Família Alves Abreu de Guimarães Portugal, Família Alves Ferreira – Família Gomes Moreira em Franca-SP e Batatais-SP – Família do marido da Madrinha da Serra – e os MOREIRA DE MEIRELES

COMPRE DIRETAMENTE COM A AUTORA, O MARAVILHOSO LIVRO DA FAMÍLIA MEIRELLES.

LAÇOS DE FAMíLIA.

pelo email:

icmvillela@gmail.com

Genealogia é em:

http://tombo.pt/

e:

https://familysearch.org/search 

Helena Moreira- obito em 08.12.1700 -esposa de Domingos do Couto-pais de Ana Moreira

Domingos do Couto – obito em 13.07.1696 – marido de Helena Moreira – pais de Ana Moreira

Domingos do Couto e Helena Moreira – casamento em 09.02.1643 – avos maternos de Manoel Moreira de Meirelles marido de Jozepha Rodrigues da Assumpcao (3)

Helena Moreira- nascimento em 20.10.1616- avo materna de Manoel Moreira de Meirelles

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

NÓS, os MONTEIRO DE ARAÚJO-NUNES DE SOUZA, netos da MADRINHA DA SERRA, também temos avós importantíssimos, e, heroicos por parte do marido da MADRINHA DA SERRA, nosso amado avô ANTÔNIO ALVES FERREIRA, que morreu jovem.

ANTÔNIO ALVES FERREIRA  é filho de ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES, grande pioneiro, e, desbravador de Franca-SP, e, de JOSEFA GOMES MOREIRA, que é dos importantíssimos MOREIRA DE MEIRELES, senhores de feudos e de castelos em Portugal (a terrinha)., e do vereador  em OURO PRETO-MG, Manuel Moreira de Meirelles.

Manuel Moreira de Mereilles, c/c Josefa Rodrigues da Assunção, é o pai de:

Violante Moreira de Assunção, c/c Manuel Gomes Ferreira, é a mãe de:

Josefa Gomes de Assunção, c/c ANTONIO ALVES DE GUIMARÃES, é a mãe de:

Antônio Alves Ferreira que é o marido da MADRINHA DA SERRA.

Batismo de Angélica, óbito de Violante que provam nossa descendência:

batismo de angela neta da joseja roiz

obito violante um testamento

testamento violante dois

testamento violante treis

testamento violante quatro

testamento violante cinco

CASAMENTO DE MANOEL (manuel) MOREIRA DE MEIRELLES e JOSEFA RODRIGUES DE ASSUNÇÃO que aqui não foi assentada o seu Rodrigues; Nem dá de que freguesia do RJ veio a vovó.  Eles são filhos legítimos de Antonio Lopes e Maria Moreira (donde vem o Moreira da Violente) e de Manuel Rodrigues e Joana de Souza.

“Aos onze de Novembro de mil e setecentos e vinte e seus annos as onze horas da manhã na Capella de N.Sra do Pillar do Ouro Preto feitas as denunciaçoens na forma do Sagrado Consilio Tridentino nesta Matriz de S. Anto da itatiaya donde os contrahentes são moradores e assistentes, tendo setença de dispensação, pelo Ilustrissimo Sr. D. Fr. Anto de Guadalupe, no impedimento de parentesco Spiritual q, lhe e como consta da Provizão q, fica em meu poder e setença q, me apresentarão em presença de mim Clemente Nogueyra da Silva Vigario desta Matriz e sendo presentes por testemunhas Miguel Barbosa Sotto Mayor e João Antunes Penna, pessoas bem conhecidas achandosse presentes o R. Pe  Valentim Soares do Coutto e o Gerardo Roiz Roza, se cazarão em face de Igreja solemnmte por palavras Manoel Moreira de Meyreles fo Legitimo de Anto Lopes e Anna Moreyra natural da frega de N.Sra digo de Sta Ma de Perosello e morador nesta frega de S.Anto da itatiaya com Josepha da assumpção fa legta de Mel Roiz e Jonna de Souza Ma do Rio de Janro, e moradora nesta frega e logo lhe dey as bencoens conforme os Ritos da Sta Madre Igreja, do q, tudo fis este assento assigney.O Vigro Clemte Nogra Sylva. Miguel Barboza Sotto Mayor. Valentim Soares do Coutto. João Antes”.

Aqui,  D´Allincourt fala do vovô Antônio Alves de Guimarães, de Franca-SP e de Batatais-SP,

Depois de uma descida fácil chega-se ao morador dos Batatais. Este lugar é muito alegre, seu dono, Manuel Bernardo do Nascimento, ajudado de seus filhos, desenvolve a maior atividade na lavoura; faz muito bom negócio em gado vacum, e em queijos. Afastados do caminho há, nestes lugares, muitos vizinhos, mais ou menos distantes uns dos outros, que possuem grande quantidade de gado. Deste sítio segue a estrada ao noroeste, e deixado à esquerda o caminho para a freguesia do Senhor Bom Jesus da Cana Verde, vai-se passar, ao mesmo lado da estrada, por uma ponte de pau, o ribeirão da Paciência, para chegar ao pouso do mesmo nome. O morador da Paciência vive a duas léguas dos Batatais, e quatro do Cervo; a estrada segue, neste lugar, ao nordeste, inclinava depois ao nor-nordeste, e, passado um ribeiro, volta ao noroeste. Largas campinas, batizadas de pequenos bosques, se avistam, até que na proximidade do rio Sapucaí, o terreno torna-se irregular, e o caminho, com algumas ladeiras, vai fechar nas margens daquele rio, que são cobertas de arvoredo; o rio atravessa-se por uma ponte de madeira, e no tempo da seca dá excelente vau; dista da Paciência légua e meia, nasce na serra de Muguaçu e vai confluir no Pardo: deixa-se depois o ribeiro do Patrocínio, que vem correndo de leste por cima de Lajes; o caminho vai ao nor-noroeste, e a quatro léguas, e um quarto distante da Paciência está o morador de Santa Bárbara, à direita; passa-se logo, por uma ponte estreita de madeira, o grande ribeirão do mesmo nome, que corre ao noroeste, por um leito formado de grossas pedras; e aqui há uma cachoeira. Deste sítio a Franca contam-se três léguas, e três quartos; larga-se adiante, à esquerda, a estrada geral, para 48 Luís d’Alincourt tomar-se, à direita, para a Fazenda das Macaúbas, junto à qual se passa o ribeiro Sapucaí. O dono desta fazenda, natural de Guimarães, conta oitenta e quatro anos, em muito bom estado de saúde, e robustez, faz o seu maior negócio em gado. Além deste sítio, entra-se um pouco adiante, na estrada geral, que vai ao nor-noroeste; o terreno continua a ser agradável, ornado de capões, e capoeiras; passam-se três ribeiros até chegar-se ao arraial da Franca. O arraial da Franca está na latitude austral de 20º 28’, e longitude 47º 26’ de Greenwich, foi fundado há treze para quatorze anos, por Hipólito Antônio Pinheiro, capitão do Distrito, e natural da Comarca de S. João d’el-Rei, Província de Minas Gerais; é ele o mais opulento do lugar, e sete léguas arredado, possui uma grande fazenda: antes desta fundação eram estes terrenos demasiadamente infestados pelos selvagens. Deu-se a este arraial o nome de Franca, por virem a ele estabelecer-se toda a qualidade de pessoas de diversos lugares; todavia a maior parte delas veio de Minas Gerais: a fama deste lugar é muito má, por causa dos facinorosos, que, em grande número, o habitam; e decerto a conservará enquanto ali se não estabelecerem as autoridades, que mantenham as leis do soberano, e a Justiça. Este povo existe como os da primitiva: o mais astuto, e valente, ou para dizer melhor, o de pior coração dá a lei, os outros tremem e cegamente obedecem; e, como a Justiça está muito longe, nada receiam. Houve ali um malvado, que fez quatorze mortes, e se recreava com a narração delas; porém, graças às diligências do Exmoº D. Manuel de Portugal e Castro, capitão-general de Minas, que fizeram acabar com tal monstro, que se tinha refugiado neste arraial, onde ainda existe um delinqüente de sete mortes, e vários outros de menor número (confissão dos mesmos povos). Não trato da qualidade de mortes, das traições, e de muitos pais roubados a seus filhos; pois são tão diferentes os casos, que seria necessário descrevê- los muito por miúdo; finalmente pela mais leve causa não há escrúpulo em tirar a vida. Os habitantes deste lugar são industriosos, e trabalhadores; fazem diversos tecidos de algodão; boas toalhas, colchas e cobertores; fabricam pano azul de lã muito sofrível; chapéus, alguma pólvora; e até já Memória sobre a viagem do porto de Santos à cidade de Cuiabá 49 têm feito espingardas; a sua principal exportação consta de gado vacum, porcos, e algodão, que levam a Minas: plantam milho, feijão, e outros legumes para consumo do país. O arraial está bem arruado, porém a maior parte das ruas é ainda mui pouca povoada, só o largo da matriz está mais guarnecido de casas, que são construídas de pau a prumo, com travessões, e ripas, cheios os vãos de barro, e as paredes rebocadas com areia fina, misturada com bosta, geralmente são pequenas, e a maior parte delas cobertas de palha.34 Tem a Franca duas igrejas: a de N. Senhora do Rosário, pequena, e baixa, foi a primeira, que se fundou; e a matriz de N. Senhora da Conceição está quase acabada, e é um lindo templo. Esta freguesia chega a três mil almas de confissão; e a meu ver deveria entrar o arraial no número das vilas, para melhor governo, ordem e polícia de seu povo, que tendo em meio de si as autoridades de Justiça, não haverá ali tantos crimes. É dos mais lindos, e desafogados locais, que tenho encontrado; um comprido campo se estende de norte ao sul, e suavemente vai declinando até aos ribeiros, que o limitam a leste, e oeste, os quais reunindo-se ao sul, formam um só ribeirão; assim fica representando uma península este terreno: que é mais elevado; mais ventilado, e inteiramente plano ao norte da matriz: para oeste, contíguo ao arraial, vai ele abrindo-se em duas ribanceiras, formadas pelas chuvas, que destruirão bem depressa esta parte, se lhe não derem remédio pronto. O ribeiro d’oeste, que tem o nome de Itambé, forma um salto de seis, ou sete braças de alto, logo abaixo da boca da ribanceira; o de leste denominase do Vigário, porque este habita na sua vizinhança em uma excelente casa. Além dos ribeiros eleva-se o terreno em doce ladeira, e, a poucas léguas de distância há um olho-d’água, que se conserva quente em todo o tempo. 34 Hoje são raras as que existem cobertas de palha, e há boas propriedades; desde o ano de 1818, em que estive nesse arraial, até o princípio deste de 1823, que por ali tornei a passar, tem-se aumentado o número de fogos consideravelmente, não só dentro do lugar, como fora junto dos ribeirões, por onde há sítios mui aprazíveis; igualmente há crescido o comércio, e agricultura, e ali concorrem da Farinha Podre, e outras partes a buscar sal, e mais alguns gêneros. 50 Luís d’Alincourt Partindo da Franca dirige-se a estrada a oés-noroeste; depois a oeste; o terreno vai oferecendo a mesma perspectiva agradável que o antecedente, passam-se quatro ribeiros, o primeiro dos quais tem uma cachoeira à vista do caminho, e vai correndo por cima de lajes; finalmente principia-se a descer, até que se chega ao pouso, e fazenda do Machado,35 duas léguas e meia da Franca; o morador fica à direita, e cercado de montes e vales; as águas são boas e abundantes, e junto à casa corre um claro ribeiro. Contin

Antonio Lopes- nascimento em 17.10.1655 – Pai de Manoel Moreira de Meirelles

Antonio Lopes e Anna Moreira – casamento em 17.08.1676 – pais de Manoel Moreira de Meirelles

Anna Moreira- obito em 03.04.1733- mae de Manoel Moreira de Meirelles

Anna Moreira- nascimento em 12.03.1646- mae de Manoel Moreira de Meirelles

Antonio Lopes- obito em 30.09.1733- pai de Manoel Moreira de Meirelles

Abaixo,  transcrevi, toda uma conversa, no GeneaCom, sobre nós MOREIRA DE MEIRELES na Freguesia de Perozello.

Casamento dos pais do Manuel Moreira de Meireles:

casamento-antonio-lope

Ascendentes de Manoel Moreira de Meireles

 Todos os antepassados do Meireles estão online.

http://origem.biz/ver_cadastro1.asp?id=5535

Manuel Moreira de Meireles sites e antepassados

e, neste PDF:

Antepassados de manuel moreira de meireles

Perozelo ou Peroselo1 é uma freguesia portuguesa do concelho de Penafiel, com 4,92 km² de área e 1 346 habitantes (2011). Densidade: 273,6 hab/km².

http://www.cm-penafiel.pt/NR/rdonlyres/220739F9-FF8C-4BCB-9F22-CE7E53F6E8E2/49886/Inventario_Morgado_Aveleda1.pdf

VEJA QUE MARAVILHA é a NOSSA TERRINHA: Perozelo – Santa Maria do Perozello ( Peroselo para quem escreve com S).

http://www.cm-penafiel.pt/VSD/Penafiel/vPT/Publica/JuntasFreguesia/peroselo/conhecaperoselo/

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Conheça Peroselo


História

A freguesia de Perozelo é de grande antiguidade. É documentada desde o século X, tendo sido povoada em tempos pré-históricos, como o comprovam algumas sepulturas encontradas perto da Capela de Santa Catarina, e as pinturas rupestres existentes num penedo da Tapada das Eiras.

Monumentos

• Capela de Santa Catarina
• Templo da Nossa Senhora da Conceição
• Igreja Matriz

Outros Locais de Interesse

• Sepulturas Medievais
• Casa da quinta-feira Casa das Eiras
• Casa das Pegas
• Casa do Celeiro

Tradições

• Festas e Romarias: Nossa Senhora da Visitação (primeiro Domingo de Julho); Nossa Senhora da Conceição (8 de Dezembro); Santíssimo Sacramento (primeiro Domingo de Agosto); Santa Catarina (21de Dezembro).

http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/10672.pdf

Ajude nos a pesquisar, nesta página, nossos antepassados em Perozelo:

http://tombo.pt/f/pnf25

 Peroselo, Freguesia de grande antiguidade, é documentada desde o Séc. X, tendo sido povoada em tempos pré-históricos, como o atestam algumas sepulturas encontradas perto da Capela de Santa Catarina, e as pinturas rupestres feitas num penedo na Tapada das Eiras, estando estas classificadas como sendo Património de Interesse Público.

pero um pero dois

Na documentação escrita os testemunhos da sua existência são vários. Assim as Memórias do Mosteiro de Paço de Sousa, (1130), as Inquirições de 1258, as Inquirições de 1308, o Arrolamento das Paróquias de 1320, a Chancelaria de D. Afonso IV (1342), a Chancelaria de D. João I (1419), o Cadastro da População do Reino (1527) e o Censual da Mitra do Porto (1542) atestam a sua existência desde longa data.

Peroselo foi uma Vigairaria de apresentação dos Brandões da Casa de Coreixas, em Irivo.

É delimitada pelas Freguesias de Rans, Oldrões, Cabeça Santa, Rio de Moinhos, Boelhe, Luzim e Duas Igrejas, e está situada na bacia das ribeiras das Cambas e das Lages.

A grande maioria da sua população activa, dedica-se à exploração de granitos, trabalho que chega para empregar tanto os seus habitantes, como os das Freguesias vizinhas.

De património religioso edificado, podemos admirar em Peroselo a Capela de Santa Catarina, restaurada recentemente, assim como o quinhentista templo dedicado a Nossa Senhora da Conceição e a Igreja Matriz.

Do restante património, destacam-se as sepulturas medievais, a Casa da Quinta, a Casa das Eiras, a Casa de Pegas e a Casa do Celeiro.

As suas festividades, são quatro, sendo a de Nossa Senhora da Visitação no primeiro Domingo de Julho, a de Nossa Senhora da Conceição a 8 de Dezembro, a do Santíssimo Sacramento no primeiro Domingo de Agosto e a de Santa Catarina a 21 de Dezembro.

Em tempos idos, também a sua feira quinzenal, a 14 e 28 de cada mês, animava o quotidiano da população.

   

História administrativa/biográfica/familiar
É a mesma Santa Maria do Perozelo do tempo do vovô.

A Freguesia de Nossa Senhora da Visitação de Perozelo era vigararia da apresentação dos Brandões da Casa de Coreixas, no antigo concelho de Penafiel de Sousa; mais tarde passou a reitoria. Pertenceu ao extinto bispado de Penafiel. Arcediagado de Penafiel (século XII). Comarca eclesiástica de Penafiel – 3º distrito (1856; 1907). Segunda vigararia de Penafiel (1916; 1970).

Localidade

Perozelo – Penafiel

Estatuto legal

A comunicabilidade dos documentos, está sujeita à legislação que rege o regime geral dos arquivos e do património arquivístico (Decreto-Lei nº 16/93, de 23 de Janeiro) e a legislação mais específica de acordo com os casos

ANTÔNIO ALVES DE GUIMARÃES:

Temos orgulho de ser descendente de Antônio Alves de Guimarães, pai de Joana Gomes Moreira que se casou com o patriarca dos Faleiros de Franca-SP, JOSÉ JUSTINO FALEIROS. que em 10 de fevereiro de 2017 faz 200 anos de seu casamento. Ver sobre FAleiros no site http://www.capitaodomingos.com

Antônio Alves Guimarães é sogro da Madrinha da Serra. Seu filho Antônio Alves Ferreira casou-se com a Madrinha da Serra  a qual este site se dedica.

Leia:

http://www.madrinhadaserra.com

Temos orgulho da Rainha Maria II que elevou Guimarães à Cidade.

Temos orgulho dos forais de Guimarães, primeira capital de Portugal berço da nacionalidade.

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Antônio Alves de Guimarães nascido em batizado na Freguesia de São Martinho de Candoso, termo da Cidade de Guimarães, em Portugal:  ]A Igreja em que ele foi batizado é milenar.

Seu sobrenome, (apelido), é Guimarães porque veio da primeira capital de Portugal: A Cidade de Guimarães, na época dele, 1730, Guimarães ainda era Vila.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Matriz_de_S%C3%A3o_Martinho_de_Candoso

Foi deste lugar lindo que o Antônio Alves de Guimarães saiu para viver no mato, no fim de mundo, para construir o Brasil:

guimares para genealogia

Cidade de Guimarães, Portugal

=

NOTA: Este texto abaixo mistura vários homônimos.  Eu tenho mais dados sobre eles, seus antepassados.

Aguardem, vou postar em breve.

Texto abaixo adaptado do texto abaixo; modelo de texto sem vida e sem sentimentos, e de como não escrever Genealogia, o qual texto, porém, trás algumas informações, as quais corrigimos.

“OS ALVES FERREIRA EM FRANCA, escrito por  João Bekman Alves,  especialista em História do Brasil pela UFES.

Email: joaobekman@hotmail.com

Origens:

Era costume dos imigrantes portugueses, já estabelecidos no Brasil, promoverem a vinda dos parentes que permaneceram na metrópole, principalmente durante o Ciclo do Ouro nas Minas Gerais, no Brasil, no século 18.

Os Alves Ferreira são originários do termo da Vila de Guimarães (SÓ ANTONIO ALVES DE GUIMARAES que é de lá, mais exatamente da Freguesia de São Martinho do Candoso), considerada o berço da nação portuguesa.

Manuel Moreira de Meirelles, cavaleiro da ordem de Cristo, imigrou para o Brasil, no início da mineração em Minas Gerais; Foi vereador, o mais velho, da Câmara de Vila Rica, na legislatura de 1732; Eram 3 vereadores, mais velho, vereador, e vereador mais novo; Eles que governavam; não tinha prefeito.

Manuel Moreira de Meirelles casou-se, 1723, com Josepha Rodrigues d’Assumpção, e, faleceu na Fazenda Cachoeira de Santana, da Freguesia de Santo Antônio da Itatiaia, do Termo da Vila de Ouro Branco-MG, após 1759, quando obteve sesmaria de terras.

Josepha Rodrigues d’Assumpção nasceu na Ilha de Paquetá pertencente, ora a Magé-RJ, ora a São Gonçalo-RJ, em 1699 ou 1700. Procurar banhos na Cúria do Rio de Janeiro. Livros desta época, de Igreja, segundo sei, não existem mais, em Magé-RJ.

Casaram-se, em 1723, em uma capela da Matriz do Pilar do Ouro-Preto-MG;  Procurar livros do Pilar que jamais soube deles.”

“No Banho, Processo de Casamento, diz que ele teve filho com escrava, e, ela foi madrinha e tem mais coisas que eu não consegui ler.”

Violante Moreira d’Assumpção, (nome comum entre cristãos-novos), uma de suas filhas casou com o Furriel Manuel Gomes Ferreira, natural da Freguesia de São Pedro de Alvite, Concelho de Cabeceiras de Bastos, Comarca de Guimarães, Portugal

Tiveram nove filhos, entre eles Josepha Gomes Moreira, que se casou na Igreja Matriz de Itaverava-MG, com Antônio Alves de Guimarães, da Freguesia de São Martinho de Candoso, Termo de Guimarães, que passou para o Brasil em companhia de seu irmão Domingos Alves de Guimarães (SERÁ IRMÃO MESMO?) na segunda metade do século XVIII.

Nos inventários de Manuel Gomes Ferreira e de Violante Moreira d’Assumpção, conservados no Arquivo do Museu Regional de São João Del Rei, do IPHAN, encontramos na relação de bens, uma fazenda com casa assobradada, grande quantidade de escravos, animais de carga e ouro, inclusive uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, em ouro, com brincos de azeviche.

Essa mesma imagem consta dos bens arrolados no inventário de Antônio Alves Guimarães e Josepha Gomes Moreira, conservados no Arquivo Municipal Capitão Hipólito Antônio Pinheiro de Franca. Então, reparem que este Gomes, vem da Benta Gomes, sua avó.

Será que a cidade se chama Nossa Senhora da Conceição da Franca por causa desta imagem? E onde está ela agora, Com qual herdeiro? Para quem ficou, no inventário? É a da Matriz de Franca?

Nas vésperas da Inconfidência Mineira, o Ciclo do Ouro entrava em decadência, e os irmãos Alves Guimarães, com família e escravos, deixavam as regiões auríferas em direção ao oeste, em uma leva enorme de gente saída da região de Conselheiro Lafaiete-MG, procurando terras férteis; chegaram ao Arraial de Nossa Senhora do Livramento do Piumhy.

Os primeiros filhos de Antônio Alves de Guimarães nasceram em Itaverav-MGa, os outros em Piui-MG; os mais novos em Franca-SP. Porque tanta gente veio de Itaverava-MG, Conselheiro Lafaiete-MG juntos para Piui-MG, e, ficaram tão poucos anos em Piui?, por volta de 1800 e rumaram todos para Franca-SP?

Domingos Alves de Guimarães se estabeleceu aí com a família, onde deixou vasta descendência. Os INVENTÁRIOS DE PIUI FORAM QUEIMADOS pelo juiz. Outra versão dá conta que alguns processos sobreviveram e foram distribuidos para historiadores, como o do crime bárbaro da morte do padre de Piui. É provável que nós jamais saibamos deste irmão. Exceto se acharmos nos preservados livros da Matriz de Piui-MG.

Antônio e Josepha viveram ali por alguns anos onde tiveram mais filhos e os primeiros netos. Viveram, por volta de 1797 a 1802, mais ou menos, em Piui-MG.

 

O Sertão do Rio Pardo

Ao longo da Picada de Goiás, aberta pelos bandeirantes, estabeleceram-se os primeiros pousos no Sertão do Rio Pardo, hoje região de Franca-SP.

No início do século XIX, os entrantes mineiros, liderados pelo Capitão-mor Hipólito Antônio Pinheiro, ocupam as matas, os rios e as serras do sertão, até então infestado pelos índios caiapós.

Antônio Álvares Guimarães recebeu uma sesmaria de três léguas de terras “na Paragem Macahúbas confrontando com o espigão que principia a freguesia”; É perto do Rio Sapucaí.

Seu filho, Antônio Alves Ferreira em sociedade com José Lourenço de Paiva, tio do Padre Joaquim Martins Rodrigues, receberam também três léguas de terras na Fazenda da Prata anexas à sesmaria de Helena Maria Martins, seu filho Joaquim Ribeiro Guimarães e sua filho Ana Esméria  “acompanhando o Ribeirão Batataes rumo para o Rio Pardo”. ESSE PADRE É PARENTE? IRMÃO DE HELENA MARIA MARTINS (ELA É A MAE DA MADRINHA DA SERRA). Ou seja, Antônio Alves Ferreira conseguiu terras ao lado das terras da mãe da MADRINHA DA SERRA, a  Helena Maria Martins. Estas sesmarias estão na beira da Rodovia que vai de Batatais-SP para Altinópolis-SP.

No dia 03 de dezembro de 1805, o Padre Joaquim Martins Rodrigues, cumprindo a Provisão de 29 de agosto do mesmo ano, do Bispo de São Paulo Dom Matheus de Abreu Pereira, que criou a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Franca, benzeu o local do cemitério, e no “lugar vizinho mandou erigir uma casa de orações com a possível decência para a celebração do Santo Sacrifício da Missa”, estando presentes ao ato os doadores do patrimônio Vicente Ferreira Antunes e Antônio Antunes de Almeida; ocasião em que foi batizado pelo padre Claudio José da Cunha, o filho de Antônio e Josepha: Joaquim. Verificar isto. Sabemos que no primeiro acento dos livros de Franca-SP, aparece o Antônio Alves de Guimarães.

A família, além do casal, era constituída dos seguintes membros: Ana que se casou com Jacintho Antônio Felizardo, ainda em Piumhy; Maria com Alexandre Pereira da Silva; Antônia com Joaquim Ribeiro Guimarães, irmão da Madrinha da Serra; Francisca com Ignácio de Freitas Silveira; Josepha com Antônio Joaquim da Silva; Joana com José Justino Faleiros, estas  casaram-se na Freguesia da Franca, todas assinavam Gomes d’Assumpção;

Os filhos eram: Antônio Alves Ferreira que se casou na Freguesia de Bom Jesus da Cana Verde, (Batatais-SP), com Joaquina Custódia da Conceição (A Madrinha da Serra, de Patrocínio Paulista) , Manuel Alves Ferreira casado com Ignácia Francisca de Jesus, residentes no termo de Mogi Mirim.

Os escravos que carregavam a Madrinha da Serra no andor eram:

E O AUTOR  Beckman AINDA DIZ QUE TÍNHAMOS DEZENAS DE ESCRAVOS…

Manuel, 30, preto

João, 31, preto

Simão, 25, pardo

Fortunato, 23, preto

Camilo, 22, pardo

Timóteo, 15, preto

==

E tinha ainda Domingos, 61 Preto,

Madalena, 51, preta

e Miguel, 17, pardo, paralítico.

1° Ofício de Franca-SP – Divisão da Fazenda da Serra – Processo que hoje está no Arquivo Municipal de Franca-SP; feito em 1881, Caixa 0357 . divisas folha 28 verso e 31.

TUDO POR 31 CONTOS DE REIS para ser divido em 43 netos herdeiros

Folha 30 – 28 quilometros de circunferência.

primeiro terreno – 17km, 540m de circunferencia.

segundo terreno 2840 m de circunferencia.

terceiro terreno 4840m de circunferencia.

quarto terreno 3300m de circunferencia.

Quanto dá isto em km2 e em alqueires para dividir por 43 netos?

arredondando.

Primeiro quadrado de 16km2  = 4km x 4 x 4 x 4 = 16 km de perímetro.

mais  um quadrado de 2km x 2 x 2 x2 = 4km2 e 8 km de perímetro.

mais um quadrado de 1km x 1 x 1 x 1 = 1km2 e 4 km de perímetro.

total=  16+4+1= 21km2

total = 16+ 8 + 4 = 28km de perímetro.

QUANTO É ISSO EM alqueire paulista?

24.800m2 =  1 alqueire

40 alqueires= 1km2 = 1.000.000m2

1km2 = 40,32 alqueires paulistas

21km2= 847 alqueires paulistas

A FAZENDA DA SERRA TINHA MAIS OU MENOS 847 alqueires paulistas

dividido por 43 herdeiros netos (alguns já falecidos então redivididos para bisnetos)

CADA NETO HERDEIRO FICOU COM 19,69 alqueires paulistas.

Quanto vale um alqueire hoje em Patrocínio Paulista-SP?

E, por exemplo, a neta CUSTÓDIA NUNES que vamos estudar seus descendentes em Penápolis-SP, estava viva quando a MADRINHA DA SERRA MORREU em 1886, só que Custódia Nunes, minha trisavó, viveu só mais dois anos, faleceu em 1888, e, seu marido fafleceu em 1889, então, os seus 19,69 alqueires foram divididos entre seus 7 filhos, dos quais, 5 filhos vieram para Penápolis-SP.

19,69:7= 2,81 alqueire paulistas para cada bisneto, filho da Custódia, os quais foram para Penápolis-SP,  onde tinha mais terra e mais barata.

Ou seja, um dos 7, minha bisavó MARIA DO CARMO DE SOUZA herdou SÓ E SOMENTE SÓ 2,81 alqueires paulistas 3 anos depois da MADRINHA DA SERRA falecer.

CONTINUAÇÃO:

Domingos Alves Ferreira que casou-se duas vezes: em primeiras núpcias na freguesia da Franca com Francisca Maria de Freitas, e, em segundas núpcias,na Freguesia de Bom Jesus da Cana Verde, Batatais-SP, com Maria Justina Ribeiro

O caçula Joaquim Alves Ferreira….

Viviam em suas fazendas com seus agregados e escravos envolvidos com as atividades rurais como: a criação de gado, ovelhas, cavalos e aves; o plantio de pequenas roças para subsistência e a manufatura de tecelagem, carpintaria, ferraria e produtos caseiros sendo, com exceção do sal, autosuficientes.

Dalincourt, viajante francês, escreveu sobre o Antônio Alves de Guimarães.

Tinham morada de casas, na Praça da Aclamação, (atual Barão da Franca), na Freguesia, para onde acorriam para as missas, festas e solenidades religiosas.

VEJA o LIVRO:  OS ENTRANTES DO RIO PARDO.

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Líderes  na Política, e, casamentos nas melhores famílias de Franca-SP

A criação da Vila Franca se deu no período Imperial, e a Primeira Constituição Brasileira adotou o voto censitário, só podendo votar, e, serem eleitas, pessoas respeitadas que se casavam sempre entre elas nas melhores famílias de Franca.

José Justino Faleiros natural da Vila de São José, (OLiveira-MG, mais exatamente), foi o primeiro presidente da Câmara, foi vereador em quatro legislaturas; foram também vereadores seus filhos Joaquim Alves Faleiros e José Alves Faleiros (casado com Maria Theodora Nogueira, filha de Antonio Joaquim do Nascimento e MARIA CLÁUDIA NOGUEIRA, vereador em duas oportunidades, e irmã de Urias Antônio do Nascimento que ocupou a vereança uma vez).

José Alves Faleiros é o que teve maior descendência entre os filhos do tronco JOSÉ JUSTINO FALEIROS.

José Joaquim do Nascimento foi casado com Maria do Carmo d’Assumpção também filha de José Justino Faleiros e Joana Gomes d’Assumpção, e exerceu o cargo de vereador.

Ignácio de Freitas Silveira foi procurador da Câmara na legislatura de 1828; Albino Nunes da Silva, casado com Lauriana Esméria Ferreira filha de Antônio Alves Ferreira, foi vereador da Câmara, assim como seus filhos José Nunes Ferreira, por duas vezes, e, Francisco Nunes Ferreira uma vez.

Com a criação da Vila de Batatais, em 1839, foi desmembrado da Vila Franca o território ao sul do Rio Sapucaí Mirim, ficando a Fazenda da Prata sob sua jurisdição; Antonio (É OUTRO ANTONIO, O PAI DA LAURIANA JÁ HAVIA MORRIDO, VER ACIMA) e Joaquim Alves Ferreira constavam dos nomes dos primeiros vereadores da nova Vila.

Uma aliança muito importante foi estabelecida com os Coelho da Fonseca da Fazenda Pouso Alto, cujo patriarca Matheus Coelho da Fonseca ocupou por duas legislaturas o cargo de vereador, seus filhos: José duas vezes e Joaquim( genro do juiz de órfãos Januário José de Souza NOSSO AMADO AVO VEREADOR E CUJOS FILHOS PIONEIROS EM SANTANA DO PARANAIBA) uma vez.

Joaquina Maria de São José, filha de José Lourenço de Paiva, foi casada, em primeiras núpcias, com José Coelho da Fonseca, e, em segundas, com Manuel Coelho da Fonseca, sendo mãe de Maria Thereza que casou-se com Joaquim Justino Alves Ferreira, filho de Domingos Alves Ferreira e Maria Justina Ribeiro, que, por sua vez, era irmã de Joaquina.

Joaquim foi homem público atuante, sendo vereador filiado ao Partido Conservador, ao lado do Barão da Franca, de quem era compadre, mandou construir a antiga igrejinha de Santa Cruz das Covas.

Fazendeiros do Café – Orgulho do Paulista

Joaquim Justino herdou parte da Fazenda Pouso Alto da sogra, que acrescentou com a compra de outras partes, e das seguintes Fazendas: das Covas, Pouso Alegre, Machados, Terra Vermelha e Salgadinho; foi agricultor e pecuarista bem sucedido, tendo sido um dos pioneiros do plantio do café em Franca utilizando dezenas de escravos. Exagero, tínhamos pouquíssimos escravos.

Ao falecer deixou uma Fazenda para cada filho, entre eles: Antonio Justino Alves Ferreira, José Justino Alves Ferreira e Eduardo Justino Alves Ferreira, fazendeiros do café até a crise de 1929, e, os genros Eufrausino Coelho e João Feliciano Cardoso que foi vereador já no período republicano no Brasil.

Josepha Gomes d’Assumpção foi casada com Antônio Joaquim da Silva, próspero fazendeiro na região que viria a ser Patrocínio do Sapucaí, atual Patrocínio Paulista, ao lado de Franca-SP.

A filha de Albino Nunes da Silva e Lauriana Esméria Ferreira, Elena Maria de Jesus, portanto NETA DA MADRINHA DA SERRA, casou com Antônio Gabriel Diniz Junqueira, filho do Capitão mor Francisco Antônio Diniz Junqueira grande proprietário rural na região. Portanto, os junqueiras são nossos primos.

Joaquim Alves Ferreira casou-se, na Freguesia de Bom Jesus da Cana Verde dos Batataes, com Maria Joaquina da Conceição (irmã DA MADRINHA DA SERRA?), e foi pai do Cônego Joaquim Alves Ferreira, pároco em Batatai,s por mais de 30 anos; e avô do Monsenhor Joaquim Alves Ferreira que foi secretário do Papa, concebeu, e, iniciou a construção da atual Matriz de Bom Jesus da Cana Verde de Batatais, inspirada na Basílica de São Pedro em Roma, construiu também, com recursos do café, o palacete onde esteve instalada por algum tempo a Casa da Cultura em Batatais.

Muitos outros membros da Família Alves Ferreira se distinguiram nas mais diversas atividades, em toda região, que veio a ser conhecida como Alta Mogiana, mas, nosso propósito aqui foi mostrar os destaques na política na cidade de Franca no período em que Brasil e Portugal eram um só país,  e do Império do Brasil.

#217548 | f.g | 06 Jan 2009 12:17

Caros Amigos

O Padre Henrique Moreira da Cunha no ano de 1730 escreveu a “Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras”, manuscrito do qual tenho uma cópia (fotocópias) em muito mau estado.

Procuro e informo descendentes desta família que está relacionada com a Misericórdia de Penafiel, entidade que este ano faz 500 anos de existência. Um dos seus impulsionadores (P. Amaro Moreira, Abade de Ermelo) é descendente da casa da Louza, freguesia de Gandra, Paredes.

Cumprimentos,
f.g.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#217717 | valboa | 07 Jan 2009 20:23 | Em resposta a: #217548

Caro FG

Eu tambem descendo de ”Alves Moreira” de Burgães , Santo Tirso.

Gostaria de poder ter acesso ás informações que tem.

o meu e-mail é:

albuquerque.quinta@sapo.pt

agradeço o seu contacto

cumprimentos

jorge albuquerque da quinta

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#217768 | f.g | 08 Jan 2009 10:55 | Em resposta a: #217717

Caro Jorge Albuquerque da Quinta

A cópia do manuscrito do PHMC que eu possuo está em muito mau estado e por vezes desorganizada. É um manuscrito elaborado no ano de 1729-1730, com aditamentos até 1800. Poucas referencias a datas possue.

Estou a tentar organizar informaticamente a obra (quando à tempo que por vezes é escasso devido à profissão) para ser mais fácil a sua consulta. Qunado diz que descende de “Alves Moreira” da freguesia de Burgães, concelho de Santo Tirso, é muito vago. Não permite a localização com este dado, terá que indicar pelo menos a filiação da época.

Informo que a obra do PHMC engloba a família MOREIRA da zona do “Vale do Sousa” e como deve saber nesta zona existem muitos e muitos Moreiras.

Se precisar do meu contacto solicite ao forum.

Cumprimentos,
f.g (assino assim pq não gosto de ser identificado)

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#218304 | caladunum | 13 Jan 2009 14:42 | Em resposta a: #217768

Boas,

Não sei se vou acrescentar alguma coisa de novo e com utilidade.
Mas eu assino-me Moreira e a minha familia é toda de uma pequena aldeia junto a Macedo de Cavaleiros, mais propriamente Castro Roupal.
Nenhum dos meus primos/tios sabe de onde derivamos, nem como fomos para aquela aldeia.

hoje em dia a familia encontra-se alguma em Lisboa, grande parte em Coimbra, nós em Mirandela, um para EUA e outra brasil.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#218311 | Conde | 13 Jan 2009 15:28 | Em resposta a: #218304

Os Guedes da Aveleda são desses Moreiras.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#218356 | zmcm | 13 Jan 2009 23:03 | Em resposta a: #218304

Caro Caladunum:
Moreiras do Norte do País interessam-me pois os meus filhos são descendentes desta gente por via da minha mulher cuja família materna é Silva Moreira de Coimbra, cuja ascendência ninguém conhece.
Tem alguma coisa sobre estes ramos de Coimbra e ascendentes??

obrigado
Miguel Cabrita Matias

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#218488 | f.g | 15 Jan 2009 11:41 | Em resposta a: #218311

Caros Confrades,

No manuscrito da AANFM não vêm Moreiras de “Castro Rangel” nem de “ramos de Coimbra”.

Os Guedes da Aveleda claro que vêm. Se precisar de alguma informação indique. A casa de Aveleda, bem como a casa de Marnel, freguesia de Bitarães, estão muito relacionadas com a Misericordia de Arrifana de Sousa.

Cumprimentos
f.g

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#218525 | Saba | 15 Jan 2009 19:38 | Em resposta a: #217548

Existe so uma ou varias familias de apelido Moreira?

Ha muitos em Vale de Espinho, Sabugal

-Luis Ramos

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#218577 | Conde | 16 Jan 2009 11:32 | Em resposta a: #218525

Há várias porque se trata de um topónimo. Por exemplo os de Óbidos tiraram o apelido do lugar de Amoreira.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#221076 | caladunum | 12 Fev 2009 21:49 | Em resposta a: #218356

Olá,
Miguel neste momento não te posso ajudar muito mas assim que falar com a minha mãe já te posso responder.
Sei que da minha familia, primos da minha mãe estão uns poucos em coimbra, mas não conheço os nomes.
Sei que quase todos eles/elas estão ligados a Saude, ( médicos e enfermeiros, existe um que é engº Agronomo, este acho que se chama João).
Assim que tiver noticias informo te.
Já agora cabrita, tenho um tio que se assina cabrita ele é algarvio, de pera( junto armação de pera).
É teu familiar?

Paulo Ricardo

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#221248 | zmcm | 14 Fev 2009 23:20 | Em resposta a: #221076

Caro Paulo Ricardo:
Obrigado pela sua informação, ficarei atento a novos desenvolvimentos sobre os Moreiras de Coimbra.
O meu apelido Cabrita é Algarvio com raízes que conheço desde 1530, no entanto o meu ramo é de S. Bartolomeu de Messines e não faço ideia se o seu tio será ou não deste ramo pois existem bastantes naquela reigão.

abraço
Miguel

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#221250 | Cambra | 14 Fev 2009 23:35 | Em resposta a: #221248

Minha esposa é Maria Isabel Moreira de Castro Coutinho, filha de Francisco Moreira de Castro e de Maria Olga Alves Moreira (* Matosinhos 15-7-1925, +Matosinhos18-1-2007); neta materna de Francisco Alves Moreira (*Matosinhos 12-8-1903, +Matosinhos 9-11-1955) e de Adelaida da Silva Portulez; bisneta por via materna de António Alves Moreira (de Matosinhos) e de Carolina da Conceição Leonor; 2. bisneta, por via materna de Albina Rosoa Moreira e pai incógnito.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#221261 | LFGONCALVES72 | 15 Fev 2009 10:06 | Em resposta a: #218525

e muitas em Quadrazais……

LF

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#221264 | paribas | 15 Fev 2009 12:05 | Em resposta a: #217548

Ola FG

Tenho vários casamentos com Moreiras em Meinedo, Croca e S. Pedro de Ataíde.

A ver:

1- António Moreira Duarte cc Joaquina Roza de Jesus, a 27.2.1794 em Meinedo.
2- António Moreira cc Custódia Maria, a 14.2.1762 em Meinedo.
3- Manuel Moreira cc Joanna Antónia, a 20.8.1730 em Meinedo.
4- Domingos Moreira cc Maria da Crus, em S. Pedro de Ataíde.
5- Jose Moreira cc Engrácia Barbosa, a 2.5.1702 em Croca.
6- António Moreira cc Madalena Cardozo ( Pais do anterior)

Aguardo a sua apreciação.

Cumprimentos

R.T.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#221267 | paribas | 15 Fev 2009 12:45 | Em resposta a: #221264

Tenho mais alguns casamentos:

1- Ana Joaquina Moreira cc António Barboza a 1.7.1849 em S. Martinho de Recezinhos.
2- José Joaquim Moreira ( São Lourenço Pias, Lousada) cc Joanna Maria Camello a 3.10.1831 em Meinedo.
3. Manuel Moreira cc Maria Josefa ( Pais do anterior)

RT

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#221286 | paribas | 15 Fev 2009 17:11 | Em resposta a: #221267

Tenho ainda:

1-Francisco Ribeiro cc Maria Joaquina Moreira a 6.7.1840 em S. Martinho de Recezinhos, filha de Manuel Moreira cc Maria Joaquina de Bustelo casados a ?/?/?
em ?, neta paterna de António Moreira cc Ana Maria de Meinedo a ?/?/? em ? .

RT

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#221287 | Saba | 15 Fev 2009 18:42 | Em resposta a: #221261

Tenho uns microfilmes de Quadrazais comigo….estao no centro de historia familiar. Vou la dar uma olhadela na terca-feira. Se tiver algum pedido posso tentar encontrar:

Quadrazais

Batismos 1720-1796, 1800-1809, 1831-1838, 1812-1830, 1839-1855 (Às vezes os assentos estão desordenados.) VAULT INTL Film
1461147 Items 1-6

Quadrazais

Batismos 1908-1910 — Casamentos 1861-1911 — Óbitos 1835-1877 VAULT INTL Film
2202387

Luis Ramos

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#221397 | LFGONCALVES72 | 16 Fev 2009 20:27 | Em resposta a: #221287

Caro Luis,

Muito obrigado pela offerta e approveito então a sua ajuda.

Se tiver um pouco de tempo e se podia dar uma olhadela nos registros de batismos, gostaria conhecer os avos paternos/maternos de tres antepassados. Todos, em principio, naturais de Quadrazais.

1 – Manuel Rodrigues Fessuro, nascido a volta de 1845 em Quadrazais, filho de Gabriel Rodrigues e de Luiza Nabaes.

2 – Simão Correia, nascido a volta de 1831 em Quadrazais, filho de Manoel Antonio Correia e de Barbara Gonçalves (o Dos Santos)

3 – Francisca Nabaes Cordeira, nascida provalemente antes de 1845, filha de Antonio Pires Correia e de Luiza Nabaes

2 + 3 = Marido e mulher.

Se encontrar algum muito bem, no caso contrario muito obrigado pela a sua ajuda.

Melhores Cumprimentos

Luis Filipe Gonçalves, Paris – França.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#221418 | Saba | 17 Fev 2009 01:37 | Em resposta a: #221397

Logo vejo se acho alguma coisa.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#221770 | canivari | 21 Fev 2009 09:11 | Em resposta a: #217548

Caríssimo,

Sou descendente de João Pinto da Cunha e Souza Moreira, Sr. da Quinta da Torre de Moreira, Moreira do Castelo, Celorico de Basto.

Gostaria de saber se tem informações sobre esta linha de Moreiras, pois tenho particular interesse.

Agradecia a sua ajuda.

Grato
M.Cumpts
Carlos Pinto Machado

carlospintomachado.pt@gmail.com

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#221773 | Saba | 21 Fev 2009 09:25 | Em resposta a: #221397

Ainda nao vi os baptismos mas irei ver baptismos por volta dessas datas. Nos obitos achei um ou dois registos que lhe podem interessar. O meu e-mail e’ ramosl1@seattleu.edu

Luis Ramos

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#221779 | paribas | 21 Fev 2009 12:15 | Em resposta a: #221286

Renovo os pedidos a F.G.

RT

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#272601 | PP | 15 Mar 2011 21:44 | Em resposta a: #217548

Caro F.G.,

Tenho particular interesse no manuscrito de que fala.
Seria exequível digitalizar as fotocópias e disponibilizá-las?
Se pudesse digitalizá-lo e passar para pdf, ficaria grato.

Cumprimentos, PP.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#272602 | paribas | 15 Mar 2011 21:47 | Em resposta a: #272601

São muitas folhas.

Diga o que pretende.

RT

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#272603 | PP | 15 Mar 2011 21:55 | Em resposta a: #272602

Caro RT,

Interessava-me sobretudo saber mais sobre a ascendência dos Moreira e Meireles Freire que são ascendentes dos fundadores da Quinta da Aveleda, em Penafiel.
Mas tinha particular interesse em saber se nesse trabalho constam os ascendentes de Ana Moreira que casou a 12.08.1612 com Gonçalo Barbosa; tal como os ascendentes de Miguel Moreira da Silva que casou com Maria de Meireles Freire em data que ainda desconheço.

Cumprimentos, PP.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#272604 | PP | 15 Mar 2011 21:55 | Em resposta a: #272602

Caro RT,

Interessava-me sobretudo saber mais sobre a ascendência dos Moreira e Meireles Freire que são ascendentes dos fundadores da Quinta da Aveleda, em Penafiel.
Mas tinha particular interesse em saber se nesse trabalho constam os ascendentes de Ana Moreira que casou a 12.08.1612 com Gonçalo Barbosa; tal como os ascendentes de Miguel Moreira da Silva que casou com Maria de Meireles Freire em data que ainda desconheço.

Cumprimentos, PP.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#272633 | edvasconcelos | 16 Mar 2011 10:38 | Em resposta a: #272602

Caro Confrade

Aproveito a oportunidade para deixar aqui “a cauda” dos meus Moreiras particulares, na esperança de que alguém me os consiga entroncar no ramo principal (se é que entroncam). Desde já agradeço qualquer ajuda que me possam proporcionar.

384. João Moreira, natural da freguesia de Gandra, concelho de Paredes, onde nasceu no lugar dos Casais e onde foi baptizado a 27 de Março de 1690 . Casou em primeiras núpcias, a 31 de Dezembro de 1709, na já referida freguesia de Gandra, com Francisca Moreira (384a), filha de Domingos Moreira e de Grácia Ferreira, casamento do qual não se identificou descendência.

João Moreira (384) casou posteriormente em segunda núpcias, a 23 de Novembro de 1714 , novamente na freguesia de Gandra, com Ana André (384b), filha de António André e de Maria Alves, também natural do lugar de Moreira, freguesia de Gandra, da qual veio a ter:
• Manuel Moreira (384\b1), natural do lugar dos Casais, freguesia de Gandra, onde nasceu a 30 de Maio de 1717 .

Tendo Ana André (384b) falecido na mesma freguesia de Gandra a 20 de Julho de 1719 , é possível supor que o mesmo João Moreira (384) será o indivíduo que contraiu matrimónio com Joana Teresa Ferreira (385), embora o registo desse casamento não tenha sido localizado. Assim sendo viriam a ser pais de:
• João Moreira (192), natural da já referida freguesia de Gandra, onde nasceu no lugar dos Casais a 31 de Maio de 1721 . Casou na freguesia da Sobreira, concelho de Paredes, a 17 de Maio de 1750 , com Rosa Alves Nogueira (193), daí natural, nascida a 20 de Junho de 1719 , filha legítima de António Alves (386) e de Catarina Nogueira (387), ambos também naturais da referida freguesia da Sobreira e na mesma casados a 5 de Novembro de 1715 .
• Henrique Moreira (384\c3), natural da freguesia de Gandra onde nasceu a 19 de Abril de 1724 no lugar dos Casais.

Joana Teresa Ferreira (385) viria a falecer também na freguesia de Gandra, a 4 de Abril de 1760 , sendo ainda vivo seu marido João Moreira (384), o qual só viria a falecer a 26 de Outubro de 1764 , nessa mesma freguesia de Gandra.

Melhores cumprimentos

Eduardo de Vasconcelos Cardoso

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#272634 | edvasconcelos | 16 Mar 2011 10:40 | Em resposta a: #272604

Caro Confrade

Dos dados que possuo (lamentavelmente não possuo indicação das fontes, pois são ramos dos Moreira que apenas me interessam por terem dado origem a casas vizinhas às da minha família), mas que foram retirados de fontes mais ou menos fidedignas (assentos paroquiais, Gayo ou base de dados do Geneall e exporadicamente uma ou outra mensagem deste fórum), posso-lhe dizer o seguinte:

1. Miguel Moreira da Silva Freire
Casou com Maria de Meireles (da quinta da Aveleda), filha de António Pais e de sua mulher Catarina de Meireles

2. Gaspar Moreira Freire
3. Maria Barbosa

4. Francisco Freire
5. Ana Moreira

8. Miguel Moreira
9. Isabel Gonçalves

16. Gaspar Gonçalves “de Moreira” (da casa da Lousa)
17. Brites Duarte

Quanto à Ana Moreira que refere, o casamento é de que freguesia? Se for Lagares (dedução apenas devido ao apelido Barbosa do noivo) poderá ser irmã de Maria Moreira a qual casou em Lagares a 1607 com Gonçalo Fernandes (de Perozelo). Esta Maria Moreira que refiro era filha de Maria Gaspar Moreira (da casa da Lousa) e de Gonçalo Rodrigues (da casa de Lagares), sendo a Maria Gaspar filha dos referidos 16. e 17. acima indicados.

Melhores cumprimentos

Eduardo de Vasconcelos Cardoso

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#272638 | PP | 16 Mar 2011 11:48 | Em resposta a: #272634

Caro confrade,

Obrigado pelas suas informações.
Relativamente ao que me apresentou, permita-me as seguintes achegas: se estamos a falar da mesma Ana Moreira, a que conheço foi casada com Gonçalo Barbosa, e casaram a 12.08.1612 na Igreja de São João de Covas, Lousada. Ana Moreira é mãe de Catarina de Meireles c.c. António Pais.

Sobre o casal Gaspar Moreira Freire e Maria Barbosa nada tenho sobre os mesmos, tal como sobre Miguel Moreira e Isabel Gonçalves. Tenho conhecimento é de Miguel Moreira da Silva c.c. Maria de Meireles Freire.

Sobre o último casal, o seu nome é Beatriz Duarte, conforme consta na inquirição de genere do seu filho Amaro Moreira fonte: IGREJA CATÓLICA, Inquirições de Genere do Cabido da Sé do Porto (1566-11-22 a 1702-09-27) (Porto, Porto, Portugal, Cabido da Sé do Porto, 1566-11-22 a 1702-09-27), Arquivo Distrital do Porto, Rua das Taipas, n.º 90, 4050-598 Porto, Portugal, K/26/4/2 – 119.1634, fólio 104, inquirição de 1635-06-10.

A Ana Moreira tem de facto uma irmã que aparece com dois nomes – Maria Freire ou Maria Gaspar Moreira – que casou a 22.01.1595 na Igreja de São João de Covas, Lousada, com André Brás (Cf. IGREJA CATÓLICA, Livro de Assentos de Casamento de Covas (1585-03-03 a 1710-12-15) (Covas, Lousada, Porto, Portugal, Paróquia de Covas, 1585-03-03 a 1710-12-15), Arquivo Distrital do Porto, Rua das Taipas, n.º 90, 4050-598 Porto, Portugal, E/12/2/5 – 18.5, fólio 16, assento de 1595-01-22).

Mas, pelo que vejo, não deveremos estar a falar da mesma Ana Moreira…

Interessava-me saber mais dados de Maria Gaspar, filha de Gaspar Gonçalves Moreira e Beatriz Duarte. Tem alguma coisa? Não tem a data completa do casamento da Maria Moreira?

Cumprimentos, PP.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#272642 | edvasconcelos | 16 Mar 2011 12:33 | Em resposta a: #272638

Caro contrade PP

O casamento da Maria Gaspar [Moreira] é o seguinte:
http://pesquisa.adporto.pt/cravfrontoffice/WebSearch/ODdisplay.aspx?DigitalObjectID=27112&FileID=_1151109

Quanto ao facto de ela ser irmã do P.e Amaro Moreira, de momento não sei de onde retirei essa informação. Às fontes que citei antes acrescento ainda os artigos “Luz de Candeia Velha” do P.e António Moreira da Rocha (Monaquino); talvez fosse dos mesmo. Se entretanto descobrir volto a informar.

Cumprimentos

Eduardo de Vasconcelos Cardoso

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#272644 | PP | 16 Mar 2011 13:25 | Em resposta a: #272642

Caro Eduardo Cardoso,

A data de casamento poderá ter sido retirada desta fonte: “0 P.e L.do Amaro Moreira, filho legítimo de Gaspar G. Moreira e de Brites Duarte, nascera na Casa da Lousa — morada de seus pais — no lugar de Moreira da freg.a de S. Miguel de Gandra do actual conc.o de Paredes. Entre os 6 irmãos que tivera, conta-se uma Maria Gaspar Moreira, casada que foi com Gonçalo Rodrigues, da Casa de Lagares, freg.a do mesmo nome e orago de S. Martinho, no conc.o de Penafiel — onde viveram com geração. Uma filha deste casal, chamada Maria Moreira, casara, a 6-5-1607, na igreja de Lagares, com Gonçalo Fernandes, natural de Peroselo. Moraram eles na Casa da Igreja desta freguesia e tiveram, entre outros filhos, Helena Moreira, nascida em 20-10-1616. Helena Moreira casou na igreja de Peroselo, a 9-2-1643, com Domingos do Couto, natural da freg.a de Rio Tinto. Residiram na dita Casa da Igreja, onde nasceu, a 16-9-1649, o filho Manuel Moreira, que veio a ser o Cónego Santo.Talqualmente soía exclamar, ao fim de engraçada conversa, o bom do Padre Américo do Gaiato — em certos pontos, irmão gémeo do Cónego Manuel de Peroselo — também eu, ao cabo desta lengalenga genealógica, apetecia-me dizer do benévolo leitor: Ora eis! Entretanto, ainda acrescentarei que não seria capaz de pintar com mais clareza e síntese o quadro da ascendência materna do nosso Cónego — por mais tratos que desse à minha pobre imaginação. Mas, apesar de tudo, à face do que fica dito, poder-se-á atestar que o Rev. Manuel Moreira — Cónego que foi da Sé Catedral do Porto — não era oriundo de fraca cepa, quer dizer, ao menos pelo lado da mãe, era filho de boa gente — gente de limpeza de sangue e lavada geração!
MONAQUINO
In jornal Notícias de Penafiel, 1971-06-11, p.04

Cumprimentos, PP.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#272645 | PP | 16 Mar 2011 13:37 | Em resposta a: #272642

Caro Eduardo Cardoso,

No assento que gentilmente me enviou eu leio Gonçalo Fernandes c.c. «Anna» Moreira e não, julgo eu, Maria Moreira. A não ser que o seu nome seja de facto Maria e aqui no assento esteja mal grafado…

Cumprimentos, PP.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#272646 | edvasconcelos | 16 Mar 2011 14:07 | Em resposta a: #272644

Caro Confrade PP

Efectivamente deve ter sido esta a fonte da informação. E lê-se no artigo do Monaquino “Uma filha deste casal, chamada Maria Moreira, casara, a 6-5-1607, na igreja de Lagares, com Gonçalo Fernandes, natural de Peroselo”. Ora pela imagem do registo do livro paroquial tudo confere excepto o nome Ana Moreira vs Maria Moreira. Pelo que acho se pode concluir que o artigo do Jornal Notícias de Penafiel possui uma gralha (ou será apenas a cópia do texto que se encontra na internet??!!).

Como agora fiquei confundido, já não posso afirmar que o casal Maria Gaspar Moreira e Gonçalo Rodrigues teve uma filha Maria Moreira e outra Ana Moreira, tal como o propus na primeira mensagem. Posso ter sido eu que juntei duas fontes distintas e deu duplicação com nomes diferentes.

Como quem me interessava era a Helena Moreira, cuja filha Ana se juntou à familia Lopes da Casa de Pegas em Perozelo, essa sim que me está ligada por via de colaterais da Casa de Real d’Além em Oldrões, nunca olhei devidamente para o restante.

Cumprimentos

Eduardo de Vasconcelos Cardoso

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#292691 | ILKA | 11 Dez 2011 17:34 | Em resposta a: #217548

Gostaria muito de entrar em contato com o senhor F.G. sou descendente da familia Moreira que veio de Peroselo para o Brasil, por volta de 1726. Manuel Moreira de Meirelles , filho de Ana Moreira e Antonio Lopes. Sobrinho do Conego Moreira. Gostaria muito de ter as copias da “ARVORE DA ANTIGA E NOBRE FAMILIA DOS MOREIRAS” Como fazer? O senhor tem o contato dos herdeiros da Casa de Pegas em Peroselo? Obrigada!
ICMoreira

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#292692 | ILKA | 11 Dez 2011 17:41 | Em resposta a: #272646

Gostaria muito de entrar em contato com o senhor F.G. sou descendente da familia Moreira que veio de Peroselo para o Brasil, por volta de 1726. Manuel Moreira de Meirelles , filho de Ana Moreira (filha de Helena Moreira) e Antonio Lopes. Sobrinho do Conego Moreira. Gostaria muito de ter as copias da “ARVORE DA ANTIGA E NOBRE FAMILIA DOS MOREIRAS” Como fazer? O senhor tem o contato dos herdeiros da Casa de Pegas em Peroselo? Obrigada!
ICMoreira

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#292712 | jflfl | 11 Dez 2011 22:33 | Em resposta a: #217548

boa noite,
Descendo de um Francisco Moreira (nasceu cerca de 1650 em são salvador da moreira, maia, porto) e filho de joao francisco e maria gonçalves.
Tem alguma informação sobre estes “Moreiras”?
Obrigado pela resposta e cumprimentos
Joaquim Falcão de Lima

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#292799 | malumar | 13 Dez 2011 11:11 | Em resposta a: #217548

Prezado senhor.
Minha avó materna se chamava Joaquina Rosa Moreira.Nasceu em Romariz,Vila da Feira,Aveiro em 1898.
Era filha de Manuel Francisco da Costa e Maria Rosa Oliveira.Por acaso no livro em questão faz referencia a essas pessoas?Moro no Brasil e pesquiso familiares de Portugal.Agradeço qualquer informação.
Malu.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#300088 | Lmenezes | 17 Mar 2012 23:26 | Em resposta a: #217548

Caro F.G.

Venho por este meio, perguntar-lhe se tem a ascendência pelo menos até aos avós de Gaspar Gonçalves (Moreira) e de sua mulher Beatriz Duarte no manuscrito a “Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras” do Padre Henrique Moreira da Cunha em 1730, ou noutra documentação pois tenho visto várias versões em diversos livros.

Cumprimentos,

Luís Menezes

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#300098 | PP | 18 Mar 2012 02:38 | Em resposta a: #217548

Caro F.G.,

Se um dia digitalizar o dito documento, fico grato se o quiser partilhar.

Cumprimentos, PP.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#300165 | PP | 18 Mar 2012 19:48 | Em resposta a: #272646

Caro confrade Eduardo de Vasconcelos Cardoso,

Se interessar a notícia, gostaria de dizer que encontrei três filhos de Gonçalo Rodrigues e de Maria Gaspar (ou Maria Moreira), a saber:
Isabel, n, 20.12.1587;
António, n. 14.02.1590;
António, n. 14.10.1594.

Gonçalo Rodrigues faleceu a 28.10.1603.
Pedro Moreira, seu filho, mancebo, faleceu a 23.04.1602.

(Tudo na freguesia de Lagares, Penafiel)

Cumprimentos, PP.

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#300217 | edvasconcelos | 19 Mar 2012 16:17 | Em resposta a: #300165

Caro Confrade PP

Obrigado pela informação. Pode sempre vir a ser útil no futuro.

Suponho que não tenha encontrado o registo de baptismo do filho Pedro Moreira, o que indiciará ter esse nascido antes de 1587 (primeiro ano de registos existentes na freguesia de Lagares). Pelo que poderá também colocar-se a hipótese de a Maria Moreira que veio a casar com Gonçalo Fernandes (da freguesia de Perozelo) também ter nascido antes desse ano de 1587.

Cumprimentos

Eduardo de Vasconcelos Cardoso

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RE: Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras

#317334 | PP | 16 Nov 2012 11:43 | Em resposta a: #217548

Caro confrade F.G.,

Peço desculpa pela insistência, mas gostaria de lhe perguntar se, por acaso, já terá digitalizado a cópia do manuscrito que tem sobre a «Árvore da Antiga e Nobre Família dos Moreiras».

Tinha muito interesse em consultar este documento, atendendo ao facto de muito seguramente existirem nele indicações significativas sobre alguns dos meus ascendentes.

Gostaria, como pode notar, de contar com a sua colaboração no sentido de partilhar as ditas fotocópias.

Caso contrário, pedia-lhe a gentileza de me informar de como poderei ter acesso a esta fonte por outra via.

Cumprimentos, PP.

Memórias Paroquiais de Cabeceiras de Basto (ano de 1758) – tempo dele portanto, descreve como era no tempo dele, Alvite

Alvite, terra de nosso antepassado  MANUEL GOMES FERREIRA, filho de Feliciano Ferreira e Benta Gomes

Freguesia de S. Pedro de Alvite de Basto, Couto de Refojos, Concelho de Cabeceiras de Basto, comarca de Guimarães, Arcebispado de Braga. Relação da terra segundo o que se procura saber pelos interrogatórios remetidos pelo Muito Reverendo Doutor Provisor deste Arcebispado por ordem de Sua Majestade Fidelíssima que Deus guarde.

1. Esta igreja e freguesia de São Pedro de Alvite de Basto, é da Província de Entre-Douro-e-Minho, Arcebispado de Braga Primaz, comarca da vila de Guimarães, couto do mosteiro de São Miguel de Refojos de Basto, concelho de Cabeceiras de Basto.
2. O dito couto é senhor e ouvidor dele o Dom abade e seu convento de São Miguel de Refojos de Basto, da ordem de São Bento, isto se entende enquanto ao cível, que o crime pertence ao juiz do concelho de Cabeceiras de Basto.
3. Tem esta freguesia ao presente cento e vinte vizinhos, pessoas de sacramento quatrocentas, menores trinta.
4. Parte desta freguesia está situada nas faldas da serra chamada da Senhora da Orada e parte na planície e vale que corre ao longo de um regato de pouca água que principia na Portela do Couto até o fim da freguesia onde chamam Vila Verde, Portela e Passo. Por ficar funda quase toda a freguesia dela e seus lugares senão descobrem povoações algumas.
5. Ao quinto nada.
6. A igreja está cercada de moradores e vizinhos cujo lugar se chama Cacheina e entre todos os lugares e bairros de que se compõem esta freguesia são seis, a saber: Petimão, ViIa Verde, Reiros, Oural, Cacheina, Chão e Soutosa.
7. O orago desta igreja é São Pedro Apóstolo, tem somente três altares a saber: o altar-mor que está na capela-mor onde está colocado o sacrário do Santíssimo Sacramento e ao lado da parte do Evangelho está a imagem do padroeiro e orago São Pedro, os dois colaterais, um do nome de Deus e outro da Senhora do Rosário. Não tem nave alguma, consta de um corpo só com seu coro, capela maior e sacristia. Tem uma irmandade com seus confrades anexa à confraria do Santíssimo Sacramento.
8. É o pároco vigário ad nutum toties quoties removível do Dom abade do mosteiro de São Miguel de Refojos de Basto que é o que a apresenta. E renderá em cada um ano para o pároco cinquenta mil réis pouco mais ou menos. E os dízimos da freguesia que são do dito mosteiro, andam ao presente arrendados por quatrocentos mil réis.
9. Ao nono: nada.
10. Ao décimo: nada.
11. Ao undécimo: nada.
12. Ao duodécimo: nada.
13. Tem seis ermidas ou capelas a saber: a capela de Santo Antonino que é particular da mesma casa e Quinta de Santo Antonino; a Senhora do Bom Despacho, particular da casa de Alvação e a ela junta; a Família Sagrada, particular da casa da Torre e a ela junta; São Mamede no lugar de Petimão; Santa Catarina no monte de Santa Catarina; São Sebastião no meio do lugar do Chão. E estas três pertencem as suas fábricas aos fregueses; exceto a de São Mamede no lugar de Petimão que à fabrica dela estão obrigados o dito convento de Refojos e o abade de São Clemente de Basto por serem meeiros nela.
14. Ao décimo quarto: nada.
15. Os frutos que produz esta freguesia são: pão de milhão em maior abundância, algum centeio, milho alvo e painço, algum trigo e cevada, feijões e vinho verde de enforcado mas tem sítios dele muito bom, bastante azeite, castanha e landre, fruta de espinho e de toda a mais qualidade.
16. É sujeita esta freguesia a saber: todo o lugar de Petimão que serão vinte vizinhos, ao concelho e termo da vila de Celorico de Basto de que é senhor o marquês de Valença e nela há ouvidor por ele posto. E todos os outros lugares que é a maior parte da freguesia, é sujeita ao termo e couto de São Miguel de Refojos de Basto enquanto ao cível e órfãos e no que respeita ao crime é do concelho de Cabeceiras de Basto.
17. Ao décimo sétimo: nada.
18. Ao décimo oitavo na Casa de Lamas desta freguesia foi oriundo o doutor João de Araújo Ferreira que faleceu em Lisboa sendo Desembargador da Suplicação. E na Casa da Torre do Outeiro nasceu Rosendo de Abreu Leite Pereira que nas guerras passadas foi capitão de infantaria e faleceu sendo sargento-mor da comarca de Guimarães. E da mesma casa procedeu seu irmão o padre António Ferreira abade que foi de São Pedro de Britelo e comissário do Santo Ofício.
19. A dois de setembro de cada ano se faz uma feira a que chamam a feira de Santo Antonino, a qual não tem mais que um dia com sua véspera e é das maiores feiras de criação de touros que dizem há nesta província por virem a ela muitos touros das terras de Barroso onde nascem. E daqui se compram para várias partes por haver tradição que saem dos melhores tanto na grandeza como bondade, tendo o mesmo predicado que tem os cavalos andaluzes. A qual feira é forra e franca e a maior parte dela está no lugar das Pereiras cabeça do concelho de Cabeceiras, mística com o couto de Refojos e é da freguesia do mesmo mosteiro de Refojos e daqui darão melhor e mais cabal informação. Também no mesmo sítio em todos os meses do ano aos dois se faz feira há poucos anos introduzida mas é de pouca consideração.
20. Serve-se do correio da Raposeira de Cabeceiras de Basto, distante meio quarto de légua, deitam-se as cartas na Quinta e chegam na Segunda à noite e o correio passa por esta freguesia e vai até à cidade do Porto.
21. Dista esta freguesia da cidade de Braga sete léguas e da de Lisboa sessenta.
22. Ao vigésimo segundo: nada.
23. Ao vigésimo terceiro: nada.
24. Ao vigésimo quarto: nada.
25. Ao vigésimo quinto: nada.
26. No Terramoto que se experimentou no ano de mil setecentos cinquenta e cinco não padeceu ruína alguma exceto as duas cruzes que estavam na dianteira e traseira da capela particular da Casa da Torre que torceram seus braços para a parte do Norte, mas hoje se acham direitas.
27. Não há nesta freguesia outra coisa memorável tanto do que se faz menção nos presentes interrogatórios como fora deles.

Relação da serra
1. A serra em cuja falda está situada esta freguesia para a parte do Nascente se chama a serra da Senhora da Orada que não é das mais afamadas por ser só um outeiro quase redondo que de todas as partes se despenha em vales pertencentes a vários distritos e freguesias onde irá largamente descrita com os mais requisitos que se pedem e só para esta freguesia tem um lado da parte do Nascente.
2. Tem esta serra em redondo pelos vales que a cercam de comprido uma légua e em todo o cirna acaba em picoto quase agudo com bastante eminência e nesta forma principia e acaba e da parte do Norte a ela vem findar o monte a que chamam de Penouta que passa pelos limites da freguesia de Santa Maria de Outeiro, Refojos de Basto e Santo André de Painzela.
3. Ao terceiro: nada.
4. Nascem dela algumas águas que por serem poucas não chegam a produzir rios nem ainda regatos; porém da parte que correm para o Nascente, distrito desta freguesia, seus moradores as represam em prezas e com elas beneficiam seus campos.
5. Não tem esta freguesia lugar algum nem moradores na dita serra e só nas suas faldas junto ao vale da parte do Nascente se acha ela situada como atrás fica dito.
6. Ao sexto: nada.
7. Ao sétimo: nada.
8. Produz esta serra poucas ou nenhumas árvores e pouco mato e se compõem quase em redondo de muitos penedos sem produzir fruto algum e só nas suas faldas é que tem árvores de castanheiros, carvalhos que dão castanha e landre e vinho de enforcado e algum azeite e também algum pão.
9. Quase no alto desta serra para a parte do Poente e Norte está uma ermida de Nossa Senhora da Orada e como esta se acha no distrito da freguesia do mosteiro de São Miguel de Refojos de Basto nela irá adscrita esta ermida ou capela com todas as suas circunstâncias.
10. É bastantemente áspera e fria na sua eminência.
11. Pastam nela bois, bestas, ovelhas e cabras em todo o tempo do ano ainda que os seus pastos são fracos e nela se caçam alguns coelhos e perdizes.
12. Ao duodécimo: nada.
13. Não há nesta serra mais coisa notável que descrever nem que seja digna de memória principalmente pelo que toca ao distrito desta freguesia.

Relação do rio
1. Esta freguesia não tem no seu distrito rio algum e assim sobre este particular não tenho que declarar nem dar relação porque um pequeno rio que corre pela parte de trás da serra da Orada acima nomeada leva o seu curso por baixo da freguesia de São Sebastião de Passos e vai correndo entre esta e a freguesia de São Clemente de Basto até o sítio de Ponte Pedrinha onde tem uma limitada ponte de pedra e logo passa ao distrito da freguesia de Santa Senhorinha de Basto. E tanto pelas razões referidas como por ser rio pequeno e de pouca consideração não tenho que dele declarar. E em todo o distrito desta freguesia não há rio algum e somente da dita serra da Orada nascem e correm algumas águas limitadas que represadas em prezas como dito fica se aproveitam os moradores desta freguesia delas para regarem seus campos. Mas sempre esta freguesia é seca principalmente de verão e por isso não tem moinhos, nem pisoes e tem dois lagares de azeite que moem com bois e bestas e vão muitos às freguesia circunvizinhas moer o pão e fazer o azeite. E nesta forma tenho respondido aos interrogatórios de Sua Majestade que Deus guarde. E não tenho mais que relatar. E tudo vai na verdade escrito por minha mão sem levar breve, borrão, nem entre linhas que faça duvida. E me assinei com dois reverendos párocos meus vizinhos para atestarem todo o referido.
S. Pedro de Alvite de Basto e de maio 23 de 1758.
O vigário João Lobo de Sousa. O vigário Bento Leite da Cunha. O vigário João Ferraz Ribeiro.

(IMF)

Referências documentais:
IAN/TT, Memórias Paroquiais, Vol. 3, memória 45, pp. 345 a 35l.

Texto transcrito, com atualização da grafia e pontuação, a partir de José Viriato Capela – As freguesias do distrito de Braga nas Memórias Paroquiais de 1758: a construção do imaginário minhoto seiscentista. Braga: Universidade do Minho, 2003. P. 214-216.

Visitou

Lug. da Igreja

Lugar: Igreja

Freguesia: ALVITE

Concelho: CABECEIRAS DE BASTO
4860

41.499035

-8.007114

gps

Edifício do Séc. 18 / 19. Planta longitudinal composta por nave única e capela-mor mais estreita, rectangulares, e adossados lateralmente a SE., torre sineira quadrangular, no seguimento da fachada principal e sacristia rectangular adossada à capela-mor.

Volumes escalonados de dominante horizontal, quebrados pelo verticalismo da torre sineira. Coberturas diferenciadas em telhados de duas águas na nave e capela-mor, uma água na sacristia e em coruchéu pétreo coroado por pináculo na torre sineira.

Edificio do Séc. 18 / 19.
Planta longitudinal composta por nave única e capela-mor mais estreita, rectangulares, e adossados lateralmente a SE., torre sineira quadrangular, no seguimento da fachada principal e sacristia rectangular adossada à capela-mor. Volumes escalonados de dominante horizontal, quebrados pelo verticalismo da torre sineira. Coberturas diferenciadas em telhados de duas águas na nave e capela-mor, uma água na sacristia e em coruchéu pétreo coroado por pináculo na torre sineira. Fachadas em cantaria de granito, de aparelho regular, com vãos moldurados por pedra disposta em perpianho, corpo da nave com cunhais também em perpianho. Remates, nos topos dos corpos da nave e capela-mor, em empena coroada por cruz florenciada e nos extremos altos pináculos piramidais com bola, e nas fachadas laterais por cornija sob beiral. Fachada principal voltada a SO., simples, rasgada por portal de verga recta encimado por pequena janela rectangular em capialço. É flanqueada, pela direita, por torre sineira de três registos separados por friso. Segundo registo com porta aberta no pano posterior, com acesso por escadaria de lanço recto. Último registo aberto por sineira de quatro ventanas em arco pleno. É rematada por cornija, encimada por pináculos nos ângulos. Fachada lateral NO. com duas janelas rectangulares em capialço rasgadas na nave e na capela-mor e porta entaipada no corpo da nave. A fachada lateral SE., onde é visível o escalonamento dos corpos, apresenta porta e janela rectangulares, na nave, e na sacristia, duas janelas jacentes, quadrangulares, e no pano virado a NE., porta rectangular. Fachada posterior cega.
INTERIOR com nave de paredes rebocadas e pintadas de branco com silhar de azulejos industriais recentes, de padrão, monocromos com estampilha azul. Cobertura em abóbada de berço de madeira pintada com cartelas de decoração fitomórfica e com representação de São Pedro. Pavimento em soalho. Coro-alto em cantaria, assente em duas mísulas de pedra, com guarda em balaustrada de madeira. Sub-coro possuindo, do lado do Evangelho, pia baptismal assente em coluna de secção rectangular e taça gomada, e do lado da Epístola, pia de água benta. A nave é iluminada por dois janelões com sanefas de talha. Possui quatro retábulos, confrontantes, da invocação de Santo António e São João, os do lado do Evangelho, e de Santa Luzia e São José, os do lado da Epístola. Ladeando, no lado do Evangelho, nicho em forma de gruta, e no lado da Epístola, pia de água benta sobrepujada por púlpito de base quadrangular sobre mísula de pedra com guarda plena de madeira. Arco triunfal pleno com imposta saliente no intradorso, encimado por sanefa de talha policroma a dourado, branco e azul, ladeado por duas mísulas com imaginária. Capela-mor sobrelevada, com paredes decoradas por silhar de azulejos industriais recentes, de padrão, policromos com estampilha azul e amarela. Do lado do Evangelho, abre-se vão em arco pleno, de comunicação com vestíbulo da sacristia. Cobertura em abóbada de berço de madeira pintada com alegoria à Eucaristia, ao centro. Pavimento lajes de granito polido. Retábulo-mor de talha policroma, de planta côncava, de três eixos, rematado por espaldar recortado, encimado por cornija, com decoração volutada. Tribuna larga e recortada com trono eucarístico encimado por resplendor. Eixos laterais definidos por nichos com imaginária, enquadrados por colunas coríntias, com fuste decorado por espiral fitomórfica. Banqueta com sacrário encimado pelo Crucificado. No sotobanco, do lado do Evangelho, porta de acesso à tribuna. Altar recto. Vestíbulo da sacristia, com pavimento de cimento e tecto de madeira. Conserva o remate do reservatório do lavabo, em granito, formado por concheado.
TALHA: Retábulos da nave, idênticos, em talha policroma a branco, com marmoreados a castanho e verde e decoração pontuada a dourado, de planta recta, com um só eixo vertical, rematados por entablamento com espaldar recortado ladeado por urnas. No centro peanha com imaginária, ladeada por colunas demarcadas no terço inferior por estrias. Banqueta apoiada em modilhões.
1726 – Referência à Igreja de São Pedro de Alvite que é vigaria do Mosteiro de São Miguel de Refojos (v. PT010304140002) sendo seu vigário o Padre João de Freitas; séc. 19 – reforma do frontispício com apeamento da sineira que coroava a empena e construção da torre sineira que a flanqueia à direita; edificação do corpo da sacristia e colocação dos retábulos laterais.

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28 Respostas to “Família Alves Abreu de Guimarães Portugal, Família Alves Ferreira – Família Gomes Moreira em Franca-SP e Batatais-SP – Família do marido da Madrinha da Serra – e os MOREIRA DE MEIRELES”

  1. Wanderley C. do Nascimento Says:

    Por um acaso, encontrei as informações acima passeando pelo “Net”. Gostei.
    Os nomes citados são meus ancestrais.
    Parabéns pelas informações.

  2. Marcelo Nunes Says:

    Provavelmente minha tataravó foi escrava e liberta em uma das fazendas da família Alves Ferreira , de acordo com minha avó de Guará (negra, que falava com muito orgulho do fato, por ela nunca ter conhecido uma pessoa tão forte como a avó dela), pois meu bisavô (negro) recebeu o nome de Isac Nunes Ferreira. Possivelmente a Madrinha da Serra fez parte da minha história. Alguem pode me ajudar neste esclarecimento ?

  3. MISAEL Says:

    EU estou a procura da familia de meu pai, minha avó chamava-se Roza alves ferreira, filha de joaquim alves ferreira e candida maria de jesus. minha avó nascida em 1916 em tibiriça-sp residiu pela região de bauru-sp até os anos 1950. segundo informação de meu pai ela tinha varios irmãos e irmã que se lembra, joão alves ferreira, joaquim alves ferreira filho, francisca alves ferreira e outros. caso alguem conheça ficarei muito grato.

    • capitaodomingos Says:

      obrigado por escrever. Sim, sabemos de uma Alves Ferreira famoso em Bauru-SP. É difícil encontrar pois há vários homônimos. Eu começaria procurando o óbito no cartorio em bauru-sp de joaquim alves ferreira que foi famoso lá por volta de 1890.

  4. lorraine Says:

    Estou pesqisando sobre algo sobrenatural em franca é uma pesquisa comum tenho muita curiosidade!!!

  5. maykon Says:

    boa noite gostaria de saber se os nomes Rozeno Alves ferrira e arcida alves ferreira pais de leonor alves ferreira são familiares para alguem

  6. Donizeti Aparecido Alves Ferreira Says:

    Misael boa noite!! meu nome é Donizeti Ap Alves Ferreira filho de Geraldo Alves Ferreira minha avo chamava se Lazara candida de jesus vou buscar mais inf nos somos da região de Bauru SP meu email supermercadodanidoni@yahoo.com.br

  7. Flavia Ramos Says:

    Ola pesquiso os Alves Ferreira que teriam ido para Barra Mansa,depois Rio Claro, Angra e Mangaratiba.Meu bisavô Thiago Alves Ferreira teria nascido 1846 e veio para o Rj por volta de 1868. Casou aqui com Justina Anna Soares.Alguem saberia de alguma coisa???

  8. Rodolfo Fiocco Says:

    Ola Renata.

    Procuro informações sobre as fazendas de Emilio Alves Ferreira (Batatais) e José Alves Ferreira (Brodoswki). Você conheceria estes nomes? Preciso de pistas para descobrir os nomes das fazendas.
    ao que consta José A. Ferreira era proprietário de fazenda que criava gado e/ou animais em Brodowski e Emilio A. Ferreira em 1905 consta como proprietário da fazenda Coqueiros, em Batatais.
    Preciso de informações dessas fazendas, ou outras de propriedade dessas pessoas pois meus bisavós trabalharam nelas.

    Aguardo retorno seu.

    Obrigado e parabéns pelo trabalho e resgate da história.

    • capitaodomingos Says:

      cartório de notas tem índice e má vontade. lá tem as notas de compra e venda de terras. em geral acham que você é louco.. como ler estes livros antigos..?? como você sabe que seu avô tinha terra aqui.??. além de suspeitarem que você é grileiro.

  9. capitaodomingos Says:

    já postei

  10. Antonio Felix Says:

    Estou pesquisando sobre a familia alves ferreira na regiao de sao jose do rio preto.Januario Alves Ferreira,foi o fumdador de sebastianópolis o sul e consta que seu pai jose alves ferreira teria chegado à regiso de tanabi em 1830.se alguem tiver informaçao ,agradeço …..

    Antonio Felix
    felix@ana.gov.br

  11. Antonio Felix Says:

    Desculpe…..Sebastianópolis do Sul …..e região de Tanabi

  12. ilka Villela Says:

    Escrevi o livro “Laços de Familia” sobre a familia de Manuel Moreira de Meirelles que veio para o Brasil, e ramificou em Minas Gerais, e este site me ajudou bastante em minhas pesquisas. Se alguém precisar de alguma informação é só me enviar um email.
    icmvillela@gmail.com
    Ilka de Castro Moreira Villela

    • GENEALOGIA SILVA OLIVEIRA UBERABA-MG FRANCA-SP MADRINHA DA SERRA Says:

      Olá.

      Ficou honrado que tenha visto o site.

      Sobre o pessoal de Franca-SP, ainda tenho muito o que postar em dois sites: madrinhadaserra.com e capitaodomingos.com

      Na pagina dos Faleiros, no meu site capitaodomingos.com José Justino Faleiros, em um pdf, tem enorme descendência do Antonio Alves de Guimaraes e Josefa Gomes Moreira.

      Recomendo, no site capitaodomingos.com, a página sobre só com certidões temos certeza. É bem acessada todo dia. Escreva certidões no pesquisar.

      Sou descendente da Josefa Gomes Moreira tanto por parte de pai quanto de mãe.

      Você conhece o processo de casamento do Manuel Moreira de Meireles de 1723 na Cúria de Mariana-MG.

      O assento de casamento citado do Manuel de 1723 na pesquisa de vocês em capela da matriz de Ouro Preto-
      MG está na Casa dos Contos? da outra paróquia de Ouro Preto-MG está lá na Casa dos Contos.

      Você o tem transcrito?

      Tem também, em Mariana-MG, processo de casamento de Josefa Gomes Moreira que conta o drama da filha com escrava. só que metade não consegui ler por estar borrado por agua.

      Pretendo fotografar quando for a Mariana-MG.

      O pesquisador Lincoln tem me mandado foto dos assentos que ele encontra no Familysearch sobe os Meireles. Postei esta semana parte do testamento da Violante filha do Manuel. Estou sempre atualizando os sites.

      Gostaria de ter certeza se a mulher do Manuel é de Magé-RJ ou São Gonçalo-RJ. No processo de casamento de Manuel fala as duas coisas sobre a Ilha de Paquetá.

      Espero encontrar os banhos do casamento dos pais dela na Cúria do RJ.

      Tenho também a data da sesmaria do livro de sesmaria do arquivo publico mineiro só que não sei se é do Manuel pai ou do filho.

      Você ainda tem exemplar do seu livro a venda?

      Abraços.

      Escreva sempre.

      Paulo.

  13. ilka Villela Says:

    Visitei Peroselo e localizei todas as casas onde a familia Moreira de Meirelles viveu.
    Ilka

  14. ilka Villela Says:

    Oi Paulo, desculpe-me ter demorado a respondê-lo. Eu já havia entrado no site Capitão Domingos mas não sabia que tambem era seu. Muito interessante! No livro “Laços de Familia” eu tenho a reprodução do assento de casamento do Manuel Moreira de Meirelles que consegui na Curia de Mariana. Vi tambem este processo sobre Tereza, filha da escrava com Manuel e que era afilhada da Josepha, e por isto do impedimento. Mas foi solucionado depois de pagar uma certa quantia para a igreja. Mee livro foi uma produção independente, por isto a venda é direta comigo mesmo. Se você se interessar me mande um email com seus dados, por favor. Gostaria de ter seu email para enviar-lhe as fotos que tirei em Portugal, na Casa de Pegas, e Casa da Igreja. Meu email: icmvillela@gmail.com
    Um abraço, Ilka

  15. Ilka Says:

    Paulo, estou recebendo do as respostas destes comentarios. Seu email com seus dados não recebi, por favor, confira se o endereço está correto. Obrigada!
    icmvillela@gmail.com

    • GENEALOGIA SILVA OLIVEIRA UBERABA-MG FRANCA-SP MADRINHA DA SERRA Says:

      Olá:

      O email é esse paulosilveira@ict.unesp.br

      Você consegui o casamento em Mariana-mg, mas no índice deles não tem livro de ouro preto-mg; Não entendi. tenho a informação que tem livro na Casa dos Contos.

      mande o numero da conta bancaria sua.

      eu tenho paypal.

      o endereço é

      Paulo Silveira

      Rua Ipiau, 561

      Jardim Satélite

      São José dos Campos-SP

      12230-750

  16. SAULO ALVES FERREIRA Says:

    SOU DE POÇOS DE CALDAS MINHA FAMÍLIA É ALVES FERREIRA PROVENIENTE DO POÇO FUNDO ANTIGO MUNICÍPIO DE MACHADO MEU PAI TINHA O NOME DE CESAR ALVES FERREIRA SOBRINHO SEU PAI TINHA O NOME ISAÍAS ALVES FERREIRA MINHA MÃE TINHA O NOME GEORGINA DIAS FERREIRA FILHA DE URBANO PEREIRA DIAS

  17. Ilka de Castro Moreira Villela Says:

    Obrigada!! Foi muito emocionante, depois que lancei o livro Laços de Família, fui na casa onde aconteceu o casamento, de Ana Moreira e Antonio Lopes , pais de Manuel Moreira de Meirelles, relatado no livro, por Monaquino.

  18. Edvaldo Alves de Carvalho Says:

    Meu nome e Edvaldo Alves De Carvalho nascido em 1976 em Alpercata ,Minas Gerais Meu Avo por parte de mãe de chamava Manuel Alves Ferreira eu queria saber a origem dos Alves Ferreira da regiao de Alpercata,mg

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