A Origem da Família MONTEIRO, portuguesa, RODRIGUES DA COSTA, NUNES, SOUZA, Silveira, Alves Ferreira – Famílias de Penápolis-SP, Uberaba-MG, Passos-MG, Franca-SP – Genealogias portuguesas, MINEIRAS, e, paulistas

História de Portugueses no Brasil
História de Portugueses do Brasil
A Velha da Serra – Madrinha da Serra – Joaquina Custódia da Conceição – *1.782 Aiuruoca-MG +1.885 Patrocínio Paulista-SP – Viveu 103 anos Fazendo o Bem
** Patricia:
Oi primo?///nossa fiquei muito emocionada …nossa como eu queria te-la conhcido  ,,,,ficou ,muito legal site,,,,,que familia linda nao….rsrsrsr um gde bjoooooooooooo
ESTA HISTÓRIA COMEÇA E TERMINA COM A PATRÍCIA LEME – Sexta-neta da Madrinha da Serra, portanto é da Sétima Geração dos descendentes da MADRINHA DA SERRA. E  seus filhos são da OITAVA GERAÇÃO.
Patrícia é da sétima geração, e, ama a MADRINHA DA SERRA.
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apagar 16 jan

** Patricia:

Oi primo?///nossa fiquei muito emocionada …nossa como eu queria te-la conhcido  ,,,,ficou ,muito legal site,,,,,que familia linda nao….rsrsrsr um gde bjoooooooooooo

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Fundadores e Pioneiros e História de Conselheiro Lafaitete-MG, Barbacena-MG,  querida Freguesia de Itatiaia-MG, Lavras-MG, Pihui-MG, Franca-SP, Batatais-SP,  Penápolis-SP, Campo Mourão-PR, etc, etc.

SEGUIREMOS ESTA LINHA RETA:

Resumo:

Madrinha da Serra é mãe de:

Lauriana que é mãe de:

Custódia que é mãe de:

Maria do Carmo que é mãe de:

Alcina que é mãe de:

Julieta que é  mãe de:

Luizinho que é  pai de:

Patrícia que é mãe de:

Emanuele, a Sarah e o Saulo.

Mandas-me, ó Rei, que conte declarando
De minha gente a grão genealogia:
Não me mandas contar estranha história,
Mas mandas-me louvar dos meus a glória.

“Ainda existirá a velha casa senhorial do Monteiro?
Meu sonho era acabar morando e morrendo
Na velha casa do Monteiro.”

A MADRINHA DA SERRA NASCEU EM 1782, CASOU-SE EM 1809, E, TEVE SEUS FILHOS NA DÉCADA DE 1810.

Ficou viúva em 1820, casou-se novamente em 1822, sem filhos do segundo casamento do  qual ficou viúva em 1832.

E, dirigiu a fazenda da Serra sozinha de 1832 até 1886 quando faleceu. Seus escravos a carregavam em um andor  pela Fazenda da Serra, os filhos todos já falecidos e ela com 102 anos tida como santa pelos escravos e por todos das redondezas.

Hoje somos milhares e milhares de netos bisnetos até a oitava geração.

História dos Alves Ferreira, Nunes de Souza, Pires de Morais, Asssunção, Monteiro de Araujo, Silveira, Sampaio, Barbosa, Faleiros, todos descendentes da Madrinha da Serra, pioneiros, desbravadores e heróis.

 

DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO

A linda História da Madrinha da Serra é passada de geração em geração há 130 anos, desde 1886, de mãe para filha e sua memória perpetua-se.

O orgulho de ser sua neta, bisneta, trineta, tetra-neta, penta-neta, sexta-neta e sétima-neta da MADRINHA DA SERRA

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FAMÍLIAS UNIDAS PORTUGUESAS DO BRASIL, RURALISTAS, FAZENDEIROS, produtores rurais sem crédito do Banco do Brasil, PECUARISTAS E LAVRADORES QUE SE UNIRAM Á FAMÍLIA DA MADRINHA DA SERRA PORTUGUESA COM CERTEZA

Três famílias importantes e muito unidas que se destacaram onde estiveram. Saíram da Região de Conselheiro Lafaiete-MG e fizeram a Marcha para o Oeste e a Fuga da Mineração: Os ALVES DE GUIMARÃES, Os RODRIGUES DA COSTA e Os SOUZA TEIXEIRA, que passaram por Piui-MG e a Região de Franca-SP. Em Piui-MG nasceram duas de nossas antepassadas.

Piui-MG é perto de Passos-MG e seguindo dá em Franca-SP e Batatais-SP, onde a Madrinha da Serra passou a juventude e se casou.

Unidas, marcharam junto de carro de boi, se tornaram fazendeiros e vizinhos em Franca-SP e casaram seus filhos entre eles: Casar com conhecido e com vizinhos portugueses do Brasil.


E estas três famílias se juntaram à família RIBEIRO GUIMARÃES da Madrinha da Serra. Ai já temos duas famílias conterrâneas da primeira capital portuguesa GUIMARÃES.
junto com os Monteiro de Araujo e Nunes Gouveia, essas todas são AS FAMÍLIAS DE NOSSA FAMÍLIA PORTUGUESA COM CERTEZA.

E os Monteiro de Araujo e Nunes Gouveia também eram fazendeiros vizinhos da Madrinha da Serra.

Bem vizinhos eram Nunes e Souza que casaram seus filhos entre si,  SURGINDO OS NUNES DE SOUZA, bisnetos da MADRINHA DA SERRA, ver abaixo. Tinha a Fazenda Cristal dos Nunes e a Cristal dos Souza, isto onde é Cristais Paulistas e região, próximo à Fazenda da Serra, e a Canoas do Tenente Albino Nunes da Silva.

Os Silveira Fernandes, também ruralistas, fazendeiros, produtores rurais (que veremos aqui também unidos à Família da Madrinha da Serra) e os Monteiro de Araujo também eram vizinhos unidos e rumavam para o Oeste em busca de novas terras, e, lá longe continuavam vizinhos e casavam seus filhos.

Na Fazenda da Maria Amélia Capivari da Mata dos Monteiro, eu vi documento com assinatura de Antônio da Silveira Fernandes e de Antonio Julio da Silveira em 1824 em Candeias-MG onde eram vizinhos no Ribeirão dos Monteiro.

Rumaram para Passos-MG e se espalharam até Franca-SP e lá se casaram seus filhos com os compadres conterrâneos Monteiro de Araujo. E suspeitamos mesmo que antes os Monteiro de Araujo pudessem também ser de Conselheiro Lafaiate-MG como os Silveira Fernandes.

Foco de tanta gente da família, essa região de Conselheiro Lafaiete-MG, Itaberaba-MG e Ouro Branco-MG (Freguesia de Itatiaia).

E agora vamos refletir sobre Itatiaia. A Freguesia de Itatiaia, Município de Ouro Branco-MG, mas próximo de Ouro Preto-MG e Conselheiro Lafaiete-MG, norte do município, área de fazendas.

Genealogia é assim:

Se temos o mesmos pais somos irmãos

Se temos o mesmos avôs somos primos primeiro

Se temos o mesmos bisavôs somos primos terceiro

Se temos o mesmos bisavôs somos primos em quinto grau

 

 

PORTUGUESES NO BRASIL

PORTUGUESES DO BRASIL

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Genealogia é assim:

Se nossos pais são irmãos, nós somos primo primeiro.

Se nossos avós são irmãos, somos primo terceiro.

Se nossos bisavós são irmãos, somos primo quinto.

Se nossos trisavós são irmãos, somos primo sétimo.

História de famílias portuguesas, com certeza; corajosas, que deixaram para sempre a suas aldeia, na terrinha, em Portugal, e, vieram, para o Brasil, com a cara e a coragem, e, sem financiamento do Banco do Brasil, sem seguro e sem crédito agrícola, internar-se no mato puro, correndo o risco da cobra, malária, solidão, índio e onça, para construir o Brasil.

Do mato virgem, fizeram nascer grandes fazendas como a EXUBERANTE FAZENDA DA PRATA;

Casaram seus filhos e suas filhas com filhos dos seus vizinhos, também fazendeiros, também portugueses;

Muitos destes compadres eram irmãos, pois casavam primos  com primos, e,  eram conhecidos das antigas;

Compadres vizinhos, conhecidos, conterrâneos, vindos juntos dos arraiais de mineração de Minas Gerais, e, alguns até vindos da mesma aldeia em Portugal, e, que seguiram em frente, da região do ouro, na MARCHA PARA O OESTE:

(Ex. O pai, e, o sogro da Madrinha da Serra são de Guimarães, primeira capital de Portugal).

Ex – Nossos Souza em Franca-SP são vizinhos dos nossos Nunes, ai surgiu os Nunes de Souza…..  Então tinha a FAZENDA CRISTAL DOS NUNES, e, a FAZENDA CRISTAL DOS SOUZA.

De Portugal, parte veio direto para o Brasil, outros passaram algumas gerações na Madeira e nos Açores, e, finalmente Brasil.

Saíram do litoral do Brasil para os arraiais de mineração em Minas Gerais, (Itaberava-MG, vizinhos de Conselheiro Lafaiete-MG), depois seguiram para Lavras-MG, e, depois Piumhi-MG, de carro de boi, em levas de migrantes, e, depois Franca-SP, que fica um pouco para frente de Piui-MG.

Dali para Uberaba-MG, depois Penápolis-SP.

De Penápolis-SP se espalharam pelo mundo; alguns seguiram em frente, na tradição de desbravar sertão, por exemplo, para construir o Norte do Paraná, já na década de 1930, nos velhos tempos da CIANORTE.

(Nós brincamos com isto dos penapolenses espalhados pelo mundo dizendo que é:

“O município do Brasil que mais tem filhos fora de casa”. 

Ver a página  penapolenses no mundo, neste site).

 

NOSSO ROTEIRO DA FUGA DA MINERAÇÃO – PARA  O SERTÃO DO CAPIM MIMOSO – FRANCA-SP

CLIC DUAS VEZES QUE A FOTO FICA GRANDE – GOOGLE MAPAS

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QUEM ESCREVE ESTA HISTÓRIA É:

PAULO CÉSAR DE CASTRO SILVEIRA, quinto-neto da Madrinha da Serra

contato:

paulosilveira@ict.unesp.br

AS NETAS E BISNETAS QUE A CONHECERAM  SEMPRE CONTAVAM A HISTÓRIA DELA, a História da Madrinha da Sera,

OS FILHOS MORRERAM ANTES DELA MORRER.

As netas e Bisnetas FIZERAM QUE A HISTÓRIA CHEGASSE ATÉ NÓS.

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

 

Absorção óssea

Ela ficou encurvada, pequenina, de uns 70 centímetros mas com 100 anos comandava a Fazenda da Serra, não andava mais, os escravos carregavam pela fazenda com um andor..

A história da velhinha que de tão velhinha  virou um toquinho de gente, e, aos 104 anos, não andava mais, ainda dirigia a Fazenda da Serra em Patrocínio Paulista -SP, no Brasil, com seus escravos carregando-a, como uma santa, literalmente em um andor, que eles fizeram para carregá-la pela Fazenda da Serra

Seu marido António Alves Ferreira, filho de António Alves de Guimarães, faleceu em 1819 ou 1820, estamos procurando este óbito na Matriz de Franca-SP. Ele morreu muito jovem.

A Madrinha da Serra, em 1822, casou pela segunda vez, não teve filho do segundo casamento, e de 1832 até 1886 vestiu preto.

Para os novatos que não sabem, até a década de 1960 era comum no Brasil as viúvas usarem vestido preto, no caso da época da Madrinha da Serra, o vestido preto ia até os pés.

Aqueles que voltam para o Pai só morrem quando são esquecidos por aqueles que aqui eles geraram.

SEGUIREMOS ESTA LINHA RETA:

Resumo:

Madrinha da Serra é mãe de:

Lauriana que é mãe de:

Custódia que é mãe de:

Maria do Carmo que é mãe de:

Alcina que é mãe de:

Julieta que é  mãe de:

Luizinho que é  pai de:

Patrícia que é mãe de:

Emanuele, a Sarah e o Saulo.

Nasceu em 1782, ou seja, agora, em 2015, fazem 233 anos.

Curiosidades dos Bens da Madrinha da Serra no seu inventário de bens que ficaram.

Que emoção saber até o nome dos bois e vacas da Madrinha da Serra.  QUE SIMPLICIDADE DE VIDA… um burro cego..

A Vaca Faísca

9 garrotes de dois anos

2 bois de carro – o Prateado e o Cadete

Um novilho vermelho

Mais 4 novilhos

Vaca de cria – Cabana

Outra vaca chamada,, Função,

Uma Égua parida

Um Burro cego de um olho

Um Cavalo velho

Carroças estragadas

Um Carro por acabar

3 bois de carro  Dobrado, Baleia e o Laboredo

2 bois de carro,o  Monjolo e Castanho

Boi de nome Mineiro,,, com frieira muito ordinário

Porque Custódia!!!!

Na Terrinha de seu pai Manuel Ribeiro de Guimarães, Golães, Concelho de Guimarães na época, hoje Concelho de Fafe, nas décadas de 1740 e 1750, tem dezenas de batizados de custódias..

Foi nesta época que nasceu o pai da Madrinha da Serra cujo batistério ainda não encontramos.

Por algum motivo quase todas as mulheres lá se chamavam custódia. Isso em lugar pequenino com livro de batismos muito pequeno na Igreja.

E há muitas netas, bisnetas e trinetas da Madrinha da Serra que se chamam CUSTÓDIA em homenagem à ela.

Assentos de baptismo de Golães – 4 custódias seguidas:

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Porque Madrinha e Padrinho?

Porque os avós não gostavam de serem chamados de avós – era bença padrinho – bença madrinha.

Porque  DA CONCEIÇÃO.

A Madrinha da Serra, Velha da Serra, JOAQUINA CUSTODIA DA CONCEIÇÃO, foi batizada, ver abaixo na Capela de NS da Conceição do Varadouro, as margens do Rio Aiuruoca. Disseram-me lá que aqui fica a Fazenda Varadouro com uma ruina de capela, isto há 20 anos atrás.

A Igreja  Matriz de Aiuruoca também tem como orago Nossa  Senhora da Conceição, a padroeira de Portugal.

Foto da entrada da Estrada para a Fazenda Varadouro. E foto google mapas da região onde seria a capela do Varadouro às margens do Rio Aiuruoca, na Rodovia Vital Brasil.

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Entrada da Fazenda Varadouro, depois da Curva, ponte do Rio Aiuruoca, indo para São Vicente de Minas

Airuoca, cidade das caxoeiras quer dizer morada dos papagaios.

Aiuruoca é morada dos papagaios. A cidade fica atrás, saindo da fazenda e entrando a direita da estrada. Na cidade também passa o rio.

Foto Google Mapas

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Assinalado com X mais ou menos onde seria a Capela de NS da Conceição do Varadouro onde a Madrinha da Serra foi batizada em 1782

Foto Google Mapas

Reabsorção óssea em

PALAVRAS SIMPLES DO POVO.

OS OSSOS ENCOLHEM E VIRAM UM TOQUINHO DE GENTE AOS 104 ANOS MAS COM BONDADE INFINITA CARREGADA PELA FAZENDA DA SERRA EM UM ANDOR, ELA NÃO ANDAVA MAIS  TODOS OS FILHOS JÁ FALECIDOS. ERA VENERADA POR SEUS ESCRAVOS E POR TODOS DAS REDONDEZAS. QUE ORGULHO DE SER UM DOS MILHARES DE DESCENDENTES DA SANTA MADRINHA DA SERRA.

ANDOR é uma caixa de madeira, onde se coloca uma imagem de uma santa, e, quatro homens pegam-na nos braços, e, carregam-na, em procissão. Pois, era esse o caso de nossa santíssima avó.

De bondade e carisma infinitos.

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HOJE SERÁ DUPLICADA UMA RODOVIA  EM FRENTE À PRÓSPERA FAZENDA DE CAFÉ DE UM JUIZ, A SÃO FRANCISCO, ALI ONDE ERA A SEDE DA FAZENDA DA SERRA.

QUE DIFERENÇA DE 200 ANOS ATRÁS PURO MATO E COMITIVA DE CARROS DE BOI PARA SE INSTALAR E FORMAR A FAZENDA DA SERRA A QUAL DESDE 1832

O que tinha era estradinha boiadeira dos heróis mineiros que vieram construir o sertão do rio pardo

VIUVA,  A MADRINHA, ATÉ MORRER EM 1886, COMANDOU a fazenda da serra

UMA MULHER COMANDANDO AQUILO TUDO. NO FINAL DA VIDA NÃO ANDAVA MAIS E OS ESCRAVOS A CARREGAVAM COM ELA JÁ AOS 100 ANOS DE IDADE PELA FAZENDA.

ESTES ESCRAVOS E TODOS DA REGIÃO TINHAM A MADRINha DA SERRA,  A VELHA DA SERRA,  COMO UMA LENDA VIVA E UMA SANTA.

PORTUGUÊSES HERÓICOS QUE CONSTRUÍRAM O  BRASIL:

O pai e o sogro da Madrinha da Serra deixaram aldeias natais tranquilas e pacíficas perto de Guimarães, a linda e história vila, primeira capital lusitana e berço da nossa nacionalidade para se aventurarem nas selvas de Minas Gerais correndo o risco de serem mortos pelos ferozes índios botucudos, por quilombolas, por onça, cascavel, escorpião e por maleita. A mesma maleita, impaludismo que pegaria os penápolenses, trinetos da Madrinha da Serra.

Leia abaixo, nesta página, reportagem sobre Onça em Penápolis-SP no Século XIX. Até hoje tem onça. Leia abaixo.  Imagina então o perigo que passamos para contruir Penápolis-SP há 150 anos quando o primeiro Monteiro de Araújo lá chegou.

Colocaram, em homenagem à terrinha, GUIMARÃES nos seus nomes:

MANOEL RIBEIRO DE GUIMARÃES

e

ANTÓNIO ALVES DE GUIMARÃES.

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Vovó Helena Maria Martins dá notícia no inventário de 1815 do marido MANUEL RIBEIRO GUIMARÃES, o pai da MADRINHA DA SERRA, que ele havia falecido há anos em Minas Gerais.

Este português vindo da antiga capital de Portugal foi um grande fazedor de mapas em Minas Gerais. Desenhou toda a expedição ao Quilombo do Campo Grande.

Nós tempos estes mapas, enviados por pesquisador.

Eça de Queirós fala sobre a vinda de nós portugueses ao Brasil:

“EM PORTUGAL, A EMIGRAÇÃO NÃO É, COMO EM TODA A PARTE, A TRANSBORDAÇÃO DE UMA POPULAÇÃO QUE SOBRA; MAS A FUGA DE UMA POPULAÇÃO QUE SOFRE”.

Sua mãe pioneira HELENA MARIA MARTINS em Batatais-SP puro sertão e ela menina, e depois ela desbravando, construindo e comandando a Fazenda da Serra por 50 anos.

A FAZENDA DA SERRA TINHA MAIS OU MENOS 847 ALQUEIRES PAULISTAS, ver abaixo.

Nas 3 viagens, aquela epopeia de carros de boi. De Airuoca para Batatais-SP, dali para a Fazenda da Serra, e depois de Uberaba-SP para Penápolis-SP como veremos aqui. Levando os trens tudo em carretas de carros de boi no meio do mato por mais de mês.

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Aqueles que voltam para o Pai só morrem quando são esquecidos por aqueles que aqui eles geraram.

 

As melhores e mais tradicionais e respeitadas famílias francanas, os troncos francanos,  casando-se entre elas. Casamento era coisa séria.

TODOS NÓS SOUZA ALVES FERREIRA MONTEIRO DE ARAUJO DE PENAPOLIS-SP NUNES DE SOUZA…SILVEIRA..

E TANTAS FAMÍLIAS QUE FAZEM PARTE DA NOSSA FAMÍLIA DA MADRINHA DA SERRA SOMOS DESCENDENTES DESTA MENINA BATIZADA HÁ MAIS DE DUZENTOS ANOS:

Há exatos 234 anos atrás em 1782: Não dá o dia do nascimento. Muitos assentos de batismo  o dão.

Aqui a transcrição do assento de batismo no Processo de Casamento na Matriz de Franca-SP:

“Aos trinta do mês de setembro de mil setecentos e oitenta e dois na Capela da Senhora da Conceição do Varadouro, filial desta Matriz de Aiuruoca o Padre João Gonçalves Vieira batizou e pôs os santos óleos a inocente Joaquina, filha LEGITIMA de Manoel Ribeiro de Guimarães e Helena Maria Martins: foram padrinhos José da Costa Rios, solteiro, e Maria Tereza, também solteira. E para constar mandei fazer este assento, que assinei era ut supra. O vigário João de Resende Costa.”

Ver mais abaixo, a foto do assento de batismo no livro de batismo da Matriz da Conceição de Aiuruoca e de suas capelas filiais.

Aqui tudo começou:

R:  163 G:  255 B:  143 X:  377 Y:  375 S:    0 Z:  226 F:  232

Quando a Madrinha da Serra nascia, Dona Maria I começava a governar Portugal e o Brasil; quando ela se casou, Dom João chegava ao Brasil; quando ela morreu, a República se aproximava no Brasil e em Portugal.

Todos os fiéis súditos da Rainha juravam fidelidade a ela.

 

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Redescubra a Terra de onde viemos – Portugal – Aqui tem seus monumentos, Gastronomia, Religiosidade, Tradições, Gente:

http://ruralea.com/tematicos.php?ativ=9

Porque Madrinha?

Porque Madrinha?

Porque os antigos não gostavam de serem chamados de avôs pelos netos.

Os netos tinham que chamar os avôs e avós de PADRINHO e de MADRINHA.

Clic para a foto ampliar e veja o estudo sobre o gene que só nós portugueses temos.

Genealogia vem de Gene- Há um gene que só nós portugueses temos.

gene lusitano

JOB 8,8 Interroga enim generationem pristinam,
et diligenter investiga patrum memoriam
8,9 (hesterni quippe sumus, et ignoramus,
quoniam sicut umbra dies nostri sunt super terram),
8,10 et ipsi docebunt te, loquentur tibi,
et de corde suo proferent eloquia.

Pergunta pois às gerações passadas, e examina com cuidado as memórias de nossos pais:

Porque nós somos de ontem, e o ignoramos por quanto os nossos dias passam como sombra sobre a Terra.

E eles te instruirão: te falarão, e de seu coração tirarão palavras.

job para madrinha

ASSIM ERA NOSSA TERRINHA

Numa casa portuguesa, fica bem
Pão e vinho sobre a mesa
E se à porta humildemente
Bate alguém
Senta-se à mesa com a gente
Fica bem esta franqueza, fica bem
Que o povo nunca desmente.
A alegria da pobreza
Está nesta grande riqueza
De dar e ficar contente

Quatro paredes caiadas
Um cheirinho a alecrim
Um cacho de uvas doiradas
Duas rosas num jardim
Um S.José de azulejos
Mais o sol da primavera
Uma promessa de beijos
Dois braços à minha espera…
É uma casa portuguesa com certeza!
É com certeza,uma casa portuguesa!

No conforto pobrezinho, do meu lar
Há fartura de carinho
E a cortina da janela, é o luar
Mais o sol que bate nela…
Falta pouco, poucochinho p’ra alegrar
Uma existência singela…
É só amor, pão e vinho e
Caldo verde, verdinho
A fumegar na tigela

Quatro paredes caiadas
Um cheirinho a alecrim
Um cacho de uvas doiradas
Duas rosas num jardim
Um S.José de azulejos
Mais o sol da primavera
Uma promessa de beijos
Dois braços à minha espera…
É uma casa portuguesa com certeza!
É com certeza,uma casa portuguesa!

É uma casa portuguesa com certeza!
É com certeza,uma casa portuguesa!

MILHARES de DESCENDENTES deste CASAMENTO

Milhares  não é exagero. Tem mesmo milhares de descendentes.

em FRANCA-SP, em 1809:

ANTONIO ALVES FERREIRA COM JOAQUINA CUSTÓDIA DA CONCEIÇÃO

Aos nove dias do mês de janeiro de mil e oitocentos e nove annos conforme o Concilio Tridentino e Constituição se receberão em matrimônio em minha presença com palavras de mutuo consenso Antônio Alves Ferreira natural da Freguesia de Itaverava e Joaquina Custódia da Conceição da Freguesia de Airuoca, ambos do Bispado de Mariana, …. (receberão) as benções nupciais conforme o Ritual Romano, e sendo (testemunhas) Cláudio José da Cunha e José Locoronho de Paiva que comigo se assignarão. E para constar fiz este assento.

O Vigário Joaquim Martins Rodrigues. (que acredito é parente nosso).

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Casamento da Madrinha da Serra na Matriz de Franca em 9 de janeiro de 1809

 

 

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Batismo da Madrinha da Serra.

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E HOJE?

COMO SÃO AS MÃES E AVÓS PORTUGUESAS?

Nove sinais que teve mãe ou avó portuguesa com certeza.

O queijo a família fazia em Portugal, fazia em Minas Gerais, e, pelo livro Entrantes do Sertão do Rio Pardo sabemos que fazia em Batatais-SP, na Fazenda da Prata.

Muito disso sobreviveu no Brasil. Feijão, angu e couve das Minas Gerais estão aqui, bicho papão, canja de galinha ficaram; o bacalhau se foi da tradição, não tinha no Brasil.

1- Você tinha medo de receber a visita do bicho papão caso demorasse a dormir.

2- Você sabe que um mal estar pode ser curado com uma reza e um prato de água e gota de azeite.

3- Você nunca deita pão fora.

4- Você conhece 1.001 maneiras de cozinhar bacalhau.

5- Você sabe que as coisas vão ficar sérias quando alguém te chama pelo nome e segundo nome, ou nome e sobrenome.

6- Você sabe que quando veem a saudade de casa come sopa de feijão com couve.

7- Você sabe que não há remédio melhor do que canja de galinha para qualquer mal.

8- Você treme quando sua mãe tira da bolsa um retrato para mostrar para as amigas.

9- Você gosta de queijo. Ninguém faz queijo igual mamãe.

Como  estão e com o são AS NOSSAS PRIMAS QUE NÃO VIERAM PARA O BRASIL E  AINDA ESTÃO NA TERRINHA?

avos portuguesas

A MADRINHA DA SERRA, a Velha da Serra, da Fazenda da Serra, hoje no município de Patrocínio  Paulista-SP, a 10km de Franca-SP por rodovia duplicada. Que conforto e que diferença do tempo dela.

Passou mil dificuldades, vindo criança em caravana de carro de boi para o Sertão do Rio Pardo, com a sua mãe, e, com seus irmãos e irmãs; já órfã de seu pai, o português, natural da Vila de Guimarães, o português de Golães, na época, do Termo da Vila de Guimaães, primeira Capital do nosso querido Portugal, o Manuel Ribeiro de Guimarães.

Tanto sua mãe, (Helena Maria Martins), quanto ela, Joaquina Custódia da Conceição, a MADRINHA DA SERRA, a VELHA DA SERRA, venceram sozinhas na vida, sem ajuda de políticos, de partidos políticos, e, de governo algum.

Criaram na Santa Madre Igreja Católica, e, casaram, superbem, as suas filhas.

Gente heroica que construiu o Brasil, assim como seus bisnetos e trinetos que construíram, entre outras, Batatais-SP, Franca-SP, Patrocínio Paulista-SP, e, PENÁPOLIS-SP.

A Patrícia Leme é da SÉTIMA GERAÇÃO (sexta-neta da Madrinha da Serra,  a Velha da Serra),  e, ama a MADRINHA DA SERRA.

São milhares de descendentes, seguimos, como modelo, e, exemplo, esta linha que vai da:

Madrinha da Serra até os filhos da Patrícia Leme:

É assim:

filho é PRIMEIRA GERAÇÃO –  A Madrinha da Serra teve 5 filhos

neto é SEGUNDA GERAÇÃO – A Madrinha da Serra teve 43 netos

bisneto é TERCEIRA GERAÇÃO

trineto é QUARTA GERAÇÃO

tetraneto é QUINTA GERAÇÃO

penta-neto é SEXTA GERAÇÃO

sexto-neto é SÉTIMA GERAÇÃO

sétimo-neto é OITAVA GERAÇÃO

SEGUIREMOS ESTA LINHA RETA:

Resumo:

Madrinha da Serra é mãe de:

Lauriana que é mãe de:

Custódia que é mãe de:

Maria do Carmo que é mãe de:

Alcina que é mãe de:

Julieta que é  mãe de:

Luizinho que é  pai de:

Patrícia que é mãe de:

Emanuele, a Sarah e o Saulo.

E é para estas crianças que esta página foi escrita, porque:

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Nós os contaremos, de geração em geração.

— –

O mais puro e íntimo de seu interesse, deu-se sempre aos homens e coisas de Portugal.

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A MADRINHA DA SERRA é a mãe de:

Lauriana Esméria Ferreira que é mãe de:

Custódia Nunes que é mãe de:

Maria do Carmo de Souza que é mãe de:

Alcina Monteiro que é mãe de:

Alceu Júlio da Silveira que é o pai de:

PAULO CÉSAR DE CASTRO SILVEIRA que escreveu este site

UMA PESSOA SÓ MORRE QUANDO COMEÇA A SER ESQUECIDA PELOS SEUS NETOS E BISNETOS.

Aqui, a família de Manuel Ribeiro Guimarães, falecido em São João del Rei-MG, em +-1795, e de Helena Maria Martins, que veio para Batatais-SP, com filhos crianças, logo após a morte do marido. em 1795 a Madrinha da Serra tinha 13 anos de idade.

Filhos de Manuel e Helena, quase todos já casados em 1815, quando do inventário feito com atraso do Manuel:

Reparem que dois filhos se casaram com 2 filhos do Antônio Alves de Guimarães.

Tanto MANUEL RIBEIRO  QUANTO ANTONIO USAM O APELIDO GUIMARAES POR TEREM VINDO DA PRIMEIRO CAPITAL DE PORTUGAL, GUIMARÃES.

A FAMÍLIA DE MANUEL RBEIRO GUIMARÃES E DE HELENA MARIA MARTINS – pais e irmãos da Madrinha da Serra, que se casaram bem casados nas melhores famílias francanas. Dois com filhos do pioneiro fundador Antônio Alves de Guimarães conterrâneo, na família também do juiz Januário José de Souza..

Dois irmãos casados com dois irmãos: Joaquim e Joaquina com Antônia e Antônio.

-1 Joaquim Ribeiro Guimarães c/c Antônia Maria de Assunção, filha de Antônio Alves de Guimarães e Josefa Gomes  (Moreira) de Assunção.

-2 Ana Esméria Ribeira, c/c ?

-3 Maria Justina Ribeiro c/c José Lourenço de Paiva.

-4 Joaquina Custódia da Conceição, Madrinha da Serra, c/c Antônio Alves Ferreira, filho de Antônio Alves de Guimarães e Josefa Gomes Moreira ( de Assunção).

-5 Margarida Joaquina da Conceição c/c Domingos José Fernandes.

-6 O falecido Manoel Ribeiro Guimarães (FILHO c/c Custódia Maria do Sacramento (filha de Januário José de Souza TRONCO DOS NOSSOS SOUZA que veremos abaixo,,, e de Ana Luiza do Espírito Santo). Deixa os filhos Ana de 6 anos, e Thereza de 3 anos. Ver abaixo casamento da Terez, está órfã do Manoel Filho:

“”””””2-3 Carlos Fernandes de Figueiredo, natural de Lavras. Em Franca aos 26-10-1826 casou com Teresa Joaquina Ribeira, natural de Franca, filha de Manoel Ribeiro Guimarães (FILHO)  natural de Aiuruoca-MG e Custódia Maria do Sacramento natural de Congonhas do Campo-MG casados em Franca em 25-04-1808.
Casamentos da matriz de N. S. da Conceição de Franca-SP aos 26-10-1826 Carlos Fernandes de Figueiredo n. da freg. das Lavras Bispado de Mariana, f.l. Joaquim Fernandes Martins e Maria Inocencia de Figueiredo = cc Teresa Joaquina Ribeira n. desta freg., f.l. do finado Manoel Ribeiro Guimarães e Custodia Maria do Sacramento, test.: Januário José de Souza, casado e Manoel Fernandes de Figueiredo, solteiro. Este e o contraente da freguesia de Cana Verde e os “””””

 

Um genealogista nos passou estas informações e escreveu:

“A madrinha da Serra teve os irmãos Manoel Ribeiro Guimarães, Maria Justina Ribeira, Anna Esméria Ribeira, Joaquim Ribeiro Guimarães e Margarida Joaquina da Conceição.
Contudo encontrei mais três irmãos que faleceram solteiros em Franca devido a “febre podre”, todos faleceram em 1813. A febre podre foi uma epidemia que atingiu muitas famílias da época. Eles eram:
José Ignácio Ribeiro, falecido em 20/04/1813 com 33 anos;
Antônio, falecido em 30/03/1813 com 15 anos;
Lauriana, falecida em 24/10/1813, com 18 anos.”

NESTE SITE VOCÊ VAI CONHECER  8 GERAÇÕES DA MADRINHA DA SERRA:

Também conhecida com a VELHA DA SERRA.

A história da velhinha que virou um toquinho de gente, as pessoas vão encolhendo com o avanço da idade, os ossos são absorvidos pelo corpo, os dentes não ficam cabendo mais na arcada dentária…….e,

aos 104 anos, ainda dirigia a Fazenda da Serra em Patrocínio Paulista-SP, com seus escravos a carregando como uma santa, literalmente em um andor, que eles fizeram para carregá-la pela Fazenda da Serra.

Ela não deixou nunca que ninguém maltratasse os seus escravos.

Certa vez, puniu, e, despediu um feitor que maltratou um escravo.

E, no andor, carregada por escravos, percorria toda a imensa Fazenda da Serra.

Eles, os escravos,  amavam-na. Ela tomou conta da Fazenda da Serra até morrer.

E em perigos e guerras esforçados mais que prometia a força humana novo reino construíram que tanto sublimaram.
E quais perigos os 5 bisnetos da Madrinha da Serra casados com 5 Monteiro de Araujo enfrentaram para construírem Penápolis-SP?
Escorpião, gafanhoto, cobra, onça, malária (paludismo – maleita) gripe espanhola  e índios.
Logo que chegaram os frades italianos em 1906 já tiveram notícias de heróis pioneiros trucidados por índios.
Não desistimos e construíram Penápolis-SP.

LOGO QUE CHEGOU, FREI BOAVENTURA DE ALDENO, dos capuchinchos de Trento na Itália, em 1906, teve notícia de mais um massacre dos índios contra pioneiros brancos:

“O lugar era perigosíssimo pelas “correrias” dos selvagens. Basta dizer que poucos dias antes, haviam assassinado barbaramente três pobres lavradores das vizinhanças”.

LEIA  o texto do Frei Boaventura de Aldeno:
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Uma vida sem memória não seria uma vida, assim como uma inteligência sem possibilidade de exprimir-se não seria uma inteligência. Nossa memória é nossa coerência, nossa razão, nossa ação, nosso sentimento.

Sem ela, não somos nada.

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Este mapa de 1910 mostra o Café, as matas no Oeste Paulista, assim era o Estado de São Paulo quando Monteiro de Araujo- Nunes de Souza lá chegaram, na leva de 1904, vinda de Franca-SP, na leva de 1911 e a de 1912, esta vinda da Fazenda Badajós em Uberaba-MG, 45 dias em carro de boi-

Assinalado no Mapa o Badajós, o Salto do Avanhandava, o local em que cruzava o rio, mais acima do salto e o Bairro do Lageado e o Degrego.

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A História de Franca-SP que englobava Batatais-SP, Franca, Patrocínio Paulista-SP e Itirapuã-SP, terras da mãe da Madrinha, da Madrinha e dos Monteiro de Araújo:

A história da região denominada Sertão do Capim Mimoso próxima aos Rio Pardo e rio Sapucaí tem início com osbandeirantes: a partir da bandeira do Anhanguera (o filho), em 1722, que construiu o “Caminho de Goiás”, ou “Estrada dos Goiases” que ligava a cidade de São Paulo até as minas de ouro de Goiás, que naquela época pertencia à Capitania de São Paulo.[8]

Começam a surgir, a partir de então, os famosos “pousos” de tropeiros, locais onde os paulistas paravam para descansar – eles e os animais de carga -, durante as viagens que faziam em sua busca pelo ouro no interior do Brasil. O pouso que deu origem à cidade de Franca era conhecida, na época, pelos bandeirantes, por “Pouso dos Bagres”.[9]

No final do século XVIII, havia dispersos na região vários desses pousos. Em 1779, moravam cerca de uma centena de pessoas, no sertão do Rio Pardo pertencente à Vila de Mogi Mirim. Para uma melhor organização do local, foi criada uma Companhia de Ordenanças e nomeado, como seu Capitão, o português Manoel de Almeida. Posteriormente comandou odistrito, a partir de 1804, o Capitão Hipólito Pinheiro.

No início do século XIX, os filhos de Manoel de Almeida (Antônio Antunes de Almeida e Vicente Ferreira de Almeida) doam suas terras para a construção de uma capela, benzida pelo padre Joaquim Martins Rodrigues.

Juntam-se, depois, a essa população mineiros e goianos, que devido à decadência da mineração em suas regiões, começam a se instalar no “Belo Sertão do Rio Pardo”, por incentivo do governador-geral da Capitania de São Paulo, António José da Franca e Horta, ao qual se deve o nome da cidade. Esses pioneiros reivindicaram junto ao governo geral do Brasil a criação de uma freguesia porque a freguesia mais próxima era a de Mogi Mirim, a centenas de quilômetros de distância.

A Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Franca foi criada em 3 de dezembro de 1805, pertencendo ao termo da Vila de Mogi Mirim.

O território original da Freguesia da Franca, que fora desmembrado da Vila de Mogi Mirim, abrangia a região de Batatais e estendia-se até Igarapava e Guaíra e era muito extenso. Foi, porém, bastante reduzido com a criação de novos municípios:Batatais em 1839, Igarapava em 1873, Ituverava e Patrocínio Paulista em 1875, São José da Bela Vista em 1948, Cristais Paulista em 1959, Restinga, Jeriquara e Ribeirão Corrente em 1964.[10]

Em 1821, é criada por Dom João VI a “Vila Franca Del Rey”, que só foi instalada em 28 de novembro de 1824, sendo o primeiro presidente da Câmara Municipal o Capitão José Justino Faleiros, empossado, junto com os demais vereadores, no dia 30 de novembro de 1824. Com a independência do Brasil, passa a se chamar Vila Franca do Imperador, uma homenagem a D. Pedro I do Brasil.

Em 1821, Minas Gerais tenta anexar a região, mas devido à resistência dos francanos, a tentativa falha. Esse episódio está registrado no brasão da cidade, com a cidade fortificada e o lema “GENTI MEAE PAULISTAE FIDELIS” (Fiel à Minha Grei Paulista).

Em 1838 houve em Franca uma rebelião que ficou conhecida como Anselmada. Em 1839 é criada a comarca da Franca. Neste ano, Franca perde grande parte de seu território para a criação da Vila de Batatais.

Pela lei provincial nº 21, de 24 de abril de 1856, Franca é elevada à categoria de município e cidade.

Na década de 1830, francanos, especialmente das famílias Garcia Leal, Correia Neves e da família Souza, iniciaram a povoação da região de Santana do Paranaíba no atual Mato Grosso do Sul.

O município recebeu muitos imigrantes. Com a expansão do café para o Oeste Paulista vêm os imigrantes, sobretudoitalianos. A partir destes imigrantes, monta-se a primeira indústria da cidade, calçadista, que desenvolve-se principalmente a partir da década de 1920.

Franca participou da Guerra do Paraguai com os Voluntários da Franca e com o famoso Guia Lopes.

Na década de 1890, Franca passa a ser servida pela Estrada de Ferro Mogiana, mas, no início do século XX, o ramal de Franca foi abandonado e os trilhos retirados porque a Estrada de Ferro Mogiana construiu outro ramal, uma variante, ligando Ribeirão Preto a Uberaba sem passar por Franca.

A cidade empenha-se durante a Revolução Constitucionalista de 1932, na qual morreram por São Paulo seis cidadãos francanos.

Atualmente, destaca-se no setor da indústria de calçados masculinos, mas as indústrias calçadistas de Franca já estão dando atenção e produzindo também calçados femininos, ainda que, até hoje, o café tenha ativa participação na economia do município.

Comandou sozinha a Fazenda da Serra, e, por mais de 50 anos ficou viúva.

50 anos vestida de preto, de luto, UM VESTIDO PRETO ATÉ O PÉ.

Uma heroica mulher, amada e conhecida em toda a região de Franca-SP.

Você vai ler:

Desde a sua a filha Lauriana até as filhas da Patrícia.

E vai ler também sobre a Mãe da Madrinha da Serra:

A Dona Helena Maria Martins, que, viúva, cuidou das terras, e, dos filhos, em Batatais-SP.

E ler sobre OS MONTEIRO DE ARAÚJO e os NUNES DE SOUZA

– porque cinco irmãos (as) da Família MONTEIRO DE ARAÚJO  casaram-se com 5 irmãos (as) NUNES DE SOUZA, bisnetos (as) da Madrinha da Serra.

“Ainda existirá a velha casa senhorial do Monteiro?
Meu sonho era acabar morando e morrendo
Na velha casa do Monteiro.”

Mandas-me, Ó Rei, que conte declarando,

De minha gente, a grão GENEALOGIA;

Não me mandas contar estranha história,

Mas mandas-me louvar dos MEUS A GLÓRIA.

É com emoção que conto a vocês estas estórias, e, a História que meus bisavôs e bisavós paternos contavam:

A História da MADRINHA DA SERRA, que viveu 104 anos bem vividos.

Casada, em 1809, em Franca-SP, com Antônio Alves Ferreira, filho de Antônio Alves de Guimarães, um dos fundadores de Franca-SP, onde obteve sesmaria, em 1803, dada pelo governo de São Paulo. Em 1806. Antônio Alves de Guimarães aparece na lista das pessoas que contribuíram para elevar o arraial de Franca à condição de Freguesia do Termo da Vila de Mogi Mirim. Seu sobrenome (apelido) era Guimarães porque veio da Freguesia de São Martinho do Candozo do Termo da Vila de Guimarães, primeira capital de Portugal.

O seu marido, Antonio Alves Ferreira, também pediu sesmaria de terras no Ribeirão da Prata em Batatais-SP, onde a Madrinha da Serra com  sua mãe e irmãos. Ver abaixo os documentos destas sesmarias.

O marido da Madrinha da Serra morreu jovem, em 1821, e ela se casou novamente, sem filhos no segundo casamento, e, ficou viúva novamente em 1832.

Ficou, então, usando vestido preto, por 54 anos, até falecer em 1886.

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 –

Esperamos sua contribuição primos:

Contando-nos a suas lembranças e passando mais informações para enriquecer esta linda história.

São milhares de descendentes, seguimos, como modelo, e, como exemplo, esta linha que vai da Madrinha da Serra até os filhos da Patrícia Leme:

Resumo:

Madrinha da Serra é mãe de:

Lauriana que é mãe de:

Custódia que é mãe de:

Maria do Carmo que é mãe de:

Alcina que é mãe de:

Julieta que é  mãe de:

Luizinho que é  pai de:

Patrícia que é mãe de:

Emanuele, a Sarah e o Saulo.

=

AS HISTÓRIAS E LEMBRANÇAS DE NOSSAS FAMÍLIAS NÃO PODEM MORRER CONOSCO:

TEMOS QUE PASSÁ-LAS DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO!

DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO

Nossas bisavós que viveram no tempo da Madrinha da Serra, viviam na Fazenda da Serra, contavam sempre com admiração e orgulho a sua história, preservando a sua memória, a história toda passava de mãe para filha, de pai para filho, e sempre diziam que morreu com mais de 100 anos,, pois eu conferi tudo e morreu mesmo com 104 anos…

 A história da velhinha que virou um toquinho de gente, as pessoas vão encolhendo com o avanço da idade, os ossos são absorvidos pelo corpo, (popularmente os ossos encolhem), os dentes não ficam cabendo mais na arcada dentária, (as dentaduras não param mais),…… …….

E, aos 104 anos, ainda dirigia a Fazenda da Serra em Patrocínio Paulista -SP, com seus escravos a carregando como uma santa, literalmente em um andor, que eles fizeram para carregá-la pela Fazenda da Serra.

Os escravos que carregavam a Madrinha da Serra no andor eram:

Manuel, 30, preto

João, 31, preto

Simão, 25, pardo

Fortunato, 23, preto

Camilo, 22, pardo

Timóteo, 15, preto

==

E tinha ainda Domingos, 61, Preto,

Madalena, 51, preta

e Miguel, 17, pardo, paralítico.

A gratidão dos escravos da Madrinha da Serra lembra muito a gratidão dos escravos de Uberaba-MG com o seu benfeitor amado, o Visconde do Rio Branco.

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ISSO era MUITO POUCO  para uma FAZENDA de:

Terra excelente para café. Terra roxa.

E, naquele tempo, 1886, a produtividade era baixa.

O transporte difícil.

Nada de máquinas e nada de implementos agrícolas, e, nada de correção do solo, como atualmente…

 

Só que, vários netos, já haviam morrido em 1886; A MADRINHA DA SERRA morreu com 104 anos.

Então, parte das terras, foi dividida mais ainda no inventário ficando para os bisnetos…

E quanto valia: TERRA NÃO VALIA QUASE NADA.

TUDO ISTO SERÁ DETALHADO, DE ONDE A ONDE ERA A FAZENDA, NOME DOS RIACHOS, COM QUEM FICOU CADA PARTE, NOS DOIS GRANDES PROCESSOS NO ARQUIVO MUNICIPAL DE FRANCA-SP – UM COM A MADRINHA DASERRA DOANDO AS TERRAS PARA NETOS E BISNETOS E O OUTRO O PROCESSO DE DIVISÃO DAS TERRAS.

1° Ofício de Franca-SP – Divisão da Fazenda da Serra – Processo que hoje está no Arquivo Municipal de Franca-SP; feito em 1881, Caixa 0357 . divisas folha 28 verso e 31.

TUDO POR 31 CONTOS DE REIS para ser divido em 43 netos herdeiros

Folha 30 – 28 quilometros de circunferência.

primeiro terreno – 17km, 540m de circunferencia.

segundo terreno 2840 m de circunferencia.

terceiro terreno 4840m de circunferencia.

quarto terreno 3300m de circunferencia.

Quanto dá isto em km2 e em alqueires para dividir por 43 netos?

arredondando.

Primeiro quadrado de 16km2  = 4km x 4 x 4 x 4 = 16 km de perímetro.

mais  um quadrado de 2km x 2 x 2 x2 = 4km2 e 8 km de perímetro.

mais um quadrado de 1km x 1 x 1 x 1 = 1km2 e 4 km de perímetro.

total=  16+4+1= 21km2

total = 16+ 8 + 4 = 28km de perímetro.

QUANTO É ISSO EM alqueire paulista?

24.800m2 =  1 alqueire

40 alqueires= 1km2 = 1.000.000m2

1km2 = 40,32 alqueires paulistas

21km2= 847 alqueires paulistas

A FAZENDA DA SERRA TINHA MAIS OU MENOS 847 alqueires paulistas

dividido por 43 herdeiros netos (alguns já falecidos então redivididos para bisnetos)

CADA NETO HERDEIRO FICOU COM 19,69 alqueires paulistas.

Quanto vale um alqueire hoje em Patrocínio Paulista-SP?

E, por exemplo, a neta CUSTÓDIA NUNES que vamos estudar seus descendentes em Penápolis-SP, estava viva quando a MADRINHA DA SERRA MORREU em 1886, só que Custódia Nunes, minha trisavó.

Custódia Nunes viveu mais doze anos, faleceu em 1899, então, os seus 19,69 alqueires foram divididos entre seus 7 filhos, dos quais, 5 filhos vieram para Penápolis-SP.

19,69:7= 2,81 alqueire paulistas para cada bisneto, filho da Custódia, os quais foram para Penápolis-SP,  onde tinha mais terra e mais barata.

Ou seja, um dos 7, minha bisavó MARIA DO CARMO DE SOUZA herdou SÓ E SOMENTE SÓ 2,81 alqueires paulistas 3 anos depois da MADRINHA DA SERRA falecer.

Então para minha bisavó MARIA DO CARMO DE SOUZA, filha da Custódia Nunes coube 2,81 alqueires paulistas que depois divididos entre seus 10 filhos caberia à minha avó Alcina Monteiro, filha da Maria do Carmo, 0,281 alqueires paulistas.

0,281 x 24.800m2 = 6.968m2 para minha avó Alcina Monteiro da Silveira.

Alcina teve 7 filhos cabendo a cada um = 995m2 de terra.

Meu pai Alceu Júlio da Silveira ficaria então com 995 metros quadrados de terra. 4 terrenos de 250m2.

Ninguém foi explorado. Termina pobre porque avô nobre, neto pobre, como diz o ditado.

EU TENHO ORGULHO DE SER ALVES FERREIRA

EU TENHO ORGULHO DE SER RIBEIRO GUIMARÃES

EU TENHO ORGULHO DE SER MONTEIRO DE ARAÚJO

EU TENHO ORGULHO DE SER Nunes de Souza,

EU TENHO ORGULHO DE SER Nunes da Silva

Silveira, Leme, e tantos outros…

DESCENDENTES DA MADRINHA DA SERRA

=

Mandas-me, Ó Rei, que conte declarando,

De minha gente, a grão GENEALOGIA;

Não me mandas contar estranha história,

Mas mandas-me louvar dos MEUS A GLÓRIA.

Esta é uma Aldeia típica portuguesa com certeza.

Foi de lugares tranquilos assim, seguros assim que nos portugueses deixamos para vir construir o Brasil.

“Valeu a pena?

Tudo vale a pena se a alma não é pequena.”

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Aqui D´Allicourt fala do vovô Antônio Alves de Guimarães, de Batatais-SP e de Franca-SP

O vovô Antônio Alves de Guimarães é o pai do marido da MADRINHA DA SERRA, (ANTONIO ALVES FERREIRA).

Descrição da região.

Depois de uma descida fácil chega-se ao morador dos Batatais. Este lugar é muito alegre, seu dono, Manuel Bernardo do Nascimento, ajudado de seus filhos, desenvolve a maior atividade na lavoura; faz muito bom negócio em gado vacum, e em queijos. Afastados do caminho há, nestes lugares, muitos vizinhos, mais ou menos distantes uns dos outros, que possuem grande quantidade de gado. Deste sítio segue a estrada ao noroeste, e deixado à esquerda o caminho para a freguesia do Senhor Bom Jesus da Cana Verde, vai-se passar, ao mesmo lado da estrada, por uma ponte de pau, o ribeirão da Paciência, para chegar ao pouso do mesmo nome.

O morador da Paciência vive a duas léguas dos Batatais, e quatro do Cervo; a estrada segue, neste lugar, ao nordeste, inclinava depois ao nor-nordeste, e, passado um ribeiro, volta ao noroeste. Largas campinas, batizadas de pequenos bosques, se avistam, até que na proximidade do rio Sapucaí, o terreno torna-se irregular, e o caminho, com algumas ladeiras, vai fechar nas margens daquele rio, que são cobertas de arvoredo; o rio atravessa-se por uma ponte de madeira, e no tempo da seca dá excelente vau; dista da Paciência légua e meia, nasce na serra de Muguaçu e vai confluir no Pardo: deixa-se depois o ribeiro do Patrocínio, que vem correndo de leste por cima de Lajes; o caminho vai ao nor-noroeste, e a quatro léguas, e um quarto distante da Paciência está o morador de Santa Bárbara, à direita;

passa-se logo, por uma ponte estreita de madeira, o grande ribeirão do mesmo nome, que corre ao noroeste, por um leito formado de grossas pedras; e aqui há uma cachoeira. Deste sítio a Franca contam-se três léguas, e três quartos; larga-se adiante, à esquerda, a estrada geral, para  tomar-se, à direita, para a Fazenda das Macaúbas, junto à qual se passa o ribeiro Sapucaí.

AQUI FALA DO ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES:

O dono desta fazenda, natural de Guimarães, conta oitenta e quatro anos, em muito bom estado de saúde, e robustez, faz o seu maior negócio em gado. Além deste sítio, entra-se um pouco adiante, na estrada geral, que vai ao nor-noroeste; o terreno continua a ser agradável, ornado de capões, e capoeiras; passam-se três ribeiros até chegar-se ao arraial da Franca.

O arraial da Franca está na latitude austral de 20º 28’, e longitude 47º 26’ de Greenwich, foi fundado há treze para quatorze anos, por Hipólito Antônio Pinheiro, capitão do Distrito, e natural da Comarca de S. João d’el-Rei, Província de Minas Gerais; é ele o mais opulento do lugar, e sete léguas arredado, possui uma grande fazenda: antes desta fundação eram estes terrenos demasiadamente infestados pelos selvagens.

Deu-se a este arraial o nome de Franca, por virem a ele estabelecer-se toda a qualidade de pessoas de diversos lugares; todavia a maior parte delas veio de Minas Gerais: a fama deste lugar é muito má, por causa dos facinorosos, que, em grande número, o habitam; e decerto a conservará enquanto ali se não estabelecerem as autoridades, que mantenham as leis do soberano, e a Justiça.

Este povo existe como os da primitiva: o mais astuto, e valente, ou para dizer melhor, o de pior coração dá a lei, os outros tremem e cegamente obedecem; e, como a Justiça está muito longe, nada receiam. Houve ali um malvado, que fez quatorze mortes, e se recreava com a narração delas; porém, graças às diligências do Exmoº D. Manuel de Portugal e Castro, capitão-general de Minas, que fizeram acabar com tal monstro, que se tinha refugiado neste arraial, onde ainda existe um delinqüente de sete mortes, e vários outros de menor número (confissão dos mesmos povos).

Não trato da qualidade de mortes, das traições, e de muitos pais roubados a seus filhos; pois são tão diferentes os casos, que seria necessário descrevê- los muito por miúdo; finalmente pela mais leve causa não há escrúpulo em tirar a vida.

Os habitantes deste lugar são industriosos, e trabalhadores; fazem diversos tecidos de algodão; boas toalhas, colchas e cobertores; fabricam pano azul de lã muito sofrível; chapéus, alguma pólvora; e até já Memória sobre a viagem do porto de Santos à cidade de Cuiabá têm feito espingardas; a sua principal exportação consta de gado vacum, porcos, e algodão, que levam a Minas: plantam milho, feijão, e outros legumes para consumo do país.

O arraial está bem arruado, porém a maior parte das ruas é ainda mui pouca povoada, só o largo da matriz está mais guarnecido de casas, que são construídas de pau a prumo, com travessões, e ripas, cheios os vãos de barro, e as paredes rebocadas com areia fina, misturada com bosta, geralmente são pequenas, e a maior parte delas cobertas de palha.

Tem a Franca duas igrejas: a de N. Senhora do Rosário, pequena, e baixa, foi a primeira, que se fundou; e a matriz de N. Senhora da Conceição está quase acabada, e é um lindo templo. Esta freguesia chega a três mil almas de confissão; e a meu ver deveria entrar o arraial no número das vilas, para melhor governo, ordem e polícia de seu povo, que tendo em meio de si as autoridades de Justiça, não haverá ali tantos crimes.

É dos mais lindos, e desafogados locais, que tenho encontrado; um comprido campo se estende de norte ao sul, e suavemente vai declinando até aos ribeiros, que o limitam a leste, e oeste, os quais reunindo-se ao sul, formam um só ribeirão; assim fica representando uma península este terreno: que é mais elevado; mais ventilado, e inteiramente plano ao norte da matriz: para oeste, contíguo ao arraial, vai ele abrindo-se em duas ribanceiras, formadas pelas chuvas, que destruirão bem depressa esta parte, se lhe não derem remédio pronto.

O ribeiro d’oeste, que tem o nome de Itambé, forma um salto de seis, ou sete braças de alto, logo abaixo da boca da ribanceira; o de leste denominase do Vigário, porque este habita na sua vizinhança em uma excelente casa. Além dos ribeiros eleva-se o terreno em doce ladeira, e, a poucas léguas de distância há um olho-d’água, que se conserva quente em todo o tempo.

Hoje são raras as que existem cobertas de palha, e há boas propriedades; desde o ano de 1818, em que estive nesse arraial, até o princípio deste de 1823, que por ali tornei a passar, tem-se aumentado o número de fogos consideravelmente, não só dentro do lugar, como fora junto dos ribeirões, por onde há sítios mui aprazíveis; igualmente há crescido o comércio, e agricultura, e ali concorrem da Farinha Podre, e outras partes a buscar sal, e mais alguns gêneros.

Partindo da Franca dirige-se a estrada a oés-noroeste; depois a oeste; o terreno vai oferecendo a mesma perspectiva agradável que o antecedente, passam-se quatro ribeiros, o primeiro dos quais tem uma cachoeira à vista do caminho, e vai correndo por cima de lajes; finalmente principia-se a descer, até que se chega ao pouso, e fazenda do Machado,35 duas léguas e meia da Franca; o morador fica à direita, e cercado de montes e vales; as águas são boas e abundantes, e junto à casa corre um claro ribeiro.

 

 A Madrinha da Serra não teve muitos filhos para os padrões de seu tempo, (5 apenas), mas os seus filhos, netos e bisnetos tiveram muitos filhos…

ENTÃO, SÃO MILHARES DE DESCENDENTES da Madrinha da Serra.

Milhares não é maneira de dizer, nem exagero.

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Exemplo da Família linda da Madrinha da Serra:

João Júlio da Silveira, Alcina Monteiro, filhos e netos, Penápolis-SP, Brazil, 25 de dezembro de1968

João Júlio da Silveira e Alcina Monteiro, filhos e netos, Penápolis-SP, Brasil, 25 de dezembro de 1968 – Alcina, (Chinica), é tri-neta da Madrinha da Serra

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SE ATÉ EM 2015 AINDA TEM ONÇA NA REGIÃO DO LAGEADO

IMAGINA ENTÃO HÁ 100 ANOS ATRÁS QUANDO FOMOS PIONEIROS EM PENÁPOLIS-SP!!

onca penapolis

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Outro lindo exemplo de Família linda:

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João Monteiro de Araújo Filho, com tetranetos e com penta-netos da MADRINHA DA SERRA,

Em Penápolis-SP, no Brasil, na década de 1950

Essa era a roça de antigamente, sem tv, cheia de gente, de parentes e de festas.

DAMOS DESTAQUE AOS BISNETOS da MADRINHA DA SERRA, os  NUNES DE SOUZA, os quais se  CASARAM com os MONTEIRO DE ARAÚJO,  e, contamos a saga de seus descendentes, em Penápolis-SP,  povoação, por eles, (e, por outras famílias de Franca-SP  e região), construída:

A Penápolis-SP quando lá, nós BISNETOS e Trinetos da MADRINHA DA SERRA, chegamos:

É a perfeita descrição da nossa realidade e do nosso heroísmo:

Na noite alta, o silêncio é profundo,

Só se ouve das feras, o uivar,

E ao longe, o grito feroz e iracundo

Do índio selvagem disposto a atacar.

– No meio da selva, enfrentando o jaguar,

Um punhado de bravos,

Pretendem uma cidade formar.

E na manhã seguinte,

Cintilante de luz,

Na clareira, erguem

Um altar e uma cruz.

E a cidade desponta,

Sob o olhar de Jesus,

E o trabalho fecundo

De Manoel Bento da Cruz!

= –

Um agradecimento todo especial à nossa conterrânea Sabrina Sato Rahal, que sempre divulga nossa Penápolis-SP, onde, nós os MONTEIRO DE ARAÚJO, e, nós, os Nunes de SOUZA, fomos PIONEIROS.

Neta do velho RAHAL;

homem tão bom e generoso; vendia fiado.. ajudava tanta gente…

– –

E porque de geração em geração sempre foi uma grande e bela família:

Porque eram os pais experientes que escolhiam os casamentos dos filhos:

Sempre casando os filhos nas melhores famílias de:

Aiuruoca-MG, Piumhi-MG, Franca-SP, Uberaba-MG, e, Penápolis-SP.  

E casando também primos com primos, portanto com gente conhecida e boa. 

TEMOS O INVENTÁRIO da MADRINHA DA SERRA, que vi no FÓRUM DE PATROCÍNIO PAULISTA-SP, (Atualmente guardados no Arquivo do Judiciário Paulista, em Jundiaí-SP), que data de 1886.

E temos seu batismo abaixo, em 1782.

Pelo inventário aberto em 1886, dos bens que ficaram da Madrinha da Serra,  ficamos sabendo que já haviam falecidos antes dela, todos os 5 filhos e também alguns dos 43 netos também já tinham falecidos em 1886.

Portanto a FAZENDA DA SERRA foi dividida entre mais de 43 herdeiros, pois como havia já netos falecidos, receberam a pequeníssima herança, alguns dos bisnetos da Madrinha da Serra.

QUER DIZER:

Uma fazenda dividida entre mais de 43 herdeiros.

 Sobra muito pouco para cada herdeiro.

Sim,  mais que 43, porque alguns dos netos já eram falecidos quando a Madrinha da Serra morreu.

Em breve, vou postar os bens que possuía a Madrinha da Serra.

É com emoção que conto a vocês estas estórias e História que meus bisavôs e bisavós paternos contavam:

A História da MADRINHA DA SERRA, que viveu 104 anos bem vividos.

Casada, em 1809, em Franca-SP, com o Antônio Alves Ferreira, filho de Antônio Alves de Guimarães, um dos fundadores de Franca-SP, onde obteve sesmaria, em 1803, dada pelo governo de São Paulo.

O seu marido conseguiu sesmaria ali, em 1815, no Ribeirão da Prata, em Batatais-SP, onde a Madrinha da Serra com sua mãe e irmãos.

O marido da Madrinha da Serra morreu jovem, em 1821, e ela se casou novamente, sem filhos no segundo casamento, e ficou viúva novamente em 1832.

Em 1824, plantava só para o gasto como mostra o mapa de população aqui neste página transcrito, significando que eram muito pobres.

E desde então, depois da heroica marcha em carro de boi da Fazenda da Prata até a Fazenda da Serra, e, instalando-se ali e pondo a Fazenda da Serra para produzir, dirigiu-a de 1832 até 1886 quando faleceu.

Ficou, então, usando vestido preto, por 54 anos, até falecer em 1886.

Aqui a localização da sesmaria do Antônio Alves de Guimarães, entre Batatais-SP e Patrocínio Paulista, um pouco ao norte da sesmaria da mãe da Madrinha da Serra:

Fica próxima ao Rio Sapucaí-Mirim e ao Ribeirão das Macaúbas, e, ao Ribeirão Santa Bárbara. Esta Sesmaria desde fundador de Franca-SP, que já estava em Franca-SP, em 1806, e estava em 1802, em Piumhi-MG, esta registrada no;

Livro de Sesmarias n° 34, folha 105-verso. 23 de julho de 1810:

PARAGEM DAS MACAÚBAS, hoje, parte no Município de Patrocínio Paulista, e, parte no Município de Batatais-SP e parte de Brodwoski-SP.

O X, mais embaixo, marca onde era as terras da mãe da Madrinha da Serra  – A Fazenda da Prata

O segundo X, subindo, era onde ficava a sesmaria do sogro da Madrinha da Serra, que depois  ficou para seu genro, o Patriarca dos Faleiros de Franca e região,  o Sargento Mor José Justino Faleiros

Muitos dos Faleiros casaram-se com netos e bisnetos da Madrinha da Serra

No Mapa, entre Patrocínio Paulista e Itirapuã-SP, ficava a terra da Marinha da Serra

 Muito amada por todos, a VELHA DA SERRA, a Madrinha da Serra, dedicada à família, aos escravos, à Fazenda da Serra, no atual Município de Patrocínio do Sapucaí-SP, e, dedicada também à inesquecível Capelinha de Santa Cruz que havia na Fazenda da Serra.

Quis comandar a Fazenda da Serra até o fim aos 104 anos, com os escravos a carregando em um andor pela fazenda. Era um toquinho de gente.

Ficamos sabendo, hoje, 24 de outubro de 2011, que alguns escravos ficaram com o nome da família ALVES FERREIRA e seus descendentes ainda assinam ALVES FERREIRA até hoje, 2014.

UM ALVES FERREIRA FOI ASSESSOR DO PAPA.

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Nós, os portugueses do Brasil, temos este soneto maravilhoso de nosso patrício Fernando Pessoa que descreve bem a dor de deixar nossa terrinha e virem para construir o Brasil:

MAR PORTUGUEZ:

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quere passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abysmo deu,
Mas nelle é que espelhou o céu.

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 O mais puro e íntimo de seu interesse, deu-se sempre aos homens e coisas de Portugal

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“”O que posso dizer de nossa terrinha Portugal? Tudo.

Gastaria todo um site para descrever o povo mais internacionalista de todos. O povo mais heroico, intrépido e desbravador. O Povo que construiu o Brasil. O primeiro grande Império Mundial onde o sol nunca se punha. Aquele Portugal aconchegante das Aldeias. Qual é o nome do riacho que corre por minha Aldeia?

Portugal está entre os 10 países mais bonitos do mundo.

Quem o afirma é o portal internacional UCity Guides, que disponibiliza aos turistas tudo o que precisam de saber antes de viajar para determinada cidade e que escolheu o “top 10” das nações “abençoadas com um raro conjunto de belezas naturais e maravilhas edificadas pelo homem”.

A lista, dominada por países europeus, é liderada por Itália. Espanha e França ocupam o segundo e terceiro lugares do pódio, respectivamente, e Portugal surge na 6ª posição, antes de países como o Brasil (8º) ou a Alemanha (10º).

De acordo com o portal, “as maravilhas naturais e puras do vulcânico arquipélago dos Açores” seriam suficientes para colocar o nosso país na lista.

Porém, há muito mais: a Madeira, um autêntico “jardim flutuante”, a linha da costa “impressionante” e os cabos “místicos” do continente, aos quais se juntam os planaltos alentejanos, as vilas medievais como Marvão ou Monsaraz e o Parque Nacional da Peneda-Gerês.

O UCity Guides destaca ainda a “perfeita colaboração entre o Homem e a Natureza” que é possível testemunhar em Sintra ou no verdejante Vale do Douro e deixa apenas uma crítica, considerando “inexplicável” a “negligência” a que estão votados os velhos centros das maiores cidades portuguesas, Lisboa e Porto.

“Tudo é em pequena escala mas, quando todos os elementos se combinam, é impressionante como tanta e tão diversa beleza consegue caber num país de dimensões tão reduzidas, que parece ser um dos favoritos do Sol”, conclui a apreciação feita pelo portal.

No “top 10″, que conta com seis países da Europa, há ainda espaço para a Austrália (4º), os EUA (7º), o Brasil (8º) e a África do Sul (9º).””

Visitando a Fazenda da Serra – construída pela Madrinha da Serra e por ela administrada por 54 anos, de 1832 a 1886 quando faleceu aos 104 anos de idade.

No final da vida, um toquinho de gente, no andor, carregada por amados escravos. Andava por toda a Fazenda, todos os filhos já falecidos e ela firme comandando a rica, terra roxa, da Fazenda da Serra, na hoje, Patrocínio Paulista.

Cafezal do Maranha, onde se localizava a Capela da Fazenda da Serra

Cafezal do Maranha, onde se localizava a Capela e Cemitério da Fazenda da Serra

Panorâmica da Fazenda da Serra

Panorâmica da Fazenda da Serra

Uma nascente na Fazenda da Serra

Uma nascente na Fazenda da Serra – Historiador e Genealogia têm que beber na fonte

Geirova que ficava ao lado da capela da Fazenda da Serra

Geirova que ficava ao lado da Capela e Cemitério da Fazenda da Serra

Ao fundo da foto, na Fazenda São Francisco, à margem da rodovia que vai de Patrocínio Paulista para Itirapuã-SP ficava a casa da Madrinha da Serra

Ao fundo da foto, na Fazenda São Francisco, à margem da rodovia que vai de Patrocínio Paulista para Itirapuã-SP, ficava a casa da Madrinha da Serra

Cruzeiro preservado onde foi a capela da Fazenda da Serra, hoje no Cafezal do Maranha, em Patrocínio Paulista-SP

Cruzeiro preservado onde foi a Capela e Cemitério da Fazenda da Serra, hoje no Cafezal do Maranha, em Patrocínio Paulista-SP

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Panorâmica da Fazenda da Serra

Família da Madrinha da Serra em 1824, plantando para o consumo da casa, com porcos, já com segundo marido do qual não teve filhos, com vovó Lauriana com 12 anos (nascida em outubro de 1811) e vizinhos da tia Maria Gomes Moreira.

Lista de moradores da Vila de Franca em 1824.

SERIA JÁ NA FAZENDA DA SERRA EM 1824?

O original desta imagem pertence ao Arquivo Público do Estado de São Paulo.

São vizinhos da Maria Gomes Moreira, parente nossa.

Apresenta a Madrinha da Serra, branca e casada, com 36 anos. É mais. É 41 no inicio de 1824. O censo deve ter sido feito no final de 1823 e inicio de 1824 e geralmente não acertam a data de nascimento.

Certo a idade da Lauriana – 12 anos – Nasceu em 1811.

José 13 anos – Nasceu em 1810.

Francisco, 6, Nasceu em 1817.

Antônio, 8 anos, não consta no inventário em 1886.

Joaquina, 11, 1812?

Carlota, 7 – provável filha do segundo marido.

Maria 11, 1812? Igual idade de Joaquina.

É preciso procurar estes batismos nos livros de Franca-SP

Colheu 50 carros de milho. 7 alqueires (medida de capacidade) de feijão, 16 capados, tudo gasto na casa. SUBSISTÊNCIA – Eram muito pobres.

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O original desta imagem pertence ao Arquivo Público do Estado de São Paulo.

CLIC, ABRA, e LEIA:

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A História da velhinha que virou um toquinho de gente, as pessoas vão encolhendo com o avanço da idade, os ossos são absorvidos pelo corpo, os dentes não ficam cabendo mais na arcada dentária…… .

e, aos 104 anos, ainda dirigia a Fazenda da Serra em Patrocínio Paulista-SP, com seus escravos a carregando como uma santa, literalmente em um andor, que eles fizeram para carregá-la pela Fazenda da Serra.

E, no andor, carregada por escravos, percorria toda a Fazenda da Serra.

Eles, os escravos,  amavam-na. Ela tomou conta da Fazenda da Serra até morrer.

(Uma prima acrescentou que se contava também que eles continuaram tomando conta da Fazenda após sua morte, pois os filhos já tinham morrido).

Ela não deixou nunca que ninguém maltratasse os seus escravos.

Certa vez, puniu, e, despediu um feitor que maltratou um escravo.

Ela também nunca quis se aposentar, nem deixar que os netos tomassem conta da Fazenda da Serra para ela. Sim – netos – porque os 5 filhos já haviam morrido.

E, já haviam morrido, alguns dos netos também, em 1886.

Ela ficou um toquinho de gente; de tão velinha.

Depois que a Velha da Serra morreu, como os filhos já tinham ido para o céu, há muito tempo, os escravos tomaram conta da Fazenda da Serra até ser dividida entre os netos herdeiros.

Uma santa. Viúva, por 54 anos, do segundo casamento, em Franca-SP, e, Patrocínio do Sapucaí-SP.

Eu tenho a honra de ser um bisneto de uma bisneta da Velha da Serra – A MADRINHA DA SERRA.

Os antigos chamavam os avós de PADRINHO e de MADRINHA.

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O BATISMO DA MADRINHA DA SERRA:

https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-1-159393-283654-93?cc=1719212&wc=11598492

O assento de batismo da Madrinha da Serra

CASAMENTO DOS PAIS DA MADRINHA DA SERRA no Curato do Turvo, Andrelândia-MG,,, em 1775

Andrelândia -MG ao lado de Airuoca-MG pertinho da Capela  do Varadouro onde a Madrinha da Serra foi batizada é nossa terrinha.

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Assista a esse vídeo da FAZENDA DA SERRA:

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ANTIGAMENTE, OS VELHOS NÃO GOSTAVAM DE SEREM CHAMADOS DE AVÔ E AVÓS,  ENTÃO SURGIAM OS APELIDOS como MADRINHA DA SERRA, PADRINHO VALIM, Padrinho Totonho, etc.

Estes dois últimos são meus bisavôs.

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Neste livro histórico de Patrocínio Paulista, está a foto da Capela da Santa Cruz e do Cemitério anexo, na Fazenda da Serra. Eu estive lá.

Hoje resta uma Gueirova e uma Cruz, no cafezal do Maranha.

Ali a Madrinha da Serra foi enterrada. Infelizmente não sei onde estão os herdeiros desta foto que foi usada no livro.

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No tempo desta foto, por volta de 1905, a Fazenda pertencia ao Capitão Vicente Nunes Ferreira, irmão da  Custódia Nunes, que já era falecida, e, portanto, tio da nossa bisavó MARIA DO CARMO DE SOUZA, mãe da Chinica, (a Alcina Monteiro).

Página do Livro sobre Patrocínio Paulista que fala Fazenda da Serra e sua Capelinha

NESTE LOCAL HISTÓRICO,  FOI ENTERRADA A MADRINHA DA SERRA,

Neste local sagrado, ela assistia missas, e, rezava terços

NO CEMITÉRIO DA FAZENDA DA SERRA, JUNTO À CAPELA DE SANTA CRUZ:

Hoje, resta esta árvore que aparece junto ao Cruzeiro e junto a uma GUEIROVA muito alta, que dá para ser vista da estrada, no MEIO DO CAFEZAL DO MARANHA, em PATROCÍNIO PAULISTA, PERTINHO DO ASFALTO, NA ANTIGA ESTRADA PARA IBIRACI-MG, bem antes doBairro PALMITAL, e, bem em frente à FAZENDA SÃO FRANCISCO, que pertence a um juiz.

Onde era a capela da Fazenda da Serra e Cemitério onde a Madrinha da Serra foi enterrada, foi preservado a Cruz e a geirova

Local onde era a Capela e Cemitério da Fazenda da Serra, no Cafezal do Maranha, à margem do Asfalto, que vai para Ibiraci-MG, nas terras que eram da Madrinha da Serra

Veja mais fotos que eu tirei na Fazenda da Serra: CLIC PARA VER:

https://madrinhadaserra.wordpress.com/fotografias-da-fazenda-da-serra/

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O ASSENTO DE BATISMO DA MADRINHA DA SERRA:

AOS TRINTA DE SETEMBRO DE MIL SETESENTOS E OITENTA E DOIS NA CAPELA DA SENHORA DA CONCEIÇÃO DO VARADOR FILIAL DESTA MATRIZ DE AYRUOCA O PADRE JOAO GONÇALVES VIEIRA BATIZOU E POS OS SANTOS OLEOS A INOCENTE JOAQUINA FILHA LEGITIMA DE MANOEL RIBEIRO GUIMARÃES E HELENA MARIA MARTINS. FORAM PADRINHOS JOSE DA COSTA RIOS, SOLTEIRO, E MARIA TEREZA TAMBEM SOLTEIRA. E PARA CONSTAR MANDEI FAZER ESTE ASSENTO QUE ASSINEI ERA UT SUPRA O VIGARIO JOAO DE RESENDE COSTA.”

O padre João de Rezende Costa é parente do José de Rezende Costa que participou da Inconfidência Mineira.

Cópia do acento de batismo da Madrinha da Serra que está em seu processo de casamento, em Franca-SP, em 1809. Os processos de Casamento estão no Museu Chiachiri, em Franca-SP.

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O BATISMO AMPLIADO da MADRINHA DA SERRA, realmente está na folha 32 verso, com diz a transcrição:

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É com emoção que conto a vocês estas estórias que os meus bisavôs e bisavós paternos contavam:

A História da MADRINHA DA SERRA, que viveu 104 anos bem vividos.

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Até hoje a TV Ribeirão,

http://www.tvnetribeirao.com/,

afiliada da Rede Globo, vai, à Patrocínio Paulista, entrevistar os irmãos Ferreira para contarem a história da Madrinha da Serra.

Uma parte da Fazenda da Serra ainda está com a família.

Isso depois de 200 anos de ter sido formada a Fazenda da Serra por Joaquina Custódia da Conceição, a MADRINHA DA SERRA.

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Sobre o amor dos mineiros (na época, chamados de GERALISTAS) pelos seus escravos, o MARTINICO PRADO, que conheceu a Fazenda da Prata, e a chamou de EXUBERANTE FAZENDA DA PRATA, da  mãe da MADRINHA  DA SERRA, escreveu:

“”””””‘O cafeicultor e deputado estadual paulista Martinho da Silva Prado Júnior, (Martinico Prado), na sessão da Assembleia Provincial de São Paulo,  de 16 de março de 1882.

Condenando a proibição do comércio de escravos entre as províncias brasileiras, Martinico Prado relata, aos deputados paulistas, que muitos proprietários de escravos de Minas Gerais não queriam se separar de seus escravos, quando imigrassem para São Paulo:

Cquote1.svg Ato esse (proibir a venda de escravo para outra província) que, para os pequenos proprietários de escravos da Província de Minas, é o mais atroz possível, pois v. excelência não ignora que o sertanejo mineiro estima e se torna afeiçoado ao seu escravo que se torna parte integrante de sua família, tributando-lhe pronunciada afeição. Relata então o que ouviu de mineiros que queriam vir para São Paulo e desejavam poderem trazer seus escravos: Tenho recebido pedidos instantes, súplicas pungentes, acompanhadas até de lágrimas, para que eles (os escravos) possam vir para esta província (São Paulo) dizendo: “Faça com que a Assembleia paulista nos abra as portas das províncias para não sermos obrigados à miséria ou a vendar aqueles que criamos desde a infância”.! Cquote2.svg
Martinico Prado

[6]

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FOTO DA NASCENTE DO RIBEIRÃO DA PRATA COM MUITA ÁGUA, E, MUITO PRESERVADA, na EXUBERANTE FAZENDA DA PRATA:

Hoje, a nascente está na Fazenda MORADA DA PRATA, cuja entrada é na Rodovia Dr. Altino Arantes, entre Batatais-SP e Altinópolis-SP.

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EU PEGUEI ÁGUA LIMPINHA NA NASCENTE DO RIBEIRÃO DA PRATA:

ENCHI UMA GARRAFA:

Nascente de Rio é a coisa mais pura e  linda da Natureza:

As casas eram sempre perto das nascentes, provavelmente, a casa onde a Madrinha da Serra passou a infância é aqui pertinho.

Aqui conhecemos as duas velhinhas do Norte que moraram desde crianças da Fazenda da Prata.

Encontro inesquecível; com mais de 80 anos, capinavam a nascente. Depois que faleceu uma delas, a nascente começou a ficar cheia de mato.

Pena que não tiramos foto, nem gravamos.  Uma era cega. Diziam que o pai delas, muito bravo, não as deixaram namorar nem casar.

Eu, na nascente do Ribeirão da Prata

A CARTA DE SESMARIA da FAZENDA DA PRATA, em BATATAIS-SP, onde HELENA MARIA MARTINS, e, sua filha MADRINHA DA SERRA foram dos primeiros moradores, puro sertão ainda:

A descrição é fácil de entender:

Subindo o Ribeirão Batatais, ficava a testada (a frente da sesmaria), os fundos, descendo o Ribeirão da Prata até perto do Rio Mogi Guaçu, ia, portanto de Batatais-SP, passava por Brodosqui-SP, cidade que surgiu em terras dos netos da Madrinha da Serra….”

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LEIA A CERTIDÃO DA SESMARIA DE HELENA MARIA MARTINS, mãe da MADRINHA DA SERRA:

e a Sesmaria do marido da MADRINHA DA SERRA, o Antônio Alves Ferreira.

Tudo indica que ele conseguiu esta sesmaria em nome da Madrinha da Serra, pois sua irmã e sua mãe e irmãos conseguiram sesmarias por ali serem pioneiros também.

Esses heróis pioneiros que chegaram a Batatais-SP, por volta de 1800, conseguiram as sesmarias de terras em 1815.

Provaram que cultivaram a terra e conseguiram a documentação das terras, só depois de provarem que a cultivaram e ali residiam.

A irmã da Madrinha da Serra, a Custódia Maria do Sacramento também ganhou uma sesmaria da Fazenda da  Prata.

E DIZ A Carta de Sesmaria:

ONDE SE ACHAM ARRANCHADOS HÁ DEZ ANOS:

O original destas cartas de sesmaria estão no Arquivo Público do Estado de São Paulo.

CLIQUE; VAI ABRIR, FICAR MAIOR:

então CLICA DE NOVO, E, FICARÁ, BEM GRANDE, a foto:

O Arquivo do Estado de São Paulo certifica…..”que revendo o livro……..

SESMARIA DO MARIDO DA MADRINHA DA SERRA

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A extensa fazenda da Prata foi desmembrada várias vezes pelos  herdeiros, mas existiu ainda uma parte com este nome, a parte que teve um pedaço desapropriado para criar a povoação que hoje é Brodowski-SP,, ainda tinha este nome e sede até o ano 2000 mais ou menos quando o último dono a loteou em chácaras.

Eu visitei e fotografei onde era mais provável de ter sido a sede primitiva, na nascente do Ribeirão da Prata, onde hoje se chama  FAZENDA MORADA DA PRATA, em Batatais-SP.

SESMARIA DA MÃE, DE UM IRMÃO E DE UMA IRMÃ DA MADRINHA DA SERRA

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Vou estudar com profundidade os processos de doação, e, de divisão de terras da Fazenda da Serra, que estão no Arquivo Histórico Municipal de Franca-SP, onde nos ajuda, a maravilhosa Viviane.

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MAPA DA NOSSA AMADA REGIÃO do Sertão do Rio Pardo

No nosso tempo:

 Vila de Mogi Mirim-SP, que era enorme, contendo a Freguesia de Casa Branca, Freguesia do Bom Jesus da Cana Verde dos Batatais, (hoje, Batatais-SP), e, Freguesia da Franca:

À Direita da foto, em pontilhado, a Velha Estrada que vinha de São Paulo para Goiás, a Velha Estrada do Anhanguera, e que passava por Batatais-SP, (Cana Verde),  Franca-SP e Uberaba-MG

No mapa, abaixo, estão assinalados, a Fazenda da Prata, da Serra, Canoas e Macaúbas, respectivamente de HELENA MARIA MARTINS (mãe da Madrinha da Serra),  da Madrinha da Serra, do genro da madrinha TENENTE ALBINO NUNES DA SILVA, e a fazenda de ANTÔNIO ALVES DE GUIMARÃES, sogro da Madrinha da Serra (o Sítio das Macaúbas, perto do ribeirão do mesmo nome, e, perto do Rio Sapucaí-Mirim).

CLIC uma vez, DEPOIS, clic outra vez, e, veja a foto em tamanho grande:

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Fomos Pioneiros na Estrada do Anhanguera

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O pai da MADRINHA DA SERRA, o vimaranense Manuel Ribeiro de Guimarães, era de uma cultura tremenda. Ele era um grande cartógrafo. Ele desenhou importantes mapas de caminhos das Minas Geraes manuscritos. Participou das expedições aos quilombos famosos de Minas Gerais que atacavam os viajantes na Picada de Goiás.

Nos dois pdf abaixo, tem desenhos feitos por ele, feitos pelo pai da Madrinha da Serra:

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Acento de Casamento dos pais da Madrinha  da Serra:

AOS VINTE DIAS DO MÊS DE FEVEREIRO DE MIL SETECENTOS E SETENTA E CINCO NA CAPELA DA SENHORA DO PORTO DO TURVO FILIAL DESTA MATRIZ DA SENHORA DA CONCEIÇÃO DA AYRUOCA ASENTEI DE LICENÇA MINHA COM PROVISÃO DO REVERENDO DOUTOR VIGÁRIO DE VARA PELA HUMA HORA DA TARDE O PADRE MATHEUS PINTO DE ANDRADE CAPELÃO DA DITA CAPELA O SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO QUE EM SUA PRESENÇA CELEBRARÃO MANOEL RIBEIRO GUIMARÃES FILHO LEGÍTIMO DE ANTÔNIO RIBEIRO E ANA GONÇALVES NATURAL E BATIZADO NA FREGUEZIA DE SÃO LOURENÇO DE GULAENS, TERMO DA VILA DE GUIMARÃES, ARCEBISPADO DE BRAGA E HELENA MARIA MARTINS BATIZADA NESTA FREGUEZIA DA AIRUOCA FILHA LEGÍTIMA DE FRANCISCO VAZ E JOANA MARTINS, LOGO LHE LANÇOU AS BENÇÕES NA FORMA DO RITUAL ROMANO E “CONSTITUIÇÕES DESTE BISPADO”. SENDO A TUDO PRESENTES AS TESTEMUNHAS DOMINGOS DE MACEDO E MATIAS DA SILVEIRA E PARA CONSTAR FIZ ESTE ASSENTO. AYRUOCA ERA UT SUPRA. O VIGÁRIO  JOSÉ JUSTINO DE OLIVEIRA GONDIM”.

A paróquia de São Lourenço de Golães, ou Gulães, era vigararia da apresentação do Convento de Santo Tirso, no termo de Guimarães. Segundo a “Estatística Parochial” (1862) foi abadia por algum tempo e passou, mais tarde, a reitoria. Pertenceu ao concelho de Guimarães, passando para o de Fafe por decreto de 31 de Dezembro de 1853. É paróquia da diocese de Braga.

Genealogia vem de Gene- Há um gene que só nós portugueses temos.

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Nota: A Capela do Porto do Turvo, onde a mãe da MADRINHA DA SERRA foi batizada, é, hoje, ANDRELÂNDIA-MG, município vizinho a Aiuruoca-MG.

Nota: A Freguesia de São Lourenço de Gualaens hoje se chama Freguesia de Golães, e, fica, atualmente, no Concelho de Fafe, próximo à Guimarães, primeira capital de Portugal, de onde também veio para o Brasil, o sogro da MADRINHA DA SERRA.

FAFE TEM UMA DAS CASAS MAIS ORIGINAIS DO MUNDO:

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Aqui sobre a Paróquia, (Na Freguesia de Golães), em que o pai da MADRINHA DA SERRA FOI BATIZADO:

Infelizmente, não consegui encontrar o assento de Casamento, nem o assento de Batismo deles, em Golães.

Em Portugal se diz paróquia no religioso – Na divisão política é freguesia.

Correio do Minho (2013-09-18) 2

https://pt.wikipedia.org/wiki/Gol%C3%A3es

Golães é uma freguesia portuguesa do concelho de Fafe, com 4,7 km² de área[1] e 2 135 habitantes (2011)[2]. Densidade: 454,3 hab/km². Está situada na margem direita do rio Vizela, afluente do Ave, que a separa da freguesia sede, Fafe. Faz fronteira com as freguesias de Fornelos, a Nascente; Passos, a Norte; Arões (S. Romão), a Poente; e numa pequena parte com Cepães, a Sul.

O povoamento do território de Golães deverá ser bastante remoto, apesar de no levantamento arqueológico de 1983, efetuado por Henrique Regalo, não constarem no local vestígios de remotas ocupações, limitando-se o referido autor a registar duas pontes e alegadas vias medievais: a Ponte de Bouça ou de S. Gidos e a de Barroco.

O topónimo “Golães” é um derivado do baixo latim “(campus) Goulanus”, ou seja “o campo de Goula”, fazendo referência a um possível povoador ou senhor destas terras.

A primeira referência documental a esta freguesia, data de 1014 e trata da doação efetuada por Ramiro II de Leão ao Mosteiro de Guimarães, onde se inclui o “Mandamento de Arones cum Varzanella et Golanes et Quintianes”, não sendo possível através deste documento, comprovar se já existiria a paróquia. Esta surge nasInquirições de 1220, com um orago diferente do actual:”ecclesie Sancte Ovaye de Golaes”. A alteração do orago ter-se-á dado entre 1320 e 1528, surgindo nesta data, como “São Lourenço de Gulães”.

No campo eclesiástico, a paróquia pertenceu inicialmente a D. Sancha Paes, por doação de D. Afonso Henriques, em 1175; posteriormente, esteve na posse do Mosteiro de Santo Tirso, alegadamente a partir de 1253.

No que se refere ao património cultural e edificado, destacam-se nesta freguesia: as Pontes medievais de S.Gidos e de Barrôco, a Fonte de Degojo, a Igreja Paroquial, a Capela de Nossa Sra de Fátima – Varziela e a Capela de Santo André, o sarcófago e o Museu Hidroeléctrico de Santa Rita, som equipamentos e materiais de 1914, considerada uma relíquia da arqueologia industrial.

O artesanato é ainda uma das atividades de destaque, o que revela o interesse da população pelos seus costumes, sendo a pirotecnia e a manufactura dos chapéus, os ofícios mais enraizados na sua cultura.

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Como é, hoje, a nossa terrinha em Portugal, de onde veio o pai da MADRINHA DA SERRA:

FREGUESIA DE GOLÃES – CONCELHO DE FAFE

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Veja mais sobre Fafe aqui:

http://www.cm-fafe.pt/noticias-geral

15 razões para quem não é português como nós amarem a terrinha. Nós amamos porque somos da terrinha, aquilo tudo é nossa vida… fomos nós que construímos Portugal e depois construímos o Brasil…….. O Terra Amada… Nós amamos Portugal pois ali vivemos felizes por séculos nas nossas aldeias, no país mais pacífico e puro do mundo. Que coisa melhor no mundo que é ser Português do Brasil?

1. A praia da Ponta da Piedade foi considerada pelo jornal Huggington Post como a mais bela do mundo.

2. O canhão da Nazaré é o melhor local do mundo para fazer surf.

3. Segundo a revista Wine Spectator, o melhor vinho do Mundo em 2014 é Português.

4. O Alentejo foi eleito a melhor região vinícola do mundo em 2014.

5. O jornal americano USA Today elegeu este ano Portugal como o melhor país da Europa, destacando a riqueza da história, música, paisagens, fado e aldeias e vilas pitorescas.

6. É considerado o melhor destino do mundo para praticar golf.

7. O fado, música típica lisboeta, é património mundial da UNESCO.

8. Lisboa foi ditinguida como uma das cidades com melhor arte urbana do mundo.

9. Portugal está recheado de aldeias e vilas encantadoras e charmosas. Uma dessas aldeias, Sortelha, foi considerada uma das mais belas do mundo.

10. Um estudo do TripAdvisor com mais de 50.000 entrevistas a turistas destaca os portugueses como os mais acolhedores do mundo.

11. A culinária é cada vez mais distinguida e reconhecida e em 2014 foram vários os restaurantes a ganhar estrelas MIchelin.

12. Os doces são muitos e variados. Cada cidade ou vila possui um doce típico e todos eles são saborosos.

13. O clima é ameno e o Sol é garantido em quase 300 dias por ano.

14. Portugal possui grandes referências na arquitectura e acumula prémios no design de hotéis e edifícios culturais.

15. Centenas de castelos, palácios e museus que testemunham a grandiosa história do País.

Nota: Aiuruoca-MG, onde nasceu a MADRINHA DA SERRA, é a cidade das CACHOEIRAS:

A Madrinha da Serra, Joaquina Custódia da Conceição, nasceu em 1784, na Paragem da Capela do Varadouro, às margens do Rio Aiuruoca, pertencente a uma pequena Freguesia chamada Aiuruoca na Capitania das Minas Gerais dos Cataguases. Era uma Geralista, portanto, como se dizia na época.

A Fazenda Varadouro ainda existe e fica a esquerda próximo ao Rio Baependi, na divisa entre Aiuruoca-MG e …..

A Freguesia de Aiuruoca-MG é vizinha do Curato do Turvo, hoje Andrelândia-MG, onde nasceu sua mãe – A nossa querida avó HELENA MARIA MARTINS.

AIURUOCA é um lugar cheio de cachoeiras, mas de vida muito dura, naquele tempo, quando se dizia, dos pioneiros, que MORRIAM DE FOME COM UMA ESPIGA NA MÃO.

Naquele ano de 1784, o ouro já era pouco, e VOVÓ HELENA MARIA MARTINS E A MADRINHA DA SERRA viveram a chamada:

“A DECADÊNCIA DAS MINAS E A FUGA DA MINERAÇÃO”.

Leiam o livro: “A DECADÊNCIA DAS MINAS E A FUGA DA MINERAÇÃO“, de Waldemar de Almeida Barbosa.

Conheci o Velho Barbosa; ele ensinou-me muito muito

Os geralistas buscaram no Oeste, Brasil Central, regiões menos povoadas e com terras boas, com menos serras, mais próprias para agricultura.

Essa “MARCHA PARA O OESTE”, foi feita, em caravanas, com dezenas de carros de bois.

Diversas famílias  marcharam de MINAS GERAIS (especialmente de Conselheiro Lafaiete-MG e região,  para o Sertão do Rio Pardo, e, formaram a FREGUESIA da FRANCA, em 1806, da qual, depois, desmembrou-se, em 1815, a FREGUESIA DO BOM JESUS DA CANA VERDE DOS BATATAIS-SP.

Sim, somente Vovó Helena, a Madrinha e seus irmãos, porque o pai da MADRINHA DA SERRA, o português de Guimarães, Manoel Ribeiro Guimarães, já havia falecido.

Que Coragem!!!

Sertão do Rio Pardo –

Sertão do Capim Mimoso –

Sertão da Vila de Mogi Mirim – Sertão Puro!

Vovó ganhou uma Sesmaria do Governo de São Paulo, em 1.815, depois de ter formado e desbravado junto com outros pioneiros, durante 10 anos, a Fazenda da Prata – perto de onde é, hoje, a zona urbana de Batatais-SP, a cidade dos presidentes da república, e, onde os ALVES FERREIRA foram gente importante na política, e, na Igreja.

A Fazenda da Prata ia até próxima do Rio Mogi Guaçu, próximo a Ribeirão Preto-SP.

Foi chamada por MARTINICO PRADO de:

A “EXUBERANTE Fazenda da Prata“.

Em breve, posto, o texto do amigo Martinico Prado, o heroico empreendedor Martinho da Silva Prado Jr.

Mapa da Fazenda e Ribeirão da Prata:

Perto de Batatais-SP, e, da rodovia que vai para Altinópolis-SP, está a nascente do Ribeirão da Prata; ali ficava a Exuberante Fazenda, que fora a Sesmaria “Ribeirão da Prata”, de Helena Maria Martins, a heroica mãe da Madrinha da Serra

ONDE ERA A EXUBERANTE FAZENDA DA PRATA DESCRITA POR MARTINICO PRADO E QUE PARTE DELA DEU ORIGEM A Brodowski-SP foi loteada em sítios por volta do ano 2000.

aqui outro mapa, onde aparecem Brodowski-sp, Batatais-sp, a fazenda da prata e a fazenda morada da prata onde está a nascente do ribeirão da prata, local muito bonito de água pura.

os locais são aproximados.

fazenda da prata mapa

A imensa Vila de Mogi Mirim-SP compreendia toda a Região da terra roxa até o Rio Grande, divisa com Minas Gerais.

Sesmaria é um lote de terra que é só mato ainda; E neste lote, quem a ganha tem que construir tudo a partir do nada, sem ajuda nenhuma do Governo e sem Crédito Agrícola para formar sua Roça.

Fazendo parte, portanto, elas, das primeiras levas de Geralistas pioneiros na Estrada do Anhanguera. Isso, na virada de 1.800 anos do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Sim, eram, estes geralistas, que fizeram a “FUGA DA MINERAÇÃO”, conhecidos como os “Entrantes no Sertão do Rio Pardo”, na “Estrada do Anhanguera”.

Leiam os livros: “OS ENTRANTES DO SERTÃO DO RIO PARDO”, e,  “NA ESTRADA DO ANHANGUERA”.

Na Fazenda da Prata, faziam queijo, (tradição da família que chegou até a Vovó Chinica), e, criavam gado.

Ali, a Madrinha da Serra ficou até 1809, quando a Madrinha da Serra casou-se com seu vizinho ANTÔNIO ALVES FERREIRA, natural de Itaberaba-MG.

Não entendo porque a Madrinha da Serra casou, tão tarde, com 24 anos. O comum era a menina casar-se aos 14 anos de idade.

Assento de casamento da Madrinha da Serra  

MILHARES DE DESCENDENTES DESTE CASAMENTO EM FRANCA-SP em 1809:

Aos nove dias do mês de janeiro de mil e oitocentos e nove annos conforme o Concilio Tridentino e Constituição se receberão em matrimônio em minha presença com palavras de mutuo consenso Antônio Alves Ferreira natural da Freguesia de Itaverava e Joaquina Custódia da Conceição da Freguesia de Airuoca, ambos do Bispado de Mariana, …. (receberão) as benções nupciais conforme o Ritual Romano, e sendo (testemunhas) Cláudio José da Cunha e José Locoronho de Paiva que comigo se assignarão. E para constar fiz este assento.

O Vigário Joaquim Martins Rodrigues.

Assento de casamento da Madrinha da Serra, na Matriz de Franca-SP, em 9 de janeiro de 1809

Vovô Antônio Alves Ferreira era filho de outro sesmeiro, em Franca-SP, ANTÔNIO ALVES DE GUIMARÃES, também natural de Guimarães, berço de Portugal.

Antônio Alves de Guimarães foi um dos fundadores, em 1806, da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Franca del Rey, atual Franca-SP.

Leia sobre Antônio Alves de Guimarães, sua mulher, e, sobre seus antepassados, em:

https://madrinhadaserra.com/os-alves-ferreira-em-franca-sp-e-batatais-sp-familia-do-esposo-da-madrinha-da-serra/ 

Da mesma cidade, na época Vila, do pai da Madrinha da Serra, e, é da mesma época dele, e, é provável que vieram juntos para o Brasil.

Sim, o pai da MADRINHA DA SERRA, (Manoel Ribeiro Guimarães), e o seu sogro, (Antônio Alves de Guimarães), eram conterrâneos; ambos da primeira capital de Portugal.

Ficou viúva em 1821. Casou-se uma segunda vez, e, ficou viúva de novo, em 1832.

Formou a Fazenda da Serra, nessa época, e, a dirigiu até morrer, em 1886, com 104 anos de idade.

fazendadaserrageral

LOCALIZAÇÃO da FAZENDA DA SERRA, no GOOGLE MAPAS:

Abaixo, a antiga Estrada para Ibiraci-MG, hoje estrada para o palmital, no X era o Cemitério onde tem até hoje uma Cruz no cafezal do Maranha,  No outro x perto da rodovia ronan rocha ficava a casa da Madrinha da Serra

no espigão, divisor de águas, várias nascentes correndo para o norte, e, várias nascentes  correndo para o sul.

A Fazenda da Serra tem muita água, Excelente, portanto

O cemitério fica em linha reta 1,5 km da casa da Madrinha da Serra.

Vista aérea da Fazenda da Serra, próximo à rodovia o ponto marcado com X era o local da Casa da Madrinha da Serra REPARE QUE COMO TODAS AS CASAS ANTIGAS FICAVA PERTO DE UMA NASCENTE DE ÁGUA, o outro ponto assinalado era o local da capela e cemitério da Fazenda da Serra

Origens de PATROCÍNIO DO SAPUCAÍ, hoje PATROCÍNIO PAULISTA-SP, terra da Madrinha da Serra, dos Faleiros, e, que foi fundada por um MONTEIRO, irmão do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, e, chamado Joaquim Carlos Monteiro.

http://familianfaleiros.blogspot.com/2011/02/dados-historicos-sobre-patrocinio.html

e, leia a História de Patrocínio Paulista-SP aqui:

Foi um tio nosso João Carlos Monteiro, filho de José Monteiro de Araújo, que doou o terreno para a Igreja em volta da qual nasceu a cidade.

https://madrinhadaserra.com/historia-de-patrocinio-paulista-fundada-por-monteiros-onde-viveu-a-madrinha-da-serra/

Eu conheci o Juiz Carlos Aberto que organizou este livro

Todo município deveria ter um livro deste

COMO ERA PATROCÍNIO PAULISTA QUANDO OS MONTEIRO DE ARAÚJO SAÍRAM DE LÁ PARA CONSTRUÍREM PENÁPOLIS-SP, POR VOLTA DE 1904, e depois chamaram os  irmãos que estavam em Uberaba-MG, os quais chegaram a Penápolis-SP, em 1912.

patrocinio um

Onde era a casa da Madrinha da Serra,  indo para Itirapuã-SP, uns 100 metros a esquerda do asfalto, na atual fazenda São Francisco, onde há alguns anos é que foram tiradas as pedras de sua fundação, fica num alto plano pouco acima de uma valo grande uma baixada, as casas tinham que ficarem perto de veio d´água, ali perto, ao lado teve uma olaria, quer dizer que tinha barro.

Em linha reta 500 metros,  na outra estrada de asfalto, antiga estrada para o Aterrado (hoje chamada Ibiraci-MG, no cafezal do Maranha, ficava o cemitério da Fazenda onde a Madrinha da Serra foi enterrada. Ver fotos acima de lá.

COMO É A REGIÃO DA FAZENDA DA SERRA EM 2016 – VAI SER DUPLICADA A RODOVIA QUE PASSA PERTINHO DE ONDE ERA  A CASA DA  MADRINHA DA SERRA na beira do Rio Sapucaizinho , lá por volta de 1820

Bem mais fácil agora, bem diferente da comitiva de carros de boi pelas trilhas para ocuparem a Serra e a transformarem sem ajuda de governo em uma fazenda produtiva.

Início das obras de duplicação SP 345 e Inauguração de EMEB

O Governador de São Paulo,iniciou as obras de duplicação da Rodovia Engenheiro Ronan Rocha, a SP-345 entre os municípios de Itirapuã e Patrocínio Paulista. Também descerrou a placa da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ” Professora Selma Hilário dos Santos Brito” em Itirapuã. 06/04/2016 – Itirapuã – Foto: Eduardo Saraiva/A2IMG

 

 

Início das obras de duplicação SP 345 e Inauguração de EMEB

O Governador de São Paulo,iniciou as obras de duplicação da Rodovia Engenheiro Ronan Rocha, a SP-345 entre os municípios de Itirapuã e Patrocínio Paulista. Também descerrou a placa da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ” Professora Selma Hilário dos Santos Brito” em Itirapuã. 06/04/2016 – Itirapuã – Foto: Eduardo Saraiva/A2IMG

Início das obras de duplicação SP 345 e Inauguração de EMEB

O Governador de São Paulo,iniciou as obras de duplicação da Rodovia Engenheiro Ronan Rocha, a SP-345 entre os municípios de Itirapuã e Patrocínio Paulista. Também descerrou a placa da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ” Professora Selma Hilário dos Santos Brito” em Itirapuã. 06/04/2016 – Itirapuã – Foto: Eduardo Saraiva/A2IMG

 

 

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Início das obras de duplicação SP 345 e Inauguração de EMEB

O Governador de São Paulo,iniciou as obras de duplicação da Rodovia Engenheiro Ronan Rocha, a SP-345 entre os municípios de Itirapuã e Patrocínio Paulista. Também descerrou a placa da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ” Professora Selma Hilário dos Santos Brito” em Itirapuã. 06/04/2016 – Itirapuã – Foto: Eduardo Saraiva/A2IMG

Qua, 06/04/16 – 13h02

Começam as obras de duplicação da SP-345 entre Itirapuã e Patrocínio Paulista

Serão beneficiados mais de 22 mil habitantes; intervenção aumentará capacidade de tráfego e ampliará conforto do usuário…

Obras trarão como principal benefício para a região aumento na capacidade de tráfego, ampliando o conforto do usuário e o fluxo de veículos

. Rodovia Engenheiro Ronan Rocha (SP-345) será duplicada

Começaram as obras de duplicação da Rodovia Engenheiro Ronan Rocha (SP-345) entre os municípios de Itirapuã e Patrocínio Paulista. Serão duplicados 9,5 quilômetros da SP-345, do km 10,5, em Itirapuã, ao km 20, em Patrocínio Paulista, com investimento de R$ 71,1 milhões, beneficiando uma população de mais de 22 mil habitantes. O governador Geraldo Alckmin acompanhou nesta quarta-feira (6) o início dos serviços.

“No viaduto de entrada, no trevo de Itirapuã acaba com aquela passagem em nível e nós passamos a ter uma grande obra de arte. Isso traz empresas e emprego para a região, que é o que o Brasil e São Paulo precisam. De outro lado é uma vacina para evitar acidente frontal porque ela duplicada não tem choque frontal, que é o tipo de acidente de maior gravidade”, disse o governador Geraldo Alckmin.

Além das obras de duplicação especificamente, a intervenção irá englobar as implantações de um dispositivo de acesso em desnível para o município de Itirapuã na altura do km 11,1; de dois dispositivos de retorno nos kms 13,95 e 16,1, ambos na altura de Patrocínio Paulista, e de nova ponte sobre o Rio Sepucaizinho, no km 18,8, também em Patrocínio Paulista.

Entre os benefícios para a região estão o aumento na capacidade de tráfego, ampliando o conforto do usuário e o fluxo de veículos. Também aumentará a segurança viária, um dos objetivos do Governo do Estado, como destaca o governador: “Nas rodovias concessionárias do estado nós tivemos uma redução de 23% de mortes no ano passado. Isso é muito importante porque houve uma redução de mortes de quase 1/4 nas rodovias concessionadas”. A duplicação da estrada é uma das principais ferramentas para a redução de colisões frontais e laterais, que ocorrem durante a realização de ultrapassagens indevidas, e traseiras, ocasionadas pela distração dos motoristas em casos de freadas bruscas, por exemplo.

A intervenção será realizada pela concessionária Autovias, com verba proveniente do pedágio, e  terá fiscalização e gerenciamento da Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo).

Do Portal do Governo do Estado

Leia, no link abaixo, os  nomes dos filhos e netos, e, de alguns bisnetos da Madrinha da Serra.

Por enquanto, neste  link, está só até os netos, e, alguns bisnetos:

2- Descendentes da Madrinha da Serra

A MADRINHA DA SERRA é a mãe de:

Lauriana Esméria Ferreira que é mãe de:

Custódia Nunes que é mãe de:

Maria do Carmo de Souza que é mãe de:

Alcina Monteiro que é mãe de:

Alceu Júlio da Silveira que é o pai de:

PAULO CÉSAR DE CASTRO SILVEIRA que escreveu este site

O segundo marido da MADRINHA DA SERRA chamava-SE Joaquim Ferreira dos Santos, também viúvo.

O casamento ocorreu, em Batatais-SP, no dia 26/nov/1822. Sem filhos deste segundo casamento. Ele faleceu em 1832. Foi casamento de dois viúvos. Ela moradora em Franca-SP, provavelmente na Fazenda da Serra. O inventário do primeiro marido Antônio Alves Ferreira esclareceria se tinham a Fazenda da Serra quando ele morreu. O inventário de bens que ficaram de Antônio Alves Ferreira deve estar no Arquivo Municipal da Franca-SP

No mapa de população de 1824 já são moradores na Franca-SP, que já poderia ser na Fazenda da Serra.

Aqui o assento do segundo casamento dos viúvos:

segunda casamento madrinha

DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO

A linda História da Madrinha da Serra é passada de geração em geração há 130 anos, desde 1886, de mãe para filha e sua memória perpetua-se.

O orgulho de ser sua neta, bisneta, trineta, tetra-neta, penta-neta, sexta-neta e sétima-neta da MADRINHA DA SERRA

de-geracao-em-geracao

São 8 gerações até 2016

AQUI COMEÇA OS MILHARES DE DESCENDENTES DA MADRINHA DA SERRA:

A Primeira Geração:

Filhos da Madrinha  da Serra

Filhos nascidos, entre 1810 e 1820,

estariam, hoje, 2016, com a idade entre 196 e 206 anos de idade

OS CINCO FILHOS DA MADRINHA DA SERRA

1- JOSÉ ALVES FERREIRA (12 filhos que são netos da MADRINHA DA SERRA)

1- José Alves Ferreira, teve 12 filhos: NASCIDO EM 1810.

– Joaquina Cassiana de Araújo, solteira, 54 anos

– Maria Joaquina de Assunção, falecida, 10 filhos

– Cândida Cassiana de Assunção. c/c José Antônio Pinto

– Helena Cassiana de Assunção, viúva

– Carolina Cassiana de Assunção, c/c José Rodrigues Moreira

– Francisco Alves Ferreira, casado

– Josefa Cassiana de Assunção, viúva

– José Alves da Silva, casado

– Mariana Cassiana de Assunção, solteira, 36 anos

– Joaquim Alves Ferreira, casado. (SERÁ ESSE QUE FOI DOUTOR EM BAURU-SP?).

– Maria Laudelina de Jesus, solteira, 32 anos

– Cândido Alves Ferreira, casado

 

2- LAURIANA ESMÉRIA FERREIRA (8 filhos que são netos da MADRINHA DA SERRA), NOSSA AVÓ: que seguiremos seus filhos e netos abaixo.

NASCIDA EM 1811.

Laurina casou-se em 1827 com o Tenente Albino Nunes da Silva nascido em 1800 +- com 29 anos na lista de moradores de Franca-SP de 1829.

O Tenente Albino Nunes da Silva que foi vereador em Franca-SP nasceu no Morro do Mateus Leme Pará de Minas-MG.

Ver sobre a família do Tenente Albino Nunes da Silva, Nunes Gouveia, neste site.

Nome LAURIANA em homenagem à tia falecida de peste com 18 anos em 1813:

(((A Madrinha da Serra teve os irmãos Manoel Ribeiro Guimarães, Maria Justina Ribeira, Anna Esméria Ribeira, Joaquim Ribeiro Guimarães e Margarida Joaquina da Conceição.
Contudo encontrei mais três irmãos que faleceram solteiros em Franca devido a “febre podre”, todos faleceram em 1813. A febre podre foi uma epidemia que atingiu muitas famílias da época.
Eles eram:
José Ignácio Ribeiro, falecido em 20/04/1813 com 33 anos;
Antônio, falecido em 30/03/1813 com 15 anos;
Lauriana, falecida em 24/10/1813, com 18 anos.)))

 Clic no link abaixo para ver a família do Tenente Albino, casado com Lauriana:

A Família do Tenente Albino Nunes da Silva, genro da Madrinha da Serra

“”Aos vinte e cinco dias do mês de outubro de mil oitocentos e onze nesta freguesia de franca solenemente baptizei e puz os sanctos óleos a Laurianna filha legítima de Antônio Alves Ferreira e Joaquina Custódia da Conceição. Foram Padrinhos Manoel Ribeiro Guimarães (avô ou o tio homônimo) casado e Josefa Gomes Moreira (avó) mulher de Antônio Alves de Guimarães do que para constar fiz este assento O vigário Joaquim..””

=

Batismo de Lauriana, filha da Madrinha da Serra, e, mãe de Custódia Nunes, que também é chamada Custódia Maria de Jesus,

E a filha da Lauriana, a Custódia Nunes, foi a mãe dos 5 Nunes de Souza, que vieram para Penápolis-SP, casados com os 5 irmãos Monteiro de Araújo

5 Nunes de Souza casados com 5 Monteiro de Araújo

Casamento de Lauriana, filha da Madrinha da Serra-

3° filho da madrinha da serra: MARIA ALVES FERREIRA (12 filhos que são netos da MADRINHA DA SERRA)

Maria Alves Ferreira, 12 filhos: NASCIDA EM 1812 ou 1813 (Aqui houve dificuldade de leitura do inventário, li pereira e outros ferreira, o marido de Maria Alves deve ser Pereira).

– Joaquina Custódia da Conceição, MESMO NOME DA MADRINHA da serra, c/c Joaquim Antônio dos Reis.

– José Alves Pereira, solteiro, 50 anos

– Maria Joaquina de Jesus, falecida,  viúva de Luvino José Francisco Pereira, 2 filhos.

– Antônio Alves Pereira, falecido, 3 filhos.

– Lauriana Alves Pereira, c/c José Diogo Pereira.

– Maria Cândida Ferreira, c/c Baldino Alves Ferreira.

– Francisco Alves Pereira, casado.

– Joaquim Alves Pereira, casado

– Silvestre Alves Pereira, falecido, 4 filhos.

– João Alves Pereira, viúvo.

– Umbelina Honória Ferreira, solteira, 38 anos.

– Custódia de Tal, c/c Herculano José de (Frurerca?)

 

 

4- JOAQUINA CUSTÓDIA DA CONCEIÇÃO (5 filhos que são netos da MADRINHA DA SERRA)

mesmo nome da Madrinha da Serra

4- Joaquina Custódia da Conceição, 5 filhos, NASCIDA EM 1812 OU 1813

– Antônio Custódio da Conceição, falecido, 7 filhos.

– Honório Alves da Silva, falecido, 1 filho.

– Maria Antônia da Conceição, falecida, c/c Belarmindo de Freitas, 3 filhos.

– Eufrasina Custódia da Conceição, c/c Antônio de Paula Coelho.

– Delfino Alves da Silva Capanema, casado.

5- FRANCISCO ALVES DE ASSIS (6 filhos que são netos da MADRINHA DA SERRA).

Casado com uma filha do Sargento Mor José Justino Faleiros o principal, o maioral de Franca-SP, tronco de todos os Faleiros da região.

5- Francisco Alves de Assis, 6 filhos,NASCIDO EM 1817, ficou orfão de pai muito criança ainda, (casado, em 15 de janeiro de 1841,  com Maria Justina de Jesus, filha de José Justino Faleiros). Seus descendentes estão no livro dos Faleiros, do Osório Faleiros da Rocha, da página 171 até a página 222, uma descendência numerosa.

Custódio Alves Faleiros, casado

– Antônio Alves Faleiros, casado

– Maria Claudina c/c Francisco Antônio da Luz (ou de Souza)

– José Alves Ribeiro, casado

– João Faleiros de Assis, casado.

– Maria Carolina de Jesus, casada com Venâncio José do Nascimento.

Todos os filhos faleceram antes da MADRINHA DA SERRA falecer. Até netos já haviam falecido em 1886.

Seus herdeiros foram, então 43 NETOS e mais vários bisnetos, pois vários netos já eram falecidos quando a Madrinha da Serra morreu, em 1886, em Patrocínio Paulista-SP

A MADRINHA DA SERRA teve só 5 filhos, na década de 1810, pouco filho para os padrões do tempo dela, mas seus  filhos e netos tiveram eles mais de 10 filhos cada um, de maneira que, hoje, somos milhares de descendentes da MADRINHA DA SERRA.

PRIMEIRA GERAÇÃO:

SEGUIREMOS A FILHA LAURIANA ESMÉRIA FERREIRA

Nome em homenagem à tia Lauriana irmã da Madrinha da serra, falecida com 18 anos em 1813.

A madrinha da Serra teve os irmãos Manoel Ribeiro Guimarães, Maria Justina Ribeira, Anna Esméria Ribeira, Joaquim Ribeiro Guimarães e Margarida Joaquina da Conceição.
Contudo encontrei mais três irmãos que faleceram solteiros em Franca devido a “febre podre”, todos faleceram em 1813. A febre podre foi uma epidemia que atingiu muitas famílias da época. Eles eram:
José Ignácio Ribeiro, falecido em 20/04/1813, com 33 anos;
Antônio, falecido em 30/03/1813 com 15 anos;
Lauriana, falecida em 24/10/1813, com 18 anos.

Lauriana Esméria Ferreira, (FILHA da MADRINHA DA SERRA), é da Primeira Geração.

Casou-se com o Tenente, e, Vereador de Franca-SP, ALBINO NUNES DA SILVA, em 1827. 

A lista de População de Franca-SP de 1829 dá o Albino Nunes da Silva como Branco (recém) casado de idade de 29 anos, e, dá sua esposa Lauriana Esméria Ferreira como branca casada da idade de 19 anos.

As datas são coerentes. A Vovó Lauriana nasceu em 1811. O vovô Tenente Albino teria nascido então em 1799 ou 1800 no Morro do Mateus Leme, Pará de Minas.

O tenente Albino da Fazenda Cristais dos Nunes e da Fazenda Canoas vizinha da Madrinha da Serra e na Fronteira de Minas Gerais com a atual Itirapuã-SP foi pessoa importante e vereador em Franca-SP. Sua Família dos Nunes e Gouveia também foi muito importante, dos velhos troncos francanos.

O original desta imagem está sob a guarda do Arquivo Público do Estado de São Paulo.

albino

morador 135 – Albino Nunes da Silva Masculino 29 anos Casado Branco vive da Lavoura, Laurianna Esmeria 19 anos casada branca.

O Tenente Albino Nunes da Silva é da importante família NUNES DA SILVA.

Leia sobre os NUNES DA SILVA:

https://madrinhadaserra.com/a-familia-do-tenente-albino-nunes-da-silva-genro-da-madrinha-da-serra/ 

Era proprietário da Fazenda Canoas, que é vizinha da Fazenda da Serra, e, perto do Garimpo das Canoas, hoje Claraval-MG.

Ele é dos Nunes, da Fazenda Cristais dos Nunes, também, próxima da Fazenda da Serra.

O nome Laurina Esméria é uma homenagem à sua tia Ana Esméria, irmã da Madrinha da Serra.

FOI DAQUI DE PATROCINIO PAULISTA QUE FOMOS PARA UBERABA-MG E PENÁPOLIS-SP

NO TEMPO QUE A MADRINHA DA SERRA ERA VELHINHA JÁ TINHA SIDO CRIADO A FREGUESIA E O MUNICIPIO EM 1885. QUANDO ELA MORREU EM 1885 JÁ EXISTIA O MUNICIPIO DESMEMBRADO DE FRANCA-SP, POR ISTO SEU INVENTARIO FICAVA NO FORUM DE PATROCINIO PAULISTA. HOJE ESTA NO ARQUIVO EM JUNDIAI-SP

PATROCINIO PAULISTA EM 1910 quando estava passando o tio Antonio para Penapolis-sp e nos de Uberaba-mg desde 1893 iamos para penapolis-sp.

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Aqui foto da Casa de Câmara e Cadeia de Patrocínio do Sapacahy, do inicio do Seculo XX depois fórum (preso em baixo, juiz em cima.)  Estava preservada em 2010, com 100 anos ou mais, quando estive lá.

Quando o pessoal, Antonio Monteiro e outros tantos saíram daqui para Penápolis-SP esta Casa de Câmara e cadeia já existia. É a que aparece no canto esquerdo da foto bem lá em cima..

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SEGUNDA GERAÇÃO

 Netos da Madrinha da Serra – Filhos da Lauriana

8, oito,  Netos da Madrinha da Serra, e, filhos da Lauriana:

Nascidos, entre 1829 e 1845, estariam, hoje, 2014, com a idade entre 164 e 185 anos de idade

 Agora seguiremos  SOMENTE os 8 (oito) FILHOS da LAURIANA ESMÉRIA FERREIRA (que é da Primeira Geração), os quais são NETOS DA MADRINHA DA SERRA.

Lauriana e Albino, (primeira geração), tiveram de filhos: (segunda geração da Madrinha da Serra):

 1-Major José Nunes Ferreira, casado,

2- Maria do Carmo Ferreira, falecida, 4 filhos,

3-  Antônio Nunes Ferreira, falecido, 4 filhos,

4- Helena Maria de Jesus, viúva, nome dado em homenagem à sua bisavó. Esta filha de Lauriana casou-se na Família Diniz Junqueira. Portanto, muitos dos Junqueiras são também descendentes da Madrinha da Serra.

5- Custódia Maria de Jesus, também Custódia Nunes de Souza, (c/c Joaquim José de Rodrigues de Souza), nossa amada avó. Nascida em 1843,  em Franca-SP, provavelmente na Fazenda das Canôas.

BEM!

Leia aqui a saga dos SOUZA TEIXEIRA e os RODRIGUES DA COSTA – A Família do marido da Custódia Nunes de Souza

https://madrinhadaserra.com/familias-rodrigues-da-costa-e-de-januario-jose-de-souza/

Aqui tem os 5 Monteiro de Araújo CASADOS com 5 Nunes de Souza.

5 filhos da Custódia (neta da Madrinha da Serra) casados com 5 irmãos Monteiro de Araujo.

Aqui entram os  MONTEIRO DE ARAÚJO  na história da Família da Madrinha da Serra.

Veja mais sobre a família da Custódia, logo abaixo, é essa linha da família que seguiremos neste site daqui para frente,

6- Francisco Nunes Ferreira, falecido, 4 filhos,

7- Claudina Custódia da Conceição, c/c José Antônio de Souza Costa, (Seria irmão de Joaquim José Rodrigues de Souza, marido da Custódia Nunes?, muito provável). Rodrigues porque neto dos Rodrigues da Costa, Pioneiros e heróis,

8- Vicente Nunes Ferreira, 38 anos, solteiro; esse ficou sendo o dono da Fazenda da Serra, por volta de 1910. Era Capitão.

=

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PORTUGAL, o país que deu mundos novos ao mundo.

Visto do espaço e pela NASA, que continua nas estrelas a aventura do Infante, de Pedro Álvares Cabral e de Vasco da Gama.

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Continuação da SEGUNDA GERAÇÃO:  

Agora SEGUIREMOS somenteCustódia Nunes:

Nascida em, mais ou menos 1843, na Fazenda do Cristal em Franca-SP

 (Custódia Nunes, NETA da MADRINHA DA SERRA, e, FILHA DE LAURIANA a qual é da Primeira Geração)

Custódia Nunes casou-se com JOAQUIM JOSÉ  RODRIGUES de SOUZA.

Veja páginas sobre os Souza Teixeira, neste site:

https://madrinhadaserra.com/familia-pires-de-morais-genealogia-paulistana/ 

Os SOUZA são também são uma família de pioneiros, em FRANCA-SP, descendentes do vereador, e, juiz de paz JANUÁRIO JOSÉ DE SOUZA, da Família Souza Teixeira.

Um homem muito rico, e, muito importante em Franca-SP.

Januário José de Souza é da época em que Franca-SP foi elevada à condição de Vila, em 1824. Foi juiz, vereador, era uma das cabeças pensantes de Franca-SP, nos bons tempos em que os vereadores governavam as vilas como ainda o fazem na terrinha, lá em Portugal.

Januário José de Souza, falecido em 1827, culto e juiz de Franca-SP, era proprietário da Fazenda dos Cristais, também dita Fazenda do Cristal.

A Família do Januário José de Souza, mais os Garcia Leal, é a família dos desbravadores e dos fundadores da região da primeira vila do Mato Grosso próxima à Província de São Paulo: SANTANA DO PARANAÍBA-MS.

 Hoje, Paranaíba fica no Mato Grosso do Sul.

Amamos vovô Januário.

SABEMOS, COM CERTEZA, que os cinco filhos de Custódia Nunes, casados com 5 Monteiro de Araújo,  foram para Penápolis-SP.

Há outros Souza, em Penápolis-SP, que também que devem ser, também, parentes.

 

Ver sobre os Souza Teixeira, aqui:

 https://madrinhadaserra.wordpress.com/familias-rodrigues-da-costa-e-de-januario-jose-de-souza/

Nosso tronco em Franca-SP, dos Souza é o Januário José de Souza, Vereador e Juiz, homem dos mais ricos e importantes entre os pioneiros da Franca-SP.

O GRANDE PROPRIETÁRIO DA FAZENDA DO CRISTAL.

Neste despacho dele como juiz, está sua letra. Quem sabe interpretar caligrafia pode conhecer seus traços de personalidade.

No inventário da primeira mulher do Januário Garcia leal Sobrinho, (sobrinho do 7 orelhas), que foi para o Mato Grosso do Sul, sendo um dos fundadores de Santana do Paranaíba-MS, (junto com alguns filhos do Januário José de Souza), tem um despacho do juiz, nosso amado avô JANUÁRIO JOSÉ DE SOUZA.

(eu li em Campo-Grande-MS, inventário em Paranaíba-MS do Januário filho, onde há preocupação dos herdeiros, na repartição dos escravos, em não se separar as famílias. )

Que orgulho deste nosso avô!

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Tanto Custódia Nunes, (também chamada Custódia Maria de Jesus), quanto seu marido Joaquim José Rodrigues de Souza, faleceram, na Fazenda dos Cristais, (hoje, em Cristais Paulista, e, em cidades vizinhas, já que era fazenda imensa).

Mas não a parte deles, que de tanto dividirem as terras do velho Januário José de Souza, falecido em 1827, sobrara uma merreca de terra para a Custódia e para o Joaquim José Rodrigues de Souza.

Isso mesmo: Eram vizinhos: Ele da Fazenda Cristais dos Souza, e, ela, da Fazenda Cristais dos Nunes. Dai o casamento de vizinhos. Tinha também os Cristais dos Garcia Lopes e os Cristais dos Valim.

Fica em Cristais Paulistas-SP e parte também quase vizinha da Fazenda da Serra me Patrocínio Paulista-SP.

SEUS FILHOS FICARAM  SENDO NUNES DE SOUZA.

5 NUNES DE SOUZA CASARAM-SE COM 5 MONTEIRO DE ARAUJO – É  o que esta página conta.

Existia a Fazenda Cristais dos Souza, Cristais dos Nunes, Cristais dos Garcia Lopes, e, Cristais dos Valim. Todas elas com processo de divisão de terras, no Arquivo Histórico Municipal de Franca-SP.

Casamento, em Franca-SP, 1857, de Custódia Nunes, (o padre registrou errado, o ano do casamento).

Casamento, em Franca-SP, 1857, de Custódia Nunes de Souza, (o padre registrou errado, o ano do casamento, marcou 1858)

Tanto Custódia Nunes, (também  chamada Custódia Maria de Jesus), quanto seu marido Joaquim José de Rodrigues de Souza, faleceram na Fazenda do Cristal

5 dos 7 filhos de José Joaquim de Rodrigues de Souza e de Custódia Nunes (também chamada Custódia Maria de Jesus) casaram-se com 5 filhos de JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO.

Lembra muito o filme “7 NOIVAS PARA 7 IRMÃOS“.

O tronco dos Souza de Franca-SP da Fazenda do Cristal é o Januário José de Souza, dos Souza Teixeira, vindo de Conselheiro Lafaiete-MG, vizinho de Itatiaia-MG donde veio a mulher do Capitão José Monteiro de Araujo

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E AQUI ENTRAM OS MONTEIRO DE ARAÚJO na FAMÍLIA DA MADRINHA DA SERRA.

VER ABAIXO SOBRE O CORONEL  JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO (1820-1900) que dizia:

SE O DOM PEDRO II VIER À MINHA FAZENDA NÃO POSSO RECEBÊ-LO PORQUE MEUS ESCRAVOS COMEM À MESA COMIGO.

A matriarca dos Monteiro de Araújo de Uberaba-MG e Penápolis-SP, a vó LAURA CANDIDA DE ASSUNCAO nasceu em 1829, casou-se com 13 anos somente de idade em 1842 e teve o primeiro filho em 1843 quando tinha apenas 14 anos de idade. (Normal estas idades naquele tempo).

Teve 16 filhos com o mesmo marido, naquele tempo não tinha separação, desquite, divórcio. Vó Laura teve filho até 50 anos de idade em 1869, o Tio Néca, caçula, que foi para Trindade Goiás. Netos do Tio Néca ainda têm terras na Região da Fazenda Badajós em Uberaba-Mg.  filhos do Tio Neca voltaram de Goiás depois de Passagem pelo estado do Tocantins.

O filho mais velho o José Cândido de Araújo, viajante, boiadeiro, dos tempos da Colônia Militar do Degredo que foi o primeiro dos 8filhos da vovó Laura a ir para Penápolis-SP. Uma destes irmãos ficou só 2 anos em Penápolis-SP e voltou para Uberaba-MG.

Queremos saber e reunir todos eles. Os que ficaram em Franca-SP, os que ficaram em Uberaba-MG com estes 7 que foram para Penápoiis-SP – Todos juntos esta irmandade. Se você é descendente deles, destes 16, nos escrevam.

Aqui livro do Gomide sobre Candeias-MG donde veio os Monteiro de Araújo para Franca-SP, no Morro Redondo, Mata, hoje no município de Itirapuã-SP. E antes de Candeias-MG vieram de Barbacena-MG:

O Português MANOEL MONTEIRO (c/c Izabel Antônia) é pai de:
O Português JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO, o avô, (c/c Ana Maria de Jesus) é pai de:
O Mineiro Capitão JOSÉ MONTEIRO DE ARAUJO (c/c Maria Joaquina de Jesus) é pai de:
O Mineiro  CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO, neto, (c/c Laura Cândida de Assunção) é o pai de:
16 filhos, dos quais 5 se casaram com bisnetas da MADRINHA DA SERRA e são estudadas em detalhe neste site.
http://www.madrinhadaserra.com

 

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Os 8 irmãos Monteiro de Araújo que vieram para Penápolis-SP são:

José Cândido, Antônio, Carlos, João, Pedro,  a Ester, a Maria das Dores (Sadóca), e por dois anos somente a Maria Cândida.

Muitos achavam que o mais antigo era o Antônio, vindo entre 1904 e 1907 e que trouxe os outros irmãos e vendeu barato as terras para os irmãos no Lageado e Degredo.

Mas foi o primogênito José Cândido nascido em 1843 que veio primeiro, faleceu em Penápolis-SP em 1916.

E A MAIS ANTIGA BISNETA DA MADRINHA DA SERRA, que sabemos, A VIR PARA PENÁPOLIS-SP foi a esposa do ANTONIO MONTEIRO DE ARAUJO, segundo dos Monteiro de Franca-SP a vir para Penápolis-SP, a MARIANA NUNES DE SOUZA.

5 filhos do Coronel JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO, (1820-1900), CASARAM-SE COM FILHOS DA CUSTÓDIA NUNES, NETA DA MADRINHA DA SERRA.

O Coronel João Monteiro de Araújo (Candeias-MG 1820 – Uberaba-MG 1900) era casado com Laura Cândida de Assunção, também natural de Cândeias-MG; ali nascida em 1829.

BATISMO de LAURA CÂNDIDA DE ASSUNÇÃO, mulher do Coronel JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO: mãe dos 7 Monteiro de Araújo que foram para Penapolís-SP, dos quais 5, casaram-se com NUNES DE SOUZA.

Filha de Antônio Pires de Morais e de Mathildes Cândida de Assunção:

O  apelido Cândida de Assunção, portanto, veio da mãe da Laura, e, passou para a filha Persília Cândida de Assunção, minha bisavó.

Até, é provável, que a mãe de Mathildes também fosse uma Cândida de Assunção.

A data de 1829 do batismo bate com a idade declarada no óbito em 1908, (78 anos), em Uberaba-MG, onde tem inventário.

“”Aos doze de julho de 1829, na capela de Candeias, filial desta matriz de Campo Belo, o Reverendo Luis Carlos da Silva Rodarte batizou solenemente a LAURA, filha legitima de Antônio Pires de Moraes e Mathildes Candida de Assumpção, foram padrinhos Manoel Pires de Moraes e Joaquina Maria de Jesus, de que para constar fiz este assento.

O vigário encomendado Joaquim…””

Muito provavelmente  João Monteiro e Laura são primos em primeiro grau, pois Laura é filha de Antônio Pires de Moraes, e Mathildes Cândida de Assumpção.

Ao que tudo indica, este Antônio Pires de Morais é filho de Joaquim Pires de Morais, portanto, irmão da mãe do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, a MARIA JOAQUINA DE JESUS.

Nota: Sabe-se que esta família Assunção esteve em Piumhí-MG, como tantas outras que foram para Franca-SP.

ASSunção tem desde 1770 em Candeias-MG.

Ali, mudaram o sobrenome Assunção. Muitos deles foram para o Triângulo Mineiro, onde eu procuro a pista deles.

Como há muitos Assunção, temos dúvidas. É um nome religioso como Jesus, de Jesus, e que passou de mãe para filha por gerações.

Vamos procurar, o batismo e o casamento de MATHILDES CÂNDIDA DE ASSUNÇÃO na Freguesia de Itatiaia, do Termo da Vila de Ouro Branco, atual Ouro-Branco-MG, onde nasceu, em 1793, a Maria Joaquina de Jesus, que era filha de Joaquim Pires de Morais.

Itatiaia fica perto de Conselheiro Lafaiete-MG de onde veio grande parte dos francanos casados na nossa família. Essa gente toda se conhecia e se casavam nas mesmas famílias com vizinhos e conhecidos por séculos. Não casavam com gente baixa nem com estranhos.

MAPA DA DIVISÃO das terras da Fazenda MORRO REDONDO DO PONTAL comprada em 1842 pelos Monteiro de Araujo, agora chamada da Mata, PERTO DE FRANCA-SP, na atual Itirapuã-SP, MAIS OU MENOS EM 1920;

Na parte da Amélia Augusto Monteiro, o pequeno desenho é da sede da Fazenda, cuja senzala está de pé até hoje.

A casa, da qual restam algumas partes e é um depósito fica à direita. Era daquelas casas que um quarto dava no outro. Tinha um quarto só para o oratório onde tinha uma imagem de uma santa.

As moças tinham alcova naquela época, quarto sem janela que dava para o quarto dos pais. Foi demolida na década de 1920 restando algumas partes. Há uma nascente ao lado passando perto da casa. Era asim que se fazia casas, perto de veio d´agua. Atrás dela o córrego. A senzala ao lado, à direita da foto, ainda existe. Ver fotos nesta página.

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Casa e senzala dos Monteiro de Araújo, na Fazenda Morro Redondo do Pontal, em Itirapuã-SP, adquirida em 1842

Chamada em 1873 no Almanack de São Paulo de Fazenda da Mata, onde o Coronel João Monteiro de Araújo, pais dos 7 irmãos que vieram para Penápolis-SP, tinha terras.

Mudou-se, o Coronel João Monteiro de Araújo,  para Uberaba-MG, em 1891 mais ou menos, quando já tinha netos. Lá no Badajós faleceu cuidando dos porcos aos 80 anos no mangueiro, de repente, do coração.

Depois a Fazenda Morro Redondo e de Mata,  foi chamada de Capivari da Mata, Varadouro, atual, e, também, Fazenda da Maria Amélia, onde este quadro está:

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Na época, essa Fazenda  fazia parte do Termo da Vila de Franca-SP

Passou a ser de Patrocínio do Sapucaí-SP e depois e até agora a Itirapuã Paulista, já na divisa com Minas Gerais.

Á direita da foto, a Senzala, que ainda existe, e, ainda existe restos do casarão, próximo a uma nascente

Veja, nas fotos abaixo, como é  hoje:

  • A Fazenda do Morro Redondo do Pontal, hoje:

Varadouro, Fazenda da Maria Amélia

A Senzala ainda está de pé; Assisti missa aqui na senzala.

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Abaixo, Museu dos MONTEIRO DE ARAUJO, com documentos e fotos dos Monteiro de Araújo, na Fazenda Morro Redondo do Pontal, desde 1842, com os Monteiro de Araújo,

Aqui  nos 31 anos da criação do município de Itirapuã Paulista (1949-1980), Itirapuã quer dizer morro redondo. (nome da fazenda), orgulhosos do museu, da fazenda desde 1842 conosco os Monteiro de Araújo donde saiu esta gente toda que foi para Penápolis-SP, alguns depois de  um tempo no Badajós em Uberaba-MG.

A Fazenda Morro Redondo do Pontal foi comprada, em 1842, do Guarda Mor Antônio Francisco Lopes parente do famoso Guia Lopes da Laguna, nascido em Piumhi-MG.

Além da parte da sede, aquela da senzala e restos da casa da fazenda, outros sítios da região também são de membros de nossa família Monteiro de Araujo. Assim grande parte da grande fazenda comprada em 1842 ainda está conosco.

Abaixo, a Fazenda agora dita Varadouro, região de sua casa sede original da Fazenda Morro Redondo, no tempo da Júlia, 93 anos, mãe da Maria Amélia, sentada com os filhos em 1980, e, na foto de baixo, Maria Amélia no museu:

A PALAVRA CERTA É ISTO MESMO: ORGULHO, O Jornal Comércio da Franca acertou em cheio.

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E o Museu dos Monteiro de Araújo hoje:

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 ÓBITO de uma ex-ESCRAVA TRATADA COMO FILHA pela família, em 1903,

Viveu na Fazenda Morro Redondo do Pontal, pertencente aos Monteiro de Araújo até hoje, em Itirapuã-SP

A Fazenda Morro Redondo do Pontal, da Mata, Capivari da Mata, Varadouro, Maria Amélia. Nestas fotos google mapas, assinalado o Morro Redondo, a Senzala, a casa Grande e a Casa da Maria Amélia, e vê-se como tudo é perto da divisa com Minas Gerais tanto pela rodovia que segue para São Tomas Aquino-MG quanto para Cássia-MG.

Aqui a sede casa da Maria Amélia , A casa grande antiga, hoje depósito e a senzala.

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A região e o morro redendo à direita na divisa com MG que deu nome à fazenda

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À esquerda, Itirapuã-SP, a Rodovia Ronan Rocha que passa na Fazenda da Serra e segue para Cassia-MG e a Fazenda Sede, o morro redondo e a rodovia para MG São Tomás de Aquino.

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Um dos Monteiro de Araújo, do Morro Redondo do Pontal, Itirapuã-SP, passou para UBERABA-MG e lá ficou de 1891 a 1900 quando faleceu, a viúva faleceu em 1908 em Uberaba-MG e logo os herdeiros seguiram para Penápolis-SP

16 herdeiros da Fazenda Badajós em Uberaba-MG sobra pouco para cada um – Foram em frente, sempre para o Oeste para contruir a civilização. Foram para Penápolis-SP.

JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, (1820-1900),  casou 5 filhos, com 5 bisnetos da MADRINHA DA SERRA

Antônio c/c Mariana

João c/c Lauriana

Pedro c/c Ana Augusta

Carlos c/c Maria do Carmo

Ester c/c Joaquim

Estes casais MONTEIRO DE ARAÚJO-NUNES DE SOUZA foram para Penápolis-SP

“Ainda existirá a velha casa senhorial do Monteiro?
Meu sonho era acabar morando e morrendo
Na velha casa do Monteiro.”

A vinda de um bisneto e 4 bisnetas da MADRINHA da SERRA para PENÁPOLIS-SP

 JOSÉ CÂNDIDO MONTEIRO e o seu irmão ANTÔNIO MONTEIRO DE ARAÚJO, e, o primo Militão Monteiro de Araújo, foram os primeiros Monteiro de Araújo a virem para Penápolis-SP.

Também havia um Cassiano Monteiro, e, um Álvaro Augusto Monteiro, que foi padrinho de casamento em Penápolis-SP, mas que não sei se foi  pioneiro em Penápolis-SP. Estamos ampliando nosso conhecimento sobre esta nossa nobre e bela família. Sempre há algo a descobrir e a aprender.

ANTÔNIO MONTEIRO DE ARAÚJO, (casado com uma filha da Custódia Nunes, a Mariana Nunes de Souza, uma bisneta da Madrinha da Serra), instalou-se, em Penápolis-SP, em 1904. PORTANTO, o segundo Monteiro a chegar, e

então MARIANA NUNES DE SOUZA é a primeira bisneta da MADRINHA DA SERRA A CHEGAR A PENÁPOLIS-SP, pois  sabemos que a esposa do JOSÉ CÂNDIDO MONTEIRO, que chegou primeiro, é da família Silveira de Passos-MG e Cândeias-MG – GENTE TAMBÉM PRÓXIMA e conhecida de décadas.

Ele voltou para buscar os irmãos que estavam em Uberaba-MG. Estes irmãos eram casados com 5 irmãos Nunes de Souza, filhos da Custódia Nunes.

Eu não sei se a esposa do JOSÉ CÂNDIDO MONTEIRO é, também, neta ou bisneta da MADRINHA DA SERRA. Tudo indica que não.

Em 1911, chegou a Penápolis-SP, o João Monteiro de Araújo Filho, casado com Lauriana Nunes de Souza, filha de Custódia Nunes.

Nome dado em homenagem à sua avó Lauriana Esméria Ferreira.

Em 1912, pouco depois do casamento do Juquinha e da Chinica, em Uberaba-MG, vieram os filhos da Custódia Nunes: Maria do Carmo de Souza, casada com Carlos Justino Monteiro; Joaquim Nunes de Souza, casado com Ester Monteiro; Ana Augusta de Souza, casada com Pedro Monteiro de Araújo.

E muitos netos da Custódia Nunes.

E até bisnetos, como os filhos da tia Bia, que é filha da Maria do Carmo de Souza.

Em 25 de setembro de 1912, depois de 40 dias de viagem, em carro de boi construídos pelo meu avô Juquinha.

Crianças e jovens, netos e bisnetos do Coronel João Monteiro de Araújo, (1820-1900), que morreu, com 80 anos de idade, trabalhando, vieram de Uberaba-MG para construírem Penápolis-SP.

ESTE PESSOAL todo PASSOU A INFÂNCIA NO BADAJÓS, NO CHUÁ,  PERTO DO PATRIMÔNIO PONCIANOS. O bar do Chuá foi demolido em 2015.  A Casa da fazenda tinha uma escadaria muito grande. Existe uma casa antiga naquela região que não sabemos que seja ela.  A Carmita disse que não chegou a conhecer a Casa do Coronel João Monteiro de Araujo seu bisavô duas vezes.

O Coronel João Monteiro de Araújo morreu no Mangueiro da Fazenda Badajós, em Uberaba-MG, aos 80 anos de idade, trabalhando, no meio dos porcos. Um Coronel….

E 8 Filhos do Coronel, 8 irmãos Monteiro de Araújo que vieram, do Badajós e de Franca-SP, para o Lageado, em Penápolis-SP.

O que me faz concluir que saíram da Fazenda Badajós, em Uberaba-MG, em 15 de agosto de 1912, dia de Nossa Senhora da Assunção e Nossa Senhora da Abadia, é que Assunção é o sobrenome de Laura Cândida de Assunção, esposa do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO.

E, especialmente, porque sabemos que a viagem de 40 dias terminou em 25 de setembro de 1912, histórico dia da chegada dos MONTEIRO DE ARAÚJO-NUNES DE SOUZA vindos do Badajós ao Bairro Rural do Lageado, em Penápolis-SP. 25 de setembro menos 40 dias dá 15 de agosto.

Leia sobre isto em:

5- A chegada dos MONTEIRO de ARAÚJO a Penápolis-SP e o frei José Vaz de Melo

Nós, os MONTEIRO DE ARAÚJO-NUNES DE SOUZA, verdadeiros pioneiros em Penápolis-SP, lamentamos, sempre, que, na História de Penápolis-SP, não se registra o nosso pioneirismo.

O Coronel João Monteiro de Araujo (1820-1900) morreu trabalhando, cuidando de porcos no mangueiro da Fazenda Badajós em Uberaba-MG
Ele dizia quando morava na Franca-SP:
– Se o D. Pedro II vier à minha fazenda, não poderei recebê-lo pois meus escravos comem comigo à mesa.

A Fazenda  Badajós, nos anos 1930 e 1940, em Uberaba-MG
Dessa fazenda, saíram cinco bisnetos da Madrinha da Serra,
5 filhos de CUSTÓDIA NUNES, para Penápolis-SP
Todos casados com 5 MONTEIRO DE ARAÚJO
Maravilha, olha a fartura de águas no Badajós:
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Fazenda Badajós, e, o Chuá,
próximo à Zona Urbana de Uberaba-MG

Carmita, com 93 anos, em 2011, em Uberaba-MG, conta de seu bisavô, (duas vezes), Coronel João Monteiro de Araújo.

Ele foi pai das duas avós da Carmita.

Assistam a Carmita, filha do tio Antenor, e, da Persília Cândida de Assunção, bisneta duas vezes do Coronel João Monteiro de Araújo, contar da FAZENDA BADAJÓS, em Uberaba-MG:

BADAJÓS 100 ANOS DEPOIS

A Carmita nascida em 1918 diz que nunca conheceu onde era a casa do  Capitão João Monteiro de Araujo, seu bisavô.

O Bilico diz se lembrar de uma escadaria muito grande em frente à casa

“Ainda existirá a velha casa senhorial do Monteiro?
Meu sonho era acabar morando e morrendo
Na velha casa do Monteiro.”

A avó Persília, filha do Coronel João Monteiro de Araújo, é mãe do Antenor que é o pai da Carmita.

A outra avó da Carmita, também é filha do Coronel João Monteiro de Araújo, e, é mãe da mãe da Carmita.

Ela fala também do pai dela procurando boi sumido. Fala de primos, dos escravos do Coronel João Monteiro de Araújo que comiam, à mesa, com ele, e de netos dos escravos.

Ou seja, os pais da Carmita são primos em primeiro grau.

Grande Fazenda do Badajós, mas depois de dividida entre 16 herdeiros, sobrou muito pouco para cada um dos filhos. VOVÓ LAURA TEVE FILHOS dos 13 aos 5O anos de idade.

PORTANTO, o José Cândido Monteiro nasceu em 1843, e o Tio Néca nasceu em 1880, com diferença de 36 anos entre o mais velho e o caçula.

O último dos 16 filhos a falecer foi o João Monteiro de Araújo filho na década de 1960 em Penápolis-SP, mais ou menos na mesma época que morreu o caçula em Trindade-GO, o tio Néca. A Família se espalha, era muito difícil viajar naquele tempo, e, aconteciam de nunca mais se verem.

Em 1843, vovó Laura tinha 13 anos, e, em 1880, tinha 50 anos de idade.

O Antônio Júlio da Silveira, meu bisavô, até vendeu uma parte para pagar dívidas, em 1904. Isso é o que dá dividir fazenda grande para 16 herdeiros.

O Antônio Júlio da Silveira, faleceu, em 1907, com 51 anos de idade, vítima da tuberculose. Bebia muito.

Sabemos que é dos Silveira pioneiros em Passos-MG e vindos de Candeias-MG onde eram  vizinhos dos Monteiros de Araújo, mas não temos certeza de quem são os pais de ANTONIO JULIO DA SILVEIRA, há muitos homônimos. O mais provável pai dele é João Severiano da Silveira, sogro do José Cândido Monteiro, irmão mais velho da Persília e do Carlos.

Vovó Persília Cândida de Assunção, ficou quase 40 anos viúva. Faleceu na casa da tia Mariana, em Uberaba-MG.

Carmita fala, no vídeo, dos escravos comendo, à mesa, com o Coronel João Monteiro de Araújo.

Carmita conta sobre a fazenda, sobre os últimos a saírem, tio Néca para Goiás, e, a família se espalhando e perdendo o contacto uns com os outros.

E depois de voltarem para Uberaba-MG.

Um filho do Tio Néca foi para o Estado do Tocantins, e, seus filhos voltaram, e, têm terra, na Fazenda Badajós, ainda hoje, em 2014.

Eu já vi uma nota de compra e venda da Fazenda Badajós no primeiro cartório de Uberaba-MG, na década de 1830, mas o Hildebrando de Araújo Pontes diz que se chamava “Fazendinha,” e, depois passou a chamar Badajós.

Na verdade, uma parte é a Fazenda Fazendinha, e, a outra, a Fazenda Badajós. Fotografei os processos de divisão de terras da Fazenda Badajós, no Arquivo Público de Uberaba-MG.

Há alguns anos, uma TV de Uberaba-MG passou reportagem sobre o Badajós, e, não falou nada dos Monteiro de Araújo.

O DEPOIMENTO da CARMITA da SILVEIRA, (filha do Antenor Júlio da Silveira, e, da Persília Cândida de Assunção; bisneta, duas vezes, do Coronel João Monteiro), sobre CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO, e, fala de seus ESCRAVOS, na FAZENDA BADAJÓS, em UBERABA-MG.

Assistam a Carmita, filha do tio Antenor e da Persília Cândida de Assunção, bisneta duas vezes do Coronel João Monteiro de Araújo, contar da FAZENDA BADAJÓS, em Uberaba-MG:

CONFIRMANDO O DEPOIMENTO DA CARMITA:

O primo JOÃO ÁLVARO escreveu-nos:

“””””Parentes: seguem as informações que colhi com minha tia Terezinha em Penápolis-SP, espero poder ajudar na construção deste lindo “livro de histórias”:

Já foi citado que os escravos viviam quase como parentes dentro da família Monteiro, segundo as histórias dos antepassados, em Uberaba muitos escravos da fazendas vizinhas fugiam para a fazenda do Capitão João Monteiro de Araújo, tendo este inclusive escondido alguns afim de protegê-los, esta situação criou graves desavenças com os fazendeiros da região, inclusive houveram ameaças de morte contra os Monteiro.

Esta situação também pesou na decisão de saírem de Uberaba-SP. A comitiva foram de quase quarenta carros de bois, tinha carro de boi cheio de crianças, tinha um carro de boi carregado só de rapaduras.“”””

UM DOS NETOS DE ESCRAVOS QUE PERMANECERAM NA FAMÍLIA

ZEZÉ

Ficou com o Tio Néca

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O Coronel João Monteiro de Araujo (1820-1900) morreu trabalhando, cuidando de porcos no mangueiro da Fazenda Badajós em Uberaba-MG
Ele dizia quando morava na Franca-SP:
– Se o D. Pedro II vier à minha fazenda, não poderei recebê-lo pois meus escravos comem comigo à mesa.

Leia, aqui, sobre nossa chegada a Penápolis-SP:

CLIC, PARA LER:

5- A chegada dos MONTEIRO de ARAÚJO a Penápolis-SP e o frei José Vaz de Melo

=

Assistam a esse vídeo:

Um engenho do tipo daqueles que, nós, os Monteiro de Araújo, tínhamos em Penápolis-SP, e, onde o Tio Totonho morreu em um deles.

Estava muito frio, o Tio Totonho estava com um capote muito grosso que enroscou, e, ele foi puxado pelas engrenagens.

Leia mais abaixo, com detalhes, como foi a morto do tio Totonho.

Os MONTEIRO DE ARAÚJO foram criados em engenho, passando o dedo no melado; gostam muito de doces.

Gostam, também, de queijos, tradição de fazer queijo que vem da mãe da MADRINHA DA SERRA, dos tempos de Batatais-SP. No livro sobre Batatais:

Entrantes Mineiros no Sertão Rio Pardo, contam que eles faziam  queijos, desde 1800.

Meu pai, Alceu, sempre reclamava:

– Esse queijo não é como os que a mamãe fazia.

LER SOBRE OS MONTEIRO DE ARAÚJO neste site, nas páginas abaixo:

“Ainda existirá a velha casa senhorial do Monteiro?
Meu sonho era acabar morando e morrendo
Na velha casa do Monteiro.”

Recebi estas informações sobre a

 VIAGEM dos MONTEIRO DE ARAUJO para PENÁPOLIS-SP: 

Há alguns pequenos erros de nomes, mas a contribuição foi da maior importância:

Militão é primo, tiramos batismo de nascimento dele em Passos-MG; não é irmão; e, não é pai do Juvêncio dos Monteiro da Farmácia.

O marido da Ester é Joaquim Nunes de Souza.

Estamos conferindo tudo. Obrigado.

Não faço ideia quem seja Cassiano.

“””””Parentes: seguem as informações que colhi com minha tia Terezinha em Penápolis-SP, espero poder ajudar na construção deste lindo “livro de histórias”:

Já foi citado que os escravos viviam quase como parentes dentro da família Monteiro, segundo as histórias dos antepassados, em Uberaba muitos escravos da fazendas vizinhas fugiam para a fazenda do Cap. João Monteiro de Araújo, tendo este inclusive escondido alguns afim de protegê-los, esta situação criou graves desavenças com os fazendeiros da região, inclusive houveram ameaças de morte contra os Monteiro.

Esta situação também pesou na decisão de saírem de Uberaba.

A comitiva foram de quase quarenta carros de bois, tinha carro de boi cheio de crianças, tinha um carro de boi carregado só de rapaduras.

O irmão MILITÃO (pai do Juvêncio, Wilson, Dalila, Dirce, Diva, Dulce, Gualter, Jairo, Jaime…. ) ficou em Tanabi SP.

Vieram o CASSIANO ( Fernando, Jojó, Nana, Minota, Alvi) CARLOS ( que acredito ser o seu tronco da família ) – ( Urias, CArlos, Belico, Antonieta, Totonho, Alcina, Adélia, Custória)

JOAQUIM Nunes Monteiro, casado com Ester ( Artur, Adolfo, Alberto, Antonio, Albertina, Marieta, Antonieta, Pedro, Maria) JOÃO, casado com Lauriana ( meus bisavôs) –

observação a bisavô casou com 12 anos e morreu aos 39 ( Alzira, Joaquim -Quinca Monteiro, Antonio – Tonico Monteiro, Maria de Lourdes, Yolanda -minha avó, Custódio, Iracy, Francisco e João) ANTONIO, casado com Mariana ( meus bisavós ) –

segundo minha tia Terezinha, o bisavô Antonio deve ter falecido na década de 20, porque meus avós casaram em 32 e o bisavô Antonio já tinha morrido ( Joaquim – foi para SP advogar, levou a bisavó Mariana, já viúva e os irmãos mais novos e os ex-excravos que sempre acompanharam a família),

Maria – Lica, esposa do Guimarães, Antonio, Alvaro Monteiro de Araujo ( meu avô ) voltou para Penápolis e montou engenho, trouxe de volta a Umbelina -ex-escrava – e toda sua família, seus filhos se integravam na família, inclusive seu caçula o José foi batizado como José Monteiro, seu filho Sergio aprendeu a dirigir e o Robertinho tocava na Banda que o meu avô Álvaro teve e que tocava em Penápolis no tempo do cinema mudo, meu avô tocava instrumentos de sopro, tinha outro negro na banda chamado Camundá),

Mariana, Nilson, José – morreu na revolução de 32, Laura ( familia Sampaio /Oceu )

PEDRO (Maria, Armando, Adauto, Benedito, Odorico, Assis, Arlindo, Arlinda, Armanda) Bom estas são as informações que minha tia lembrou-se abraços João Álvaro””””””””””

A SAGA dos MONTEIRO DE ARAÚJO – NUNES DE SOUZA,

vindos de FRANCA-SP e região, Passos-MG e região, e, de UBERABA-MG e região, para PENÁPOLIS-SP

Eu pesquiso se outros irmãos do Carlos Justino Monteiro, além dos que casaram com Nunes de Souza, vieram para Penápolis-SP, para isso, vou percorrer todos os livros de óbito de Penápolis-SP.

Procuro saber quantos dos 16 filhos do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO vieram para PENÁPOLIS-SP, no total.

Sabemos que veio o JOSÉ CÂNDIDO MONTEIRO, o mais velho dos irmãos (1843-1916).

ASSISTA O MARAVILHOSO DEPOIMENTO DO WADINHO, que confirma tudo que a Carmita falou sobre o Coronel João Monteiro de Araújo, seu bisavô.

Wadinho Apparecido Monteiro de Araújo, em dois vídeos, conta nossa história, e conta sobre o Coronel João Monteiro de Araújo, seu bisavô, cujos escravos comiam à mesa com ele:

Os escravos do Coronel João Monteiro de Araújo comiam, à mesa, com ele, e ficaram com ele depois da abolição da escravidão no Brasil. Ele dizia:

– Se D. Pedro II vier à minha casa, não tenho como dar um jantar para ele, pois meus escravos comem à mesa comigo!

(A frase acima foi pronunciada pelo Coronel João Monteiro de Araújo, na Fazenda Morro Redondo do Pontal, atualmente situada no Município de Itirapuã-SP).

O Militão Monteiro de Araújo, citado pelo Wadinho, na entrevista, é sobrinho do Capitão João Monteiro de Araújo, e, primo do Carlos, do José Cândido,  João, Pedro, Ester,  e, do Antônio Monteiro de Araújo, avô do Wadinho.

Militão Monteiro de Araújo é filho de Manuel Antônio Monteiro, que é irmão dos Monteiro de Araújo que vieram para Penápolis-SP.

Militão nasceu em Passos-MG, em 1857. Portanto, Militão é primo primeiro dos Monteiro de Araújo que vieram para Penápolis-SP.

Os 8 irmãos Monteiro de Araújo que vieram para Penápolis-SP são:

José Cândido, Antônio, Carlos, João, Pedro,  a Ester, a Maria das Dores (Sadoca), e por dois anos somente a Maria Cândida.

Todos estes 8 irmãos são filhos do Coronel João Monteiro de Araújo, (1820-1900), e, de Laura Cândida de Assunção, (1830-1908). 5 destes ca

Militão é filho de Manuel Antônio Monteiro, e, neto do Capitão José Monteiro de Araújo, falecido em Franca-SP, em 1861.

O QUE SE CONTA, E TEM MUITO DE VERDADE NISSO, É QUE OS MONTEIRO DE ARAUJO DE FRANCA-SP ERAM VIAJANTES, NEGOCIANTES e BOIADEIROS.

O mais velho, o mais antigo, dos filhos do Capitão JOSÉ MONTEIRO DE ARAÚJO, e, irmão do Coronel JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, (este falecido, em 1900, em UBERABA-MG) , é o JOSÉ CÂNDIDO MONTEIRO.

José Cândido Monteiro nasceu em Candeias-MG, em 1843.

Este irmão mais velho já conhecia a região do Degredo, desde a Guerra do Paraguai, e, levava cargas, também, para o outro forte, o Forte de Itapura-SP, na beira do Rio Paraná.

Forte, este, que ainda existe, e, está, hoje, caindo aos pedaços.

Portanto, muito antes de existir Penápolis-SP, e, já no tempo da Colônia do Avanhandava, nós Monteiro de Araújo já conhecíamos a região do Lageado, e, do Salto do Avanhandava-SP.

O Mais velho dos irmãos, e o mais antigo Monteiro de Araújo, em Penápolis-SP, é:

José Cândido Monteiro: branco, falecido aos 72 anos de idade, em 10/jan/1916, de febre algida. Enterrado, em 11 de janeiro de 1916, em Penápolis-SP. O seu registro de óbito é n° 5, folha 10.

Natural de Minas Gerais, (quase certo que em Candeias-MG).

Nascido em 1843, filho mais velho dos 16 filhos de João Monteiro de Araújo, e, de Laura Cândida de Assunção (também dita Laura Pires Monteiro).

Teve 10 filhos. 8 já eram maiores de 21 anos, em 1916.

A VOVÓ Laura casou-se, com 13 para 14 anos, portanto, casou-se com o CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, em 1842 ou 1843.

José Cândido Monteiro deixou 10 filhos, 8 maiores, que talvez, alguns, vivessem em Franca-SP.

João Cândido Monteiro era um dos filhos dele que  morava em Penápolis-SP, e, foi o declarante do óbito. Os dois menores certamente, também, estavam em Penápolis-SP, em 1916.

Os Monteiro de Araújo, mais novos, sempre, contavam que o primeiro dos irmãos a chegar a Penápolis-SP foi o Antônio Monteiro de Araujo, em 1904.

Mas com muitas entrevistas, ouvimos daqueles que escutaram, dos antigos, que o primeiro Monteiro de Araújo, em Penápolis-SP,  foi o José Cândido Monteiro, viajante que passava pela Colônia do Degredo.

NOTA: Maior de idade,  naquele tempo, era maior de 21 anos. É difícil entender hoje que um homem de 72 anos ainda tivesse filhos menores. E lutou lutou na vida e deixou apenas “”alguns bens a inventariar””.  A vovó recebe o nome de Laura Pires Monteiro; só que usava mais Laura Cândida de Assunção. Mas está certo, ela é mesmo uma Pires de Moraes por parte de pai. E quanto filho mulher. Onde estão os netos dele hoje? Não estou certo se o primeiro é Hipolito ou HipoliTA. A testemunha Domingos Vieira da Silva é o famoso bandoleiro. Ver mais sobre ele na História de Penápolis, neste site.

Tio José Cândido Monteiro, então, nasceu em 1843; os seus filhos nasceram entre 1860 e 1892, e, os menores, após 1892, para dar certo as idades. Diz que é nascido em Minas Gerais. O vovô Coronel João Monteiro de Araujo teve os filhos mais velhos em Candeias-MG ou Campo Belo-MG. E, seu pai, Capitão José Monteiro de Araujo, mudou-se de Candeias-MG para Franca-SP, em 1842.  Ou melhor, neste ano de 1842, comprou a Fazenda Morro Redondo do Pontal na atual Itirapuã-SP.

Aos dez dias do mez de janeiro do anno de mil novecentos e dezesseis, nesta cidade de Pennapolis, Districto de Paz e municipio de Pennapolis, Comarca de Bauru, do Estado de São Paulo, em meu cartorio compareceu João Candido Monteiro, com vinte e quatro annos de edade, solteiro, funcionario publico, natural do Estado de Minas Geraes, residente nesta cidade de Pennapolis, e em presença das testemunhas abaixo nomeados e no fim assignados, exhibindo attestado de duas pessoas moradores nesta cidade os senhores Antonio Pereira dos Santos e Fabianno Nogueira Porto,  declarou que no dia dez do dito meze anno as sete e meia horas da manhã, em sua casa de moradia á rua Bento da Cruz, o seu pae José Cândido Monteiro, digo, horas da manhã, falleceu de morte natural, febre algida conforme o referido attestado, em sua casa de moradia o seu pae JOSÉ CÂNDIDO MONTEIRO, á rua Bento da Cruz, desta cidade, com setenta e dois annos, casado, lavrador, natural do Estado de Minas Geraes, brasileiro, residente neste districto, do sexo masculino, de côr branca, filho legítimo de João Monteiro de Araújo e Dona Laura Pires Monteiro, estes são fallecidos. Casado que foi com Dona Silveria Maria da Conceição residente nesta cidade e de seu consorcio com esta deixa nove filhos, digo, deixa dez filhos que são: Hippolito, Alvina, Maria, Ilydia, Maria José, Adelina, Maria Augusta, João, estes todos maiores estas duas Izoldina e Antonia menores e não deixou, digo e deixou alguns bens a inventariar. O seu cadaver será inhumado no cemiterio desta cidade de Pennapolis. Serviram de testemunhas: Domingos Vieira da Silva e Lourenço Antonio; Do que para constar lavrei este termo, que lido e achado conforme vai devidamente assignado. Eu Andrelino Vaz de A.., Official e Registro Civil, que o escrevi e assignei.

A Colônia do Degredo tinha fama de que quem ia para lá, não voltava.

José Cândido Monteiro teria, portanto, 26 anos no final da Guerra do Paraguai, em 1870.

História escutada dos Monteiro de Araújo, mais velhos, de Penápolis-SP, e, transmitida até nós.

É história preservada.

Batismo de Militão Monteiro de Araújo, herói de Tanabi-SP, onde é nome de avenida

 –

O Lageado.  Os Pinto Caldeira vieram de Candeias-MG vizinhos dos Monteiro de Araújo lá. Estão lá em Candeias-MG desde 1800.

Como o José Cândido era negociante boiadeiro, e passava pelo Lageado e Degredo, pode ter sido mesmo dos pioneiros mesmo, casado e vindo junto com os Pinto Caldeira.

O João Cândido casou com um Silveira de Passos-MG o que faz nós Silveira também pioneiros do Lageado dos primeiros tempos, de 1873 mais ou menos.

Pode ter fugido dos índios e voltado depois.  Estas são pistas que serão investigadas em cartórios.

O que se sabe que a família contava, os antigos, é que  este João Cândido Monteiro passava pelo Lageado no tempo dos Pinto Caldeira e da Colônia. Poderia ser fornecedor da Colônia.

É fato que os Monteiro de Araújo de Candeias-MG, tronco da nossa família, nossa raiz, nossa terrinha, conheciam os Pinto Caldeira desde o ano de 1.800.

Na paróquia de São José do Rio Preto-SP poderiam ser achado batismo de filhos de José Cândido Monteiro precisando a data de quando se instalou em definitivo em Penápolis-SP.

O filho de 24 anos no óbito do pai José Cândido declara ser natural de MG. 1916 menos 24 = ano de 1892.

Investigo também se os Pinto Caldeira passaram por Franca-SP ou Passos-MG antes.

O Fato de ser Nosso Senhor dos Passos deixa desconfiado que vieram de Passos-MG, terra dos Silveira e para onde muitos de Candeias-MG foram se estabelecer.

A esposa do José Cândido Monteiro é Silveira. Vamos apurar tudo isto e ver se realmente se além de passar José Cândido Monteiro chegou a morar no Lageado e fugiu por causa do ataque dos índios e depois retornou por volta de 1900.

Esta esposa do Pinto Caldeira com nome religioso,  a Maria Feliciana de Jesus pode ser da  família Silveira ou da família Monteiro de Araújo.

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Primeira parte:

Segunda Parte:

O Degredo, o Lageado é mais antigo, do Tempo da Colônia Militar da Guerra do Paraguai, ia-se de barco desde Piracicaba-SP até a Cachoeira do Avanhandava. 10 dias de barco..

Depois do ataque dos índios, pouco sobrou,,, Os Pinto Caldeira que escaparam passaram pra outra banda do Tietê.. Resistimos continuamos e construímos Penápolis-SP. O José Cândido Monteiro, o primeiro dos 7 irmãos e irmãos a vir é desse tempo.

Hoje pouca gente sabe que o primeiro padroeiro foi Nossa Senhora do Carmo, depois é que veio o Nosso Senhor dos Passos, no Lageado… e muito depois São Francisco de Assis.

Isto foi em 1861. Ver na página da História de Penápolis-SP neste site.

seis

Um agradecimento todo especial à nossa conterrânea a Sabrina Sato Rahal que sempre divulga nossa Penápolis-SP, onde nós, os MONTEIRO DE ARAÚJO, e, nós, os Nunes de SOUZA, fomos PIONEIROS.

grande Sabrininha que tem rancho lá na Represa, no Córrego dos Pintos, ou, no Rio Bonito, disseram-me.

Neta do velho RAHAL, homem tão bom e generoso, vendia fiado.. ajudava tanta gente…

Esta página vai e volta no tempo, nos séculos e nos lugares ; alterna locais mais recentes com os mais antigos nos quais moramos ; coloca fotos alternadas de crianças de hoje com foto de crianças que, hoje, teriam 100 anos de idade. A intenção é fazer o leitor da família sentir-se parte de todas as épocas e lugares em que a família da Madrinha vive e vive. Para o bom historiador e para o bom genealogista não há passado, tudo é presente.

Oito irmãos MONTEIRO DE ARAÚJO que vieram para Penápolis-SP. 8 filhos do Coronel João Monteiro de Araújo e de Laura Cândida de Assunção.

5 destes MONTEIRO DE ARAUJO se casaram com bisnetos da Madrinha da  Serra, filhos e filhas de Custódia Nunes de Souza.

Vieram 6 de Uberaba-MG para Penápolis-SP e Antônio e José Cândido vieram de Franca-SP para Penápolis-SP

1- José Cândido Monteiro. VIAJANTE, PIONEIRO NA COLÔNIA MILITAR DO DEGREDO EM PENÁPOLIS-SP. Natural de Candeias-MG branco, enterrado aos 72 anos de idade, em 11 de janeiro de 1916, em Penápolis-SP,  sepultura número 5., portanto, nascido em 1843 ou 1844, filho mais velho dos 16 filhos do Coronel João Monteiro de Araujo. FOI PARA PENÁPOLIS-SP.

José Cândido Monteiro: branco, falecido aos 72 anos de idade, em 10/jan/1916, de febre algida. Enterrado, em 11 de janeiro de 1916, em Penápolis-SP. O seu registro de óbito é n° 5, folha 10. Falecu já viúvo de Silvériia

Filho mais velho dos 16 filhos de João Monteiro de Araújo, e, de Laura Cândida de Assunção (também dita Laura Pires Monteiro). Ela é Pires de Morais por parte de mãe. Há muitos deles em Uberaba-MG inclusive no Badajós, casado com Silveira.

Casou-se, em 21/outubro/1871, em França-SP, com  Silveria Maria da Conceição, natural de Passos-MG, filha de João Severiano da Silveira e Hypolita Carolina de Abreu. ESTE CASAL PODE SER OS PAIS DO ANTONIO JULIO DA SILVEIRA que se casou com a Persília, irmão de José Cândido Monteiro.

Teve 10 filhos. 8 já eram maiores de 21 anos, em 1916:

Hipólito, Alvina, Maria, Ilydia, Maria José, Adelina, Maria Augusta, João, estes todos maiores estas duas Izoldina e Antônia menores.

2- Antônio Monteiro de Araújo, casado com Mariana Nunes de Souza, bisneta da Madrinha da Serra. Se é o segundo filho, nascido por volta de 1850, deve ter ido para Penápolis-SP com, mais ou menos, 58 anos de idade. Faleceu em São Paulo-SP. Os únicos que preservaram a assinatura MONTEIRO DE ARAÚJO. ESSE ANTÔNIO MONTEIRO DE ARAÚJ0 É QUE TROUXE OS OUTROS IRMÃOS PARA PENÁPOLIS-SP. Morreu em São Paulo-SP. Sempre se conta isto. Tudo indica que seu irmão  mais velho que o trouxe para Penápolis-SP, o número 1, acima, que conhecia Penápolis-SP, desde o tempo da Colônia do Degredo. FOI PARA PENÁPOLIS-SP.

3- CARLOS JUSTINO MONTEIROnosso amado avô, casado comMARIA DO CARMO DE SOUZA, bisneta da Madrinha da Serra. Nascido, em 1863 mais ou menos, em Franca-SP,;mesma idade do tio Pedro abaixo. MORREU EM PENÁPOLIS-SP, EM 1936, CHEGOU LÁ EM CARRO DE BOI EM 25 DE SETEMBRO DE 1912. FOI PARA PENÁPOLIS-SP.

4- Pedro Monteiro de Araújo, casado com Ana Augusta de Souza, bisneta da Madrinha da Serra. ESSE FOI PARA PENÁPOLIS-SP, MORREU EM 1944 EM PENÁPOLIS-SP; pai da DONA MANDICA que se casou com o URIAS, seu primo. FOI PARA PENÁPOLIS-SP.

5- João Monteiro de Araújo (filho), casado com Lauriana Nunes de Souza, bisneta da Madrinha da Serra: Estes são os pais do QUINCA MONTEIRO, o Francisco Nunes Monteiro. CUIDADO COM HOMÔNIMOS AQUI.  tio João também teve um filho de nome João, irmão do Quinca Monteiro. FOI PARA PENÁPOLIS-SP.

6- Maria Cândida de Assunção, casada com Ananias Ferreira Barbosa.  Seu filho Francisco Ferreira Barbosa (Chico Barbosa) casou-se com a Adélia, filha do Carlos Monteiro de Araújo, portanto, seu primo. A Carmita conta que essa Maria Cândida morou dois anos em Penápolis-SP, e, depois voltou para Uberaba-MG. Deve ter morrido em Uberaba-MG. Ver sobre os filhos da Tia Bia abaixo, e, na página inicial da Madrinha da Serra. FOI PARA PENÁPOLIS-SP.

7- Maria das Dores Monteiro, (Sadóca), casada com Joaquim Garcia de Almeida.  Carmita sabia do apelido dela. Faleceu em Penápolis-SP em 1948. FOI PARA PENÁPOLIS-SP.

8- Ester Cândida de Assunção, casada com Joaquim Nunes de Souza, foram para Penápolis-SP, ele foi vereador da primeira turma em 1914, avôs do Paulo Nunes de Souza. FOI PARA PENÁPOLIS-SP.

A última leva de nós, os MONTEIRO DE ARAÚJO, netos e bisnetos do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, saídos de UBERABA-MG, chegou a Penápolis-SP, em 25 de setembro de 1912.

O segundo filho do Coronel JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, que veio para Penápolis-SP, por volta de 1904, foi o Antônio Monteiro de Araújo, vindo de Franca-SP, que trouxe os outros irmãos, mas não todos eles; alguns permaneceram em Uberaba-MG.

E foram nossos primos Manuel Antônio Monteiro e MANOEL MONTEIRO DE ARAÚJO que trouxeram para Penápolis-SP, o fundador e plantador de cidades: MANOEL BENTO DA CRUZ.

Manuel Antônio Monteiro casou-se com uma filha do fundador de Penápolis-SP, e, faleceu em Araçatuba-SP. Ele também vem de Franca-SP.

Manuel Monteiro de Araújo foi para São Paulo-SP, onde é nome de avenida. Não confundir este genro do fundador de Penápolis-SP, com o homônimo Manuel Antônio Monteiro, pai do Militão.

O Capitão Militão Antônio Monteiro foi para Tanabi-SP, onde existe a Vila Monteiro; chamou primos e filhos dos primos para irem com ele, mas, estes não quiseram ir para Tanabi-SP.

O Lageado, (hoje se escreve com J Lajeado),  já tinha muitas casas, capela, e, um cemitério, mas, com a chegada da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, NOB, em 1908, no local onde hoje é a Cidade de Penápolis-SP, decaiu o Lageado, local onde era para ter sido a Cidade de Penápolis-SP.

25 de setembro de 2012:

Estivemos em Penápolis-SP, no Degredo, no Lageado, para comemorar os 100 anos da nossa chegada a Penápolis-SP.
NÓS MONTEIRO DE ARAÚJO, casados com bisnetos da MADRINHA DA SERRA.
Chegamos, a 25 de setembro de 1912, vindos da Fazenda Badajós, de Uberaba-MG.
FOI esta a Quarta LEVA DE MONTEIROS de Araújo, filhos do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO (1820-1900), a chegar a PENÁPOLIS-SP…..
A primeira leva com José Cândido Monteiro.  E mais Militão (primo) e Manuel Antônio.
A segunda, em 1904, com Antônio Monteiro de Araújo. Militão foi para Tanabi-SP, nome de avenida lá. Por ali há a Vila Monteiro, hoje chamada….
(acredita-se que o com João Monteiro de Araújo Júnior, veio 1911, um ano antes dos irmãos.
A terceira em 1912,  Carlos Monteiro, Juquinha DATA CERTA 25 SET 1912 CONTADA PELO FREI JOSÉ.
A quarta, com os outros irmãs e a  irmã Ester. Uma delas ficou pouco e voltou para Uberaba-MG, ver acima.
ESTES, em 1912, TRAZENDO OS BISNETOS E TRINETOS DA MADRINHA DA SERRA.
E os Monteiro da Farmácia chegaram em 1919.
Aqui os filmes do Lageado, onde chegamos, há exatos 100 anos:
Lageado 100 anos depois:
Este filme foi feito em 25 de setembro de 2012, 100 anos exatos de nossa chegada a Penápolis-SP:
15 de agosto de 2012: 100 anos da saída dos Monteiro de Araújo de Uberaba-MG, em 15 de agosto de 1912, dia de Nossa Senhora da Abadia e de Nossa Senhora da Assunção, sobrenome da Família da Matriarca dos Monteiro de Araújo.
=
100 anos que rumaram para Penápolis-SP, levando bisnetos, tri-netas e tetranetos da Madrinha da Serra para começarem vida nova em Penápolis-SP.
=
E também:
Estivemos lá na Fazenda Badajós comemorando, 100 anos.
Encontramos Monteiro de Araújo, até hoje, ali, na Região do Badajós, lá na Capelinha.
Veja, aqui, fotos do Badajós, 100 anos depois que metade dos Monteiro de Araújo rumaram para Penápolis-SP:
https://madrinhadaserra.com/6-1-coronel-joao-monteiro-de-araujo-sua-fazenda-badajos-100-anos-depois/
=
Veja aqui um vídeo de como está a Fazenda BADAJÓS, 100 anos depois:

– –

CONTINUAÇÃO DOS NUNES DE SOUZA

TERCEIRA GERAÇÃO

BISNETOS DA MADRINHA DA SERRA – NESTOS DA LAURIANA

Os 7 filhos da Custódia Nunes, (que é da segunda geração), são da TERCEIRA GERAÇÃO

São bisnetos da MADRINHA DA SERRA, e, netos Lauriana (que é da primeira geração).

Nascidos, entre 1860 e 1875, estariam, hoje, 2014, com a idade entre 139 e 154 anos de idade

5 dos filhos de Custódia Nunes foram para Penápolis-SP

5 irmãos Monteiro de Araujo se casaram com 5 irmãos  Nunes de Souza.

Antônio c/c Mariana

João c/c Lauriana

Pedro c/c Ana Augusta

Carlos c/c Maria do Carmo

Ester c/c Joaquim

Veio primeiro, de Franca-SP para Penápolis-SP, esse João Cândido Monteiro, que não é casado com NUNES DE SOUZA

Depois, em 1904, veio de Franca-SP, o Antônio Monteiro de Araújo que trouxe, mais tarde, os outros irmãos, que também, como ele, eram casados com os irmãos Nunes de Souza.

O João Monteiro de Araújo Filho veio em 1911, e, o Carlos Justino Monteiro, a Ester e o Pedro vieram para Penápolis-SP, em 1912, vindos do Uberaba-MG.

Custódia Nunes, que também assinava Custódia Maria de Jesus, teve 7 filhos:

7 FILHOS da Custódia, QUE SÃO netos da Lauriana, e, BISNETOS da MADRINHA DA SERRA:

Cândida, José, Joaquim, Maria do Carmo, Ana Augusta, Lauriana e Mariana

Cândida e José Nunes não vieram para Penápolis-SP, e, casaram-se na Família Faleiros

O José Justino Faleiros, tronco dos Faleiros, genro do Antônio Alves de Guimarães, herdou as terras do seu sogro, e, também, sogro da Madrinha da Serra

Os demais 5 filhos da Custódia Nunes casaram-se com 5 irmãos MONTEIRO DE ARAÚJO

– –

Os 7 filhos da Custódia Nunes DE SOUZA estão, abaixo, numerados de 1 a 7.

As cinco irmãs filhas da Custódia Nunes são muito altas e magras.

5 dos 7 filhos da Custódia Nunes e do Joaquim Rodrigues de Souza vieram para Penápolis-SP casados com 5 irmãos Monteiro de Araújo.

Dos 5  Souza que vieram para Penápolis-SP, um é homem, Joaquim (Casado com Ester Monteiro) e quatro mulheres:

MARIA do CARMO, MARIANA, LAURIANA E ANA AUGUSTA, todas de larga descendência.

-1 Cândida Tereza de Souza, NÃO FOI PARA PENÁPOLIS-SP; casou-se com Joaquim Alves Faleiros, o “Quinca do Turvo“, filho de outro JOAQUIM ALVES FALEIROS e de Hipólita Vitalina Nogueira, e neto do JOSÉ JUSTINO FALEIROS, o patriarca dos Faleiros de Franca-SP.

FOTO DE JOAQUIM ALVES FALEIROS e HIPÓLITA VITALINA NOGUEIRA e o filho JOAQUIM ALVES FALEIROS ( Quinca do Turvo ).

quinca

Cândida foi sepultada a 20-10-1950, 1ª quadra, no túmulo do esposo, na idade de 84 anos, branca, deste distrito, doméstica. “Causa da Morte: Hipertensão, Insuficiência Cardíaca. Declarante: Artur Faleiros”, o  “Barão” ( seu filho, que eu conheci).

Cândida teve 14 filhos, segundo disse-me o Seo Dario (só 12 anotados no livro dos Faleiros, na página 230, e, seguintes).

Eles têm NETOS E BISNETOS em Penápolis-SP, entre eles, dona Sônia Monteiro Faleiros de Castilho, sobrinha do Barão, e, casada com o Doutor Ricardo Castilho, vice-prefeito, prefeito de Penápolis-SP, e, deputado estadual.

Os filhos de Cândida e do José abaixo, estão no livro dos FALEIROS.

O último a falecer, com 97 anos, foi o Seo Dario Faleiros, que também conheci, e o último a falecer dos irmãos.

 Hipólita Vitalina Nogueira e seu filho Joaquim

Foto do lendário QUINCA DO TURVO, marido da Cândida Tereza Nunes de Souza, quando criança, com sua mãe, Mulher da velha Família Nogueira:

A Família NOGUEIRA de Pedro Calmon, Oswald Andrade, dos Simonsen, Suplicy, Raul Pompeia, e, tantos outros importantes.

Agradeço muito à prima Palmira.

Filhos da 1- Cândida Tereza de Souza E Quinca do Turvo:

Aqui só onze

a-João Alves Faleiros,

b- José Alves de Souza Faleiros,

c- Antônio Alves Faleiros,

d- Celso Alves Faleiros,

e- Joaquim Alves Faleiros Júnior,

f-Alberto Faleiros,

g-Afonso Alves Faleiros,

h-Maria Custódia Faleiros,

i-Alípio Faleiros,

j-Artur Alves Faleiros ( o “Barão”),

k-Dario Faleiros e

l-Almerinda Faleiros.

 

Leia e veja mais sobre os Faleiros aqui:

0 2 Maximina Augusta de Melo, a neta de José Justino Faleiros, tronco dos FALEIRO de AGUIAR, FALEIROS de Franca-SP

E AQUI:

http://luciofalleiros.com.br/index.php 

 

Agora, o segundo filho de Custódia Nunes de Souza:

2-  José Nunes de Souza, Zeca, NÃO FOI PARA PENÁPOLIS-SP; casado, na primeira vez, com Ana Cândida Faleiros, sem filhos. Foram padrinhos de batismo da Bia, filha da Maria do Carmo de Souza, irmã de José Nunes de Souza. Ver sobre a Bia abaixo.

Viúvo, José Nunes de Souza casou-se com sua cunhada, Amélia Cândida Faleiros, (filha de Maria Cândida Faleiros,  a Licândia, e de João Marcelino de Souza).

Dessa segunda união (José e Amélia), vieram 2 filhos:

a- Maria Amélia Faleiros de Souza, nascida em  7 de fevereiro de 1900, em Patrocínio  Paulista, casada a 21 de abril de 1917, com Antônio Augusto Nogueira, (e teve 8 filhos), e:

b- João, que mora em São Tomas de Aquino-MG?, casado, com 2 filhos. (Eles estão no livro dos Faleiros, na página 242 e 243).

-3- Joaquim Nunes de Souza, FOI PARA PENAPOLIS-SP, VEREADOR IMPORTANTE, casou-se com Ester Cândida de Assunção (Monteiro), filha do Coronel João Monteiro de Araújo. JOAQUIM NUNES DE SOUZA, (1868-1941); foi um dos primeiros VEREADORES de PENÁPOLIS-SP, em 1914, e, foi presidente da Câmara Municipal.

Alguns anos atrás, foi homenageado, na Câmara Municipal de Penápolis-SP, sendo seus netos chamados para a homenagem. Há na cidade, uma rua com seu nome.

Túmulo, em Penápolis-SP, do Coronel Joaquim Nunes de Souza

Abaixo os filhos do Joaquim Nunes de Souza e Ester Cândida de Assunção (Monteiro):

a-Alberto c/c a Tia Nenê, (ver abaixo, nos filhos da Maria do Carmo de Souza), – Albertina c/c Ninil Vieira, pais de: Abadia, Firmina, Ubirajara que morreu novo, Sônia que morreu cedo, e Ester que esta viva ainda em Piracicaba-SP.

b-Tonico, (Antônio Nunes de Souza), casado com…., é  pai do Paulo Nunes de Souza, da Geralda de Souza, (a Janir), c/c Oswaldo da Silva, (pai do Osvaldinho, que foi prefeito de Campos de Jordão-SP).

Tonico é também pai da Flora, e, do Renato Nunes de Souza. Grande Paulo Nunes de Souza, trampista, batalhador.

O Paulo Nunes de Souza andou pelo mundo, conheceu o Rei do Gado, lá em Andradina-SP; lembrava muito dos carros de boi puxando madeira lá em Penápolis-SP.

Teve posto de gasolina, em sociedade com sua irmã Geralda, em São José dos Campos-SP, onde  tinha um macaquinho e uma araponga.

O Tonico, pai dele, tocava gaita no posto de gasolina do Paulo, o Posto Caminho das Praias, saída pro litoral Norte.

Paulo Nunes de Souza, neto da Ester Cândida de Assunção (Monteiro), e, do Coronel Joaquim Nunes de Souza

c- Sador

d- Maria

e- Custódio

f- Pedro Nunes de Souza, faleceu solteiro.

g- Arthur Nunes de Souza – Natural de Uberaba-MG, casado em Penápolis-SP, com Rita Nunes Vieira, natural de Franca-SP, e, filha do Capitão Luciano Vieira Santiago e Dona Firmina Garcia Duarte. Da Família Garcia Duarte, do Barão da Franca. Teve a filha Consolação Aparecida em 28/set/1922. Tem mais Garcia Duarte unido à família.

– 4 – Maria do Carmo de Souza, nossa amada avó, casada com Carlos Justino Monteiro. Seguiremos sua família, em capítulo separado abaixo, até o fim da página

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A Vó Maria do Carmo de Souza é a da esquerda, está com uma das suas irmãs que parece ser a  Ana Augusta, esposa do Tio Pedro Monteiro de Araújo.

As irmãs  Nunes de Souza eram muito altas.

 

Ver os filhos da Maria do Carmo de Souza, abaixo, no capítulo sobre esta bisneta da Madrinha da Serra;

Seguiremos, abaixo, Maria do Carmo, até o final, em detalhes, seus filhos, netos, bisnetos e trinetos.

-5  Ana Augusta de Souza, que morreu muito nova, em 1928, em Penápolis-SP, deixando 5 menores, de um total de 11 filhos, casada com Pedro Monteiro de Araújo, filho do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO: Ana Augusta é a mãe de:

a-Adauto, Lavrador, nasc. +- 1911, Uberaba-MG?; ficou 18 anos de cama; fal. em São Paulo-SP com 79 anos de parada cardio-respiratória. Sepultado, em Penápolis-SP, em 27-jan-1990. c/c Maria Aparecida Bueno, morou em São Paulo, ficou 18 anos numa cama -, e teve  o  filho João Batista Monteiro e a Valdeci.

b-Odorico  (Doc), que foi para São Paulo-SP, c/c Isoleta Goulart; filhos são Mário, Marcelin e a Cleusa ou Neusa

c-Assis, c/c a prima Iraci, filha do João Monteiro de Araujo Júnior – tiveram os filhos: Roberto Batista Monteiro, a Odete, e, a Maria Antônia

d-Maria (c/c o primo João Monteiro de Araújo Júnior – Joãozinho), ver na família do João Monteiro de Araujo Júnior

e-Armando c/c  Josefina, tiveram 1-Ana Augusta, NOME EM HOMENAGEM À AVÓ LINDA TRADIÇÃO DA FAMÍLIA, c/c Juiz Joaquim (que foram para São Paulo-SPe São Caetano do Sul-SP e com filhos Ulisses? e Franklin), 2- Eunice c/c Assis Moraes (filhos Marcos e Assis Filho?), 3- Laurinha c/c Francisco Salla (que teve olaria, com as filhas Suzana e Silmara), e a 4-Ivone c/c  Osvaldo Gavioli,  sitiante, com os filhos Celso, César, Silvana e Soraia,

f-Arlindo, c/c Adélia (parente nossa), e teve os filhos, foram para Goiás,

g- Armanda, (Mandica), casada com seu primo Urias. Ver sobre Urias e Mandica, abaixo, na Família do Carlos Justino Monteiro e de Maria do Carmo de Souza,

h-Custódia Monteiro de Moraes; casada com Alcides Alceu de Moraes,

i-Pedro Monteiro Júnior, c/c 

j- Avenil

k-Arlinda, casada com o Guilhermino Cintra; morreu jovem, mãe do Acácio, e, da Tia Aparecida, que se casou com o Totonho, filho da Maria do Carmo de Souza).

Mãe e filha, (Ana Augusta e Arlinda), morreram no mesmo ano de 1928

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Em pé: Marina, Cidinha, Mandica mulher do Urias, e a Honorina

Sentados: Adauto Monteiro de Araujo sua esposa Aparecida sua filha Valdecir, e, no colo, seu filho João Batista

Adauto e Mandica são irmãos, filhos do Pedro Monteiro de Araujo

Assento de Nascimento da Aparecida Monteiro Cintra:

Aos vinte e cinco dias do mez de março de mil novecentos e vinte, nesta cidade de Pennapolis, em meu cartório compareceu Guilhermino Cintra, perante as testemunhas no fim assignadas declarou: que no dia vinte e treis do corrente mez e anno, ás dezenove horas, em domicilio, neste Districto, nasceu uma criança do sexo feminino, de côr branca, a qual chamará Maria, filha legitima delle declarante e de sua mulher dona Arlinda Cintra, estes são naturaes deste Estado, residentes neste Districto. São avós paternos: Belmiro Cintra e Laura Cintra; são avós maternos: Pedro Monteiro de Araujo e Anna Augusta Monteiro. Serviram de testemunhas Casimiro do Amaral Simionetti e José Rossi. Do que para constar lavrei este termo o, que lido e achado conforme vae devidamente assignado. Eu, Julio Coelho Vilhena, escrivão do registro civil int. que o escrevi e assignei.

O Odorico Monteiro (DOC) natural de Franca-SP, casou-se, em Penápolis-SP, com Maria, natural de São José do Rio Preto-SP, e, filha de Izar Pereira Dias e Cândida de Jesus.

Teve o filho Márcio, em 01/set/1921, que c/c Maria Aparecida de Medeiros, em Penápolis-SP, em 08/jul/1945

ÓBITO, em 1928, da ANA AUGUSTA NUNES DE SOUZA, no óbito, com o seu nome de casada.

Aos oito de maio de mil novecentos e vinte e oito nesta cidade de Pennapolis, Estado de São Paulo, em meu cartorio compareceu Urias Monteiro, digo, Urias Justino Monteiro, lavrador, residente neste districto, e exhibindo attestado do Doutor Antonio de Paiva de Faria, declarou que hontem, as vinte e duas horas, em domicilio, nesta cidade, á Avenida Eduardo de Castilho, falleceu de hemorrhagia interna Dona Anna Augusta Monteiro, do sexo feminino, côr branca, com cincoenta e dois annos de edade, de ocupação domestica, natural de Franca, deste Estado, residente neste districto, filha de Joaquim de Souza e de Dona Custódia Nunes de Souza, ambos fallecidos; casada que foi com Pedro Monteiro de Araujo, de cujo consorcio deixou onze filhos, a saber:-

Odorico Monteiro, casado, com trinta e quatro annos de edade; Dona Custodia Monteiro de Moraes; de trinta e dois anos, casada com Alcides Alceu de Moraes; Pedro Monteiro Júnior, solteiro, com vinte e nove annos de edade; Dona Arlinda Monteiro Cintra, de vinte e quatro annos, casada com Guilhermino Cintra; Avenil Monteiro de Araújo, casado, com vinte e tres annos; Dona Maria Monteiro de Souza, de vinte e um annos de edade, casada com João Monteiro Junior; Dona Armanda Monteiro de Souza, de dezenove annos, casada com o declarante; Adauto, com dezesete annos; Arlindo, com quinze annos; Armando, com treze annos; e Assis, com nove annos de edade.

A fallecida não deixou bens a inventariar e será sepultada no cemiterio desta cidade. E para constar, lavrei este termo que, lido e conforme, assigna o declarante.  Eu Antônio Loterio Soares de Castilho, Official do Registro Civil, o escrevi e assigno.

Ver abaixo, a Tia Aparecida Monteiro Cintra, nos filhos do Carlos Justino Monteiro e de Maria do Carmo de Souza,

ÓBITO, em 1928, DA JOVEM ARLINDA MONTEIRO CINTRA, filha da Ana Augusta Nunes de Souza, e, que deixou o Acácio e a Aparecida órfãos.

“”Aos seis de Outubro de mil novecentos e vinte e oito, nesta cidade de Pennapolis, Estado de São Paulo, em cartório compareceu Virgilio Raphael Cassiano, lavrador, residente nesta cidade, e, exhibindo attestado do Doutor Juscelino Monteiro Junior declarou que hontem, as oito horas, em domicilio, nesta cidade, falleceu de emphysema pulmonar Dona Arlinda Monteiro Cintra, do sexo feminino, cor branca, com vinte e oito annos de edade, natural de Franca, deste Estado, de ocupação domestica, residente nesta cidade, filha legitima de Pedro Monteiro de Araujo e de Dona Ana Augusta Monteiro, esta (já) fallecida, casada que foi com Guilhermino Cintra de cujo consorcio deixou dois filhos a saber:- Accacio, com oito annos de edade e Apparecida com seis annos de edade. Não deixou bens a inventariar e será sepultada no cemiterio desta cidade. E para constar lavrei este termo que, lido e conforme, assigna o declarante. Eu Agostinho Mendonça do Valle, Official do Registro Civil interino que o escrevi e assigno.“””

Paulo César, filho do Alceu, neto do Juquinha, e, Laurinha do Armando 

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Josefina, esposa do Armando, ao centro, e, suas filhas 

Da esquerda para a direita: Ana Augusta, Eunice, JOSEFINA, Laurinha e Ivone, que é a última a direita

Ana Augusta, à esquerda, tem esse nome em homenagem à sua avó, COMO TANTOS outros DESCENDENTES DA MADRINHA DA SERRA, HOMENAGEIAM AS AVÓS em seus nomes:

 Existem muitas anas, esteres, joaquinas, custódias, e, laurianas, na família

ADAUTO e ARMANDO 

– –

Sexta filha da Custódia Nunes:

-6  – Lauriana Nunes de Souza, c/c João Monteiro de Araujo Filho. Faleceu cedo; João Filho ficou viúvo muitos anos.

A Lauriana tinha esse nome em homenagem à sua avó, que era filha da Madrinha da Serra,  e, que morreu cedo.

O João Monteiro de Araújo Filho morreu velhinho, com 93 anos; triste de não morar mais na fazenda. Tiveram a Fazenda Velha, também chamada Fazenda Santa Lauriana.

Tiveram os filhos que vão da letra “”a”” até a letra  “”i””.

a- JOAQUIM  NUNES MONTEIRO, o “QUINCA MONTEIRO”, (nasceu em 1898 – faleceu em 6 de julho de 1977), casado, em 1920, em Penápolis-SP, com Custódia de Faria, (Franca-SP – 14/08/1900 – Falecida em 16 de novembro de 1967), filha de Francisco Antônio de Faria e de Placedina Maria de Jesus. Pesquiso se esta Placedina é da Família Monteiro de Araujo.

É pai da Iracema, (Cema), viúva do Orlando Parente, (1921-1983), fotógrafo. Iracema é mãe da Maria Sílvia, que foi Miss Penápolis-SP. Cema, falecida , em Penápolis-SP, em 2015 com 90 anos.

A Iracema, (Cema), é mãe também do Aníbal Joaquim, já falecido. Tem rua em Penápolis-SP com o nome do Orlando Parente, e, também, há mais algumas ruas com nomes de alguns de nossos primos e tios.

A MISS PENÁPOLIS-SP

MARIA SÍLVIA:

Que orgulho da nossa prima:

AMAMOS MARIA SÍLVIA

Uma das mais lindas descendentes da Madrinha da Serra 

Maria Sílvia, penta-neta da Madrinha da Serra

Amamos Maria Sílvia

Muito rico, o Quinca Monteiro, jogador, tinha muitas fazendas.

Quinca também é pai de Laurita, Semíramis, Lourdes, Ataliba, (26/09/1934-16/09/1993), Aníbal e a Jérsei.

Jérsei é a mais velha. Nasceu em 29/jun/1921, um ano depois do casamento do Quinca Monteiro. Casou-se com Otávio Odorico Strogen, em 16/jul/1942, e faleceu em 24/jun/1983.

A Laurita foi casada com Comendador Oswaldo Pedro, (*25 de julho de 1924  +1 de março de 1986), e, é mãe da Sheila e Vanessa.

O Inesquecível, e, lendário QUINCA MONTEIRO, pai da Cena, avô da Maria Sílvia

Imponente Túmulo do Quinca Monteiro – Tem rua com seu nome, na cidade

b- Maria de Lourdes, “Lica”, casada com o seu primo “Carrinho“, (Carlos Monteiro Filho), filho de Carlos Justino Monteiro, e, de Maria do Carmo de Souza.

Ver sobre o Carrinho, abaixo, nos capítulo sobre os filhos da Maria do Carmo de Souza. Sobre o Carlos Monteiro Filho, Bibico, leia abaixo, no capítulo abaixo dos filhos da MARIA DO CARMO DE SOUZA, bisneta da Madrinha da Serra.

Ver sobre os Silva e Oliveira, fundadores de Uberaba-MG, em:

www.capitaodomingos.com

Na foto, tem o Carrinho, a Lica, o Bilico, a Nair e filhos, a Mirtes, a mãe da Nair, (Dona Ana), que é da família fundadora de Uberaba-MG

c- Iolanda , a LANDA, morreu, como a MADRINHA DA SERRA, em 2005, mais ou menos, com mais de 100 anos; foi casada com seu primo Álvaro Monteiro de Araújo, filho da Mariana Nunes de Souza, a número 7 abaixo, e, teve os filhos:

Terezinha Penha Monteiro Vitalli, Cleusa, JaçanãAntônio e Vadinhoeste  último ainda vivo.

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Landa, filha da Lauriana e do João Monteiro de Araújo Filho, foi homenageada como uma das pioneiras que nasceu, junto com Penápolis-SP, em 1908

 –

 

Paulo César, filho do Alceu, Osvaldo Apparecido Monteiro de Araújo, (Vadinho), e, Mirtes, filha da Chinica

Quanta informação o Vadinho meu passou; eternamente grato a ele

d- João Monteiro Júnior, Joãozinho, casou-se com sua prima Maria, filha da Ana Augusta Nunes de Souza, e, do Pedro Monteiro de Araújo; acima citado, no número 5, e- Francisco(“Chico”), casado com Inês Schudeler). Os filhos do Chico estão no Mato Grosso; o João Guilherme e..

f- Alzira, casada com Manuel Soares de Queirós, (NÉCA SOARES), e, teve os filhos: Nelson Monteiro Soares, Circe Monteiro Soares, (casada com João Gomes), João, Antônio Maria Tereza Monteiro Soares, (casada com Michel Caroy), Ciro Monteiro Soares, e Maria José Monteiro Soares,(casada com Naor),

g- Antônio Augusto Monteiro, (Tonico), casado com Aparecida de Lima Monteiro, e, teve 9 filhos: 1-Ana Aparecida Monteiro, (falecida), que era casada com seu primo Euclides Aparecido Monteiro, (falecido), que tivera três filhos: – a-Antônio Euclides Monteiro, dono do Supermercado Monteiro, e, que tem um filho, o Diego Henrique Monteiro, -b- Eliza Carolina Monteiro, que tem uma filha, a Camila Monteiro, c- Júlio Cesar Monteiro que tem dois filhos, Júlio Cesar Júnior e Vitória Carolina Monteiro; 2-Mário Donizete  (falecido); 3- Antônio João Monteiro que teve dois filhos: Antônio Olcides Monteiro e Gláucia Lucinéia Monteiro; 5-Lauriana Monteiro que faleceu com sete anos de idade; 5- José Benvindo Monteiro que tem dois filhos: Alexandra Monteiro e Alexandre Monteiro; 6-Euclides Augusto Monteiro, (o Kidinho), falecido há dois anos, que teve quatro filhos: Eduardo Augusto Monteiro, Liege Colichio Monteiro, Pedro Paulo Colichio Monteiro e Guilherme Colichio Monteiro; 7-Celso Francisco Monteiro teve uma filha, (linda), Priscila Marques Monteiro; 8-Edson Assis Monteiro tem dois filhos: Guilherme Henrique Monteiro e Rômulo Marcelo Monteiro; 9- Eliza de Fátima Monteiro Tozatti tem três filhos: Bruno Paulo Monteiro Tozatti, Eros Rafael Monteiro Tozatti e Antônio Augusto Monteiro Tozatti,

http://www.facebook.com/profile.php?id=100000066198264

 FILHOS DO ANTÔNIO AUGUSTO MONTEIRO

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h-  Euclides Monteiro de Araújo, o “Kida,” que era casado com Carolina Strongren, e, que teve um filho: Euclides Aparecido Monteiro, (Nenen ou Nenê), que casou-se com sua prima Ana Aparecida Monteiro, filha do Tonico Monteiro, neta do João Monteiro Filho,  já falecida. Veja ítem g acima.

i-Iraci, que foi casada com o Assis, seu primo, filho do Pedro Monteiro de Araújo, e, de Ana Augusta de Souza; veja, acima, no número 5.

– 7- Mariana Nunes de Souza, casada com Antônio Monteiro de Araújo.

Esse foi o segundo dos irmãos Monteiro de Araújo a vir para Penápolis-SP. Saiu de Franca-SP, e, foi ele que chamou os irmãos que estavam na Fazenda Badajós, em Uberaba-MG, casados com as filhas da Custódia Nunes, para virem para Penápolis-SP. Ele que chamou os outros Monteiro de Araújo que foram para Penápolis-SP, em 1911 e em 1912.

Faleceu em São Paulo-SP. O Primeiro irmão que veio para Penápolis-SP, como vimos acima, foi o José Cândido Monteiro, primogênito do Coronel João Monteiro de Araujo (18201900). Mariana Nunes de Souza e Antônio Monteiro de Araújo são os pais da Laura Nunes Monteiro, que se casou com o Enoch de Paula Ribeiro, este filho de Antônio de Paula Ribeiro e Emília Deodolina de Laura (?).

Enoch ficou viúvo, e, casou, pela segunda vez, com Tia Melinha acima, filha de CARLOS JUSTINO MONTEIRO, e, da Maria do Carmo de Souza, a número 4 acima. Ver sobre a Melinha mais abaixo, nos filhos do Carlos Justino Monteiro. Enock viveu até 104 anos, lúcido na casa da Anita.

Foi, na casa do Enoch, que faleceu minha bisavó, em 1946, a Maria do Carmo de Souza. Estava ruim, foi para a cidade. Deu tempo de vir os netos de Uberaba-MG para vê-la pela última vez.  O Urias Monteiro veio.

Enoch teve três filhos no primeiro casamento: FiicaAnita,  nascida em 15/jul/1920, e, falecida em 2010, aos 90 anos, casada com João Teixeira Sampaio (que foi prefeito municipal de Penápolis-SP, e, que faleceu em 2013 com 103 anos), e Lutácio.

Anita e João Teixeira Sampaio, que se casaram em 30/maio/1940, são os pais da Laurinha, (que é mãe do Marcelo e da Mônica, que brincavam comigo e com os filhos da Julieta na nossa infância), e, do Firmino Ribeiro Sampaio, que foi prefeito municipal de Penápolis-SP.

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Mônica Aparecida Sampaio Garcia Maschietto

Ver mais sobre Enoch, abaixo, no seu segundo casamento com Melinha, filha do Carlos Justino Monteiro e Maria do Carmo de Souza.

Mariana Nunes de Souza e Antônio Monteiro de Araújo também são os pais de Maria, Lica do Guimarães, Antônio, Álvaro Monteiro de Araújo, Mariana, Nilson, e, do José, que morreu na Revolução de 1932.

Ler sobre o Antônio Monteiro de Araújo acima na parte dos Monteiro que vieram para Penápolis-SP.

Mariana  (a filha) teve os filhos Leopoldo e  .

Aqui, foto da Mariana Nunes de Souza com 2 netos, com os filhos da Mariana (filha).

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Leia mais sobre eles, filhos e netos da Mariana, aqui:

https://madrinhadaserra.com/2-2-mais-fotos-da-familia-monteiro-de-araujo-nunes-de-souza/

O Álvaro Monteiro de Araújo casou-se com sua prima Yolanda filha do João Monteiro Filho.

Ver sobre eles, acima, nos filhos do João Monteiro de Araujo Filho.

Álvaro Monteiro de Araújo, falecido em 1982, e, sua esposa e prima Yolanda, a Landa, filha do João Monteiro Filho;

No casamento do seu filho Tonico, grande Tonico:

NOTA: Não confundir este ÁLVARO MONTEIRO DE ARAÚJO com o Coronel ÁLVARO AUGUSTO MONTEIRO que aparece nos livros de casamento de Penápolis-SP, como testemunha, o qual é da família nossa também, do pessoal que tem a Fazenda Morro Redondo do Pontal, em Itirapuã-SP, até hoje. Este Álvaro Augusto Monteiro permaneceu no Morro Redondo até o que sei, e só veio para ser padrinho, ao que parece.

Leia a página sobre os Monteiro de Araújo, neste site, com mapa da Fazenda Morro Redondo do Pontal:

Sobre os Filhos de 7- Mariana Nunes de Souza e de ANTÔNIO MONTEIRO DE ARAÚJO,  RECEBEMOS ESTE DEPOIMENTO IMPORTANTE DO PRIMO JOÃO ÁLVARO MONTEIRO.

Fala especialmente dos ex-escravos do CORONEL JOSÉ MONTEIRO DE ARAÚJO que sempre acompanharam a Família:

“””””””ANTONIO, casado com Mariana ( meus bisavós ) – segundo minha tia Terezinha, o bisavô Antonio deve ter falecido na década de 20, porque meus avós casaram em 32 e o bisavô Antonio já tinha morrido ( Joaquim – foi para SP advogar, levou a bisavó Mariana, já viúva e os irmãos mais novos e os ex-excravos que sempre acompanharam a família), Maria – Lica, esposa do Guimarães, Antonio, Alvaro Monteiro de Araujo ( meu avô ) voltou para Penápolis e montou engenho, trouxe de volta a Umbelina -ex-escrava – e toda sua família, seus filhos se integravam na família, inclusive seu caçula o José foi batizado como José Monteiro, seu filho Sergio aprendeu a dirigir e o Robertinho tocava na Banda que o meu avô Álvaro teve e que tocava em Penápolis no tempo do cinema mudo, meu avô tocava instrumentos de sopro, tinha outro negro na banda chamado Camundá), Mariana, Nilson, José – morreu na revolução de 32, Laura ( familia Sampaio /Oceu )”””””””””.

Ampliação da TERCEIRA GERAÇÃO: agora só a  número 4 – Maria do Carmo de Souza que se casou com um Monteiro de Araujo – o CARLOS JUSTINO MONTEIRO:

O Carlos Monteiro, o Carro, que tem aquelas histórias de ter vendido 200 alqueires de terras no Badajós Uberaba-MG e comprado no Brejo Alegre no Lageado, em Penápolis-SP, 2.000 alqueires.  Chegaram de carro de Boi em 1912.

O irmão dele João tinha vindo um ano antes em 1911.  O Antônio tinha vindo em 1904, e o José Cândido, muito antes.

A terra era barata, subiu de preço depois da pacificação dos índios pelo Coronel Rondon em 1912. Chegaram no ano da pacificação. Na década de 1920 a terra valia muito mais.  Faleceu em 1936. Nasceu por volta de 1862 na Franca-SP.

A pacificação dos índios realizada pelo Coronel Cândido Mariano Rondon foi decisiva para o povoamento da região, tanto que o preço do alqueire de terra subiu 1.000% de 1910 a 1914, passando de 13$000 réis a 100$000 réis, indicando um grande aumento da procura por terras após a pacificação.

Em 1925, o alqueire de terra, próximo à área urbana de Penápolis-SP, já estava cotado a 1:000$000, ou seja, uma nova valorização de 1.000% em relação a 1914.

Agora, da terceira geração, seguiremos somente a Maria do Carmo de Souza, filha da Custódia Nunes, (segunda geração),

Maria do Carmo de Souza é neta da Lauriana, (primeira geração), e, BISNETA da MADRINHA DA SERRA.

Portanto, a MARIA DO CARMO DE SOUZA é da TERCEIRA GERAÇÃO, e, os seus filhos são da QUARTA GERAÇÃO.

Sobre os Souza Teixeira, ler:

A família “”Rodrigues da Costa”” e a família de Januário José de Souza

 Existe um livro sobre a Saga de Nós, os Rodrigues da Costa, pioneiros no Mato Grosso do Sul.

Nós que estivemos na Inconfidência Mineira como os Silveira Fernandes, do Juquinha, como mostraremos abaixo.

Maria do Carmo de Souza casou-se com CARLOS JUSTINO MONTEIRO, filho do Coronel João Monteiro de Araújo, e, de LAURA CÂNDIDA DE ASSUNÇÃO, falecidos em Uberaba-MG.

Ele, o Coronel João Monteiro de Araújo, faleceu em 1900, e, ela, Laura, em 1908. Carlos Justino Monteiro e Maria do Carmo de Souza faleceram em Penápolis-SP.

É aqui onde estão hoje:

Carlos, Maria do Carmo, Nenê, e, outros filhos:

Eu mandei reformar o túmulo do meu bisavô, Carlos Justino Monteiro, sem mudar as suas características, e, espero, aí, ter meu repouso final, e, espero morar eternamente junto aos meus bisavôs paternos, porque:

 O BOM FILHO À CASA PATERNA TORNA:

O Carro Monteiro vendeu sua herança em Uberaba-MG, uma parte das terras da Fazenda Badajós em Uberaba-MG, de porteira fechada, ou seja, com tudo que tinha dentro, sem tirar gado etc, 200 alqueires, e comprou duzentos alqueires de mato para desbravar e formar em uma parte da Fazenda Brejo Alegre em Penápolis-SP, uns 2.000 alqueires paulistas, isto tudo sem ajuda de governo, de Banco do Brasil, sem nunca sonhar em invadir terra já formada como faz o MST.

UMA PESSOA SÓ MORRE QUANDO COMEÇA A SER ESQUECIDA PELOS SEUS NETOS E BISNETOS.

TETRANETOS E PENTA-NETOS DA MADRINHA DA SERRA nesta foto abaixo:

FAMÍLIA GRANDE E UNIDA da Madrinha da Serra

Fotografia de Família Unida da Madrinha da Serra

No Centro da foto, o JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO FILHO, (filho do Coronel João Monteiro de Araújo falecido em Uberaba-MG, em 1900, no chiqueiro da Fazenda Badajós aos 80 anos e trabalhando, e, que comia à mesa com seus escravos).

Foi o último dos irmãos Monteiro de Araújo, de Penápolis-SP, a falecer. Ficou muito tempo viúvo da Lauriana Nunes de Souza.

Na foto, JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO FILHO, está com filhas, netas, bisnetas, sobrinhos, e sobrinhos-netos, em uma festa na Fazenda Santa Maria. Ou é na Fazenda Santa Lauriana?

JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO FILHO faleceu em 1963, com 96 anos de idade. Quase 50 anos depois de falecer seu irmão mais velho, o JOÃO CÂNDIDO MONTEIRO, em 1916.

Imagine ficar 50 anos com saudade de pais e irmão.

 

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QUE LINDO MINHA PRIMA DETINHA AO LADO DO TIO BISAVÔ DELA,,, as mais velhas chegaram a conhecer um tio-bisavô, o tio João irmão da bisavô e da bisavó ( tio joão é irmão da Persilia, mãe do Juquinha e do Carro Monteiro, pai da chinica – Chinica e Juquinha são primos em primeiro grau, velha tradição da família, tradição esta hoje abandonada, de casar primo com primo, são os novos tempos.).

(Não sei se o tio joão foi o último dos 16 filhos do Coronel João Monteiro de Araújo a morrer, ou se ou último foi o caçuça TIO NÉCA que foi para Goías. – Há netos do Tio Néca até hoje no querido Badajós, no Beraba bão….   O bom filho sempre à casa paterna torna, e dois netos do Tio Néca têm terra no Badajós atualmente 2018).

Fazenda Santa Maria, também chamada Fazenda Santa Lauriana?

Que maravilha é a família tradicional de origem portuguesa!

O patriarca, último a falecer dos irmãos, com toda  a prole, sobrinhos, genros, noras,,

Dos adultos ai, ainda estão vivos, em 2014, a Cema, a Irene, e a Mirtes que só mostra o braço ai na foto

A Lauriana, esposa do João Monteiro de Araujo Filho, que é filha da Custódia Nunes já era falecida;

Esta, no centro da foto, o João Monteiro de Araújo Filho com seus sobrinhos, netos, e com tetranetos e pentanetos da MADRINHA DA SERRA (as crianças, quase todas, algumas são vizinhas, não são da família).

As crianças estão hoje com mais de 60 anos e são avós e bisavós… he he he.

 Penápolis-SP – Início da Década de 1950 

Família Monteiro de Araújo-Nunes de Souza 

Pioneiros de Penápolis-SP 

Aparecem entre outros, Julieta, filha da Chinica, seu marido Luís Leme, a Cema, filha do Quinca Monteiro, e, mãe da nossa Miss Penápolis-SP, o Cidoca, a Irene, e, as suas filhas mais velhas

Irene está, em 2014, com 90 anos, 

A saudosa Detinha, (filha da Irene e do Cidóca), está ao lado do João Monteiro de Araújo Filho (à sua esquerda)

QUARTA GERAÇÃO da MADRINHA DA SERRA:

AGORA, seguiremos somente os 10 filhos da MARIA DO CARMO DE SOUZA,

A MARIA DO CARMO TEVE FILHOS DE 1887 ATÉ 1910.

A maioria deles nascidos entre 1887 e 1910. Estariam hoje portanto com 127 a 104 anos, em 2014.

Portanto a mais velha, a Adélia é 23 anos (nascida em 1887) mais velha que o caçula Totonho, nascido em 1910, quando já estava vindo ao mundo, os seus sobrinhos, filhos de suas irmãs mais velhas.

NETOS da Custódia Nunes, bisnetos da Lauriana, e, trinetos da Madrinha da Serra.

Os filhos da Maria do Carmo de Souza, e, do Carlos Justino Monteiro, (O Carro Monteiro), são da QUARTA GERAÇÃO.

Foram 11 filhos nascidos, e, 10 que sobreviveram.

Segundo Tia Aparecida Monteiro Cintra, casada com o caçula Totonho, filho do Carlos Justino Monteiro, tiveram eles, CARLOS e MARIA DO CARMO, uma menina, falecida, na infância, quando uma vela caiu, e, queimou a cortina.

10 FILHOS portanto CHEGARAM À VIDA ADULTA e estão na foto da FAMÍLIA.

OS FILHOS MAIS VELHOS DA MARIA DO CARMO SÃO NASCIDOS em PATROCÍNIO PAULISTA, e, os mais novos, na FAZENDA BADAJÓS, em UBERABA-MG.

Eu já achei  os batismos da Adélia e da Bia, as mais velhas, em Patrocínio Paulista, que fica ao lado de Franca-SP.

Abaixo, foto de Maria do Carmo de Souza e Carlos Justino Monteiro com os seus 10 filhos adultos.

É raridade fotos só com adultos, sem aparecer os netos. =

De pé, da esquerda para a direita, estão:

Chinica, Urias, Carrinho, Bilico,  Nenê e Totonho.

Sentados, da esquerda para a direita, estão:

Bia, Adélia, Maria do Carmo, Carlos Monteiro (Carro), Tóda e Melinha.

Reparem que a saia da Vovó ia até o pé, e, a saia das filhas ia só até o joelho.

Esta foto foi tirada, em 1927, em Penápolis-SP, segundo Tia Nenê, a última a morrer.

=

A Tia Nenê dizia sobre a foto:

“Só eu fiquei, eles estão no céu esperando por mim”.

Foi a melhor lição de vida que já tive: Os onze, O casal e 9 filhos, estavam lá juntos no céu esperando por ela, esperando pela Tia Nenê. Os incrédulos acham o contrário:

“Eu sobrevivi, todos morreram e eu fiquei…..”

===

Reparem que a saia da Vovó ia até o pé, e as saias das filhas vai só até um pouco abaixo do joelho.

As filhas eram bem mais avançadas e mais modernas que a mãe.

As filhas da Maria do Carmo de Souza eram modernas.

A Maria do Carmo tinha a saia até os pés, e, as filhas encurtaram a saia até um palmo e meio abaixo do joelho.

RARÍSSIMA FOTO DE adultos CASADOS SEM os (as) esposos (as) e sem SEUS FILHOS E COM OS PAIS bem idosos.

Sem crianças na foto. Sem o marido ou a mulher na foto.

A única foto que conheço assim:

Um casal com 10 filhos adultos e só. Mais nada na foto.

NOTA SOBRE TODAS AS FOTOS DESTE SITE.

ANTIGAMENTE NÃO SE  SORRIA NAS FOTOS.

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Carlos Justino Monteiro, Maria do Carmos de Souza e seus 10 filhos em Penápolis-SP na década de 1920

 

Carlos Justino Monteiro, Maria do Carmo de Souza, (bisneta da Madrinha da Serra), e, seus 10 filhos,

Penápolis-SP,  1927

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Os 10 filhos de Maria do Carmo de Souza são da QUARTA GERAÇÃO DA MADRINHA DA SERRA

Em péda esquerda para a direita:

-1- CHINICA, ler sobre ela, abaixo. Seguiremos sua descendência mais abaixo nesta página. Chinica é minha avó paterna. 

-2- URIAS, que foi casado, em 1920, em Penápolis-SP, com sua prima 2 vezes, a Mandica, (Armanda Monteiro de Souza), filha do tio Pedro Monteiro de Araújo, e, da tia Ana Augusta de Souza, “a Ciana”.

Urias é pai da Cidinha, casada com José Antônio Carrilho de Castro.

Urias e Mandica tiveram também a Marina, que foi casada com Filogômino Cruvinel, (o Filó, que, hoje, 2015, está com 81 anos).  Filó e Marina tiveram: Clair, Clóvis, Clayton, Clenira, Cauby, Cairo e.

Urias é, também, pai da Honorina, casada com Antônio Carrilho de Castro Neto, (o Tonéco). Sem Geração.

Os Cruvinel Borges são das mais antigas famílias de Uberaba-MG.

Há outra Ciana na família, filha do Coronel João Monteiro de Araújo, a qual viveu no Badajós, em Uberaba-MG.

As 3 filhas do Urias são falecidas. José de Castro e TONÉCO são irmãos.

Ver página dos CARRILHO DE CASTRO AQUI:

 0 0 0 0 0 Antônio Carrilho de Castro Filho – Boiadeiro casado com Maria Teodora de Castro, bisneta do Capitão Domingos

Urias e sua prima Mandica (casaram-se, em 1920, em Penápolis-SP), e, as filhas: da esquerda para a direita: Cidinha, Marina e Honorina.

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Urias e Mandica em pé em 1970, sentada parece ser a Nair do Bilico

3– CARLOS, Carrinho, que foi casado com sua prima Maria de Lourdes, (Lica), Monteiro, filha do João Monteiro de Araújo Filho e de Lauriana Nunes de Souza.

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Carrinho e Lica

Carrinho é pai do pai do Walter Monteiro, Vartão, ainda vivo, e, que tem a filha Maria de Lourdes Monteiro, (nome dado em homenagem à sua avó). São primos 2 vezes, o Carrinho e a Lica.  A filha do Walter, (a Maria de Lourdes Monteiro), tem 3 filhas: Maiara, Francielle e Paula. Walter tem 2 bisnetos. Walter ficou viúvo, e, casou novamente.

Vartão, Mirtes e Milton,  o Mirto, são os únicos netos da Maria do Carmo, ainda vivos, a morar em Penápolis-SP.

Da esquerda para a direita, Ninil, Carrinho, Urias, Bilíco e Tóda. Os irmãos e primos se reuniram na Fazenda do Urias, em Uberaba-MG.

– 4- ABÍLIO, Bilico, casado com Nair Correia, que é da Família Silva e Oliveira, fundadora de Uberaba-MG e da Família Correa da Costa tradicionalíssima em Uberaba-MG.

O Bilico contava que a casa do  Coronel João Monteiro de Araujo, seu avô, na Fazenda Badajós em Uberaba-MG, tinha uma escadaria muito grande na frente.

Ver essa família fundadora de Uberaba no site:

 www.capitaodomingos.com

Bilico é pai da Adair, que é casada com o vereador de Uberaba-MG, Arly Coelho. Eles têm os filhos: Jean Carlos, e, o Erlon Carlos, (que tem a filha Manuela).

Bilico também é pai do Wanderlei que mora em Uberaba-MG, e, tem o filhos André e Marcos.

(Sou André Gustavo Dutra Monteiro, neto mais velho de Abílio Monteiro e Nair Corrêa Monteiro, sou filho de Wanderlei Monteiro. Gostaria que incluísse na árvore genealógica a minha irmã Joyce Cristine Dutra Monteiro ( já falecida), consta somente meu nome e do meu irmão mais novo Marcus Evandro Dutra Monteiro. Marcus tem dois filhos, Marcus Evandro Dutra Monteiro Júnior e Maria Eduarda Cunha Dutra. — Mensagem recebida em 17set17)

Bilico também é pai do Elton Siles c/c Lila e que tem os filhos Gulherme, Leandro e Ivan.

Bilico também teve a Nilza Maria Monteiro Rodrigues, mãe do Pedro Augusto e do Bernardo.

O Bilico sempre lembrava da grande casa no Badajós, casa de seu pai, Carlos Justino Monteiro, com uma escadaria muito grande, ele queria voltar lá mas nunca encontrou a casa de sua infância. Esta casa com escada pode ter sido do Coronel João Monteiro de Araújo. A Carmita, mais nova que Bilico, diz que jamais soube onde foi a casa do Coronel João Monteiro de Araújo.

Ver a Família da Nair aqui:

http://capitaodomingos.wordpress.com/0-0-0-a-familia-do-capitao-domingos-hildebrando-pontes/

5-ANTONIETA, Nenê, que foi casado com seu primo Alberto Nunes de Souza, (sem filhos). Alberto é filho do Joaquim Nunes de Souza e da Ester Cândida Monteiro. São primos 2 vezes, portanto, Nenê e Seo Alberto.

6-ANTÔNIO, Totonho, que foi casado, em Penápolis-SP, com sua prima em segundo grau, Maria Aparecida Cintra Monteiro, filha do primeiro casamento de Guilhermino Cintra, natural do Garimpo das Canôas-MG, atual Claraval-MG, com a Arlinda de Souza Monteiro, que é filha do tio Pedro Monteiro de Araújo.

O Assento de Casamento do Totonho:

Aos vinte e cinco dias do mez de março de mil novecentos e vinte, nesta cidade de Pennapolis, em meu cartório compareceu Guilhermino Cintra, perante as testemunhas no fim assignadas declarou: que no dia vinte e treis do corrente mez e anno, ás dezenove horas, em domicilio, neste Districto, nasceu uma criança do sexo feminino, de côr branca, a qual chamará Maria, filha legitima delle declarante e de sua mulher dona Arlinda Cintra, estes são naturaes deste Estado, residentes neste Districto. São avós paternos: Belmiro Cintra e Laura Cintra; são avós maternos: Pedro Monteiro de Araujo e Anna Augusta Monteiro. Serviram de testemunhas Casimiro do Amaral Simionetti e José Rossi. Do que para constar lavrei este termo o, que lido e achado conforme vae devidamente assignado. Eu, Julio Coelho Vilhena, escrivão do registro civil int. que o escrevi e assignei.

A segunda esposa do Guilhermino era a Cândida. A Tia Aparecida é irmã do Acácio.

O Guilhermino Cintra é filho de Belmiro Cintra e Laura Cintra. Os Cintra são pioneiros e tradicionais em Franca-SP

O Garimpo das Canôas, hoje, se chama Claraval-MG, e, é pertinho da Fazenda Canôas, do genro da Madrinha da Serra, o Tenente Albino Nunes da Silva, e, é perto da Fazenda da Serra também. Quer dizer que esse pessoal todo (Monteiro, Silveira,  Barbosa, Nunes, Rodrigues da Costa, Faleiros, Souza e Cintra) são vizinhos, e, se conhecem a séculos.

A tia Aparecida Monteiro Cintra que foi casada com Antônio Monteiro, (o Totonho), contava que quando ela era criança, ela e primas foram mascar fumo das velhas, e, caiu de costa desmaiada.

Totonho, nascido em 1910, em Uberaba-MG, era o caçula, e, o primeiro dos irmãos a falecer, em 1947, tragicamente.

COMO MORREU O TIO TOTONHO:  Um santo Homem.

Era frio, inverno, e era época da safra da cana-de-açúcar (maio a setembro), ele esteve no sítio ao lado, na casa do Cidóca, no sítio que fora do Juquinha… Falou que a menina Mariinha (Maria Adelcina) do Cidóca e Irene sofria muito. A menina tinha a cabeça grande. Cuidem bem dela.. Tratem bem dela, isso ao cair da tarde, e, a cavalo, no alto da estrada, virou-se para dar o último tchau..

E logo depois, pelas 5 da manhã foi engraxar as rodas da engrenagem no Engenho dele,… Estava muito frio e de madrugada, estava de casaca,,,,, as rodas por algum motivo, estariam ligadas, giraram…e a casaca ficou presa.

Cidóca acordou, chamaram ele,, vestiu-se e foi.. Que cena…. de joelhas a viúva tia aparecida e Tia Bia (viúva do Professor Altino e filha do Carlos Justino Monteiro e Maria do Carmo de Souza) de joelhos, Meu Deus, Nossa Senhora…… olhando de lado preso nas rodas dava para ver o coração do outro lado….abriu inteiro o peito.. saiu o cortejo levando o corpo, o gado sentiu, as vacas correram e urravam até a porteira, ele, Totonho, tratava delas.,,, que cena…. Em 2014, Irene do Cidóca lembrava-se perfeitamente da cena ocorrida 67 anos depois.

Totonho é o pai de José, Inês e do Toninho; estes 3 ainda vivos.

Portanto, tia Aparecida e o tio Totonho também são primos (em segundo grau).

Inês é mãe do Marcelo e da Mônica.

O Marcelo tem os filhos Lucas e Rafaela.

A Mônica tem o filho Bruno e as gêmeas Beatriz e Gabriela.

O Toninho tem o Gustavo e a Juliana (que é mãe da Isadora).

A Mônica me adora.

Duas primas me adoram: A Mônica, filha da Inês, e, a Celinha, filha da Julieta.

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A linda, maravilhosa, e, adorada super prima Mônica Monteiro Delgado, filha da Inês, neta do Totonho, bisneta da Maria do Carmo, tri-neta da Custódia Nunes, tetra-neta da Lauriana, Penta-neta da MADRINHA DA SERRA.

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Mônica com o Bruno, e, as gêmeas Beatriz e Gabriela 

Os filhos da Mônica são DA SÉTIMA GERAÇÃO, sextos-netos da Madrinha da Serra

De Penápolis-SP para o mundo:

Zé Delgado, marido da Inês, filha do Totonho Monteiro, que chamou, em 1973, meus pais para virem para São José dos Campos-SP.

É a tradição da família de um Monteiro ir em frente, e, depois votar para chamar os outros.

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O neto da Mônica, Felipe, (filho do Bruno), é sétimo-neto da Madrinha da Serra, e,

Felipe é da OITAVA GERAÇÃO da MADRINHA DA SERRA

CONTINUAÇÃO da foto do CARLOS JUSTINO MONTEIRO, MARIA DO CARMO DE SOUZA, e, os seus 10 FILHOS, que são da QUARTA GERAÇÃO DA MADRINHA DA SERRA, trinetos da Madrinha da Serra. Maria do Carmo é bisneta.

SENTADOS: da esquerda para a direita:

7– Emília, Bia, nascida em 1889, em Patrocínio Paulista-SP, e, que foi casada, em 1904, em Uberaba-MG, com 15 anos de idade, com o Professor Altino de Araújo Vaz de Melo. Isto mesmo, as moças casavam-se com 15 anos de idade.

O Professor Altino Vaz de Mello nasceu em 1881, em Uberaba-MG, e, faleceu, em 1928, em Penápolis-SP.

Leia aqui sobre a Escola Mixta municipal  do Lageado do Professor e jornalista Altino, como também era seu pai Vaz de Melo em Uberaba-MG – jornalista e dono escola.

Onde está este arquivo da família?

O jornal O PENNAPOLENSE dele está no Museu Histórico de Penápolis-SP.

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Batismo de Bia – Nasceu poucos dias antes da Proclamação da República, e, foi batizada 2 dias depois, em 17/nov/1889, quando D. Pedro II embarcava para a Europa.

Seus padrinhos foram seus tios José Nunes de Souza e Amélia Cândida Falleiros.

Entenda isto:

Bia, Emília, Trineta da Madrinha da Serra, Bisneta da Lauriana, Neta da Custódia, e, Filha da Maria do Carmo, nasceu 3 anos após a MADRINHA DA SERRA ter falecido em 1886.

Batizada com 14 dias de idade, dois dias depois da Proclamação da República. Os padrinhos foram os tios José e Amélia Cândida.

“17 de novembro de 1889 Emília 136 – 14 dias de idade, filha LEGÍTIMA de Carlos Justino Monteiro e Maria do Carmo de Souza, pp José Nunes de Souza e Amélia Cândida Falleiros. O Vigário J Araújo Moreira.”

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Bia, Emília, e Altino Vaz de Melo são os pais de 7 filhos:

– 1-Frei José, (batizado como Garibaldi Celso, nascido em 1911, e, que veio bebê, no carro de boi para Penápolis-SP, onde faleceu em 1982), ESCREVEU MUITO SOBRE PENÁPOLIS-SP.

Ver sobre Frei José aqui:

https://madrinhadaserra.com/4-a-chegada-dos-monteiro-em-penapolis-sp-e-o-frei-jose-vaz-de-melo/

-2- Iraci Béber c/c Guilherme Béber (1908-1979),

– 3-da poetiza Maria do Carmo (Carmita) de Melo Ahmad, (nascida, em Uberaba-MG, em 1908),

– 4- do Carlos Vaz de Mello (Carlito),

–  5- do Tarcísio, que teve os filhos Dalton, Elizabeth e Ricardo, já falecidos.

– 6 e 7- do Osvaldo, e, da Sílvia, falecidos em pequeno.

Tia Bia ficou décadas viúva. De 1928 quando faleceu o Professor Altino até 1970 quando faleceu em Penápolis-SP.

Tarcísio teve os filhos Dalton, Elizabeth e Ricardo, já falecidos.

Recebemos, em 25/06/14, está mensagem:

Meu nome é Irany, fui casada com o falecido Ricardo Nunes de Mello, filho de Tarcísio Vaz De Mello, irmão de Frei José.

Tenho a infelicidade de informá-los que todos faleceram, seu Tarcísio, seus filhos Dalton, Elizabeth e Ricardo. Sua esposa Eulália, inclusive, todos de morte natural.

Temos como descendentes diretos vivos de seu Tarcísio os meus filhos Rafael e Thais Queiroz da Costa Mello. Mando este recado com a intenção de resgatar o contato com os parentes de meus filhos por parte do pai, Ricardo ,meu telefone para contato é cel 0xx11 9 92959107 e meu Email

iranyq@gmail.com

O Rafael e a Thais são filhos de Ricardo Nunes de Mello.

grata

O professor Altino Vaz de Melo, de cultura impressionante como todos os Vaz de Melo, foi um dos primeiros professores de Penápolis-SP; criou a Escola Mixta Municipal do Lageado, e, foi jornalista, tanto em Veríssimo-MG, quanto em Penápolis-SP. Foi também funcionário municipal.

Ensino e jornalismo é uma tradição que vem de longe na Família Vaz de Melo.

A filha do Prof. Altino, a Carmita, (1908-1995), poetiza de Penápolis-SP, (casada, em 1932, com Ali Ahmad), escreveu o Hino da Fundação de Penápolis-SP; Carmita teve o filho Faiçal.

Tem uma rua, em Penápolis-SP, com o nome do Professor Altino, uma rua com o nome da Carmita, e, tem uma praça com o nome do Guilherme Béber, marido da Iraci.

Carmita escreveu sobre a primeira casa de Penápolis-SP que ainda existe:

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A Casinha da pioneira que morou lá. Esta poesia acima fala desta casa:

A primeira casa de Penápolis-SP, perto da antiga Estação da NOB ainda existe:

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ASSENTO DE ÓBITO DO JOVEM JORNALISTA, PROFESSOR E SERVIDOR PÚBLICO que morreu sem deixar bens a inventariar e deixou 5 filhos menores. Isso mesmo, menores: naquele tempo a maioridade era aos 21 anos. Idade dos filhos em março  é de 1928.

Lembrando que dois de seus filhos já haviam falecidos em pequeno. Isto era comum naquele tempo, como era comum ter 7 filhos.

Uma geração antes, a Geração da mãe da Bia era comum ter 10 filhos. Bia teve 10 irmãos. Uma falecida em pequena. Já a geração anterior, tinha 16 filhos. É o caso da avó da Bia, a Laura Cândida de Assunção, mãe do Carlos Justino Monteiro que é o pai da Bia.

Altino Vaz de Mello

Aos dezenove de março de mil e novecentos e vinte e oito, nesta cidade de Pennapolis, Estado de São Paulo, em meu cartório compareceu  Enoch de Paula Ribeiro, lavrador, residente nesta cidade, e, exhibindo attestado do Doutor Antonio Paiva de Faria, declarou que hontem, ás quatorze horas, em domicilio, nesta cidade á Avenida Luiz Osorio, falleceu de diabete anaphilitica Altino Vaz de Mello, do sexo masculino, côr branca, com quarenta e sete annos de edade, empregado municipal, natural de Uberaba, Estado de Minas Geraes, residente nesta cidade, filho legítimo de Joaquim de Araujo Vaz de Mello e de Dona Maria do Carmo Vaz de Mello, já fallecidos, casado que foi com Dona Emilia Monteiro Vaz de Mello, de cujo consorcio deixou cinco filhos menores, a saber:- Maria do Carmo, solteira, com dezenove annos de edade; Carlos Vaz de Mello, solteiro, com dezoito annos de edade; Garibaldi com dezesseis annos; Iracy, com quatorze annos; e Tarcisio, com nove annos de edade. Não deixou bens a inventariar e será sepultado no cemiterio desta cidade. E para constar lavrei este termo que, lido e conforme, assigna o declarante. Eu Antonio Loterio Soares de Castilho, Official do Registro Civil, o escrevi e assigno.

Estes Vaz de Melo são muito cultos e importantes em Minas Gerais. O Presidente da República Dr. Arthur da Silva Bernardes, casou-se com uma Vaz de Melo, filha de um coronel importante, para se arranjar na política. Sempre faziam isto, naquele tempo, casar os filhos nas melhores famílias do lugar.

O professor Altino, pioneiro do ensino rural em Penápolis-SP com sua Escola Mixta do Lageado  tinha jornal da minúscula Veríssimo-MG e sua família jornal e escola em Uberaba-MG.

Olha a cultura dos Vaz de Mello: fundaram um colégio em Uberaba-MG, qundo escola era raridade no Brasil.

O COLÉGIO UBERABENSE

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Família de Guilherme Beber e Iraci, filha do Prof. Altino e da Bia Monteiro:

O Guilherme Béber e a Iraci, (que é filha da BIA), tiveram o José Eduardo, a Maria Emília  Beber (Bila), já falecida em 2004, a Ivone, filha adotiva, e, o Antônio Carlos, (Carlota), que é o pai da Cristiane Delgado Béber, que é casada com o Johnny Carrapoz.

Carlota também é pai da Carla e do Marcelo.

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Marcelo, Cristiane, e, Carla linda linda linda

Cristiane e Johnny Carrapoz têm uma Locadora de Vídeo, pertinho da casa da Cema, filha do Quinca Monteiro, e, mãe da Miss Penápolis-SP, Maria Sílvia.

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Cristiane Delgado Béber

Eu brincava com a Cristiane no depósito de madeira do velho Guilherme Beber.

A Cristiane mandou, uma vez, a Tia Bia me trancar no escritório do depósito de madeira. re re.

Na Tia Iraci, uma vez sentaram-me encima do barril de água, a tampa virou e e cai dentro da água. Foi meu pai, o Alceu, que acudiu e tirou-me da água. Eu não queria trocar a roupa molhada e chorava:

“”Não quero usar a roupa da Cristiane não….. “””

A Carmita, (filha da BIA), morou na Rua Altino (de Araújo) Vaz de Melo, rua que homenageia seu pai.

Carmita fez uma poesia sobre São Francisco de Assis, e, o:

Hino dos 50 anos, (cinquentenário), de Penápolis-SP:

Na noite alta, o silêncio é profundo,

Só se ouve das feras, o uivar,

E ao longe, o grito feroz e iracundo

Do índio selvagem disposto a atacar. –

No meio da selva, enfrentando o jaguar,

Um punhado de bravos, Pretendem uma cidade formar. –

E na manhã seguinte, Cintilante de luz,

Na clareira erguem

Um altar e uma cruz. –

E a cidade desponta, Sob o olhar de Jesus,

E o trabalho fecundo De Manoel Bento da Cruz!

– E os fiéis Capuchinhos

Com denodo e oração

Vão abrindo os caminhos

Da Civilização.

A Bandeira de Penápolis-SP, onde fomos pioneiros, tem a Cruz do Avanhandava, do qual Carmita conta na poesia

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Também o Frei José, irmão da Carmita, tem uma História de Penápolis-SP, que vamos postamos acima.

Essa praça da fotografia abaixo não existe mais. Ficava onde depois foi o mercado municipal, e, hoje tem várias lojas.

O coreto desta praça foi transferido para a praça em frente à capela de Nossa Senhora da Aparecida, perto do Cemitério de Penápolis-SP.

GRANDE CARMITA: seu nome é uma homenagem à sua avó Maria do Carmo Vaz de Mello, que honrou a tradição de cultura que sempre tiveram os VAZ DE MELO, de Uberaba-MG, educadores e jornalistas.

Alceu, meu pai, a poetisa Carmita de Melo Ahmad, e, outra prima que pode ser a Edith filha da Adélia Monteiro, na Praça de Penápolis-SP, a qual  não existe mais; ficava onde, depois, foi o mercado

Família do Tarcísio, filho da Bia e do Altino Vaz de Mello:

Tarcísio foi casado com  Eulália Nunes de Mello: Falecida, viveu sempre em Lins .

Os filhos de Tarcísio foram:

Elizabeth Nunes  de Mello: Falecida

Dalton Nunes de Mello     : Falecido

Ricardo Nunes de Mello   : Falecido

Descendentes vivos em 2014:

Thais Queiroz da Costa Mello ( Engª Agrônoma , mora em Piracicaba)

Rafael Queiroz da Costa Mello ( Eng º Agrônomo, mora em São Paulo)

8Adélia, (continuação das filhas e filhos do Carlos Justino Monteiro e Maria do Carmo de Souza) que foi casada com o seu primo Francisco Ferreira Barbosa, (o Chico Barbosa), filho de Maria Cândida de Assunção Monteiro, irmã de Carlos Justino Monteiro, e, casada com Ananias Ferreira Barbosa.

Adélia e Chico Barbosa, portanto são primos em primeiro grau, e, viveram em Promissão-SP. A Maria Cândida morou 2 anos em Penápolis-SP, e, depois, voltou para Uberaba-MG. Portanto, é outra dos irmãos Monteiro de Araujo que moraram em Penápolis-SP.

A Madrinha Adélia era a mais velha dos 10 irmãos, filhos do Carlos Monteiro de Araujo e nasceu em Patrocínio Paulista em 1887. Bia, a segunda nasceu também em Patrocínio Paulista em 1889.

Adélia é mãe do Geraldo Barbosa (que foi casada com Catarina), da Edite, (nascida em 10/mar/1920, em Penápolis-SP, e, c/c Luís Ferreira em 1949 em Promissão-SP), da Filhinha c/c Fernando, (mãe da Marili, Magali e Fernando), e, da Nair, que foi casada com o Nenê Lang, que teve a filha Mirian e o Antônio).

Tem filhos da Filhinha em 2014 em Promissão-SP, e, e do Nenê Lang em Araçatuba-SP.

O Geraldo Barbosa foi pioneiro em Campo Mourão-PR, gostava de visitar parente. Eta homem bom. Contou-nos muitas histórias antigas. Mascateou, dizia que pipoca dava muito dinheiro, que servir café novo toda hora atraia freguesia, vendia caneta na rua. Contava de empacar o cavalo na subida no barro quando pioneiro no Norte do Paraná. Morava em casa de tábua, tão típica de lá.

Visitamos Campo Mourão-PR, na Páscoa de 1987, na casa do filho dele, o Francisquinho. Lembro que teve, naqueles dias, a Rebelião do Coronel Aldo Rico, na Argentina, para onde seguíamos viagem.  Mostraram um monumento sobre o combate à erosão.

Geraldo Barbosa tem também o Geraldinho, instrutor de paraquedismo, em Guaratinguetá-SP.

Geraldo Barbosa montou uma fábrica de doces, em Araçatuba-SP, nos anos 1947, mais ou menos, e, fez a família do Juquinha e Chinica mudarem para lá, onde ficaram só um ano.

Levou os filhos do Juquinha para trabalharem na fábrica.

O Alceu tinha uma carteira de trabalho fichada lá.

Tem netos da Adélia ainda em Promissão-SP e também em Mogi Guassu-SP tem neto da Tóda ou da Adélia, não me lembro ao certo.

Foto da Filhinha e família:

Filhinha, mãe da Marili, Magali, e, o Fernando

9– Custódia Monteiro, (Tóda), que foi casado com José Garcia Vieira, dos “Garcia Duarte” do Barão da Franca-SP. Estamos estudando se o José Garcia Vieira é Monteiro por parte de mãe.

TÓDA, (Custódia), é mãe de Jandira, que é casada com irmão do Ninil.

Jandira tem os filhos: 1-José Mauro, 2-Juraci e 3-Maria do Carmo (Cotinha) c/c filho do Odilon Viana.

TÓDA, (Custódia), também é mãe do José, (Zeca), e, da Eunice.

DEDICATÓRIA E FOTO:

Tia Tóda e os filhos. Tem dedicatória atrás para Tia Persília e data de 1932 na Fazenda Jurandy.

Tóda e os filhos José Eunice e Jandira.                                                                                      Tem dedicatória, atrás, para a sua Tia Persília, e, é datada de 1932, na Fazenda Jurandy

10- Amélia, (Melinha), a caçula, que foi casado com Enoch de Paula Ribeiro, (que era viúvo de uma prima nossa, a Laura Nunes Monteiro, que é filha da Antônio Monteiro de Araújo e da Mariana Nunes de Souza). Morava na rua debaixo da Rua Expedicionário onde morava a Chinica e onde mora até hoje, 2014, a Irene do Cidoca.

Melinha é mãe do Hélio, que faleceu em 2011, e, que foi casado com Odete. Hélio teve vários filhos.

Melinha também é mãe do Laércio que morreu de acidente, com 20 anos de idade.

Enoch de Paula Ribeiro teve três filhos no primeiro casamento com Laura Monteiro filha de Antônio Monteiro de Araujo: Fiica, Lutácio e a Anita, esta nascida em 15/jul/1920, e, falecida em 2010, com 90 anos. Casada com João Teixeira Sampaio (que foi Prefeito Municipal de Penápolis-SP, e, que faleceu em 2013). Seu filho, Firmino Ribeiro Sampaio, também foi prefeito municipal de Penápolis-SP.

Ver mais sobre Enoch e Laura, acima, na parte do ANTÔNIO MONTEIRO DE ARAÚJO e MARIANA NUNES DE SOUZA, (filha da Custódia Nunes).

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  Melinha, Bilico, Chinica, Nenê e Alberto Nunes de Souza

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Resumo:

Madrinha da Serra é mãe de:

Lauriana que é mãe de:

Custódia que é mãe de:

Maria do Carmo que é mãe de:

Alcina que é mãe de:

Julieta que é  mãe de:

Luizinho que é  pai de:

Patrícia que é mãe de:

Emanuele, a Sarah e o Saulo.

Estes casamentos de primo com prima eram duplos:

Eram primos, por parte de pai, e, por parte de mãe.

E quando casa primo com prima, os pais são primo segundo dos próprios filhos.

Exemplo: Urias e Mandica:

Urias é filho do Carlos Justino Monteiro, e, a Mandica é filho do Pedro Monteiro de Araújo.

Urias é filho da Maria do Carmo de Souza, e, a Mandica é filha da Ana Augusta de Souza.

Ora,  o vovô Carlos e o tio Pedro são irmãos.

E a vovó Maria do Carmo e a tia Ana Augusta de Souza são irmãs.

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EXPANDIDO A QUARTA GERAÇÃO:

Agora só a CHINICA, da quarta geração:

A Chinica é tri-neta da MADRINHA DA SERRA, bisneta da Lauriana Esméria Ferreira, (PRIMEIRA GERAÇÃO), neta da Custódia Nunes, (SEGUNDA GERAÇÃO), e, filha da MARIA DO CARMO DE SOUZA, (TERCEIRA GERAÇÃO).

Alcina Monteiro (a Chinica)  casou-se com seu primo em primeiro grau JOÃO JÚLIO DA SILVEIRA, (o JUQUINHA), e tiveram 8 filhos nascidos vivos, que são da QUINTA GERAÇÃO.

Era querida demais, todo mundo falava da Chinica, vou na Chinica. Sossegada. O Alceu falava: – este queijo não está igual aos que a mamãe fazia. Rezava terço e mais terço.

Ou seja: A Chinica e o Juquinha são netos do Coronel João Monteiro de Araújo. Tiveram também um menino que nasceu morto, em 1931 e outro nascido morto em 1920. Casamento combinado em família. Casa-se com colega, primo e amigo de infância, moradores do Badajós em Uberaba-MG. A Família é a mesma. Não se casa com estranhos em aventura, tão comuns nas histórias de divórcio atuais.

A Chinica ficou 10 vezes grávida. Isto era comum: Ter muitos filhos nascidos em casa na roça com parto natural feito por parteira. Naquele tempo tinha muito natimorto e mortalidade infantil. Chinica perdeu uma menina com 10 meses de vida.

Esse pioneiro em Penápolis-SP, que tem diploma de cidadão honorário de Penápolis-SP, tinha café, e nas baixadas arroz, tinha gado leiteiro e tinha engenho de cana. Lá por volta de 1945, depois de 33 anos de roça, em Penápolis-SP, vendeu o sítio de porteira fechada.

Ficou pouco tempo, morando, em Araçatuba-SP, porque o Geraldo Barbosa, sobrinho dele, queria todos de sócio de sua fábrica de doces.

Juquinha teve casa na Rua 15 de Novembro, em Penápolis-SP, e, pelo fim da vida, aquela casa em que brincávamos, nós os netos,  na Rua Expedicionário Diogo, pertinho da antiga prefeitura municipal, e, hoje, museu.

Esta casa foi vendida pelos herdeiros, em 1977, quando Chinica morreu, mas ainda existe e bem parecida está ainda como no nosso tempo.

Juquinha, já velhinho, descia ao Bairro da Fátima, em Penápolis-SP, cansado, para ver-me. Tinha um luxo muito grande por mim,  quando era criança.

Silveira e uma  família tradicional e pioneira de Passos-MG, descendente dos Silveira Fernandes, da Inconfidência Mineira.

Leia aqui a imensa Genealogia do nobre trisavô do Juquinha, o Antônio da Silveira Fernandes:

Antepassados de antonio da silveira fernandes

O lugar que vieram de Portugal também é Passos. Acho que foram os Silveira que dedicaram a matriz a Nosso Senhor dos Passos.

 

JUQUINHA E CHINICA

A TRADIÇÃO DA FAMÍLIA É CASAR PRIMO COM PRIMO

JUQUINHA E CHINICA são netos do Capitão João Monteiro de Araujo (1820-1900),

Os escravos do Capitão João Monteiro de Araujo comiam à mesa com ele

Juquinha e Chinica em 1912. Juquinha e Chinica, 1912-2012. 100 anos que se casaram. Está chegando o Centenário de Casamento de ALCINA MONTEIRO (A Chinica) com JOÃO JULIO DA SILVEIRA (O Juquinha) em 22 de junho de 2012. Eles casaram-se, em Uberaba-MG, em 22 de junho de 1912.

NESTA FOTO, O JUQUINHA TÁ NUMA NOBREZA IMPRESSIONANTE,

PASSA A IMPRESSÃO QUE FOI MUITO BEM EDUCADO, NA FAZENDA BADAJÓS, em Uberaba-MG, PELO CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO, seu avô, e, mostra também que os SILVEIRA, de Passos-MG, eram de alta classe.

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Nós os contaremos, de geração em geração.

   

Chinica e Juquinha oferecendo a foto do casamento para os pais de Chinica

BATISMO DA CHINICA, (Tri-neta da Madrinha da Serra), em 1896, na atual Catedral de Uberaba-MG:

O Padrinho Tio João é irmão do Pai da Chinica.

A Madrinha Lauriana é irmã da mãe da Chinica.

Tio João e Lauriana são primos – primo casado com prima.

Os padrinhos de batismo da Chinica foram o seu tio João Monteiro de Araújo Filho, e, a tia Lauriana Nunes de Souza, pais do QUINCA MONTEIRO. Tio João é primo de tia Lauriana. Não confundir com o Joãozinho, filho do João Monteiro Filho.

Sim: João Monteiro Filho que morreu, em 1963, com 96 anos, em Penápolis-SP, é primo de sua esposa Lauriana, a qual morreu muito jovem.

Alcina: número 582

Aos 16 do corrente de licença do Vigário baptizei solenemente baptizei a innocente Alcina, filha legítima de Carlos Justino Monteiro, Maria do Carmo de Souza, nascida a 3 de julho do corrente anno, foram padrinhos João Monteiro de Araújo Lima, Laurianna Nunes de Souza.

Padre Theophilo José de Paiva.

Acento de batismo de Alcina Monteiro, a Chinica, em Uberaba-MG.

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A Chinica era uma santa, da ordem terceira. Temos foto dela com roupa da Ordem Terceira junto da Tia Aparecida Cintra. Rezava o terço todo dia, duma bondade só.

Sossegada. Tinha aquelas estórias dela  ficar conversando no caminho e perder o trem…

Meu pai, Alceu, adorava os queijos que ela fazia: – Esse queijo não é igual aos que mamãe fazia!

Fazia queijo, tradição que veio lá da mãe da Madrinha da Serra e mais para trás ainda… desde a terrinha Portugal.

Fotografia do JUQUINHA, JOÃO JÚLIO DA SILVEIRA, com sua mãe, a PERSÍLIA CÂNDIDA DE ASSUNÇÃO

Persília é filha do Coronel João Monteiro de Araújo, portanto, Juquinha é neto do Coronel João Monteiro de Araújo

A Carmita, sobrinha do Juquinha, disse-me que a mulher à esquerda é a tia Dolores.

A VÓ PERSÍLIA, prendada, gostava de fiar… com os netos ao lado reinando ficava brava deles embaralharem os fios.

O original desta foto deve estar com os herdeiros da Mariquinha, em Uberaba-MG.

Há outra foto grande, da Vovó Persília, que era do Milton, a qual estamos procurando para tirar cópia e colocar neste site.

Da esquerda para a Direita: 1-Tia Dolores segundo a Carmita da Silveira, (Seria a Maria das Dores, filha do Coronel João Monteiro de Araujo? e irmã de Persília?, é o mais provável), 2-Adauto, 3-Vó Persília Cândida de Assunção, e, 4- Juquinha, primo e marido da Chinica, e filho da Persília

Alcina Monteiro (CHINICA) e João Júlio da Silveira tiveram 8 filhos nascidos vivos, e, dois nati-mortos, dois meninos brancos, um em 1920, e, outro em 1931; 

Estes 10 filhos vieram ao Mundo entre 1914, (Mingote), e, 1935, a Mirtes.

Isso era muito comum naquele tempo em Penápolis-SP.

Chinica engravidou 10 vezes portanto e tudo parto natural na roça, como era comum naquele tempo.

O natimorto branco, do sexo masculino, nasceu em 17 de agosto de 1920, em Penápolis-SP; foi registrado como FETO no dia seguinte.

NÓS VAMOS VER MAIS SOBRE ELES ABAIXO, NESTA PÁGINA

DOMINGOS (Mingote), 1914

ALCIDES (Cidóca),

Feto masculino branco em 17/ago/1920

Maria Aparecida da Conceição, falecida com 10 meses de idade

ALCEU, 1924

ANTÔNIO CARLOS (Nêno),

JULIETA,

Feto masculino branco

MÍLTON, (Mírto), e,

MIRTES.

Logo que que a CHINICA e JUQUINHA casaram-se, a Família saiu de Carro de boi, da Fazenda Badajós, em UBERABA-MG, para o Degredo e o Lageado,  em PENÁPOLIS-SP: 

Quarenta dias de viagem.

De 15 de agosto até 25 de setembro de 1912, PASSANDO,  A VAU, O RIO TIETÊ, PERTO DO SALTO DE AVANHANDAVA.

O CORONEL  JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO faleceu, com 80 anos de idade, em 1900, no CHIQUEIRO da FAZENDA BADAJÓS, de DERRAME. Esse TRABALHOU até MORRER….

Muitas outras famílias ligadas à nossa família Nunes de Souza-Monteiro de Araújo como os Rodrigues da Costa, Nunes da Silva, Guimarães, Garcia Lopes, Silveira, Cintra, Valim, Faleiros, e, os Monteiro da Farmácia, amigos, e conhecidos, vieram direto de Franca-SP e região, para Penápolis-SP. E algumas outras famílias conhecidas vindas de Uberaba-MG para Penápolis-SP também junto conosco. E, entre estes, ex-escravos do Coronel João Monteiro de Araújo, trazendo filhos e netos.

Vieram também outros de Franca-SP e região, vizinhos nossos como os Gabriel das Neves, (como os pais do Tarcísio Gabriel das Neves da Livraria Católica), vieram direto, de Franca-SP e região, para Penápolis-SP.

O Tarcísio era de perto de Franca, de Ibiraci-MG, divisa com São Paulo, e, perto da Fazenda da Serra, da Madrinha da Serra.

Os Cintra estavam em Franca desde a fundação da freguesia e também estavam em Passos-MG.

Os Nunes da Silva são primos da Maria do Carmo de Souza e de seus irmãos, que vieram para Penápolis-SP casados com os Monteiro de Araújo, cuja mãe era Custódia Nunes, da Família Nunes da Silva da Fazenda Cristal dos Nunes na atual Cristais Paulista.

Eu pesquiso se outros irmãos do Carlos Justino Monteiro, além dos que casaram com Souza, vieram para Penápolis-SP, para isso, vou percorrer todos os livros de óbito de Penápolis-SP. Sabemos que a Maria Cândida de Assunção, casada com o Ananias Barbosa, ficou dois anos em Penápolis-SP e voltou para Uberaba-MG. É a sogra da Adélia Monteiro, e, mãe do Chico Barbosa.

Procuro saber quantos dos 16 filhos do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO vieram para PENÁPOLIS-SP, no total.

Sabemos que o José Cândido Monteiro, o mais velho dos irmãos, (1843-1916), veio para Penápolis-SP, e, foi o primeiro a vir.

O Juquinha antes tentou namorar a Tia Bia, sua prima, filha do Carlos Justino Monteiro, depois não deu certo e se casou com a Chinica.

Casamento arranjado de família. A última geração de brasileiros com casamento arranjado, e que davam certo, muito diferente dos milhões de divórcios de hoje.

A nossa bisavó MARIA DO CARMO DE SOUZA chorou QUANDO VIU QUE HAVIA SÓ UMA ESTAÇÃO DE TREM DA VELHA NOROESTE DO BRASIL, E A VENDA DO PORTUGUÊS, o Seo MANUEL DOMINGUES VENTURA,, COMO VOU EDUCAR MEUS FILHOS…

O TIO TOTONHO; NASCIDO EM 1910, AINDA ESTAVA NO COLO, da Maria do Carmo de Souza, quando chegaram à Penápolis-SP.

Isso contam. Como foi em 1912, Penápolis-SP com 4 anos de idade, esta história deve ser anterior, de uma visita anterior para conhecer antes de mudar.

Sabemos, com certeza, que o Antônio Monteiro de Araújo, veio antes, em 1904, de Franca-SP, para Penápolis-SP, e, chamou os outros, que podem ter vindo, antes de 1912, para conhecer o local. Gostaram, e, em 1911 e 1912, vieram de caravana de carro de boi.

História que me foi contada pela filha do Urias, a Honorina, pela Mandica, Nenê, Adair, e pela filha do Quinca Monteiro, pela tia Aparecida, pelos irmãos Ferreira, e, tantos outros, que nos contaram a História da Madrinha da Serra.

Estas escutaram das avós que conheceram a Madrinha da Serra.

GOSTARIA DE ENCONTRAR OS DESCENDENTES DESSE PIONEIRO, O SEO MANUEL DOMINGUES VENTURA, ou simplesmente, SEO VENTURA.

Apareceram alguns leitores, neste site, dando conta que o “Seo Ventura” foi para Birigui-SP, onde tem rua, lá, com o nome dele.

MAPA DO ESTADO DE SÃO PAULO, quando nós chegamos a Penápolis-SP:

Coberto de mato na nossa  velha Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, NOB, e coberto de café, na Região de Ribeirão Preto-SP, e, de Franca-SP, (de onde viemos). Nosso São Paulo, 100 anos atrás, quando nós chegamos a Penápolis-SP, então “Boca do Sertão“.

Dali para frente era uma floresta só até o rio Paraná, a divisa com o estado do Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul. O prefeito municipal de Penápolis-SP, João Luís, disse: – Que foto linda!

Mapa do Estado de São Paulo, do ano em que foi fundada Penápolis-SP, Boca do Sertão, naquele momento

De Penápolis-SP, até às barrancas do Rio Paraná era floresta, a qual era repleta de Paludismo, Empaludismo, Maleita, a Malária, onde milhares morreram construindo a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil – NOB, mais exatamente construindo o ramal antigo de Araçatuba-Lussanvira (Pereira Barreto-SP) mais perto do Rio Tietê, portanto com mais Malária. Este ramal não mais existe


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Monumento em homenagem ao Café 

A Grande Riqueza dos Paulistas

O Ouro Negro que povoou o Oeste Paulista

 –

“Da banda do Baurú,

Lá, na linha noroesta,

Cafanhoto era tanto,

Que parou um trem exprésso;

Pra pudê segui a viage

Precisô fazê promessa.”

O Prefeito Municipal de Penápolis-SP, João Luís dos Santos, que é poeta também, em 2011, gostou muito dessa modinha sobre a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, a velha NOB.

Julieta, (filha da Chinica e do Juquinha), à esquerda, depois o Adauto, (filho do Pedro Monteiro de Araújo), e no canto direito, a Cema, filha do Quinca Monteiro,

  Eles foram a cavalo, do Degredo até Vila Barbosa, que hoje é Barbosa-SP

  O cavalo que a Julieta montou era do Cidoca, chamado Damasco. Era cavalo de corrida, que Cidoca trouxe do tempo do Exército em Três Lagoas, canela fina portanto bom de corrida, as patas em baixo eram brancas.

 

O Degredo é roça de antigamente, de muito parente morando perto do outro, tudo casado primo com primo, baile na tuia, festa do final de semana, tinha só que saber onde era a festa desta semana.

A Chinica do reza, benzeção para tudo, espinhela caída, vento virado, quebranto,,, uma delas tinha a costura com um agulha virgem.

Mandava a pessoa passar debaixo dessa ponte, dessa.

Emplastos, receita caseira quando o Neno foi mordido de cobra.

Virar a criança de lado, medir de um lado é maior que outro.

Ir lavar roupa lá em baixo na nascente.  Engenho a Vapor do tio Totonho e o Carrinho, sócios.

Chinica pegou tétano, e, também isto de monte de receitas antigas, passa um monte de coisa, igual na mordida de cobra do Neno.

Mas há também benzimento de mordida de corda, que pelo jeito os Monteiro não sabiam, mas que em UBERABA-MG  tinha quem sabia, o sogro do Alceu.

O  Álvaro Monteiro, na cabeceira, tinha um engenho dos mais antigos de cavalo girar a moenda.

Mudou tudo isto quando veio o Instituto do Açúcar e Álcool do doutor Getúlio e se tinha que entregar a cana para as Usinas.

Juquinha e Chinica carpindo o cafezal e a menina na sombra.

Dê um CLIC na foto do documento. Quando abrir, você dá outro CLIC, e, o documento ficará em tamanho grande, fácil de ler.

Não postamos o original porque, infelizmente, o CENTRO DE HISTÓRIA DA FAMÍLIA, o CHF, não digitalizou o livro 13. O Joaquim Nunes de Souza citado é irmão da Maria do Carmo, vereador em Penápolis-SP, e, avô do Paulo Nunes de Souza. Os netos desse vereador  pioneiro receberam homenagens, há alguns anos atrás.

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A mãe do JUQUINHA a Persilia fiava, ver a Carmita no video acima falando,,  aqui tem roça antiga e velha a fiar,,,, com a netas em volta tentando ajudar mas enrolava os fios.

João Júlio da Silveira, o vovô Juquinha, em 1958, quando recebeu o título de Cidadão Honorário, nos 50 anos de Penápolis-SP, dado aos pioneiros de Penápolis-SP.                       Que orgulho para nós, os Silveira!

A geração da Chinica, suas irmãs e primas, foi a última geração de brasileiras que casaram-se no tipo de CASAMENTO ARRANJADO.

Os pais combinavam o casamento que dava sempre certo. Casavam-se em boas famílias e não havia separação, desquite ou divórcio.

Dai para frente, na geração seguinte vai se tornando comum os divórcios.

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ALGUMAS DAS HISTÓRIAS DE PENÁPOLIS-SP QUE FAZEM QUESTÃO DE IGNORAREM NÓS, OS MONTEIRO DE ARAÚJO

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Nenhum Monteiro de Araújo-Nunes de Souza quis esta vida para ele, de não ser reconhecido nas “Histórias de Penápolis-SP”

A nossa amada NOB Estrada de Ferro Noroeste do Brasil do nosso tempo

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Pelo menos esta História de Penápolis-SP, na internet, por nós escrita, mostra muito de nós, da nossa maneira de ser e viver, e até tem foto nossa. Fala do queijo…… Do sofrimento nosso com índios e maleita (a terrível malária ou paludismo):

A Região dos “Campos do Avanhandava” e do “Salto do Avanhandava”, no baixo Rio Tietê, quando da chegada dos primeiros pioneiros (brancos colonizadores), era habitada pelos índios Coroados (ou Kaingang ou ainda Caingangue) vindos do sul do Brasil.

topônimo Ava – Nhandava significa: “O índio que fala o dialeto Nhandeva“, por isso não se diz: “salto de, e, sim, se diz: “Salto do Avanhandava” ou “Cachoeira do Avanhandava”, e, por isso, se acredita que os nhandevas predominavam na região quando da chegada dos índios Coroados.

A primeira presença do Estado brasileiro na região foi, na década de 1860, pouco antes da Guerra do Paraguai, uma Colônia Militar (quartelfortaleza), próxima ao Salto do Avanhandava, que recebeu o nome de Colônia do Avanhandava e o apelido de Degredo.

Naquela época se criaram várias colônias militares, em todo o Brasil, para proteção das fronteiras, e para “proteger a população do interior contra índios selvagens, para facilitar as comunicações e o comércio e para ajudar os núcleos civis que se fundarem nas suas vizinhanças”.

Colônia do Avanhandava, localizada próximo ao porto de desembarque, o Porto do Cruz, no rio Tietê, pouco antes da “Cachoeira do Avanhandava”, junto à estrada que ligava Piracicaba a Paranaíba, foi criada pelo decreto imperial de 18 de março de 1858.

A Colônia da Avanhandava tinha como objetivo, proteger o povoamento da região, onde cinco fazendeiros compraram terras devolutas do governo, e pretendiam formar um “patrimônio”, como se chamava, na época, as pequenas povoações, recém criadas, construídas ao redor de uma capela, à qual se doa um “patrimônio“: uma área para praça, capela e abertura de ruas ao seu redor.

A Colônia do Avanhandava deveria servir também de retaguarda à Colônia de Itapura, na foz do rio Tietê, junto ao Rio Paraná. A Colônia do Avanhandava, porém, não prosperou.

Hoje, o “Salto do Avanhandava”, a colônia militar e a velha Usina Hidrelétrica do Avanhandava, jazem no fundo da represa da Usina Hidrelétrica de Nova Avanhandava.

Posteriormente, próximo ao velho quartel já abandonado e ao Ribeirão do Lageado, se tentou formar, em 1883, pelos primeiros pioneiros, um Patrimônio, tendo como orago, o “Nosso Senhor dos Passos”.

Este primeiro patrimônio não prosperou porque uma das famílias pioneiras, a família Pinto Caldeira, foi massacrada pelos índios em 1886.

Esta família, “Pinto Caldeira”, é atualmente homenageada, dando seu nome ao Córrego dos Pintos, na região do Ribeirão do Lageado, a qual ainda pertence ao município de Penápolis, e foram enterrados no cemitério do Lageado, o qual é o monumento histórico mais antigo de Penápolis-SP e única construção que restou do antigo “Patrimônio de Nosso Senhor dos Passos”.

Em 1895, o presidente do estado de São Paulo, Bernardino de Campos, autoriza, em lei, a construção de uma estrada de Bauru-SP ao Salto do Avanhandava, estrada esta que facilitaria o acesso à região dos Campos do Avanhandava.

Patrimônio de Santa Cruz do Avanhandava surgiu, tempos depois, em 1908, em terras compradas dos herdeiros da pioneira Maria Chica pelo empreendedor Coronel Manuel Bento da Cruz, e, em terras doadas, em 1906, pelo fazendeiro Eduardo José de Castilho.

Eduardo Castilho doou, em 1906, para a formação do novo patrimônio, um lote de terras aos frades capuchinhos, e, ele e Manuel Bento da Cruz venderam as terras vizinhas ao novo patrimônio, para os pioneiros, fracionando-as em pequenos lotes de terras, os sítios.

Manuel Bento da Cruz adquiriu terras públicas, em leilão, e as registrou, em 1907, no cartório de notas de São José do Rio Preto, e rapidamente, as vendeu, em pequenos lotes aos pioneiros.

colonização de Penápolis, portanto, foi feita, como em todo o oeste paulista, de acordo com a Lei de Terras estadual nº 323, de 1895, que só permitia a aquisição de terras devolutas, pertencentes ao governo do estado, em leilão (haste) público.

Lei de Terras paulista, inspirada na lei de terras do Império do Brasil nº 601 de 1850, exigia também que, em breve, o seu comprador as revendesse em lotes que não podiam passar de 500 hectares em terras de cultura, 4.000 hectares em “campos de criar”, e 40 hectares nos lotes suburbanos.

Eram considerados suburbanos os lotes a menos de 12 quilômetros do centro da povoação, garantindo, assim, o acesso à terra aos pequenos proprietários.

Assim, para estimular a colonização da região, Manuel Bento da Cruz, Eduardo de Castilho e os capuchinhos fundaram o Patrimônio de Santa Cruz do Avanhandava, em 25 de outubro de 1908, esperando a próxima chegada dos trilhos da ferrovia da NOB. Esta data é oficialmente a data de fundação de Penápolis-SP.

Como marco deste acontecimento, os frades capuchinhos rezaram uma primeira missa naquele dia e ergueram eles um cruzeiro em frente ao local onde, depois, se instalou, em 1923, o 1º Grupo Escolar de Penápolis-SP.

No lugar onde ficava o cruzeiro, há atualmente uma estátua de São Francisco.

Nos patrimônios e cidades daquela época se concentravam os estabelecimentos comerciais, porém a grande maioria da população vivia na zona rural.

Logo em seguida, em 2 de dezembro de 1908, chegou ao novo povoado, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, na época chamada “Estrada de Ferro Bauru – Itapura”, que impulsionou o povoamento da região.

As estradas de ferro, naquela época, eram fundamentais para o transporte de grãos de café, a maior produção agrícola da época, para o porto de Santos.

A construção dos trilhos da Noroeste do Brasil prosseguiu, em terras pertencentes, na época, à Penápolis, rumo ao rio Paraná, onde os trilhos chegaram em 1910, com um número de mortos, por malária e por índios, de 10.000 pessoas.

O primitivo traçado da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, NOB, era o ramal Araçatuba– Lussanvira, (a atual Pereira Barreto), ramal este que margeava o Rio Tietê, sujeitando os trabalhadores da linha à malária, chamada, naquela região, de paludismo.

Em 17 de novembro de 1909, o patrimônio se torna um distrito de paz de São José do Rio Preto, com seu território se estendendo até próximo da foz do Rio Tietê, no Rio Paraná, divisando ali com o distrito de paz de Itapura.

Em 22 de dezembro de 1913, Penápolis-SP torna-se um município.

Os pioneiros encontraram seus maiores obstáculos nos ataques dos índios e na malária, na época chamada de maleita e impaludismo.

Os índios só foram finalmente pacificados, em 1912, com a ação do Coronel Cândido Rondon, que, por isto, é homenageado dando seu nome à SP-300 que é a principal rodovia que corta a região da Estrada de Ferro NOB, (Bauru até a divisa com o Mato Grosso do Sul), atual Novoeste.

Um dos últimos grandes ataques bárbaros de índios contra brancos, deu-se em julho de 1910, quando o agrimensor Christiano Olsen foi morto e queimado, pelos índios caingangue, na fazenda Baguassu, próxima a atual, Araçatuba, região que, na época, pertencia a Penápolis-SP.

A pacificação dos índios realizada pelo Coronel Cândido Mariano Rondon foi decisiva para o povoamento da região, tanto que o preço do alqueire de terra subiu 1.000% de 1910 a 1914, passando de 13$000 réis a 100$000 réis, indicando um grande aumento da procura por terras após a pacificação.

Em 1925, o alqueire de terra, próximo à área urbana de Penápolis-SP, já estava cotado a 1:000$000, ou seja, uma nova valorização de 1.000% em relação a 1914.

Em abril de 1929, a região da NOB recebeu a visita do presidente de São Paulo, o Dr. Júlio Prestes, o Seu Julinho, que comparou os pioneiros desbravadores da Noroeste do Brasil aos bandeirantes, desbravando terras e enfrentando perigos de todo tipo.

A situação da velha Noroeste do Brasil, que pertencia ao governo federal, melhorou muito, quando, em 1935, o Dr. Getúlio Vargas, iniciou o empedramento da linha férrea, eliminando-se as nuvens de poeira que penetrava nos vagões.

O Dr. Getúlio concluiu, em 1940, a construção de uma “variante”, entre Araçatuba e Jupiá, afastando a estrada de ferro das margens do rio Tietê, e, portanto da malária, também conhecido como (impaludismo).

Em 1917 é inaugurada a iluminação pública por energia elétrica em Penápolis-SP.

Em 21 de janeiro de 1920 é criado, por decreto estadual, uma Caixa Econômica em Penápolis-SP, (o atual Banco Nossa Caixa).

O primeiro Grupo Escolar foi instalado em 1919, e, o primeiro Ginásio Estadual instalado em 1935.

Estabeleceram-se, em Penápolis-SP, imigrantes de vários países para trabalharem nas lavouras de café.

Vieram, também, para Penápolis-SP, muitos migrantes das Minas Gerais, com a sua  tradição em engenhos de cana-de-açúcar, doces, queijos e o carro de boi.

Lá no Degredo, o Juquinha ficava atrás da Chinica, feito um galinzé-zinho, para ela fazer o café.

O Degredo hoje, 2014

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 Celso e Paulo César, em 19/maio/2014, no Degredo, em Penápolis-SP

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O JUQUINHA ganhou DIPLOMA de CIDADÃO HONORÁRIO, em 1958, como PIONEIRO de PENÁPOLIS-SP.

O diploma está comigo.

TEMOS UM PROFUNDO ORGULHO DO JUQUINHA E SEUS PRIMOS QUE GANHARAM DIPLOMA DE CIDADÃO HONORÁRIO POR TEREM SIDO PIONEIROS DESVRAVADORES E CRIADORES E CONSTRUTORES DE PENÁPOLIS-SP

O Vô Carlos e os mais velhos já haviam falecido em 1956 por isto não ganharam o diploma de Cidadão Honorário de Penápolis-SP.

1958 foi o ano do Cinquentenário de Penápolis-SP

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Eu os chamava de VOVÔ SEO JOÃO e VOVÓ DONHA SÍNHA.

NÓS FOMOS PIONEIROS e FAZENDEIROS em PENÁPOLIS-SP:

A viagem de Carro-de-boi durou quarenta dias, chegando ao Lageado, em 25 de setembro de 1912.

O Juquinha era carpinteiro, consertava, na estrada mesmo, as cangas.

Pegou a parte das terras do Degredo, em Penápolis-SP, que eram terras de campo que precisava cortar menos, desmatar menos, ficava mais fácil. Menos machado e suor para desbravar.

Viveu lá, de 1912 até 1945, mais ou menos quando foi para cidade, plantava arroz, café, tinha engenho de cana movido à água,  tinha cana mais grossa, a cana caiana.

Esse Degredo tinha festa todo fim de semana. Era só preciso saber em que fazenda seria a festa.

Livro clássico, antológico, e, o mais completo sobre nós Pioneiros e Fazendeiros no Estado de São Paulo

Degredo, onde moravam:

O local exato da Casa deles, hoje, segundo a Tia Irene está debaixo da Represa da Usina Hidrelétrica de Nova Avanhandava-SP, no Rio Tietê.

O Cidóca levou uma vez o Alceu lá e falou: – Não tá conhecendo não, olha o bambuzal!

Tudo muda e tudo acaba no Estado de São Paulo, com o Pró-Álcool, e, as usinas hidrelétricas.

O sítio do degredo foi vendido, pelo Juquinha, de porteira fechada, na década de 1940.

E foram morar menos de um ano em Araçatuba-SP, Alceu tinha carteira de trabalho assinada em Araçatuba-SP, em 1947, logo depois de voltar do Exército em Campo Grande-MS. Trabalharam em fábrica de doce, em Araçatuba-SP.

Juquinha nascido, em 1885, desistiu das roças, já com 62 anos de idade, portanto. E, viveu, então, mais de 20 anos aposentado.

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O velho Juquinha, carreiro, carpinteiro habilidoso, roceiro trabalhador, homem honrado,

nosso amado avô da nobre Família Monteiro de Araújo, e, da nobre Família Silveira Fernandes

Leia aqui sobre nós, os Silveira Fernandes, e sobre a terrinha nossa em Portugal:

A Vovó Luísa da Silveira era da Freguesia de São João Batista de Louredo, no Concelho de Amarante, na terrinha, Portugal:

(NOTA: Freguesia equivale a um distrito no Brasil, e, Concelho equivale a um Município no Brasil).

Foi uma as mães que choraram para que fosse nosso o mar. 

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

Morreu 3 anos depois do nosso tronco, o JOÃO DA SILVEIRA FERNANDES, ter partido para construir o Brasil, sabendo que jamais voltaria a ver sua mãe, já viúva há 12 anos.

 João da Silveira Fernandes nasceu e cresceu na Freguesia de Louredo, em Amarante:

https://madrinhadaserra.com/historia-dos-silveira-fernandes-julio-da-silveira-no-brasil-comeca-na-inconfidencia-mineira/

O DEGREDO

Era chamado Degredo porque a Colônia Militar que ali existiu na época da Guerra do Paraguai tinha o apelido de Degredo, pois os soldados que iam para lá estavam longe de tudo e todos.

Quem ia pra lá pro Degredo não voltava.

Degredo também é o nome de um Córrego ali. Que hoje ninguém sabe mais qual e onde é. O nome córrego do Degredo aparece em uma lei sobre divisas de Penápolis-SP com Barbosa-SP.

Nesta foto de 1933: A TIA MIRTES NÃO TINHA NASCIDO AINDA, da mesma forma que, na foto de 1968, do JUQUINHA, CHINICA com filhos e netos, o JORGE LUÍS, filho da tia MIRTES, não tinha nascido ainda.

COINCIDÊNCIA. re re re.

De pé, da esquerda para a direita: Mingote, Cidóca e Alceu

A menina é a Julieta, depois, sentado no colo da Chinica está o Mílton

E o Nêno está entre o Juquinha e o Alceu

A Chinica sempre de olhos fechados, os filhos também tinham essa mania

 Com a filha Julieta com câncer, ela ficou muito preocupada e isso afetou o seu bom coração, faleceu em 1977

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As ferramentas de carpinteiro do Juquinha, pua, aquela de lixar madeira, tudo ficou com o filho Alceu que herdou, tinha também uma caixa de ferramenta de madeira que parecia mala antiga de viagem. Muito bonita. Ficaram estas ferramentas muito tempo aqui em casa sem eu saber que era do Juquinha, meu avô. Temos sempre que perguntar de quem são as coisas antigas. Neste caso não dei tanto valor quando era criança por não saber que tinham sido do Juquinha.

Os filhos do Juquinha, são Monteiro duas vezes, tanto por parte de mãe quanto de pai. Juquinha e Chinica são netos do Coronel José Monteiro de Araújo.

ASSINATURA DO JUQUINHA, DA CHINICA E DE TODOS OS FILHOS:

Religiosos ao extremo, guardaram este documento de Igreja, de 1950

Foto do Juquinha com a vaca da Julieta, a Amostra:

Juquinha também tinha o cavalo Piriquita.

Ficava brabo o Juquinha quando o chamavam de Juquinha Piriquita.

Eram chamados de Bravos.. de Uberaba-MG – Pimentas.

Depois de ter vendido o Degredo, já velhinho, o Juquinha teve um pequeno sítio, perto de Penápolis-SP, por pouco tempo; depois não aguentou mais, e, aposentou de vez.

Lembro dele bem velhinho de cabeça branca.

Este sítio era perto da Escola Agrícola João Geraissate. Ali, uns dizem, que em frente, é da Giulia Gam atualmente.

Ia ver-me no Bairro da Fátima, mas cansava muito, chegava em  casa muito cansado para ver o netinho.

Todo Silveira antigo tem um segundo nome, que se repete:

Fulano Júlio da Silveira, Beltrano Júlio da Silveira.

Por exemplo, na família existem muitos de nome ANTONIO JÚLIO DA SILVEIRA, o que faz ficar difícil saber quem foi o pai de nosso bisavô e ligá-lo ao nosso patriarca JOÃO DA SILVEIRA FERNANDES da Inconfidência Mineira.

E, essa tradição é tanto dos Silveira dos Açores quanto dos nossos de Portugal.

O caso é que todo Silveira conta que os parentes foram para a cidade de Pires do Rio-GO.

Havia documentos destas terras em Goiás, griladas, que ficavam o  Tio Mílton Júlio da Silveira, Timirto, filho do Juquinha, mas se perderam esses documentos, e, ninguém da família foi encontrar estes parentes de Pires do Rio-Goiás.

Nestes documentos tinha “Correia” nos nomes.

Correia pode ser sobrenome da mãe do Antônio Júlio da Silveira que é o pai do Antenor e do Juquinha.

Estamos tentando achar a ligação do ANTONIO JÚLIO DA SILVEIRA, nascido em Passos-MG, em 1856, com o tronco dos Silveira, o JOÃO DA SILVEIRA FERNANDES.

A Genealogia do ANTÔNIO DA SILVEIRA FERNANDES já está feita.

Leia aqui a Genealogia do Juquinha, um Monteiro de Araújo por parte de mãe, e, por parte de pai, paulista quatrocentão:

 E, essa tradição é tanto dos Silveira dos Açores quanto dos nossos de Portugal.

VEJA PÁGINA DOS SILVEIRA FERNANDES, neste site abaixo:

9 – História dos Silveira Fernandes (Júlio da Silveira), no Brasil, começa na Inconfidência Mineira

Antônio Júlio da Silveira faleceu, no Badajós, em Uberaba-MG, de tuberculose, em 1907, aos 51 anos de idade, antes, portanto, do Juquinha vir para Penápolis-SP. Sua sogra, a Laura Cândida de Assunção, viúva do CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAÚJO faleceu no ano seguinte 1908.

Ele, Antônio Júlio da Silveira, bebia muito. Traumatizado com isto, o Tio Antenor, irmão do Juquinha, fazia pinga mas não bebia. A causa mortis em 1907, aos 51 anos foi tuberculose.

Eu pesquisei os vários Antônios nascido em Passos-MG em 1855 a 1857 mas nem um é filho de um Silveira. O que dificulta achar o batismo do Antônio Júlio da Silveira para saber quem foram seus pais e ligá-los aos Silveira Fernandes da Inconfidência Mineira.

A viúva do Antônio Júlio da Silveira, que é nossa avó e Tia, a Persília, ficou morando em Uberaba-MG. Por volta de 1942, Vovó Persília saiu do Badajós, e, faleceu na casa da tia Mariana, em Uberaba-MG.

Sabemos que os Lemos também foram para Patrocínio Paulista. Pode ser que Antônio Júlio da Silveira seja dos Silveira que se ligaram aos Leme em Passos-MG. Também foram Silveiras para Patrocínio Paulista. Lemes e Silveira têm em Patrocínio Paulista divisa com Itirapuã-SP.

Muito  difícil achar a ligação entre o Antônio Júlio da Silveira, pai do Juquinha, com os Silveira Fernandes da Inconfidência Mineira, que são de Conselheiro Lafaiete-MG, passaram para Candeias-MG.

Em Candeias-MG, conheceram os Monteiro de Araújo, e, depois, passaram para Passos-MG, onde foram pioneiros, foram importantes e tiveram grande descendência.

A Carmita, filha do Antenor Júlio da Silveira, irmão do Juquinha, conta que seu pai era de Cássia-MG vizinha de Passos-MG, e, vizinha dos Monteiro de Araújo, em Itirapuã-SP. Nada achei nos livros de Cássia-MG.

E também tive a informação que os irmãos do Juquinha podem ter nascido em Ibiraci-MG, ao lado de Itirapuã-SP, e, de Cássia-MG, Capetinha-MG, ou São Tomás de Aquino-MG, onde Urias Monteiro declarou que Juquinha teria nascido, declaração que fez no registro de nascimento da filha do Juquinha Maria Aparecida que morreu com 10 meses de idade.

REGIÃO do DEGREDO: do CÓRREGO DOS PINTOS, do LAGEADO, do SALTO DO AVANHANDAVA:

A Região do Degredo, hoje, em 2014, está debaixo d´água em boa parte dele. Do Degredo avista-se as águas imensas do Ribeirão do Lageado, que fazem parte da Represa da Usina Hidrelétrica de Nova Avanhandava.

A Leste, fica Barbosa-SP, onde o Córrego do Degredo servia de divisa com Penápolis-SP.

Um pouco ao sul do Degredo ficava a Povoação do Lageado hoje desaparecida.

A Oeste um pouco em Baixo o Bairro do Córrego dos Pintos que meu pai falava tanto. São Bairros rurais, O Córrego dos Pintos e o Bairro Bahia.  No Córrego dos Pintos tem uma capela construída por nós.

Era muito alegre, com festas, procissões, igreja, o extinto Povoado do Lageado. O Bairro do Lageado. Onde Penápolis-SP realmente nasceu e onde no seu cemitério (restos dele) estão os ossos dos 17 heróis pioneiros trucidados pelos índios.

O Brejo Alegre era uma enorme fazenda do Córrego dos Pintos. até o Degredo e Lageado. O Juquinha, meu avô tinha um sítio na Fazenda Brejo Alegre. Hoje não se usa mais dizer assim “um sítio, uma parte de terras na Fazenda Tal”.. Mas era assim que se dizia antigamente.

Ainda tem parte de  terra, em 2014, com primos nossos, que é ainda chamada de Brejo Alegre.

Carlos Justino Monteiro foi proprietário lá. E Juquinha tinha terras, sítio, na Fazenda Brejo Alegre, que depois ficou para o Cidóca. E filhos e genros do Carlos Justino Monteiro tinham terras ali. Perto das terras dos primos, os quais muitos ainda os herdeiros têm terra naquela região do Degredo e do Córrego dos Pintos, como a Cema, o Zé, o Wadinho. É tradição secular de empreendedor rural.

Aqui uma descrição de suas terras:

É bom lembrar que fazenda grande, como a Fazenda Badajós, em Uberaba-MG, tinha várias partes com vários donos. Cada dono com “partes de terras que faz divisa com terras de fulano”.

Dizia-se assim, nos livros de cartório: “Vende um parte de terras na Fazenda Badajós”.

degredo melhor

Eu marquei com X, o Degredo,

 com X também o Bairro Córrego dos Pintos;

O Córrego dos Pintos fica um pouco abaixo do x.

Marquei com X também onde era o antigo Bairro do Lageado, que era a antiga povoação, que os Monteiro de Araújo mais velho conheceram; tudo acabou;

A Ferrovia NOB fez, em 1908, que todos se mudassem, aos poucos, para a nova povoação à margem da estrada de ferro,

para a atual Penápolis-SP, na época, batizada como SANTA CRUZ DO AVANHANDAVA

Onde era o Bairro do Lageado hoje 2014 tem algumas árvores e pastos e o antigo cemitério. Que dó. Tanta festa e procissão tinha lá. Temos muitas fotos de lá.

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Foto da Casa do Juquinha e da Chinica do Degredo com esteios que parecem feitos de tora de madeira

Na foto Mingote de terno e fumando, Avelino e a Alzira

Título de eleitor brasileiro do Juquinha

Este modelo de Título Eleitoral existiu da década de 1940 até 1982. Nas eleições de 1986, surgiu o atual modelo de Título Eleitoral do Brasil.

Pouca gente votava neste ano de 1958, portanto, significa que Juquinha era importante. Em 1960 só 12 milhões de Brasileiros votaram, sendo que a população do Brasil em 1960 era de 72.000.000 de almas.

 

Guardar recordações dos avós e bisavós e tetravós etc é muito importante:  Aqui um excelente serrote das muitas ferramentas de carpinteiro que o Juquinha tinha. Lembro de martelo, serrote pequeno, além deste grande, aquelas ferramentas de lascar madeira, uma mala de madeira própria para guardar ferramentas que ficou de herança para nós e duraram muitos anos.

Este serrote tem bem mais de 60 anos.

Foi o Alceu que ficou com as ferramentas do Juquinha Carpinteiro.

Tinha metro, desempenadeira, nível, serrote e serrotinho e a mala de madeira de guardar pregos e as coisas miúdas.

Eu amava o serrotinho que hoje está sumido.

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QUINTA  GERAÇÃO:

OS Filhos da Chinica nasceram entre 1914 e 1935.

 Os Filhos da Chinica são TETRA-NETOS da MADRINHA DA SERRA, TRINETOS da LAURIANA, BISNETOS da CUSTÓDIA NUNES, e, NETOS da MARIA DO CARMO DE SOUZA.

Alcina Monteiro (CHINICA) e João Júlio da Silveira tiveram:

 8 filhos nascidos vivos, e, dois nati-morto, um em 1920 e outro em 1931; 

DOMINGOS (Mingote),

ALCIDES (Cidóca),

Maria Aparecida da Conceição,

ALCEU,

ANTÔNIO CARLOS (Nêno),

JULIETA,

MÍLTON, (Mírto), e,

MIRTES.

Tiveram o JUQUINHA E A CHINICA, também um nati-morto, masculino, nascido em 1930, e outro nascido em 26 de fevereiro de 1931.

Copiei o assento de óbito deste natimorto, no cartório, onde se declara: que Juquinha nasceu em Franca, Chinica em Uberaba-MG, e declara os avós paternos, (Antônio Júlio da Silveira e Persília Cândida de Assunção),  e, os maternos, Carlos Justino Monteiro e Maria do Carmo). Tem assinatura do Juquinha. E, declara ainda que moravam no Bairro do Degredo.

Assim que se faz genealogia: todo novo documento confirma e/ou acrescenta informações.

Em 2014: Mílton (o Ti-Mirto), ainda está vivo. A Mirtes ainda está viva.

1-FILHO MAIS VELHO: Domingos Júlio da Silveira (1914-1999), o Mingote, o filho  mais velho do JUQUINHA. Militar da Arma da Cavalaria, (foi cavaleiro dos bons), e, do Serviço Secreto do Exército. Estaria fazendo 100 anos, agora, em 2014.

Mingote geralmente estava sem farda por ser do Serviço Secreto. Foi para Limeira-SP, depois para uma cidade perto do Rio de Janeiro, e, finalmente em Porto Nacional, no atual Estado do Tocantins.

O Mingote ficava de terno arrumadinho, quando garoto, para carregar malas, na estação de Trem de Penápolis-SP.

Em 1974, ele, Mingote, esteve em minha casa com a Bernadete; eu tinha 10 anos, ele gostou muito dos jornais-zinhos que eu fazia em uma máquina de escrever da década de 1940, e levou um.

Mingote foi um incentivo e estímulo muito grande para eu continuar gostando de escrever e de pesquisar. Falecido, em 1999, em Porto Nacional, no  Estado do Tocantins.

“”Aos quatorze dias do mez de Fevereiro do anno de mil novecentos e dezesseis, nesta cidade de Pennapolis, Districto de Paz e município de Pennapolis, comarca de Bauru do Estado de São Paulo, em meu cartório compareceu João Júlio da Silveira, com trinta e um annos de edade, casado, lavrador natural da comarca de Franca, Estado de São Paulo, residente neste districto de Pennapolis, e perante as testemunhas abaixo nomeados e no fim assignados, declarou que no dia dez  do dito mez e anno as quatro horas em sua casa de moradia neste districto, nasceu uma creança do sexo masculino de côr branca o qual chamará Domingos, filho legitimo delle declarante e de Dona Alcina Monteiro Silveira, natural de Uberaba, Estado de Minas Geraes, residente neste districto. São avós paternos Jo Julio da Silveira e Dona, digo avós paternos Antonio Julio da Silveira e Dona Persilia Candia de Assumpção e avós maternos Carlos Justino Monteiro e Maria do Carmo Monteiro. Serviram de testemunhas Enoch de Paula Ribeiro e Sergio de Faria. Do que para constar lavrei este termo que lido e achado conforme vai devidamente assignado, Eu  Audelino Vaz de Almeida. Official do registro civil, que escrevi e assigno.””

Mingote bebê

A velha estação onde o Mingote arrumadinho de terno na hora que o trem chegava se oferecia para levar as bagagens para ele ganhar vintém.

penapolis9201 ferrovia o mingote

-2-  Alcides Abadia (Monteiro) Júlio da Silveira, o Cidóca, nascido em 1918, e, falecido em 2002, no ano dos 5G (greve, gripe espanhola, guerra, gafanhoto e a geada), casado com Irene, ainda viva com 87 anos.

Muito humilde, eu fui à casa dele, quando eu tinha 8 anos, não quis ficar porque assistiam a Globo e eu queria a novela da TV Tupi, ele foi atrás de mim e falou que ia mudar de  canal e colocar na TV TUPI. Na época tinha que girar a antena no fundo do quintal. Não aceitei.  Muita bondade.

Serviu o Exército, em Três Lagoas-MG, e, comprou o Degredo do Juquinha, de porteira fechada, lá por volta de 1945.

Cidoca casou-se com a Irene Goulart,  a Tirene é dos Goulart, dos antigos em Penapolis-SP,  dos velhos tempos do bairro do Lageado, no Degredo, desde o século XIX, antes de existir a cidade, do tempo do povoado do Lageado,, das antigas, super pioneiros, talvez sejam até dos velhos tempos da Colônia Militar do Degredo.

CIDÓCA, bebê, em 1920

CIDÓCA NO EXÉRCITO

 MINGOTE e CIDÓCA em frente à casa do CIDÓCA

3Maria Aparecida da Conceição, nascida em 1921, e, falecida, com 10 meses de idade, de gastro-enterite, em 13 de julho de 1922.

É a dureza de nossa vida de pioneiros, onde a mortalidade infantil era imensa em Penápolis-SP, além de inúmeros os mortes pela malária, chamada lá de PALUDISMO, e também de Impaludismo.

ÓBITO da TIA MARIA APARECIDA: Há erro: Juquinha é natural de Franca-SP.

Aos treze de julho de mil novecentos e vinte e dois, nesta cidade de Pennapolis, Estado de são Pualo, em meu cartorio compareceu Francisco Ferreira Barbosa, proprietario, residente nesta cidade, e, exhibindo attestado do Doutor Alberto de Moraes, declarou que hoje, ás quatorze e meia horas, em seu domicilio, á Avenida Luis Osorio, falleceu de gastro-enterite a menor Maria Aparecida da Conceição, do sexo feminino, côr branca, com dez meses de edade, natural deste districto, filha legítima de João Júlio da Silveira e de Dona Alcina Monteiro, lavradores, naturaes do Estado de Minas Geraes, e residentes neste districto. Será sepultada no cemiterio desta cidade. E para constar lavrei este termo que, lido e conforme, assigna o declarante. Eu, Antônio Loterio Soares de Castilho, official de Registro Civil, o escrevi e assigno.

4- Alceu Júlio da Silveira, nascido, em 15/fev/1924, meu pai; casado com Luciana de Castro, em 18/mai/1956, irmã de dois genros do Urias Monteiro, seu tio.

Alceu faleceu, em 03 de agosto de 2005, no mesmo dia 3 de agosto, em que faleceu sua mãe Chinica.

Morreu no mesmo dia, (3 de agosto), morreu sua mãe CHINICA, em 1977, e, morreu com a mesma idade que a mãe dele a Chinica morreu: 81 anos.

Alceu teve um depósito de madeira e conhecia qualquer madeira só de olhar. Foi vicentino.

Serviu o Exército, em Campo Grande-MS, entre dezembro de 1945 e dezembro de 1946.

De volta de Campo Grande-MS, trabalhou na fábrica de doce do Geraldo Barbosa, em 1947, em Araçatuba-SP.

Trabalhou 15 anos no depósito de Madeira Araponga do velho Guilherme Béber, em Penápolis-SP, e, depois foi seu proprietário até 1969.

Nós viemos para São José dos Campos-SP em 1974. Aqui Alceu faleceu em 2005.

Sempre reclamou que a História de Penápolis-SP nunca lembrava nós Monteiro de Araújo como Pioneiros.

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O Alceu, filho do Juquinha e Chinica, falecidos no mesmo dia 3 DE AGOSTO

Claro que todo filho é suspeito pra falar, mas ele era santo. Totalmente incapaz de ter raiva, bom demais a ponto de aproveitarem da bondade, não saber reagir, qualquer coisa corria para confessar para o padre. trabalhador, humano, muito admirado nos vicentinos. Totalmente descente e moral. Um santo mesmo. Não tinha boca pra nada.

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Aos dezoito de fevereiro de mil novecentos e vinte e quatro, nesta cidade de Pennapolis, Estado de São Paulo, em meu cartório compareceu José Garcia Duarte Vieira, funcionario municipal, residente nesta cidade, e, em presença das testemunhas no fim assignadas, declarou que no dia quinze do corrente, as seis horas, em domicílio, na Fazenda Brejo Alegre, neste districto, nasceu uma creança do sexo masculino, côr branca, que chamar-se-ha Alceu, é filho legítimo de João Julio da Silveira, e de Dona Alcina Monteiro Silveira, casados em Uberaba, Estado de Minas Geraes, de onde ella é natural e elle de Franca, deste Estado. 

São avós paternos Antonio Julio da Silveira e Dona Percilia Candida Assumpção e maternos Carlos Justino Monteiro e Dona Maria do Carmo Souza. E para constar lavrei este termo que, lido e conforme, assigna o declarante com as testemunhas presentes. Eu, Antonio Loterio Soares de Castilho, Official de Registro Civil, o escrevi e assigno.

José Garcia Duarte Vieira

Ludgero Ferreira Mendes

Agostinho Mendonça do Valle

Antonio Loterio Soares de Castilho

Zé do Dóro e Toneco - Cópia

 Alceu com o Toneco, (marido da Honorina, filha do Urias), e, com o Zé do Dóro (marido da Cidinha, filha do Urias)

No tempo que não tinha MST, invasor de terra, gente amaldiçoando fazendeiros, o Alceu ficou desempregado em 1969 do Depósito Araponga e foi cortar cana. Voltou com os braços inchados e com duas moedinhas. Exemplo de trabalhador honesto.

– 5- Antônio Carlos da Silveira, (o Neno). Tio Neno morou na Chacrinha com sua esposa Isabel, nós sobrinhos íamos lá. Fazia e vendia doces; andava sempre de bicicleta. Neno morreu de infarto fulminante. Neno, quando criança, descendo para o córrego, onde se lavava roupa e pegava água, lá no Degredo, foi picado por uma cobra, e, fizeram de tudo, mil e uma receitas caseiras, e, depois quem o curou foi um farmacêutico, bons tempos dos grandes farmacêuticos.

O Nêno foi casado com a Isabel, cujo pai também era Monteiro, e, parente nosso.

O Neno

– –

– 6- Julieta Monteiro da Silveira Leme, (a Tia Vueta), foi a primeira das filhas da Chinica e do Juquinha a falecer. Faleceu de câncer, em 1979. Casou-se em 12/fev/1947 com Luís Soares Leme.

– 7- Milton Monteiro da Silveira, o TiMirto, ainda vivo, nascido em 1933. Mirto teve um problema nos olhos na infância. Não pode ser tratado, devido o atraso do mundo, naquela época.

Lar Vicentinho do Milton

– VÍDEO DO LAR VICENTINO, onde Milton está morando:

Se um petista socialista ver o Mírto no asilo, ou passar na casinha dele, vai dizer que ele é um explorado pela elite branca que não dá oportunidades.

Eu diria ao petista socialista: – Nunca fomos explorados seu imbecil. O bisavô do Mirto tinha a Fazenda Badajós em Uberaba-MG que se podia andar nela o dia todo à cavalo que não vinha o fim. Só que o bisavô do Mirto CORONEL JOÃO MONTEIRO DE ARAUJO teve 16 filhos e filhas herdeiros.

Badajós dividido por 16.

Herança do avô do Mirto, o CARLOS JUSTINO MONTEIRO, foi dividida por 10 filhas e filhos herdeiros.

Badajós dividido por 16×10.

Herança da mãe do Mirto, Alcina, foi dividida por 7 filhos e filhas, um deles o Mirto.

Badajós dividido por 16x10x7=1.120 foi a MÍNIMA herança do Mirto.

Ninguém foi explorado seo petista.

O que coube ao Mirto foi 1/1.120 avos da Fazenda Badajós.

 

 

8- A FILHA CAÇULA, Mirtes Monteiro da Silveira, ainda viva em 2014, nascida em 1934,

Chinica e Mirtes

Mirtes, Paulo César, filho do Alceu, e Milton

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Na foto abaixo:

Em pé, da esquerda para a direita: Mingote, Alceu, Luciana, (esposa do Alceu), Mirtes, Cidóca, Milton, Julieta (com João Carlos, no colo), Luís Soares Leme, (com Celinha no colo), e o Neno.

Sentados: Juquinha, Chinica e Bernadete ao lado da Chinica.

Agachados: Elizabeth, Helô, Luizinho, EU, (Paulo), e o Cidinho.

Desta foto: Já falecidos: Míllton, Domingos Júlio da Silveira (Mingote), Alceu Júlio da Silveira, Alcides Monteiro da Silveira, (Cidóca), Julieta da Silveira Leme, e, o seu marido Luís Leme, Antônio Carlos da  Silveira, (o Neno), Juquinha e a Chinica. Foi uma pena mesmo que a Odete, Detinha, filha do Cidóca, e sua mãe, Irene, não estavam para sair na foto. A Tia Irene ainda é viva. Também não estava a esposa do tio Neno, a Isabel. O JORGE LUÍS, FILHO DA TIA MIRTES NÃO TINHA NASCIDO AINDA, da mesma forma que, na FOTO DE 1933, a tia MIRTES não tinha nascido ainda. re re re, coincidência.

CLIC NA FOTO,

DEPOIS DE ABRIR,

CLIC DE NOVO, QUE VAI FICAR BEM GRANDE e VOCÊ VAI VER DIREITINHO:

Nesta foto falta a Irene e a Detinha e a Isabel.

A Carmita de Uberaba-SP, neta da Vó Persília, e, que tanto contribuiu para este site, guardava com carinho, uma cópia desta foto, já toda quebrada; guardava com carinho e saudade desse pessoal dos quais alguns ela só viu uma vez, outros nunca, outros poucas vezes – Pelo menos eu e o Alceu a visitamos.

João Júlio da Silveira, Alcina Monteiro, filhos e netos, Penápolis-SP, Brasil, 25 de dezembro de 1968, Natal do Senhor, e, também aniversário da Helô.  Juquinha estava muito velhinho, e, faleceu 6 meses depois. A Celinha está chorando porque a Julieta pegou o TiCarlos no colo, e, ela, a Celinha, quis colo também

O Luís Soares Leme, marido da Julieta, tinha um orgulho enorme de ser um LEME, um Silva Leme

E sempre mostrava a espada que tinha uma inscrição D. PEDRO II. Veja sobre os LEME aqui:

Não localizei os nomes dos avós dele ainda na Genealogia Paulistana do Silva Leme

“‘Aos vinte e sete de fevereiro de mil novecentos e vinte e dois, nesta cidade de Pennapolis, Estado de São Paulo, em meu cartório, compareceu Pedro Ezequiel de Carvalho, funcionário publico, residente nesta cidade, e, em presença das testemunhas no fim assignadas, declarou que no dia oito  do corrente mez, á uma e meia hora, em domicilio, neste districto, nasceu uma criança do sexo masculino, côr branca, que chamar-se-a Luiz; é filho legitimo de Arthur da Silva Leme e de Minervina Soares Leme, lavradores, casados em Presidente Alves, deste Estado, residentes neste districto e naturaes deste Estado, elle de Areias e Ella de Jahu. São avós paternos Horacio Rebouças da Silva Leme e Dona Josephina Carolina de Moraes Leme e maternos Manoel Soares Bueno e Dona Joana Soares Campanhã. E para constar lavrei este termo que, lido e conforme, assigna o declarante com as testemunhas presentes. Eu, Antonio Loterio Soares de Castilho, Official de Registro Civil, escrevi e assigno.””

SEXTA GERAÇÃO:

13 netos da Chinica, nascidos entre os anos de 1945 e 1971.

(PENTA-NETOS da MADRINHA DA SERRA),  13 netos da CHINICA, bisnetos da MARIA DO CARMO DE SOUZA:

Os  netos da Chinica e de JUQUINHA, (João Júlio da Silveira), são bisnetos da Maria do Carmo de Souza, Tri-netos da Custódia Nunes, Tetra-netos da Lauriana Esméria Ferreira, e, são Penta-netos da MADRINHA DA SERRA.

Já falecidos: a mais velha, nascida em 1945, a Adelcina e a Odete, ambas filhas do Cidoca.

Destes 11 netos, ainda vivos em 2014, da Chinica e do Juquinha, somente o Luizinho, filho da Julieta, mora em Penápolis-SP.

A neta mais velha da Chinica, nascida em 1945, mais ou menos, foi uma filha do Cidóca e da Tia Irene que morreu criança ainda, e se chamava Maria Adelcina, MARIINHA, nome em homenagem as suas avós (Adélia e Alcina).

É e neta mais velha da Chinica.

A história dela está na internet, na Wikipedia, na biografia do velho Doutor Adhemar de Pereira de Barros:

“”””” (Adhemar) agia, também, diretamente no plano social, como quando recebeu, no Palácio do Governo, segundo depoimento da senhora Irene Silveira, de Penápolis, ela e seu marido, que eram pais de uma menina que sofria de hidrocefalia, e ordenou, pessoalmente, exames e tratamentos médicos nos hospitais públicos. Também enviava, junto com a primeira-dama paulista Dona Leonor Mendes de Barros, cartas, agasalhos e presentes para os pacientes dos sanatórios que construiu.”””””””””

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ademar_Pereira_de_Barros#1945-1951:_o_PSP_e_o_primeiro_mandato_como_governador –

Exemplo da Família linda da Madrinha da Serra:

João Júlio da Silveira, Alcina Monteiro, filhos e netos, Penápolis-SP, Brazil, 25 de dezembro de1968

João Júlio da Silveira e Alcina Monteiro, filhos e netos, Penápolis-SP, Brasil, 25 de dezembro de 1968 – Alcina, (Chinica), é tri-neta da Madrinha da Serra

Filhos do Mingote, netos de Juquinha e Chinica: Cheila Regina Rodrigues Silveira, e, Tiago Júlio da Silveira.

Cheila se emocionou a ver a foto do Mingote aqui. Cheila tem um filho.

Tiago e Cidinho foram os netos da Juqinha que mantiveram a tradição Júlio da Silveira.

MINGOTE e FAMÍLIA:

Mingote, família e vizinhos em Porto Nacional-TO 

 –

– Filhos do Cidóca, netos do Juquinha e da Chinica:

– Adelcina, falecida em criança.

1-ODETE DA SILVEIRA (a Dete, Detinha), nascida em 1947, e, falecida em 1990; foi casada com Alcides Aparecido de Moraes, o CID.

Sobre a Dete, Detinha: Professora do Estado de São Paulo; faleceu jovem ainda, de câncer.

Eu passava o dia na casa dela porque meus pais iam trabalhar. eu visitava sempre a Detinha, quando mudei-me de Penápolis-SP, nas férias, sentávamos com a filhinha dela Adriana na praça da Igreja da Vila Fátima, de frente a casa que era do Cidóca, que a Detinha morou e que foi também a primeira casa que meus pais morara

2-BERNADETE DA SILVEIRA (a Berna), nascida em 1949,

3- ELIZABETE DA SILVEIRA (a Betinha), nascida em 1952, casada com Darci Marques,

4- ALCIDES Júlio da SILVEIRA Filho, (o Cidinho), nascido em 1958.

Filhos da Julieta, netos do Juquinha e Chinica:

– a- MARIA HELOÍSA DA SILVEIRA LEME, (a Helô), nasceu em 25 de dezembro de 1959, portanto no Natal.

Foto da Helô com os pais Luis Soares Leme e a Julieta, quando moravam no primeiro edifício de Penápolis-SP, o Edifício Adilha

Em 2008, no Centenário de Penápolis-SP, estava bem ruinzinho; agora, em 2014, está restaurado

Fica em frente à Praça Carlos Sampaio Filho, ao lado do Instituto de Educação Carlos Sampaio Filho

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Helô com a Doutora Zilda Arns

b- LUÍS ARTUR DA SILVEIRA LEME, (o Luizinho), trabalha em farmácia há mais de 30 anos. Também reclama que as histórias de Penápolis-SP não falam de nós, os Monteiro de Araújo/Nunes de Souza.

c- CÉLIA REGINA DA SILVEIRA LEME, (a Celinha), mora em Osasco-SP há quase 30 anos, foi para trabalhar na Cidade de Deus do Banco Bradesco. E assim, se vão, cada vez menos Monteiro de Araújo, em Penápolis-SP.

Célia Regina da Silveira Leme, prima linda

-d- JOÃO CARLOS DA SILVEIRA LEME, (o Ti-Carlos). Tem duas filhas.

  Ticarlos, filho da Julieta

Os dois, casalzinho de irmãos miudinhos, Celinha moreninha linda, e, o TiCarlos, italianinho, saíram pelas ruas de Penápolis-SP, subiram lá pros lados do campo de futebol, e, não sabiam voltar para casa.

A Julieta chegou em casa, não achou eles e saiu desesperada, e colocou a polícia atrás deles, e me perguntou deles, e eu respondi:

Não mandei ninguém sair por aí

A outra história da Celinha também é muito engraçada.  O primeiro dia dela na escolinha. Caiu no vazo do banheiro, e, voltou chorando para casa.

A segunda casa, depois de sair do Degredo, foi na rua XV de novembro, no centro de Penápolis-SP.

A Julieta gostava muito de contar histórias engraçadas do Cidóca, em frente ao fogão, na grande cozinha da casa da Chinica, onde morava, na rua Expedicionário Diogo, em frente a casa da Cema e  a do Cidóca, que foi a última casa do Juquinha e da Chinica, em Penápolis-SP, onde nos reuníamos, e, brincávamos, nós, os netos da Juquinha e da Chinica.

A Miss Penápolis-SP, Maria Sílvia, morava em frente.

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A casa da Rua Expedicionário Diogo

Juquinha faleceu, aqui, em 1969

Esta casa está para ser demolida, em 2014, ainda de pé

  –

A criançada da  JULIETA com a Mirtes

NETOS DA CHINICA

NETOS DA CHINICA, Luizinho, Helô, Luís Leme ao fundo,

Netos da Chinica com amigos, o carrinho de corrida do Luizinho era brinquedo que a Tia Mirtes dava, eu os guardei até pouco tempo, o mesmo modelo de carrinho e trenzinho para eu, Ti-Carlos e o Luizinho. Só mudava a cor, para não ter briga, e, ninguém reclamar.

Chinica, Mirtes, Julieta, Luís, Milton, Cidóca, Irene, Neno, e, sua mulher Isabel, e, netos da Chinica com amigos. Está, também, a Josefina do Armando, filho do Pedro Monteiro de Araújo. Olha quem está escondidinha atrás do Cidinho, a priminha Celinha Linda, que me adora, mãe da Darinha Linda Leme, e, da Bah Leme. Amei quando a Celinha e a Darinha Linda vieram à minha casa.

Continuação dos netos do Juquinha e da Chinica:

– Filho do Alceu, neto da Juquinha e da Chinica: PAULO CÉSAR DE CASTRO SILVEIRA, autor deste site, que vai passar o site para quem se interessar, pois quando eu morrer, o site precisa continuar. 81460022Aqui, eu, em 25/out/2008, PAULO CÉSAR DE CASTRO SILVEIRA, no CENTENÁRIO DE PENÁPOLIS-SP onde somos Pioneiros.

Da esquerda para a direita, na foto:

1- a esposa do então prefeito municipal João Luís dos Santos,  2- a esposa do atual (2014) vice-prefeito municipal, Sônia Faleiros, no Centenário de Penápolis-SP, em 25 de outubro de 2008, 3- Paulo César, filho do ALCEU, e neto da CHINICA e do JUQUINHA), e 4-o vice-prefeito municipal de Penápolis-SP, (que é dos Monteiro da Farmácia, e, filho do Gualter Monteiro)

Ver sobre os Monteiro da Farmácia, neste site.

O vice-prefeito municipal de Penápolis-SP, da época, o Zé, é dos Monteiro da Farmácia, filho do Gualter Monteiro.

A Dona Sônia Faleiros, esposa do vice prefeito atual, o Dr. Ricardo Castilho, (que na época, 2008, era deputado estadual do Estado de São Paulo), também é descendente da Madrinha da Serra, sobrinha do “seo Dario Faleiros”

Continuação dos netos do Juquinha e da Chinica:

– Filho da Mirtes, neto do Juquinha e da Chinica: JORGE LUÍS DA SILVEIRA COELHO. Esse é o caçula dos netos da Chinica e do Juquinha. Nasceu em 1971.

SÉTIMA GERAÇÃO:

(SEXTO-NETOS da MADRINHA DA SERRA),   Bisnetos da Chinica, trinetos da Maria do Carmo de Souza, tetranetos da Custódia Nunes, penta-netos da Lauriana.

Netos do Mingote:

Filha da Cheilinha: Maria Eduarda Rodrigues da Silveira

NETOS DO CIDÓCA:

– Filhos da Dete, Detinha, já falecida, que foi casada com o CID Morais, 3 filhos: Adriana, Camila e Flávio.

– Filhos da Elizabeth, (Betinha),: 3 filhos: a-Cristiane, (CRIS, que é casada com Guilherme Viana, e, tem 1 filho), b-Gustavo, (que é casado com Alessandra Mota), e, a c-Fabiana.

– Filhos da Bernadete, (Berna),: 4 filhos: Rafael, Bruno, Lara Roberta, e, Patrícia.

NA FOTO ABAIXO, Berna, com a filha Patrícia:

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– Filhos do Cidinho: 3 filhos: Rodrigo, Ricardo, e, Renan.

Filhas e netos do Cidóca:

Nesta foto estão a Odete, (Detinha), a Elisabete (Betinha), e, os filhos delas

Detinha é a da direita, em pé

NETOS DA JULIETA:

Bisnetos da Chinica, trinetos da Maria do Carmo de Souza, tetranetos da Custódia Nunes, penta-netos da Lauriana, sexto-netos da MADRINHA DA SERRA.

Filhos da Helô: 3 filhos: Estelita Leme Pacheco, Luís Henrique Leme Pacheco, e, o Álvaro (falecido).

Filhos do Luizinho: 6 filhos: Patrícia Leme, Luís Fernando (tem dois filhos), Marcelo, Mariana, Luís Felipe e Beatriz. A Patrícia Leme é esteticista e maquiadora.

PATRÍCIA, filha do Luizinho, ESTÁ MARAVILHOSA nesta foto

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Patrícia Leme, filha do Luizinho, ESTÁ MARAVILHOSA nesta foto

– –

Bia, é a caçula do Luizinho

Filhos da Celinha: 4 filhos:

Indara, (Darinha), que nasceu em 19 de fevereiro de 1987, Rodrigo, Bárbara (Bah Leme) e , Artur. A Darinha gostou de eu ensinar-lhe sobre o Governador do Estado de São Paulo, Dr. Adhemar Pereira de Barros.

=

Darinha priminha Linda Leme, filha da Celinha Linda

BAH LEME, filha da Celinha, neta da Julieta, bisneta da Chinica, trineta da Maria do Carmo de Souza

Filhos do João Carlos, netas da Julieta-2:

2 meninas: Carla e Renata. Carla Leme mora em Careaçu-MG, a beira da Rodovia Fernão Dias.

NETAS DA MIRTES, bisnetas da Chinica:

Filhas do Jorge Luís -2: Larissa, (17 anos), e, Luana (11 anos), em 2014.

Jorge Luís e a Luana e e Larissa:

jorge cortada

OITAVA GERAÇÃO

(SÉTIMO-NETOs da MADRINHA DA SERRA)

BISNETOS do CIDÓCA e da IRENE:

Trinetos da Chinica, Bisnetos do Cidóca, netos da Detinha, filhos da Adriana, que é casada com Fernando: Fernandinho, 9 anos, e, Mariana, 7, em 2017.

Trinetos da Chinica, Bisnetos do Cidóca, neto da Dete, filho da Camila, casada com Reinaldo: o Lucas e a Luísa

Trinetos da Chinica, Bisnetos do Cidóca, neto da Betinha, filho da Cristiane: João Pedro

A turminha que vai preservar a História da Madrinha da Serra:

Na sequencia:

João Pedro da Cristiane

Luisa  da Camila

Mariana da Dri

Lucas da Camila

Lucas, Luísa, Mariana, e, Fernando

Mari, dri, Fernando, Fernando pai, Camila, Luisa, Lucas, junior, e, flavio

Mais da Oitava Geração:

BISNETOS DA JULIETA

(SÉTIMO-NETOs da MADRINHA DA SERRA)

Descendentes da Madrinha da Serra

Oitava Geração da Madrinha da Serra:

Trinetos da CHINICA, Bisnetos da Julieta, Netos do Luizinho, e, Filhos da Patrícia Leme- 3 FILHOS:

– A Emanuelle, a Sarah, e, o Saulo.

Esses são da OITAVA GERAÇÃO, sétimo-netos da Madrinha da Serra.

Patrícia Leme, filha do Luizinho, neta da Julieta, e, os seus 3 filhos

A família linda que vai preservar a História da Madrinha da Serra

Patrícia Leme e filhas em 2018

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E, é para estas crianças netas da MADRINHA DA SERRA que esta página foi escrita.

Madrinha da Serra é mãe de:

Lauriana que é mãe de:

Custódia que é mãe de:

Maria do Carmo que é mãe de:

Alcina que é mãe de:

Julieta que é  mãe de:

Luizinho que é  pai de:

Patrícia que é mãe de:

Emanuele, a Sarah e o Saulo.

 E SÃO ELES QUE VÃO HERDAR ESTE SITE DA MADRINHA DA SERRA E CONTINUAR A ESCREVÊ-LOS PARA AS NOVAS GERAÇÕES, porque:

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Nós os contaremos, de geração em geração.

A Família Monteiro de Araujo – Alves Ferreira – Silveira – Família da Madrinha da Serra – unida e juntinha na internet

doidinha 23 jun 18.png

Eu escrevi no início desta página que esta História linda da Família da Madrinha da Serra começava e acabava na Patrícia Leme.

História de Portugueses no Brasil
História de Portugueses do Brasil
Oi primo?///nossa fiquei muito emocionada …nossa como eu queria te-la conhcido  ,,,,ficou ,muito legal site,,,,,que familia linda nao….rsrsrsr um gde bjoooooooooooo
 ESTA HISTÓRIA COMEÇA E TERMINA COM A PATRÍCIA LEME– Sexta-neta da Madrinha da Serra e da Sétima Geração:
Patrícia é da sétima geração de descendentes e ama a MADRINHA DA SERRA.
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10 Respostas to “A Origem da Família MONTEIRO, portuguesa, RODRIGUES DA COSTA, NUNES, SOUZA, Silveira, Alves Ferreira – Famílias de Penápolis-SP, Uberaba-MG, Passos-MG, Franca-SP – Genealogias portuguesas, MINEIRAS, e, paulistas”

  1. Cheyla Regina Rodrigues Silveira Says:

    Quando ví a foto do meu pai, Domingos Júlio da silveira (Mingote), da quinta geração, fiquei emocionada, tenho essa foto comigo, na verdade tenho um albúm com varias fotos bem antigas ,terceira geração e outras…

    Cheyla R.R. Silveira

    Porto Nacional – To – 2011

    • capitaodomingos Says:

      não esquecemos, é que não sabiamos os nomes, não sei nome de muitos primos. Site é bom pra isso, pra encontrar as pessoas. e genealogia não termina nunca, há ainda centenas de tataranetos da Madrinha da Serra para eu descobri ainda. Quando a idade chegar eu passo o site para outro da família, mais jovem que eu.

      sim, tiraram várias cópias, foto excelente. Coloquei mais duas fotos do mingote na pagina.

      falta só tia mirtes na foto, não tinha nascido. ou estava na barriga da chinica. mande os nomes de voces. prazer em conhecer.

      sobre fotos antigas, gostaria que escaniasse e me mandasse.

      é possível que alguma seja do coronel joão monteiro de araujo e quem sabe do Antonio Júlio da Silveira junto com a vovó persilia. Nunca vi foto do Antônio Júlio. Tenho uma da vovó persília mais o juquinha (na verdade, uma cópia).

  2. Carlos Henrique Says:

    Esqueceram dos filhos de mingote no Tocantins

    • capitaodomingos Says:

      não esquecemos. é que não sei os nomes, como de muitos outros primos não sei nomes e estou procurando. coloquei a cheila lá. mande outros nomes. interessei muito em saber que ela tem fotos antigas.

  3. nelson jorge adorno ventura Says:

    nlson jorge adorno ventura
    12/02/2012 10:23 bariri sp
    sou neto de albino domingues ventura, portuguê de coimbra – portugal, que era filho de manuel domingues ventura e luiza marques eu sabia que vieram para o brasil 3 irmãos: albino, luiz, e josé, o albino trbalhou na construção da estrsda de ferro santos-jundiaí e o josé trabalhou na construção da noroeste, estabeleceu-se em birigui e adquiriu o título de coronel. não sei se troxeram o pais ou se esse manuel domiingues ventura era irmão deles. entrar em contato comigo tel. (14) 3662-6892. abraços.

  4. nelson jorge adorno ventura Says:

    nelson jorge adorno ventura
    13/02/2012 – 16:45
    eu moro atualmente na cidade de bariri entre jahú e ibitinga, já morei em s. paulo, sorocaba,e manaus, hoje estou aposentado e retornei à minha cidade natal, aquí estão sepultados meus avós e meus pais.abraços.

  5. nelson jorge adorno ventura Says:

    em birigui tem uma rua com o nome de rua manuel domingues ventura, é uma rua principal que corta o centro da cidade. portanto ele deve ter-se mudado para lá, estou tentando ver se tem descendentes dele por lá.
    nelson jorge adorno ventura bariri – sp.

  6. nelson jorge adorno ventura Says:

    em birigui tem netos de manuel domingues ventura, eu contactei um deles . é só entrar no google e procurar ventura em birigui.nelson jorge ventura. abraços.

  7. empregos criciuma Says:

    Olá , depois de ler isto incrível n sou também encantado para compartilhar meu
    familiaridade aqui com colegas.

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