A Penápolis-SP do Nosso Tempo – Histórias de Penápolis-SP – Personalidades que viveram em Penápolis-SP, e, Filhos Ilustres de Penápolis-SP

Aquilo que ouvimos, e, que aprendemos, e, que nossos pais nos contaram,

não o encobriremos aos nossos filhos.

Nós os contaremos, de geração em geração.

Leia abaixo, inédito, uma descrição da vida dos colonos das “Terras do Avanhandava” em 1862.  A Festa da Padroeira. Ver, abaixo, qual era a nossa padroeira em 1862.

UM SÉCULO DE COMARCA em 10 de outubro de 2017

 UM SÉCULO do Dr. ROBERTO CAMPOS em 17 de abril de 2017

Leia sobre as comemorações do Centenário do Dr. Roberto Campos no Senado Federal do Brasil:

http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/04/12/sessao-solene-do-congresso-celebra-centenario-de-nascimento-de-roberto-campos 

LEMBRANDO que, em 2017, são 100 anos da criação da COMARCA DE PENÁPOLIS-SP. A Comarca de Penápolis, porém, só foi instalada no começo de 1918.

Leia, abaixo, sobre a criação da Comarca de Penápolis-SP, a qual se ia até o Rio Paraná, na atual divisa de SP com o Mato Grosso do Sul.

Dr. ROBERTO DE OLIVEIRA CAMPOS – Cuiabá, 17 de abril de 1917 — Rio de Janeiro, 9 de outubro de 2001.

E, lembrando que em 2017, fazem 100 anos do nascimento do Dr. Roberto de Oliveira Campos, estadista que passou a infância em Penápolis-SP, e cujo pai, Seo Waldomiro de Oliveira Campos, foi o primeiro diretor do Primeiro Grupo Escolar de Penápolis-SP, (a atual E.E. Luís Crisóstemo de Oliveira), e, está enterrado em Penápolis-SP em 1922.

Leia, abaixo, sobre personalidades de Penápolis-SP, e, sobre personalidades que viveram em Penápolis-SP.

Leia mais sobre o Estadista Dr. ROBERTO CAMPOS, que morou em Penápolis-SP, e, que, em 17/abr/2017, comemora-se os 100 anos de seu nascimento.

Dr. Roberto Campos:

Aqui, foto tirada, em Penápolis-SP, em abril de 1921, (talvez em 17 seu aniversário) com o Dr. Roberto Campos ao lado do pai dele.

O professor Waldomiro, morreria, poucos meses depois, em 1922.

Na foto abaixo, aparecem, também, um irmão, e, a mãe do estadista Ministro e embaixador,  Dr. Roberto de Oliveira Campos.

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Ao centro, o estadista Dr. Roberto Campos, quando criança, em Penápolis-SP, em abril de 1921

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DATAS MÁGNAS DE PENÁPOLIS-SP

  • Lei nº 1.397, de 22/12/1913 CRIA O MUNICÍPIO DE PENNÁPOLIS.
  • Lei nº 1.225, de 16/12/1910 CRIA A COMARCA DE BAURÚ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
  • Decreto nº 1.800, de 08/12/1909 CRIA UMA COLETORIA DE RENDAS ESTADUAIS, DE QUARTA CLASSE, EM PENÁPOLIS, ANTIGA POVOAÇÃO DE SANTA CRUZ DO AVANHANDAVA.
  • Lei nº 1.177, de 17/11/1909 CRIA O DISTRITO DE PAZ DE PENÁPOLIS, NO MUNICÍPIO E COMARCA DE RIO PRETO.
  • Em 18 de maio de 1883, o mineiro da região de Candeias-MG, Seo José Pinto Caldeira, registra, em Bariri-SP, a doação do Patrimônio de Nosso Senhor dos Passos, que seria o Padroeiro do depois chamado Bairro do Lageado; Eram 100 alqueires de terra próximas à Colônia do Avanhandava. Os poucos de sua família que sobreviveram ao massacre dos índios em 1887, deixaram o Lageado.
  • Decreto Imperial do Brasil nº 5.405, de 17 de Setembro de 1873 –  Concede á Companhia Fluvial Paulista autorização para funccionar, e approva seus estatutos. Ver sobre a  navegação para a Colônia, abaixo.
  • DECRETO IMPERIAL DO BRASIL nº 2.126 DE 23 DE MARÇO DE 1858 – Crêa huma Colonia militar na estrada, que vai da Villa da Constituição (Piracicaba-SP) em São Paulo á de Sant’Anna da Parnahyba (MS)

10 DIAS DE BARCO DE PIRACICABA-SP até o Salto do Avanhandava

oito

salto

A PENNAPOLIS DO NOSSO TEMPO ATÉ O RIO PARANÁ e até o divisor de águas entre o Rio Feio (também chamado Aguapeí) e o Rio do PEIXE:

Repare a antiga linha da NOB, Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, margeando o Rio Tietè e Rio Paraná, o Ramal de Lussanvira.

Nota: Lussanvira ficava próximo da atual Pereira Barreto-SP.

Perto do Rio Tietê, muita malária, maleita, (paludismo), muitos trabalhadores mortos na construção da NOB.

Nos registros de óbito de 1909 e da década de 1910 e 1920, em Penápolis-SP, há muito PALUDISMO como causa da morte.

pennapoliss

PENÁPOLIS-SP ia até o  Rio do Peixe e o Rio Paraná. Bons tempos.

antiga Estação  e Povoação da  Santa Cruz do Avanhandava.

A paroquia que abrangia área imensa chamou se inicialmente Curato de Santa Cruz do Avanhandava.

Só há poucos anos foram criadas novas paróquias em Penápolis-SP.  Foram criadas várias paróquias desde o início mas que hoje estão em novos municípios desmembrados de Penápolis-SP.

Penna – de Affonso Penna – Presidente da República falecido quando Santa Cruz do Avanhandava nascia.

Sua história centenária, amada e preservada:

Os penapolenses, que festejaram, em 25 de outubro de 2008, o Centenário da fundação de de uma povoado, hoje cidade,  não esquecem as histórias dos pioneiros e dos velhos tempos dos pioneiros.

Centenário da primeira missa, a fundação, e 150 anos da criação da Colônia Militar do Avanhandava, no Degredo

Onde está São Francisco, havia uma Cruz

A Santa Cruz do Avanhandava

Fotografia tirada, em 25/outubro/2008, em frente a atual E.E. Luís Crisóstemo de Oliveira 

Entre o prefeito municipal João Luís e os ex-prefeitos Dr. Edson e Dr. Ricardo Castilho, está o senhor que, em 25 de outubro de 1958, tinha lacrado e enterrado a urna aberta em 25/out/2008

A freira Ana Castilho, filha do Lindorio Castilho, neta do Fazendeiro Eduardo José de Castilho, que foi o doador das terras do Patrimônio da Santa Cruz do Avanhandava, (hoje Penápolis-SP), rezando, junto com o prefeito municipal João Luís dos Santos, e, os ex prefeitos Dr. Edison João Geirassate e Dr. Ricardo Castilho

 Presente também o cidadão que construiu, em 1958, no CINQUENTENÁRIO DE PENAPOLIS-SP, a caixa em que foi encerrada as lembranças – Solenidade realizada em frente ao primeiro Grupo Escolar, no local onde foi plantada um Cruz, em 25 de outubro de 1908 

No Lugar da Cruz (do Avanhandava), hoje, está a estátua de São Francisco de Assis, (no fundo da foto)

Nesta outra foto dos 100 anos aparecem 3 ramos da Família Faleiros de Franca-SP, descendentes dos pioneiros:

Na foto, juntos, três descendentes de pioneiros francanos (vindos de Franca-SP, como grande parte dos pioneiros):

Ao lado da Primeira Dama do Município, está Dona Sônia Faleiros, (esposa do Dr. Ricardo Castilho), Paulo Silveira, e Zé Monteiro (vice-prefeito municipal em 2008) – os três são descendentes de 3 ramos dos Faleiros francanos, pioneiros em Penápolis-SP

81460022

Leia o Regulamento da Colônia Militar do Avanhandava-SP, a beira da estrada que ia de Piracicaba-SP para Paranaíba-MS, no atual Mato Grosso do Sul:

dec n°2126-p1-13031858

dec n°2126-p2-13031858

DECRETO IMPERIAL DO BRASIL nº 2.126 – DE 23 DE MARÇO DE 1858

Crêa huma Colonia militar na estrada, que vai da Villa da Constituição (PIRACICABA-SP) em São Paulo á de Sant’Anna da Parnahyba (NO ATUAL MATO GROSSO DO SUL)

Hei por bem crear huma Colonia militar na estrada, que vai da Villa da Constituição, (atual Piracicaba-SP), em São Paulo á de Sant’Anna da Parnahyba, a qual será regida pelo Regulamento, que com este baixa, assignado pelo Marquez de Olinda, Conselheiro d’Estado, Presidente do Conselho de Ministros, Ministro e Secretario d’Estado dos Negocios do Imperio, que assim o tenha entendido, e faça executar.

Palacio do Rio de Janeiro, em treze de Março de mil oitocentos cincoenta e oito, trigesimo setimo da Independencia e do Imperio.

Com a Rubrica de Sua Magestade o Imperador.

Marquez de Olinda.

REGULAMENTO PARA A COLONIA MILITAR CREADA POR DECRETO DESTA DATA, NA ESTRADA QUE SHAI DA VILLA DA CONSTITUIÇÃO EM SÃO PAULO Á DE SANT’ANNA DA PARNAHYBA

CAPITULO I

Da Colonia e seu districto

Art. 1º A Colonia militar estabelecida por Decreto desta data, na estrada que vai da Villa da Constituição em S. Paulo á de Sant’Anna da Parnahyba em Matto Grosso, terá por districto não só huma legua quadrada, que será medida e demarcada, como todo o mais territorio, que for designado pelo Presidente da Provincia com approvação do Governo Imperial.

Art. 2º A Colonia será composta de 12 praças de pret e suas familias.

Art. 3º Além das praças de pret serão admittidos na legua quadrada, com approvação do Presidente da Provincia, até o triplo dos colonos da 3ª classe mencionados no art. 15 do Reg. Nº 820 de 12 de Setembro de 1851, preferindo-se os individuos que, tendo servido no Exercito, tenhão na conformidade da Lei direito a hum lote de terras, com tanto que sejão casados ou viuvos com filhos e laboriosos.

Art. 4º Serão tambem considerados colonos os operarios necessarios para os trabalhos da Colonia, e os estafetas, que forem contractados para o serviço do Correio.

Leia mais em:

http://legis.senado.leg.br/legislacao/PublicacaoSigen.action?id=395549&tipoDocumento=DEC-n&tipoTexto=PUB

A primeira notícia que existe dos colonos do Avanhadava

FESTA DO PADROEIRO NA COLÔNIA DO AVANHANDAVA

A PRIMEIRA PADROEIRA FOI NOSSA SENHORA DO CARMO

OS COLONOS ENFRENTARAM FORTE SECA NOS PRIMEIROS ANOS QUE SECOU OS RIBEIRÕES

Publicado no Correio Paulistano em julho de 1862

seis

7

Hercules Florence descreve o Salto do Avanhandava:

Transpusemos a cachoeira de Avanhandava-mirim e, às 3 horas, vimos o nevoeiro de espuma que se ergue do salto de Avanhandava, a respeito do qual muito nos tinham falado. Abicamos acima dessa queda no fim do estirão e junto à margem direita do rio. Era a primeira grande cascata que eu ia ver. Apressei-me, pois, com outros, a ir desfrutar esse espetáculo, cuja beleza nos fora encarecida.

Metemo-nos por um caminho aberto na mata no qual havia, de dois em dois passos, troncos roliços atravessados e deixados por nossos predecessores de viagem, a fim que as canoas pudessem ser arrastadas por terra, visto como a transposição por água é impossível. Chamam-se esses caminhos 40 Hércules Florence varadouros. No meio deste inclina-se o terreno, de modo que começamos a descer. Creio que a praia inferior ao salto há de estar a 60 pés abaixo da superior. Esta diferença de nível não representa a queda, porque as águas correm em plano muito inclinado antes e depois de se precipitarem. O salto de Avanhandava é uma bela e majestosa catarata. Corta o rio segundo uma linha oblíqua, de modo que a víamos bem de frente. Sua largura pode ser de 300 braças, a altura de 40 pés, o que, com a inclinação do álveo, antes e depois da queda, dá os 60 pés entre o porto superior e o inferior.

À direita vêem-se as águas se precipitar entre a margem umbrosa, uma ilhazinha coberta também de árvores e uns grandes penedos. Formam-se, pois, duas gargantas por onde atiram-se as massas líquidas em tal agitação e revolvimento de espumas, que densas nuvens de vapores se erguem com neblina cerrada. As águas que caem pelo lado do grande maciço de rocha não são tão revoltas: milhares de cascatinhas divididas por pontas de rochedos constituem um anfiteatro de pedra riscado por fios d’água, alva como neve. O grande maciço não se prende à margem esquerda. De permeio a eles fica uma ilha, e no intervalo lançam-se, espumantes e furiosas, espadanas de água, que se desfazem em vapores. Vista do porto inferior, onde admirávamos esta soberba cascata, parece abaixo que o mato da margem esquerda se afasta sensivelmente, achegando-se, por uma ilusão óptica, da margem direita até se perder num horizonte de espuma. Depois do salto, as águas juntas continuam a correr com fúria, empolgadas sempre.

É, contudo, nessa corredeira que os nossos homens metem as canoas, que acabam de arrastar por terra. São também com tamanha violência arrebatados que a resistência do ar erriça-lhes os cabelos da cabeça. Fazem então esforços imensos para manobrarem de modo a evitar as pontas dos fraguedos. Dada a queda, parece o Tietê outro rio. Não tem mais largura de 200 a 300 braças; é um canal de 15 a 20 braças que corre com tanta força quanto profundidade. As margens são rochas unidas. Como pode o caudal abrir leito tão fundo e estreito nesse maciço pedregoso? Observei fato idêntico depois do salto de Itapura, segunda queda do Tietê, de Urubupungá, no Paraná, e de Augusta, no Juruena. Viagem fluvial do Tietê ao Amazonas 41 Notei também que as árvores que revestem as cercanias dessas grandes cascatas são secas e desfolhadas, apesar da umidade que os vapores d’água devem entreter no terreno. Talvez seja pela grande quantidade de pedras que nele exista.

OS DOCUMENTOS MAIS VALIOSOS DE PENÁPOLIS-SP depois destes, acima, da Colônia são:

com lista de moradores pioneiros

Abra os PDFs da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo

Criação do distrito;

0002_1909

criação do município:

0047_1910

Este é o mais completo sobre a Comarca que faz 100 anos em 2017 e onde há muitas informações:

É o link para o site da ALESP:

http://www.al.sp.gov.br/geral/acervoHistorico/FichaDocumentoRepublicaVelha.jsp?idDocumento=29993 

Um PDF sobre a criação da comarca:

Este não tem lista de moradores.

0003_1917

1908 – O Presidente Affonso Penna vai até perto, em março, vai até Cafelândia-SP, morre, logo em seguida e dá seu nome à nova Estação e Povoado de Santa Cruz do Avanhandava fundada em 25 de outubro daquele ano de 1908.

A construção da ferrovia era rápido.

Março em Cafelândia-SP, Outubro em Penápolis-SP.

As ferrovias no nosso tempo:

MAPA VIAGEM PRESIDENTE REV.DA SEMANA 8-3-1908

Aqui, no processo de criação da comarca, a data de fundação é 16 de agosto de 1908, QUANDO O FUNDADOR DR. MANOEL BENTO DA CRUZ INICIOU A CONSTRUÇÃO DA PRIMEIRA CASA. 

Outras datas marcantes aparecem no texto:

pena fundar

DE ONDE SAIU O NOME PENNAPOLIS

pennapolis o nome

distrito zero

distrito utm

distrito dois

dsitrito tres

Como se chamavam os 5 fazendeiros pioneiros de 1861 da Colônia do Degredo?

A Resposta você lê mais abaixo.

OLHA AI A PENÁPOLIS DO  NOSSO TEMPO

O PORTO DO  CRUZ, O SALTO, O LAGEADO,

O TIETÊ, tietezão

A ESTRADA VELHA E A ESTRADA NOVA DO LAGEADO

o RIBEIRÃO FARELLO, e, o Ribeirão Ferreira, na outra margem do Tietê

E, é exatamente no Ribeirão Ferreira que ficava a velha Colônia do Avanhandava.

É curioso que ela tinha o apelido de Degredo.

Só que o Degredo fica do nosso lado perto do Lageado, onde muitos pioneiros uberabenses e francanos se instalaram no mítico DEGREDO.

Colônia do Avanhandava, boca do sertão.
Meio Caminho da estrada entre Piracicaba-SP e Itapura-SP

E 10 DIAS DE BARCO DESDE PIRACICABA-SP

salto do ava

Relembrando, 100 anos depois, a data histórica de 25 de outubro de 1908, fundação da povoação (PRIMEIRA MISSA REZADA POR FREIS ITALIANOS RECÉM CHEGADOS) de Santa Cruz do Avanhandava na Estação do mesmo nome da EFNOB – Estrada de Ferro Noroeste do Brasil

2013 – 100 anos da criação do Município desmembrado de Bauru-SP

2014 – 100 anos da instalação da Câmara Municipal que governava o Município que era extenso

No Brasil de, 1532 até 1930, eram todos os vereadores gente do povo que governavam as vilas e cidades, depois deixaram só um dos vereadores, com nome de intendente, e, depois de prefeito, governar.

Quando surgiu Penápolis-SP ,já estava em vigor a lei estadual paulista de 1906, que estabelecia que haveria um prefeito eleito pela câmara Municipal.

Muitos prefeitos municipais, em muitos lugares, então, eram gente de fora, nomeados pelos interventores do Dr. Getúlio Dornelles Vargas.

Abaixo, a cerimônia, em 25/0ut/2008, da abertura da urna que foi fechada no cinquentenário em 1958.

50 anos depois, outra urna é aberta e lacrada. será aberta outra a nova urna em 2058.

E da Velha Noroeste NOB, há muita história, ver abaixo, por enquanto a praga de Gafanhoto em 1918, o ano dos G:

Geada, Guerra, Greve, Gripe Espanhola, Gafanhoto, quando morreram centenas de penápolenses e havia um hospital de isolamento da Gripe em Pennapolis. Morriamos de Paludismo (malária), Em 1918, morremos de gripe espanhola.

“Da banda do Baurú,

Lá, na linha noroesta,

Cafanhoto era tanto,

Que parou um trem exprésso;

Pra pudê segui a viage

Precisô fazê promessa.”

A PENÁPOLIS-SP DO NOSSO TEMPO

em 1910

Miguel Calmon é Avanhandava-SP.

Itapura é a atual Itapura-SP, na foz do Rio Tietê.

Claro que a antiga Itapura-SP ficou debaixo d´agua da Represa de Jupiá.

Várias estações mencionadas não existem mais. Eram da linha antiga da NOB, na beira do Rio Tietê e do Rio Paraná. Ficou conhecido, depois como o Ramal de Lussanvira, na atual Pereira Barreto-SP.

Na década de 1930, foi construída a Variante da NOB, de Araçatuba-SP até Andradina-SP e Castilho-SP.

Aracanguá é a atual Santo Antônio do Aracanguá-SP, desmembrada de Araçatuba-SP, na década de 1990.

Lussanvira ficava perto da atual PEREIRA BARRETO-SP.

QUE SAUDADE DA POVOAÇÃO DO LAGEADO.

Ver abaixo mapa da NOB e folheto com nome das estações antigas do ramal de Lussanvira.

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Hino do cinquentenário de Penápolis – Carmita de Melo Amadh

Na noite alta, o silêncio é profundo,
Só se ouve das feras, o uivar,
E ao longe, o grito feroz e iracundo
Do índio selvagem disposto a atacar.

No meio da selva, enfrentando o jaguar,
Um punhado de bravos,
Pretendem uma cidade formar.

E na manhã seguinte,
Cintilante de luz,
Na clareira erguem
Um altar e uma cruz.

E a cidade desponta,
Sob o olhar de Jesus,
E o trabalho fecundo
De Manoel Bento da Cruz!

E os fiéis Capuchinhos
Com denodo e oração
Vão abrindo os caminhos
Da Civilização.

Uma tentativa corajosa de povoamento e ocupação do Solo Brasileiro

Colônias Militares no Sertão – O Caso dos Campos do Avanhandava – o Degredo.

Militares protegendo os heroicos e bravos pioneiros dos ataques dos Índios.

Um dos primeiros francanos boiadeiro viajante a vir pra colônia foi José Cândido Monteiro falecido em 1916 em Penáp0lis-SP e que trouxe 6 de seus irmãos Monteiro de Araújo para o Lageado.

Leia o Regulamento da Colônia Militar do Avanhandava-SP, a beira da estrada que ia de Piracicaba-SP para Paranaíba-MS, no atual Mato Grosso do Sul:

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dec n°2126-p2-13031858

E quem eram os 5 fazendeiros citados no relatório do Ministério da Guerra de 1861 que se instalaram em volta da Colônia Militar do Avanhandava?

O Correio Paulistano de 27 de agosto de 1862 publicando carta de 25/JUNHO/62 deles dá os nomes de 4 deles que assinam embaixo:

ZEFERINO JOSÉ DE CASTILHO

JOSÉ ANTÔNIO DE CASTILHO

MANUEL JACINTHO PEREIRA

CASIMIRO GOULART DA SILVA

“SEUS NOMES FICARAM GRAVADOS NA NOSSA MEMÓRIA E JAMAIS SERÃO ESQUECIDOS”

Os Castilho estão até hoje em Penápolis-SP e doaram as terras do patriomônio.

Os  Goulart até a década de 1950 estavam no Degredo e Lageado, ainda estão vários em Penápolis-SP

LER ABAIXO CARTA DESTES PIONEIROS AO JORNAL CORREIO PAULISTANO

A Edifício da CÂMARA DE VEREADORES de PENNAPOLIS-SP, construída em 1913, e que começou a funcionar em 1914, governando a villa

Crime em Pennapolis

Do delegado de policia de Pennapolis, o Sr. Dr. Thyrso Martins, delegado geral, recebeu hontem, um telegramma communicando que durante a sessão da Camara Municipal, daquella localidade, e quando era dado posse ao vereador eleito Amadeu Laureani, deu-se um conflicto, sendo assassinado o vereador Luiz Osorio da Fonseca. Os assassinos foram presos.

Por determinação do Sr. Delegado geral, seguem para aquella localidade o medico legista regional de Botucatú e um contingente de praças de Baurú para reforço do destacamento local.

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Santa Cruz do Avanhandava, colônia, estação, povoação, depois vila, deveria ser o nome da povoação, hoje cidade, até hoje.

Morreu o Presidente da República, Dr. Affonso Penna, e, mudaram o nome para PENNAPOLIS-SP. Inicialmente pensou-se em “Affonso Penna” para o nome

Isso aconteceu com a nossa Santa Cruz do Avanhandava, com a atual Siqueira Campos-PR, e com Rio Branco-AC, que também já se chamaram PENNAPOLIS.

Triste Brasil em que não se dá valor aos de casa e colocam nome de gente de fora que nunca passaram pelo lugar e tirar os nomes religiosos.

Em Araçatuba-SP, quando esta pertencia a Pennapolis-SP, os índios mataram barbaramente o agrimensor Christianno Olsen que em 1910 foi homenageado com a Praça do Boi em Araçatuba-SP tendo o seu nome.

Morto Rui Barbosa em 1923, a Praça perdeu o nome de Cristiano Olsen e passou a se chamar Praça Rui Barbosa.

Nota: nos documentos da criação da vila se diz que em 1910 já havia cemitério em Penápolis-SP e parece ser na vila e não o do Lageado.

No entanto, os livros da Necrópole Santa Cruz só começam em 1914.

A primeira notícia que existe dos colonos do Avanhadava

FESTA DO PADROEIRO NA COLÔNIA DO AVANHANDAVA

A PRIMEIRA PADROEIRA FOI NOSSA SENHORA DO CARMO

OS COLONOS ENFRENTARAM FORTE SECA NOS PRIMEIROS ANOS QUE SECOU OS RIBEIRÕES

Publicado no Correio Paulistano em julho de 1862

seis

7

O SONHO DA NAVEGAÇÃO ATÉ O SALTO DO AVANHANDAVA

Decreto nº 5.405, de 17 de Setembro de 1873

EMENTA: Concede á Companhia Fluvial Paulista autorização para funccionar, e approva seus estatutos.

TEXTO – PUBLICAÇÃO ORIGINAL

  • Coleção de Leis do Império do Brasil – 1873, Página 729 Vol. 2 (Publicação Original)
Origem: Poder Executivo

VIAJAR DE BARCO DE PIRACICABA PARA PENÁPOLIS-SP e seguindo até Itapura-SP

No Salto do Avanhandava, havia baldeação.

10 dias de viagem (18 a 28) de Piracicaba-SP até à Colônia do Avanhadava

oito

PARECER E PROJETO DA CRIAÇÃO do DISTRICTO DE PAZ DE PENNPAPOLIS, MUNICÍPIO E COMARCA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

O citado cemitério seria o Cemitério do Lageado?

A Necrópole Santa Cruz tem seu primeiro livro com data de 1914.

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Por volta de 1940, o nome foi encurtado para PENÁPOLIS-SP, e, passou a ter acento no A.

Penápolis-SP que já foi uma estação de trem e a venda do português Seo Ventura, que morreu em Birigui-SP. (a palavra Birigui é nome de um mosquito). MANUEL DOMINGOS VENTURA.

Muitos dos pioneiros chegaram, à Penápolis-SP, a então Estação de Santa Cruz do Avanhandava-SP, (e os mais antigos ainda chegaram ao Lageado onde foi o começo da cidade, depois transferida para o local atual para ficar ao lado da Estação de Trem) de carro-de-boi de Uberaba-MG.

Famílias inteiras buscando vida nova, com recém casados e mães com crianças no colo, como o futuro Frei José (Garibaldi Celso Vaz de Melo), no colo de sua mãe Dona Emília Monteiro (a Dona Bia), em viagens que duravam um mês.

Muitos dos recém chegados ficavam semanas na Pensão do Seo Manuel Domingues Ventura, ou ficavam em barracas, no ‘Acampamento dos Pioneiros,‘ até se construir uma casinha no sítio, recém comprado, que ainda era puro mato, no Sertão da Noroeste.

O Seo Ventura, depois, foi para Birigui-SP, onde é nome de rua.

O norueguês agrimensor Christiano Olsen barbaramente martirizado, assassinado e assado pelos índios caingangues, em 1910. A atriz Giulia Gan é trineta do velho Olsen.

A Família do velho Olsen vive no interior do Estado de São Paulo.  Sua neta, mãe de Giulia Gam, vive ainda em Penápolis-SP.  Colocou-se uma grande cruz em seu túmulo, no antigo Cemitério do Lageado. Neste cemitério, jaz abandonada, a vala comum dos 17 heróis pioneiros massacrados pelos índios em 1883.

Triste Brasil que tiraram o nome da Praça do Boi de Araçatuba-SP de Praça Christiano Olsen para dar nome ao finado Rui Barbosa que foi morto, naquele ano de 1923, e, que nunca tinha pisado em Araçatuba-SP. Uma das barbaridades que acontecem no Brasil. É lógico que a Praça tem que voltar a se chamar Olsen.

Araçatuba-SP, naquele tempo do bárbaro assassinato do velho Olsen, pertencia à  Penápolis-SP;.

As enormes perobeiras à beira dos ribeirões.

PENÁPOLIS EM 1951

A minúscula Companhia Paulista de Força e Luz do Avanhandava-SP, da década de 1920. Há muito tempo sumida debaixo dágua.  Idem a Usina de Avanhandava do velho Adhemar de Barros.

O Seo Tarcísio Gabriel das Neves, filho de pioneiros francanos, da Livraria Católica, relembrando o seu pai, um pioneiro, carreiro, que “puxava” sal e outros gêneros alimentícios, em carro-de-boi, entre Penápolis e Franca-SP.

Vinham da região de Franca-SP e chamavam amigos e vizinhos para as novas terras.

 Em 2016, o velho seo Tarcísio, com 90 anos, é criador premiado de orquídeas.

Os pioneiros, recebendo, em 1958, com muito orgulho, no Cinquentenário de Penápolis-SP, o título de Cidadão Honorário Penapolense.

CLIC NA FOTO PARA AMPLIAR

Este é o diploma do Juquinha, (Seo João Júlio da Silveira, um francano com passagem por Uberaba-MG), carpinteiro, lavrador e carreiro

Esse pioneiro da Família Monteiro de Araujo construiu os carros de boi e os consertava na viajem de um mês de Uberaba-MG até o Lageado, em 1912

O velho Juquinha que dirigiu a comitiva dos Monteiro de Araújo que saiu de Uberaba-MG, em 1912, em 15 de agosto  da Fazenda Badajós, para o Lageado, em viagem com vários carros de boi, de 45 dias, chegando ao Lageado em 25 de setembro de 1912,

e antes também veio trazendo outros Mmonteiro como, em 1911, o João Monteiro de Araújo, pai do Quinca Monteiro;

com eles, em 25/set/12, chegou um bebê, depois Frei José, autor do texto sobre Penápolis-SP transcrito abaixo, e, irmão da poetiza Carmita de Mello Amhad

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E em perigos e guerras esforçados mais que prometia a força humana novo reino construíram que tanto sublimaram.
E quais perigos os heróis pioneiros de Penápolis-SP enfrentaram:
Escorpião, gafanhoto, cobra, onça, malária (paludismo – maleita) e índios.
Logo que chegaram os frades italianos em 1906 já tiveram notícias de heróis pioneiros trucidados por índios.
Não desistiram e  construíram Penápolis-SP.
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Os textos abaixo do Frei José e de sua irmã Carmita Vaz de Mello Amadh mostra a vocação incrível dos Vaz de Mello pelo jornalismo.

1° Foto: EDUARDO CASTILHO E ESPOSA.
Doaram o Patrimônio da Santa Cruz do Avanhandava.

Os documentos que publicamos da Colônia do Avanhandava mostram os Castilhos já em 1862 na região.

Os bravos Pinto Caldeira são da região de Candeias-MG,  tradicionais lá.

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Aqui aconteceu a primeira missa em 25 de outubro de 1908 e posse do primeiro diretor dos frades capuchinhos de Trento Itália.

Ainda está de pé.

É comparável ao Pátio do Colégio em São Paulo, que aliás não tem mais a construção original.

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Texto da Carmita Vaz de Mello Amadh

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OS PINTO CALDEIRA SÃO DE CANDEIAS-MG E REGIÃO, depois do ataque dos indios os sobreviventes fugiram para o outro lado do rio Tietê.

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LOGO QUE CHEGOU, FREI BOAVENTURA DE ALDENO, dos fradres capuchinhos de Trento na Itália, em 1906, teve notícia de mais um massacre dos índios contra pioneiros brancos:

“O lugar era perigosíssimo pelas “correrias” dos selvagens. Basta dizer que poucos dias antes, haviam assassinado barbaramente três pobres lavradores das vizinhanças”.

Leia depoimento do Frei Boaventura de Aldeno em 1906, dois anos antes da primeira missa fundação de Penápolis-SP:
A citada casa de tábua ainda existe e teve o início de sua construção pelo Dr.Manuel Bento da Cruz em  16 de agosto de 1908, data que já foi (ver acima) data de fundação da povoação.
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Ata de instalação do MUNNICIPIO DE PENAPOLIS-SP que era bem maior em 1914 e compreendia vários distritos que hoje são municípios.

Município quer dizer que tem governo próprio, uma câmara municipal administrando a cidade, os distritos, bairros rurais e a zona rural.

A partir da Revolução de 1930, todos os municípios do Brasil passaram a ter prefeitura municipal.

Em Portugal, se manteve a Câmara Municipal até hoje como um governo colegiado eleito pelo povo que administra as vilas e cidades de Portugal. Em Portugal ainda o Município (lá dito Concelho) ainda tem como sua sede uma vila ou uma cidade. Aqui no Brasil, como dito, e, de 1937 em diante:

A CIDADE É O DISTRITO-SEDE DO MUNICÍPIO E LHE DÁ O NOME.

A sede dos municípios na época podiam ser vilas ou cidades. A partir de 1937, no Brasil, toda sede de município passou a ser cidade e lhe dá o nome (ao município).

Um município é sempre desmembrado de outro – Penápolis-SP foi desmembrado de Bauru-SP  e  Araçatuba-SP e outros foram desmembrados de Penápolis-SP

Saiu a reportagem no grande jornal que Penápolis-SP teve O COMARCA DE PENAPOLIS do velho Raul Casasco.

Outro grande jornal foi o PENNAPOLENSE do Seo Altino Vaz de Mello. PENÁPOLIS em 1914 ficou independente de Bauru-SP.

Penápolis-SP, em 1914, já era chamada de cidade. Em 1913 em documentos ainda vila. Nunca achamos nenhuma lei elevando Penápolis-SP de vila à cidade.

Só em 1937, que por decreto-lei, todas as sedes de municípios receberam o título de cidades. Até então as pequenas sedes de municípios eram vilas.

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Penápolis-SP não esquece a antiga Estação de Trem que ficava à esquerda da atual Estação. Ficava perto da primeira casa de Penápolis, que ainda existe.

O antigo Campo da Aviação, na Vila Fátima, com seus “teco-tecos“, os “CAP-4 Paulistinha”, paraquedistas, a “Esquadrilha da Fumaça” com seus gloriosos aviões T-6. O saudoso Correio Aéreo Nacional com sua linha até o Paraguai.

O “Clube de Planadores de Penápolis-SP”. O “Syndicato Condor” decolando seus aviões Junkers alemães para o Mato Grosso. Bons tempos que cidade pequena tinha linha aérea.

Os passeios no Salto do Avanhandava que, nas palavras da Carmita Ahmad, o salto:

Serpenteia em meneios coleantes, em alvéo de pedras, rumoreja a caudal de espumas borbulhantes do Tietê em fina benfazeja“.

Salto bonito com linda mina dágua.

Os banhos e as pescarias no Ribeirão do Lajeado.

O “Porto do Cruz” e a velha “Estrada Velha do Lageado“.

O célebre “Tenente Galinha”João Antônio de Oliveira, da Escolta de Capturas da “Força Pública do Estado de São Paulo”, (a atual Polícia Militar do Estado de São Paulo), caçador de criminosos no Sertão da Noroeste, e também, barbaramente assassinado, em 1912.

O  DOUTOR LUIZ OZÓRIO DA FONSECA

Um bárbaro crime político no sertão

Os penapolenses escreveram corretamente no túmulo do Dr. Luís Ozório da Fonseca: MUNICIPIO.

Sim. Foi todo o município, e não só a cidade chorou sua morte. Também os distritos (como Araçatuba-SP ainda distrito de Penápolis-SP em janeiro de 1919) e a zona rural.

O MUNICIPIO REVERENCIA A MEMORIA DE LUIZ OZÓRIO DA FONSECA QUE COMO VEREADOR TOMBOU NO CUMPRIMENTO DO DEVER

16 DE JANEIRO DE 1919 – Túmulo 526, quadra 2, parte velha do Cemitério Necrópole Santa Cruz em Penápolis-SP.

A dureza da política daqueles tempos e o bárbaro assassinato do Dr. Luís Osório da Fonseca, em 16 de janeiro de 1919, metralhado dentro da Câmara Municipal de Penápolis-SP. No seu túmulo em Penápolis-SP, em uma placa, está a gratidão do município pelo vereador que morreu no  cumprimento do seu dever cívico e patriótico.

O tiroteio foi imenso. Um rapaz, empregado da Câmara Municipal, escondeu-se debaixo da mesa até acabar o barulho. A Câmara ficava próximo ao Santuário de São Francisco.

A rua do Commercio em que residia então passou a levar o seu nome, a Luis Ozório.

O Correio Paulistano deu apenas uma nota no dia 17. O jornal quase todo era dedicado à morte do Presidente Rodrigues Alves.

Não é dado os nomes dos assassinos:

Crime em Pennapolis

Do delegado de policia de Pennapolis, o Sr. Dr. Thyrso Martins, delegado geral, recebeu hontem, um telegramma communicando que durante a sessão da Camara Municipal, daquella localidade, e quando era dado posse ao vereador eleito Amadeu Laureani, deu-se um conflicto, sendo assassinado o vereador Luiz Osorio da Fonseca. Os assassinos foram presos.

Por determinação do Sr. Delegado geral, seguem para aquella localidade o medico legista regional de Botucatú e um contingente de praças de Baurú para reforço do destacamento local.

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Homenagem da Zona da Noroeste ao Presidente de São Paulo Doutor Júlio Prestes de Albuquerque quando de sua visita `a nossa região em 1928:

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A LENDA QUE FOI DOMINGOS VIEIRA DA SILVA

EM RESUMO FOI ASSIM: MANDOU MATAR O DELEGADO EM 1926, NÃO FOI SEU PRIMEIRO CRIME, JÁ SAIA NOS JORNAIS DA CAPITAL EM 1923

FOI INOCENTADO NO INQUERITO EM 1928, MAS O CAPANGA FOI A JULGAMENTO EM 1930 E O ENTREGOU…..

ELE ENTAO ATIROU NELE NO FORUM NO JURI,, SAIU NO NYTIMES. NÃ0 DEU NADA,,, ERA MUITO ESTIMADO,, LENDARIO,,, COM MUITOS CAUSOS DELE.. MORREU PACATAMENTE DE TETANO EMM 42,, PIONEIRO ESTAVA EM PENAPOLIS EM 1910 E FOI NOSSO PRIMEIRO DENTISTA.

Primeiro dentista de Penápolis-SP e falecido de tétano em 1942 em Penápolis-SP

Pioneiro dentista que deixou sua assinatura no processo de criação do município de Pennapolis-SP

No início dos anos 1920, em 09/nov/1922, a Folha da Noite, da capital paulista, noticiou ele sobre um crime bárbaro.

Foi um dos primeiros crimes a chegar aos jornais da capital paulista:

MORTO E ENTREGUE AOS CARNÍVORES,

Aristides Inácio da Fazenda Jacutinga é encontrado sem cabeça.

A historias e mais historias.

certa vez o trem atropelava suas vacas,, ele apareceu, o maquinista.. não foi eu não seu domingos.

O lavrador e dentista Domingos Vieira da Silva que atirou no Tribunal do Júri, em 13 de fevereiro de 1930, matando um jurado, o português Manoel Pereira, ferindo outras três pessoas, e, sendo notícia no “The New York Times“.

O Fórum ficava em frente a Estação de Trem.

Deu no The New York  Times

A única vez em que PENNAPOLIS-SP foi  notícia no THE NEW YORK TIMES:

Domingos Vieira, no abaixo assinado para a criação do município aparece como o único dentista da vila.

Domingos Veira da Silva tentara matar, no julgamento no fórum, o réu, seu capanga UM ALCAGUETA, que assassinara, em uma  tocaia, em 13 de janeiro 1926, o delegado Doutor Álvaro Martins Sevilha, de apenas 33 anos de idade, e, denunciara Domingos Vieira da Silva como o mandante do bárbaro crime.  Ambos os crimes foram destaques nos jornais da capital São Paulo.

Domingos já havia sido inocentado no inquérito sobre a morte do Dr. Sevilha (ver abaixo), e estava solto.

O ÓBITO DO DR. SEVILHA

O Official interino fez um péssimo assento de óbito:

Aos treze dias de janeiro de mil novecentos e vinte e seis, nesta cidade de Pennapolis, Estado de São Paulo, em cartorio, compareceu Gustavo F. Kueennam, Inspetor Escolar, residente nesta cidade, e exhibindo attestado medico do Doutor Horacio de Mello declarou que, hontem ás vinte e quatro horas, nesta cidade, falleceu victima de hemorragia interna produzida por ferimento de arma de fogo Dr. Alvaro Martins Sevilha, do sexo masculino com trinta e treis annos de edade, cor branca, natural do Rio de Janeiro, casado, filho legitimo do Dr. Manoel Lourenço Gomes Sevilha, e os nomes de sua mulher de digo mulher e avos, tanto paternos como maternos, o declarante deixa de declarar, por ignorar. Do que para constar lavrei este que por acharem conforme assignam declarante e testemunhas a tudo presentes. Eu…………Paula, Official interino do Registro Civil, o escrevi e assigno.

Gustavo F. Kueennann

Agostinho Mendonça do Valle

Ludgero Ferreira Mendes

As datas e páginas da FOLHA DA MANHÃ, atual Folha de S. Paulo, em que saíram as reportagens sobre o bárbaro crime do  Delegado Doutor Álvaro Martins Sevilha foram:

Estão online no Acervo Folha.

EM BREVE POSTAMOS LINK PARA O ARQUIVO DA FOLHA.

Não é possível reproduzir aqui por causa dos direitos autorais.

Mas pelo link do Arquivo da Folha, você pode imprimir. E pode comprar também para fazer um quadro e postá-lo na parede do Museu da antiga prefeitura municipal.

Todos em 1926:

14/01, página 02;

16/01, página 09;

17/01, página 11;

30/01, páginas 06 e 07;

12/02, página 07;

 18/02, página 05.

No dia 27/out/1926,  a Folha da Noite, jornal da capital paulista, do grupo Folhas, deu a notícia da absolvição do Domingos Vieira da Silva, em inquérito.

Pesquise no Arquivo Folhas,  a edição Folha da Noite, 27/out/1926

O Correio Paulistano, orgão do Partido Republicano Paulista, deu, em 30 de janeiro de 1926, uma página inteira:

6 TIROS

 EM FRENTE AO HOTEL AVENIDA, DO OUTRO LADO DA RUA:

-Albertina, accuda-me que estou ferido!

-Albertina, accuda-me que estou ferido!

-Albertina, accuda-me que estou ferido!

E, cai por terra, o jovem Delegado Sevilha.

Começa, então, a perseguição desesperada da famigerada Escolta de Capturas da Força Pública paulista aos criminosos.

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“A SANHA ASSASSINA DE UM TARADO”

 É o título da reportagem da Folha da Manhã, de 15 de fevereiro de 1930, página 4, sobre o crime do Tribunal do Júri de Penápolis-SP

“Em pleno júri, um mandante de bárbaro crime assassina um jurado, alvejando ainda outras pessoas”

 

O bárbaro crime de 1930, desdobramento do caso do Doutor Sevilha – Em 1930 Domingos Vieira da Silva tentou matar, no Tribunal do Júri, o capanga que o entregou como mandante da morte do Doutor Sevilha.

Domingos Vieira da Silva é nome de rua em Penápolis-SP, um de seus filhos também é nome de rua.

Quem o conheceu o Domingos dizia dele que era homem muito bom que não gostava de coisa errada e de ver bandido solto como acontece hoje.

Naquele tempo jornalista nem ninguém gostava de bandido. Hoje os partidos políticos e Igrejas dizem que bandido é vítima da sociedade injusta, ou seja, quem trabalha e faz parte da sociedade é que não presta hoje.

“EMPREITEIROS DO CRIME” é o título da segunda reportagem sobre o Delegado Dr. Álvaro Martins Sevilha.

O “BANDITISMO NO SERTÃO” é o título da terceira reportagem de página inteira, da Folha da Manhã, e reportagem antológica sobre a morte do Dr. Álvaro Martins Sevilha:

 

O Site sobre as ruas de São Paulo-SP não sabia quem era o homenageado na capital paulista que dá nome à Rua Dr. Álvaro Martins Sevilha.

Lamentavelmente NÃO há uma Rua com este nome em Penápolis-SP.

A viúva do delegado Sevilha, Dona Astrogilda Martins Sevilha, só foi receber um auxílio em dinheiro dado pelo governo do estado de são paulo, através de lei estadual, somente em 1936, 10 anos após o bárbaro crime:

LEI N.2.729, DE 18 DE NOVEMBRO DE 1936 

A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO decreta e eu promulgo a seguinte lei:

Artigo 1.º – Fica o Poder Executivo autorizado a abrir, á Secretaria da Fazenda e o Thesouro do Estado, um credito especial de Rs. 50:000$000 (cincoenta contos de réis), para pagamento, a titulo de auxilio, a d. Astrogilda Martins Sevilha, viuva do bacharel Alvaro Martins Sevilha, ex-delegado de policia de Pennapolis, onde foi assassinado.
Artigo 2.º – Para execução da presente lei, poderá o Poder Executivo realizar as operações financeiras que se tornarem necessarias.
Artigo 3.º – Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrario.
Palacio do Governo do Estado de S. Paulo, aos 18 de novembro de 1936.

ARMANDO DE SALLES OLIVEIRA

Arthur Leite de Barros Junior.

Clovis Ribeiro.

Publicada na Directoria Geral da Secretaria da Segurança Publica, aos 18 de novembro de 1936.

O Director Geral,

Arthur Soter Lopes da Silva.

DECRETO N. 8.012, DE 27 DE NOVEMBRO DE 1936

Abre á Secretaria de Estado dos negocios da Fazenda um credito de rs. 50:000$000 para pagamento, a titulo de auxilio, á d. Astrogilda Martins Sevilha.

ARMANDO DE SALLES OLIVEIRA, Governador do de São Paulo, usando da autorização que lhe concedeu a lei n. 2.729, de 18 de novembro corrente, Decreta:

Artigo unico. – Fica aberto na Secretaria de Estado dos Negocios da Fazenda um credito de cincoenta contos de réis (50:000$000), para pagamento, a titulo de auxilio, á dona Astrogilda Martins Sevilha, viuva do bacharel Alvaro Martins Sevilha, ex-delegado de policia de pennapolis-SP, onde foi assassinado. 

Palacio do Governo do Estado de São Paulo, aos 27 de novembro de 1936.

ARMANDO DE SALLES OLIVEIRA

A MAIOR TRAGÉDIA DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL aconteceu em Penápolis-SP, no Bairro Rural Paraguai.

E o crime mais bárbaro da História da Região da Noroeste do Brasil, depois da pacificação dos índios, e, a maior tragédia da Imigração Japonesa no Brasil, ocorreu em Penápolis-SP, no bairro rural Paraguai, em 28 de abril de 1926, quando o imigrante japonês Kadotá Massotoro decapitou, a golpes de machado:

 
–  Sua esposa, a imigrante Fijosi (também escrito Tioc  e Tiyose) Kadotá, 45 anos,
–  Sua filha Shizue, de 18 anos, solteira,
–  Seus 3 filhos menores: Masas (também escrito como Massao) de 15, João de 13, e José de 11 anos.
 
E passou a noite dormindo em cima dos corpos.
 
Foram sepultados, em 01 de maio de 1926, no Cemitério Municipal de Penápolis-SP.
 
No registro do Cemitério de Penápolis consta a esposa e filhos como sendo  naturais do Estado de São Paulo.
 
Não achamos os túmulos no Cemitério de Penápolis-SP. 
 
 O Jornal da Capital FOLHA DA MANHÃ deu grande destaque ao caso com a reportagem 
“OS GRANDES DEGENERADOS”.
Artigo antológico da imprensa da capital paulista, publicado em 1 de maio de 1926. Nós vamos comprar os direitos e publicar.
 
 –
 
O Correio Paulistano deu a notícia em 01 de maio de 1926
CRIME HORRÍVEL
 
 
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O Óbito da esposa Tiyose Kadota:

Ao primeiro de maio de mil novecentos e vinte e seis, nesta cidade de Pennapolis, Estado de São Paulo, em meu cartorio compareceu Suetaro Kadota, lavrador, residente em Promissão nesta comarca, e, exhibindo attestado do Doutor Mario de Andrade Bastos, declarou  que no dia vinte e oito de abril do corrente anno, em domicilio, no bairro do Paraguay, neste districto, falleceu em consequencia de homicídio, victima de hemorrhagia por hemicecção do pescoço por golpe de machado Dona Tiyose Kadota, do sexo feminino, côr branca, com quarenta e cinco annos de edade de ocupação domestica, natural do japão, residente neste districto, de filiação ignorada, casada que foi com Masatoro Kadota, de cujo consorcio não existem filhos. A fallecida, digo, não deixou bens a inventariar e será sepultada no cemiterio desta cidade com o visto do Delegado de Polícia da Comarca, Doutor Cisalpino de Souza e Silva. E para constar lavrei este termo que, lido e conforme, assigna o declarante. Eu Antonio Loterio Soares de Castilho, official do Registro Civil, o escrevi e assigno.

Suetaro Kadota

Antonio Loterio Soares de Castilho

As ruas descalças e pacatas com apenas 30 automóveis em 1925, que já eram 350 em 1950.

O Waldyr Ruffato Pereira e a Irmã Anna de Mattos Castilho lutando, na década de 1970, para a reabertura do “Colégio Educandário Coração de Maria”.

A antiga Escola Mixta Municipal do Lageado do Professor Altino Araújo Vaz de Mello, fundada em 1913. Ele faleceu em 1928 e de família de jornalista e educadores em UBERABA-MG CRIOU O JORNAL o pennapollense. Cora Coralina escreveu neste jornal em 1935.

 As crianças recebendo o diploma do 1º Grupo Escolar.

A PROFESSORA HERÓICA

A primeira Escola Feminina Estadual de Penápolis-SP da Professora Ismênia Aymbiré do Amaral Rocha, em 1910, época em que muitos professores se recusavam a ir para Penápolis-SP por medo dos índios.

Ela que foi a primeira professora diplomada de Penápolis-SP. NO PROCESSO DE CRIAÇÃO DO MUNICÍPIO ELA DECLARA O NÚMERO DE ALUNOS EM 1910. ver acima e aqui sobre este processo:

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A Carmita de Mello Ahmad, filha do Professor Altino Vaz de Melo e irmã do Frei José, lendo todos os livros que apareciam na cidade e escrevendo suas poesias sobre Penápolis-SP e sobre São Francisco de Assis e editando o jornal feminino “O Jasmim“.

A Pepita Rodrigues, mãe do Dado Dolabela, de porta em porta, vendendo tomate e mandioca. Família de imigrantes espanhóis muito pobres de mercado municipal que durou pouco porque o penapolense não se adaptou a ele que ficava onde foi uma praça e onde hoje é lojas.

Os comícios do Doutor Adhemar Pereira de Barros, em frente ao Mercado Municipal:

-“Penapolenses de Penápolis-SP”!Assim começava o velho Adhemar os seus discursos

O velho Adhemar assistia um desfile de alunos e alunas todas de uniforme, em 1948, e, como o desfile não acaba mais, falou:

– A cegonha trabalha bem em Penápolis-SP!

Outra feita, as mulheres do Sucupira subiram ao palanque para reclamarem suas más condições de vida e de morte. O velho Adhemar as atendeu.

Outra feita, o velho Adhemar levou o povo ao delírio ao contar:
– Está Zona da Noroeste é muito quente, por isto eu deixei a Leonor na Zona de Rio Preto.

Estadista Adhemar que, junto com o Lucas Nogueira Garcez, construiu a velha e saudosa Usina Hidrelétrica do Avanhandava e construiu as duas principais rodovias que cortam Penápolis: A SP-300 e a SP-425.

É bom lembrar que a visão de Adhemar construindo rodovias por todo lado é que deu o progresso ao Estado de São Paulo.  Foi o velho Adhemar que colocou São Paulo e o Brasil no Rumo do Desenvolvimento.

O velho Adhemar recebeu as moças do Sucupira, as prostitutas da cidade,  em palanque, elas reclamando de suas más condições de vida.

Em 1919, a grande festa na cidade, recebendo os mais importantes políticos da capital paulista que vieram fundar a “Santa Casa de Misericórdia” de Penápolis-SP e instalar as “Escolas Reunidas”, que depois se tornariam o “1º Grupo Escolar de Penápolis-SP“.

A dureza de se atravessar, a vau, com carroças e cavalos, o Rio Tietê, feito este que só se conseguia em um único ponto mais estreito do rio, e após 1907, de balsa. Balsa, canoa, .. depois a velha ponte.. passava lá perto de avanhandava e depois voltava pro lageado.

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um velho engenho no lageado

A tão sonhada ponte do Tietê, ligando Penápolis-SP a São José do Rio Preto-SP, teve autorizada sua construção no tempo do saudoso governador Doutor Washington Luís Pereira de Souza, na década de 1920, e, foi inaugurada, em 1928, quando o governador Doutor Júlio Prestes de Albuquerque visitou a região e comparou os nossos pioneiros aos bandeirantes.

A Cora Coralina, na segunda metade da década de 1930, vendendo mudas de árvores para a cidade toda e oferecendo mudas ao prefeito para serem plantadas nas calçadas da cidade toda, e sua Casa de Retalhos.

Em uma época em que era raro ver uma mulher comerciante, Cora Coralina lutava, nas ruas e no jornal “O Pennapolense” do Professor Altino Vaz de Mello, pela instalação de uma Associação Comercial na cidade.

Grande Professor Altino!: Suja família, os Vaz de Mello, também foi pioneira na educação e no jornalismo em Uberaba-MG, no século XIX. “O Pennapolense” circulou de 1915 a 1939. Os Vaz de Mello são das melhores e mais cultas famílias mineiras, como os Mello Franco de Paracatu-MG. Por exemplo, o Presidente Dr. Arthur da Silva Bernardes procurando se arranjar na vida, casou-se com uma Vaz de Mello.

O Dr. Mário Sabino, político e médico, atendendo pobres e ricos com carinho. Nunca errava um diagnóstico, não pedia exames, ele mesmo sabia qual era o problema do paciente.

O lendário fazendeiro e jogador pioneiro Quinca Monteiro, (Joaquim Nunes Monteiro), com seu chapéu de aba larga e sua coleção de fazendas.

 

 o túmulo do lendário Quinca Monteiro, da pioneira família MONTEIRO DE ARAUJO

As elegantes alunas voltando do Instituto de Educação com seus uniformes de camisa branca e saia azul-marinho com pregas.

O Luís Soares Leme orgulhoso de seu antepassado Fernão Dias, mas sempre reclamando que tiraram o “Leme” do Fernão Dias Pais Leme, e mostrando, a todos, com orgulho, a espada ganhada pelo seu avô, do D. Pedro II, nos velhos tempos da Colônia Militar apelidada de  Degredo.

Penápolis teve uma das primeiras mulheres vereadoras do Brasil, logo depois de instituído o voto feminino em 1932, a vereadora Iracema Aymbiré de Camargo, eleita, em 1936, pelo Partido Republicano Paulista, o velho PRP. falecida em 2013, foi das primeiras mulheres eleitas no Brasil.

O voto feminino no Brasil veio pelas mãos do Dr. Getúlio Vargas, 13 anos antes do General De Gaulle dar o voto feminino na França, o país da Revolução Francesa.

A primeira casa de Penápolis-SP, próxima a antiga estação de trem, casa toda de madeira, doada, pelo Coronel Manoel Bento da Cruz, aos frades franciscanos Capuchinhos de Trento-Itália, da qual, uma antiga moradora da Primeira Casa de Penápolis, a poetisa Carmita Ahmad, dizia:

 “Casinha velha.  Você relembra A história de nosso passado Que não será esquecido e foi glorificado… Nos tempos primordiais, Seu teto abrigou nossos ancestrais… Você foi templo, escola e residência… A tradição sua forma conservou… É símbolo e foi berço. Onde originou a nossa civilização

A Primeira Casa de Penápolis-SP onde se realizou em 25/10/1908 a Primeira Missa 

Fica próximo ao local da Antiga Estação de Trem

O apito da locomotiva Baldwin “Maria Fumaça“. Os trens lotados de imigrantes rumando para sabe-se lá onde.

O homem do trem, percorrendo os vagões da velha “Noroeste do Brasil”, NOB, gritando:

– “Olha o sanduíche! Quem vai querer?!”

E as muito longas viagens para São Paulo, de  mais de uma dia de duração.

O PROGRESSO CAMINHA A 24 KM/H

Melhorou muito quando em 1949 o Velho Adhemar inaugurou a estrada, a hoje Marechal Rondon.

A Maria Fumaça fazia os 220 Km de Bauru a Penápolis-SP,

bitola estreita da NOB, em 8 horas e 58 minutos;

A velocidade média era  24,5 km/h quando não tinha atraso.

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FOTO DA MARIA FUMAÇA ONDE DÁ PRA VER QUE NÃO TINHA PEDRO DEBAIXO DOS DORMENTES

A VELHA NOROESTE DO NOSSO TEMPO

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noroeste um

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A “Estrada de Ferro Noroeste do Brasil” com seus vagões com muita poeira, pois, os seus trilhos foram colocados diretamente no solo, sem um suporte de pedras, o que fazia com que os dormentes ficassem podres em pouco tempo.

O empedramento da linha férrea da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil foi feito somente, em 1937, no tempo do Presidente Dr. Getúlio Dornelles Vargas.

As jardineiras (ônibus de antigamente), vagarosas e empoeiradas, chegando de São José do Rio Preto das empresas Bandeirante e Romero. As cinco saudosas empresas de ônibus de Penápolis-SP: Martins, Garcia, Álvares, Pinheiro e Tonello.

O velho Cemitério do tempo dos índios, atualmente abandonado, onde estão enterrados, em uma vala comum, os 11 pioneiros mortos, em 1886, pelos índios Coroados, e, onde os penapolenses homenageavam os pioneiros.

Os pracinhas da FEB.

A sósia de Elis Regina, e da mesma idade, Marilda Castilho Leite.

O Quadro “Cidade contra Cidade” e a “Miss Penápolis-SP”

Maria Sílvia, neta do Quinca Monteiro,

no Programa Sílvio Santos.

Maria Sílvia Faria Monteiro Parente, a Missa Penápolis-SP que marcou época

 Amamos Maria Sílvia, neta do Quinca Monteiro

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Os bons tempos do time de futebol da cidade o “CAP”, Clube Atlético Penapolense.

O jornal semanal “A Comarca de Penápolis-SP” do Sr. Raul Forchero Casasco, que circulou por 40 anos (1937-1977).

O fazendeiro “tenente” Jerônimo Lopes Carriço, que doou, em 1928, o terreno onde foi  construído o “Estádio Municipal de Penápolis-SP”, o qual leva seu nome.

O Tenente Carriço foi sogro do grande médico Dr. Renè Adolfo Frank, que, de 1938 até 1960, contribuiu, com sua perícia médica. Estudou na então Faculdade de Medicina de São Paulo, com mais da metade dos partos realizados na cidade.

O Antônio Veronese doando o terreno, na década de 1950, para a construção da “Casa Anjo da Guarda” e lutando muito para a sua instalação. Em 1968, concretizado o sonho, o presidente da República Arthur da Costa e Silva declara de utilidade pública a “Associação Penapolense de Proteção à Infância Anjo da Guarda”.

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As 50 charretes de aluguel (táxi) e os amáveis charreteiros em frente à antiga “Estação Rodoviária”, sendo que, em 2008 eram só duas charretes. Em 2014, restava apenas a charrete do Toninho Hernandez que teve muitas charretes e arrendava charretes.

A Maria 21 e seu papagaio.

VIDEO DE PENÁPOLIS-SP – A Cidade faz o Show 1989 – Penápolis-SP completando 80 anos.

A Dona Maria Chica, pioneira das pioneiras. A despedida concorrida e emocionada do fundador da cidade, o doutor Manoel Bento da Cruz.

A família Pinto Caldeira cujos sobreviventes do massacre dos índios foram viver em outras regiões e são homenageados dando seu nome ao Córrego dos Pintos.

O leiteiro da carrocinha, deixando leite de casa em casa.

O primeiro arranha-céu: O Edifício Adilha, sinal de progresso.

A trágica morte, em 1968, do Dr. Ramalho Franco em um acidente de carro na estrada entre Penápolis-SP e São José do Rio Preto-SP, mesmo após ter sobrevivido a um acidente de paraquedas. Comunista, o Dr. Ramalho agitava os paraquedistas; bastou vir a Revolução de 1964 que a bagunça acabou. A Avenida Barão do Rio Branco foi rebatizada com o seu nome.

Penápolis-SP não esquece as disputas eleitorais entre o Nagib Sabino e o Edison João Geirassate. O irmão do Nagib, o grande médico Dr. Mário Sabino que foi vereador e faleceu em 1976 teve a Avenida Bandeirantes alterada  o seu nome para homenageá-lo.

O prefeito Joaquim Veiga de Araújo, homem simples que construiu a praça Dr. Carlos Sampaio Filho, com suas próprias economias. A lenda diz que ele entrou rico na prefeitura municipal e saiu pobre. Na verdade, entrou pobre e saiu pobre.

O caminhoneiro “Zé Preto” narrando as dificuldades e proezas das viagens de caminhão, na década de 1950, para o “Norte” (hoje se diz Nordeste do Brasil). Dormia em baixo do caminhão para não ser roubado.

A “Orquestra Penapolense,” na década de 1950, tocando no “Clube Penapolense”.

As visitas do Bispo de Lins-SP que reuniam multidões na avenida Luís Osório. As irmãs e irmãos do Apostolado da Oração, primeira irmandade de Penápolis-SP, criada em 1909, e da Venerável Ordem Terceira Franciscana Secular.

O Frei Tiago de Cavênide, rigoroso seguidor das normas de pobreza e sempre ao lado dos jovens, teólogo e mestre, e os capuchinhos vindos de Trento, na Itália.

Os frades pioneiros: Frei Bernardino de Lavalle que celebrou a Primeira Missa no dia da Fundação de Penápolis-SP. Frei Boaventura de Aldeno, Frei Sigismundo de Canazei.

O frei José de Cassana com sua “Escolinha de São Francisco“, escola pioneira, toda de madeira, na primeira casa de Penápolis.

Frei Domingos de Riesi que dirigiu a construção da primeira igreja, do convento e da nova escola, já em 1909, e que seria inaugurada em 1913.

As festas do padroeiro São Francisco de Assis no Largo da Matriz. O engenho de açúcar artesanal tocado a boi e a água.

Os carros-de-boi levando toras de madeira para as serrarias, e as carroças puxadas por burros levando sacas de café para a velha Estação de trem (que funcionou até 1917) da velha “Estrada de Ferro de Bahurú a Itapura’.

O “Clube Penapolense”; As quermesses na Vila Fátima; A fonte Luminosa no jardim, O alto falante tocando Nelson Gonçalves e Altemar Dutra com os enamorados no jardim à noite.

VIAJAR DE BARCO PARA PENÁPOLIS-SP

oito

FESTA DO PADROEIRO NA COLÔNIA DO AVANHANDAVA

seis

7

CASTILHOS NA COLÔNIA DO AVANHANDAVA EM 1862

um

avan-dois

avan-tres

quatro

cinco

PENÁPOLIS-SP no ALMANACH LAMBERT

penapolis um

pena dois

pena treis

pena quatro

O pessoal da cana de açúcar – Plantadores de Penápolis-SP

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SÃO FILHOS de PENÁPOLIS-SP:

O Bispo da Igreja Armênia de São Paulo, Dom Vartan Waldir Boghossian;

Walter Bernardes Nory, secretário de transportes do Governo Orestes Quércia no Estado de São Paulo (1987-1991);

O cantor, compositor e arranjador Iso Fischer e seu irmão Tato Fischer, (Carlos Eduardo Fischer Abramides), que é ator e diretor teatral;

O Dr. Renè Adolfo Fink, grande médico de nossa cidade, até hoje lembrado por seus pacientes.

O jovem comediante Guilherme Santana do Programa Comédia MTV;

O pintor com a boca e os pés Jadir Raymundo;

A escultora Marly Salum;

O compositor e cantor Francisco Gottardi (o Sulino), da dupla caipira “Sulino & Marrueiro”.

O desenhista e ilustrador Rogério Vilela;

A jogadora de basquetebol Suzete Gobbi, capitão da seleção brasileira feminina de basquete de 1973 a 1986;

Solonei Rocha da Silva foi medalha de ouro na Maratona dos Jogos Panamericanos de 2011.

A família materna da atriz Giulia Gam é de Penápolis-SP, onde Giulia é cidadã honorária. Giulia é trineta do grande Cristiano Olsen, martirizado, pelos índios, em 1910;

O pianista Silvano Reis;

O músico Chiquinho Costa;

A poetisa Rosemeire Soares de Sales;

O poeta Albertinho Sertanejo;

O sociólogo Luis Eduardo Waldemarin Wanderley;

A apresentadora e modelo Sabrina Sato Rahal. Grande Sabrininha que divulga nossa cidade. Seu avô o velho Rahal tinham bom coração, vendia barato e muitas vezes fiado;

O modelo Bruno Ortiz que já fez parte de grandes agências internacionais como a Ford Models e a Major Agency;

A jogadora de vôlei Jaqueline Bachiega Sipriano da Silva que teve grande destaque no vôlei nacional;

O artista plástico José Maurício de Almeida (o Caxeta);

O grafiteiro Edvaldo Luiz Alvares – (O Vado do Cachimbo);

O nadador Tiago Teixeira Simon, campeão brasileiro dos 100 e 200 metros nado de costas na categoria Júnior;

O Euclides Marques, da dupla de Choro “Euclides e Luisinho 7 Cordas”;

A escritora, contista e poetisa Vera Vilela;

O Deputado Federal por São Paulo, Marcelo Ortiz;

O Sérgio Peli, armeiro, restaurador e desenhista de armas;

O Fernando Chamarelli, artista plástico e ilustrador;

Luiz Eduardo Cheida, deputado estadual no Paraná e que foi secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Paraná;

O ator Rafael Fier.

O maestro Sílvio Augusto Bugiga;

A decana do professorado paulista, Dirce Pereira da Silva, que, em 2003, foi homenageada pelo Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, como a professora que mais tempo permaneceu em sala de aula em toda a rede pública de ensino do Estado, de 1954 a 2004;

Marcos Viana, que participou do reality show da Rede Globo, o Hipertensão. Ficou em 2º lugar, e, ganhou 100 mil reais;

VIVERAM em PENÁPOLIS-SP:

A atriz Pepita Rodrigues, mãe do ator Dado Dolabella, espanhola de nascimento, veio, na infância, para Penápolis-SP.

A poetisa Cora Coralina viveu, vários anos, em Penápolis-SP.

O Senador e ministro Dr. Roberto de Oliveira Campos viveu até 1922 em Penápolis-SP, seu pai era o diretor do 1° Grupo Escolar, o Sr. Waldomiro de Oliveira Campos. O Dr. Roberto Campos faria 100 anos de idade em 17 de abril de 2017. Seu pai, diretor do 1° Grupo Escolar, jaz enterrado em Penápolis-SP, onde faleceu em 1922.

O Bispo aposentado da Diocese de Duque de Caxias-RJ, e, ex-coordenador do Programa Fome Zero, Dom Mauro Morelli, natural de Avanhandava-SP, também morou em Penápolis-SP.

O jurista José Frederico Marques foi juiz substituto, em Penápolis-SP, em 1938.

A poetisa e historiadora Carmita Vaz de Mello Ahmad foi uma das mulheres pioneiras de Penápolis-SP tendo residido na Primeira Casa de Penápolis-SP. Pioneira, chegou de carro-de-boi em 1912 vinda de Uberaba-MG.

=

A origem e o povoamento de Penápolis-SP

 Leis sobre o Povoado, Estação, Curato de Santa Cruz do Avanhandava – Penápolis-SP na década de 1950

HISTÓRICO DA FORMAÇÃO DO MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS-SP

Histórico Antigo povoado e estação de Santa Cruz de Avanhandava, da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, NOB, no Município de Rio Preto.

Distrito: Lei 1177 de 17-11-1909, com o nome de Penápolis.         Pela Lei 1225 de 16-12-1910, seu território foi aumentado com toda a parte situada à margem do Tietê que pertencia ao distrito de Itapura, (hoje município de Itapura), e incorporado ao Município de Bauru.
Município: Lei 1397 de 22-12-1913. Instalado a 11-5-1914.                 Pelo Decreto-Lei 14334 de 30-11-1944, perdeu terras para o distrito de Barbosa, no Município de Avanhandava (ver nota 7 de distritos).

Distritos

1914 – Penápolis e Avanhandava (ex-Miguel Calmon)

(1) 1915 a 1917 – Penápolis, Avanhandava e Biriguí

(2) 1918 a 1919 – Penápolis, Avanhandava, Biriguí e Araçatuba

(3) 1920  – Penápolis, Avanhandava, Biriguí, Araçatuba e Promissão

(4) 1921  – Penápolis, Avanhandava, Biriguí, Araçatuba, Promissão e Glicério

(5) 1922 a 1923 – Penápolis, Avanhandava, Promissão e Glicério

1924 a 1925 – Penápolis, Avanhandava e Glicério

1926 a 1934 – Penápolis

(7) 1935 a 1953 – Penápolis e Alto Alegre

(6) 1954 a 2000 – Penápolis

Histórico da formação, incorporação e desmembramento dos distritos de:

(1) Avanhandava
Incorporado: Lei 1397 de 22-12-1913, pertencia ao Município de Bauru. Desmembramento: Lei 2102 de 29-12-1925, elevado à município.
(2) Biriguí
Distrito: Lei 1426 de 10-11-1914, com o povoado do mesmo nome.Desmembramento: Lei 1811 de 8-12-1921, elevado à município.
(3) Araçatuba
Distrito: Lei 1580 de 20-12-1917, antiga povoação de Araçatuba.Desmembramento: Lei 1812 de 8-12-1921, elevado à município.
(4) Promissão (ex- Hector Segru)
Distrito: Lei 1668 de 27-11-1919, com sede na povoação de Hector Legru). Desmembramento: Lei 1934 de 29-11-1923, elevado à município.
(5) Glicério
Distrito: Lei 1747 de 19-11-1920, com povoação de Glicério.Desmembramento: Lei 2114 de 30-12-1925, elevado à município.
(6) Alto Alegre
Distrito: Decreto 6713 de 29-9-1934, com as mesmas divisas do distrito policial de Alto Alegre. Desmembramento: Lei 2456 de 30-12-1953, elevado à município.
(7) Penápolis (sede)
Pelo Decreto-Lei 14334 de 30-11-1944, este distrito perdeu terras para a formação do distrito de Barbosa (em Avanhandava). Pela Lei 2456 de 30-12-1953 perdeu terras para o Município de Alto Alegre.Pela Lei 5285 de 18-2-1959 perdeu terras para o Município de Barbosa.

 

 

O TERRITÓRIO DE PENÁPOLIS-SP e suas alterações;

Esta lei ainda está em vigor. A alteração atual é esta:

LEI Estadual Paulista nº 8.550, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1993

(Atualizada até a Lei nº 9.330, de 27 de dezembro de 1995)

Dispõe sobre alterações no Quadro Territorial-administrativo do Estado

ANEXO LXXXVI

MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS

(Criado em 1913)

  1. a) Divisas Municipais
  2. Com o Município de Zacarias

Começa no reservatório de Nova Avanhandava, no ponto em que o eixo do braço correspondente do ribeirão Lajeado cruza com o eixo principal; segue por este eixo até o ponto de cruzamento com o eixo do braço correspondente ao córrego da Divisa.

  1. Com o Município de Barbosa

Começa no reservatório de Nova Avanhandava, no ponto em que o seu eixo principal cruza com o eixo do braço correspondente ao córrego da Divisa; segue por este eixo, subindo pelo córrego do mesmo nome, até sua cabeceira sudocidental, no divisor Tietê-Lajeado; transpõe este divisor, seguindo pelo contraforte que finda no reservatório de Nova Avanhandava, no ponto fronteiro ao ponto de cruzamento dos eixos dos braços correspondentes ao ribeirão Lajeado e ao córrego do Degredo; alcança o citado ponto de cruzamento; segue pelo eixo do braço correspondente ao ribeirão Lajeado até o ponto de cruzamento com o eixo do braço correspondente ao córrego do Banhado; segue por este eixo, subindo pelo córrego do mesmo nome, até sua cabeceira mais meridional no divisor Lajeado-Farelo.

  1. Com o Município de Avanhandava

Começa no divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Lajeado e, à esquerda, as águas do ribeirão do Farelo, na cabeceira mais meridional do córrego do Banhado; segue por este divisor e pelo divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Lajeado, e à esquerda, as águas do ribeirão dos Patos, até o ponto de entroncamento com o espigão-mestre Tietê-Feio ou Aguapeí, na cabeceira nororiental do córrego do Matão.

  1. Com o Município de Alto Alegre

Começa no espigão-mestre Tietê-Feio ou Aguapeí, na cabeceira nororiental do córrego do Matão; segue por este espigão-mestre até a cabeceira mais meridional do córrego Dois Córregos, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Lajeado; sobe por este ribeirão até sua cabeceira mais ocidental no divisor Lajeado-Paraguai; daí, vai, em reta, até a foz do córrego Bagagem, no córrego Paraguai; desce por este córrego até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Leste, que vem da foz do córrego Barra Bonita, no córrego Coroados; segue por esta reta até a referida foz; sobe pelo córrego Barra Bonita até a foz do córrego Cotia, pelo qual sobe até sua cabeceira mais meridional, no espigão-mestre Tietê-Feio ou Aguapeí; segue por este espigão-mestre até a cabeceira mais meridional do ribeirão Bonito.

  1. Com o Município de Braúna

Começa no espigão-mestre Tietê-Feio ou Aguapeí, na cabeceira mais meridional do ribeirão Bonito; desce por este ribeirão até a foz do córrego do Veado.

  1. Com o Município de Glicério

Começa no ribeirão Bonito, na foz do córrego do Veado; desce por aquele ribeirão e segue pelo eixo do braço do reservatório de Nova Avanhandava correspondente ao mesmo ribeirão até o ponto de cruzamento com o eixo do braço correspondente ao ribeirão Lajeado; segue por este eixo até o ponto de cruzamento com o eixo principal do reservatório, onde tiveram início estas divisas.

Texto original de 1964:

LEI Estadual Paulista Nº 8.092, DE 28 DE FEVEREIRO DE 1964

Dispõe sobre o Quadro Territorial, Administrativo e Judiciário do Estado

MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS

(Criado em 1913)

  1. a) Divisas Municipais

1 – Com o Município de Glicério

Começa no ribeirão Bonito, na foz do córrego São Jorge; desce por aquele até sua foz no ribeirão Lajeado, e por este ainda até o rio Tietê.

2 – Com o Município de Planalto

Começa no rio Tietê, na foz do ribeirão Lajeado; sobe pelo rio Tietê até a foz do primeiro córrego da margem esquerda, abaixo do ribeirão das Oficinas ou dos Ferreiros.

3 – Com o Município de Barbosa

Começa no rio Tietê, na foz do primeiro córrego da margem esquerda abaixo da foz do ribeirão das Oficinas ou dos Ferreiros; sobe por aquele córrego até sua cabeceira; segue pelo divisor Tietê-Lajeado, em demanda da foz ao córrego do Degredo, no ribeirão Lajeado; sobe por este até a foz do córrego do Banhado, pelo qual sobe ate sua cabeceira meridional no espigão entre os ribeirões Lajeado e Farelo.

4 – Com o Município de Avanhandava.

Começa no espigão Lajeado-Farelo, na cabeceira meridional do córrego do Banhado, segue pelo espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Lajeado, e, à esquerda, as dos ribeirões Farelo e Barra Mansa, até a cabeceira mais oriental do córrego do Matão no espigão-mestre entre os rios Tietê e Feio.

5 – Com o Município de Alto Alegre.

Começa no espigão-mestre Tietê – Aguapeí ou Feio, na cabeceira mais oriental do córrego do Matão; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do córrego Dois Córregos, pelo qual desce até sua foz no ribeirão do Lajeado; sobe pelo ribeirão do Lajeado até sua cabeceira no divisor Lajeado-Paraguai; daí, vai, em reta, à foz do córrego Bagagem no córrego Paraguai pelo qual desce até o ponto onde é cortado pela reta de rumo Leste que vem da foz do córrego Barra Bonita, no córrego Coroados; segue por esta reta até a referida foz; sobe o córrego Barra Bonita até a foz do córrego Cotia; pelo qual sobe até sua cabeceira; continua pelo contraforte fronteiro até o espigão-mestre Tietê – Feio ou Aguapeí; segue pelo espigão-mestre até a cabeceira mais setentrional do ribeirão Grande.

6 – Com o Município de Braúna

Começa na cabeceira mais setentrional do ribeirão Grande, no espigão-mestre Tietê – Feio ou Aguapeí, segue pelo espigão-mestre até a cabeceira do ribeirão Bonito; desce por este até a foz do córrego do Veado, onde tiveram início estas divisas.

Lei Estadual Paulista n° 233, de 24/12/1948

Ementa

Fixa o Quadro Territorial, Administrativo e Judiciário do Estado, a vigorar no quinquênio 1949-1953

MUNICIPIO DE PENÁPOLIS – (Instalado em 1914)

  1. a) Limites municipais:

1 – COM O MUNICIPIO DE PLANALTO

Começa no rio Tietê na fóz do ribeirão Lageado sobe pelo rio até a fóz do ribeirão dos Ferreiros ou das Oficinas.

2 – COM O MUNICIPIO DE AVANHANDAVA

Começa no rio Tietê, na fóz do ribeirão dos Ferreiros ou das Oficinas, segue em reta à fóz do córrego do Banhado, pelo qual sobe até sua cabeceira

meridional no divisor que deixa, a direita, as águas do ribeirão Lageado, e à esquerda, as dos ribeirões Farelo, Rancharia e Barra Mansa, segue por

este divisor até a cabeceira do córrego do Saltinho, dai, vai em reta à cabeceira mais oriental do córrego do Matão no espigão mestre entre os rios Tietê

e Feio.

3 – COM O MUNICIPIO DE PROMISSÃO

Começa no espigão mestre entre os rios Tietê e Feio na cabeceira mais oriental do córrego do Matão, desce pelo córrego do Matão até sua fóz no rio

Feio.

4 – COM O MUNICIPIO DE GETULINA

Começa no rio Feio na fóz do córrego do Matão desce pelo rio Feio até a fóz do ribeirão Grande.

5 – COM O MUNICIPIO DE GLICERIO

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Começa no rio Feio ou Aguapeí na fóz do ribeirão Grande, pelo qual sobe até sua cabeceira mais setentrional do espigão mestre Tietê-Aguapeí, segue

pelo espigão mestre até a cabeceira do ribeirão Bonito, desce por este até o ribeirão Lageado e por este ainda, até o rio Tietê, onde tiveram início estes

limites.

  1. b) Divisas interdistritais:

1 – ENTRE OS DISTRITOS DE ALTO ALEGRE E PENAPOLIS

Começa no espigão mestre Tietê-Aguapeí, na cabeceira mais oriental do córrego do Matão, segue pelo espigão mestre até a cabeceira do córrego da

Bagagem e por este abaixo e pelo córrego Paraguai até a estrada que da cidade de Penápolis vai à vila de Alto Alegre, segue pelo eixo da estrada até

o córrego Coroados e por este acima e pelo córrego Barra Bonita até sua cabeceira, ganha a cabeceira do córrego do Veado e por este abaixo até o

ribeirão Bonito.

 

DIVISAS de PENÁPOLIS-SP

DECRETO-LEI  n° 14.334 – 30-11-1944

CXCVII – Município de PENÁPOLIS-SP (N.172)

a) Limites municipais:

1. COM O MUNICÍPIO DE MONTE APRAZIVEL-SP

Começam no rio Tietê na foz do ribeirão Lageado, sobem pelo rio até a barra do ribeirão dos Ferreiros ou das Oficinas.

2. COM O MUNICÍPIO DE AVANHANDAVA-SP

Começam no rio Tietê, na barra do ribeirão dos Ferreiros ou das Oficinas, vão, daí em reta, à barra do córrego do Degredo ou ribeirão Lageado, sobem por este até a barra do córrego do Banhado, pelo qual sobem até sua cabeceira no divisor que deixa, à direita, as águas do ribeirão Lageado, e, à esquerda, as dos ribeirões Farelo, Rancharia e Barra Mansa, seguem por este divisor até a cabeceira do córrego do Saltinho, daí, vão em reta à cabeceira mais oriental do córrego do Matão no espigão mestre entre os rios Tietê e Feio.

3. COM O MUNICÍPIO DE PROMISSÃO-SP

Começam no espigão mestre entre os rios Tietê e Feio na cabeceira mais oriental do córrego do Matão, descem pelo córrego do Matão até sua foz no rio Feio.

4 – COM O MUNICÍPIO DE GETULINA-SP

Começam no rio Feio, na foz do córrego do Matão, descem pelo rio Feio até a sua confluência com o ribeirão Grande.

5. COM O MUNICÍPIO DE GLICÉRIO-SP

Começam na confluência do rio Feio ou Aguapeí com o ribeirão Grande, pelo qual sobem até sua cabeceira mais setentrional no espigão mestre Tietê-Aguapeí, seguem pelo espigão mestre até a cabeceira do ribeirão Bonito, descem por este até o ribeirão Lageado e por este ainda até o rio Tietê, onde tiveram inicio estas divisas.

DECRETO Estadual Paulista N. 9.775, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1938

Fixa o novo quadro de divisão territorial do Estado, que vigorará de 1.º de janeiro de 1939 a 31 de dezembro de 1943, e dá outras providências.

PENÁPOLIS

O município de Penápolis, comarca do mesmo nome, constituído do distrito de paz da séde e o de Alto Alegre, terá as seguintes divisas:

COM O MUNICÍPIO DE MONTE APRAZÍVEL

Começam no rio Tietê, na foz do ribeirão Lageado, sobem pelo rio até a água da Barrinha da Figueira;

COM O MUNICÍPIO DE AVANHANDAVA:

Começam no rio Tietê, na foz da Água da Barrinha, da Figueira, continuam pelo espigão que deixa, à direita, as águas do ribeirão Lageado, e, à esquerda, as águas da Água da Barrinha da Figueira e as dos ribeirões do Fareio e Barra Mansa, e pelo espigão alcançam a cabeceira mais ocidental do córrego do Matão, pelo qual descem até o rio Feio;

COM O MUNICÍPIO DE GETULINA:

Começam no rio Feio, na foz do córrego Matão, descem pelo rio até a sua confluência com o ribeirão Grande;

COM O MUNICÍPIO DE GLICERIO:

Começam na confluência do Rio Feio com o ribeirão Grande, pelo qual sobem até sua cabeceira mais setentrional, continuam pelo espigão mestre Tietê-Aguapeí, até defrontar a cabeceira do ribeirão Bonito, descendo por êste até o ribeirão Lageado e por êste ainda, até o rio Tietê onde tiveram estas divisas;

DISTRITO DE PAZ DE PENÁPOLIS

ALTO ALEGRE

O distrito de paz de Alto Alegre terá as seguintes divisas internas com o distrito da sede do município de Penápolis:
Começam no espigão mestre Tietê-Aguapei, mas cabeceira do córrego no Matão seguem pelo espigão mestre até a cabeceira do córrego da Bagagem e por este abaixo até a estrada que, da cidade de Penápolis vai à Vila de Alto Alegre, seguem pelo eixo da estrada que vai ao córrego Coroados e por este acima pelo córrego Barra Bonita até sua cabeceira, ganham a cabeceira do córrego do Veado e por este abaixo até o ribeirão Bonito.

LEI Estadual Paulista N.2.129, DE 3 DE AGOSTO DE 1926

Estabelece as divisas, do municipio de Pennapolis

O Doutor Carlos de Campos, Presidente do Estado de São Paulo.
Faço saber que o Congresso Legislativo decretou e eu promulgo a lei seguinte :
Artigo 1.º – Ficam estabelecidas as seguintes divisas para o municipio de Pennapolis, na comarca de egual nome:


«Começam no rio Tieté, na barra da Agua da Barrinha da figueira, e continuam pelo divisor, que deixa, á direita, as águas do rio Tieté e ribeirão Lageado e, á esquerda, as da Agua da Barrinha da Figueira e corrego Farello até á cabeceira principal do ribeirão do Mattão : descem por este até ao rio Feio, subindo por este e pelo corrego da Volta Grande até á sua cabeceira principal e desta á do corrego Tangará; descem por este e pelo rio Presidente Tibiriçá até a barra do corrego Paroné, subindo por este até á sua cabeceira principal, e continuando pelo divisor, que deixa, á direita, as aguas do ribeirão Caingang ou Guaporanga e, á esquerda, as do rio Presidente Tibiriçá, e corrego do Veado, até ao divisor das aguas entre os rios Presidente Tibiriçá e Peixe, continuam pelo divisor que deixa, á direita, as aguas do rio ribeirão Caingang ou Guaporanga e, á esquerda, as do rio do Peixe, ribeirão Iaori e rio Aguapehy. até á barra do ribeirão Caingang ou Guaporanga, no rio Aguapehy : sóbem pelos rios Aguapehy e Feio até á barra do ribeirão Grande e por este até á sua cabeceira principal, desta á do ribeirão Bonito, descendo por este e pelo Lageado, até á sua barra, no rio Tieté e subindo pelo rio Tieté até ao ponto onde tiveram começo».


Artigo 2.º – Revogam-se as disposições em contrario.
O Secretario de Estado dos Negocios do Interior assim a faça executar.
Palacio do Governo do Estado de São Paulo, 3 de Agosto de 1926.

CARLOS DE CAMPOS
José Manoel Lobo.

Publicada na Secretaria de Estado dos Negocios do Interior, em 6 de Agosto de 1926. – O director-geral, João Chrysostomo Bueno dos Reis Junior.

Hino do cinquentenário de Penápolis – Carmita de Melo Amadh

Na noite alta, o silêncio é profundo,
Só se ouve das feras, o uivar,
E ao longe, o grito feroz e iracundo
Do índio selvagem disposto a atacar.

No meio da selva, enfrentando o jaguar,
Um punhado de bravos,
Pretendem uma cidade formar.

E na manhã seguinte,
Cintilante de luz,
Na clareira erguem
Um altar e uma cruz.

E a cidade desponta,
Sob o olhar de Jesus,
E o trabalho fecundo
De Manoel Bento da Cruz!

E os fiéis Capuchinhos
Com denodo e oração
Vão abrindo os caminhos
Da Civilização.

A nossa amada NOB Estrada de Ferro Noroeste do Brasil do nosso tempo

1954-EF-NoB-Noroeste-Brasil-1

Legislação estadual sobre Penápolis-SP

DISPÕE SOBRE A DESAPROPRIAÇÃO DE IMÓVEL SITUADO NO DISTRITO, MUNICÍPIO E COMARCA DE PENÁPOLIS, NECESSÁRIO À INSTALAÇÃO DE RESIDÊNCIA DO JUIZ DE DIREITO DA COMARCA.

DISPÕE SOBRE A DESAPROPRIAÇÃO DO IMÓVEL SITUADO NO DISTRITO, MUNICÍPIO E COMARCA DE PENÁPOLIS NECESSÁRIO À INSTALAÇÃO DO GRUPO ESCOLAR LOCAL.

DISPÕE SOBRE DESAPROPRIAÇÃO DE IMÓVEL SITUADO NO DISTRITO, MUNICÍPIO E COMARCA DE PENÁPOLIS, NECESSÁRIO À INSTALAÇÃO DO GINÁSIO AGRÍCOLA LOCAL.

DISPÕE SOBRE O FUNCIONAMENTO DA FACULDADE MUNICIPAL DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE PENÁPOLIS .

-DISPÕE SOBRE DOAÇÃO DE VEÍCULO USADO DO ESTADO À ASSOCIAÇÃO PENAPOLENCE DE PROTEÇÃO À INÂNCIA –ANJO DA GUARDA–, DE PENÁPOLIS-.

DENOMINA -IONE DIAS DE AGUIAR- O GINÁSIO ESTADUAL DA VILA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA, DE PENÁPOLIS.

DENOMINA -PRESIDENTE KENNEDY- O FÓRUM DE PENÁPOLIS.

RETIFICA PARA EDUCANDÁRIO CORAÇÃO DE MARIA, DE PENÁPOLIS, O NOME DA ENTIDADE BENEFICIADA PELA LEI DE AUXÍLIO 8099

Dispõe sôbre desapropriação de uma gleba de terras destinada à construção da Subestação de Penápolis, necessária ao sistema Urubupungá. .

CRIA GINÁSIO EM AVAÍ E OUTROS MUNICÍPIOS.

Autoriza a instalação e o funcionamento da Escola Normal Particular -Dom Bosco-, de Penápolis. .

CRIA DISPENSÁRIO DE TUBERCULOSE EM PENÁPOLIS.

CRIA ESCOLA DE AUXILIAR DE ENFERMAGEM NO MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS.

DECLARA DE UTILIDADE PÚBLICA O -CENTRO ESPÍRITA DISCÍPULOS DE JESUS-, DE PENÁPOLIS.

DECLARA DE UTILIDADE PÚBLICA A -CASA DA AMIZADE-, DE PENÁPOLIS.

DECLARA DE UTILIDADE PÚBLICA A ASSOCIAÇÃO VILA DA INFÂNCIA, DE PENÁPOLIS.

Dispõe sôbre doação de veículo usado do Estado ao Centro Espírita Discípulos de Jesus, de Penápolis.

A Região dos “Campos do Avanhandava” e do “Salto do Avanhandava”, no baixo Rio Tietê, quando da chegada dos primeiros pioneiros , era habitada pelos índios Coroados (ou Kaingang, ou ainda, Caingangue) vindos do sul do Brasil.

O topônimo Ava – Nhandava significa: “O índio que fala o dialeto Nhandeva”, por isso não se diz: “salto de”, e, sim, se diz: “Salto do  Avanhandava” ou “Cachoeira do Avanhandava”, e, por isso, se acredita que os índios nhandevas predominavam na região quando da chegada dos índios Coroados.

A primeira presença do Estado brasileiro na região foi, em 1858, pouco antes da Guerra do Paraguai, uma Colônia Militar (quartel, fortaleza), próxima ao Salto do Avanhandava, que recebeu o nome de Colônia do Avanhandava e o apelido de Degredo.

Naquela época se criaram várias colônias militares, em todo o Brasil, para proteção das fronteiras, e para “proteger a população do interior contra índios selvagens, para facilitar as comunicações e o comércio e para ajudar os núcleos civis que se fundarem nas suas vizinhanças”.

A Colônia do Avanhandava, localizada próximo ao porto de desembarque, o Porto do Cruz, no rio Tietê, pouco antes da “Cachoeira do Avanhandava”, junto à estrada que ligava Piracicaba a Paranaíba, foi criada pelo decreto imperial de 23 de março de 1858.

LEIA AQUI O REGULAMENTO DA COLÔNIA MILITAR DO DEGREDO – Soldados protegendo os colonos dos ataques dos índios:

Primeira Parte

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Segunda Parte

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A velha Colônia Militar (apelidada de Degredo) tinha como objetivo, proteger o povoamento da região, onde cinco fazendeiros compraram terras devolutas do governo, e pretendiam formar um “patrimônio”, como se chamava, na época, as pequenas povoações, recém criadas, construídas ao redor de uma capela, à qual se doa um “patrimônio”: uma área para praça, capela e abertura de ruas ao seu redor.

A Colônia do Avanhandava deveria servir também de retaguarda à Colônia de Itapura, na foz do rio Tietê, junto ao Rio Paraná. A Colônia do Avanhandava, porém, não prosperou.

Hoje, o “Salto do Avanhandava”, a colônia militar e a velha Usina Hidrelétrica do Avanhandava, jazem no fundo da represa da Usina Hidrelétrica de Nova Avanhandava.

Posteriormente, próximo ao velho quartel já abandonado e ao Ribeirão do Lageado, se tentou formar, em 1883, pelos primeiros pioneiros, um Patrimônio, tendo como orago, o “Nosso Senhor dos Passos”.

Este primeiro patrimônio não prosperou porque uma das famílias pioneiras, a família Pinto Caldeira, foi massacrada pelos índios em 1886.

Esta família, “Pinto Caldeira”, é atualmente homenageada, dando seu nome ao Córrego dos Pintos, na região do Ribeirão do Lageado, a qual ainda pertence ao município de Penápolis-SP, e foram enterrados no cemitério do Lageado, o qual é o monumento histórico mais antigo de Penápolis-SP e única construção que restou do antigo “Patrimônio de Nosso Senhor dos Passos”.

O Bairro do Lageado chegou a ter, além de cemitério, muitas casas e capela. Hoje resta parte do velho cemitério em estado de abandono.

Em 1895, o presidente do estado de São Paulo, Bernardino de Campos, autoriza, em lei, a construção de uma estrada de Bauru ao Salto do Avanhandava, estrada esta que facilitaria o acesso à região dos Campos do Avanhandava.

O Patrimônio de Santa Cruz do Avanhandava surgiu, tempos depois, em 1908, em terras compradas dos herdeiros da pioneira Maria Chica pelo empreendedor Coronel Manuel Bento da Cruz, e, em terras doadas, em 1906, pelo fazendeiro Eduardo José de Castilho.

Eduardo Castilho doou, em 1906, para a formação do novo patrimônio, um lote de terras aos frades capuchinhos, e, ele e Manuel Bento da Cruz venderam as terras vizinhas ao novo patrimônio, para os pioneiros, fracionando-as em pequenos lotes de terras, os sítios.

Manuel Bento da Cruz adquiriu terras públicas, em leilão, e as registrou, em 1907, no cartório de notas de São José do Rio Preto, e rapidamente, as vendeu, em pequenos lotes aos pioneiros.

A colonização de Penápolis-SP, portanto, foi feita, como em todo o oeste paulista, de acordo com a Lei de Terras estadual paulista nº 323, de 1895, que só permitia a aquisição de terras devolutas, pertencentes ao governo do estado, em leilão (haste) público.

Uma família de brancos pioneiros em Penápolis-SP, membros da Família Monteiro de Araújo,  década de 30.

A Lei de Terras paulista, inspirada na lei de terras do Império do Brasil nº 601 de 1850, exigia também que, em breve, o seu comprador as revendesse em lotes que não podiam passar de 500 hectares em terras de cultura, 4.000 hectares em “campos de criar”, e 40 hectares nos lotes suburbanos.

Eram considerados suburbanos os lotes a menos de 12 quilômetros do centro da povoação, garantindo, assim, o acesso à terra aos pequenos proprietários.

Assim, para estimular a colonização da região, Manuel Bento da Cruz, Eduardo de Castilho e os capuchinhos fundaram o Patrimônio de Santa Cruz do Avanhandava, em 25 de outubro de 1908, esperando a próxima chegada dos trilhos da ferrovia da NOB. Esta data é oficialmente a data de fundação de Penápolis-SP.

Como marco deste acontecimento, os frades capuchinhos realizaram um primeira missa naquele dia e ergueram eles um cruzeiro em frente ao local onde, depois, se instalou, em 1923, o 1º Grupo Escolar de Penápolis-SP.

No lugar onde ficava o cruzeiro, há atualmente uma estátua de São Francisco.

Nos patrimônios e cidades daquela época se concentravam os estabelecimentos comerciais, porém a grande maioria da população vivia na zona rural.

Logo em seguida, em 2 de dezembro de 1908, chegou ao novo povoado, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, na época chamada “Estrada de Ferro Bauru – Itapura”, que impulsionou o povoamento da região. As estradas de ferro, naquela época, eram fundamentais para o transporte de grãos de café, a maior produção agrícola da época, para o porto de Santos.

A construção dos trilhos da Noroeste do Brasil prosseguiu, em terras pertencentes, na época, à Penápolis-SP, rumo ao rio Paraná, onde os trilhos chegaram em 1910, com um número de mortos, por malária e por índios, de 10.000 pessoas.

O primitivo traçado da NOB era o ramal Araçatuba- Lussanvira, a atual Pereira Barreto-SP, ramal este que margeava o Rio Tietê, sujeitando os trabalhadores da linha à malária (maleita, paludismo).

Nos registros do cemitério de Penápolis-SP, consta muitos  mortos por “paludismo”.

Em 17 de novembro de 1909, o patrimônio se torna um distrito de paz de São José do Rio Preto, com seu território se estendendo até próximo da foz do Rio Tietê, no Rio Paraná, divisando ali com o distrito de paz de Itapura-SP.

Em 22 de dezembro de 1913, Penápolis-SP torna-se um município.

Os pioneiros encontraram seus maiores obstáculos nos ataques dos índios e na malária, na época chamada de maleita e de impaludismo.

Os índios só foram finalmente pacificados, em 1912, com a ação do Coronel Cândido Rondon, que, por isto, é homenageado dando seu nome à SP-300 que é a principal rodovia que corta a região da Estrada de Ferro NOB (Bauru até a divisa com o Mato Grosso do Sul), atual Novoeste.

Um dos últimos grandes ataques de índios, se deu em julho de 1910, quando o agrimensor Christiano Olsen e sua equipe foram mortos e queimados, pelos índios caingangue, na fazenda Baguassu, próxima a atual, Araçatuba, região que, na época, pertencia a Penápolis-SP.

A pacificação dos índios realizada pelo Coronel Rondon foi decisiva para o povoamento da região, tanto que o preço do alqueire de terra subiu 1.000% de 1910 a 1914, passando de 13$000 réis a 100$000 réis, indicando um grande aumento da procura por terras após a pacificação. Em 1925, o alqueire de terra, próximo à área urbana de Penápolis-SP, já estava cotado a 1:000$000, ou seja, uma nova valorização de 1.000% em relação a 1914.

Em 1917 é inaugurada a iluminação pública por energia elétrica em Penápolis-SP.

O primeiro Grupo Escolar foi instalado em 1919, e, o primeiro Ginásio Estadual instalado em 1935.

Em 21 de janeiro de 1920 é criado, por decreto estadual, uma Caixa Econômica em Penápolis-SP, (o atual Banco Nossa Caixa).

Em 28 de abril de 1926, Penápolis-SP foi palco da maior tragédia da Imigração Japonesa no Brasil e de um dos mais bárbaros crimes da História do Brasil, quando o imigrante japonês Kadotá Massotoro decapitou, a golpes de machado:

– Sua esposa, a imigrante japonesa Fijosi (Tioc) Kadotá, 45 anos,

– Sua filha Shizue, de 18 anos, solteira,

– Seus 3 filhos menores: Masas (ou Massao) de 15  anos, João de 13 anos, e José de 11 anos de idade.

Foram sepultados, em 01 de maio de 1926, no Cemitério Municipal de Penápolis-SP.

No registro do Cemitério de Penápolis consta a esposa e filhos como sendo  naturais do Estado de São Paulo.

O Jornal da Capital FOLHA DA MANHÃ deu grande destaque ao caso com a antológica reportagem

“OS GRANDES DEGENERADOS”:

 
 

 

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Em abril de 1929, a região da NOB, recebeu a visita do presidente de São Paulo, o Dr. Júlio Prestes, o Seu Julinho, que comparou os pioneiros desbravadores da Noroeste do Brasil aos bandeirantes, desbravando terras e enfrentando perigos de todo tipo.

A situação da velha Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, que pertencia ao governo federal, melhorou muito, quando, em 1935, o Dr. Getúlio Vargas, iniciou o empedramento da linha férrea, eliminando-se as nuvens de poeira que penetrava nos vagões.

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Uma família de pioneiros brancos vindos de Uberaba-MG, em Penápolis-SP – década de 1930 – Foto de 1934

Em 1940, o Doutor Getúlio concluiu a construção de uma “variante”, entre Araçatuba e Jupiá, afastando a estrada de ferro das margens do rio Tietê, e, portanto, da malária, também conhecida como impaludismo.

A cidade na década de 50

 

Agricultura

Propr. agríc. existentes – 1353

Propr. agríc. com menos de 20 alqueires – 872

Propr. agríc. de 20 a 50 alqueires – 304

Propr. agríc. de 50 a 100 alqueires – 83

Propr. agríc. de 100 a 200 alqueires – 62

Propr. agríc. de 200 a 500 alqueires – 28

Propr. agríc. de mais de 500 alqueires – 4

Variedade de culturas praticadas: algodão, café, milho, arroz, feijão, amendoim, mamona.

Valor global aproximado das propriedades agrícolas: Cr$ 120.320.330,00

Comércio

Número de firmas taxadas no Imposto de Indústrias e Profissões: 513

Relação das consideradas grandes firmas:

Secos e Molhados: Loja do Sol, Casa Michel, Casa União, Casa São João.

Ferragens: Loja do Sol, Casa Michel, Casa União, Casa São João.

Tecidos e armarinhos: Loja do Sol, Casa Michel, Casa União, Casa São João, Casa A Disposição, Casa Paulista, Casa Armênia, Casa das Américas, Casa Camargo, Casa Penapolense.

Calçados: Casa Paulista, Casa Armênia, Casa das Américas, Casa Camargo, Casa Penapolense, Loja Imperatriz.

Alfaiatarias: Alfaiataria Parra, Alfaiataria Sabino, Alfaiataria Zuza.

Material Elétrico: Casa Fonseca, Saieg & Cia.

Livrarias e Papelarias: Livraria Penapolense e Livraria Comercial.

Padaria e Confeitaria: Padaria Expressa, Padaria Vitória, Padaria Paulista, Padaria 9 de julho, Padaria Belém.

Móveis: Ao Progresso de Penápolis.

Indústria

Números de indústrias taxadas no Imposto de Indústrias e Profissões: 155.

Número de operários trabalhando nas indústrias: 624

Capital invertido na indústria no município: Cr$ 21.216.845,00

Relação das consideradas grandes indústrias:

Máquinas de Benefício de Café, Arroz, Algodão: Máquina de Lavoura, Algodoeira Noroeste S/A, Fazenda Cafeeira, Usina Bandeirante, Damião Martins, Máquina São João, Máquina Santo Antônio, Garcia Soares & Cia., Máquina Aguiar, Máquina Ypiranga, Irmãos Beber, Máquina Brasil, Máquina Santa Terezinha, Máquina São Paulo, Máquina Sta. Luzia.

Serrarias e Mercearias: Serraria Industrial, Serraria Floresta, Marcenaria Penápolis Progride, Mercenária São José, Serraria da Estação, Marcenaria Oficina Mecânica Industrial, Marcenaria V. Anselmo & Andaló.

Cerâmica e Tijolos: Cerâmica Bela Vista, H. de Aguiar & Cia.

Pastifício: Santa Rosa.

Curtume: Canta Galo.

Torrefação de Café: Torrefação Progresso.

Fábrica de Bebidas: Fábrica de Bebidas “Colares”, Fábrica de Bebidas Penapolense.

Fecularia: Fecularia Penapolense.

Fábrica de Ladrilhos: Fábrica de Ladrilhos Santa Luzia.

Usinas de Açúcar: Usina Campestre, Usina Santa Maria, Usina São José.

Bancos

Agências ou filiais de bancos do município: Banco Noroeste do Estado de São Paulo, Banco Comercial do Estado de São Paulo, Banco Brasileiro de Descontos S/A, Banco Bandeirante do Comércio S/A e Banco do Estado de São Paulo.

Caixa Econômica Estadual

Número de depositantes: 1365.

Montante dos depósitos: Cr$ 3.703.518,30.

Coletoria Estadual

Arrecadação em 1948: Cr$ 4.018.781,40.

Coletoria Federal

Arrecadação em 1948: Cr$ 2.218.040,90.

Total de arrecadação do Imposto de Renda: Cr$ 840.309,90.

Idem do Selo de Educação e Saúde: Cr$ 84.320,80

Correios e Telégrafos

Classe de agência: 2.ª

Montante da última arrecadação: Cr$ 463.966,70

Serviço de Reembolso Postal: Tem

Montante de arrecadação de taxas de Reembolso Postal: Cr$ 314.334,20

Outras agências postais existentes no município: Agência Postal de 4ª Classe no Distrito de Alto Alegre.

Estradas de Ferro

Estradas de ferro que servem o município: Estrada de Ferro Noroeste do Brasil.

Distância entre o município e a capital: 622 quilômetros.

Tempo médio de viagem: 13,30 horas.

Custo de passagens entre a capital e o município: 1.ª classe, singela: Cr$ 187,00; ida e volta: Cr$ 300,20. 2.ª classe, singela: Cr$ 80,20; ida e volta: Cr$ 148,80.

Números de trens diários entre o município e a capital: 2.

Estradas de Rodagem

Estradas estaduais que cortam o município: Bauru a Jupiá e Rio Preto a Presidente Prudente.

Distância entre o município e a capital: 440 quilômetros.

Tempo médio de viagem: 9 horas.

Estradas municipais que cortam o município: Penápolis a Avanhandava, a Glicério, a Salto do Avanhandava, a Alto Alegre, a Paraguai, a Lusitana, a Rio Feio, a Rio Tietê, a Campo Grande e a Matão.

Transportes rodoviários: Empresas de ônibus existentes com sede no município: 5. Empresa Martins, servindo a linha Ribeirão Grande-Penápolis. Empresa Garcia, servindo a linha Matão-Penápolis. Empresa Álvares, servindo as linhas Bairro Watanabe-Penápolis e Nakamura-Penápolis. Empresa Pinheiro, servindo a linha Penápolis-Águas. Empresa Tonello, servindo as linhas Penápolis-Brauna, Brauna Penápolis, Penápolis-Araçatuba, Araçatuba Penápolis. Com sede em outros municípios: 5. Empresa Bandeirante, com sede em Catanduva, servindo as linhas Rio Preto-Penápolis, Catanduva-Penápolis e Penápolis-Tupã. Empresa Vanuque, com sede em Guararapes, servindo Guararapes-Penápolis. Empresa Romero, com sede em Tupã, servindo as linas Tupã-Penápolis e Penápolis-Rio Preto. Empresa Romeiro, com sede em Glicério, servindo a linha Lusiânia-Penápolis. Empresa Reunida Paulista Ltda., servindo a linha Araçatuva-Bauru. Auto-lotações existentes: Auto Expresso Mercúrio, servindo a linha Penápolis-Bauru.

Aviação

Localização do campo de pouso: A 1 quilômetro do centro da cidade.

Número de pistas: 4, sendo 1 de 1.920 metros; 1 de 1.290 metros, 1 de 1.100 metros e 1 de 960 metros.

Capacidade das pistas e tipo: Para aviões comerciais, sendo as pistas de terra e grama.

Aero Clube: Tem.

Número de aviões de treinamento: 1 HL6 e 2 piper.

Aviões de treinamento avançado: 1 HL6

Pilotos já brevetados: 54.

Orçamento Municipal

Orçamento Municipal para 1949: Cr$ 2.150.000,00.

Arrecadação em 1948: Cr$ 1.988.785,30.

Despesa em 1948: Cr$ 2.097.203,10.

Informações Político-Administrativas

Atual prefeito municipal: Dr. Ênio Soliani

Vereadores municipais: Antônio Pagnoca, Luís Rodrigues Mansano, Valdomiro Jorge de Mendonça, Gualter Monteiro, André Soler Torres, Sílvio Macedo, José da Silva Pereira Filho, Ernesto Cagliari, Cornélio Brinholi, Alípio do V. Pires, José Paro, Fernando Arruda Campos, Augusto Pereira de Morais, José Xavier de Oliveira, Vitório Filipin, Chauki Rahal, Nagib Sabino, Mário Waldemarin e José Santaela Olivença.

Realizações da atual administração: Instalação da rede de esgoto em toda a cidade, criação de uma Agência de Banco do Estado S/A, aquisição de três caminhões, inclusive um caminhão irrigador e uma possante moto-niveladora Kater-Pila, calçamento do pátio da Estação, ajardinamento da Praça do Fórum, criação de mais de 10 escolas municipais, rurais, captação de água para irrigação das ruas, serviço permanente de colocação de guias e sargetas nas vias públicas, remodelação completa das estradas municipais e apedregulhamento, construção de inúmeras pontes e mata-burros, construção de um ossário e reforma do Cemitério, prosseguimento das obras do Estádio Municipal, serviço permanente de extinção aos formigueiros, início da pavimentação das vias públicas e obras no novo matadouro municipal.

Número de eleitores qualificados: 9.558

Zona eleitoral: 87a

Seções eleitorais: 19

Número de eleitores que compareceram ao último pleito: 3.694

Educação

Escolas secundárias: Colégio Estadual de Penápolis, Educandário Coração de Maria e Escola Técnica de Comércio São Francisco.

Escolas primárias: grupos escolares: 5, sendo 2 na sede; particulares: 1; número de alunos matriculados: 1.513

Escolas urbanas: 5

Escolas isoladas: 48, sendo 15 municipais e 33 estaduais.

Número de crianças em idade escolar afastadas das escolas: 380.

Alfabetização de adultos: número de cursos: 18, sendo 5 na sede e 13 na zona rural; matriculados: 372.

Associações Esportivas: Esporte Club Corintians, Clube Atlético Penapolense, Sociedade Esportiva de Pesca Salto do Avanhandava.

Associações Recreativas: Esporte Club Corintians e Clube Atlético Penapolense, Club Penapolense.

Associações Profissionais: Sindicato dos Empregados do Comércio Varegista de Penápolis.

Saúde

Hospitais existentes no município: Santa Casa de Misericórdia, mantida por instituições beneficentes.

Subvenções que recebem: Federal: Cr$ 46.468,20. Estadual: Cr$ 10.000,00. Municipal: Cr$ 16.000,00.

Serviços de Saúde: Mantidos pelo Estado: Posto de Assistência Médico-Sanitária e Sub-Posto de Profilaxia da Malária.

Montante da arrecadação de selo de educação e saúde no último exercício: Cr$ 84.320,80.

Verbas federais aplicadas nesse setor no último exercício: Cr$ 46.468,20.

Informações Urbanas

Números de prédios existentes: 1.926

Edifícios públicos: Fórum, Prefeitura Municipal, Coletoria Federal, Igreja Matriz, Agência Municipal de Estatística, Cine São Benedito, Centro de Puericultura, Santa Casa de Misericórdia, Posto de Assistência Médico-Sanitária, Sub-Posto de Profilaxia da Malária, Agência Postal de Penápolis, Delegacia de Polícia, Grupos Escolares, Colégio Estadual de Penápolis.

Número de ruas: 26.

Número de jardins: 2.

Atrações turísticas: Salto do Avanhandava, no município de Avanhandava.

Hotéis: Grande Hotel Soares, São Francisco, da Estação, Noroeste, dos Viajantes, Brasil, São Paulo, Avenida, Líder, Pensão Santo Antônio, Pensão Bandeirantes.

Imprensa: “A Comarca de Penápolis”, semanário fundado em 7 de setembro de 1937. Diretor: Raul Cosasco. “O Mercúrio”, fundado em 7 de setembro de 1947. Diretor: Antônio Sanches.

Veículos licenciados: a motor: 310; tração animal: 403.

Monumentos: Herma Dr. Carlos Sampaio Filho.

Serviços Públicos

Abastecimento de água: Serviço da Prefeitura Municipal, ligado a 1.129 residências.

Rede de esgotos: Pertence a Prefeitura Municipal, ligado a 242 residências.

Iluminação: A cargo da Cia. Paulista de Força e Luz.

Energia Elétrica: Fornecida pela mesma Companhia, ao preço de Cr$ 0.72 o quilowatt.

Telefones: Serviço da Cia. Telefônica Brasileira, com 269 telefones ligados.

Matadouro Municipal: Reses abatidas em 1948: bois: 198; vacas: 2.226; porcos: 854.

Cemitérios: Cemitério Municipal da sede.

Bibliotecas: Colégio Estadual de Penápolis, Coração de Maria, Infantil, Dona Eugênia Roxo, Esporte Clube Corintians.

Guarda noturna: Mantida pela população e sob a orientação da polícia local.

Informações Religiosas

Organização da Igreja Católica: Paróquia de São Francisco de Assis, com 1 Igreja Matriz, 16 capelas na sede e 5 capelas no Distrito de Alto Alegre.

Obras assistenciais mantidas pela Igreja Católica: Asilo São Vicente de Paula.

Organização da Igreja Protestante: Igreja Metodista do Brasil, Igreja Evangélica Batista de Alto Alegre.

Organização dos Centros Espíritas: Centro Espírita Mariano Dias e Centro Espírita Discípulos de Jesus.

Informações diversas

Médicos: Drs. Fausto Di Giacomo, René Adolfo Fink, Waldemar Adas, Delfo de Cunto, Alcir Alves Leite.

Engenheiros: Drs. Péricles J. Dinis, Osvaldo da Silva Miranda. Contrutores: Américo Anselmo e José Fernandes.

Dentistas: Drs. Anacir Espindola Faria, Gualter Monteiro, Jacinto Sampaio, João Batista A. de Almeida, José Carlos Pereira, Sebastião Dias Correia, Raimundo R. Origuela.

Farmácias: Líder, São Bento, Paraguai, Esperança, Santa Maria, Penápolis, Ferraz, São José, Santo Antônio, Monteiro, Spínola.

Laboratório de Análises: Tem.

Instalações de Raios X: Tem.

Cinemas: Cine São Benedito, com capacidade para 500 pessoas.

Conjuntos orquestrais: Jazz Sabino e Jazz Corintians.

Grupo de amadores teatrais: Grupo Paulo Setubal.

O João Luís, que foi prefeito municipal de Penápolis-SP, escreveu sobre Cora Coralina em Penápolis-SP:

02/02/2014

Uma casa para Cora Coralina em Penápolis-SPAna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, esse era o nome civil da poetisa goiana Cora Coralina. Nasceu no Goiás Velho em 20 de agosto de 1889, três meses antes da Proclamação da República e faleceu em 10 de abril de 1985, em Goiânia, aos 95 anos de idade. Ela morou em Penápolis-SP provavelmente entre o final da década de 1930 e a década de 1940. Seu endereço na Terra de Maria Chica, Rua Santa Clara, 44, centro da cidade, vizinha da família Aguirre Monteiro e da família Braga. Naquela redondeza central da cidade, nos fundos do Santuário São Francisco de Assis, fez amigos , amigas e muitos confidentes. Inicialmente, produziu e vendeu linguiça caseira e banha de porco. Também comercializou livros, retalhos de tecidos e outros produtos. Ativa comerciante, colaborou com a criação da Associação Comercial de Penápolis-SP. “O preço justo é o melhor comércio”, disse certa vez em uma entrevista, referindo-se a qualquer atividade humana.

 

Viajante.

A jovem Ana Lins, em 1911, teve que se autoexilar no Estado de São Paulo, fugindo com o marido Cantídio Bretas, advogado, liderança política no Estado de Goiás, devido a conflitos políticos e partidários à época.

Passou por Avaré-SP, Jaboticabal, cidade onde nasceram os filhos e residiu bom tempo em São Paulo, capital. Já viúva, veio morar em Penápolis-SP, indo depois para Andradina-SP, retornando 45 anos depois, em 1956, para sua terra natal. Esses percursos, de muitas lutas, de muitos desafios e de superação, estão muito presentes em suas crônicas e poemas.

Para retratar exatamente esses percursos de sua vida, a poetisa escreveu em uma de suas crônicas que “mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.” 

 

Filme sobre Cora

Na semana passada, tive a oportunidade de gravar depoimento para os pesquisadores e roteiristas de cinema Regina Pessoa e Rafael Salazar, da produtora Gaya Filmes, de Brasília, que produzirá filme e documentário sobre a vida de Cora Coralina.

Diversas pessoas de Penápolis-SP, entre elas Solange Chotolli, Zeca Monteiro e Maurílio Galoppi, também gravaram depoimentos e repassaram informações sobre as relações pessoais, sociais e culturais de Cora Coralina com a cidade de Penápolis-SP no período em que viveu em nossa cidade, contribuindo para a estruturação do roteiro que dará base às futuras filmagens.

A Sala Cora Coralina, anexa à Biblioteca Municipal “Fausto Ribeiro de Barros”, e a EMEI Cora Coralina, na Vila Santa Terezinha, são as homenagens oficiais da municipalidade penapolense a essa poetisa que marcou e marca a história literária e cultural do Brasil do Século XX.

 

Sarau em homenagem a Cora

Em junho de 1985, ano de sua morte, organizamos uma sessão de leituras e roda de poesia para homenagear Cora Coralina na Funepe. Tivemos a grata satisfação da participação do saudoso professor José Fulanetti de Nadai, grande estudioso da literatura brasileira, e da saudosa poetisa penapolense Carmita de Mello Ahmad, que fez breve, importante e perdido relato sobre os “tempos em que Cora Coralina viveu em Penápolis”-SP. Uma singela, mas marcante homenagem, com poucas, mas marcantes e representativas pessoas e que, infelizmente, não nos atentamos à época para registrar em fotos.

A literatura de Cora Coralina é muito lembrada pelo seu “insulamento literário”, ou seja, pelo seu isolamento principalmente dos grandes centros urbanos onde, pretensamente, ocorrem os encontros e os grandes debates em torno da arte e da cultura. De fato, Cora Coralina, talvez por vontade própria, escreveu de forma independente de qualquer escola doutrinária ou ideológica, garantindo autenticidade e originalidade, o que, em certa e adequada medida, insere-a na tradição poética da Modernidade e do Modernismo que propôs “a abolição de qualquer fôrma  que  formatasse o escritor”.

 

Casa de Cora Coralina

Em 2013, por ocasião da realização da 3ª Conferência Municipal de Cultura, sabendo que a casa no endereço que Cora Coralina residiu em Penápolis-SP, na Rua Santa Clara, 44, estava à venda, propusemos que o Município de Penápolis-SP realizasse a aquisição do imóvel e o transformasse em espaço cultural, sugerindo o nome de Casa de Cora Coralina.

A proposta foi aprovada pelo plenário da Conferência Municipal de Cultura. Fomos informados que o novo proprietário do imóvel é o ex-vereador e empresário Areonth de Assumpção Rosa que, sem dúvida, tem sensibilidade social, política e cultural.

Fica aqui reiterada a sugestão à Administração Municipal, na pessoa do Prefeito Célio de Oliveira, de realizar estudos e de propostas, para desapropriar o referido imóvel, sendo que o “preço justo é o melhor comércio”, e a memória, a cultura e a história de nossa cidade ficarão eternamente agradecidas.
Recado de Cora Coralina: “Não sei se a vida é curta ou longa demais para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas. ” 

 santos.joaoluis@yahoo.com.br

LEGISLAÇÃO ESTADUAL PAULISTA SOBRE PENÁPOLIS-SP de 1936 a 1969

DISPÕE SOBRE A DESAPROPRIAÇÃO DE IMÓVEL SITUADO NO DISTRITO, MUNICÍPIO E COMARCA DE PENÁPOLIS, NECESSÁRIO À INSTALAÇÃO DE RESIDÊNCIA DO JUIZ DE DIREITO DA COMARCA.

DISPÕE SOBRE A DESAPROPRIAÇÃO DO IMÓVEL SITUADO NO DISTRITO, MUNICÍPIO E COMARCA DE PENÁPOLIS NECESSÁRIO À INSTALAÇÃO DO GRUPO ESCOLAR LOCAL.

DISPÕE SOBRE DESAPROPRIAÇÃO DE IMÓVEL SITUADO NO DISTRITO, MUNICÍPIO E COMARCA DE PENÁPOLIS, NECESSÁRIO À INSTALAÇÃO DO GINÁSIO AGRÍCOLA LOCAL.

DISPÕE SOBRE O FUNCIONAMENTO DA FACULDADE MUNICIPAL DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE PENÁPOLIS .

-DISPÕE SOBRE DOAÇÃO DE VEÍCULO USADO DO ESTADO À ASSOCIAÇÃO PENAPOLENCE DE PROTEÇÃO À INÂNCIA –ANJO DA GUARDA–, DE PENÁPOLIS-.

DENOMINA -IONE DIAS DE AGUIAR- O GINÁSIO ESTADUAL DA VILA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA, DE PENÁPOLIS.

DENOMINA -PRESIDENTE KENNEDY- O FÓRUM DE PENÁPOLIS.

RETIFICA PARA EDUCANDÁRIO CORAÇÃO DE MARIA, DE PENÁPOLIS, O NOME DA ENTIDADE BENEFICIADA PELA LEI DE AUXÍLIO 8099

Dispõe sôbre desapropriação de uma gleba de terras destinada à construção da Subestação de Penápolis, necessária ao sistema Urubupungá. .

CRIA GINÁSIO EM AVAÍ E OUTROS MUNICÍPIOS.

Autoriza a instalação e o funcionamento da Escola Normal Particular -Dom Bosco-, de Penápolis. .

CRIA DISPENSÁRIO DE TUBERCULOSE EM PENÁPOLIS.

CRIA ESCOLA DE AUXILIAR DE ENFERMAGEM NO MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS.

DECLARA DE UTILIDADE PÚBLICA O -CENTRO ESPÍRITA DISCÍPULOS DE JESUS-, DE PENÁPOLIS.

DECLARA DE UTILIDADE PÚBLICA A -CASA DA AMIZADE-, DE PENÁPOLIS.

DECLARA DE UTILIDADE PÚBLICA A ASSOCIAÇÃO VILA DA INFÂNCIA, DE PENÁPOLIS.

Dispõe sôbre doação de veículo usado do Estado ao Centro Espírita Discípulos de Jesus, de Penápolis.

Dispõe sobre lotação de cargos.

Dispõe sobre relotação de cargo.

CONCEDE AUXÍLIOS PELO SERVIÇO SOCIAL DO ESTADO.

DISPÕE SOBRE RELOTAÇÃO DE CARGO.

ALTERA ITEM DA LEI DE AUXÍLIOS N. 4890.

DISPÕE SOBRE A DISTRIBUIÇÃO DE MUNICÍPIOS POR ZONAS FISCAIS, PARA EFEITO DA FISCALIZAÇÃO DE MOVIMENTAÇÃO DE MERCADORIAS.

CRIA O 4º GRUPO ESCOLAR DE PENÁPOLIS.

DISPÕE SOBRE A RECLASSIFICAÇÃO DOS MUNICÍPIOS EM ENTRÂNCIAS FISCAIS.

REGULAMENTA A LEI Nº 5044, DE 19/12/1958 E REDISTRIBUI AS ÁREAS DE JURISDIÇÃO DAS ATUAIS 45 DELEGACIAS DE ENSINO DO ESTADO.

ALTERA A DISTRIBUIÇÃO DE MUNICÍPIOS POR ZONAS FISCAIS.

Dispõe sobre o Quadro Territorial, Administrativo e Judiciário do Estado, para o qüinqüênio 1959-1963 e dá outras providências.

ALTERA ITEM DA LEI DE AUXÍLIOS N. 3735.

Dispõe sobre o Quadro Territorial, Administrativo e Judiciário do Estado, para o quinquênio de 1959-1963 e dá outras providências.

Determina a realização de plebiscito de consulta à população de BARBOSA, município de Avanhandava, comarca de Penápolis, que se pretende seja elevado a município.

Dispõe sobre a complementação da rede de Museus Históricos e Pedagógicos do Estado e dá outras providências.

Determina a realização de plebiscito de consulta à população de LUIZIÂNIA, município de Braúna, comarca de Penápolis, que pretende ser elevada a Município.

DÁ DENOMINAÇÃO A ESTABELECIMENTO DE ENSINO.

CLASSIFICA AS CIDADES DE FRANCA, MARÍLIA, RIO CLARO, PENÁPOLIS E OURINHOS COMO CIDADES-SEDE DE ZONA, PARA EFEITO DE EXECUÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ESTÍMULO AO TEATRO.

Autoriza a aquisição de imóvel, por doação.

Dispõe sobre aquisição de imóvel, por doação.

CRIA GRUPO ESCOLAR NO BAIRRO DE ARAPONGA, MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS.

DISPÕE SOBRE TRANSFORMAÇÃO DE CURSOS PRÁTICOS DE ENSINO PROFISSIONAL EM ESCOLAS ARTESANAIS.

DISPÕE SOBRE LOTAÇÃO DE CARGOS.

RETIFICA O DECRETO Nº 32350, DE 24/5/1958.

AUTORIZA O DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM, A ADMITIR SERVIDORES DA CATEGORIA DE PESSOAL PARA OBRAS.

TORNA SEM EFEITO O DECRETO Nº 32500, DE 28, PUBLICADO A 29-5-1958.

DISPÕE SOBRE ADMISSÃO DE EXTRANUMERÁRIO DIARISTA.

DISPÕE SOBRE A DESAPROPRIAÇÃO DE IMÓVEL SITUADO NO DISTRITO E MUNICÍPIO DE ALTO ALEGRE, COMARCA DE PENÁPOLIS, NECESSÁRIO À CONSTRUÇÃO DE PRÉDIO PARA GRUPO ESCOLAR.

TRANSFERE DA ADMINISTRAÇÃO DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO PARA A DA SECRETARIA DO GOVERNO, IMÓVEL SITUADO NO DISTRITO E MUNICÍPIO DE BRAÚNA, COMARCA DE PENÁPOLIS.

DISPÕE SOBRE A DISTRIBUIÇÃO DE SEMENTES PARA PLANTIO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DISPÕE SOBRE CONSOLIDAÇÃO DOS POSTOS DE PUERICULTURA, DO DEPARTAMENTO ESTADUAL DA CRIANÇA, DA SECRETARIA DA SAÚDE PÚBLICA E DA ASSISTÊNCIA SOCIAL.

DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DA DELEGACIA REGIONAL AGRÍCOLA DE PENÁPOLIS.

DISPÕE SOBRE A DESAPROPRIAÇÃO DE IMÓVEL SITUADO NO DISTRITO E MUNICÍPIO DE GLICÉRIO, COMARCA DE PENÁPOLIS, NECESSÁRIO À INSTALAÇÃO DE UM RECANTO INFANTIL.

AUTORIZA A PREFEITURA MUNICIPAL DE ALTO ALEGRE A ESTABELECER E EXPLORAR LINHAS TELEFÔNICAS INTERMUNICIPAIS ENTRE OS MUNICÍPIOS DE ALTO ALEGRE E PENÁPOLIS.

-CONCEDE RECONHECIMENTO À ESCOLA NORMAL PARTICULAR –CORAÇÃO DE MARIA– DE PENÁPOLIS-.

ALTERA ITEM DA LEI DE AUXÍLIOS N. 3333.

DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DA DELEGACIA REGIONAL AGRÍCOLA DE LINS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DISPÕE SOBRE ADMISSÃO DE EXTRANUMERÁRIO DIARISTA.

ALTERA DISPOSITIVOS DOS DECRETOS 28775, 29250, 29512 E 29699 DE 1957 E CRIA REGIÕES AGRÍCOLAS.

TRANSFORMA EM INSTITUTO DE EDUCAÇÃO A ESCOLA NORMAL -DR. CARLOS SAMPAIO FILHO-, DE PENÁPOLIS.

TORNA SEM EFEITO O DECRETO N. 29.660, DE 13, PUBLICADO A 14/9/1957, E DÁ OUTRA PROVIDÊNCIA.

DIVIDE O ESTADO EM 22 REGIÕES FITOSSANITÁRIAS.

DISPÕE SOBRE ADMISSÃO DE EXTRANUMERÁRIO MENSALISTA.

MODIFICA O DECRETO N. 23.648, DE 16 DE SETEMBRO DE 1954, QUE DISPÕE SOBRE A DIVISÃO TERRITORIAL DO ESTADO EM DELEGACIAS, SETORES E REGIÕES AGRÍCOLAS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DISPÕE SOBRE ADMISSÃO DE EXTRANUMERÁRIO MENSALISTA.

Autoriza o Departamento de Estradas de Rodagem a admitir servidores da categoria de pessoal para obras.

DENOMINA -DR. CARLOS SAMPAIO FILHO- AO COLÉGIO ESTADUAL E ESCOLA NORMAL DE PENÁPOLIS.

DISPÕE SOBRE RELOTAÇÃO DE CARGOS.

DISPÕE SOBRE RELOTAÇAÕ DE CARGO.

DÁ DENOMINAÇÃO DE -GRUPO ESCOLAR LUIZ CHRISOSTOMO DE OLIVEIRA-, AO ATUAL 1º GRUPO ESCOLAR DE PENÁPOLIS.

DISPÕE SOBRE A RECLASSIFICAÇÃO DOS MUNICÍPIOS EM ENTRÂNCIAS FISCAIS.

EXPEDE NOVO REGIMENTO PARA O DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E MECÂNICA DA AGRICULTURA E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DISPÕE SOBRE CANCELAMENTO DE LOTAÇÃO DE CARGOS.

DISPÕE SOBRE RELOTAÇÃO DE CARGO.

Dispõe sobre o Quadro Territorial, Administrativo e Judiciário do Estado, para o quinquênio 1954/1958 e dá outras providências.

São consideradas prejudicadas, por força do disposto no artigo 1° da Lei n° 2.347, de 27 de Outubro de 1953, e por não se enquadrarem nas exceções previstas pelo seu parágrafo único, as representações a seguir discrimina …

Determina a realização de Plebiscito de consulta à população de Braúna, Município de Glicério, Comarca de Penápolis, que se pretende seja elevado a Município.

Determina a realização de Plebiscito de consulta à população de Alto Alegre, Município de Penápolis, Comarca de Penápolis, que se pretende seja elevado a Município.

DÁ A DENOMINAÇÃO DE -GRUPO ESCOLAR AUGUSTO PEREIRA DE MORAIS-, AO SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE PENÁPOLIS.

Autoriza a Fazenda do Estado a adquirir, por doação, de Armelano Martins, imóvel situado no município de Penápolis.

CESSA OS EFEITOS DO DECRETO Nº 21535.

DISPÕE SOBRE RELOTAÇÃO DE CARGO.

DISPÕE SOBRE LOTAÇÃO DE CARGOS.

DISPÕE SOBRE A DIVISÃO DO TERRITÓRIO DO ESTADO EM REGIÕES, PARA OS EFEITOS DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE DAS AGÊNCIAS DA CAIXA ECONÔMICA DO ESTADO DE SÃO PAULO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

CONCEDE SUBVENÇÕES ASSISTENCIAIS.

Autoriza aquisição de imóvel, por doação.

Autoriza a Fazenda do Estado a adquirir, por doação, imóveis destinados à construção de unidades escolares primárias rurais.

Autoriza a Fazenda do Estado a reverter ao patrimônio do município de Penápolis, imóvel situado na sede daquele município.

Autoriza a Fazenda do Estado a adquirir, por doação, de Antonio Vieira de Miranda, e outros, imóvel situado na Fazenda Santo Antonio, município de Penápolis.

DÁ NOVA REDAÇÃO AO ITEM N. 539, ART. 1º DA LEI 971, de 1951 – SOCIEDADE PENAPOLENSE DE NATAÇÃO, CR$ 20.000,00.

Dá nova redação aos artigos 22, 23, 47 e 48 da Lei n. 1, de 18 de setembro de 1947, e dá outras providências.

DISPÕE SOBRE RELOTAÇÃO DE CARGOS.

DISPÕE SOBRE CANCELAMENTO DE LOTAÇÃO DE CARGO.

REGULAMENTA A LEI Nº 1004, DE 04/05/1951, QUE DISPÕE SOBRE ELEVAÇÃO DO NÚMERO DE REGIÕES FISCAIS DO ESTADO E DEU OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

REGULAMENTA OS ARTIGOS 6º, 7º E 8º DA LEI Nº 988, DE 12/02/1951, QUE INSTITUIU ENTRÂNCIAS PARA EFEITOS DE DISTRIBUIÇÃO DOS FISCAIS DE RENDAS.

DISPÕE SOBRE CRIAÇÃO DE CURSOS PRÁTICOS DE ENSINO PROFISSIONAL EM DIVERSAS CIDADES DO INTERIOR DO ESTADO.

DISPÕE SOBRE CANCELAMENTO DE LOTAÇÃO DE CARGO.

DISPÕE SOBRE CRIAÇÃO DE ESCOLAS NORMAIS EM DIVERSAS CIDADES DO INTERIOR.

Dispõe sobre relotação de cargos.

DISPÕE SOBRE LOTAÇÃO E CANCELAMENTO DE LOTAÇÃO DE CARGOS.

 

DISPÕE SOBRE LOTAÇÃO DE CARGOS.

DISPÕE SOBRE DISTRITOS E SUBDISTRITOS POLICIAIS E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DISPÕE SOBRE RELOTAÇÃO DE CARGO.

MODIFICA O PARÁGRAFO ÚNICO DO DECRETO Nº 17272, DE 05/06/1947.

DISPÕE SOBRE A DIVISÃO DO ESTADO EM ZONAS HOSPITALARES.

Dispõe sobre aquisição por doação, de imóvel situado no município de Penápolis.

ESTABELECE A DIVISÃO SANITÁRIA DO ESTADO DE SÃO PAULO NA CONFORMIDADE DAS DETERMINAÇÕES DO DECRETO-LEI Nº 17030, DE 6-3-1947.

DISPÕE SOBRE RELOTAÇÃO DE CARGOS.

Dispõe sobre a organização dos municípios.

LOTA CARGOS DO QUADRO DO ENSINO EM ESTABELECIMENTOS DE ENSINO SECUNDÁRIO E NORMAL.

DISPÕE SOBRE CONCESSÃO DE AUXÍLIOS.

REGULAMENTA O DECRETO-LEI Nº 17089, DE 08/03/1947, QUE DISPÕE SOBRE DIVISÃO DE TERRITÓRIO DO ESTADO EM REGIÕES FISCAIS E DEU OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DECLARA DE UTILIDADE PÚBLICA, PARA SER DESAPROPRIADA PELO DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM, UMA FAIXA DE TERRA NAS COMARCAS DE ARAÇATUBA, BIRIGUI E PENÁPOLIS.

DISPÕE SOBRE A LOTAÇÃO DOS CARGOS DA DIVISÃO DO SERVIÇO DO INTERIOR, DO DEPARTAMENTO DE SAÚDE.

DISPÕE SOBRE CONCESSÃO DE AUXÍLIOS.

Dispõe sobre reestruturação da Divisão do Serviço do Interior, do Departamento de Saúde do Estado, da Secretaria da Educação e Saúde Pública e dá outras providências.

Dá nova composição às duas Divisões e às vinte e uma Regiões Policiais em que ficará subdividido o Estado.

DECLARA DE UTILIDADE PÚBLICA, PARA SER DESAPROPRIADA PELO PODER EXECUTIVO, UMA FAIXA DE TERRA NAS COMARCAS DE LINS, PROMISSÃO E PENÁPOLIS.

Dispõe sobre reestruturação do esporte no Interior do Estado.

DISPÕE SOBRE A LOTAÇÃO DOS CARGOS QUE ESPECIFICA.

Aprova projetos de decretos-leis de diversos Municípios.

DISPÕE SOBRE CONCESSÃO DE SUBVENÇÕES E AUXÍLIOS.

Dispõe sobre as circunscrições do registro geral de hipotecas e anexos da comarca de Lins.

Dispõe sobre organização no ensino secundário.

DISPÕE SOBRE TRANSFORMAÇÃO DE GINÁSIOS EM COLÉGIOS.

FIXA A DIVISÃO DO TERRITÓRIO DO ESTADO, EM DISTRITOS, PARA FINS DE ADMINISTRAÇÃO E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DA A DENOMINAÇÃO DE 1º AO GRUPO ESCOLAR DE PENÁPOLIS.

ARTIGO 1º – FICA APROVADA A TABELA COM QUE ESTE BAIXA, FIXANDO OS MESES DA REUNIÃO DO TRIBUNAL DO JURI NAS COMARCAS DO ESTADO, COM EXCEÇÃO DAS DA CAPITAL, SANTOS, CAMPINAS E RIBEIRÃO PRETO.

APROVA CONTRATOS DE LOCAÇÃO CELEBRADOS ENTRE A SECRETARIA DA FAZENDA E DIVERSOS.

DISPÕE SOBRE CONCESSÃO DE AUXÍLIOS.

DISPÕE SOBRE CONCESSÃO DE AUXÍLIOS.

AUTORIZA O FUNCIONAMENTO DE NOVAS ESCOLAS NORMAIS.

FIXA AS ÁREAS DE JURISDIÇÃO E AS SEDES DAS DELEGACIAS REGIONAIS DO ENSINO DA CAPITAL E DO INTERIOR.

Dispõe sobre criação de Delegacias Regionais, alteração de classe de algumas Delegacias do Policia e criação de outras nos municípios novos.

Dispõe sobre concessão de auxílios.

Divisão administrativa e judiciária do Estado.

CLASSIFICA CATEGORIAS DAS RENDAS ESTADUAIS.

ESTABELECE MEDIDAS RELATIVAS ÀS NOVAS ESCOLAS NORMAIS PARTICULARES.

Aprova o Regimento do Serviço Florestal .

Dispõe sobre criação de postos de assistência médico-sanitária na Divisão do Serviço do Interior, do Departamento de Saúde, e dá outras providências.

Dispõe sobre concessão de auxílios.

Dispõe sobre recursos financeiros para o desenvolvimento dos serviços florestais, organiza o serviço de fiscalização e guarda das florestas e dá outras providências.

CRIA NO MUNICÍPIO DE GLICÉRIO, COMARCA E REGIÃO DE PENÁPOLIS, O DISTRITO POLICIAL DE LUIZIÂNIA.

DISPÕE SOBRE CONCESSÃO DE AUXÍLIOS.

APROVA O ORÇAMENTO ÚNICO DAS CAIXAS ECONÔMICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO, DE 1ª À 10ª CLASSES, PARA O EXERCÍCIO DE 1943.

EXTINGUE O DISTRITO POLICIAL DE LUSSANVIRA, MUNICÍPIO E COMARCA DE ARAÇATUBA, REGIÃO DE PENÁPOLIS.

AUTORIZA A FAZENDA DO ESTADO A ADQUIRIR, POR DOAÇÃO DO SR. JOÃO DO PATROCÍNIO PIRES E SUA MULHER E DA COMISSÃO DO PRÉDIO PARA GRUPO ESCOLAR, A ÁREA DE TERRENO E O PRÉDIO NELE CONSTRUÍDO, DESTINADO À INSTALAÇÃO DO GRUPO E …

Cria as Guardas Policiais e dá outras providências.

DISPÕE SOBRE DIVISÕES DE REGIÕES AGRÍCOLAS NO ESTADO DE SÃO PAULO.

Dispõe sobre a classificação das Caixas Econômicas do Estado e dá outras providências.

ABRE UM CRÉDITO ESPECIAL DE 6.753:198$000, COM VIGÊNCIA ATÉ 31 DE DEZEMBRO DE 1942.

RETIFICA O DECRETO Nº 12.073, DE 18 DE JULHO DE 1941.

CRIA NO MUNICÍPIO DE GLICÉRIO E COMARCA DE PENÁPOLIS, O DISTRITO POLICIAL DE CRUZÓPOLIS, E ESTABELECE SUAS DIVISAS.

DECLARA SEM EFEITO DECRETOS DE NOMEAÇÃO, EXPEDIDOS NO PERÍODO DE 27 DE MAIO A 3 DE JUNHO DO CORRENTE ANO.

CRIA NO MUNICÍPIO E COMARCA DE ANDRADINA, REGIÃO DE PENÁPOLIS, O DISTRITO POLICIAL DE ALFREDO DE CASTILHO.

CRIA NO MUNICÍPIO DE COROADOS, COMARCA DE BIRIGÜI E REGIÃO DE PENÁPOLIS, O DISTRITO POLICIAL DE LAURO PENTEADO, COM AS MESMAS DIVISAS COM QUE O FOI, O DISTRITO DE PAZ DO MESMO NOME.

REORGANIZA E DÁ NOVO REGULAMENTO ÀS COLETORIAS DAS RENDAS ESTADUAIS.

REORGANIZA O SERVIÇO JUDICIÁRIO DO ESTADO, PARA OS FINS DO ARTIGO 1.049 DO CÓDIGO DO PROCESSO CIVIL BRASILEIRO E ADOTA OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DISPÕE SOBRE O AUMENTO DE RS 250:000$000 PARA RS 378:540$500 DO AUXÍLIO CONCEDIDO À P.M. DE PENÁPOLIS, NOS TERMOS DO DECRETO Nº 8985, DE 14/02/1938.

ENFEIXA, EM UMA SÓ, TODAS AS LEGISLAÇÕES SOBRE CARGOS E VENCIMENTOS , RELATIVOS À ATUAL ORGANIZAÇÃO DO GABINETE DO CHEFE DE POLÍCIA E DA REPARTIÇÃO CENTRAL DE POLÍCIA E SUAS DEPENDÊNCIAS NA CAPITAL E NO INTERIOR .

DISPÕE SOBRE A TRANSFERÊNCIA DE SEDE DA DELEGACIA DE POLÍCIA DE UNA, PARA O MUNICÍPIO E COMARCA DE ANDRADINA.

AS COMARCAS E TERMOS NOVOS, CONSTANTES DO QUADRO DE DIVISÃO TERRITORIAL DO ESTADO, FIXADO PELO DECRETO Nº 9.775, PERTENCERÃO, PARA OS EFEITOS DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA, À 1ª ENTRÂNCIA.

DÁ REGULAMENTO AO DEPARTAMENTO DAS MUNICIPALIDADES.

APROVA O CONTRATO CELEBRADO ENTRE A SECRETARIA DA JUSTIÇA E NEGÓCIOS DO INTERIOR E O SR. ORONCIO VAZ DE ARRUDA, PARA LOCAÇÃO DO PRÉDIO DE SUA PROPRIEDADE, SITO EM PENÁPOLIS, DESTINADO AO FUNCIONAMENTO DO FORUM LOCAL.

ABRE À SECRETARIA DA VIAÇÃO E OBRAS PÚBLICAS UM CRÉDITO ESPECIAL DA IMPORTÂNCIA DE 250:000$000, PARA PAGAMENTO À PREFEITURA MUNICIPAL DE PENAPOLIS.

AUTORIZA A FAZENDA DO ESTADO A RECEBER EM DOAÇÃO UM TERRENO COM UM PRÉDIO EM CONSTRUÇÃO, DESTINADO AO GINÁSIO DO ESTADO EM PENÁPOLIS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

PRORROGA ATÉ 31 DE DEZEMBRO DE 1937, O PRAZO, ESTABELECIDO NO DECRETO Nº 7101, DE 10 DE ABRIL DE 1935, DENTRO DO QUAL DEVERÃO SER ENTREGUES AO GOVERNO DO ESTADO, POR DOAÇÃO, O EDIFÍCIO, AS INSTALAÇÕES E O MATERIAL DIDÁTI …

ABRE À SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA FAZENDA, UM CRÉDITO DE RÉIS 50:000$000 PARA PAGAMENTO, A TÍTULO DE AUXÍLIO, À D. ASTROGILDA MARTINS SEVILHA.

AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A ABRIR À SECRETARIA DA FAZENDA UM CRÉDITO ESPECIAL DE 50:000$000, DESTINADO A UXILIAR A VIÚVA DO DR. ALVARO MARTINS SEVILHA, ASSASSINADO NO EXERCÍCIO DAS FUNCÕES DE DELEGADO DE PENÁPOLIS.

AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A ADQUIRIR, POR DOAÇÃO DA COLÔNIA JAPONESA, BAIRRO DO PADRE CLARO, EM PENÁPOLIS, UM PRÉDIO DESTINADO AO FUNCIONAMENTO DA ESCOLA RURAL DE SALTINHO DO COROADO.

CRIA O DISTRITO POLICIAL DE QUINTANA – NO MUNICÍPIO DE GLICÉRIO, COMARCA DE PENÁPOLIS.

CRIA O DISTRITO DE PAZ DE QUINTANA, NO MUNICÍPIO DE GLICÉRIO, COMARCA DE PENÁPOLIS.

AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A ADQUIRIR, POR DOAÇÃO, TERRENOS EM PENÁPOLIS E ARAÇATUBA.

AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A ADQUIRIR, POR DOAÇÃO, UM TERRENO EM PENÁPOLIS.

 

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37 Respostas to “A Penápolis-SP do Nosso Tempo – Histórias de Penápolis-SP – Personalidades que viveram em Penápolis-SP, e, Filhos Ilustres de Penápolis-SP”

  1. diego Says:

    egracado penapoli de tantas historias pq nao cresceu igual birigui e aracatuba q tem a msm idade ate um pouco de pessoas foram embora daqi nos anos anteriores

  2. Joines Oliveira Ferreira Says:

    Meu nome é Joines, moro em Brasília, nasci em Penápolis, sou filha do Juqinha, verador por quatro legislaturas. Estudei no Educandário Coração de Maria desde os 3 anos de idade até os 14, quando viemos para cá.
    Vocês esqueceram de alguns pioneiros: Meu avô, José Amádio de Oliveira, o Juca Teixeira, dono da Fazenda União no Bairro do Bonito, vizinha da Fazenda Água Limpa, vizinha do Waldemarim do Pirani e do Antonio Pessoa – português que tinha a máquina de beneficiar café daquela região. Na fazenda do meu avô teve a primeira Escola Municipal do Bairro do Bonito, a linha de ônibus do Toninho Tonelli fazia a linha Penápolis -Braúna e passava na porta da escola. Tenhos fotos e documentos, inclusive fiscais da época, da contrataçãode empregaos da fazenda.
    O Sr Antonio Veronese doou o terreno e quem conseguiu dinheiro para a construção foi meu pai, o Juquinha, com a “Capanha do Tijolo”, indo de porta em porta nos sítio e fazendas da redondeza, acompanhado da Da. Eugênia Roxo Nobre, benfeitora emérita, doaram o sangue para construção, e inauguração. juntamento com o Sr. Francisco Correa, na época, Gerente do Banco Noroeste, que cedia com amor e dedicação seu carro para as viagens para as roças. Não podemos esquecer o Dr. Ênio Soliani , o Dr. Jandira Trench, o Dr. Mauro Calazans, o Sr. Valdir Lacava, tabelião, o Dr. Edson Geraissati, o Dr Ramalho, Jorge Mussouça, e Dona Adilha, esposa do Sr.Joaquim Araújo, amigos verdadeiros que deram o apoio e colaboração para construção, inauguração e depois o mais difícil, a manutenção – roupas, alimentos, mobiliário, assistencia médica, odontológica para as meninas. Em 68, meu pai foi um incanssável batalhador aqui em Brasília, juntamento com o saudoso Ulisses Guimarães para o reconhecimento de utilidade pública. Tenho inúmera fotos de todos estes fatos. Estou à disposição. Obrigada Joines.

    • Newton sayeg Says:

      Joines fiz um comentário abaixo,o Juquinha também tinha um filho ruivinho ,que conheci garoto por onde anda ele?

      • Joines Oliveira Ferreira Says:

        É o Wagner Newtinho, Êle se formou em direito mas não exerce a profissão. É fazendeiro de gado em Redenção no Pará e também em Tocantis. O outro meus irmão, o Jorge é economista, mora em SP e tem uma Corretora de Seguros. Eu sou Neuropsicóloga, A Gláucia é Física, a Regina é Psicologa do ministério do planejameno, e as duas que nasceram aqui, Ana Elisa e Raquel. Ana é Bióloga e Biomédica pesquisdora da Fiocruz no Rio. A caçula Raquel, é jornalista e consultora do Ministério da Ciência e Tecnollogia.
        Temos também aqui em Brasília, um filhos de Penápolis que merece ser citado no jornal da cidade, É o Francisco Feitosa. êle é filho da Da. Maria Segura, morava na Colonia dos Vicentinos, a mãe dele era viúva e lavadeira, foi uma das pessoas que meu pai deu ajuda para ela criar os 5 filhos. O Francisco veio para cá adolescente, estudou aqui na Universidade de Brasília, é um excelente educador e hoje é dono de uma das maoires e melhores escola daqui de
        Brasilia o ColégioGaloais e o Petit Galoais ,

  3. Érika Says:

    O nome do cunhado do Tenente Carriço era René Adolfo Fink e não Frank, como consta

  4. Newton sayeg Says:

    Joines o Juquinha não só ajudou instituições de caridade em Penápolis como auxiliou um sem número de jovens que se dirigiam a Brasília incipiente na procura de estudo e emprego
    Ele com seus amigos influentes Paulo de Tarso ,Ulisses,Passarinho
    Você deve se orgulhar muito de seu pai ele foi um grande homem

  5. yesser aboultaif Says:

    gostaria de saber uma curiosidade muito grande: pq penapolis, tem tantos arabes ? sou decendente e desde q frequento a cidade desde 2002 quero matar essa curiosidade… como chegarao em q epoca pq etc….

  6. Adalgizo W Martins Ferreira Says:

    Nasci em Avanhandava em 1940, ao oito anos mudamos para Penápolis onde moramos até julho de 1955 quando mudamos para Bauru. Minha casa era na antiga Rua Rio Branco, na esquina acima da praça – primeiro o Forum ao lado a casa do Dr. Nelson Salem e a seguir a nossa casa já na esquina, em frente era a casa do Sr. Osterno Eram muitos os meninos daquela época que estudavam no Ginasio, e jogavam futebol no campinho do Forum. lembro-me bem do Gualter Monteiro, Dudu, Chiquetano, Fernando Arruda, Nenê, Jorge E Cheida, Flavio(o pai éra gerente do Banco do Brasil, Waldir Lacava, Wilian, As ruas não tinham calçamento, eram revestidas de pedriscos. A todas noites na praça tinha brincdeira de “salva” e nas tardes de verão nadar no lageado. Tinha a fábrica de guaraná Penapolense e a Lacava. Os dois belos e rarissimos carros um chevrolet 48 da familia Torres e outro nem me lembro. Assim algumas vezes voltei a Penápolis onde ainda tenho alguns parentes.

  7. Maria Jose Palomo Says:

    Estive na Cidade de Pelapolis a muitos Anos nos 800Anos da morte de São Francisco de Assis os Franciscanos seculares com o Frei Simão , visitemos todas a Igrejas, convento, hospedamos no convento de Santo Anjos, visitemos um convento que foi fundado por uma irmã que já era viuva, eu nunca me esqueci ainda mais agora sou viuva e gostaria de saber se aceita no convento eru sou franciscana secular, 24 de viuva já apareceu muito que quer casar mais eu não quero ninguém, somento servir a Cristo de Corpo e Alma. gostei de ler um pouco o histórico da Cidade de Penapolis.. Abraços a todos dessa linda Cidade Maria José Palomo.

  8. Maria Jose Palomo Says:

    Desculpe 24 Anos que sou viuva, e também sou irmã Franciscana secular, moro em São Paulo, Fraternidade Nossa Senhora de Fátima em Sapopemba, Vigário por enquanto Frei José Carlos. Pa
    z e BM a todos.

  9. Maria De Lourdes Melado Says:

    Nasci em Penápolis em 1954, em uma Fazenda chamada de Santa Branca. Lá tinha um guarda noturno chamado Atenízio e um carreiro de nome Daniel casado com dona Ana, tinham duas filhas, uma de colo por nome de Vera Lucia e outra de uns 4 anos chamada Maria Augusta. Sei também que um dos donos desta fazenda de Cafecultura chamava-se Sr. Serafim Ferreira, o mesmo faleceu em 54. Gostaria de saber onde se localizava está fazenda, pois quero muito ir a minha terra natal más preciso mais informações. Se puderem me ajudar agradeço desde já.

  10. Tatiane S R Says:

    Gostaria de saber se vcs tem alguma foto da casa dos Fink, casa centenária da nossa cidade e que hj se encontra em demoliçao.
    Uma grande tristeza toma varias pessoas por esse motivo, um patrimonio antigo em Penapolis em desmanche.
    E nenhuma história sobre.
    Contam que ali ja foi um hospital, isso será q é verdade?
    Por favor se alguém tiver fotos de antigamente postem pq vale a pena relembrar, afinal como será agora sem o casarao dos fink…triste

  11. Idineu Garcia Galo Says:

    Gostaria de saber se há algum histórico, da família Gallo, que residiu em Penápolis.

  12. Oliveira Guido de Araujo Says:

    Nasci na bela Penápolis no ano de 1946, filho de Augusto Guido de Araújo e de Maria Aparecida Guido de Araújo. Meu pai era policial da Força Publica e irmãos, Rodolpho, Doralice e Marieta. Todos nós estudamos no Instituto de Educação Dr. Carlos Sampaio Filho.
    Sou contemporâneo de Valter Pini, Dom Vartan, Pepita Rodrigues etc… Servi no Tiro de Guerra em 1965. Ainda tenho parentes na cidade, mas há muitos anos não os visito.Fui coroinha no Santuário, e minha mãe, fazia parte do Apostolado da Oração Meu nome é Oliveira Guido de Araújo. Nadei muito no Lageado, e assisti muitos jogos do CAP, quando o Nena era goleiro e o Alfeu lateral direito. Residiamos na rua Altino Vaz de Melo 945, na Vila Martins. Que saudades daquele tempo.

  13. Floriano Monteiro de Araújo Says:

    Sou Floriano Monteiro de Araújo, 65 anos, filho de Joaquim Monteiro de Araújo e Anna de Biagio, sou neto de Antonio Monteiro de Araújo e Mariana Nunes de Souza, bisneto de João Monteiro de Araújo, nasci em São Paulo,tenho 04 irmãs vivas,
    atualmente moro em Araras-SP, meu pai era irmão do Alvaro Monteiro de Araújo de Penápolis, na infância, meu paí teve negócios em Penápolis e íamos muito lá, nos anos 50, tenho fotos de parentes lá dos anos 50, 60 e atuais do Vadinho único filho vivo do Alvaro Monteiro de Araújo. Tenho uma foto do pessoal no Salto de Avanhandava, que reúne me parece primos dos vários ramos dos Monteiros, Nunes e Souza, eu era muito pequeno me lembro vagamente de alguns parentes Tia Lica, a Carolina do Kida, acho que era prima o próprio Kida e parece que conheci o Quincas aquele que tinha muitas fazendas além do Assis que meu pai sempre falava. Desejaria para ceder as fotos entrar em contato com: Paulo César de Castro Silveira, Mirtes Monteiro da Silveira e ou Patrícia Leme. Tenho uma foto meia ruim de Mariana Nunes de Souza minha avó que não conheci esposa de Antonio Monteiro de Araújo filho de João Monteiro de Araújo. 08/04/2015 – meu telefone para contato é (19) 3551-0605 (Araras-SP).

  14. Floriano Monteiro de Araújo Says:

    A história dos Monteiro de Araújo vai se misturar com a imigração italiana na primeira metade do século 20 (1936) quando o meu paí e minha mãe se conheceram em São Paulo, ela descendente de Salvador Giordano o mais antigo imigrante dos Giordano que fizeram história em Americana-SP sendo o primeiro ourives e dono de cinema de Americana, tenho fotos e documentos inclusive um tipo de autorização interessante dessa imigração, os Giordanos hoje estão espalhados por Americana, mas praticamente perdemos contato. Floriano Monteiro de Araújo.08/04/2015.

  15. Newton Tercerio Says:

    Não citaram o Chico Rillo (Antônio Francisco Rillo) pioneiro de Penápolis. Um dos seus netos é escritor maçonólogo.

  16. Oriza Martins Says:

    Muito interessante esta página. Resgata a história e os valores dessa região tão fascinante em fatos e cultura. É uma leitura que nos remete a épocas passadas e pessoas das quais nos recordamos com carinho. Eu nasci em Planalto-SP, mas residi em Penápolis na minha adolescência, nos anos 60, quando estudei no Educandário Coração de Maria e depois no Instituto de Educação Dr. Carlos Sampaio Filho, cursando o Normal, pela manhã, e o Clássico, à noite. Formei-me professora em 1969, quando saí de Penápolis para ingressar no Magistério Municipal de São Paulo e prestar o vestibular de Letras-USP. Minha mãe, Pilar Martins, comerciante, uma grande batalhadora, continuou morando em Penápolis até os anos 90. Na época em que morei em Penápolis, lembro-me de fatos interessantes, mas se destaca a criação da Fundação Educacional (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras). Enveredei-me depois pelos caminhos da Literatura – contos, romances, poesia – e hoje administro um portal de mensagens e poemas na web: http://www.orizamartins.com.

  17. jorge alcemir machi Says:

    tenho saudades, tambem nasci em penapolis, bairro baixote, brauna. ano 1954 familia machi.

  18. Floriano Monteiro de Araújo Says:

    Justamente o meu pai nasceu em Franca em 19 de janeiro de 1895.
    Floriano Monteiro de Araújo

  19. Adriana Says:

    Eu nasci em Penapolis em 8 de agosto de 1967. Infelizmente por motivos ainda desconhecidos fui doada para uma família de São Paulo. Ainda que eu não tenha crescido em Penapolis me sinto totalmente conectada com a cidade. Já estive por duas vezes ai para saber das milhas origens mas quem sabe um dia a Vida vai me revelar sobre a minha Mãe e meu Pai que me deram a Vida.
    São Francisco de Assis guia meus passos e Cora Coralina guia meu Feminino.

  20. Floriano Monteiro de Araújo Says:

    A igreja de São Francisco é onde eu fui batizado nos anos 50. Sobre o drama pessoal acima mencionado, me deixa mais convicto no socialismo, pois em países como China, Cuba, e Coréia do Norte, além da extinta União Soviética mães não doam ou doavam seus filhos seja por qualquer motivo e principalmente os econômicos. Um dia a humanidade vai evoluir, chega de traumas e ansiedades. O ser humano tem que ser respeitado, chega da selvageria que é o capitalismo, chega das pessoas ficarem sem saída.

  21. Adriana Says:

    Gratidão Floriano pelo seu comentário acima e sabe que quando estive a 1ª vez em Penapolis fui até a Santa Casa para ver se encontrava algum registro e para minha surpresa a pessoa que me recebeu disse-me que todos os registros até 1967 haviam sido queimados. E a história não terminou, anos depois retornei e a pessoa que estava atrás da minha história disse-me que não poderia avançar pois era uma história que envolvia pessoas de “poder” e a mesma começou a sofrer ameaças de morte.
    Enfim…. é isso, a selvageria de uma sociedade que exclui pelo poder econômico.

  22. ROSA MARIA DE OLIVEIRA ROQUE Says:

    Nossa gostaria muito de descobrir onde esta sepultada a minha avó paterna. Meu Bisavô Antônio Monteverde (vindo da Itália) Minha Bisavó Maria Antônio Monteverde (Italiana) sei que ambos viviam em Penápolis faleceram e foram enterrados em Araçatuba. Meu pai Arlindo Antônio de Oliveira (segundo historia que sei ficou órfão de mãe com mais ou menos 3 anos, então como nasceu em 1930 e ficou órfão de mãe em 1933 ou 1934 o pai não podia ficar com os 2 filhos meu pai foi criado pela Anisia Chuffi que tinha casa no centro de Penápolis cheguei a ir na casa dela (ela já é falecida atualmente). Mas já entrei em contato com vários ligares em Penápolis pois gostaria de ter a certidão de óbito de minha avó ROSA MONTEVERDE NASCIDA EM 1906 na Fazenda do Engenho Novo da Familia Moraes Sales, conforme consta na certidão de nascimento. Gostaria de saber em qual cemitério de Penápolis ela esta sepultada (mas ninguém tem interesse em ajudar, até com a Prefeitura de Penápolis tive contato). Se alguém puder me ajudar agradeço.

    Meu email: rosamaria_nurse@hotmail.com

    Meu nome: ROSA MARIA DE OLIVEIRA ROQUE

    • GENEALOGIA SILVA OLIVEIRA, Faleiros, Leme, UBERABA-MG, FRANCA-SP, MADRINHA DA SERRA, Três Ilhoas Says:

      o toninho e os outros do cemitério são superlegais. já estão colocando no computador é fácil achar nomes. vá lá pessoalmente.

  23. Niceia Alexandrino Says:

    Sou Niceia Alexandrino, ( poetisa e contista amadora), filha de Victorio Alexandrino . Estudei no ano do Jubileu de prata no Instituto de Educacao Dr, Carlos Sampaio Filho, com muita honra. Meu pai foi o grande artesãoo em mosaico português nesta cidade, Cobriu de mosaico português a Praca Dr Carlos Sampaio Filho, a Praca da Matriz, a Praca do “grupo velho” e inúmeras calçadas de residências particulares.
    Meu irmão Diniz Aparecido Alexandrino, foi ciclista campeão, diversas vezes na décaca de 50 e representou Penápolis na NOROESTE foi campeào do pedal, campeão de velocidade e campeão de resistência. Trazendo para o munícipio medalhas, taças e orgulho para o esporte ciclista.
    São estes e outros heróis anônimos que ajudaram a construir a Princesinha da Noroeste,

  24. Nilza Soares Says:

    Nasci 1955 Nilza Soares filha de Brigido Rodrigues ele trabalhou na prefeitura tem fotos dele

  25. vera lucia rodrigues da silva Says:

    Boa tarde minha mae nasceu Penapolis,em1936,meu avo trabalhava e morava na zona rural,minha mae foi registrada em Andradina,meus avos eram :Joaquim de Oliveira e Albina Ferreira.Sera que existe algum registro de nomes em fazendas na epoca,de30a40.meu avo´,a partir da decada de40 trabalhou na zona rural de Nova Independencia,na minha familia nao tem ninguem importante,mesmo assim gostaria de saber,tenho uma foto de mulheres costureiras de Penapolis,e uma delas e japonesa,gostaria de saber se alguem conheceu minha mae Mariana de Oliveira ,que era empregada de tonico e Iraci,da fazenda Guanabara do SR:Moura Andrade.Obrigada Vera Lucia 2433415721,moro em Volta Redonda R.j

    • GENEALOGIA SILVA OLIVEIRA, Faleiros, Leme, UBERABA-MG, FRANCA-SP, MADRINHA DA SERRA, Três Ilhoas Says:

      gostaria qque mandasse a foto.. paulosilveira@ict.unesp.br tenho texto sobre o rei do gado.. e nova independencia foi fundada pelo schmidt que eu conheci. meu sogro trabalhou pro toninho andrade prefeito.

  26. Edilson Tavares dos Santos Says:

    Boa tarde. Procuro informações sobre meus bisavós Hermenegildo Galante e Angela Galante, que viveram em Penápolis a partir da década de 30. Antes moravam em Ribeirão Preto-SP, na fazenda Dumont (de Alberto Santos Dumont) e depois se mudaram para a região noroeste, a partir de então não tenho mais informações. Os pais do Hermenegildo eram o Domenico Galante e Eleonora Vesperi, todos naturais da Itália, da região de Veneto. Os filhos do casal são: Eleonora, Domingos, João, Luzia, Antonia, Caterina, Antonio e Irene. Se alguém souber algo, por favor, entrem em contato comigo. Meu nome é Edilson Tavares, email: edilsontav@gmail.com.

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