A origem e o povoamento e a História de Penápolis-SP – Leis sobre a Colônia, o Povoado, Estação, Curato de Santa Cruz do Avanhandava – Penápolis-SP na década de 1950

Afinal, exatamente onde ficava a Colônia do Avanhandava, meio caminho de Piracicaba-SP e Itapura-SP?

Descobrimos no Correio Paulistano  de 1862 – No Ribeirão Ferreira, na outra margem do Tietê

Veja mapa do Ribeirão Ferreira

salto do ava

Olha o ribeirão Ferreira bem aqui em cima de você.

OS DOCUMENTOS MAIS VALIOSOS DE PENAPOLIS-SP

abra os pdf da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo

Criação do Distrito

0002_1909

Criação do Município

0047_1910

Criação da Comarca

0003_1917

Este é o mais completo sobre a Comarca que faz 100 anos em 2017

http://www.al.sp.gov.br/geral/acervoHistorico/FichaDocumentoRepublicaVelha.jsp?idDocumento=29993 

VIAJAR DE BARCO PARA PENÁPOLIS-SP

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FESTA DO PADROEIRO NA COLÔNIA DO AVANHANDAVA

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CASTILHOS NA COLÔNIA DO AVANHANDAVA EM 1862

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DOCUMENTAÇÃO SOBRE PENNAPOLIS NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO

No documento de criação do município tem jornais e assinaturas de todos os moradores pioneiros, nossos heróis.

  24718. 1918 Telegrama do Juiz de Direito de Penápolis ao Presidente da Câmara, comunicando a instalação daquela Comarca    
  26650. 1919 Solicita auxílio para o construção de um hospital em Penápolis   São Paulo  
  27050. 1920 Cria o distrito de paz de Gregório, no município e comarca de Penápolis   São Paulo  
  27054. 1920 Eleva a categoria de município o atual distrito de paz de Araçatuba da comarca de Penápolis   São Paulo  
  27055. 1920 Cria o município de Birigui, na comarca de Penápolis   São Paulo  
  27111. 1921 Muda a denominação do distrito de paz de Hector Legru do município e comarca de Penápolis para promissão   São Paulo  
  27395. 1925 Altera nº 1397, de 22 de dezembro de 1913, que fixou as divisas do município de Penápolis   São Paulo  
  27542. 1927 Cria o distrito de paz de ”Brauna” com sede de braunau, no município de Glicerio comarca de Penápolis   São Paulo  
  27682. 1929 Cria o distrito de paz de Santana, no município de Glicério comarca de Penápolis   São Paulo  
  28254. 1910 Criando o município de Penápolis, com sede via deste nome   São Paulo  
  28312. 1925 Cria o distrito de paz de “Coroados” no município de Berigrei, da comarca de Penápolis   São Paulo  
  28690. 1925 Criando o distrito de paz de “coroados”, no município de Birigui, comarca de Penápolis   Senado  
  28764. 1928 Sobre cobrança de impostos   Senado  
  28971. 1910 Criando o município de Penápolis    
  29578. 1929 Cria o distrito de paz de Santana, no município de Glicério, da comarca de Penápolis   Senado  
  29872. 1920 Cria o distrito de paz de Glicério, no município e comarca de Penápolis    
  29876. 1920 Cria o município de Araçatuba, com sede na povoação de igual nome, na comarca de Penápolis    
  29877. 1920 Cria o município de Birigui, na comarca de Penápolis    
  29993. 1917 Cria a comarca de Penápolis, compreendendo o município de igual nome    
  30021. 1922 Autoriza a construção de uma ponte sobre o rio Tietê, nas proximidades do Salto Avanhandava, ligando os municípios de Penápolis e Rio Preto, e outra ponte sobre o rio Pardo, na estrada de Santa Rosa e    
  30381. 1917 Cria o distrito de paz de Araçatuba, no município e comarca de Penápolis    
  30394. 1925 Estabelece as divisas do município de Penápolis, da comarca de igual nome    
  30473. 1921 Mudando a denominação do distrito de paz de “Hector Legru” no município e comarca de Penápolis para promissão    
  30767. 1923 Cria o município de Promissão, na comarca de Penápolis    
  30799. 1914 Cria o distrito de paz de Birigui, no município de Penápolis   Senado  
  31091. 1924 Cria o município de Avanhandava, no atual distrito de paz de Miguel Calmon, da comarca de Penápolis   Senado  
  31092. 1924 Cria o município de Glicério, com sede no atual distrito de paz de igual nome, na comarca de Penápolis   Senado  
  31272. 1919 Criando o distrito de paz de “Hector Legru”, no município de Penápolis   Senado  
  31529. 1927 Cria o distrito de paz de Brauna, com sede na povoação de Braunau, no município de Glicério, comarca de Penápolis    
  32062. 1928 Cria o município de Coroados, com sede no atual distrito de paz de igual nome, na comarca de Penápolis   Senado  
  34255. 1914 Criando o distrito de paz de Birigui, no município de Penápolis   Câmara  
  34383. 1917 Criando a comarca de Penápolis, compreendendo o município de igual nome   Câmara  
  34423. 1917 Cria o distrito de paz de Araçatuba, no município e comarca de Penápolis   Câmara  
  34518. 1919 Criando o distrito de paz de Hector Legru, no município e comarca de Penápolis   Câmara  
  35459. 1929 Ofício do Diretório Político do Partido Republicano Paulista de Penápolis a Armando Prado, Câmara dos Deputados do estado de São Paulo, solicitando a criação de uma delegacia regional.   Penápolis  
  36382. 1915 Correspondência de 1915 a 1919   Penápolis  
  36383. 1915 Correspondência de 1915 a 1919   Penápolis  
  36384. 1917 Telegrama do senhor Gumercindo Pereira dos Reis ao presidente da câmara, felicitando a aprovação da lei criadora daquela comarca e o povo da municipalidade prestou homenagem a câmara   Penápolis  
  36385. 1917 Ofício da prefeitura de Penápolis ao 1º secretário da câmara de São Paulo, agradecendo o exemplar dos anais da sessão ordinária de 1916 da câmara dos deputados   Penápolis  
  36386. 1919 Ofício da secretaria municipal de Penápolis ao diretor da secretaria da câmara, informando que recebeu por engano o ofício e os livros de serviço eleitoral de Buenópolis, e remetendo-os de volta à câmara para que sejam encaminhadas ao destino correto   Penápolis  
  36387. 1914 Ofício de Francisco Coelho, Presidente da Câmara Municipal de Penápolis, ao Secretário da Câmara dos Deputados do estado de SP agradecendo e acusando o recebimento dos Anais da Sessão Ordinária de 1913 da Câmara dos Deputados de SP.   Penápolis  
  39831. 1929 Ofício do Diretório Político do Partido Republicano Paulista de Penápolis a Armando Prado, Câmara dos Deputados do estado de São Paulo, solicitando a criação de uma delegacia regional.   Penápolis

12241. 1883 Pedido de abertura de estrada. Santana do Paranaíba

 

 

 

1891 Requerimento de Francisco Pinheiro Froes de concessão para construção de estrada de ferro entre Botucatu e a colônia do Avanhandava São Paulo

 

 

30021. 1922 Autoriza a construção de uma ponte sobre o rio Tietê, nas proximidades do Salto Avanhandava, ligando os municípios de Penápolis e Rio Preto, e outra ponte sobre o rio Pardo, na estrada de Santa Rosa e

 

26009. 1902 Examina requerimento do cidadão Augusto Cambraia em que pede por certidão os documentos que se acham Juntos a sua petição solicitando concessão para uma estrada de ferro ao Avanhandava São Paulo

31168. 1909 Cria no município e comarca de Rio Preto, o distrito de paz de Afonso Pena, com sede no povoado e estação de Santa Cruz do Avanhandava, com emenda ao artigo 1º do projeto Senado

 

33781. 1909 Fica criado no município e comarca de Rio Preto o distrito de paz de Afonso Pena com sede no povoado e estação de Santa Cruz do Avanhandava Câmara

 

41054. 1927 Ofício do senhor Gabriel Ribeiro dos Santos, Secretário da Agricultura, ao 1º Secretário do Senado, comunicando a promulgação da lei que concede direito de despropriação à Companhia Paulista de Força e Luz à Companhia Força e Luz do Avanhandava São Paulo

42408. 1936 Prorroga até 31 de dezembro de 1937 o prazo estabelecido no 1º, do art. 1º, do dec. N. 7.101, de 10 abril de 1935, para entrega ao Estado do edificio, instalações e material didatico do gymnasio de Penápolis. Assembleia Legislativa do …

 

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EDUARDO CASTILHO E ESPOSA

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HISTÓRICO DA FORMAÇÃO DO MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS-SP

Histórico Antigo povoado e estação de Santa Cruz de Avanhandava, da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, NOB, no Município de Rio Preto.

Distrito: Lei 1177 de 17-11-1909, com o nome de Penápolis.         Pela Lei 1225 de 16-12-1910, seu território foi aumentado com toda a parte situada à margem do Tietê que pertencia ao distrito de Itapura, (hoje município de Itapura), e incorporado ao Município de Bauru.
Município: Lei 1397 de 22-12-1913. Instalado a 11-5-1914.                  Pelo Decreto-Lei 14334 de 30-11-1944, perdeu terras para o distrito de Barbosa, no Município de Avanhandava (ver nota 7 de distritos).

Distritos

1914 – Penápolis e Avanhandava (ex-Miguel Calmon)

(1) 1915 a 1917 – Penápolis, Avanhandava e Biriguí

(2) 1918 a 1919 – Penápolis, Avanhandava, Biriguí e Araçatuba

(3) 1920  – Penápolis, Avanhandava, Biriguí, Araçatuba e Promissão

(4) 1921  – Penápolis, Avanhandava, Biriguí, Araçatuba, Promissão e Glicério

(5) 1922 a 1923 – Penápolis, Avanhandava, Promissão e Glicério

1924 a 1925 – Penápolis, Avanhandava e Glicério

1926 a 1934 – Penápolis

(7) 1935 a 1953 – Penápolis e Alto Alegre

(6) 1954 a 2000 – Penápolis

Histórico da formação, incorporação e desmembramento dos distritos de:

(1) Avanhandava
Incorporado: Lei 1397 de 22-12-1913, pertencia ao Município de Bauru. Desmembramento: Lei 2102 de 29-12-1925, elevado à município.
(2) Biriguí
Distrito: Lei 1426 de 10-11-1914, com o povoado do mesmo nome. Desmembramento: Lei 1811 de 8-12-1921, elevado à município.
(3) Araçatuba
Distrito: Lei 1580 de 20-12-1917, antiga povoação de Araçatuba. Desmembramento: Lei 1812 de 8-12-1921, elevado à município.
(4) Promissão (ex- Hector Segru)
Distrito: Lei 1668 de 27-11-1919, com sede na povoação de Hector Legru). Desmembramento: Lei 1934 de 29-11-1923, elevado à município.
(5) Glicério
Distrito: Lei 1747 de 19-11-1920, com povoação de Glicério. Desmembramento: Lei 2114 de 30-12-1925, elevado à município.
(6) Alto Alegre
Distrito: Decreto 6713 de 29-9-1934, com as mesmas divisas do distrito policial de Alto Alegre. Desmembramento: Lei 2456 de 30-12-1953, elevado à município.
(7) Penápolis (sede)
Pelo Decreto-Lei 14334 de 30-11-1944, este distrito perdeu terras para a formação do distrito de Barbosa (em Avanhandava). Pela Lei 2456 de 30-12-1953 perdeu terras para o Município de Alto Alegre. Pela Lei 5285 de 18-2-1959 perdeu terras para o Município de Barbosa.

PARECER E PROJETO SOBRE A CRIAÇÃO DO DISTRICTO DE PAZ DE PENNAPOLIS

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DIVISAS de PENÁPOLIS-SP

LEI N.2.129, DE 3 DE AGOSTO DE 1926

Estabelece as divisas, do municipio de Pennapolis-SP

O Doutor Carlos de Campos, Presidente do Estado de São Paulo.
Faço saber que o Congresso Legislativo decretou e eu promulgo a lei seguinte :
Artigo 1.º – Ficam estabelecidas as seguintes divisas para o municipio de Pennapolis, na comarca de egual nome :
«Começam no rio Tieté, na barra da Agua da Barrinha da figueira, e continuam pelo divisor, que deixa, á direita, as águas do rio Tieté e ribeirão Lageado e, á esquerda, as da Agua da Barrinha da Figueira e corrego Farello até á cabeceira principal do ribeirão do Mattão : descem por este até ao rio Feio, subindo por este e pelo corrego da Volta Grande até á sua cabeceira principal e desta á do corrego Tangará; descem por este e pelo rio Presidente Tibiriçá até a barra do corrego Paroné, subindo por este até á sua cabeceira principal, e continuando pelo divisor, que deixa, á direita, as aguas do ribeirão Caingang ou Guaporanga e, á esquerda, as do rio Presidente Tibiriçá, e corrego do Veado, até ao divisor das aguas entre os rios Presidente Tibiriçá e Peixe, continuam pelo divisor que deixa, á direita, as aguas do rio ribeirão Caingang ou Guaporanga e, á esquerda, as do rio do Peixe, ribeirão Iaori e rio Aguapehy. até á barra do ribeirão Caingang ou Guaporanga, no rio Aguapehy : sóbem pelos rios Aguapehy e Feio até á barra do ribeirão Grande e por este até á sua cabeceira principal, desta á do ribeirão Bonito, descendo por este e pelo Lageado, até á sua barra, no rio Tieté e subindo pelo rio Tieté até ao ponto onde tiveram começo».
Artigo 2.º – Revogam-se as disposições em contrario.
O Secretario de Estado dos Negocios do Interior assim a faça executar.
Palacio do Governo do Estado de São Paulo, 3 de Agosto de 1926.

CARLOS DE CAMPOS
José Manoel Lobo.

Publicada na Secretaria de Estado dos Negocios do Interior, em 6 de Agosto de 1926. – O director-geral, João Chrysostomo Bueno dos Reis Junior.

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DIVISAS de PENÁPOLIS-SP

DECRETO-LEI  n° 14.334 – 30-11-1944

 

CXCVII – Município de PENÁPOLIS-SP (N.172)

a) Limites municipais:

1. COM O MUNICÍPIO DE MONTE APRAZIVEL-SP

Começam no rio Tietê na foz do ribeirão Lageado, sobem pelo rio até a barra do ribeirão dos Ferreiros ou das Oficinas.

2. COM O MUNICÍPIO DE AVANHANDAVA-SP

Começam no rio Tietê, na barra do ribeirão dos Ferreiros ou das Oficinas, vão, daí em reta, à barra do córrego do Degredo ou ribeirão Lageado, sobem por este até a barra do córrego do Banhado, pelo qual sobem até sua cabeceira no divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Lageado, e, à esquerda, as dos ribeirões Farelo, Rancharia e Barra Mansa, seguem por este divisor até a cabeceira do córrego do Saltinho, daí, vão em reta à cabeceira mais oriental do córrego do Matão no espigão mestre entre os rios Tietê e Feio.

3. COM O MUNICÍPIO DE PROMISSÃO-SP

Começam no espigão mestre entre os rios Tietê e Feio na cabeceira mais oriental do córrego do Matão, descem pelo córrego do Matão até sua foz no rio Feio.

4 – COM O MUNICÍPIO DE GETULINA-SP

Começam no rio Feio, na foz do córrego do Matão, descem pelo rio Feio até a sua confluência com o ribeirão Grande.

5. COM O MUNICÍPIO DE GLICÉRIO-SP

Começam na confluência do rio Feio ou Aguapeí com o ribeirão Grande, pelo qual sobem até sua cabeceira mais setentrional no espigão mestre Tietê-Aguapeí, seguem pelo espigão mestre até a cabeceira do ribeirão Bonito, descem por este até o ribeirão Lageado e por este ainda até o rio Tietê, onde tiveram inicio estas divisas.

Hino do cinquentenário de Penápolis – Carmita de Melo Amadh

 Na noite alta, o silêncio é profundo,
Só se ouve das feras, o uivar,
E ao longe, o grito feroz e iracundo
Do índio selvagem disposto a atacar.

No meio da selva, enfrentando o jaguar,
Um punhado de bravos,
Pretendem uma cidade formar.

E na manhã seguinte,
Cintilante de luz,
Na clareira erguem
Um altar e uma cruz.

E a cidade desponta,
Sob o olhar de Jesus,
E o trabalho fecundo
De Manoel Bento da Cruz!

E os fiéis Capuchinhos
Com denodo e oração
Vão abrindo os caminhos
Da Civilização.

 —

O Sonho da navegação a vapor:

Decreto nº 5.405, de 17 de Setembro de 1873

Concede á Companhia Fluvial Paulista autorização para funccionar, e approva seus estatutos.

    Attendendo ao que me requereu a Companhia Fluvial Paulista, devidamente representada, e na conformidade do parecer da Secção dos Negocios do Imperio do Conselho de Estado, exarado em Consulta de 12 do mez proximo findo, Hei por bem Conceder-lhe autorização para funccionar e Approvar os respectivos estatutos, additando-se no fim do art. 21 a seguinte clausula: «ou sendo requerido por dous ou mais accionistas que representem, pelo menos, um quinto do fundo social.»

    José Fernandes da Costa Pereira Junior, do Meu Conselho, Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Publicas, assim o tenha entendido e faça executar. Palacio do Rio de Janeiro em dezasete de Setembro de mil oitocentos setenta e tres, quinquagesimo segundo da Independencia e do Imperio.

    Com a rubrica de Sua Magestade o Imperador.

    Jose Fernandes da Costa Pereira Junior.

Estatutos da – Companhia Fluvial Paulista – , a que se refere o decreto nº 5405 de 17 do mez passado.

CAPITULO I

DA COMPANHIA, SEU FIM, CAPITAL E DURAÇÃO

    Art. 1º Fica formada uma sociedade anonyma, denominada Companhia Fluvial Paulista, composta de accionistas nacionaes e estrangeiros, cuja séde é nesta Cidade de S. Paulo.

    Art. 2º O fim da companhia é o estabelecimento da navegação a vapor no rio Tieté desde a Cidade deste nome até o Salto do Avanhandava; e no rio Piracicaba, desde a Cidade da Constituição até a sua foz, no mesmo Tieté, effectuando para isso a desobstrucção e canalisação dos referidos rios nos lugares precisos, em conformidade das clausulas approvadas pelo mesmo Decreto nº 5290.

    Art. 3º O capital da companhia é de 150:000$000, divididos em 750 acções de 200$000 cada uma, as quaes serão nominativas, e transferiveis por termo de cessão.

    Art. 4º A realização do capital far-se-ha por meio de chamadas eflectuadas pelo Gerente, e por deliberação da assembléa geral. A primeira chamada será de 20 por cento de cada acção: as posteriores poderão ser de 5 ou 10, conforme as despezas que tiverem de ser feitas, não mediando entre ellas prazo menor de 30 dias.

    Art. 5º A companhia durará o tempo do privilegio concedido pelo precitado Decreto.

Leis sobre Penápolis-SP

A Região dos “Campos do Avanhandava” e do “Salto do Avanhandava”, no baixo Rio Tietê, quando da chegada dos primeiros pioneiros , era habitada pelos índios Coroados (ou Kaingang, ou ainda, Caingangue) vindos do sul do Brasil.

O topônimo Ava – Nhandava significa: “O índio que fala o dialeto Nhandeva”, por isso não se diz: “salto de”, e, sim, se diz: “Salto do  Avanhandava” ou “Cachoeira do Avanhandava”, e, por isso, se acredita que os índios nhandevas predominavam na região quando da chegada dos índios Coroados.

A primeira presença do Estado brasileiro na região foi, em 1858, pouco antes da Guerra do Paraguai, uma Colônia Militar (quartel, fortaleza), próxima ao Salto do Avanhandava, que recebeu o nome de Colônia do Avanhandava e o apelido de Degredo.

Naquela época se criaram várias colônias militares, em todo o Brasil, para proteção das fronteiras, e para “proteger a população do interior contra índios selvagens, para facilitar as comunicações e o comércio e para ajudar os núcleos civis que se fundarem nas suas vizinhanças”.

A Colônia do Avanhandava, localizada próximo ao porto de desembarque, o Porto do Cruz, no rio Tietê, pouco antes da “Cachoeira do Avanhandava”, junto à estrada que ligava Piracicaba a Paranaíba, foi criada pelo decreto imperial de 23 de março de 1858.

LEIA AQUI O REGULAMENTO DA COLÔNIA MILITAR DO DEGREDO – Soldados protegendo os colonos dos ataques dos índios:

Primeira Parte

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Segunda Parte

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A velha Colônia Militar (apelidada de Degredo) tinha como objetivo, proteger o povoamento da região, onde cinco fazendeiros compraram terras devolutas do governo, e pretendiam formar um “patrimônio”, como se chamava, na época, as pequenas povoações, recém criadas, construídas ao redor de uma capela, à qual se doa um “patrimônio”: uma área para praça, capela e abertura de ruas ao seu redor.

A Colônia do Avanhandava deveria servir também de retaguarda à Colônia de Itapura, na foz do rio Tietê, junto ao Rio Paraná. A Colônia do Avanhandava, porém, não prosperou.

Hoje, o “Salto do Avanhandava”, a colônia militar e a velha Usina Hidrelétrica do Avanhandava, jazem no fundo da represa da Usina Hidrelétrica de Nova Avanhandava.

Posteriormente, próximo ao velho quartel já abandonado e ao Ribeirão do Lageado, se tentou formar, em 1883, pelos primeiros pioneiros, um Patrimônio, tendo como orago, o “Nosso Senhor dos Passos”.

Este primeiro patrimônio não prosperou porque uma das famílias pioneiras, a família Pinto Caldeira, foi massacrada pelos índios em 1886.

Esta família, “Pinto Caldeira”, é atualmente homenageada, dando seu nome ao Córrego dos Pintos, na região do Ribeirão do Lageado, a qual ainda pertence ao município de Penápolis-SP, e foram enterrados no cemitério do Lageado, o qual é o monumento histórico mais antigo de Penápolis-SP e única construção que restou do antigo “Patrimônio de Nosso Senhor dos Passos”.

O Bairro do Lageado chegou a ter, além de cemitério, muitas casas e capela. Hoje resta parte do velho cemitério em estado de abandono.

Em 1895, o presidente do estado de São Paulo, Bernardino de Campos, autoriza, em lei, a construção de uma estrada de Bauru ao Salto do Avanhandava, estrada esta que facilitaria o acesso à região dos Campos do Avanhandava.

O Patrimônio de Santa Cruz do Avanhandava surgiu, tempos depois, em 1908, em terras compradas dos herdeiros da pioneira Maria Chica pelo empreendedor Coronel Manuel Bento da Cruz, e, em terras doadas, em 1906, pelo fazendeiro Eduardo José de Castilho.

Eduardo Castilho doou, em 1906, para a formação do novo patrimônio, um lote de terras aos frades capuchinhos, e, ele e Manuel Bento da Cruz venderam as terras vizinhas ao novo patrimônio, para os pioneiros, fracionando-as em pequenos lotes de terras, os sítios.

Manuel Bento da Cruz adquiriu terras públicas, em leilão, e as registrou, em 1907, no cartório de notas de São José do Rio Preto, e rapidamente, as vendeu, em pequenos lotes aos pioneiros.

A colonização de Penápolis-SP, portanto, foi feita, como em todo o oeste paulista, de acordo com a Lei de Terras estadual paulista nº 323, de 1895, que só permitia a aquisição de terras devolutas, pertencentes ao governo do estado, em leilão (haste) público.

Uma família de brancos pioneiros em Penápolis-SP, membros da Família Monteiro de Araújo,  década de 30.

A Lei de Terras paulista, inspirada na lei de terras do Império do Brasil nº 601 de 1850, exigia também que, em breve, o seu comprador as revendesse em lotes que não podiam passar de 500 hectares em terras de cultura, 4.000 hectares em “campos de criar”, e 40 hectares nos lotes suburbanos.

Eram considerados suburbanos os lotes a menos de 12 quilômetros do centro da povoação, garantindo, assim, o acesso à terra aos pequenos proprietários.

Assim, para estimular a colonização da região, Manuel Bento da Cruz, Eduardo de Castilho e os capuchinhos fundaram o Patrimônio de Santa Cruz do Avanhandava, em 25 de outubro de 1908, esperando a próxima chegada dos trilhos da ferrovia da NOB. Esta data é oficialmente a data de fundação de Penápolis-SP.

Como marco deste acontecimento, os frades capuchinhos realizaram um primeira missa naquele dia e ergueram eles um cruzeiro em frente ao local onde, depois, se instalou, em 1923, o 1º Grupo Escolar de Penápolis-SP.

No lugar onde ficava o cruzeiro, há atualmente uma estátua de São Francisco.

Nos patrimônios e cidades daquela época se concentravam os estabelecimentos comerciais, porém a grande maioria da população vivia na zona rural.

Logo em seguida, em 2 de dezembro de 1908, chegou ao novo povoado, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, na época chamada “Estrada de Ferro Bauru – Itapura”, que impulsionou o povoamento da região. As estradas de ferro, naquela época, eram fundamentais para o transporte de grãos de café, a maior produção agrícola da época, para o porto de Santos.

A construção dos trilhos da Noroeste do Brasil prosseguiu, em terras pertencentes, na época, à Penápolis-SP, rumo ao rio Paraná, onde os trilhos chegaram em 1910, com um número de mortos, por malária e por índios, de 10.000 pessoas.

O primitivo traçado da NOB era o ramal Araçatuba- Lussanvira, a atual Pereira Barreto-SP, ramal este que margeava o Rio Tietê, sujeitando os trabalhadores da linha à malária (maleita, paludismo).

Nos registros do cemitério de Penápolis-SP, consta muitos  mortos por “paludismo”.

Em 17 de novembro de 1909, o patrimônio se torna um distrito de paz de São José do Rio Preto, com seu território se estendendo até próximo da foz do Rio Tietê, no Rio Paraná, divisando ali com o distrito de paz de Itapura-SP.

Em 22 de dezembro de 1913, Penápolis-SP torna-se um município.

Os pioneiros encontraram seus maiores obstáculos nos ataques dos índios e na malária, na época chamada de maleita e de impaludismo.

Os índios só foram finalmente pacificados, em 1912, com a ação do Coronel Cândido Rondon, que, por isto, é homenageado dando seu nome à SP-300 que é a principal rodovia que corta a região da Estrada de Ferro NOB (Bauru até a divisa com o Mato Grosso do Sul), atual Novoeste.

Um dos últimos grandes ataques de índios, se deu em julho de 1910, quando o agrimensor Christiano Olsen e sua equipe foram mortos e queimados, pelos índios caingangue, na fazenda Baguassu, próxima a atual, Araçatuba, região que, na época, pertencia a Penápolis-SP.

A pacificação dos índios realizada pelo Coronel Rondon foi decisiva para o povoamento da região, tanto que o preço do alqueire de terra subiu 1.000% de 1910 a 1914, passando de 13$000 réis a 100$000 réis, indicando um grande aumento da procura por terras após a pacificação. Em 1925, o alqueire de terra, próximo à área urbana de Penápolis-SP, já estava cotado a 1:000$000, ou seja, uma nova valorização de 1.000% em relação a 1914.

Em 1917 é inaugurada a iluminação pública por energia elétrica em Penápolis-SP.

O primeiro Grupo Escolar foi instalado em 1919, e, o primeiro Ginásio Estadual instalado em 1935.

Em 21 de janeiro de 1920 é criado, por decreto estadual, uma Caixa Econômica em Penápolis-SP, (o atual Banco Nossa Caixa).

Em 28 de abril de 1926, Penápolis-SP foi palco da maior tragédia da Imigração Japonesa no Brasil e de um dos mais bárbaros crimes da História do Brasil, quando o imigrante japonês Kadotá Massotoro decapitou, a golpes de machado:

– Sua esposa, a imigrante japonesa Fijosi (Tioc) Kadotá, 45 anos,

– Sua filha Shizue, de 18 anos, solteira,

– Seus 3 filhos menores: Masas (ou Massao) de 15  anos, João de 13 anos, e José de 11 anos de idade.

Foram sepultados, em 01 de maio de 1926, no Cemitério Municipal de Penápolis-SP.

No registro do Cemitério de Penápolis consta a esposa e filhos como sendo  naturais do Estado de São Paulo.

O Jornal da Capital FOLHA DA MANHÃ deu grande destaque ao caso com a antológica reportagem

“OS GRANDES DEGENERADOS”:

 
 

 

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Em abril de 1929, a região da NOB, recebeu a visita do presidente de São Paulo, o Dr. Júlio Prestes, o Seu Julinho, que comparou os pioneiros desbravadores da Noroeste do Brasil aos bandeirantes, desbravando terras e enfrentando perigos de todo tipo.

A situação da velha Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, que pertencia ao governo federal, melhorou muito, quando, em 1935, o Dr. Getúlio Vargas, iniciou o empedramento da linha férrea, eliminando-se as nuvens de poeira que penetrava nos vagões.

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Uma família de pioneiros em Penápolis – década de 1930 

Em 1940, o Doutor Getúlio concluiu a construção de uma “variante”, entre Araçatuba e Jupiá, afastando a estrada de ferro das margens do rio Tietê, e, portanto, da malária, também conhecida como impaludismo.

A cidade na década de 50

 

Agricultura

Propr. agríc. existentes – 1353

Propr. agríc. com menos de 20 alqueires – 872

Propr. agríc. de 20 a 50 alqueires – 304

Propr. agríc. de 50 a 100 alqueires – 83

Propr. agríc. de 100 a 200 alqueires – 62

Propr. agríc. de 200 a 500 alqueires – 28

Propr. agríc. de mais de 500 alqueires – 4

Variedade de culturas praticadas: algodão, café, milho, arroz, feijão, amendoim, mamona.

Valor global aproximado das propriedades agrícolas: Cr$ 120.320.330,00

Comércio

Número de firmas taxadas no Imposto de Indústrias e Profissões: 513

Relação das consideradas grandes firmas:

Secos e Molhados: Loja do Sol, Casa Michel, Casa União, Casa São João.

Ferragens: Loja do Sol, Casa Michel, Casa União, Casa São João.

Tecidos e armarinhos: Loja do Sol, Casa Michel, Casa União, Casa São João, Casa A Disposição, Casa Paulista, Casa Armênia, Casa das Américas, Casa Camargo, Casa Penapolense.

Calçados: Casa Paulista, Casa Armênia, Casa das Américas, Casa Camargo, Casa Penapolense, Loja Imperatriz.

Alfaiatarias: Alfaiataria Parra, Alfaiataria Sabino, Alfaiataria Zuza.

Material Elétrico: Casa Fonseca, Saieg & Cia.

Livrarias e Papelarias: Livraria Penapolense e Livraria Comercial.

Padaria e Confeitaria: Padaria Expressa, Padaria Vitória, Padaria Paulista, Padaria 9 de julho, Padaria Belém.

Móveis: Ao Progresso de Penápolis.

Indústria

Números de indústrias taxadas no Imposto de Indústrias e Profissões: 155.

Número de operários trabalhando nas indústrias: 624

Capital invertido na indústria no município: Cr$ 21.216.845,00

Relação das consideradas grandes indústrias:

Máquinas de Benefício de Café, Arroz, Algodão: Máquina de Lavoura, Algodoeira Noroeste S/A, Fazenda Cafeeira, Usina Bandeirante, Damião Martins, Máquina São João, Máquina Santo Antônio, Garcia Soares & Cia., Máquina Aguiar, Máquina Ypiranga, Irmãos Beber, Máquina Brasil, Máquina Santa Terezinha, Máquina São Paulo, Máquina Sta. Luzia.

Serrarias e Mercearias: Serraria Industrial, Serraria Floresta, Marcenaria Penápolis Progride, Mercenária São José, Serraria da Estação, Marcenaria Oficina Mecânica Industrial, Marcenaria V. Anselmo & Andaló.

Cerâmica e Tijolos: Cerâmica Bela Vista, H. de Aguiar & Cia.

Pastifício: Santa Rosa.

Curtume: Canta Galo.

Torrefação de Café: Torrefação Progresso.

Fábrica de Bebidas: Fábrica de Bebidas “Colares”, Fábrica de Bebidas Penapolense.

Fecularia: Fecularia Penapolense.

Fábrica de Ladrilhos: Fábrica de Ladrilhos Santa Luzia.

Usinas de Açúcar: Usina Campestre, Usina Santa Maria, Usina São José.

Bancos

Agências ou filiais de bancos do município: Banco Noroeste do Estado de São Paulo, Banco Comercial do Estado de São Paulo, Banco Brasileiro de Descontos S/A, Banco Bandeirante do Comércio S/A e Banco do Estado de São Paulo.

Caixa Econômica Estadual

Número de depositantes: 1365.

Montante dos depósitos: Cr$ 3.703.518,30.

Coletoria Estadual

Arrecadação em 1948: Cr$ 4.018.781,40.

Coletoria Federal

Arrecadação em 1948: Cr$ 2.218.040,90.

Total de arrecadação do Imposto de Renda: Cr$ 840.309,90.

Idem do Selo de Educação e Saúde: Cr$ 84.320,80

Correios e Telégrafos

Classe de agência: 2.ª

Montante da última arrecadação: Cr$ 463.966,70

Serviço de Reembolso Postal: Tem

Montante de arrecadação de taxas de Reembolso Postal: Cr$ 314.334,20

Outras agências postais existentes no município: Agência Postal de 4ª Classe no Distrito de Alto Alegre.

Estradas de Ferro

Estradas de ferro que servem o município: Estrada de Ferro Noroeste do Brasil.

Distância entre o município e a capital: 622 quilômetros.

Tempo médio de viagem: 13,30 horas.

Custo de passagens entre a capital e o município: 1.ª classe, singela: Cr$ 187,00; ida e volta: Cr$ 300,20. 2.ª classe, singela: Cr$ 80,20; ida e volta: Cr$ 148,80.

Números de trens diários entre o município e a capital: 2.

Estradas de Rodagem

Estradas estaduais que cortam o município: Bauru a Jupiá e Rio Preto a Presidente Prudente.

Distância entre o município e a capital: 440 quilômetros.

Tempo médio de viagem: 9 horas.

Estradas municipais que cortam o município: Penápolis a Avanhandava, a Glicério, a Salto do Avanhandava, a Alto Alegre, a Paraguai, a Lusitana, a Rio Feio, a Rio Tietê, a Campo Grande e a Matão.

Transportes rodoviários: Empresas de ônibus existentes com sede no município: 5. Empresa Martins, servindo a linha Ribeirão Grande-Penápolis. Empresa Garcia, servindo a linha Matão-Penápolis. Empresa Álvares, servindo as linhas Bairro Watanabe-Penápolis e Nakamura-Penápolis. Empresa Pinheiro, servindo a linha Penápolis-Águas. Empresa Tonello, servindo as linhas Penápolis-Brauna, Brauna Penápolis, Penápolis-Araçatuba, Araçatuba Penápolis. Com sede em outros municípios: 5. Empresa Bandeirante, com sede em Catanduva, servindo as linhas Rio Preto-Penápolis, Catanduva-Penápolis e Penápolis-Tupã. Empresa Vanuque, com sede em Guararapes, servindo Guararapes-Penápolis. Empresa Romero, com sede em Tupã, servindo as linas Tupã-Penápolis e Penápolis-Rio Preto. Empresa Romeiro, com sede em Glicério, servindo a linha Lusiânia-Penápolis. Empresa Reunida Paulista Ltda., servindo a linha Araçatuva-Bauru. Auto-lotações existentes: Auto Expresso Mercúrio, servindo a linha Penápolis-Bauru.

Aviação

Localização do campo de pouso: A 1 quilômetro do centro da cidade.

Número de pistas: 4, sendo 1 de 1.920 metros; 1 de 1.290 metros, 1 de 1.100 metros e 1 de 960 metros.

Capacidade das pistas e tipo: Para aviões comerciais, sendo as pistas de terra e grama.

Aero Clube: Tem.

Número de aviões de treinamento: 1 HL6 e 2 piper.

Aviões de treinamento avançado: 1 HL6

Pilotos já brevetados: 54.

Orçamento Municipal

Orçamento Municipal para 1949: Cr$ 2.150.000,00.

Arrecadação em 1948: Cr$ 1.988.785,30.

Despesa em 1948: Cr$ 2.097.203,10.

Informações Político-Administrativas

Atual prefeito municipal: Dr. Ênio Soliani

Vereadores municipais: Antônio Pagnoca, Luís Rodrigues Mansano, Valdomiro Jorge de Mendonça, Gualter Monteiro, André Soler Torres, Sílvio Macedo, José da Silva Pereira Filho, Ernesto Cagliari, Cornélio Brinholi, Alípio do V. Pires, José Paro, Fernando Arruda Campos, Augusto Pereira de Morais, José Xavier de Oliveira, Vitório Filipin, Chauki Rahal, Nagib Sabino, Mário Waldemarin e José Santaela Olivença.

Realizações da atual administração: Instalação da rede de esgoto em toda a cidade, criação de uma Agência de Banco do Estado S/A, aquisição de três caminhões, inclusive um caminhão irrigador e uma possante moto-niveladora Kater-Pila, calçamento do pátio da Estação, ajardinamento da Praça do Fórum, criação de mais de 10 escolas municipais, rurais, captação de água para irrigação das ruas, serviço permanente de colocação de guias e sargetas nas vias públicas, remodelação completa das estradas municipais e apedregulhamento, construção de inúmeras pontes e mata-burros, construção de um ossário e reforma do Cemitério, prosseguimento das obras do Estádio Municipal, serviço permanente de extinção aos formigueiros, início da pavimentação das vias públicas e obras no novo matadouro municipal.

Número de eleitores qualificados: 9.558

Zona eleitoral: 87a

Seções eleitorais: 19

Número de eleitores que compareceram ao último pleito: 3.694

Educação

Escolas secundárias: Colégio Estadual de Penápolis, Educandário Coração de Maria e Escola Técnica de Comércio São Francisco.

Escolas primárias: grupos escolares: 5, sendo 2 na sede; particulares: 1; número de alunos matriculados: 1.513

Escolas urbanas: 5

Escolas isoladas: 48, sendo 15 municipais e 33 estaduais.

Número de crianças em idade escolar afastadas das escolas: 380.

Alfabetização de adultos: número de cursos: 18, sendo 5 na sede e 13 na zona rural; matriculados: 372.

Associações Esportivas: Esporte Club Corintians, Clube Atlético Penapolense, Sociedade Esportiva de Pesca Salto do Avanhandava.

Associações Recreativas: Esporte Club Corintians e Clube Atlético Penapolense, Club Penapolense.

Associações Profissionais: Sindicato dos Empregados do Comércio Varegista de Penápolis.

Saúde

Hospitais existentes no município: Santa Casa de Misericórdia, mantida por instituições beneficentes.

Subvenções que recebem: Federal: Cr$ 46.468,20. Estadual: Cr$ 10.000,00. Municipal: Cr$ 16.000,00.

Serviços de Saúde: Mantidos pelo Estado: Posto de Assistência Médico-Sanitária e Sub-Posto de Profilaxia da Malária.

Montante da arrecadação de selo de educação e saúde no último exercício: Cr$ 84.320,80.

Verbas federais aplicadas nesse setor no último exercício: Cr$ 46.468,20.

Informações Urbanas

Números de prédios existentes: 1.926

Edifícios públicos: Fórum, Prefeitura Municipal, Coletoria Federal, Igreja Matriz, Agência Municipal de Estatística, Cine São Benedito, Centro de Puericultura, Santa Casa de Misericórdia, Posto de Assistência Médico-Sanitária, Sub-Posto de Profilaxia da Malária, Agência Postal de Penápolis, Delegacia de Polícia, Grupos Escolares, Colégio Estadual de Penápolis.

Número de ruas: 26.

Número de jardins: 2.

Atrações turísticas: Salto do Avanhandava, no município de Avanhandava.

Hotéis: Grande Hotel Soares, São Francisco, da Estação, Noroeste, dos Viajantes, Brasil, São Paulo, Avenida, Líder, Pensão Santo Antônio, Pensão Bandeirantes.

Imprensa: “A Comarca de Penápolis”, semanário fundado em 7 de setembro de 1937. Diretor: Raul Cosasco. “O Mercúrio”, fundado em 7 de setembro de 1947. Diretor: Antônio Sanches.

Veículos licenciados: a motor: 310; tração animal: 403.

Monumentos: Herma Dr. Carlos Sampaio Filho.

Serviços Públicos

Abastecimento de água: Serviço da Prefeitura Municipal, ligado a 1.129 residências.

Rede de esgotos: Pertence a Prefeitura Municipal, ligado a 242 residências.

Iluminação: A cargo da Cia. Paulista de Força e Luz.

Energia Elétrica: Fornecida pela mesma Companhia, ao preço de Cr$ 0.72 o quilowatt.

Telefones: Serviço da Cia. Telefônica Brasileira, com 269 telefones ligados.

Matadouro Municipal: Reses abatidas em 1948: bois: 198; vacas: 2.226; porcos: 854.

Cemitérios: Cemitério Municipal da sede.

Bibliotecas: Colégio Estadual de Penápolis, Coração de Maria, Infantil, Dona Eugênia Roxo, Esporte Clube Corintians.

Guarda noturna: Mantida pela população e sob a orientação da polícia local.

Informações Religiosas

Organização da Igreja Católica: Paróquia de São Francisco de Assis, com 1 Igreja Matriz, 16 capelas na sede e 5 capelas no Distrito de Alto Alegre.

Obras assistenciais mantidas pela Igreja Católica: Asilo São Vicente de Paula.

Organização da Igreja Protestante: Igreja Metodista do Brasil, Igreja Evangélica Batista de Alto Alegre.

Organização dos Centros Espíritas: Centro Espírita Mariano Dias e Centro Espírita Discípulos de Jesus.

Informações diversas

Médicos: Drs. Fausto Di Giacomo, René Adolfo Fink, Waldemar Adas, Delfo de Cunto, Alcir Alves Leite.

Engenheiros: Drs. Péricles J. Dinis, Osvaldo da Silva Miranda. Contrutores: Américo Anselmo e José Fernandes.

Dentistas: Drs. Anacir Espindola Faria, Gualter Monteiro, Jacinto Sampaio, João Batista A. de Almeida, José Carlos Pereira, Sebastião Dias Correia, Raimundo R. Origuela.

Farmácias: Líder, São Bento, Paraguai, Esperança, Santa Maria, Penápolis, Ferraz, São José, Santo Antônio, Monteiro, Spínola.

Laboratório de Análises: Tem.

Instalações de Raios X: Tem.

Cinemas: Cine São Benedito, com capacidade para 500 pessoas.

Conjuntos orquestrais: Jazz Sabino e Jazz Corintians.

Grupo de amadores teatrais: Grupo Paulo Setubal.

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