator, o melhor vinho do Mundo em 2014 é Português.

4. O Alentejo foi eleito a melhor região vinícola do mundo em 2014.

5. O jornal americano USA Today elegeu este ano Portugal como o melhor país da Europa, destacando a riqueza da história, música, paisagens, fado e aldeias e vilas pitorescas.

6. É considerado o melhor destino do mundo para praticar golf.

7. O fado, música típica lisboeta, é património mundial da UNESCO.

8. Lisboa foi ditinguida como uma das cidades com melhor arte urbana do mundo.

9. Portugal está recheado de aldeias e vilas encantadoras e charmosas. Uma dessas aldeias, Sortelha, foi considerada uma das mais belas do mundo.

10. Um estudo do TripAdvisor com mais de 50.000 entrevistas a turistas destaca os portugueses como os mais acolhedores do mundo.

11. A culinária é cada vez mais distinguida e reconhecida e em 2014 foram vários os restaurantes a ganhar estrelas Michelin.

12. Os doces são muitos e variados. Cada cidade ou vila possui um doce típico e todos eles são saborosos.

13. O clima é ameno e o Sol é garantido em quase 300 dias por ano.

14. Portugal possui grandes referências na arquitectura e acumula prémios no design de hotéis e edifícios culturais.

15. Centenas de castelos, palácios e museus que testemunham a grandiosa história do País.

Nota: Aiuruoca-MG, onde nasceu a MADRINHA DA SERRA, é a cidade das CACHOEIRAS:

A Madrinha da Serra, Joaquina Custódia da Conceição, nasceu em 1784, na Paragem da Capela do Varadouro, às margens do Rio Aiuruoca, pertencente a uma pequena Freguesia chamada Aiuruoca na Capitania das Minas Gerais dos Cataguases. Era uma Geralista, portanto, como se dizia na época.

A Fazenda Varadouro ainda existe e fica a esquerda próximo ao Rio Baependi, na divisa entre Aiuruoca-MG e …..

A Freguesia de Aiuruoca-MG é vizinha do Curato do Turvo, hoje Andrelândia-MG, onde nasceu sua mãe – A nossa querida avó HELENA MARIA MARTINS.

AIURUOCA é um lugar cheio de cachoeiras, mas de vida muito dura, naquele tempo, quando se dizia, dos pioneiros, que MORRIAM DE FOME COM UMA ESPIGA NA MÃO.

Naquele ano de 1784, o ouro já era pouco, e VOVÓ HELENA MARIA MARTINS E A MADRINHA DA SERRA viveram a chamada:

“A DECADÊNCIA DAS MINAS E A FUGA DA MINERAÇÃO”.

Leiam o livro: “A DECADÊNCIA DAS MINAS E A FUGA DA MINERAÇÃO“, de Waldemar de Almeida Barbosa.

Conheci o Velho Barbosa; ele ensinou-me muito muito

Os geralistas buscaram no Oeste, Brasil Central, regiões menos povoadas e com terras boas, com menos serras, mais próprias para agricultura.

Essa “MARCHA PARA O OESTE”, foi feita, em caravanas, com dezenas de carros de bois.

Diversas famílias  marcharam de MINAS GERAIS (especialmente de Conselheiro Lafaiete-MG e região,  para o Sertão do Rio Pardo, e, formaram a FREGUESIA da FRANCA, em 1806, da qual, depois, desmembrou-se, em 1815, a FREGUESIA DO BOM JESUS DA CANA VERDE DOS BATATAIS-SP.

Sim, somente Vovó Helena, a Madrinha e seus irmãos, porque o pai da MADRINHA DA SERRA, o português de Guimarães, Manoel Ribeiro Guimarães, já havia falecido.

Que Coragem!!!

Sertão do Rio Pardo –

Sertão do Capim Mimoso –

Sertão da Vila de Mogi Mirim – Sertão Puro!

Vovó ganhou uma Sesmaria do Governo de São Paulo, em 1.815, depois de ter formado e desbravado junto com outros pioneiros, durante 10 anos, a Fazenda da Prata – perto de onde é, hoje, a zona urbana de Batatais-SP, a cidade dos presidentes da república, e, onde os ALVES FERREIRA foram gente importante na política, e, na Igreja.

A Fazenda da Prata ia até próxima do Rio Mogi Guaçu, próximo a Ribeirão Preto-SP.

Foi chamada por MARTINICO PRADO de:

A “EXUBERANTE Fazenda da Prata“.

Em breve, posto, o texto do amigo Martinico Prado, o heroico empreendedor Martinho da Silva Prado Jr.

Mapa da Fazenda e Ribeirão da Prata:

Perto de Batatais-SP, e, da rodovia que vai para Altinópolis-SP, está a nascente do Ribeirão da Prata; ali ficava a Exuberante Fazenda, que fora a Sesmaria “Ribeirão da Prata”, de Helena Maria Martins, a heroica mãe da Madrinha da Serra

ONDE ERA A EXUBERANTE FAZENDA DA PRATA DESCRITA POR MARTINICO PRADO E QUE PARTE DELA DEU ORIGEM A Brodósqui-SP foi loteada em sítios por volta do ano 2000.

aqui outro mapa, onde aparecem Brodósqui-SP, Batatais-SP, a fazenda da prata e a fazenda morada da prata onde está a nascente do ribeirão da prata, local muito bonito de água pura.

Os locais são aproximados.

fazenda da prata mapa

A imensa Vila de Mogi Mirim-SP compreendia toda a Região da terra roxa até o Rio Grande, divisa com Minas Gerais.

Sesmaria é um lote de terra que é só mato ainda; E neste lote, quem a ganha tem que construir tudo a partir do nada, sem ajuda nenhuma do Governo e sem Crédito Agrícola para formar sua Roça.

Fazendo parte, portanto, elas, das primeiras levas de Geralistas pioneiros na Estrada do Anhanguera. Isso, na virada de 1.800 anos do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Sim, eram, estes geralistas, que fizeram a “FUGA DA MINERAÇÃO”, conhecidos como os “Entrantes no Sertão do Rio Pardo”, na “Estrada do Anhanguera”.

Leiam os livros: “OS ENTRANTES DO SERTÃO DO RIO PARDO”, e,  “NA ESTRADA DO ANHANGUERA”.

Na Fazenda da Prata, faziam queijo, (tradição da família que chegou até a Vovó Chinica), e, criavam gado.

Ali, a Madrinha da Serra ficou até 1809, quando a Madrinha da Serra casou-se com seu vizinho ANTÔNIO ALVES FERREIRA, natural de Itaberaba-MG.

Não entendo porque a Madrinha da Serra casou, tão tarde, com 24 anos. O comum era a menina casar-se aos 14 anos de idade.

Assento de casamento da Madrinha da Serra  

MILHARES DE DESCENDENTES DESTE CASAMENTO EM FRANCA-SP em 1809:

Aos nove dias do mês de janeiro de mil e oitocentos e nove annos conforme o Concilio Tridentino e Constituição se receberão em matrimônio em minha presença com palavras de mutuo consenso Antônio Alves Ferreira natural da Freguesia de Itaverava e Joaquina Custódia da Conceição da Freguesia de Airuoca, ambos do Bispado de Mariana, …. (receberão) as benções nupciais conforme o Ritual Romano, e sendo (testemunhas) Cláudio José da Cunha e José Locoronho de Paiva que comigo se assignarão. E para constar fiz este assento.

O Vigário Joaquim Martins Rodrigues.

Assento de casamento da Madrinha da Serra, na Matriz de Franca-SP, em 9 de janeiro de 1809

Vovô Antônio Alves Ferreira era filho de outro sesmeiro, gente que trabalhou duro por anos e ai conseguiu do governo título de terra, em Franca-SP, ANTÔNIO ALVES DE GUIMARÃES, também natural de Guimarães, berço de Portugal.

Antônio Alves de Guimarães foi um dos fundadores, em 1806, da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Franca del Rey, atual Franca-SP.

Leia sobre Antônio Alves de Guimarães, sua mulher, e, sobre seus antepassados, em:

https://madrinhadaserra.com/os-alves-ferreira-em-franca-sp-e-batatais-sp-familia-do-esposo-da-madrinha-da-serra/ 

Da mesma cidade, na época Vila, do pai da Madrinha da Serra, e, é da mesma época dele, e, é provável que vieram juntos para o Brasil.

Sim, o pai da MADRINHA DA SERRA, (Manoel Ribeiro Guimarães), e o seu sogro, (Antônio Alves de Guimarães), eram conterrâneos; ambos da primeira capital de Portugal.

Ficou viúva em 1821. Casou-se uma segunda vez, e, ficou viúva de novo, em 1832.

Formou a Fazenda da Serra, nessa época, e, a dirigiu até morrer, em 1886, com 104 anos de idade.

fazendadaserrageral

LOCALIZAÇÃO da FAZENDA DA SERRA, no GOOGLE MAPAS:

Abaixo, a antiga Estrada para Ibiraci-MG, hoje estrada para o palmital, no X era o Cemitério onde tem até hoje uma Cruz no cafezal do Maranha.

  No outro x perto da rodovia estadual Ronan Rocha ficava a casa da Madrinha da Serra

no espigão, divisor de águas, várias nascentes correndo para o norte, e, várias nascentes  correndo para o sul.

A Fazenda da Serra tem muita água, Excelente, portanto

O cemitério fica em linha reta 1,5 km da casa da Madrinha da Serra.

Vista aérea da Fazenda da Serra, próximo à rodovia o ponto marcado com X era o local da Casa da Madrinha da Serra REPARE QUE COMO TODAS AS CASAS ANTIGAS FICAVA PERTO DE UMA NASCENTE DE ÁGUA, o outro ponto assinalado era o local da capela e cemitério da Fazenda da Serra

Origens de PATROCÍNIO DO SAPUCAÍ, hoje PATROCÍNIO PAULISTA-SP, terra da Madrinha da Serra, dos Faleiros, e, que foi fundada por um MONTEIRO, irmão do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, e, chamado Joaquim Carlos Monteiro.

http://familianfaleiros.blogspot.com/2011/02/dados-historicos-sobre-patrocinio.html

e, leia a História de Patrocínio Paulista-SP aqui:

Foi um tio nosso João Carlos Monteiro, filho de José Monteiro de Araújo, que doou o terreno para a Igreja em volta da qual nasceu a cidade.

https://madrinhadaserra.com/historia-de-patrocinio-paulista-fundada-por-monteiros-onde-viveu-a-madrinha-da-serra/

Eu conheci o Juiz Carlos Aberto que organizou este livro

Todo município deveria ter um livro deste

COMO ERA PATROCÍNIO PAULISTA QUANDO OS MONTEIRO DE ARAÚJO SAÍRAM DE LÁ PARA CONSTRUÍREM PENÁPOLIS-SP, POR VOLTA DE 1904, e depois chamaram os  irmãos que estavam em Uberaba-MG, os quais chegaram a Penápolis-SP, em 1912.

patrocinio um

Onde era a casa da Madrinha da Serra,  indo para Itirapuã-SP, uns 100 metros a esquerda do asfalto, na atual fazenda São Francisco, onde há alguns anos é que foram tiradas as pedras de sua fundação, fica num alto plano pouco acima de uma valo grande uma baixada, as casas tinham que ficarem perto de veio d´água, ali perto, ao lado teve uma olaria, quer dizer que tinha barro.

Em linha reta 500 metros,  na outra estrada de asfalto, antiga estrada para o Aterrado (hoje chamada Ibiraci-MG, no cafezal do Maranha, ficava o cemitério da Fazenda onde a Madrinha da Serra foi enterrada. Ver fotos acima de lá.

COMO É A REGIÃO DA FAZENDA DA SERRA EM 2016 – VAI SER DUPLICADA A RODOVIA QUE PASSA PERTINHO DE ONDE ERA  A CASA DA  MADRINHA DA SERRA na beira do Rio Sapucaizinho , lá por volta de 1820

Bem mais fácil agora, bem diferente da comitiva de carros de boi pelas trilhas para ocuparem a Serra e a transformarem sem ajuda de governo em uma fazenda produtiva.

QUE CONFORTO E DIFERENÇA DO TEMPO EM QUE A MADRINHA DA SERRA CHEGOU DE CARRO DE BOI NO MATO.

Início das obras de duplicação SP 345 e Inauguração de EMEB

O Governador de São Paulo,iniciou as obras de duplicação da Rodovia Engenheiro Ronan Rocha, a SP-345 entre os municípios de Itirapuã e Patrocínio Paulista. Também descerrou a placa da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ” Professora Selma Hilário dos Santos Brito” em Itirapuã. 06/04/2016 – Itirapuã – Foto: Eduardo Saraiva/A2IMG

 

Início das obras de duplicação SP 345 e Inauguração de EMEB

O Governador de São Paulo,iniciou as obras de duplicação da Rodovia Engenheiro Ronan Rocha, a SP-345 entre os municípios de Itirapuã e Patrocínio Paulista. Também descerrou a placa da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ” Professora Selma Hilário dos Santos Brito” em Itirapuã. 06/04/2016 – Itirapuã – Foto: Eduardo Saraiva/A2IMG

Início das obras de duplicação SP 345 e Inauguração de EMEB

O Governador de São Paulo,iniciou as obras de duplicação da Rodovia Engenheiro Ronan Rocha, a SP-345 entre os municípios de Itirapuã e Patrocínio Paulista. Também descerrou a placa da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ” Professora Selma Hilário dos Santos Brito” em Itirapuã. 06/04/2016 – Itirapuã – Foto: Eduardo Saraiva/A2IMG

 

 

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Início das obras de duplicação SP 345 e Inauguração de EMEB

O Governador de São Paulo,iniciou as obras de duplicação da Rodovia Engenheiro Ronan Rocha, a SP-345 entre os municípios de Itirapuã e Patrocínio Paulista. Também descerrou a placa da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ” Professora Selma Hilário dos Santos Brito” em Itirapuã. 06/04/2016 – Itirapuã-SP – Foto: Eduardo Saraiva/A2IMG

 

Qua, 06/04/16 – 13h02 Portal do Governo do Estado de São Paulo

Começam as obras de duplicação da SP-345 entre Itirapuã e Patrocínio Paulista

Serão beneficiados mais de 22 mil habitantes; intervenção aumentará capacidade de tráfego e ampliará conforto do usuário…

Obras trarão como principal benefício para a região aumento na capacidade de tráfego, ampliando o conforto do usuário e o fluxo de veículos

. Rodovia Engenheiro Ronan Rocha (SP-345) será duplicada

Começaram as obras de duplicação da Rodovia Engenheiro Ronan Rocha (SP-345) entre os municípios de Itirapuã e Patrocínio Paulista. Serão duplicados 9,5 quilômetros da SP-345, do km 10,5, em Itirapuã, ao km 20, em Patrocínio Paulista, com investimento de R$ 71,1 milhões, beneficiando uma população de mais de 22 mil habitantes. O governador Geraldo Alckmin acompanhou nesta quarta-feira (6) o início dos serviços.

“No viaduto de entrada, no trevo de Itirapuã acaba com aquela passagem em nível e nós passamos a ter uma grande obra de arte. Isso traz empresas e emprego para a região, que é o que o Brasil e São Paulo precisam. De outro lado é uma vacina para evitar acidente frontal porque ela duplicada não tem choque frontal, que é o tipo de acidente de maior gravidade”, disse o governador Geraldo Alckmin.

Além das obras de duplicação especificamente, a intervenção irá englobar as implantações de um dispositivo de acesso em desnível para o município de Itirapuã na altura do km 11,1; de dois dispositivos de retorno nos kms 13,95 e 16,1, ambos na altura de Patrocínio Paulista, e de nova ponte sobre o Rio Sapucaizinho, no km 18,8, também em Patrocínio Paulista.

Entre os benefícios para a região estão o aumento na capacidade de tráfego, ampliando o conforto do usuário e o fluxo de veículos. Também aumentará a segurança viária, um dos objetivos do Governo do Estado, como destaca o governador: “Nas rodovias concessionárias do estado nós tivemos uma redução de 23% de mortes no ano passado. Isso é muito importante porque houve uma redução de mortes de quase 1/4 nas rodovias concessionadas”. A duplicação da estrada é uma das principais ferramentas para a redução de colisões frontais e laterais, que ocorrem durante a realização de ultrapassagens indevidas, e traseiras, ocasionadas pela distração dos motoristas em casos de freadas bruscas, por exemplo.

A intervenção será realizada pela concessionária Autovias, com verba proveniente do pedágio, e  terá fiscalização e gerenciamento da Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo).

Do Portal do Governo do Estado

Leia, no link abaixo, os  nomes dos filhos e netos, e, de alguns bisnetos da Madrinha da Serra.

Por enquanto, neste  link, está só até os netos, e, alguns bisnetos:

2- Descendentes da Madrinha da Serra

A MADRINHA DA SERRA é a mãe de:

Lauriana Esméria Ferreira que é mãe de:

Custódia Nunes que é mãe de:

Maria do Carmo de Souza que é mãe de:

Alcina Monteiro que é mãe de:

Alceu Júlio da Silveira que é o pai de:

PAULO CÉSAR DE CASTRO SILVEIRA que escreveu este site

O segundo marido da MADRINHA DA SERRA chamava-SE Joaquim Ferreira dos Santos, também viúvo.

O seu segundo casamento ocorreu, em Batatais-SP, no dia 26/nov/1822.

Sem filhos deste segundo casamento. Ele faleceu em 1832. Foi casamento de dois viúvos. Ela moradora em Franca-SP, provavelmente na Fazenda da Serra. O inventário do primeiro marido Antônio Alves Ferreira esclareceria se tinham a Fazenda da Serra quando ele morreu. O inventário de bens que ficaram de Antônio Alves Ferreira deve estar no Arquivo Municipal da Franca-SP

No mapa de população de 1824 já são moradores na Franca-SP, que já poderia ser na Fazenda da Serra.

Aqui o assento do segundo casamento dos viúvos:

segunda casamento madrinha

DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO

A linda História da Madrinha da Serra é passada de geração em geração há 130 anos, desde 1886, de mãe para filha e sua memória perpetua-se.

O orgulho de ser sua neta, bisneta, tri-neta, tetra-neta, penta-neta, sexta-neta e sétima-neta da MADRINHA DA SERRA

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São 8 gerações de descendentes da Madrinha da Serra até 2019

AQUI COMEÇA OS MILHARES DE DESCENDENTES DA MADRINHA DA SERRA:

A Primeira Geração:

Filhos da Madrinha  da Serra

Filhos nascidos, entre 1810 e 1820,

estariam, hoje, 2019, com a idade entre 199 e 209 anos de idade

OS CINCO FILHOS DA MADRINHA DA SERRA

1- JOSÉ ALVES FERREIRA (José teve 12 filhos que são netos da MADRINHA DA SERRA)

1- José Alves Ferreira, teve 12 filhos: NASCIDO EM 1810.

– Joaquina Cassiana de Araújo, solteira, 54 anos em 1886

– Maria Joaquina de Assunção, falecida, 10 filhos

– Cândida Cassiana de Assunção. c/c José Antônio Pinto

– Helena Cassiana de Assunção, viúva

– Carolina Cassiana de Assunção, c/c José Rodrigues Moreira

– Francisco Alves Ferreira, casado

– Josefa Cassiana de Assunção, viúva

– José Alves da Silva, casado

– Mariana Cassiana de Assunção, solteira, 36 anos

– Joaquim Alves Ferreira, casado. (SERÁ ESSE QUE FOI DOUTOR EM BAURU-SP?).

– Maria Laudelina de Jesus, solteira, 32 anos

– Cândido Alves Ferreira, casado

 

2- LAURIANA ESMÉRIA FERREIRA (8 filhos que são netos da MADRINHA DA SERRA), NOSSA AVÓ: que seguiremos seus filhos e netos abaixo.

NASCIDA EM 1811.

Laurina casou-se em 1827 com o Tenente Albino Nunes da Silva nascido em 1800 +- com 29 anos na lista de moradores de Franca-SP de 1829.

O Tenente Albino Nunes da Silva que foi vereador em Franca-SP nasceu no Morro do Mateus Leme Pará de Minas-MG.

Ver sobre a família do Tenente Albino Nunes da Silva, Nunes Gouveia, neste site.

Nome LAURIANA em homenagem à tia falecida de peste com 18 anos em 1813:

(((A Madrinha da Serra teve os irmãos Manoel Ribeiro Guimarães, Maria Justina Ribeira, Anna Esméria Ribeira, Joaquim Ribeiro Guimarães e Margarida Joaquina da Conceição.
Contudo encontrei mais três irmãos que faleceram solteiros em Franca devido a “febre podre”, todos faleceram em 1813. A febre podre foi uma epidemia que atingiu muitas famílias da época.
Eles eram:
José Ignácio Ribeiro, falecido em 20/04/1813 com 33 anos;
Antônio, falecido em 30/03/1813 com 15 anos;
Lauriana, falecida em 24/10/1813, com 18 anos.)))

 Clic no link abaixo para ver a família do Tenente Albino, casado com Lauriana:

A Família do Tenente Albino Nunes da Silva, genro da Madrinha da Serra

“”Aos vinte e cinco dias do mês de outubro de mil oitocentos e onze nesta freguesia de franca solenemente baptizei e puz os sanctos óleos a Laurianna filha legítima de Antônio Alves Ferreira e Joaquina Custódia da Conceição. Foram Padrinhos Manoel Ribeiro Guimarães (avô ou o tio homônimo) casado e Josefa Gomes Moreira (avó) mulher de Antônio Alves de Guimarães do que para constar fiz este assento O vigário Joaquim..””

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Batismo de Lauriana, filha da Madrinha da Serra, e, mãe de Custódia Nunes, que também é chamada Custódia Maria de Jesus,

E a filha da Lauriana, a Custódia Nunes, foi a mãe dos 5 Nunes de Souza, que vieram para Penápolis-SP, casados com os 5 irmãos Monteiro de Araújo

5 Nunes de Souza casados com 5 Monteiro de Araújo

Casamento de Lauriana, filha da Madrinha da Serra-

3° filho da madrinha da serra: MARIA ALVES FERREIRA (12 filhos que são netos da MADRINHA DA SERRA)

Maria Alves Ferreira, 12 filhos: NASCIDA EM 1812 ou 1813 (Aqui houve dificuldade de leitura do inventário, li pereira e outros ferreira, o marido de Maria Alves deve ser Pereira).

– Joaquina Custódia da Conceição, MESMO NOME DA MADRINHA da serra, c/c Joaquim Antônio dos Reis.

– José Alves Pereira, solteiro, 50 anos

– Maria Joaquina de Jesus, falecida,  viúva de Luvino José Francisco Pereira, 2 filhos.

– Antônio Alves Pereira, falecido, 3 filhos.

– Lauriana Alves Pereira, c/c José Diogo Pereira.

– Maria Cândida Ferreira, c/c Baldino Alves Ferreira.

– Francisco Alves Pereira, casado.

– Joaquim Alves Pereira, casado

– Silvestre Alves Pereira, falecido, 4 filhos.

– João Alves Pereira, viúvo.

– Umbelina Honória Ferreira, solteira, 38 anos.

– Custódia de Tal, c/c Herculano José de (Frurerca?)

 

 

4- JOAQUINA CUSTÓDIA DA CONCEIÇÃO (5 filhos que são netos da MADRINHA DA SERRA)

mesmo nome da Madrinha da Serra

4- Joaquina Custódia da Conceição, 5 filhos, NASCIDA EM 1812 OU 1813

– Antônio Custódio da Conceição, falecido, 7 filhos.

– Honório Alves da Silva, falecido, 1 filho.

– Maria Antônia da Conceição, falecida, c/c Belarmindo de Freitas, 3 filhos.

– Eufrasina Custódia da Conceição, c/c Antônio de Paula Coelho.

– Delfino Alves da Silva Capanema, casado.

5- FRANCISCO ALVES DE ASSIS (6 filhos que são netos da MADRINHA DA SERRA).

Casado com uma filha do Sargento Mor José Justino Faleiros o principal, o maioral de Franca-SP, tronco de todos os Faleiros da região.

5- Francisco Alves de Assis, 6 filhos .NASCIDO EM 1817, ficou órfão de pai muito criança ainda, (casado, em 15 de janeiro de 1841,  com Maria Justina de Jesus, filha de José Justino Faleiros). Seus descendentes estão no livro dos Faleiros, do Osório Faleiros da Rocha, da página 171 até a página 222, uma descendência numerosa.

Custódio Alves Faleiros, casado

– Antônio Alves Faleiros, casado

– Maria Claudina c/c Francisco Antônio da Luz (ou de Souza)

– José Alves Ribeiro, casado

– João Faleiros de Assis, casado.

– Maria Carolina de Jesus, casada com Venâncio José do Nascimento.

Todos os filhos faleceram antes da MADRINHA DA SERRA falecer. Até netos já haviam falecido em 1886.

Seus herdeiros foram, então 43 NETOS e mais vários bisnetos, pois vários netos já eram falecidos quando a Madrinha da Serra morreu, em 1886, em Patrocínio Paulista-SP

A MADRINHA DA SERRA teve só 5 filhos, na década de 1810, pouco filho para os padrões do tempo dela, mas seus  filhos e netos tiveram eles mais de 10 filhos cada um, de maneira que, hoje, somos milhares de descendentes da MADRINHA DA SERRA.

PRIMEIRA GERAÇÃO:

SEGUIREMOS A FILHA LAURIANA ESMÉRIA FERREIRA

Nome em homenagem à tia Lauriana irmã da Madrinha da serra, falecida com 18 anos em 1813.

A madrinha da Serra teve os irmãos Manoel Ribeiro Guimarães, Maria Justina Ribeira, Anna Esméria Ribeira, Joaquim Ribeiro Guimarães e Margarida Joaquina da Conceição.
Contudo encontrei mais três irmãos que faleceram solteiros em Franca devido a “febre podre”, todos faleceram em 1813. A febre podre foi uma epidemia que atingiu muitas famílias da época. Eles eram:
José Ignácio Ribeiro, falecido em 20/04/1813, com 33 anos;
Antônio, falecido em 30/03/1813 com 15 anos;
Lauriana, falecida em 24/10/1813, com 18 anos.

Lauriana Esméria Ferreira, (FILHA da MADRINHA DA SERRA), é da Primeira Geração.

Casou-se com o Tenente, e, Vereador de Franca-SP, ALBINO NUNES DA SILVA, em 1827. 

A lista de População de Franca-SP de 1829 dá o Albino Nunes da Silva como Branco (recém) casado de idade de 29 anos, e, dá sua esposa Lauriana Esméria Ferreira como branca casada da idade de 19 anos.

As datas são coerentes. A Vovó Lauriana nasceu em 1811. O vovô Tenente Albino teria nascido então em 1799 ou 1800 no Morro do Mateus Leme, Pará de Minas.

O tenente Albino da Fazenda Cristais dos Nunes e da Fazenda Canoas vizinha da Madrinha da Serra e na Fronteira de Minas Gerais com a atual Itirapuã-SP foi pessoa importante e vereador em Franca-SP. Sua Família dos Nunes e Gouveia também foi muito importante, dos velhos troncos francanos.

O original desta imagem está sob a guarda do Arquivo Público do Estado de São Paulo.

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morador 135 – Albino Nunes da Silva Masculino 29 anos Casado Branco vive da Lavoura, Laurianna Esméria 19 anos casada branca.

O Tenente Albino Nunes da Silva é da importante família NUNES DA SILVA.

Leia sobre os NUNES DA SILVA, Nunes Gouveia:

https://madrinhadaserra.com/a-familia-do-tenente-albino-nunes-da-silva-genro-da-madrinha-da-serra/ 

Era proprietário da Fazenda Canoas, que é vizinha da Fazenda da Serra, e, perto do Garimpo das Canoas, hoje Claraval-MG.

Ele é dos Nunes, da Fazenda Cristais dos Nunes, também, próxima da Fazenda da Serra.

O nome Laurina Esméria é uma homenagem à sua tia Ana Esméria, irmã da Madrinha da Serra.

FOI DAQUI DE PATROCÍNIO PAULISTA QUE FOMOS PARA UBERABA-MG E PENÁPOLIS-SP

NO TEMPO QUE A MADRINHA DA SERRA ERA VELHINHA JÁ TINHA SIDO CRIADO A FREGUESIA E O MUNICÍPIO EM 1885. QUANDO ELA MORREU EM 1885 JÁ EXISTIA O MUNICÍPIO DESMEMBRADO DE FRANCA-SP, POR ISTO SEU INVENTARIO FICAVA NO FÓRUM DE PATROCÍNIO PAULISTA. HOJE ESTA NO ARQUIVO EM JUNDIAÍ-SP

Foto de PATROCÍNIO PAULISTA, EM 1910, quando estava voltando o Antônio Monteiro de Araújo para Penápolis-SP. Ele tinha ido por volta de 1904, depois voltou para Franca-SP.  E foi novamente para Penápolis-SP. Chamou os irmãos para ir com ele para Penápolis-SP.

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Aqui foto da Casa de Câmara e Cadeia de Patrocínio do Sapucahy, do inicio do Seculo XX depois fórum (preso em baixo, juiz em cima.)  Estava preservada em 2010, com 100 anos ou mais, quando estive lá.

Quando o pessoal, Antonio Monteiro e outros tantos saíram daqui para Penápolis-SP esta Casa de Câmara e cadeia já existia. É a que aparece no canto esquerdo da foto bem lá em cima..

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SEGUNDA GERAÇÃO da Madrinha da Serra

 Netos da Madrinha da Serra – e Filhos da Lauriana Esméria Ferreira

8, oito,  Netos da Madrinha da Serra, e, filhos da Lauriana:

Nascidos, entre 1829 e 1845, estariam, hoje, 2019, com a idade entre 169 e 190 anos de idade

 Agora seguiremos  SOMENTE os 8 (oito) FILHOS da LAURIANA ESMÉRIA FERREIRA (que é da Primeira Geração), os quais são NETOS DA MADRINHA DA SERRA.

Lauriana e Albino, (primeira geração), tiveram de filhos: (segunda geração da Madrinha da Serra):

 1-Major José Nunes Ferreira, casado,

2- Maria do Carmo Ferreira, falecida, 4 filhos,

3-  Antônio Nunes Ferreira, falecido, 4 filhos,

4- Helena Maria de Jesus, viúva, nome dado em homenagem à sua bisavó. Esta filha de Lauriana casou-se na Família Diniz Junqueira. Portanto, muitos dos Junqueiras são também descendentes da Madrinha da Serra.

5- Custódia Maria de Jesus, também Custódia Nunes de Souza, (c/c Joaquim José de Rodrigues de Souza), nossa amada avó. Nascida em 1843,  em Franca-SP, provavelmente na Fazenda das Canoas.

BEM!

Leia aqui a saga dos SOUZA TEIXEIRA e os RODRIGUES DA COSTA – A Família do marido da Custódia Nunes de Souza

https://madrinhadaserra.com/familias-rodrigues-da-costa-e-de-januario-jose-de-souza/

Aqui tem os 5 Monteiro de Araújo CASADOS com 5 Nunes de Souza.

5 filhos da Custódia (neta da Madrinha da Serra) casados com 5 irmãos Monteiro de Araujo.

Aqui entram os  MONTEIRO DE ARAÚJO  na história da Família da Madrinha da Serra.

Veja mais sobre a família da Custódia, logo abaixo, é essa linha da família que seguiremos neste site daqui para frente,

6- Francisco Nunes Ferreira, falecido, 4 filhos,

7- Claudina Custódia da Conceição, c/c José Antônio de Souza Costa, (Seria irmão de Joaquim José Rodrigues de Souza, marido da Custódia Nunes?, muito provável). Rodrigues porque neto dos Rodrigues da Costa, Pioneiros e heróis,

8- Vicente Nunes Ferreira, 38 anos, solteiro; esse ficou sendo o dono da Fazenda da Serra, por volta de 1910. Era Capitão.

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PORTUGAL, o país que deu mundos novos ao mundo.

Visto do espaço e pela NASA, que continua nas estrelas a aventura do Infante, de Pedro Álvares Cabral e de Vasco da Gama.

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Continuação da SEGUNDA GERAÇÃO:  

Agora SEGUIREMOS somenteCustódia Nunes:

Nascida em, mais ou menos 1843, na Fazenda do Cristal em Franca-SP

 (Custódia Nunes, NETA da MADRINHA DA SERRA, e, FILHA DE LAURIANA a qual é da Primeira Geração)

Custódia Nunes casou-se com JOAQUIM JOSÉ  RODRIGUES de SOUZA.

Veja páginas sobre os Souza Teixeira, neste site:

https://madrinhadaserra.com/familia-pires-de-morais-genealogia-paulistana/ 

Os SOUZA são também são uma família de pioneiros, em FRANCA-SP, descendentes do vereador, e, juiz de paz JANUÁRIO JOSÉ DE SOUZA, da Família Souza Teixeira.

Um homem muito rico, e, muito importante em Franca-SP.

Januário José de Souza é da época em que Franca-SP foi elevada à condição de Vila, em 1824. Foi juiz, vereador, era uma das cabeças pensantes de Franca-SP, nos bons tempos em que os vereadores governavam as vilas como ainda o fazem na terrinha, lá em Portugal.

Januário José de Souza, falecido em 1827, culto e juiz de Franca-SP, era proprietário da Fazenda dos Cristais, também dita Fazenda do Cristal.

A Família do Januário José de Souza, mais os Garcia Leal, é a família dos desbravadores e dos fundadores da região da primeira vila do Mato Grosso próxima à Província de São Paulo: SANTANA DO PARANAÍBA-MS.

 Hoje, Paranaíba fica no Mato Grosso do Sul.

Amamos vovô Januário.

SABEMOS, COM CERTEZA, que os cinco filhos de Custódia Nunes, casados com 5 Monteiro de Araújo,  foram para Penápolis-SP.

Há outros Souza, em Penápolis-SP, que também que devem ser, também, parentes.

 

Ver sobre os Souza Teixeira, aqui:

 https://madrinhadaserra.wordpress.com/familias-rodrigues-da-costa-e-de-januario-jose-de-souza/

Nosso tronco em Franca-SP, dos Souza é o Januário José de Souza, Vereador e Juiz, homem dos mais ricos e importantes entre os pioneiros da Franca-SP.

O GRANDE PROPRIETÁRIO DA FAZENDA DO CRISTAL.

Neste despacho dele como juiz, está sua letra. Quem sabe interpretar caligrafia pode conhecer seus traços de personalidade.

No inventário da primeira mulher do Januário Garcia leal Sobrinho, (sobrinho do 7 orelhas), que foi para o Mato Grosso do Sul, sendo um dos fundadores de Santana do Paranaíba-MS, (junto com alguns filhos do Januário José de Souza), tem um despacho do juiz, nosso amado avô JANUÁRIO JOSÉ DE SOUZA.

(eu li em Campo-Grande-MS, inventário em Paranaíba-MS do Januário filho, onde há preocupação dos herdeiros, na repartição dos escravos, em não se separar as famílias.)

Que orgulho deste nosso avô!

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Tanto Custódia Nunes, (também chamada Custódia Maria de Jesus), quanto seu marido Joaquim José Rodrigues de Souza, faleceram, na Fazenda dos Cristais, (hoje, em Cristais Paulista, e, em cidades vizinhas, já que era fazenda imensa).

Mas não a parte deles, que de tanto dividirem as terras do velho Januário José de Souza, falecido em 1827, sobrara uma merreca de terra para a Custódia e para o Joaquim José Rodrigues de Souza.

Isso mesmo: Eram vizinhos: Ele da Fazenda Cristais dos Souza, e, ela, da Fazenda Cristais dos Nunes. Dai o casamento de vizinhos. Tinha também os Cristais dos Garcia Lopes e os Cristais dos Valim.

Fica em Cristais Paulistas-SP e parte também quase vizinha da Fazenda da Serra me Patrocínio Paulista-SP.

SEUS FILHOS FICARAM  SENDO NUNES DE SOUZA.

5 NUNES DE SOUZA CASARAM-SE COM 5 MONTEIRO DE ARAUJO – É  o que esta página conta.

Existia a Fazenda Cristais dos Souza, Cristais dos Nunes, Cristais dos Garcia Lopes, e, Cristais dos Valim. Todas elas com processo de divisão de terras, no Arquivo Histórico Municipal de Franca-SP.

Casamento, em Franca-SP, 1857, de Custódia Nunes, (o padre registrou errado, o ano do casamento).

Casamento, em Franca-SP, 1857, de Custódia Nunes de Souza, (o padre registrou errado, o ano do casamento, marcou 1858)

Tanto Custódia Nunes, (também  chamada Custódia Maria de Jesus), quanto seu marido Joaquim José de Rodrigues de Souza, faleceram na Fazenda do Cristal

5 dos 7 filhos de José Joaquim de Rodrigues de Souza e de Custódia Nunes (também chamada Custódia Maria de Jesus) casaram-se com 5 filhos de JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO.

Lembra muito o filme “7 NOIVAS PARA 7 IRMÃOS“.

O tronco dos Souza de Franca-SP da Fazenda do Cristal é o Januário José de Souza, dos Souza Teixeira, vindo de Conselheiro Lafaiete-MG, vizinho de Itatiaia-MG donde veio a mulher do Capitão José Monteiro de Araujo

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E AQUI ENTRAM OS MONTEIRO DE ARAÚJO na FAMÍLIA DA MADRINHA DA SERRA.

NOSSA GENEALOGIA portuguesa com certeza:
João da Costa casado, por volta do ano de 1.700, na Freguesia de Sampaio de Guimarães??, com Maria Monteira. Os dois são da Freguesia de Sampaio de Guimarães, da Vila e Concelho de Guimarães, hoje Cidade de Guimarães, (primeira capital de Portugal), Distrito de Braga, Portugal, e passaram casados Santiago de Carreira. São os pais de:
MANOEL MONTEIRO, natural de Freguesia de Sampaio de Guimarães? ou Santiago de Carreiras?
NO CASAMENTO DE SUA IRMÃ, EM  SANTIAGO DE CARREIA, DIZ QUE OS PAIS SÃO DE SAMPAIO DE GUIMARÃES, MAS NÃO FICA CLARO SE SÓ MORARAM EM SAMPAIO OU SÃO NASCIDOS E CASADOS LÁ.
Manoel, nascido mais ou menos em 1700 a 1710, e, casado em Santiago de Carreira, Concelho de Santo Tirso, com moça de Santiago. Os pais da moça também são de Santiago. Manoel é do Lugar da Monteira, freguesia de Santiago de Carreira.
Português, que não sabemos se veio para o Brasil. Alguns acham que foi juiz importante em MG, em Conselheiro Lafaiete-MG ou Barbacena-Mg.
Manoel Monteiro é casado com Izabel Antônia, na Freguesia de Carreira, (ela é filha de Domingos Antonio e Domingas Antônia, isto mesmo, nomes praticamente iguais), ela é da Freguesia de Santiago de Carreira, do Concelho de Santo Tirso, Antiga  Comarca de Maia, Distrito do Porto, Portugal) é pai de:
JOÃO MONTEIRO DE ARAUJOo avô, nascido, mais ou menos, em 1735 a 1745, na Freguesia de Carreira, Santiago de Carreira e Refolhos, (ver mapa abaixo), Concelho de Santo Tirso.
O Concelho de Santo Tirso É PERTO DE GUIMARÃES, DE ONDE SUA avó VEIO, mas no Distrito do Porto.
Natural em Carreira, Santo Tirso, como declara em seu casamento no Brasil.
Falecido, em 1.799, em Candeias-MG no Brasil,  (cassado com Ana Maria de Jesus, da família Pires de Morais) é pai de:
Capitão JOSÉ MONTEIRO DE ARAUJO, (1785-1861), nascido em Conselheiro Lafaiete-MG, Barbacena-MG, ou Candeias-MG, em 1785, (c/c sua prima em primeiro grau, a Maria Joaquina de Jesus, esta é também da família Pires de Morais), e, é pai de:
CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO, neto, nascido em Candeias-MG, ( 1820-1900),  (c/c Laura Cândida de Assunção), provável prima sua, porque o pai de Laura é Pires de Morais também, é o pai de:
16 filhos. Tiveram o Coronel João Monteiro de Araujo e a vovó Laura Cândida de Assunção, (Pires de Morais) 16 filhos, dos quais 5 se casaram com 5 irmãos Nunes de Souza, (4 bisnetas da MADRINHA DA SERRA e um bisneto), e, são estudadas, em detalhe, neste site.
Bisnetas da Madrinha da Serra, filhas de Joaquim José Rodrigues de Souza e Custódia Nunes (esta neta da Madrinha da Serra).

Antônio c/c Mariana

João c/c Lauriana

Pedro c/c Ana Augusta

Carlos c/c Maria do Carmo

Ester c/c Joaquim

 

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VER ABAIXO SOBRE O CORO